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Texto bíblico: OSEIAS 1 – Primeiro leia a Bíblia
OSEIAS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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1428 palavras
O nome de Oseias significa “salvação” ou “Deus salva”. Pode ser uma forma abreviada de Hoshea ou Josué, que quer dizer “Yahweh salva” (como em Nm13:8). A forma grega correspondente desse nome é Iesous. Portanto, Josué, Hoshea, Oseias e Jesus são quatro variantes do mesmo nome. … O tema de Oseias é a “angústia do amor incondicional”. O livro fala sobre a vida amorosa de Oseias e sobre o amor incondicional de Deus. … quando o amor é incondicional, a rejeição e a infidelidade causam grande angústia. Uma vez que o amor continua presente mesmo depois que a pessoa amada não o retribui, o resultado é um sofrimento tremendo. A infidelidade de Israel causa angústia inexprimível ao coração divino, cheio de amor incondicional. A própria experiência de Oseias, de ter uma esposa infiel, ensinou o profeta sobre a dor no coração de Deus por causa de Israel. Bíblia de Estudo Andrews.
1 Oseias. O nome (“Deus salva”) expressa um aspecto surpreendente de um livro que anunciou a queda trágica de Israel, o reino do norte, em 722. a.C. Bíblia de Estudo Andrews.
Toma uma mulher. Alguns consideram que a experiência de Oseias não foi literal, mas o realismo da história sugere mais do que mera alegoria. A traição da esposa de Oseias, de fato, reflete a apostasia de Israel. A identificação da idolatria com a prostituição já está presente em Êx 34:15. Bíblia de Estudo Andrews.
A expressão “de prostituições” pode simplesmente descrever sua ancestralidade, não necessariamente seu caráter pessoal, ou pode, por projeção, descrever a futura condição da mulher. Parece claro que ela se tornou infiel mais tarde (Os 3:1-3); no entanto, não se sabe o momento exato de sua queda. Das três crianças nascidas, é dito que somente o primeiro, Jezreel, nasceu de Oseias. … A narrativa é essencialmente histórica e, na ausência de qualquer evidência que prove o contrário, é preferível tomá-la como tal. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 978.
3 Gômer. Nenhuma explicação satisfatória foi encontrada sobre o significado deste nome. Isso adiciona peso à crença e que Gômer era o nome histórico de uma personagem literal. O mesmo se pode dizer a respeito do nome Diblaim. CBASD, vol. 4, p. 978.
4 Jezreel. O significado do nome em hebraico é “Deus vai semear”, ou “Deus dispersará”. Alguns chamam atenção para a ambiguidade do nome hebraico em si porque, antigamente, a semente era espalhada no processo de semeadura, a palavra “espalhar” também significava “semear” ou “plantar”. O primeiro significado do nome de Jezreel, aplicado no tempo da infidelidade de Gômer, indica que Oséias “espalhou”, ou impediu-a, isto é, restringiu seus privilégios. Mais tarde, quando ela se arrependeu, Oséias “plantou-a”, ou seja, devolveu-lhe seu antigo status e seus privilégios. CBASD, vol. 4, p. 978.
Pelo sangue de Jezreel. Sob a ordem de Deus, Jeú tinha exterminado toda a casa de Acabe, na cidade de Jezreel (2Rs 9:6, 7; 10:17). Por que, então, a ação de Jeú devia ser castigada? Muito provavelmente porque sua motivação em destruir a dinastia de Acabe era pecaminosa. Destruir a casa de Acabe fundava-se no desejo egoísta de Jeú de obter o reino. O propósito de Deus em exterminar a casa de Acabe era apagar completamente a idolatria tão propagada de modo geral por Acabe e Jezabel. Embora Jeú pusesse fim à adoração de Baal, ele ainda manteve o culto ao bezerro de Jeroboão (ver 2Rs 10:21-31) [com fins políticos de impedir que os israelitas do reino do norte fossem a Jerusalém adorar]. O cumprimento de metade da ordem divina revelou um coração dividido, e isso trouxe sobre Jeú uma condenação maior, uma vez que anulou o objetivo divino. Ele colocou seus propósitos pessoais à frente dos de Deus e, assim, a sentença foi pronunciada contra ele – “castigarei”. Um homem pode ser usado por Deus e, mesmo assim, ser rejeitado se seu coração não for justo. CBASD, vol. 4, p. 978, 979.
E farei cessar. Isto ocorreu porque o episódio em que a casa de Jeú foi destruída (o assassinato de Zacarias) deu início a um período de confusão política que rapidamente desencadeou a queda do reino do norte (ver vol. 2, p. 69, 70). A pronunciada prosperidade secular da nação, sob Jeroboão II, não era uma prova do favor divino. O resultado final da desobediência era o mesmo que em nossos dias – a destruição. CBASD, vol. 4, p. 979.
