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NAUM 2 – Os profetas Naum e Jonas têm Nínive como tema central em seus livros e lidam com a relação de Deus com esta cidade pagã, imoral e perversa. Ambos anunciaram o juízo divino sobre Nínive devido à sua titânica iniquidade. No tempo de Jonas, os ninivitas se arrependeram; entretanto, no tempo de Naum, não há qualquer menção de confissão de pecados.
• Jonas enfatiza a possiblidade de misericórdia de Deus em resposta ao arrependimento humano; Naum enfatiza a justiça divina e a certeza do julgamento contra uma cidade que já havia retornado à maldade após uma fase de arrependimento.
• Jonas demonstra que Deus está incrivelmente disposto a perdoar aqueles que se arrependem sinceramente, enquanto Naum ilustra que o arrependimento superficial e temporário não impede o julgamento final de Deus contra o pecado persistente.
O arrependimento genuíno abre portas da misericórdia divina, mas se for meramente uma mudança temporária, o juízo é inevitável. Jonas exemplifica a mensagem de Amós 3:7, de que Deus não “faz coisa alguma sem revelar o Seu plano aos Seus servos, os profetas”; desta forma, Deus pretende oferecer salvação aos habitantes do mundo todo. Naum, complementando, anuncia o juízo iminente para aqueles que rejeitam o evangelho eterno (ver Apocalipse 14:6-12).
“O destruidor avança contra você, Nínive!… ‘Eu estou contra você’, declara o Senhor dos Exércitos” (Naum 2:1, 13). Do começo ao fim, Deus sentencia a capital de Assíria. Rodrigo Silva explica que “Naum escreveu na forma poética, utilizando imagens e simbolismo que o fazem próximo da literatura apocalíptica. Seu tom é marcadamente hostil contra Nínive, da qual ele descreve com maestria a futura destruição. O tema da ira divina choca-se com aquelas visões mais românticas da divindade que negam descrevê-lO como juiz e vingador. Porém, é importante reconhecer que, por trás da ira do Senhor em relação à Nínive, há uma profunda preocupação pelo sofrimento de vários povos que tinham sido conquistados, mortos, escravizados e aterrorizados por esse poder estrangeiro. Ou seja, o caráter irado de Deus justifica-se no sofrimento dos justos e opressão aos mais necessitados”.
Está claro: Deus está disposto a perdoar inclusive cidades ímpias como Nínive, caso se arrependam; no entanto, a paciência de Deus tem limites e Sua justiça prevalecerá contra a contínua maldade! Portanto, vamos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: NAUM 1 – Primeiro leia a Bíblia
NAUM 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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189 palavras
1 Os v. 1 a 10 foram escritos em forma de acróstico (ver sobre esse recurso, no vol. 3 [CBASD] p. 705). As primeiras 15 letras do alfabeto [hebraico] parecem ter sido empregadas, mas com algumas irregularidades. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1143.
10 Espinhos. Ver Nm. 33:55; Js 23:13. Embora o exército assírio formasse uma frente tão impenetrável como uma sebe de espinhos, Deus poderia facilmente vencê-lo (ver Is 27:4). CBASD, vol. 4, p. 1143.
Bêbados. A experiência da Assíria seria paralela à de Babilônia, em alguns aspectos (ver Dn 5:1). Em qualquer caso, não pode haver dúvida de que os assírios gostavam de festejar e de beber (ver Diodoro, ii.26). CBASD, vol. 4, p. 1145.
11 Saiu um. Referindo-se a Nínive, isso deve-se aplicar ao seu rei (ver Is 36:4-10, 18-20). CBASD, vol. 4, p. 1144.
15 Boas novas. Uma exclamação de alegria pela derrota do inimigo do povo de Deus (ver com. de Is 52:7). Naum 1:15 é o primeiro versículo do cap. 2 tanto em hebraico como em siríaco. CBASD, vol. 4, p. 1144.
Celebra as tuas festas. Com o restabelecimento da paz, seria mais uma vez possível para o povo de Judá celebrar as grandes festas religiosas (ver com. [CBASD] de Êx 23:14-17; Lv 23:2; Dt 16:16). CBASD, vol. 4, p. 1144.
