Reavivados por Sua Palavra


MALAQUIAS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
27 de julho de 2024, 0:50
Filed under: Sem categoria

894 palavras

1 Sentença. A “sentença” de Malaquias era para que Israel não esquecesse as lições do passado. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1236.

Em que nos tens amado? Esforçando-Se para despertar o povo para a percepção de sua ingratidão, o Senhor faz perguntas específicas. O Seu amor os constituiu como nação (Dt 7:6-9; ver p. 1233, 1234). CBASD, vol. 4, p. 1236.

Todavia, amei. Referindo-se aos irmãos gêmeos (Gn 25:24-26), que tiveram a mesma hereditariedade e o mesmo ambiente, o Senhor deixou claro aos judeus que o favor divino não veio a Israel por causa de nascimento, mas por causa do caráter, Jacó foi o único que, embora tendo cometido erros dolorosos, por fim, devotou a vida ao serviço de Deus. CBASD, vol. 4, p. 1236.

3 Aborreci a Esaú. O contexto sugere que Edom, a nação dos descendentes d Esaú, é primariamente mencionada neste versículo, em vez do próprio Esaú como pessoa. O verbo “aborreci”é uma típica hipérbole [exagero] oriental (ver Gn 29:33; Dt 21:15; ver com. de Sl 119:136) e não deve ser tomado em seu sentido literal. Neste versículo, o Senhor indica claramente Sua preferência por Jacó  seus descendentes. Essa preferência, naturalmente, é fruto do relacionamento dos dois irmãos com Deus. Uma vez que Jacó era espiritualmente orientado e possuía a fé que salva, amando as coisas de Deus, seus pecados foram perdoados e ele desfrutou o companheirismo e o favor divino. Esaú, por outro lado, era uma “pessoa profana” e mundana, sem amor pelas coisas e, assim, punha a si mesmo fora do favor de Deus (Hb 12:16, 17). CBASD, vol. 4, p. 1236, 1237.

A frase não se refere a uma hostilidade pessoal em relação a Esaú. Na verdade, Deus proibiu que esse tipo de ódio fosse dirigido aos edomitas (Dt 23:7). Bíblia de Estudo Andrews.

Dei. Considerando que, após o retorno do cativeiro, os israelitas tomaram posse da sua terra e a cultivaram, restaurando Jerusalém e seu templo, os edomitas não parecem ter-se recuperado da desolação e destruição impostas sobre eles pelos babilônios. CBASD, vol. 4, p. 1237.

3, 4 Esta declaração de derrota e juízo perpétuo contra os edomitas foi cumprida durante o período de 550 a 400 a.C., quando os nabateus derrotaram os edomitas aos poucos e os perseguiram desde o sul da Palestina até uma região posteriormente chamada de Idumeia. Bíblia de Estudo Andrews.

5 Vossos olhos. Isto é, os de Judá. Quando o povo sentisse a realidade do amor de Deus, a queixa e murmuração dariam lugar ao louvor e gratidão por Sua bondade. CBASD, vol. 4, p. 1237.

Dos limites de Israel. … possivelmente seja uma expressão que indica o mundo todo. CBASD, vol. 4, p. 1237.

7 Pão. Do heb. lechem, palavra às vezes usada para alimentos em geral (ver Gn 3:19; 43:32; Êx 2:20). “Pão” não poderia se referir aos pães da proposição, porque eles não eram ofertados no altar. Possivelmente “pão”, neste versículo, se referira à carne das vítimas sacrificiais (ver Lv 3:9-11, 15, 16). Este é, possivelmente, um dos exemplos que poderiam ser dados acerca da negligência deles em seguir a lei ritual. CBASD, vol. 4, p. 1237.

Que pensais. Eles possivelmente não expressavam abertamente desprezo pelo altar do Senhor, mas por meio de ações. CBASD, vol. 4, p. 1237.

A mesa do SENHOR. Uma referência ao altar de sacrifício. CBASD, vol. 4, p. 1237.

8 Animal cego para o sacrificardes. Uma vez que a lei exigia que as vítimas sacrificais fossem “sem defeito” (Lv 22:19), os sacrifícios mencionados neste versículo eram uma ofensa a Deus. O povo argumentava que não fazia diferença se as vítimas sacrificadas eram perfeitas ou não. Eles queriam se livrar das ovelhas e do gado deformados e manter os animais perfeitos para si mesmos. Deus designou que as pessoas apresentassem a Ele o melhor. Reservar o melhor para algum outro propósito é evidência de que Deus não está em primeiro lugar. Oferecer a Deus menos que o melhor é, na verdade, não oferecer nada. CBASD, vol. 4, p. 1237.