5. Quebrarei o arco. Ou seja, destruir o poder militar de Israel. CBASD, vol. 4, p. 979.
No vale de Jezreel. O castigo sobre a nação foi descrito como tendo lugar na mesma região onde Jeú matou a família de Acabe (ver 2Rs 9:15-37). CBASD, vol. 4, p. 979.
6. Deu à luz uma filha. Alguns julgam significativo que o registro não declare “lhe deu um filho”, como foi dito sobre Jezreel (ver v. 3). Esse fato [n]os leva a concluir que Desfavorecida não era filha de Oséias, mas nasceu como resultado do adultério de Gômer. Esse ponto de vista é reforçado se o cap. 2 for considerado uma experiência real do profeta com sua esposa Gômer (ver com. de 2:4). CBASD, vol. 4, p. 979.
Desfavorecida. Do heb. Lo’ruchamah, “sem receber piedade”, ou “não ter recebido compaixão”. Paulo … aparentemente interpreta a frase no sentido de “não ser amada” (cf. Rm 9:25). A nação de Israel estava numa situação na qual um Deus de amor não podia mais ter compaixão dela (ver Gn 6:3). CBASD, vol. 4, p. 979.
7 Da casa de Judá Me compadecerei. Predição do livramento milagroso de Judá em 701 a.C., das mãos de Senaqueribe e do cerco do exército assírio (ver 2Rs 19:32-36; Is 37:29). Bíblia de Estudo Andrews.
A condição espiritual do reino do sul, “a casa de Judá”, era muito melhor do que a do reino do norte. Embora houvesse um declínio espiritual em Judá, a nação como um todo mantinha, em alguma medida, o culto a Deus, o respeito à lei, e os serviços do templo e os sacrifícios que apontavam para o “Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1:29). Isso moveu a compaixão divina sobre o reino do sul, em contraste com a censura e reprovação ao reino de Israel. CBASD, vol. 4, p. 979.
E os salvarei. Deus salvou Judá da sorte sofrida por Samaria em 723/722 a.C. Ele a salvou de Senaqueribe, mais tarde, matando 185 mil soldados no acampamento assírio (2Rs 19:35, 36; Is 37:36, 37). CBASD, vol. 4, p. 979.
Não os salvarei pelo arco. Judá, embora contaminado com a idolatria, manteve em grau considerável sua devoção e confiança em Deus e não na força militar, como fez Israel. … quando Deus liberta Seu povo, Ele não precisa de arco ou espada, cavalos ou cavaleiros, para alcançar a vitória, e que estes, quando usados, não pode salvar sem Ele. CBASD, vol. 4, p. 979, 980.
8. Deu à luz um filho. Outra vez não há indicação de que o profeta seja o pai dessa criança (ver com. do v. 6). CBASD, vol. 4, p. 980.
9 Não-Meu-Povo. Do heb. Lo’ ‘ammi, “não meu povo”. Alguns veem neste nome um reconhecimento final por Oseias do adultério de Gômer, ou seja, o profeta afirma que acriança não é de seu próprio sangue. Em qualquer caso, o nome dado à criança foi simbólico sobre o relacionamento de Deus com o reino do norte de Israel. CBASD, vol. 4, p. 980.
Vós não sois Meu povo. Deste modo veemente Deus indica Sua rejeição a Israel como nação, por causa de seus pecados, e o rompimento de Sua relação de aliança com eles. CBASD, vol. 4, p. 980.
10 O número dos filhos. Observa-se aqui a semelhança com a promessa dada a Abraão e a Jacó (Gn 22:17; 32:12). CBASD, vol. 4, p. 980.
Se lhes dirá: vós sois filhos do Deus vivo. Esta promessa encontra seu cumprimento na igreja cristã. CBASD, vol. 4, p. 980.
11 Os filhos de Judá. Judá e Israel são mencionados em conjunto para indicar que o plano de Deus para Seu povo escolhido era que eles deveriam se unir em uma só nação. … Indivíduos das tribos de Israel estavam entre os exilados que retornaram depois do cativeiro de Judá (ver com. de Ed 6:17). CBASD, vol. 4, p. 980.
E subirão da terra. Evidentemente é uma referência ao retorno dos cativeiros assírios e babilônico. CBASD, vol. 4, p. 980.
Jezreel. Enquanto, no v. 4, Oseias usa nome “Jezreel” para representar a dispersão do povo, neste versículo (como em Os 2:22, 23), o profeta emprega “Jezreel”para expressar a sementeira do amor e da misericórdia de Deus para com Seu povo. Este capítulo enfatiza a verdade de que “de Deus não se zomba” (Gl 6:7). Se desobedecermos, não podemos esperar escapar da pena por nossas transgressões. Os três filhos de Oseias, que representam os filhos apóstatas de Israel, declaram, por seus nomes, as punições mais severas por sua apostasia. No entanto, a misericórdia divina é aqui retratada tão forte como é o juízo divino. O Senhor é Deus de justiça e de amor (ver Sl 85:10; 89:14). CBASD, vol. 4, p. 980.