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NAUM 1 – O livro de Jonas foi encerrado sem conclusão. Nada foi dito sobre o destino de Jonas ou dos ninivitas após episódio da aboboreira. Contudo, através da perspectiva canônica, encontramos Naum escrevendo uma “advertência contra Nínive”.
• A mensagem principal de Jonas é o arrependimento humano e a misericórdia divina. Deus envia Jonas a Nínive para proclamar que a cidade seria destruída em quarenta dias, mas os ninivitas se arrependeram, e Deus demonstrou Sua misericórdia, poupando a cidade ímpia (Jonas 3:4-10).
• O livro de Naum, por outro lado, descreve em detalhes a violência que será infligida a Nínive como retribuição por sua maldade (Naum 1:1-3:19). Não há mensagem de arrependimento e misericórdia, só proclamação definitiva de juízo e destruição total.
A Bíblia do Discípulo explica que “Nínive foi a grande capital do Império Assírio. Apesar da conversão de seus habitantes após a pregação de Jonas 200 anos antes, Nínive havia voltado a ser cruel e pecaminosa. O imenso Império Assírio foi estabelecido sobre derramamento de sangue e extermínio, brutalidade e tortura, destruição, saques e banimento como raramente se viu na história. Mas agora, o tempo de graça para esta nação chagara ao fim. O grande Juiz do mundo havia avaliado a atitude dos assírios. O livro de Naum relata a queda de Nínive e sua total destruição”.
Colocando o livro de Jonas e o de Naum lado a lado, nota-se que:
• A longanimidade de Deus é incomparável; Ele estende Sua mão misericordiosa até àqueles que parecem irremediáveis. Como fez através de Jonas, Deus oferece a chance de salvação a todo pecador. O caminho é o arrependimento.
• Contudo, o arrependimento fugaz não detém a justiça divina; o juízo é inevitável àqueles que volta à iniquidade. Como Jonas advertiu e Naum confirmou, a retidão divina prevalecerá e o julgamento cairá sobre os impenitentes (Naum 1:1-15).
• Jonas e Naum juntos mostram que a misericórdia de Deus é oferecida, mas Sua justiça prevalece quando o arrependimento não é mantido.
Jonas personifica a missão global de proclamar a mensagem de salvação, ecoando o chamado divino aos confins da Terra. Naum, por sua vez, anuncia o fim inevitável para um mundo que rejeita a graça, cumprindo a declaração de Jesus em Mateus 24:14 – “e então virá o fim”.
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: MIQUEIAS 7 – Primeiro leia a Bíblia
MIQUEIAS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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1 Frutas do verão. Assim como depois da colheita nenhum fruto se encontra no campo, depois da colheita do mal nenhum justo seria encontrado em Israel. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1136.
3 Suborno. Este é um antigo vício, condenado aqui (ver Is 1:23). CBASD, vol. 4, p. 1136.
5 Não creiais. Os v. 5 e 6 descrevem as condições morais como tão graves que não se podia confiar num amigo, vizinho, nem na esposa de um homem que deitasse em seu “peito”, ou em qualquer membro próximo da família. CBASD, vol. 4, p. 1136.
6 Despreza. Jesus citou as palavras deste versículo para descrever as condições morais na era cristã (Mt 10:21, 35, 36). CBASD, vol. 4, p. 1136.
7 Eu, porém. Ao falar em nome de Israel, o profeta expressa fé em Deus, apesar do castigo, e aguarda confiante a restauração prometida. CBASD, vol. 4, p. 1136.
8 Não te alegres. Israel está tão seguro de sua salvação final que destoa a nota de triunfo sobre o inimigo que Deus usou para discipliná-lo. CBASD, vol. 4, p. 1136.
9 Sofrerei. Esta é a linguagem do verdadeiro penitente. Ele sabe que sua única esperança está em Deus e não pede a redução da pena. Ele acredita que tudo o que Deus faz é para seu bem. CBASD, vol. 4, p. 1136.
