Reavivados por Sua Palavra


III JOÃO 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
24 de março de 2025, 0:50
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1159 palavras

Público alvo. A carta de 3 João é uma das poucas do NT escritas para um só indivíduo. Ela dá evidências de que esse indivíduo, Gaio, era amigo leal de João e um dos “irmãos” que o apóstolo menciona. Ao que tudo indica, era rico o suficiente para estender hospitalidade aos irmãos, quando chegavam de visita. Gaio é um nome romano comum. Bíblia de Estudo Andrews.

Mensagem. Na época em que João 3 foi escrita, os outros apóstolos, assim como outros “irmãos”, viajavam e pregavam o nome de Jesus. Tais pessoas dependiam da hospitalidade de outros cristãos. Esta carta elogia Gaio por ser hospitaleiro com essas pessoas e o incentiva a continuar, mesmo diante da rivalidade egoísta de Diótrefes. […] A carta de 3 João aborda um desafio que todas as pessoas enfrentam, seja intimamente ou no relacionamento com os outros. Assim como Diótrefes, todos são tentados, em algum momento, a ir em busca do próprio poder e da honra pessoal, mesmo à custa de outras pessoas. Esta epístola defende uma opção melhor: compartilhar com os outros a luta por uma causa maior. Ela também dá aos leitores de hoje um vislumbre fascinante de como era a vida e quais eram os desafios da igreja apostólica. Bíblia de Estudo Andrews.

1 Terceira João segue o padrão das cartas pessoais da época. Bíblia de Estudo Andrews.

2. Faço votos. A frase diz, literalmente, “em relação a todas as coisas, eu lhe desejo [ou ‘oro’ por sua] prosperidade. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 767.

Prosperidade. Uma oração para que tudo fosse bem em todos os aspectos da vida de Gaio. Bíblia de Estudo Andrews.

O Senhor não está desatento a nossas necessidades temporais. Ele quer que sejamos bem-sucedidos tanto nos assuntos temporais quanto nos espirituais. Um bom cristão deve ser um bom homem de negócios ou um trabalhador capaz, uma vez que, além das habilidades naturais, ele também pode desfrutar da bênção de Deus sobre seus deveres diários. CBASD, vol. 7, p. 767.

Saúde. Deus está interessado em nossa condição física e deseja que desfrutemos do melhor da saúde. Devido à estreita ligação entre a mente e o corpo, quando a vida espiritual ou o caráter prospera, o corpo está mas apto a ser sadio (Êx 15:26; Pv 14:30; CBV, 241). Por outro lado, quando a saúde do corpo é negligenciada e os maus hábitos físicos se estabelecem, a vida religiosa também sofre (CBV, 280, 315, 319). CBASD, vol. 7, p. 767.

alma. Costuma se referir à vida da pessoa como um todo (1Jo 3:16), mas, às vezes, alude especificamente à vida interior e aos pensamentos (Jo 12:27). Bíblia de Estudo Andrews.

3-8 Gaio é incentivado a continuar a estender hospitalidade aos irmãos que pregam em nome de Jesus. Bíblia de Estudo Andrews.

4. Meus filhos. Meus próprios filhos isso pode indicar que Gaio era um dos convertidos de João (cf. com. de 1Jo 2:1; 2Jo 4; cf. 1Ts 2:7-12; 1Tm 1:2). CBASD, vol. 7, p. 768.

Demonstra uma preocupação paternal pelos cristãos. Bíblia de Estudo Andrews.

5 irmãos, e […] estrangeiros. Gaio era hospitaleiro com esses obreiros cristãos, mesmo que fossem estrangeiros. Bíblia de Estudo Andrews.

7. Por causa do Nome. Evidências textuais confirmam … esta variante, isto é, o nome de Jesus (ver com. de At 3:16; 4:12; Rm 1:5). CBASD, vol. 7, p. 768.

Saíram. Partiram de sua igreja local, possivelmente Éfeso. Nos dias de João, o espírito de evangelização, levando os cristãos a divulgar as boas novas de um lugar, era louvável. CBASD, vol. 7, p. 768.

nada recebendo dos gentios. Os que trabalham para Jesus, necessitam do auxílio de outros cristãos (v. 8); eles não procuram suporte de descrentes (1Ts 2:9). Bíblia de Estudo Andrews.