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OSEIAS 1 – Este profeta é emblemático!
Seu “livro possui um estilo narrativo e biográfico. Contudo, a condição infeliz de um homem que é traído por sua esposa em uma sociedade altamente patriarcal e a perdoa posteriormente é tido por muitos como sinal de que não se trata de uma história verdadeira, mas apenas uma metáfora para reforçar o simbolismo da mensagem do profeta. Contudo, não existem elementos factíveis para se negar a historicidade da trama. O único ponto de dubiedade no texto é a condição civil de Gômer, esposa do profeta, antes de seu casamento. Afinal, Deus lhe mandara tomar por esposa uma mulher que lhe trairia ou uma prostituta que não teria direito ao matrimônio comum? O fato é que eles se casaram, Gômer gerou três filhos e depois foi, ou voltou, para a vida de desonra. O texto não esclarece qual seria a ‘prostituição’ da mulher, mas no capítulo 3 Deus ordena a Oseias que retome a esposa que o havia traído. A dura experiência do profeta é usada no livro para ilustrar a preocupação divina em retomar para Si um povo que também Lhe trairia, indo após outros deuses”, destaca Rodrigo Silva.
O ministério profético de Oseias antecede à destruição do Reino do Norte de Israel. Seu local de atuação foi a capital Samaria, antes de ser tomada pela Assíria. A trajetória da família do profeta encena a realidade incrível do amor divino pelos indignos pecadores.
Os nomes dos filhos do profeta são significativos – os quais não são meros personagens de uma antiga história, mas símbolos vivos das mensagens de Deus para o Seu povo – num período de decadência moral, idolatria e infidelidade à aliança com Deus:
• Jezreel: Seu nome deriva de um local onde ocorreram vários eventos violentos da história israelita, incluindo a destruição da casa de Jeú. Com esse filho de Oseias, Deus anunciava juízo sobre a casa de Israel por causa de seus pecados.
• Lo-Ruama: Este nome refletia a retirada da misericórdia sobre Israel devido à contínua infidelidade e desobediência; indica um julgamento iminente.
• Lo-Ami: Este nome lembra corte severo, revelando a gravidade da ruptura no relacionamento entre Deus e Seu povo.
• Contudo, Deus pretendia salvar, revelado no nome de Oseias: “Deus salva!”
Juízo visa salvação! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: DANIEL 12 – Primeiro leia a Bíblia
DANIEL 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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1663 palavras
1 Nesse tempo. … o contexto justifica a conclusão de que “nesse tempo” se refere ao tempo do desaparecimento do poder descrito no final do cap. 11. Deve-se observar que as palavras “nesse tempo” não especificam se os eventos previstos aqui ocorrerão de forma simultânea aos de Daniel 11:45, se os precedem ou se os seguem imediatamente. O importante é que os eventos do último versículo do cap. 11 e os do primeiro versículo do 12 estão estreitamente ligados no que se refere ao tempo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 968.
se levantará Miguel. Referência a Cristo (ver nota sobre 10:13). O guardião celestial do povo de Deus se levantará quando o poder apóstata e seus aliados estiverem concentrados em destruir esse povo. Pouco antes da segunda vinda de Cristo, os servos de Deus dos últimos tempos ameaçarão os poderes da época (comparar com Ap 13) ao proclamar uma mensagem evangélica de lealdade ao Deus Criador e a realidade de uma prestação de contas a ele por ocasião de seu juízo (Ap 14:6-12). Bíblia de Estudo Andrews.
O sentido claramente é que Cristo Se levanta para livrar Seu povo (ver GC, 613, 633, 641, 642, 657). CBASD, vol. 4, p. 969.
tempo de angústia. Quando cessar a obra intercessória de Cristo e o Espírito de Deus for retirado da Terra, então todos os poderes das trevas que estiveram retidos descerão com indescritível fúria sobre o mundo. Haverá uma cena de conflito tal que ninguém poderá descrever (ver GC, 613, 614). CBASD, vol. 4, p. 969.
Comparar com Ap 15-16. Bíblia de Estudo Andrews.
Salvo. Comparar com Dn 7:18, 22, 27; 10:14. Que consolo é saber que nesse grande conflito a vitória é certa! CBASD, vol. 4, p. 969.
