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EZEQUIEL 26 – Tiro era uma cidade fenícia antiga, situada no litoral do atual Líbano, conhecida por sua riqueza, comércio marítimo e fortificações impressionantes.
Tiro era uma cidade próspera e influente na antiguidade, conhecida por sua indústria marítima e por sua habilidade na fabricação de tecidos de púrpura, uma cor altamente valorizada na época.
Tiro recebeu uma profecia de Ezequiel revelando sua destruição como punição por sua arrogância e pecados. O profeta descreveu como a cidade seria atacada por muitas nações e suas muralhas seriam derrubadas, casas destruídas e seus habitantes seriam mortos ou levados como escravos.
A profecia contra Tiro proferida por Ezequiel cumpriu-se parcialmente com a invasão de Nabucodonosor, rei da Babilônia, que sitiou a cidade e a conquistou parcialmente. No entanto, a destruição completa aconteceu posteriormente, pelas mãos de Alexandre, o Grande – cerca de 250 anos após Ezequiel profetizar.
William MacDonald comenta que, com a invasão babilônica, “o povo [de Tiro] fugiu com seus bens para uma ilha próxima da costa, também chamada Tiro, onde permaneceu por 250 anos. Porém, em 332 a.C., Alexandre, o Grande, construiu uma passagem para a ilha lançando no mar os escombros da cidade antiga. Essa passagem de Ezequiel descreve o feito de Alexandre. Mais de cem anos atrás, um viajante observou que as ruínas de Tiro correspondem de modo exato à previsão de Ezequiel: ‘A ilha propriamente dita não tem mais de 1,6 quilômetro de extensão. A parte que se projeta para o sul além do istmo mede cerca de quatrocentos metros de largura e apresenta um terreno rochoso e irregular. Ocupada hoje em dia por apenas alguns pescadores é, de fato, um “enxugadouro de redes”’ …Em cumprimento ao versículo 21, Tiro nunca foi reconstruída. Em seu livro Science Speaks, Peter Stone comenta que a probabilidade de essa profecia se cumprir de modo completo, com todos os seus detalhes, era de um em quatrocentos milhões”.
Fica evidente, então, a improbabilidade do cumprimento da profecia por meras coincidências, evidenciando a origem divina.
Ezequiel 26 destaca a certeza, a precisão e a confiabilidade da mensagem profética, revelando como Deus é capaz de prever eventos futuros com detalhes impressionantes e de se cumprirem de forma cirúrgica ao longo do tempo, independentemente das improbabilidades.
A mensagem bíblica é confiável. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: EZEQUIEL 25 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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869 palavras
25:1 – 32:32 Depois do cerco de Jerusalém, que selou a condenação nacional, Deus chamou a atenção de Ezequiel para as nações vizinhas. elas também seriam julgadas. O Senhor, “que possui os céus e a terra”, (Gn 14:19) é Rei sobre todas as nações (Sl 96:10), controlando seus territórios e suas fronteiras (Dt 32:8; 2Rs 10:32; Is 10:13), direcionando sua migração (Am 9:7), erguendo-as e as derrubando (Is 40:22; Jr 1:10; 27:5; Dn 2:21). Toda a Terra está sujeita a uma “aliança eterna”(Is 24:5), lei ou código internacional de padrões humanos segundo o qual todas as nações têm deveres éticos de civilidade e humanidade (Am 1-2). Deus, em sua soberania universal, é quem garante a justiça e a decência entre as nações, em seu trato umas com as outras. As nações que violam as normas universais de comportamento apropriado recebem sanções divinas por seus crimes. … Naquele ponto da história, Babilônia estava exercendo o papel de agente divino de julgamento a outras nações; portanto, nesse contexto, ela não seria julgada (Dt 28:32-57; 2Cr 36:17; Jr 25:9; Hc 1:5-11). Bíblia de Estudo Andrews.
1 Veio a mim. Começa assim uma nova série de profecias que tem a ver com várias nações vizinhas. Ezequiel havia terminado seu testemunho relativo à destruição de Jerusalém e aos remanescentes da nação israelita. Ele não devia dizer mais nada com relação a isso, mas devia aguardar o cumprimento do juízo predito. No intervalo, Deus lhe ordena dirigir a atenção às nações vizinhas de Israel e a predizer o inevitável destino das mesmas. O juízo havia começado pela casa de Deus (ver Ez 9:6; cf. 1Pe 4:17), mas então devia se estender para o resto do mundo.
Deus não é Deus de uma nação apenas; é o Deus do mundo todo. Não faz acepção de pessoas. Todos são Seus, sem distinção de nacionalidade. Ele está tão ansioso por salvar os habitantes de uma nação como os de outra. … Esta nova seção contém mensagens para sete nações que estavam intimamente relacionadas com a sorte de Israel e Judá: Amom (Ez 25:1-7), Moabe (25:8-11), Edom (25:12-14), Filístia (25:15-17), Tiro (26:1 a 28:19), Sidom (28:20-23) e Egito (29:1-32:32). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 728, 729.