Governador. Do heb. pachah, “um governador provincial” (ver com. de Ag 1:1). Oferecer a um dignatário o que era defeituoso seria insulto. Se isso era verdade no que diz respeito ao ser humano, quanto mais o seria com respeito ao grande e exaltado “SENHOR dos Exércitos” (ver com. de Jr 7:3). CBASD, vol. 4, p. 1237.

10 feche as portas. Uma provável referência às portas da entrada do átrio dos sacerdotes, no complexo do templo. Caso essas portas estivessem fechadas, seria impossível oferecer sacrifícios. Isso seria melhor do que os sacrifícios defeituosos que o povo apresentava. Bíblia de Estudo Andrews.

A oferta. Do heb. minchah, normalmente a oferta de “farinha” ou “cereal” (ver com. de Lv 2:1). Talvez o profeta, neste versículo, queira dizer que essas ofertas alimentícias, que naturalmente não eram imundas, eram inaceitáveis a Deus por causa do espírito errado com que eram oferecidas. CBASD, vol. 4, p. 1238.

11 Desde o nascente. Era propósito de Deus que a verdadeira adoração fosse espalhada por toda a Terra (ver p. 12-25). CBASD, vol. 4, p. 1238.

Malaquias enfatiza um tema universal muito presente no NT, unindo-se a outros profetas que também previram um momento em que os povos de todas as portas do mundo adorarão o Deus verdadeiro (Is 45:22-24; 49:6; Sf 2:11; 3:8-10; Zc 14:16). Bíblia de Estudo Andrews.

13 Que canseira! Uma alusão ao tédio e desdém dos sacerdotes ao realizar os serviços do templo. CBASD, vol. 4, p. 1238.

O dilacerado. Literalmente, “aquilo que foi pego pela violência”, isto é, coisas roubadas ou tomadas erradamente. CBASD, vol. 4, p. 1238.

Aceitaria Eu … ? Eles bem sabiam que nenhum ser humano se agradaria com tais presentes (ver v. 8). Por que pensavam que Deus Se agradaria? CBASD, vol. 4, p. 1238.



MALAQUIAS 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
27 de julho de 2024, 0:40
Filed under: Sem categoria

MALAQUIAS 1 – O último livro do Antigo Testamento conecta-se tematicamente com a mensagem de Cristo à última das sete igrejas do Apocalipse. O povo de Israel na época do profeta Malaquias viveu uma religiosidade tão morna quanto os crentes da cidade de Laodiceia (Apocalipse 3:14-22).

Malaquias foi escrito no século V a.C., após o retorno dos judeus do exílio babilônico; a carta à igreja de Laodiceia representa o último período da história da igreja no mundo, após a prisão do Papa Pio VI em 1798, por Bethier – evento que trouxe liberdade novamente à Igreja Cristã.

O propósito do livro de Malaquias era confrontar os judeus e seus líderes religiosos por sua infidelidade e desleixo no culto a Deus; o propósito do profeta João escrever a mensagem a Laodiceia visa admoestar o líder e o povo devido à mornidão espiritual, autossuficiência e falta de fervor.

“A mensagem de Malaquias é especialmente apropriada para o Israel de hoje, e é comparável à mensagem de Laodiceia (Ap 3:14-22). Como os laodiceanos, os judeus dos dias de Malaquias estavam completamente insensíveis à sua verdadeira condição espiritual e pensavam que ‘não precisavam de nada’ (cf. Ap 3:17). Eles eram ‘pobres’ no tesouro celestial, ‘cegos’ a seus erros e ‘nus’ ou despidos do perfeito caráter de Jesus Cristo (v. 17). Como o homem sem vestimenta nupcial, na parábola (Mt 22:11-13), eles estavam diante do Rei do Universo, despidos de vestimenta de Sua justiça e plenamente satisfeitos com seus trapos morais”, destaca o Comentário Bíblico Adventista.

Malaquias 1 convoca a líderes e liderados a honrar a Deus e a retornar à verdadeira adoração; Apocalipse 3:14-22 o convite é para o líder e os membros adquirirem de Cristo a verdadeira riqueza espiritual e restabelecerem a comunhão com Ele.