8. Portanto, devemos. Porque os missionários não levavam nada dos pagãos e por não haver apoio regular de uma tesouraria naquela época, era necessário que homens como Gaio ajudassem os trabalhadores e, assim, aliviassem a necessidade de pedir donativos. Pelo uso de “nós”, João reconhece o dever dele mesmo nessa questão da hospitalidade.  CBASD, vol. 7, p. 768.

acolher esses irmãos. Fazê-los se sentir bem-vindos. Bíblia de Estudo Andrews.

9-11 Advertência contra Diótrefes, que era egocêntrico e não demonstrava hospitalidade. Bíblia de Estudo Andrews.

9. Gosta de exercer a primazia. Desejo de controle e honra pessoal. Isso prejudica a igreja (Mc 9:35). Bíblia de Estudo Andrews.

Diótrefes abrigava ambições profanas. Aspirava a ser o primeiro por causa da posição e não pelo bem que podia realizar. A posição não é definida, e não há provas de que se refira a um bispado. A igreja cristã já era instruída sobre a ambição indesejável. (Mt 20:20-28; Lc 22:24-27; Jo 13:1-17). CBASD, vol. 7, p. 769.

10. far-lhe-ei lembradas. Apontar o erro das ações de Diótrefes da maneira que Jesus aconselhou (Mt 18:15-17), não usando fofocas, como este estava habituado. Bíblia de Estudo Andrews.

Impede. Diótrefes tomou medidas efetivas para impedir os outros de oferecer a hospitalidade que ele se recusou a dar. … O ato hostil reflete o poder de Diótrefes na igreja local, mas a situação mostra que a igreja não estava totalmente do lado dele, pois alguns, pelo menos, estavam em harmonia com o apóstolo e queriam receber os obreiros viajantes. CBASD, vol. 7, p. 770.

Recebê-los. Ao negar hospitalidade aos obreiros viajantes, Diótrefes recusou reconhecer a autoridade de João, pois os irmãos itinerantes levavam a recomendação do apóstolo itinerante. CBASD, vol. 7, p. 769, 770.

Os expulsa da igreja. Ou, excomungando-os (cf. João 9:34). É claro que a controvérsia era grave: houve um grande confronto entre escola apostólica e os adeptos dos falsos mestres. Nesta igreja, em particular, o partido herético, pelo menos, estava temporariamente em ascensão e podia impor sua vontade sobre a congregação. CBASD, vol. 7, p. 770.

11 O poder e a influência de Diótrefes podiam parecer impressionantes, mas ele não deveria ser imitado. Bíblia de Estudo Andrews.

Não imites. Ou, “não sigas”. João faz uma pausa em sua discussão sobre o conflito dentro da igreja e afirma verdades gerais que, se observadas, permitiriam a Gaio sempre tomar decisões certas. CBASD, vol. 7, p. 770.

Senão o que é bom. Nessa linguagem incisiva é possível que o apóstolo tenha feito uma análise da situação enfrentada por Gaio e seus amigos: a ação de Diótrefes era “má” e não devia ser imitada. Por sua vez, A ação elogiada por João nos versos 5 a 8 era “boa” e devia ser posta em prática. CBASD, vol. 7, p. 770.

Pratica o bem. No restante do versículo há uma impressionante semelhança entre a linguagem utilizada na primeira epístola de João (cf. 1Jo 3:6-10). Aqui está a expressão positiva da verdade afirmada negativamente em 1João 3:9 (ver com. ali). CBASD, vol. 7, p. 770.

jamais viu a Deus. Fala da grande realidade de que a prática do mal não tem lugar na vida dos filhos de Deus. entretanto, em 1 João se reconhece que, no presente, os cristãos não se afastam por completo do pecado e só consegue alcançar esse ideal por intermédio de Jesus. Bíblia de Estudo Andrews.

12 Demétrio. Talvez fosse o mensageiro que levou a carta a Gaio. Bíblia de Estudo Andrews.

Todos lhe dão testemunho, até a própria verdade. Ou, Demétrio vivia em harmonia com os padrões cristãos. João aqui personifica a verdade e torna a testemunhar a excelência do caráter de seu amigo. CBASD, vol. 7, p. 770.



III JOÃO – Comentário Pr. Heber Toth Armí
24 de março de 2025, 0:40
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III JOÃO – Esta é uma das cartas mais curtas da Bíblia, entretanto, está repleta de ensinamentos preciosos. Essa pequena cartinha nos transporta para os desafios da igreja do primeiro século, revelando personagens como Gaio, Diótrofes e Demétrio – exemplos do bem e do mal dentro da Igreja.