2 Os filhos de Amom. Eram descendentes de Ló por meio de sua filha mais nova, e, assim, parentes consanguíneos de Israel (Gn 19:38). Durante séculos haviam mostrado hostilidade (Jz 3:13; 11:12-15, 32, 33; 1Sm 11:1-11; 2Sm 10:6-14; Am 1:13-15). a religião deles era uma superstição degradante e cruel, que exigia sacrifícios humanos. O culto amonita a Moloque era uma contínua tentação para Israel (ver 1Rs 11:7). CBASD, vol. 4, p. 729.
3 Bem feito! Do heb. he’ach, uma interjeição que aqui indica perversa alegria pela queda de Jerusalém. CBASD, vol. 4, p. 729.
4 Filhos do Oriente. Do heb. beneqedhem. O nome é aplicado a várias tribos nômades que percorriam de um lado para outro o deserto a leste de Amom e Moabe (ver Gn 29:1; Jz 6:3, 33; 7:12; 8:10; 1Rz 4:30; Jó 1:3). CBASD, vol. 4, p. 729.
5 Rabá. O nome moderno é ‘Ammân. CBASD, vol. 4, p. 729.
6 Bateste as palmas. Bater palmas e patear (bater os pés) são gestos de forte emoção (Nm 24:10; Ez 21:14, 17; 22:13); aqui estas ações são manifestações de alegria maliciosa. A causa do regozijo aparentemente não era a perspectiva de vantagem material, mas a malícia e a “maldade contra Israel”(NVI). CBASD, vol. 4, p. 730.
7 Saberás que Eu sou o SENHOR. Um fato que eles não estavam dispostos a reconhecer antes. Deus pretendia que um conhecimento se Seu poder os levasse a buscar a salvação. CBASD, vol. 4, p. 730.
8 Moabe e Seir. Os moabitas eram descendentes de Ló por meio de sua filha mais velha, e, portanto, parentes consanguíneos de Israel, da mesma forma que os amonitas (ver com. do v. 2). Esses dois povos, intimamente associados em sua história e no curso que seguiam, recebem a ameaça de destino semelhante. CBASD, vol. 4, p. 730.
Como todas as nações. Os habitantes de Judá afirmaram que seu Deus era superior aos deuses pagãos e capaz de livrá-los. Agora os infortúnios de Judá pareciam negar essa afirmação. Os moabitas exultaram ante a triste situação de seus vizinhos ao oeste [Judá]. CBASD, vol. 4, p. 730.
12 Edom. Os edomitas eram os descendentes de Esaú, irmão mais velho de Jacó. A hostilidade entre Israel e Edom remonta à época em que Esaú vendeu o direito de primogenitura a Jacó (Gn 25:29-34). CBASD, vol. 4, p. 730.
13 Temã. A exata localização desta cidade é desconhecida; … As pessoas de Temã eram famosas por sua sabedoria (Jr 49:7; Ob 8, 9). CBASD, vol. 4, p. 731.
14 Por intermédio do Meu povo. Esta frase sugere que a vingança divina sobre Edom seria realizada por meio dos israelitas. Alguns propuseram que esta predição se cumpriu na época dos macabeus, quando João Hircano venceu os idumeus (Josefo, Antiguidades, xiii.9.1) e os obrigou a se submeter à circuncisão com o sinal de que haviam sido absorvidos pelo povo judeu. Parece mais provável que esta porção da profecia se cumpriria na execução dos planos de Deus para o reino restaurado de Israel. Esse novo Estado teria finalmente esmagado todos os seus inimigos (ver Ez 38; 39). CBASD, vol. 4, p. 731.
15 Filisteus. Habitavam a oeste de Judá, na planície costeira; perturbaram Israel continuamente até Davi subjugá-los (2Sm 21). em relação a sua origem, ver Am 9:7 e as notas [BEAndrews]sobre Gn 10:14; 20:1. Os filisteus continuaram a ser hostis a Israel (Is 14:29-31; Jr 47; Am 1:6-8; Sf 2:4-7) até o cativeiro imposto por Nabucodonosor. Bíblia de Estudo Andrews.
16 Os queretitas. Um tribo que, provavelmente, vivia na costa, ao sul dos filisteus (ver com. de 1Sm 30:14; cf. Sf 2:5). CBASD, vol. 4, p. 731.