12 Do mar até o mar. Não é certo a que mares o texto se refere. A expressão indica ampla extensão. CBASD, vol. 4, p. 1136.
14 Basã e Gileade. Estes lugares são mencionados por causa de suas ricas pastagens, e, possivelmente, também porque esses territórios a leste do rio Jordão, que haviam sido perdidos para a Assíria (ver com. [CBASD] de 1Cr 5:26), seriam recuperados. CBASD, vol. 4, p. 1136, 1137.
16 Verão isso. O inimigo havia se vangloriado anteriormente: “Onde está o SENHOR, teu Deus”” (v. 10). Então, os papéis se inverteriam, e as nações iriam reconhecer o poder do Senhor teriam vergonha do poder de que se vangloriaram. CBASD, vol. 4, p. 1137.
17 Lamberão o pó. Uma figura que descreve a mais extrema humilhação (ver Sl 72:9; ver também Is 49:23). CBASD, vol. 4, p. 1137.
Esconderijos. Os abrigos para os quais os ímpios tinham fugido de terror por causa do Senhor. CBASD, vol. 4, p. 1137.
18 Quem, ó Deus … ? Miqueias fecha sua profecia sua profecia com uma nota de louvor pela misericórdia e fidelidade de Deus (ver expressões semelhantes em Êx 15:11, Sl 71:19). CBASD, vol. 4, p. 1137.
19 Pisarás aos pés as nossas iniquidades. As iniquidades de Israel, que tinham sido tristes demais para Miqueias descrever, seriam gratuitamente perdoadas. Embora aqui não seja enfatizado, o perdão se deu apenas com base em profundo arrependimento e reforma. A disciplina do cativeiro foi designada para efetuar esse reavivamento espiritual entre o povo. Isso não foi conseguido em escala nacional e, assim, as gloriosas promessas com que Miqueias fecha suas profecias nunca foram alcançadas pela nação de Israel como um todo. É claro que indivíduos experimentaram a graça salvadora de Deus e obtiveram o perdão prometido. Essa bênção também pode ser reivindicada pelo cristão. Pelos méritos da graça de Cristo, seus pecados podem ser perfeitamente perdoados. Se persistir até o fim, seus pecados nunca mais serão mencionados contra ele. Se, contudo, apostatar e se perder, todos os seus pecados o encontrarão novamente no dia do julgamento (ver Ez 18:21-24). CBASD, vol. 4, p. 1137 [Destaques acrescentados].
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MIQUEIAS 7 – O livro de Miqueias se destaca como uma poderosa exortação quanto às distorções da religião, combatendo o legalismo, o perfeccionismo moral e o formalismo religioso que permeava a sociedade eclesiástica do profeta e ainda afeta a igreja em nossa época (Miqueias 6:6-7; Romanos 3:9-20).
Através de suas profecias contundentes, Miqueias expõe a hipocrisia dos líderes religiosos falsos (Miqueias 3:11) e convida o povo a retornar à verdadeira adoração, fundamentada na justiça social, na misericórdia e no amor restaurador de Deus (Miqueias 6:8). Miqueias foca na atitude do coração e no relacionamento com Deus, em vez de um comportamento impecável segundo o padrão legalista e perfeccionista. Consequentemente, o clímax do livro exalta com louvor a graça e a misericórdia de Deus como fundamentais na vida do crente (Miqueias 7:18-20).
Precisamos desenvolver um caráter semelhante ao de Deus: Misericordioso e perdoador. Sua descrição sobre Seu povo é assustadora. A tenebrosa corrupção permeava a sociedade e até mesmo a liderança, não havia confiança nenhuma entre as pessoas e inclusive os melhores amigos tornavam-se acirrados inimigos (Miqueias 7:1-6); contudo, Ele prefere mostrar misericórdia e perdoar, em vez de preservar Sua ira!
A atitude de Miqueias ilustra a mais nobre reação diante te uma situação deplorável, deprimente (Miqueias 6:7). Miqueias escolhe confiar em Deus diante da apostasia generalizada. Ele O busca como fonte de sua salvação e esperança. Ele está ciente que o próprio Deus ministra sobre Seu povo e, que Seu propósito no julgamento é a redenção e a restauração (Miqueias 7:8-13).