• Mas, por que estudar essa breve carta?

Porque, apesar de curta, ela trata de temas fundamentais: Hospitalidade, fidelidade, liderança e o perigo do autoritarismo eclesiástico. Ela nos desafia a refletir sobre como tratamos os irmãos na fé e como lidamos com a autoridade e o serviço cristão.

Então, ao mergulhamos nesse pequeno, mas profundo livrinho bíblico, que possamos perguntar: Se João escrevesse um e-mail para nós, o que ele diria sobre nossa conduta na igreja e no mundo?

“João escreve contra os conflitos de liderança na igreja por causa da ameaça à unidade dos seus membros e dos danos à sua mensagem. A epístola primeiro discute e avalia um personagem positivo (Gaio; 3Jo 1-8); depois, um personagem negativo (Diótrofes; v. 9-10); e, por fim, outro personagem positivo (Demétrio; v. 11-12)”, sintetiza Ekkehardt Mueller.

“O tema da epístola é firmeza diante da oposição. Gaio, o recebedor da carta, é exortado a resistir Diótrofes, um perturbador que provavelmente havia aceitado os ensinos dos gnósticos” (Bíblia do Discípulo).

III João nos desafia a refletir sobre nosso papel na igreja e na sociedade. Os três personagens apresentados representam atitudes que ainda são vistas nas comunidades cristãs:

• Gaio nos lembra da importância da hospitalidade e da cooperação na obra de Deus.
• Diótrofes alerta contra a soberba, o autoritarismo e a falta de amor.
• Demétrio nos incentiva a viver um testemunho digno do evangelho.

Esses personagens oferecem-nos lições valiosas sobre administração eclesiástica e a importância da unidade na igreja.

• Gaio representa o tipo de gestor que acolhe e fortalece a obra missionária, priorizando o crescimento espiritual dos fiéis.
• Já Diótrofes ilustra o perigo de uma liderança centralizadora e dominadora, que ignora a colaboração e busca a primazia. Esse tipo de administração causa divisões e enfraquece a missão da igreja.
• Por outro lado, Demétrio lembra-nos que integridade e bom exemplo são essenciais para que um líder conquiste respeito e confiança.

A liderança cristã deve ser exercida com humildade, serviço e compromisso com a verdade. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



II JOÃO 1 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO
23 de março de 2025, 1:30
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Texto bíblico: II JOÃO 1 – Primeiro leia a Bíblia

II JOÃO 1 – BLOG MUNDIAL

II JOÃO 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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II JOÃO 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
23 de março de 2025, 0:50
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1007 palavras

Introdução. A segunda epístola de João é um tesouro num pequeno frasco, que convida os leitores de todas as idades a aceitar e viver o amor e a verdade de Jesus Cristo. A exemplo da primeira epístola, 2 João celebra a ordem de amar uns aos outros, a qual existe desde o princípio e é colocada em prática por meio da observância dos mandamentos (v. 5, 6; comparar com 1Jo 2:7-10; Jo 13:34). Também adverte os cristãos a se precaver dos que rejeitam o que João e outros autores do NT ensinam sobre Jesus e negam que Cristo veio “em carne” (v. 7-11; ver 1Jo 4:3). Bíblia de Estudo Andrews.

Mensagem. A segunda epístola de João conclamou a “senhora” e seus “filhos” a um amor mais constante e à fidelidade em face da chegada dos “enganadores”, os quais negavam que Jesus Cristo tinha vindo em carne, na forma humana. Bíblia de Estudo Andrews.

1. Presbítero (ARA; ARC: “Ancião”). O título pode se referir à idade ou à posição, ou ambas as coisas. Uma vez que este Comentário afirma a autoria do apóstolo João (ver p. 755), pode-se observar que a palavra “ancião” é adequada. No momento em que a carta foi escrita, c. 95 d.C. (ver p. 755), João seria já idoso e o último apóstolo sobrevivente, de acordo com a tradição. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 757.

Senhora. A senhora a quem a carta é dirigida pode ter sido líder da igreja à qual João escreve, e seus “filhos” podem ser os membros da igreja (cf. 3Jo 4). O teor da mensagem é mais adequado a um grupo de crentes do que a um indivíduo, e a cristãos maduros, em vez de a filhos de certa mulher. CBASD, vol. 7, p. 757.

[ou] Uma igreja local que conhecia bem a João (5, 13). Bíblia Shedd.