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EZEQUIEL 25 – Um breve resumo das razões pelas quais Deus proferiu mensagens de julgamento contra povos da redondeza dos judeus nos ajudam a compreender importantes verdades de um Deus que rege todo o Universo e está acima de todas as nações/religiões:
1. Amom (Ezequiel 25:1-7): Os amonitas descendiam de Ló, sobrinho de Abraão. Eles eram pagãos, frequentemente hostis a Israel e se alegravam com as desgraças do povo de Deus. Por zombarem do remanescente de Deus, receberiam o julgamento.
2. Moabe (Ezequiel 25:8-11): Os moabitas também eram descendentes de Ló e tinham uma história de hostilidade com Israel. Eles se aproveitaram das adversidades de Israel e se opuseram ao povo de Deus em várias ocasiões.
3. Edom (Ezequiel 25:12-14): Os edomitas descendiam de Esaú, irmão de Jacó/Israel. A relação entre Edom e os judeus era tensa e, em muitas ocasiões, se mostraram inimigos do povo de Deus. Eles não mostraram compaixão ou solidariedade durante os momentos difíceis de Israel, o que resultou em julgamento divino.
4. Filístia (Ezequiel 25:15-17): Os filisteus eram tradicionalmente inimigos de Israel desde tempos remotos. Eles frequentemente guerrearam contra Israel e causaram muito sofrimento ao povo de Deus. O Senhor julga tudo o que acontece no mundo!
Estas nações foram responsabilizadas por suas hostilidades, desprezos e violências contra Israel. Deus usou o profeta Ezequiel para anunciar o julgamento sobre elas, destacando a justiça de Deus e seu cuidado pelo Seu povo escolhido. Ao mesmo tempo, essas mensagens de juízo também serviam como um aviso para os judeus sobre a importância de se manter fiel a Deus e evitar as práticas e alianças pagãs que levavam à desobediência e ao afastamento de Deus.
Muitas vezes o povo de Deus permite ser influenciado pelos povos vizinhos. Nos dias de hoje, não é diferente. A igreja verdadeira fica de olho nas igrejas falsas a fim de copiar o que está “dando certo” lá, ainda que estas denominações ataquem a igreja remanescente. O povo de Deus é julgado por absorver as práticas erradas, mas os povos/igrejas que influenciam para o mal também serão sentenciados/as por Deus.
O Deus que outrora agiu soberanamente sobre todas as nações, agora é soberano inclusive sobre todas as religiões. Seu julgamento no passado deve servir de alerta atualmente! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: EZEQUIEL 24 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 24 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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1374 palavras
1 Nono ano. Do cativeiro de Joaquim (ver com. [CBASD] de Ez 1:2), isto é, 589/588 a.C. Esta é a mesma data de 2 Reis 25:1; e de Jeremias 39:1, 2; 52:4 e 5. O dia foi posteriormente observado pelos judeus com um jejum (Zc 8:19). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 726.
Este capítulo é uma das mais violentas acusações que já foi lançada contra uma nação. Qualquer busca de alianças internacionais com a Assíria, ou Egito, ou Babilônia (vv 3,5 e 15), nas quais os israelitas receberiam vantagens carnais em troca da aceitação da idolatria dessas nações pagãs, era adultério contra a fidelidade a Deus. Bíblia Shedd.
2 Escreve o nome deste dia. É ordenado ao profeta anotar o dia exato em que deu a mensagem, e o anunciar como o dia em que Nabucodonosor começou o ataque a Jerusalém. Uma vez que Babilônia ficava a cerca de 800 km de Jerusalém [em linha reta] e a mais de uma vez e meia essa distância pela estrada regular, a notícia não poderia ter alcançado o profeta por meios humanos. Portanto, posteriormente, quando receberam informações sobre o ataque a Jerusalém, os cativos tiveram, ao se comparar as datas, prova convincente de que as mensagens de Ezequiel eram de origem divina. CBASD, vol. 4, p. 726
3 Parábola. Do heb. mashal (ver vol. 3, p. 1061). Não é dito se Ezequiel apenas proferiu a parábola ou se, na verdade, encenou o ato simbólico. CBASD, vol. 4, p. 726.
Põe ao lume a panela (ARA). NVI: “Ponha a panela para esquentar”.
4 Pedaços de carne, todos os bons pedaços. …forma de enfatizar que todos, até os melhores, seriam envolvidos na ruína. CBASD, vol. 4, p. 726.
5 Ferver bem. A violência de um sítio rígido, típico da época. Bíblia Shedd.
6-13 A cidade de Jerusalém era como uma panela tão incrustada de pecado que não ficaria limpa. Deus queria limpar a vida daqueles que viviam em Jerusalém e deseja limpar nossa vida hoje. Às vezes, Ele tenta nos purificar por meio de dificuldades e circunstâncias difíceis. Quando você enfrentar tempos difíceis, permita que o pecado seja eliminado de sua vida. Veja seus problemas como oportunidades para que sua fé cresça. Quando essa hora chegar, as prioridades e desvios desnecessários serão eliminados. Podemos reexaminar nossas vidas para que façamos o que realmente importa. Life Application Study Bible Kingsway.