• Em ambos os contextos, há uma declaração contundente do amor de Deus visando convencer os ouvintes que duvidavam dele (Malaquias 1:1-5; Apocalipse 3:19).
• Ambos os textos revelam que a verdadeira condição espiritual contrasta com a percepção própria, requerendo um exame sincero à luz da Palavra de Deus (Malaquias 1:6-9; Apocalipse 3:15-17).
• Tanto Malaquias quanto João condenam veementemente a hipocrisia, atitude que devemos repugnar em nossa vida hoje também caso queiramos ser verdadeiros adoradores (Malaquias 1:10-14; Apocalipse 3:15-16).

Portanto, reavivemo-nos com Malaquias; fujamos da mornidão espiritual! – Heber Toth Armí.



ZACARIAS 14 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
26 de julho de 2024, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: ZACARIAS 14 – Primeiro leia a Bíblia

ZACARIAS 14 – BLOG MUNDIAL

ZACARIAS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ZACARIAS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
26 de julho de 2024, 0:50
Filed under: Sem categoria

1. Eis que. Este cap. 14 é uma descrição dos eventos ligados à segunda vinda do Messias em termos de como esse evento espetacular teria ocorrido se os israelitas que retornaram do cativeiro tivessem cumprido seu destino (ver p. 17). Visto que se afastaram várias vezes de seus altos privilégios e, finalmente, rejeitaram o Messias (At 3:13-15), Deus Se afastou deles e está agora realizando Seus propósitos por meio do novo Israel (ver p. 21-23). Deve-se ter cuidado ao aplicar as profecias de Zacarias 14 ao tempo atual. Os princípios destacados nas p. 12 a 25 devem ser observados na interpretação deste capítulo, do contrário pode-se chegar a conclusões indevidas (ver também com. de Ez 38:1).

2 Ajuntarei todas as nações. Ver p. 17. A ilustração, neste versículo, é similar àquela apresentada pr Joel (ver com. de Jl 3:1, 2). A prosperidade de Israel teria provocado a inimizade das nações que são representadas aqui como reunidas por Deus contra Jerusalém (ver Ez 38:16). No entanto, Zacarias chama a atenção para uma característica desta batalha que não é mencionada por outros profetas: a invasão de Judá e Jerusalém teria êxito parcial.

Não será expulso. O restante não será expulso, sem dúvida, são os justos, os que passaram “pelo fogo” e foram refinados “como prata” (Zc 13:9). O propósito de permitir que o ataque tivesse sucesso parcial parece ser o de eliminar os pecadores de Sião (cf. Zc 13:7-9).

3. Então. Isto é, depois do êxito parcial do inimigo e da remoção dos pecadores. Há uma ilustração paralela em Joel 3:16 e Ezequiel 38:18 a 23.

4. Monte das Oliveiras. Ver com. de Mt 2:11.

Será fendido. Os v. 4 e 5 descrevem as violentas transformações físicas na superfície terrestre que acompanham a intervenção divina para destruir as nações inimigas. A ilustração sugere como esses eventos teriam ocorrido caso Jerusalém tivesse permanecido para sempre (ver PR, 46, 564; DTN, 577. ver com. do v. 1). Determinadas características serão cumpridas quando a nova Jerusalém descer no final do milênio. No entanto, nem todos os detalhes devem ser aplicados dessa maneira (ver GC, 663).

5. Virá. A vida de Cristo é predita neste versículo em termos das circunstâncias mencionadas nos com. do v. 1. Alguns aplicam esta profecia à descida da nova Jerusalém após o milênio (ver Ap 21:2; cf. GC, 663).

8. Mar oriental, […] mar ocidental. Isto é, o Mar Vermelho e o Mediterrâneo, respectivamente (ver com. de Nm 3:23).

10. Rimon. Certamente En-Rimon, 14,4 km ao norte pelo leste de Berseba, a atual Khirbet Umm er-Ramamin. Neste versículo, o local é usado para designar a extremidade sul de Judá. Geba e Berseba são usados para designar as fronteiras ao norte e ao sul (ver 2Rs 23:8).

11. Já não haverá maldição. Se a nação tivesse cumprido seu destino divino, a cidade teria permanecido para sempre (ver p. 17; GC, 19; cf. DTN, 577.

