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AMÓS 7 – O alvo das mensagens de Amós eram os poderosos moradores de cidades fortificadas (Amós 2:5). O contexto de suas pregações era para uma sociedade desfrutando de boas condições econômicas.
Seus ouvintes moravam em belos palácios (Amós 3:11), possuíam casas de inverno e de verão, enfeitadas de marfim, verdadeiras mansões (Amós 3:15). As mulheres viviam luxando e festejando regaladamente (Amós 4:1).
As cidades dos destinatários de suas exortações eram fortalezas, cheias de mansões de pedra, com grandes vinhedos, ruas e praças (Amós 5:11, 16), onde alegres festividades aconteciam, com volumosas ofertas religiosas ao som de instrumentos músicas (Amós 5:21-23). O alvo do profeta eram pessoas tranquilas, autoconfiantes sentindo-se seguras, bem estabelecidas na sociedade, que dormiam em camas de marfim e se espreguiçavam em sofás empanturradas de comidas requintadas e bebidas nobres (Amós 6:1, 4-6).
Em contraste com os destinatários de suas mensagens, Amós era “criador de ovelhas em Tecoa” (Amos 1:1) – “uma pequena vila 10 quilômetros ao sul de Belém”, explica Eugene Merrill. Ele se apresenta assim: “Eu não sou profeta nem pertenço a nenhum grupo de profetas, apenas cuido do gado e faço colheitas de figos silvestre. Mas o Senhor me tirou do serviço junto ao rebanho e me disse: ‘Vá, profetize a Israel, o meu povo’” (Amós 7:14-15). Com coragem e ousadia ele profetizou muitas coisas, tais como:
“O Senhor, o Soberano, jurou por Si mesmo! Assim declara o Senhor, o Deus dos Exércitos: ‘Eu detesto o orgulho de Jacó e odeio os seus palácios; entregarei a cidade e tudo o que nela existe’” (Amós 6:8).
Ele mexeu com pessoas que estavam quietas/acomodadas/tranquilas. Embora Amós intercedesse em favor do povo, suscitando a misericórdia de Deus (Amós 7:1-9), o resultado foi catastrófico:
“Então o sacerdote de Betel, Amazias, esta mensagem a Jeroboão, rei de Israel: ‘Amós está tramando uma conspiração contra ti no centro de Israel… Depois, Amazias disse a Amós: ‘Vá embora, vidente! Vá profetizar em Judá; vá ganhar lá o seu pão. Não profetiza mais em Betel…” (Amós 7:10-13). Mas sem titubear, ele fez uma profecia mais ousada ainda (Amós 7:16-17).
Amós nos desafia a refletir sobre nossas prioridades, a buscar a justiça e a equidade, a viver em humildade e a ter coragem de falar sempre a verdade! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: AMÓS 6 – Primeiro leia a Bíblia
AMÓS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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1263 palavras
1-6 Amós direcionou sua crítica àqueles que viviam em autocomplacência e luxo em Israel e Judá. Estilos de vida ricos e confortáveis podem fazer as pessoas pensarem que estão seguras, mas Deus não está satisfeito se nos isolarmos das necessidades dos outros. Deus quer que cuidemos deles assim como Ele cuida de nós. O reino de Deus não tem lugar para egoísmo ou indiferença. Devemos aprender a colocar as necessidades dos outros antes de nossas necessidades. Usar nossas riquezas para ajudar os outros é uma forma de nos protegermos contra o orgulho e a complacência. Life Application Study Bible Kingsway.
1. À vontade. O povo estava em um estado de autoindulgência e segurança ilusória (ver Is 32:9; Sf 1:12). CBASD, vol. 4, p. 1074.