6 Ferrugem. A cidade em si, representada pela panela, está, por assim dizer, corroída pela ferrugem. CBASD, vol. 4, p. 726
Pedaço por pedaço. Os habitantes de Jerusalém seriam levados pela morte ou pelo cativeiro. CBASD, vol. 4, p. 726.
7 Sobre a penha descalvada (ARA; NVI: “na rocha nua”). Representa um campo aberto para os pecados cometidos sem pudor, que aclamam sem punição perante toda sociedade humana (Gn 4.10; Jó 16.18; cf Hb 12.24 mostra que o sangue de Jesus, ao invés de clamar contra o pecador, intercede pela sua conversão, sua justificação e sua santificação. Bíblia Shedd.
Isso indica que os crimes de violência praticados em Jerusalém (ver Ez 22:12, 13; 23:37; etc.) tinham sido abertos e escancarados (ver Gn 4:10; Jó 16:18; Is 26:21). CBASD, vol. 4, p. 726
8 Seu sangue. Isto é, o sangue a ser derramado na destruição de Jerusalém. A punição seria tão notória aos olhos do mundo como o havia sido o pecado. CBASD, vol. 4, p. 726.
11 Vazia. A cidade sem habitantes. O fogo deve arder até consumir a ferrugem. A própria cidade seria destruída. Os v. 11 a 14 falam da ineficácia dos esforços anteriores em operar reforma e indicam que os juízos iminentes eram inevitáveis e completos. CBASD, vol. 4, p. 726, 727.
13 Nunca purificada. Este fogo é para destruição, e não para a refinação do metal (22.20). Bíblia Shedd.
15 Veio a mim a palavra. Inicia-se uma nova seção, não diretamente ligada à parábola dos v. 1 a 14. CBASD, vol. 4, p. 727.
15-27 A mulher de Ezequiel, “a delícia dos [seus] olhos”, havia morrido de repente, simbolizando que o santuário, a “delícia” e o “prazer”do povo, seria destruído. A maior catástrofe da nação aconteceria: o povo de Deus perderia o templo. O centro de adoração seria queimado; Jerusalém, a capital, seria destruída; a liberdade nacional se perderia; as casas e a terra seriam confiscadas; muitas pessoas morreriam ou ficariam feridas; a maioria seria levada em cativeiro para Babilônia. Bíblia de Estudo Andrews.
16 Tirarei. Ezequiel foi informado de que sua esposa, a quem ele amava, estava para morrer. Não é preciso inferir, a partir da linguagem usada aqui, que a morte dela foi resultado de uma ação direta de Deus. Talvez a mulher já estivesse doente havia algum tempo, e Deus quis adverti-lo de que ela morreria. Por uma figura de linguagem, com frequência se diz que Deus faz aquilo que Ele permite ou não impede que aconteça (ver DTN, 24, 470, 471). … Aqui a perda da delícia dos olhos de Ezequiel foi usada para impressionar a mente do povo com a mensagem divina.
A experiência de Ezequiel mostra que o dedicar-se ao serviço de Deus não significa imunidade contra sofrimento e infortúnio. Às vezes, parece que os mensageiros de Deus são mais assaltados do que outros não ativamente empenhados na causa divina. Muitos desastres acometem os que se dedicam a Deus em algum campo missionário. Por vezes, morte repentina ou penosa enfermidade sobrevém aos fiéis. Essas calamidades não devem ser consideradas como golpes do juízo divino. Elas são resultado da obra de Satanás. As ações do inimigo contra os fiéis e mesmo infiéis mostram a verdadeira natureza do mal no grande conflito. Este princípio é demonstrado na história de Jó. Contudo, quando o inimigo traz aflições, Deus pode fazer com que a tragédia se converta em bem, para a purificação dos que permanecem (ver DTN, 471). CBASD, vol. 4, p. 727.
17 Não faças lamentação. Os costumeiros sinais de luto deviam ser evitados (ver Js 7:6; 1Sm 4:12; 2Sm 15:30, 32; Is 20:2; Mq 3:7). CBASD, vol. 4, p. 727.
Mantenha apertado o seu turbante. O enlutado normalmente o retirava e colocava pó na sua cabeça (v. Js 7.6; 1Sm 4.12). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Pão que te mandam. Provável referência a uma refeição relacionada ao funeral (ver Dt 26:14; Jr 16:7; Os 9:4). CBASD, vol. 4, p. 727.
18 Falei. Não se diz o que o profeta falou. Talvez ele tenha partilhado com os concidadãos a trágica notícia com respeito à morte da esposa. CBASD, vol. 4, p. 727.