12. A praga. O profeta volta ao tema do destino das nações que atacaram a Jerusalém. Os invasores sofreriam o flagelo de uma praga, muito rápida em sua destruição. A praga criaria um estado de frenesi e pânico, resultando em extermínio mútuo (v. 13).

16. Subirão. O objetivo da bênção divina sobre Israel era demonstrar o que Deus estava disposto a fazer por todas as nações. Intimidados pelos acontecimentos então recentes e certos da disposição de Deus em aceitar a adoração de todos, os sobreviventes das nações invasoras buscariam ao Deus de Israel e subiriam para adorar em Jerusalém anualmente (ver p. 17).

18. Egípcios. Eles estavam entre as nações que atacaram Jerusalém (v. 2) e, entre seus sobreviventes, havia adoradores de Yahweh (v. 16). A terra do Egito dependia no Nilo para a irrigação. A escassez de chuva nas nascentes do rio significava completo desastre econômico para a nação.

20. Campainhas dos cavalos. Estes cavalos, possivelmente, sejam dos viajantes que iam a Jerusalém, saindo de todas as regiões. Naquele tempo, cavalos de outras nações aproximando-se de Jerusalém eram, com frequência, sinal de guerra. Agora o som produzido pelo tilintar dos ornamentos dos cavalos era uma música agradável, porque anunciava os grupos de adoradores a caminho de Jerusalém. A inscrição “Santidade ao SENHOR”, antes usada na mitra do sumo sacerdote (Êx 28:36, 37), seria então o lema dos adoradores.

As panelas. A menção das panelas e vasilhas, nos v. 20 e 21, parece se referir à necessidade de consagrar uma grande quantidade de utensílios devido aos muitos adoradores que iriam a Jerusalém.

21. Mercador. Numa situação em que pessoas de todas as nações eram bem-vindas, ninguém poderia ser excluído por causa da nacionalidade. No entanto, mercadores do estilo que Jesus expulsou do templo (Mt 21:12) não seriam tolerados.

Referência: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1227-1230,



ZACARIAS 14 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMÍ
26 de julho de 2024, 0:40
Filed under: Sem categoria

ZACARIAS 14 – O povo de Deus sempre foi alvo de perseguição, ataques e guerras. Antes de segunda vinda de Cristo, as forças do mal se erguerão contra os remanescentes fiéis. Haverá um tempo de angústia permeada de perseguição e tribulação jamais vista (Daniel 12:1), mas Deus Se levantará para defender ao Seu povo fiel (Zacarias 14:1-3; Apocalipse 7:1-17; 19:1-21). No final do milênio, quando Deus ressuscitar aos perversos, Satanás continuará suas investidas interrompidas na segunda vinda de Cristo.

Será após o milênio em que os salvos estiverem protegidos no Céu, que a Cidade Santa descerá à Terra (Apocalipse 20:1-21:8). Zacarias 14:4-5 descreve “as violentas transformações físicas na superfície terrestre que acompanham a intervenção divina para destruir as nações inimigas. A ilustração sugere como esses eventos teriam ocorrido caso Jerusalém tivesse permanecido fiel para sempre. Determinadas características serão cumpridas quando a novo Jerusalém descer no final do milênio” (CBASD).

Zacarias 14:6-9 descreve uma transformação cósmica e a restauração de Jerusalém. As águas vivas que fluem da Cidade Santa simbolizam a vida e a purificação que emanam de Deus (Ezequiel 47:1-12) quando for estabelecido Seu reino na Terra, de onde Ele reinará Supremo no Universo (Apocalipse 21:9-22:6). Então, o povo de Deus viverá em segurança e santidade, em condição em que os redimidos não mais enfrentarão as consequências do pecado nem as influências do diabo (Zacarias 14:10-21).

“A profecia sobre a maneira com que os pés do Messias estariam ‘sobre o Monte das Oliveiras’ (Zc 14:4-5) vai além do alcance da primeira vinda de Jesus Cristo. Ainda que Jesus Cristo tivesse andado sobre o Monte das Oliveiras durante Sua primeira vinda, essa predição proclama que o Monte das Oliveiras será dividido em dois. O cumprimento dessa profecia ultrapassa até mesmo a segunda vinda de Jesus porque, no momento da segunda vinda Ele não tocará o chão, mas permanecerá a certa altura (1Ts 4:16-17). Todo o cenário se encaixa melhor com Sua terceira vinda depois do milênio, quando a Nova Jerusalém descerá ‘e todos os santos, com Ele’ (Zc 14:5). Zacarias 14:6-9 descreve as condições da Nova Terra (Ap 21; 22)” (Zdravko Stefanovic).