Monte de Samaria. Ver Am 3:9; 4:1; ver com. de 1Rs 16:24. Localizada em uma colina que lhe dava posição de comando sobre a pequena planície que a rodeava, e poderosamente fortificada com muros compactos, a cidade de Samaria era, sem dúvida, considerada inexpugnável por seus habitantes.Sua força poderia facilmente ter alimentado um sentimento de confiança naqueles que dependiam mais de fortificações materiais do que da proteção de Deus. Essas compactas fortificações exigiram dos poderosos exércitos do império assírio de dois a três anos (ver vol. 2, p. 119, 120) para a tomada de Samaria (ver com. de 2Rs 18:9,10). CBASD, vol. 4, p. 1074.
Notáveis. Do heb. nequvim, “os ilustres” ou seja, os líderes da nação. CBASD, vol. 4, p. 1074.
Principal das nações. Israel ostentava este título orgulhoso porque era o escolhido de Deus, escolhido por Ele para levar ao resto do mundo o conhecimento divino (cf. Êx 19:5; 2Sm 7:23; ver p. 13-17). CBASD, vol. 4, p. 1074.
Aos quais. Isto se refere aos líderes da nação, chamados a dar orientação às pessoas, e que, portanto, deveriam ter sido modelos de retidão e justiça. CBASD, vol. 4, p. 1074, 1075.
2. Calné … Hamate … Gate. … as três cidades mencionadas neste versículo são citadas a Israel como exemplos de lugares prósperos que, posteriormente, foram destruídos ou subjugados e, assim, se assemelhavam ao que aconteceria à Samaria impenitente. CBASD, vol. 4, p. 1075.
3. Estar longe. Em sua presunção, Israel adiava a hora do julgamento divino para um tempo distante. CBASD, vol. 4, p. 1075.
Trono da violência. Enquanto Israel adiava o dia da calamidade, a violência era entronizada em seu meio. CBASD, vol. 4, p. 1075.
4. Camas de marfim. Ou, divãs encrustados com marfim, em que os ricos se reclinavam durante suas refeições, em seu luxo e libertinagem. Como um boiadeiro e um agricultor, portanto, um homem simples (ver Am 7:14), Amós se sente chocado com a vida sensual das classes superiores de Samaria. CBASD, vol. 4, p. 1075.
O marfim era um luxo importado, raro e extremamente caro. Mesmo uma pequena quantidade de marfim simbolizava riqueza. Algo tão extravagante como uma cama incrustada com marfim mostra o desperdício de recursos que deveria ter sido usado para ajudar os pobres. Life Application Study Bible Kingsway.
Do rebanho. Evidentemente, bezerros foram colocados para engorda a fim de suprir as mesas desses ociosos de Israel. CBASD, vol. 4, p. 1075.
6. Taças. Do heb. mizraqim, vasos sacrificiais usados para libações de vinho e para aspersão do sangue (ver Ex 38:3; Nm 7:13; 1Cr 28:17; 2Cr 4:8, 22; Zc 14:20). Amantes do luxo, esses príncipes sacrílegos usavam os utensílios em suas festas, atestando a falta de piedade e o amor ao excesso (ver Dn 5:2-4). CBASD, vol. 4, p. 1075.
O mais excelente óleo. Talvez aquele que devesse ser usado somente no serviço divino (ver Ex 30:23-25). Se tivessem consciência de sua pecaminosidade, as pessoas teriam se lamentado e evitado ungirem-se (ver 2Sm 14:2). CBASD, vol. 4, p. 1075.
Não vos afligis. As pessoas se tornaram tão imersas na sensualidade que não estavam preocupadas com a ruína que recairia sobre Israel. CBASD, vol. 4, p. 1075.
A ruína de José. Os problemas dentro do reino do norte, aqui chamado de “José”, eram de pouco interesse para os que se entregavam ao prazer desenfreado. CBASD, vol. 4, p. 1075.
7. Ireis em cativeiro. Os v. 7 a 11 anunciam a punição da nação para os crimes mencionados nos v. 1 a 6. Rejeitados por Deus, os israelitas deviam ir para o cativeiro e a ruína. A infeliz distinção de Israel é que ele vai ser o “primeiro” dos dois reinos israelitas a ir para seu destino. CBASD, vol. 4, p. 1076.