19 O que significam estas coisas.Já que o povo de Israel no cativeiro não quis escutar à pregação do profeta (3.7), ao menos não deixava de mostrar curiosidade sobre as ações invulgares do mensageiro de Deus. Bíblia Shedd.
Não se diz o que o profeta falou. Talvez ele tenha partilhado com os concidadãos a trágica notícia com respeito à morte da esposa. CBASD, vol. 4, p. 727.
21 profanarei o Meu santuário. O santuário, a delícia dos olhos do povo, devia ser profanado e destruído. Os pés profanos dos gentios adentrariam os sagrados recintos, aonde nem mesmo os sacerdotes podiam ir. CBASD, vol. 4, p. 727.
delícia dos vossos olhos. O templo, que embora possuindo a bênção de Deus, nunca seria suficiente para garantir a vitória e a prosperidade a um povo que estava vivendo na idolatria, em plena rebelião contra Deus. É o caso de uma igreja que, alegando ser portadora da graça divina, lança fora a palavra de Deus, em favor das próprias tradições. Qualquer lamentação contra a destruição de tal organização será forçosamente considerada como rebelião contra a própria justiça divina. Daí o silêncio do profeta sobre a morte da esposa inocente e amada, para mostrar que muito menos se podia lamentar a chorar pela ruína da cidade sanguinária (24.6). Bíblia Shedd.
22 bigodes. Cobrir a parte inferior do rosto era sinal de desgraça, de vergonha e de angústia (Lv 13.45). O pão. Aqui, apenas quer dizer comida em geral, que se manda ao enlutado, visto que sua aflição lhe tolhe a possibilidade de pensar nos misteres diários. Neste caso, a vida teria que seguir normalmente, daí para frente, pois havia já o tempo que Ezequiel estava preparando o povo a assumir a responsabilidade de remanescente único do Israel de Deus, e a reconhecer que Jerusalém precisava ser destruída para remover a iniquidade nacional. Bíblia Shedd.
27 Nesse dia. Ezequiel é informado de que, quando recebesse a notícia da queda da cidade (ver com. [CBASD] de Ez 33:21, 22), voltaria a falar (ver Ez 3:26, 27). CBASD, vol. 4, p. 727.
Por algum tempo, Ezequiel não teve permissão de falar, exceto quando Deus lhe desse uma mensagem para entregar ao povo (3:25-27). Essa restrição logo terminaria quando Jerusalém fosse destruída e todas as profecias de Ezequiel sobre Judá e Jerusalém se cumprissem (33,21, 22). Life Application Study Bible Kingsway.
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EZEQUIEL 24 – Este capítulo contém uma profecia poderosa que utiliza a metáfora de uma panela fervendo para transmitir uma mensagem de julgamento e purificação de Jerusalém.
O capítulo inicia com uma palavra do Senhor dirigida a Ezequiel sobre a panela que está cheia de carne (representando o povo de Jerusalém) e está fervendo, simbolizando o julgamento iminente que viria sobre a cidade devido à sua corrupção e pecado.
A metáfora da panela fervente é ampliada com a introdução de uma camada de ferrugem ou sujeira na panela – “uma crosta” (Ezequiel 24:6). Isso representa a impureza, imoralidade, perversão e corrupção que infiltraram nos habitantes de Jerusalém, tornando-a inaceitável aos olhos de Deus (Ezequiel 24:7-8).
O Senhor declara que não terá piedade ou misericórdia, pois além de tornar-se imunda, imoral e perversa, toda a tentativa divina de corrigir Jerusalém foi em vão: “Ora, a sua impureza é a lascívia. Como eu desejei purificá-la, mas você não quis ser purificada, você não voltará a estar limpa, enquanto não se abrandar a minha ira contra você” (Ezequiel 24:9-14). Isso indica para o leitor atual que:
• Assim como a ferrugem ou crosta não podem ser removidas facilmente, o pecado e a corrupção do povo não podem ser banalizados nem subestimados. Precisam ser tratados com seriedade.
• A seriedade do pecado precisa ser avaliada aos olhos de Deus, pois é inevitável o julgamento quando um povo se afasta de Seus puros e santos caminhos.
• Assim como a crosta ou ferrugem da panela precisa ser persistentemente removida, o pecado e a impureza em nossa vida também precisam ser removidos através do arrependimento, antes que venha o julgamento.
Há um preço para limpar a panela; porém, custa muito mais caro deixar a panela imunda! No final do capítulo, o profeta de Deus é divinamente instruído a não lamentar a morte de sua querida e amada esposa como um sinal para o povo. Esta ação serve como um símbolo da perda que o povo de Jerusalém experimentará, incluindo a perda de seus entes queridos e seus pertences mais preciosos, por não se arrepender de seus pecados (Ezequiel 24:15-27).