No livro. Isto é, o livro da vida (ver com. de Dn 7:10; cf. Fp 4:3; Ap 13:8; 20:15; 21:27; 22:19). CBASD, vol. 4, p. 969.
inscrito no livro. O “Livro da Vida” de Cristo, que registra o nome de todos os que recebem vida eterna (comparar com Ap 3:5; 13:8; 17:8; 20:12,15; 21:27). Quando Miguel se levantar, o processo judicial de decisão envolvendo livros/registros (Dn 7:10) estará terminado. Só restará executar os vereditos positivos e negativos (comparar com 12:2; Mt 25:31-46; Ap 22:11,12). Bíblia de Estudo Andrews.
2 Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão. Referência à ressurreição na segunda vinda de Cristo (1Ts 4:15-17; considerar também Ap 1:7), mais uma indicação de que Miguel é Cristo (sobre RESSURREIÇÃO no AT, ver Jó 19:25,26; Is 26:19. No NT, conferir At 24:15; ICo 15:51-55; ITs 4:13-18; sobre a MORTE caracterizada como um sono, ver Jo 11:11-14; At 7:60; 1Ts 4:13,14). Bíblia de Estudo Andrews.
Uma ressurreição especial precede o segundo advento de Cristo. “Todos os que morreram na fé da mensagem do terceiro anjo” se levantarão nessa hora. Além disso, os que contemplaram com zombaria a crucifixão de Cristo e os que mais violentamente se opuseram ao povo de Deus serão levantados de seus túmulos para ver o cumprimento da promessa divina e o triunfo da verdade (ver GC, 637; Ap 1:7). CBASD, vol. 4, p. 969.
3 Os que forem sábios. Do heb. hammaskilim, do verbo sakal, “ser prudente”. Essa forma pode ser entendida num sentido simples, como “os que forem prudentes” ou “os que tiverem discernimento”; ou num sentido causativo, como “aqueles que fazem com que haja discernimento”, isto é, “aqueles que, ensinam”. A pessoa que realmente tem discernimento das coisas de Deus percebe que elas devem ser compartilhadas com outros. A sabedoria divina leva a pessoa a ser um instrutor dessa sabedoria a outros. Em Daniel 11:33, maskilim é traduzido como “sábios”, e são apresentados como perseguidos por seus esforços fiéis. Neste versículo, eles são recompensados com a glória eterna (comparar com o v. 10). CBASD, vol. 4, p. 969.
4 encerra as palavras e sela o livro, até ao tempo do fim. Daniel menciona que somente duas partes de sua profecia seriam seladas até o tempo do fim: (1) a profecia dos 1.260 dias de 12:7,9; 7:25 e (2) a profecia das 2.300 tardes e manhãs de 8:14,26. Ambas são apresentadas em Ap 11-14 depois que o livrinho de Ap 10 é aberto, o esquadrinharão. Muitos estudariam as Escrituras com afinco, buscando compreender as profecias de Daniel, o saber se multiplicará. No tempo do fim, haveria mais conhecimento para que a profecia fosse entendida. Bíblia de Estudo Andrews.
Essa instrução não se aplica a todo o livro de Daniel, pois uma parte da mensagem foi entendida e tem sido uma bênção aos crentes por séculos. Ela se aplica à parte da profecia de Daniel que fala dos últimos dias (AA, 585; DTN, 234). A mensagem, baseada no cumprimento dessas profecias, não poderia ser proclamada antes que esse tempo chegasse (ver GC, 356; comparar com o “livrinho aberto” na mão do anjo de Ap 10:1, 2; ver também TM, 115). CBASD, vol. 4, p. 969.
Muitos o esquadrinharão. Do heb. shut … . Muitos intérpretes crêem que shut é usado aqui num sentido metafórico e que descreve uma fervorosa investigação da Bíblia, resultando num aumento do conhecimento com respeito às profecias do livro de Daniel (ver cf. DTN, 234; GC, 356). CBASD, vol. 4, p. 969.
O saber se multiplicará. Esta frase deve ser considerada a sequência lógica da frase que a antecede: quando o livro selado for aberto, no tempo do fim, o conhecimento das verdades contidas nessas profecias aumentará (ver PR, 547; cf. Ap 10:1, 2). No final do século 18 e início do século 19, despertou-se um novo interesse pelas profecias de Daniel e Apocalipse em diferentes lugares do mundo. O estudo dessas profecias difundiu a crença de que o segundo advento de Cristo estava próximo. Vários estudiosos na Inglaterra, Joseph Wolff no Oriente Médio, Manuel Lacunza na América do Sul e Guilherme Miller nos Estados Unidos, junto com outros estudiosos das profecias, declararam, com base no estudo das profecias de Daniel, que o segundo advento estava prestes a ocorrer. Essa convicção se tornou a força motivadora de um movimento mundial. Esta profecia também foi interpretada como indício dos estupendos avanços da ciência e do conhecimento geral no século 19, avanços que tornaram possível uma proclamação extensa da mensagem dessas profecias. CBASD, vol. 4, p. 970.