8-11 As pessoas construíram casas luxuosas para exibir suas conquistas. Embora não seja errado viver em casas confortáveis, não devemos deixar que isto se torne fontes de orgulho e auto glorificação. Foi Deus quem nos deu nossas casas, e elas devem ser usadas para o serviço, não apenas para exibir aos outros. Life Application Study Bible Kingsway.
8. Jurou. Aqui Deus fala segundo a linguagem e a experiência humana (ef. Jr 51:14; Am 4:2). CBASD, vol. 4, p. 1076.
Soberba. Já é ruim desperdiçar dinheiro ganhado honestamente em edifícios suntuosos, mas os israelitas tinham assegurado seu luxo e esplendor através da desonestidade, particularmente, da injustiça para com os pobres (ver Am 2:6, 7, 3:10, 4:1). CBASD, vol. 4, p. 1076.
9. Dez. Talvez uma referência aos “dez” de Amos 5:3, o remanescente das guerras travadas nos últimos estágios da história de Israel. Deve-se ter em mente que Israel não perdeu a prosperidade em um desastre único. A desintegração do país se deu em etapas (ver 2Rs 15:19, 20, 29; 17:5-18). CBASD, vol. 4, p. 1076.
Morrerão. Se esses “dez” se salvassem da guerra, morreriam de fome ou pestilência no cerco de Samaria (ver 2 Rs 17:5). CBASD, vol. 4, p. 1076.
Há de queimar. Geralmente os judeus enterravam os mortos, mas, em certos casos, a cremação era empregada (ver Lv 20;14; 1Sm 31:12). A cremação pode ter sido necessária naquele momento por causa do grande número de mortos, pelo tipo de peste ou porque não se podia chegar à sepultura fora da cidade por causa do cerco. CBASD, vol. 4, p. 1076.
No seu mais interior. O parente próximo é aqui retratado como falando com algum sobre vivente escondido em um canto da casa. CBASD, vol. 4, p. 1076.
Não menciones. Esta proibição tem sido interpretada de diversas formas; (1) Era resultado do total desespero dos sobreviventes que sentiam que, por ser o dia do julgamento, era tarde demais para invocar o nome do Senhor Eles não invocaram a Deus na vida, não poderiam invocá-Lo na morte. [demais 4 opções omitidas] … Talvez um sentimento de desespero por parte dos israelitas sobreviventes seria a melhor explicação para a proibição, a sensação de que seria de nenhum proveito invocar o Senhor naquela circunstância. CBASD, vol. 4, p. 1076, 1077.
12. Rocha. A parte final deste capítulo revela a loucura dos que pensam que, em sua própria força, podiam desafiar o julgamento de Deus e resistir ao inimigo enviado para os castigar. Os cavalos não podem galopar com segurança sobre os penhascos rochosos. A frase “na rocha” é usada para representar tanto o lugar de arar com bois como de correr com cavalos. CBASD, vol. 4, p. 1077.
Alosna. Do heb. laanah, uma planta do gênero Artemisia, de sabor muito amargo (ver Dt 29:18; ver com. de Pv 5:4). O fruto da perversão da justiça em Israel foi o mais amargo erro e a injustiça. CBASD, vol. 4, p. 1077.
13. Lo-Debar. Lo-Debar era o nome de um lugar em Gileade (ver 2Sm 9:4, 5; 17:27). CBASD, vol. 4, p. 1077.
14. Uma nação. Referência aos assírios, que, como instrumentos da ira de Deus (ver Is 10:5,6), invadiriam Israel a partir do norte, especificamente “desde a entrada de Hamate”, cidade na parte superior da Síria (ver com. de Nm 34:8; Am 6:2). Expressões semelhantes em outras ocasiões indicam um aviso de que a contínua recusa ao arrependimento traz desastre nacional (ver Is 5:26; Jr 5:15). CBASD, vol. 4, p. 1077.