Apesar da severidade no julgamento, Deus é justo em julgar. Ele dá avisos e oportunidades para o arrependimento antes de trazer o julgamento. Como reagiremos?
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: EZEQUIEL 23 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 23 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
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1516 palavras
Parábola sobre duas irmãs adúlteras: Oolá representa Samaria; Oolibá, Jerusalém. A despeito de … não carecerem de nada, elas se tornaram prostitutas, desejaram alianças políticas com nações estrangeiras e tiveram um comportamento ainda pior do que tais nações (a idolatria é comparada à prostituição religiosa). Com ricas metáforas e alusões vívidas, é explicada a história sombria do povo de Deus: o juízo divino era inevitável e inescapável. Bíblia de Estudo Andrews.
O cap. 23 apresenta uma extensa alegoria cujo propósito primário é mostrar a pecaminosidade de Judá. A alegoria é semelhante à do cap. 16, embora haja algumas diferenças. O tema principal desta alegoria são as alianças políticas com nações estrangeiras. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 723.
Ezequiel continuou sua discussão sobre as razões do julgamento de Deus contando outra alegoria. Ele comparou os reinos do norte e do sul a duas irmãs que se prostituíram. Os orgulhosos cidadãos de Jerusalém há muito tempo desprezavam sua cidade irmã, Samaria, pensando que eles eram superiores. Mas Deus chamou essas duas cidades de prostitutas – um choque para o povo de Jerusalém, que pensava que eram justos. Assim como a imaginação desta mensagem era chocante e desagradável para as pessoas, nossos pecados são repudiados a Deus. Life Application Study Bible Kingsway.
Este capítulo é uma das mais violentas acusações que já foi lançada contra uma nação. Qualquer busca de alianças internacionais com a Assíria, ou Egito, ou Babilônia (vv 3,5 e 15), nas quais os israelitas receberiam vantagens carnais em troca da aceitação da idolatria dessas nações pagãs, era adultério contra a fidelidade a Deus. Bíblia Shedd.
2 Uma só mãe. As duas cidades, Samaria e Jerusalém, tinham a mesma mãe, o povo hebreu. Possuíam ancestrais comuns. CBASD, vol. 4, p. 723.
3 Na sua mocidade. Para o propósito da parábola, elas são representadas como se fossem distintas mesmo durante o período da peregrinação no Egito. Foi na “mocidade”que elas se afastaram de Deus. Nesse tempo, a nação de Israel era ainda considerada solteira. O casamento com Yahweh ocorreu por ocasião da aliança no Sinai. CBASD, vol. 4, p. 723.
4 Oolá. Heb. aholah, significa “tenda dela”. A tenda é o tabernáculo erguido nos altos para adorar os ídolos e para praticar adultério, que fazia parte deste culto; que é “dela”própria, significando que, desde a separação das dez tribos, Israel deliberadamente escolhera sua própria religião (1Rs 12.25-33) que, aliás, logo se entregou ao paganismo de Tiro, 1Rs 16.29-34. Bíblia Shedd.
Samaria instituiu seu próprio culto, em vez de permitir que o povo fosse ao templo (1Rs 12:26-33). CBASD, vol. 4, p. 723.
Oolá … foi atraída para longe de Deus pelos arrojados assírios – suas roupas da moda e posições poderosas. As pessoas cobiçavam juventude, força, poder, riqueza e prazer – as mesmas qualidades que as pessoas pensam que lhes trarão felicidade hoje. Mas os encantadores assírios afastaram Israel de Deus. Life Application Study Bible Kingsway.
Oolibá. Heb aholibah, significa “minha tenda está nela”. É Jerusalém, a cidade onde o tabernáculo de Deus, seguindo as instruções dadas para a tenda no deserto, foi erguido em forma de um templo permanente, o lugar aonde os israelitas fluíram para dirigir suas súplicas à presença divina (1 Rs 8.22-53). Há uma grande diferença entre a religião inventada pelo homem e a revelada pela do Senhor. Mas ai de quem, tendo aprendido a verdadeira religião, torna-se infiel (Hb 10.28-29); ficará como Oolibá, tida como pior do que Oolá (16.25). Bíblia Shedd.
Foram minhas. Ambas professavam lealdade ao verdadeiro Deus. CBASD, vol. 4, p. 723.
9 Por isso, a entreguei. Ver 2Rs 17:5, 6. A história de Samaria é brevemente recapitulada, porque a nação não mais existia, e é usada como base de comparação para a descrição mais detalhada da loucura de Judá. CBASD, vol. 4, p. 723.
10 Eles lhe arrancaram as roupas, deixando-a nua. Referência à queda de Samaria diante dos Assírios em 722-721 a.C. Bíblia de Estudo NVI Vida.