6. Homem vestido de linho. Daniel tinha visto este Ser celestial no início de sua visão (ver Dn 10:5, 6). A referência de Daniel ao’ no” (v. 5) e ao “homem vestido de linho”, sem fazer uma identificação mais completa, sugere que o cap. 10, que apresenta os dois, é parte dessa mesma visão. CBASD, vol. 4, p. 970.
Quando … ? O anjo formula a pergunta que deve ter ocupado a mente de Daniel. A ânsia do profeta era pela rápida e completa restauração dos judeus (ver com. de Dn 10:2). O decreto de Ciro já tinha sido promulgado (Ed 1:1; cf. Dn 10:1), mas havia muito a ser feito. Após o longo e complexo relato das vicissitudes posteriores que o povo de Deus sofreria, o profeta naturalmente estava ansioso por saber quando ocorreriam “estas maravilhas” e quando seria cumprida a promessa4 será salvo o teu povo” (Dn 12:1). Daniel não entendeu por completo a relação do que viu com o futuro. Uma porção da profecia estava selada e seria entendida apenas no “tempo do fim” (Dn 12:4). CBASD, vol. 4, p. 970.
7. A mão direita e a esquerda. Ver Dt 32:40. O ato de levantar ambas as mãos indica que máxima solenidade e segurança estavam atreladas à declaração. Por Aquele que vive. Não poderia haver maior juramento (ver Hb 6:13; cf. Ap 10:5, 6). CBASD, vol. 4, p. 970.
um tempo, dois tempos e metade de um tempo. Isto é, o período de 1.260 anos. 538-1798 d.C, que ocorre primeiramente Daniel 7:25 (ver com. ali). CBASD, vol. 4, p. 970.
Ver nota sobre 7:25. Bíblia de Estudo Andrews.
8. Não entendi. .. a parte dessa visão que Daniel não entendeu deve ser o fator tempo. Ele estava orando pela rápida restauração do templo (ver com. de Dn 10:2), um problema imediato. Ele pareceu incapaz de ajustar o fator tempo à concepção de uma breve libertação de seu povo. CBASD, vol. 4, p. 971.
Entenderão. Uma garantia de que, nos últimos dias, quem estudar as profecias com afinco e inteligência entenderá a mensagem de Deus para seu tempo. CBASD, vol. 4, p. 971.
11, 12 mil duzentos e noventa dias … mil trezentos e trinta e cinco dias. Os dois períodos mencionados nestes versículos estão relacionados ao tempo de 7:25 e 12:7, embora sejam ligeiramente distintos. Isso indica que eles começam, terminam e se sobrepõem mais ou menos na mesma era. Bíblia de Estudo Andrews.
Os que mantêm o ponto de vista de que “diário” representa o “paganismo” (ver com. de Dn 8:11) subtraem 1.290 de 1.798 e chegam à data de 508 d.C. Eles veem os eventos que cercam essa data, como a conversão de Clóvis, rei dos francos, à fé católica, e a vitória sobre os godos, como passos importantes para o estabelecimento da supremacia da Igreja Católica no Ocidente. Os que defendem o ponto de vista de que “diário” se refere ao ministério sacerdotal contínuo de Cristo no santuário celestial e ao verdadeiro culto a Cristo na era do evangelho (ver com. de Dn 8:11) não encontram explicação satisfatória para esse texto. Creem que essa é uma das passagens das Escrituras sobre as quais o futuro projetará mais luz. CBASD, vol. 4, p. 971.
12. Bem-aventurado. Os períodos de tempo dos v. 7, 11 e 12 alcançam o “tempo do fim” a que se referem os v. 4 e 9. “Bem-aventurado” (ver com. de Mt 5:3), diz o anjo, é aquele que testemunha os eventos dramáticos das cenas finais da história da Terra. Então, as seções do livro de Daniel que foram seladas seriam entendidas (ver com. de Dn 12:4), e logo “os santos do Altíssimo” receberão “o reino, e o possuirão para todo o sempre” (Dn 7:18). CBASD, vol. 4, p. 971, 972.
Espera. Isto implica que se pode esperar que o seguinte período profético continue além do fim dos 1.290 anos. Se os 1.290 e os 1.335 anos começam ao mesmo tempo, esse segundo período chega ao ano de 1843, uma data importante com relação ao grande despertar adventista na América, em geral conhecido como movimento milerita. CBASD, vol. 4, p. 972.