A divisão do monte das Oliveiras e a criação de um grande vale simbolizam a total destruição das forças e formas de mal.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ZACARIAS 13 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
25 de julho de 2024, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: ZACARIAS 13 – Primeiro leia a Bíblia

ZACARIAS 13 – BLOG MUNDIAL

ZACARIAS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ZACARIAS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
25 de julho de 2024, 0:50
Filed under: Sem categoria

414 palavras

Naquele dia. Uma referência ao tempo do Messias, já mencionado em Zacarias 12:10. A vinda do Redentor chamaria a atenção das pessoas para a provisão de Deus para o pecado. Sempre houve uma fonte aberta. Por meio da fé no Salvador vindouro, as pessoas obteriam o perdão do pecado. Mas elas ignoraram a provisão da salvação. Então, um novo convite foi feito. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1226.

… a expressão “naquele dia”, liga o versículo ao conteúdo anterior. O trespasse do Senhor (12:10) e o arrependimento consecutivo levariam, de algum modo, à purificação do pecado. O perdão predito por profetas anteriores (Jr 31:34; Ez 36:25) e retratado em uma das visões de Zacarias (3:4, 5, 9) se tornaria realidade. Bíblia de Estudo Andrews.

Eliminarei. Os v. 2 a 5 predizem a purificação da terra dos ídolos e dos falsos profetas. … Israel foi especialmente atormentado pelos falsos profetas (Jr 23:9-40; Ez 1-23). Na nova condição que Deus propôs estabelecer, depois do advento do Messias, era de suma importância que todos os falsos mestres religiosos fossem removidos e suas enganosas declarações, silenciadas.

Os falsos profetas e os falsos mestres têm sido, desde tempos antigos, o tormento da igreja de Deus e continuarão até o fim dos tempos (Mt 24:24; 2Ts 2:9, 10; Ap 13:13, 14). A única segurança contra os ensinos enganosos é fortalecer a mente com as verdades b;iblicas (ver com. de Ez 22:25).

Nas tuas mãos. Alguns intérpretes aplicam este texto a Cristo, como uma predição de Seus açoites e das feridas recebidas pelas mãos daqueles que deveriam ter sido Seus amigos (ver Mt 27:26; Mc 14:65; 15:15; Lc 22:63; Jo 19:1, 17, 18). Isso deve ser feito como aplicação secundária, ou fazendo uma pausa após Zacarias 13:5 e, assim, conectar o v. 6 ao 7, que claramente é uma profecia do Messias (Mt 26:31). CBASD, vol. 4, p. 1226.

4-6 Às vezes, os profetas eram identificados por suas vestes diferenciadas (2Rs 1:8; Mt 3:4), mas a indumentária profética seria evitada porque as falsas profecias haviam acabado com a reputação desse ofício. Bíblia de Estudo Andrews.

Fere o pastor.Jesus aplicou estas palavras a Si mesmo (Mt 26:31). As ovelhas foram espalhadas quando os discípulos fugiram antes que Ele fosse levado para o julgamento e a morte (ver Mt 26:56; Jo 16:32). CBASD, vol. 4, p. 1226.

Jesus aplica este versículo à dispersão dos apóstolos por ocasião de seu julgamento e de sua crucifixão (Mt 26:31; Mc 14:27). Bíblia de Estudo Andrews.

8, 9 O processo traumático de provação e purificação resultaria no estabelecimento do remanescente, em um relacionamento especial com Deus. Bíblia de Estudo Andrews.

É Meu povo. Com o remanescente purificado, Deus restabeleceria Sua aliança (ver Ez 37:23; Os 2:23). CBASD, vol. 4, p. 1226.



ZACARIAS 13 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
25 de julho de 2024, 0:40
Filed under: Sem categoria

ZACARIAS 13 – Para purificar a restaurar os imundos pecadores deste mundo, o Filho de Deus precisou deixar o Céu, habitar entre nós, morrer (sacrificar-se) por nós, ressuscitar e ascender ao Céu, para, no Santuário Celestial, interceder por nós, a fim de conceder não apenas o perdão, mas também os recursos para nossa santificação. Os que aceitam Seu plano e permitem ser alvo de Suas ações, tornam-se parte de um povo puro e santo, preparado para Sua segunda vinda em glória e majestade.