11-49 Assim como Oolibá foi privilegiada e deveria ter melhor conhecimento, nós, hoje, somos privilegiados porque conhecemos a Cristo. Precisamos estar duplamente seguros de que O seguimos. Life Application Study Bible Kingsway.
12 Filhos da Assíria. São exemplos disso a aliança de Acaz com Tiglate-Pileser a fim de obter ajuda contra os siros e os israelitas (2Rs 16:7-9), e a tentativa de Ezequias de oferecer dinheiro a Senaqueribe para que se retirasse, enquanto, ao mesmo tempo, confiava no auxílio do Egito (2Rs 18:14, 21). CBASD, vol. 4, p. 723.
13 De ambas. Ambas as irmãs seguiram a mesma conduta. CBASD, vol. 4, p. 723.
14 homens desenhados numa parede. Ficar excitada por quadros era perversão maior ainda (v. 16.17 e nota). Bíblia de Estudo NVI Vida.
17 Enojada, os deixou. Judá se enfadou da aliança com Babilônia e foi buscar a ajuda do Egito. Os v. 17 a 19 descrevem essa política vacilante (ver 2Rs 24; 25). CBASD, vol. 4, p. 723.
Tão acostumada à intriga internacional, à traição e à rebelião era a nação judaica, que o próprio fato de contrair uma aliança lhe fez odiar os novos aliados. Bíblia Shedd.
No início, Judá fez uma aliança com a Babilônia (Caldeia), mas mudou de ideia. Durante os reinados dos dois últimos reis da Judéia, Jeoiaquim e Zedequias, Judá buscou ajuda no Egito. A infidelidade de Judá (suas alianças com nações ímpias) custou-lhe a única proteção real que já tivera – Deus. Life Application Study Bible Kingsway.
18 A Minha alma se alienou. O Senhor se cansou de Judá e Se afastou dela com repugnância. CBASD, vol. 4, p. 723.
20 Amantes. Do heb. pilagshim, palavra comumente usada para concubinas (Gn 22:24; 2Sm 3:7). A referência é aos príncipes egípcios de quem Judá buscou favor. CBASD, vol. 4, p. 723.
21 “Lascívia” é promiscuidade (veja também 23: 27-29) – dar favores sexuais em vez de ser fiel a um cônjuge ou a Deus. Pensamos que não somos espiritualmente promíscuos, mas muitas vezes passamos mais tempo buscando conselhos em revistas, anúncios de televisão e especialistas não cristãos do que em Deus e sua palavra. Life Application Study Bible Kingsway.
25 Cortar-lhe-ão o nariz. A mutilação de prisioneiros era praticada tanto por assírios quanto babilônios. De acordo com Diodoro Sículo (i.78), os egípcios puniam a adúltera cortando fora o seu nariz. CBASD, vol. 4, p. 724.
28-31 Os v. 28 a 31 descrevem a punição de Jerusalém mediante a figura da punição de uma prostituta. CBASD, vol. 4, p. 724.
28 Deixaste. A referência imediata é a rebelião do rei Zedequias contra os caldeus que, segundo v 29 e 2 Cr 36.10-21, não hesitaram em lhe aplicar uma punição à altura da traição. Bíblia Shedd.
32 Beberás. Isto é, a taça da ira (ver Is 51:17; Jr 25:15). CBASD, vol. 4, p. 724.
O copo de tua irmã. Beber o copo é uma expressão bíblica que quer dizer “participar plenamente da [mesma] sorte”. Aqui significa sofrer o mesmo fim trágico que coube a Samaria (2 Rs 17.3-6). Bíblia Shedd.
34 E lhe roerás os cacos. Uma figura enfática que expressa o desespero dos judeus no dia do sofrimento. CBASD, vol. 4, p. 724.
35 Como te esqueceste de mim. O esquecimento é um elemento-chave no desrespeito ao Senhor e a sua aliança. Com frequência, é mencionado como o pecado do povo (Dt 4:23; 8:11, 14, 19; 9:7; 2Rs 17:38; Pv 3:1; Is 65:11; Jr 23:27). Deus sempre é fiel e não se esquece de seus filhos (Dt 4:31; Is 49:15). Bíblia de Estudo Andrews.
36 Julgarás … ? Ver Ez 20:4; 22:2. Aqui se inicia uma nova seção. O profeta resume os pecados de Oolá e Oolibá, mas de um ponto de vista diferente dos v. 1 a 22. Ele menciona três elementos característicos: o culto a Moloque (v. 37), a profanação do templo (v. 38) e a transgressão do sábado (v. 38). CBASD, vol. 4, p. 724.