13. Segue o teu caminho … levantarás para receber a tua herança. O cumprimento das profecias de Daniel deve alcançar um futuro distante. Daniel descansaria no túmulo, mas ‘”no fim dos dias’, isto é, na conclusão do período da história deste mundo, lhe seria permitido outra vez estar em sua posição e em seu lugar” (PR, 547; ver também Ellen G. White, Material Suplementar sobre este versículo). CBASD, vol. 4, p. 972.
13 levantarás para receber a tua herança. Daniel recebeu a maravilhosa certeza de que desfrutaria a salvação final (comparar com 2Tm 4:7, 9). Bíblia de Estudo Andrews.
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DANIEL 12 – As predições bíblicas são extraordinárias! “As profecias que o grande EU SOU tem dado em Sua Palavra, unindo elo com elo na cadeia dos acontecimentos, da eternidade do passado à eternidade no futuro, dizem-nos onde estamos hoje na sucessão dos séculos, e o que se pode esperar no tempo por vir. Tudo o que a profecia tem predito que haveria de acontecer, até o presente, tem tomado lugar nas páginas da História, e podemos estar certos de que tudo quanto ainda está por suceder será cumprido no seu devido tempo” (EGW, PR, 536).
• Diante dos tenebrosos e terríveis acontecimentos do tempo do fim, Miguel, que é Cristo, assumirá visivelmente Seu papel de Defensor do povo de Deus. Antes da libertação, enfrentaremos um tempo de angústia sem precedentes, e este é um sinal de que Jesus está prestes a atuar em nosso mundo (Daniel 12:1).
• Em Daniel 12:2 temos uma revelação peculiar de uma ressurreição especial. Antes da ressurreição geral dos justos, ressuscitam alguns ímpios (Apocalipse 1:7) e também alguns justos, dentre eles, Daniel – ressuscitam para testemunhar todo o processo da vinda de Cristo (Daniel 12:13).
• O tempo do fim teve início em 1798, no fim do período de 1260 anos (Daniel 12:5-7). A partir desse tempo, as profecias de Daniel seriam destravadas, aumentando o conhecimento bíblico e profético. Os estudiosos (sábios) brilharão como as estrelas, compartilhando a mensagem de redenção e da vida terna ao mundo inteiro, mesmo em meio à duras provações e impiedades (Daniel 12:3-4, 8-10).
• O período de 1290 dias/anos vai da conversão de Clóvis, em 538 d.C. e a ascensão do poder político da Igreja Cristã Medieval até 1798, com a prisão do Papa Pio VI.
• O período de 1335 dias/anos começa no mesmo ponto, mas termina um pouco à frente, em 1843-1844, com um movimento de protestantes indo além do protestantismo tradicional. Surgiu com os adventistas um despertar do estudo profético que levou os piedosos cristãos ao entendimento da segunda vinda de Cristo iminente (Daniel 12:11-12).
Fica evidente que podemos ter certeza da intervenção de Cristo na História humana. Não estamos abandonados neste mundo tenebroso. A história chegará a um clímax, o bem vencerá… e, quem estiver totalmente comprometido com Cristo desfrutará da vitória final.
Então, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: DANIEL 11 – Primeiro leia a Bíblia
DANIEL 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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[Nota: Postamos aqui somente uma seleção dos comentários da Bíblia de Estudo Andrews e indicamos ao final o link com a seleção de textos do Comentário Adventista (+ de 7 mil palavras), material muito relevante àqueles que gostariam de conhecer mais detalhes deste tão significativo capítulo profético. Bom estudo!]
Daniel 11 é um dos capítulos mais difíceis de se interpretar. Os acontecimentos descritos são, com frequência, condensados e vagos, levando às mais diversas interpretações. Existe uma concordância majoritária quanto à primeira parte; contudo, à medida que o capítulo avança, as divergências se multiplicam inclusive entre os que compartilham a mesma visão teológica. Embora nem todos os detalhes fiquem claros, a mensagem básica é que Deus é o Senhor da história e, a despeito dos governantes terrenos e de suas ações, ele vencerá o mal e salvará seu povo. Daniel 11 apresenta muitos paralelos com os cap. 8 e 9 (ver tabela de semelhanças na p. 1124 ). Os intérpretes que se pautam pela abordagem histórica contínua, como esta Bíblia de estudo, costumam considerar que o capítulo tem início com o império persa, seguido pela Grécia, em particular, com duas das grandes divisões do império grego após a morte de Alexandre, o Grande. Estas duas divisões, os selêucidas (“rei do Norte”, v. 6-15, com sede na Síria) e os ptolomeus (“rei do Sul”, v. 5-15, com sede no Egito), interagiam uma com a outra e com a terra de Israel. A Grécia foi sucedida por Roma imperial, depois Roma eclesiática e, por fim, por um poder político/religioso apóstata. Bíblia de Estudo Andrews.