Antes da segunda vinda de Cristo o povo será purificado, mas depois do milênio, a Terra toda será purificada das imundícias do pecado e das corrompidas formas de religiões. O processo da purificação total e da completa influência do pecado, ídolos e falsos profetas/mestres se intensifica com a segunda vinda de Cristo até a erradicação final do mal no final do milênio e o estabelecimento do Seu Reino de justiça e amor (Zacarias 13:1-6).

“Durante séculos, judeus e cristãos leitores da Bíblia encontraram no livro de Zacarias numerosas referências ao Messias e aos tempos messiânicos. Os cristãos têm compreendido que essas passagens se aplicam à vida e ministério de Cristo: o Rei triunfante e, no entanto, pacífico (Zc 9:9), Aquele que foi transpassado (Zc 12:10), o Pastor que foi ferido (Zc 13:7). Em Zacarias 13:7-9, foi revelada ao profeta uma cena em que a espada do juízo do Senhor vai contra o Bom Pastor. Em ocasião anterior, o profeta viu a espada sendo levantada contra o ‘pastor inútil’ (Zc 11:17). Mas nesta passagem (Zc 13:7-9), o Bom Pastor é ferido e o rebanho se dispersa. Sua morte resulta em grande aflição e prova para o povo de Deus, durante as quais alguns perecem. No entanto, todos os fiéis são purificados”, explica Zdravko Stefanovic.

A purificação pelo fogo refere-se às provações e testes que o remanescente fiel enfrentará. Considerando Zacarias 13:9, o Comentário Bíblico Adventista afirma: “Com o remanescente purificado, Deus estabelecerá Sua aliança (ver Ez 37:23; Os 2:23)”.

A erradicação do pecado e a purificação do povo de Deus são temas centrais que ecoam na mensagem bíblica sobre a preparação para o segundo advento de Cristo. Para tanto, reavivamento e reformas espirituais são essenciais!

Aceite fazer uma aliança séria com Deus! Comprometa-se! – Heber Toth Armí.



ZACARIAS 12 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
24 de julho de 2024, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: ZACARIAS 12 – Primeiro leia a Bíblia

ZACARIAS 12 – BLOG MUNDIAL

ZACARIAS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ZACARIAS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
24 de julho de 2024, 0:50
Filed under: Sem categoria

861 palavras

1 Sentença. Os cap. 12 a 14 constituem o segundo oráculo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1223.

2, 3 As duas metáforas usadas para Jerusalém (“um cálice de tontear” e “uma pedra pesada”) sugerem o desamparo e a injúria que sofreriam todas as nações que atacassem a cidade para destruí-la. Lutariam contra o povo de Deus para o próprio mal. Bíblia de Estudo Andrews.

2 Cálice de tontear. Isto é, um cálice cujo conteúdo produz temor (ver imagens similares em Is 51:17; Jr 25:15-18; 51:57; Hc 2:16). CBASD, vol. 4, p. 1223.

3 Todos … se ferirão. A proteção especial de Deus estaria sobre Seu povo, e os que tentassem feri-lo seriam feridos. CBASD, vol. 4, p. 1223.

4 Naquele dia. Esta expressão ocorre diversas nos cap. 12-14 e se refere ao dia do Senhor. Bíblia de Estudo Andrews.

6 Chefes. Encorajados pelas evidências do poder protetor de Deus, os clãs de Judá alargaram suas fronteiras e ocuparam todo o território que Deus lhes designara (ver p. 16, 17). CBASD, vol. 4, p. 1224.

As metáforas usadas para os líderes de Judá (“um braseiro ardente debaixo da lenha” e “uma tocha entre a palha”) deixam claro que seriam livrados, ao passo que os inimigos seriam destruídos no incêndio. Bíblia de Estudo Andrews.

7 Não sejam exaltadas. Em consequência da exaltação das áreas rurais, a glória dos territórios da província de Judá equivaleria à da capital, a própria Jerusalém. CBASD, vol. 4, p. 1224.