Arabá. Do heb. aravah. Arabá é a depressão que se estende do mar da Galileia até o golfo de Áqaba (ver Dt 1:1). Provavelmente o rio de Arabá designa algum fluxo que corre para o extremo norte do Mar Morto. Significativamente, esses limites norte e sul marcam o território recuperado por Jeroboão II no período de maior prosperidade de Israel (ver 2Rs 14:25). CBASD, vol. 4, p. 1077.
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AMÓS 6 – Desde Amós 1 até o capítulo 5, a mensagem do profeta evolui de uma denúncia geral das nações vizinhas de Israel para uma repreensão incisiva e detalhada do povo de Deus e seus líderes. No capítulo 6, ele enfatiza que a escolha de Israel como povo de Deus traz uma responsabilidade maior de viver de acordo com a justiça divina.
Desde o início, o profeta de Deus condena a opressão dos pobres, a hipocrisia religiosa e a falsa segurança baseada em riquezas. O mais importante e relevante é que através de suas profecias inspiradas, Amós clama por reavivamento resultante de arrependimento visível no comportamento que preza pela verdadeira justiça e retidão.
Não é pecado ser rico; porém, Amós vem combatendo contundentemente a riqueza, a prosperidade e o luxo nas páginas de seu livro. Entenda:
• Em Amós 2:6, Israel é condenado por vender justos por prata e pobres por um par de sandálias, mostrando que a prosperidade e o lucro obtidos à custa da justiça e da dignidade humana é pecado ofensivo a Deus.
• Em Amós 3:10, o profeta denuncia líderes e ricos de Samaria que acumulam riquezas através da opressão, exploração e roubo. Tal riqueza servirão de testemunho contra seus possuidores, pois foi adquirida por meios corruptos e injustos (Tiago 5:1-6).
• Em Amós 4:1 as mulheres ricas de Samaria estão em foco. Amós as delata por oprimirem os pobres e de exigirem que os senhores deles lhes forneçam luxo e bebidas à custa dos vulneráveis.
• No capítulo 5, Amós faz apelo para que a justiça corra como as águas e a retidão como um ribeiro perene (v. 24), contrastando a verdadeira justiça com a falsa segurança da prosperidade material.
• No capítulo 6, Amós foca os ricos que vivem em luxo, à vontade em Sião e Samaria (vs. 1-7). Ele descreve que a vida de indulgência e complacência, deitando-se inclusive em camas de marfim, comendo cordeiros do rebanho e bebendo vinho em taças não é sinal de verdadeira espiritualidade, nem de prosperidade real. Essa prosperidade é vista como sinal de arrogância e desconsideração pelo sofrimento do outros (vs. 7-14), resultando em terrível destruição!
Ricos orgulhosos, arrogantes e corruptos, mesmo altamente religiosos, precisam saber que riquezas e luxos não os protegerão do julgamento divino! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: AMÓS 5 – Primeiro leia a Bíblia
AMÓS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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337 palavras
2 A Virgem. Este termo é aplicado a Israel, apesar de sua infidelidade a Deus, provavelmente porque a nação foi cuidada com carinho e protegida de seus inimigos por Deus (ver Is 23:12; Jr 14:17; cf Is 47:1). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1071.
3 Mil. Tão grave seria o castigo de Deus sobre Israel que apenas um décimo dos habitantes de uma cidade [e das pequenas cidades e vilas] seria deixado. CBASD, vol. 4, p. 1071.
6 Casa de José. José era o pai de Efraim, a tribo mais importante do reino do norte … ; portanto, a expressão “casa de José” é equivalente a Israel. CBASD, vol. 4, p. 1071.
7 Alosna. Uma planta do gênero Artemisia, com sabor amargo (ver Dt 29:18; Pv 5:4). Tão grande era a corrupção moral de Israel que a justiça se convertera na mais amarga injustiça. CBASD, vol. 4, p. 1071.