1 Mas eu. Este versículo é uma continuação da declaração do anjo, em Daniel 10:21. A divisão do capítulo neste ponto foi imprópria. Dá a impressão de que uma nova parte do livro começa aqui, quando a narrativa é claramente contínua. Gabriel informa a Daniel que Dario, o medo, foi [no passado] honrado pelo Céu (ver PR, 556). A visão foi dada no terceiro ano de Ciro (Dn 10:1). O anjo está contando a Daniel sobre o evento ocorrido no primeiro ano de Dario [anterior a Ciro]. Naquele ano, Dario, o medo, foi honrado pelo Céu com uma visita do anjo Gabriel “para o animar e fortalecer” (PR, 556). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 951.
2 ainda três reis se levantarão. Diferentemente da apresentação dos cap. 2, 7 e 8, esta profecia é narrada em linguagem literal acerca da história futura em grandes detalhes, sem representação simbólica dos poderes por meio de estátuas, animais e outros itens semelhantes. … Em Daniel 11 fala-se dos governantes sem citar nomes, por isso devemos identificá-los pelas descrições. embora a primeira parte do capítulo seja relativamente clara, à medida que ele avança, torna-se cada vez mais difícil identificar as as pessoas exatas e os acontecimentos a que o texto se refere. Bíblia de Estudo Andrews.
empregará tudo contra o reino da Grécia. O quarto rei depois de Ciro foi Xerxes (486-465 a.C.). Ele planejou uma grande invasão à Grécia, que acabou falhando. Bíblia de Estudo Andrews.
3 Depois, se levantará um rei poderoso. Este é Alexandre, o Grande (336-323 a.C.), cujo império foi dividido em quatro reis gregos (v. 4; comparar com 8:8, 21, 22). Observe que, após a Pércia, sob a liderança de Xerxes , perder a batalha para a Grécia 11:2), o cap. 11 ignora todos os outros reis persas (de 465 a.C. em diante) e parte diretamente para o império grego (a partir de 330 a.C.). Bíblia de Estudo Andrews.
5 rei do Sul. Ptolomeu I Sóter (305-285 a.C.), da dinastia grega ptolomaica que governou o Egito, no sul da Palestina. Bíblia de Estudo Andrews.
um de seus príncipes. Seleuco l Nicator (305-281 a.C.), general de Alexandre que se tornou governante de Babilônia. Ele foi expulso e fugiu para o Egito, mas Ptolomeu o ajudou a reconquistar Babilônia. Seleuco expandiu muito seu domínio e fundou a dinastia selêucida, com capital na Síria, no norte da Palestina. Portanto, os reis de a dinastia são os reis do Norte do cap. 11. O fato de Seleuco ter se subordinado a Ptolomeu por um tempo explica por que ele é chamado de “um de seus príncipes”. Bíblia de Estudo Andrews.
6 rei do Norte. Referência ao território de Seleuco, localizado no norte de Israel. Observe que o povo de Deus ficou preso no meio, entre o Norte e o Sul.Bíblia de Estudo Andrews.
9 avançará contra o reino do rei do Sul e tornará para sua terra. Em 242 a.C, Seleuco II Calínico (246-225 a.C.) tentou se vingar da invasão de Ptolomeu III, mas fracassou. Bíblia de Estudo Andrews.
11:10 Os seus filhos farão guerra. Os filhos de Seleuco II que guerrearam contra o Egito foram Seleuco III (225-223 a.C.) e Antíoco III, o Grande (223-187 a .C.). Bíblia de Estudo Andrews.
11:13 porá em campo multidão maior do que a primeira. Antíoco III se recuperou e fez preparativos para atacar novamente o Egito, naquele momento, sob o controle de Ptolomeu V
(205-180 a.C.), um menino de apenas seis anos de idade. Bíblia de Estudo Andrews.
11:14 se levantarão muitos contra o rei do Sul. Durante o reinado do jovem Ptolomeu V, muitos egípcios se rebelaram contra os senhores gregos. A Pedra de Roseta registra as concessões que os regentes de Ptolomeu fizeram a eles. Bíblia de Estudo Andrews.
11:15 O rei do Norte virá. Antíoco III derrotou um exército egípcio bem capacitado e cercou as forças egípcias restantes em Tiro. Bíblia de Estudo Andrews.
11:16 estará na terra gloriosa. Antíoco III tomou a Palestina (comparar com v. 41, 45; 8:9), antes sob domínio do Egito. Bíblia de Estudo Andrews.
11:17 e lhe dará uma jovem em casamento, para destruir o seu reino. Após se apropriar de mais territórios, Antíoco III selou um tratado de paz com Ptolomeu V, dando sua filha, Cleópatra, em casamento a ele. Bíblia de Estudo Andrews.