• O prazer divino está na misericórdia, não na ira contra o pecador (Miqueias 7:18).
• É Seu perdão, não Seu poder (soberania), no livro de Miqueias, que demonstra que Deus é incomparável a quaisquer deuses ou qualquer indivíduo.
• A restauração prometida baseia-se na fidelidade de Deus, resultante da aceitação de Seu perdão e amor transformador.
A religião verdadeira é mais do que observância externa e cumprimento de regras, contudo, a verdadeira adoração e vida religiosa devem refletir um coração transformado, comprometido com os princípios de justiça, compaixão e humildade.
Assim, a mensagem profética de Miqueias é um chamado a viver sem uma fé sincrética, mas genuína – expressa em ações justas, resultante de um relacionamento sincero com Deus, ao invés de meramente cumprir rituais externos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: MIQUEIAS 6 – Primeiro leia a Bíblia
MIQUEIAS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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581 palavras
1 Causa. Miqueias é chamado a pleitear pelo povo diante da natureza inanimada, “as montanhas” e as “colinas”, testemunhas silenciosas dos grandes feitos de Deus para com os israelitas e da ingratidão deles para com o Senhor. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1132.
4 Pois te fiz sair. Deus defende Seu caso, rememorando alguns dos benefícios notáveis que concedera a Seu povo. O êxodo foi um dos sinais evidentes de Seu interesse amoroso e constante cuidado (ver Is 63:11-13; Am 2:10). CBASD, vol. 4, p. 1132.
5 Maquinou. Balaão atendeu ao pedido de Balaque para amaldiçoar Israel, mas pronunciou, em vez disso, uma bênção (ver Nm 22-24). CBASD, vol. 4, p. 1132.
Desde Sitim. Sitim foi o último ponto de parada dos israelitas antes de atravessarem o Jordão (Js 3:1) e Gilgal, o primeiro acampamento na terra de Canaã (Js 4:19). Em sua viagem de Sitim a Gilgal, eles atravessaram o Jordão e viram a intervenção maravilhosa de Deus em favor deles (Js 3, 4). CBASD, vol. 4, p. 1132.
6 Deus excelso. Literalmente, “o Deus das alturas” (comparar com Is 33:5; 57:15; 66:1). CBASD, vol. 4, p. 1132.
De um ano. Os “filhos de um ano” (Lv 9:3; Nm 7:17) eram os nascidos no presente ano (ver Êx 12:5), pelo menos, com uma semana de idade (Lv 22:27). CBASD, vol. 4, p. 1133.
7 Milhares. Como se tão grande número pudesse garantir o maior favor de Deus, e assim uma maior disposição divina para perdoar os pecados. CBASD, vol. 4, p. 1133.
Azeite. Usado em conexão com as ofertas de manjares (Lv 2:1, 4-7; 7:10-12; Nm 15:4). CBASD, vol. 4, p. 1133.
Primogênito. Aqui se faz referência a um costume pagão comum nos tempos antigos, e que era proibido aos israelitas; mas que foi praticado por alguns reis de Israel (Lv 18:21, 20:2; 2Rs 3:27; 16:3; 23:10; Sl 106:37, 38; Jr 7:31). O costume parece que se baseava na ideia que Deus deveria receber do ser humano o que ele possuía de melhor e de mais caro, e que o Céu atribuiria valor a uma oferta de acordo com o seu custo. Apesar da declarada santidade da vida humana (Gn 9:6) e da prática de se resgatar o filho primogênito (Êx 13:13), o paganismo exerceu influência sobre Israel. A questão aqui levantada é retórica e, como todas as outras, exige uma resposta negativa. CBASD, vol. 4, p. 1133.
8 Ele te declarou. … o povo parecia ter se esquecido de que a mera prática dos ritos exteriores não tem valor sem a verdadeira piedade. CBASD, vol. 4, p. 1134.