10 Na porta. Nas cidades orientais, o portão era o lugar de reuniões públicas, para negócios, administração de justiça e para se ouvir e contar notícias (ver com. de Gn 19:1; Js 8:29). A área do portão principal de Samaria era grande (ver 1Rs 22:10; 2Rs 7:1; 2Cr 18:9). CBASD, vol. 4, p. 1072.
18 Ai de vós … ! O profeta adverte contra os que confiam na relação do concerto de Israel com Deus e pensam que o formalismo religioso será aceitável. CBASD, vol. 4, p. 1072.
21 Aborreço. Fidelidade somente às formas exteriores da religião não alcançaria o favor divino na hora do julgamento. A adoração não pode ser avaliada apenas pela ordem e a beleza da forma exterior, assim como o valor dietético de uma fruta não pode ser determinado apenas pelo seu tamanho e cor. CBASD, vol. 4, p. 1073.
23 Estrépito dos teus cânticos. A adoração superficial e sem sinceridade fazia dos salmos e hinos um som ofensivo e cansativo aos ouvidos de Deus (ver Ez 26:13). CBASD, vol. 4, p. 1073.
24 Como as águas. Ou seja, o curso de água alimentado por uma corrente perene em vez de sazonal (ver com. de 1Sm 17:3). Esta bela figura de linguagem apresenta a Israel o desejo de Deus (ver com. de Jr 5:15) que permanece ainda hoje. CBASD, vol. 4, p. 1073.
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AMÓS 5 – A mensagem de Amós foi direcionada principalmente contra injustiças e hipocrisias de Israel, que mantinha rituais religiosos externos enquanto ignorava os princípios de justiça e retidão.
A mensagem de Amós é direcionada a um povo que, embora estivesse prosperando economicamente, estava moralmente e espiritualmente em decadência. Observe estes tópicos:
• Lamento, comparando a Casa de Israel a uma virgem caída, sem forças para se levantar, apontando para a inevitabilidade do juízo devido à persistência no pecado (Amós 5:1-3).
• Exortação a buscar ao Senhor e viver, abandonando práticas religiosas espúrias e injustiças. Deus chama ao arrependimento genuíno, integral – não parcial, a mudança radical, a transformação total (Amós 5:4-15).
• Condenação da hipocrisia religiosa e do falso reavivamento. Deus rejeita declaradamente as festas religiosas, ofertas e músicas do povo que O adora sem verdadeira devoção e arrependimento (Amós 5:16-27).
Amós 5 revela que mesmo os sacrifícios mais valiosos – embora prescritos por Deus – e abundantes, não agradam ao Senhor quando realizados por um povo que pratica a iniquidade. Deus rejeita a música do culto quando ela não sai de um coração verdadeiramente devoto e justo.
Amós 5 também enfatiza que a justiça social e a equidade devem ser a marca constante do comportamento do povo, em vez de meros rituais religiosos. Para Deus, é mais importante a justiça e a retidão do que os rituais externos da religião. A verdadeira adoração não acontece sem ações justas e um coração correto (Isaías 29:13).
Há reavivamentos que Deus rejeita e condena. Assim como Ele expressou desdém pelos rituais religiosos de Israel, mostra também pelas nossas celebrações desprovidas de verdadeira adoração, oriundas de corações contrários aos princípios de Sua revelação.
• Todo reavivamento sem transformação de vida é falso, ainda que contenha muita atividade religiosa.
• O falso reavivamento pode ter muitas músicas, louvores, chegando até ao êxtase espiritual, mas negligencia valores essenciais, focando apenas em meros rituais, iludindo os adoradores.
• Muitas pessoas em Israel esperavam pelo “dia do Senhor” como um tempo de bênção. Contudo, Amós adverte que esse dia seria de juízo e escuridão para aqueles que praticavam uma religião superficial. O falso reavivamento cria uma falsa segurança, fazendo as pessoas acreditarem que estão em favor de Deus quando, na verdade, estão sob Seu julgamento.