11:19 tropeçará, e cairá. Antíoco III foi assassinado em 187 a.C., enquanto tentava saquear o tesouro de um templo, aparentemente para pagar tributos a Roma. Bíblia de Estudo Andrews.
11:20 Levantar-se-á, depois, em lugar dele, um que fará passar um exator pela terra mais gloriosa do seu reino. Ou, “E se levantará em sua função um que fará um opressor passar pelo esplendor do reino.” … Antíoco IV Epifânio (175-164 a.C.) se enquadra na descrição: ele ficou conhecido por oprimir os judeus a partir de 167 a.C., mas eles derrotaram seus exércitos e assumiram o controle da Judeia (ver 1 e 2 Macabeus [livro judeu histórico apócrifo/não reconhecido como divinamente inspirado]). Logo depois disso, ele morreu doente (164 a.C.). Bíblia de Estudo Andrews.
11:21-39 Esta longa passagem sobre o governante “vil” e blasfemo combina com a descrição do caráter e das atividades do chifre pequeno encontrada nos cap. 7 e 8 de Daniel. A pessoa “vil” não é explicitamente chamada de “rei do Norte” nesta parte do cap. 11. Bíblia de Estudo Andrews.
11:40 – 45 Este texto retrata as tentativas do inimigo de Deus no tempo do fim de estabelecer um controle duradouro sobre todo o mundo. Os acontecimentos futuros precisos são conhecidos somente pelo Senhor. A Bíblia não faz predições proféticas para que as pessoas especulem acerca do futuro, mas para lhes fortalecer a fé após as profecias se tornarem realidade (ver as palavras de Jesus em Jo 14:29) Bíblia de Estudo Andrews.
11:41 Edom, e Moabe, e … Amom. Nações vizinhas, localizados no leste e no sul da terra de Judá. Eram ligadas a Israel por laços familiares patriarcais. Bíblia de Estudo Andrews.
11:45 o glorioso monte santo. Esta expressão designa o monte do templo, localizado na cidade de Jerusalém, chegará ao seu fim. Por causa da ascensão de Miguel (12:1). Este poder será destruído na segunda vinda de Cristo (2Ts 2:8; Ap 19:19,20). Bíblia de Estudo Andrews.
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DANIEL 11 – Apesar dos conflitos/guerras entre nações/impérios, e da supremacia e ascensão de tiranos, Deus mantém o controle soberano sobre a história dos seres humanos.
Daniel 11 serve como uma ponte entre a história e a escatologia, fornecendo uma visão detalhada dos conflitos humanos e a esperança final da intervenção divina. É uma das passagens mais detalhadas e complexas do livro de Daniel, oferecendo uma visão profética que abrange vários séculos de história, onde a resistência dos fiéis é destacada, refletindo um chamado à perseverança em meio à tribulação.
Conforme revelado em Daniel 9:26 haverá guerras e desolações até o fim; Daniel 11:19-20, 44-45 expande essa informação.
• Os primeiros versículos descrevem os reis da Pérsia e o surgimento de um poderoso rei grego que teria seu reino dividido pelos seus quatro generais após sua morte, identificado por Alexandre, o Grande.
• Depois, a profecia revelou a ascensão de Roma como Império secular/pagão (Daniel 11:14-22), e como Império Eclesiástico assumindo a religião cristã (Daniel 11:23-44).
• Os últimos versículos são puramente escatológicos – eventos conflitivos do tempo do fim, antecedendo ao advento de Cristo (Daniel 11:40-45).
“O tempo presente é de dominante interesse para todo vivente. Governadores e estadistas, homens que ocupam posições de confiança e autoridade, homens e mulheres pensantes de todas as classes, têm sua atenção posta nos acontecimentos que tomam lugar ao nosso redor. Estão observando as relações que existem entre as nações. Eles examinam a intensidade que está tomando posse de cada elemento terreno, e reconhecem que algo grande e decisivo está para acontecer – que o mundo está no limiar de uma crise estupenda. Na Bíblia, e na Bíblia só, permite uma visão correta dessas coisas” (EGW, PR, 537).
Apesar dos conflitos, Deus está atuando em nossa história caótica. “Nos anais da História humana o crescimento das nações e queda de impérios, aparecem como dependendo da vontade e façanhas do homem. O desenvolver dos acontecimentos em grande parte parece determinar-se por seu poder, ambição ou capricho. Na Palavra de Deus, porém, afasta-se a cortina, e contemplamos ao fundo, em cima, e em toda marcha e contramarcha dos interesses, poderio e paixões humanas, a força de um Ser todo misericordioso, a executar, silenciosamente, pacientemente, os conselhos de Sua própria vontade” (EGW, Educação, 173).
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: DANIEL 10 – Primeiro leia a Bíblia
DANIEL 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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