39 No mesmo dia. Os judeus eram tão audaciosos na idolatria que, no mesmo dia em que queimavam os filhos a Moloque, no vale do Hinom, hipocritamente se apresentavam como adoradores do templo de Yahweh (ver Jr 7:9, 10). CBASD, vol. 4, p. 724.
Os costumes pagãos de Canaã eram tão profundamente arraigados na mente dos hebreus os quais nem se reconheceram como infiéis a Deus, devido à observância das liturgias, tradições, costumes e crendices do ambiente em que viviam. Bíblia Shedd.
39 Os israelitas chegaram ao ponto de sacrificar seus próprios filhos aos ídolos e depois sacrificar ao Senhor no mesmo dia. Isso tornou a adoração uma zombaria. Não podemos louvar a Deus e pecar voluntariamente ao mesmo tempo. Isso seria como comemorar o aniversário de casamento e depois ir para a cama com um vizinho. Life Application Study Bible Kingsway.
40 Mandaram vir uns homens. O verbo hebraico sugere que o ato era habitual, isto é, mandavam vir vez após vez esses homens. CBASD, vol. 4, p. 724.
Coloriste os olhos. Os antigos usavam antimônio em pó, que tem cor preta, para delinear e destacar a parte branca dos olhos a fim de a mulher parecer mais bela e sedutora (ver com. [CBASD] de 2Rs 9:30). CBASD, vol. 4, p. 724.
41 Num suntuoso leito. Ou, “num suntuoso divã”, usado para o indivíduo se reclinar numa festa (ver com. [CBASD] de Ct 3:7; Mc 2:15). CBASD, vol. 4, p. 724.
42 Bêbados. O profeta parece enfatizar a degradação progressiva da cidade prostituída: homens de classe baixa e bêbados são abraçados por ela. CBASD, vol. 4, p. 724.
45 Culpa de sangue. Pecado passível de morte (Lv 20.10-17). Bíblia Shedd.
47 Apedrejará. Há aqui uma mescla da alegoria com a realidade. O apedrejamento era a punição legal para o adultério (Lv 20:2, 10; Dt 22:22, 24), mas a destruição real de Jerusalém seria pela espada. CBASD, vol. 4, p. 724.
48 Todas as mulheres. Isto é, todas as nações, para quem Israel serviria como advertência e como exemplo assustador. CBASD, vol. 4, p. 724.
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EZEQUIEL 23 – As séries de visões e mensagens proféticas de Ezequiel não apenas retratam a realidade histórica de seu tempo; elas também carregam significados teológicos profundos para todos os tempos.
Na seção, o profeta concentra-se em quatro acontecimentos primordiais que têm implicações teológicas significativas para a compreensão do plano de Deus e do Seu relacionamento com Seu povo; os quais são:
• O triste fim da cidade de Jerusalém (Ezequiel 22:1-31). A cidade que deveria ser um lugar santo e um reflexo da presença da verdadeira divindade, tornou-se centro de iniquidade. A corrupção e a injustiça corroeram o povo de Jerusalém – cidade que chegava ao seu fim. A queda de Jerusalém revela-nos a importância da integridade moral e espiritual. Deus é santo e justo, por isso não tolera o pecado. Como Seu povo hoje, somos chamados a viver de forma justa e fiel, refletindo a santidade divina em nossa vida.
• O lamentável fim do Reino de Judá (Ezequiel 23:1-49). Utilizando-se da metáfora de duas irmãs infiéis, Oolá e Oolibá, para descrever a infidelidade de Israel e Judá, o profeta aborda o adultério espiritual – alianças com nações pagãs e adoração a ídolos – como razões para o fim da nação judaica. Este relato sagrado mostra-nos que Deus deseja um relacionamento de amor e compromisso sério conosco, e, a infidelidade espiritual tem consequências mais graves que a infidelidade conjugal.
• O fim de uma ilusão (Ezequiel 24:1-14). Através de uma panela fervente ilustrando a iminente destruição de Jerusalém, o profeta revela a ilusão da segurança e prosperidade que seriam dissipadas com o juízo divino.
• O fim do casamento do profeta (Ezequiel 24:15-27). A interrupção do casamento de Ezequiel devido à morte de sua esposa revela-nos que mesmo pelas consequências da infidelidade de Seu povo, Deus continua nos amando, ansiando que O reconheçamos como Senhor.
Considerando ainda Ezequiel 23, destacamos que:
• A história das duas irmãs adúlteras lembra-nos da importância de mantermos nossa íntima relação com Deus de forma íntegra, e, evitar sermos seduzidos por tentações e influências que nos afastam dos Seus maravilhosos caminhos retos.
• A lealdade e a integridade são fundamentais para construir relacionamentos saudáveis e duradouros, tanto sociais quanto espirituais.
• Devemos priorizar a Deus em nossa existência e fugir de qualquer forma de idolatria e desobediência…
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.