Humildemente. O objetivo da verdadeira religião é o desenvolvimento do caráter. A cerimônia exterior só tem valor se contribuir para esse desenvolvimento. Mas, como muitas vezes é mais fácil prestar um culto externo do que mudar as más inclinações do coração, as pessoas sempre foram mais propensas a adorar externamente do que cultivar as graças do espírito. Assim foi com os escribas e fariseus a quem Jesus repreendeu. Eles ciosamente se guardavam de qualquer infração em matéria de dízimo, mas negligenciavam “os preceitos mais importantes da Lei: a justiça, a misericórdia e a fé” (Mt 23:23). … Andar “humildemente com o teu Deus” é viver em harmonia com os princípios da primeira parte do decálogo (ver com. [CBASD] de 22:37, 38), que tem a ver com nossa relação com Deus. CBASD, vol. 4, p. 1133, 1134.
10 Tesouros da iniquidade. Riquezas obtidas por meios ilícitos (ver Am 8:5). CBASD, vol. 4, p. 1134.
14 Removerás. O povo procuraria em vão salvar seus tesouros, removendo-os. CBASD, vol. 4, p. 1134.
16 Estatutos de Onri. A Bíblia não menciona “estatutos” especiais deste rei de Israel. Talvez seja uma provável referência às regras idólatras do culto que Onri instituiu (ver 1Rs 16:25, 26). Onri foi o fundador da dinastia iníqua que produziu Acabe a Atalia (ver 1R 16:29-33; 2Rs 8:26; 11:1). CBASD, vol. 4, p. 1134.
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MIQUEIAS 6 – Uma síntese deste capítulo facilita nossa compreensão de sua mensagem:
• Ouça atentamente a avaliação de Deus: A justiça divina clama desde as montanhas (Miqueias 6:1-2).
• Relembre constantemente da bondade/bênçãos de Deus: Deus libertou Israel do Egito, libertou pecadores do cativeiro do pecado e guia Seu povo com amor (Miqueias 6:3-5).
• Informe-se sobre a distorção da religião: Formalidades e ritualismos vazios não agradam a Deus; Ele busca corações humildes, sinceros e obedientes (Miqueias 6:6-8).
• Saiba exatamente o que Deus requer de nós: A revelação é clara, Deus requer apenas três itens: Justiça, misericórdia, e humildade diante Dele (Miqueias 6:8).
• Esteja ciente que a corrupção será punida por Deus: Injustiça e engano não escaparão do julgamento divino (Miqueias 6:9-12).
• Reconheça que o caminho do Senhor é a verdadeira vida: A fidelidade a Deus é a nossa maior segurança; opor-se a Ele é prejuízo a nós mesmos (Miqueias 6:13-16).
A essência deste capítulo está no versículo 8. Em vez de pedir coisas exorbitantes (Miqueias 6:6-7), demasiadamente grandes e extraordinárias para nós, “Deus pede três coisas: (1) ‘pratiques a justiça’, ou seja, ser justo com as outras pessoas, em uma dimensão ética e relacional; (2) ‘ames a misericórdia’, ou ter satisfação em ser misericordioso; e (3) ‘andes humildemente com o teu Deus’, isto é, ter uma atitude de humilde sabedoria em resposta ao Senhor. Os dois princípios iniciais estão ligados ao relacionamento horizontal, de ser humano com ser humano, ao passo que o último lida com a relação vertical entre ser humano e Deus. Esses três princípios são o cerne da adoração” (Bíblia Andrews).
A integração desses três princípios – justiça, misericórdia e humildade – cria uma base sólida para a ética pessoal e comunitária. Juntos, eles formam um tripé que sustenta uma vida moralmente íntegra e espiritualmente significativa.
A justiça sem misericórdia pode tornar-se legalismo frio; a misericórdia sem justiça pode ser permissiva e ineficaz; e ambas, sem humildade diante de Deus, podem ser distorcidas pelo orgulho e pela autossuficiência.
Ao aplicar tais princípios, criamos um impacto positivo em nosso entorno. Praticar a justiça promove um ambiente de equidade, amar a misericórdia fomenta uma cultura de compaixão e solidariedade, e andar humildemente com Deus inspira outros a buscar uma vida centrada em valores espirituais e éticos!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.