8 Como Davi. Estas promessas de poder para vencer seriam cumpridas no remanescente de Judá. Esperava-se que, após o retorno do cativeiro, eles cooperassem com os propósitos celestiais. Uma nação firme com Deus é invencível. O indivíduo também pode reivindicar essas promessas em sua batalha contra a tentação e em suas conquistas para o Senhor (ver DTN, 250, 251; acerca da aplicação desta profecia à igreja cristã, ver p. 21-23; AA, 48). CBASD, vol. 4, p. 1224.

9 Procurarei destruir. Uma garantia adicional de vitória sobre toda oposição inimiga. CBASD, vol. 4, p. 1224.

10 Graça. Do heb. chen, palavra com duas diferenças básicas de sentido: (1) qualidade que torna alguém agradável (Pv 11:16; 22:1); e (2) “favor”, encontrado frequentemente na expressão “achar favor” ou “achar mercê” (Gn 18:3; 19:19; 32:5; etc.). Chen vem do radical chanan, que significa “ser gracioso”.

Súplicas. … o profeta está visualizando um profundo reavivamento espiritual, provocado por um novo vislumbre da malignidade do pecado, e caracterizado por uma intensa busca da justiça de Cristo. Olhando para o Messias “traspassado”, vendo nEle o cumprimento de todos os tipos do AT e percebendo como nunca antes o maravilhoso amor de Deus no dom de Seu Filho, as pessoas lamentariam profundamente seus defeitos de caráter.

O lamento “como se chora amargamente pelo primogênito” também pode ser o pesar da morte do Messias, uma dor experimentada por uma nação preparada para receber o Messias. Zacarias, neste versículo, está apresentando o futuro de Israel como poderia ter sido. Era desígnio de Deus que toda a terra estivesse preparada para o primeiro advento de Cristo (ver PR, 704). Teria sido bem diferente a história da nação judaica e de Jerusalém se o povo tivesse aceitado o dom do amado Filho de Deus (ver DTN, 576, 577). Se Ele tivesse vindo a uma nação assim preparada para recebê-Lo, e fosse “traspassado” repentinamente, seria extremamente profunda a dor das pessoas. essa dor seria ainda intensificada pela compreensão de que os próprios pecados causaram a morte dEle.

No entanto, estas palavras encontrarão ainda outro cumprimento. Parece haver uma alusão a Zacarias 12:10 em Mateus 24:30: “todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória”; e em Apocalipse 1:7: “Eia que vem com as nuvens, e todo olho O verá, até quantos O traspassaram. e todas as tribos da terra se lamentarão sobre Ele. A palavra traduzida como “lamentarão”(AP 1:7) é a mesma em Mateus 24:30 e representa a interpretação da LXX em Zacarias 12:10. A lamentação descrita neste versículo ilustra a experiência daqueles que rejeitaram a Cristo em Seu primeiro advento. Quando eles O virem em toda Sua glória na segunda vinda, compreenderão plenamente a importância de suas obras (ver DTN, 580). Sem dúvida, os mais obstinados inimigos da verdade e de Seu povo” (GC, 637), em outras gerações, também estão incluídos na profecia feita aqui (ver também PE, 179). CBASD, vol. 4, p. 1224, 1225.

Traspassaram. Do heb daqar. A palavra é usada para a ideia de perfurar com uma arma (Nm 25:8; Jz 9:54; 1Sm 31:4; 1Cr 10:4). João observa que esta escritura foi cumprida quando um dos soldados romanos traspassou o lado de Jesus (Jo 19:37). CBASD, vol. 4, p. 1225.

11 A expressão “como o pranto de Hadade-Rimon, no vale de Megido” pode ser uma referência ao grande lamento que ocorreu quando Josias, o último rei piedoso de Judá, foi morto no vale de Megido, acontecimento pranteado por muitos anos (2Cr 35:20-25). Bíblia de Estudo Andrews.

12-14 O luto pela matança seria generalizado, intenso e sincero, não só uma demonstração exterior de tristeza. Bíblia de Estudo Andrews.

A enumeração de várias famílias nos v. 12 e 13, terminando a expressão “todas as mais famílias” (v. 14), transmite a ideia de um lamento universal. A “casa de Davi” representa a família real. “Natã”foi filho de Davi (1Cr 3:5). Ele pode ter sido mencionado neste versículo porque Zorobabel era descendente de Davi por intermédio de Natã (Lc 3:27, 31). Os levitas representam os líderes espirituais. A respeito da família dos “simeítas”, ver Números 3:17, 18 e 21. CBASD, vol. 4, p. 1225.