Cuidemo-nos com o falso reavivamento! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: AMÓS 4 – Primeiro leia a Bíblia
AMÓS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
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181 palavras
1. Vacas de Basã. … o fato de ambos os gêneros serem indicados nos verbos e pronomes em hebraico nos v. 1 a 3 sugere que Amós está repreendendo a vida dos amantes do luxo, incluindo homens e mulheres da capital de Israel. CBASD – Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1066.
Tenha cuidado de não desejar tanto os bens materiais a ponto de estar disposto a oprimir os outros e desgostar a Deus para obtê-los. Life Application Study Bible Kingsway.
6. Dentes limpos. Esta expressão denota fome, sendo paralela às palavras que se seguem, “falta de pão”. CBASD, vol. 4, p. 1068.
12. Prepara-te. A mensagem do profeta era: “Preparem-se para os julgamentos do Senhor prestes a vir.” Os que atendessem ao chamado e se arrependessem seriam perdoados e teriam a garantia da proteção de Deus no dia do terrível castigo. … Deus nunca adverte alguém a se preparar para encontrá-Lo sem antes fazer uma provisão de misericórdia. CBASD, vol. 4, p. 1069.
Um dia, cada um de nós encontrará Deus face a face para explicar o que fizemos ou recusamos fazer. Você está preparado para encontrá-lo? Life Application Study Bible Kingsway.
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AMÓS 4 – A devastação natural reflete uma ruptura na ordem da natureza criada por Deus, indicando que o pecado humano afeta drasticamente toda a criação (Romanos 8:22-23).
Ao fazer um paralelo temático entre Joel 1 e Amós 4 obtemos uma visão rica sobre a natureza divina e da humanidade. Apesar dos contextos diferentes de ambos, os dois profetas compartilham a visão teológica de que os desastres naturais podem ser interpretados como mensagens de Deus chamando pessoas ao arrependimento: Ambos os profetas destacam a importância de um verdadeiro retorno a Deus, não apenas em palavras, mas em ações, tanto em termos de justiça prática quanto na adoração sincera; pois, a persistência na teimosia e indiferença ao arrependimento resultam em um julgamento iminente e severo, sublinhando a seriedade do Dia do Senhor.
• Joel descreve uma devastadora praga de gafanhotos que arrasa a terra, afetando a todos os aspectos da vida, desde a agricultura ao culto religioso. A praga é vista como um prenúncio do Dia do Senhor, um tempo de julgamento divino. O profeta faz um apelo urgente ao arrependimento e ao clamor ao Senhor.
• Amós 4 condena as mulheres ricas de Samaria (vacas de Basã) e a idolatria em Betel e Gilgal. Ele enumera punições progressivas, como desastres enviados por Deus para advertência (fome, seca, pragas de gafanhoto, derrota militar); contudo, apesar dessas calamidades, Israel não se voltou para Deus.
• Joel conclama o povo ao jejum, ao pranto e ao clamor ao Senhor, indicando que o arrependimento pode reverter o desastre. Ele retrata uma resposta mais esperançosa, onde ele acredita que o povo pode se voltar para Deus através do arrependimento e rituais religiosos apropriados diante dos desastres.
• Amós 4 mostra que, apesar dos repetidos desastres, Israel não se arrependeu, destacando a teimosia do povo e a inevitabilidade do julgamento divino. Este profeta é mais pessimista em relação à resposta do povo. Apesar das repetidas advertências naturais, o povo de Israel não se arrependeu (vs. 6, 8-11).
Isso se repetiu na história cristã e, se aplica a nós que vivemos no tempo do fim (Apocalipse 8:2-9:21; 14:6-7).
Amós 4 encerra com uma advertência severa: “Prepare-se para encontrar-se com Seu Deus” indicando que o tempo para arrependimento se esgota, e o julgamento torna-se inevitável. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.