Eleita. Provavelmente usado aqui no sentido de eminência [proeminência, excelência] ética. CBASD, vol. 7, p. 757, 758.

Amo na verdade. O amor do autor é real. Bíblia de Estudo Andrews.

A verdade. Ou, a doutrina cristã, como exposta por Cristo, que é “a verdade” (ver com. de Jo 8:32; cf. Jo 14:6), e “o Espírito da verdade” (Jo 14:17). Aqueles que defendem essa “verdade” amam aqueles que compartilham de suas crenças. CBASD, vol. 7, p. 758.

2 Por causa da verdade. É por causa da nossa aceitação comum da verdade que estamos tão intimamente relacionados pelos laços de amor. CBASD, vol. 7, p. 758.

Tal amor vem da fé na verdade compartilhada do amor de Jesus por nós (1Jo 5:1). Bíblia de Estudo Andrews.

4-6 Um chamado ao amor e piedade manifestados uns por outros. Bíblia de Estudo Andrews.

6. E o amor é este. O amor não consiste apenas em acalentar sentimentos afetuosos para com os outros, mas em observar a conduta correta para com nossos semelhantes, conforme indicado nos mandamentos de Deus. CBASD, vol. 7, p. 759, 760.

Os mandamentos de Deus podem se resumir na ordem de amar (Jo 13:34), pois todos eles, quando corretamente compreendidos, nos mostram como amar (Mt 22:36-40). Bíblia de Estudo Andrews.

7-11 Uma advertência contra os falsos mestres, seus ensinos e sobre a forma de tratá-los. Bíblia de Estudo Andrews.

7. Porque muitos enganadores têm saído. Os cristãos deveriam partilhar esse tipo de amor a fim de resistir àqueles que espalhavam falsos ensinos a respeito de Jesus. Bíblia de Estudo Andrews.

Enganadores. Os desordeiros são identificados no fim deste versículo como aqueles que negam as implicações da encarnação. CBASD, vol. 7, p. 760.

O anticristo. Ver com. de 1Jo 2:18, 22. João identifica todos os “enganadores” como sendo, em última análise, representados pelo grande enganador e anticristo, Satanás. Todo o trabalho de embuste procede do diabo, não importa que forma local seus servos possam assumir. CBASD, vol. 7, p. 760.

9 ultrapassa. Vai além dos ensinos de Cristo e passa a divulgar teorias da própria imaginação. Bíblia de Estudo Andrews.

O cristão é conservador. Ele não ultrapassa os fundamentos da verdade no ensino de Jesus e Seus apóstolos. Bíblia Shedd.

Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo. Isto é, quem tenta ir além dos ensinamentos de Cristo, como os gnósticos faziam (ver p. 687, 688). A fraseologia remete à primeira epístola de João (cf. em 1Jo 3:6). CBASD, vol. 7, p. 760.

Não permanece. Aquele que tenta ir aonde Cristo não guiou, sai do domínio de Cristo, portanto, não permanece na doutrina dada por Ele. CBASD, vol. 7, p. 761.

O que permanece na doutrina, esse tem tanto o Pai como o Filho. Aquele que vagueia fora da verdade perde o Pai, e quem permanece nela tem o Pai e também o Filho por meio do qual toda a verdade é revelada (1Jo 2:23). CBASD, vol. 7, p. 761.

10. Não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas. Estender hospitalidade a alguém demonstra apoio a essa pessoa e àquilo que ela representa. Os mestres itinerantes eram dependentes da hospitalidade dos outros para o sustento (Mt 10:11-13; Lc 10:38; 19:5; 3Jo 5-7). Bíblia de Estudo Andrews.

Nem lhe deis as boas-vindas. Uma saudação formal, que costumava envolver o desejo da bênção de Deus sobre a pessoa e seu trabalho (ex., 2Jo 3; 1Sm 25:6; Lc 10:, 10, 11). Bíblia de Estudo Andrews.

Este conselho aparentemente rude só se aplica no caso de um “enganador” e “anticristo” (v. 7), e não tem relação direta com a hospitalidade que os cristãos devem alegremente mostrar aos amigos estrangeiros e necessitados (ver Mt 25:35; Hb 13:2). Não haveria motivo algum para receber um visitante determinado a enganar a igreja de Deus. […] não é possível manter uma comunhão cristã entre o crente e o falso mestre (cf. 1Co 5:9-13). CBASD, vol. 7, p. 761.

11 Cúmplice. João deixa claro por que não devemos entreter os falsos mestres: a associação voluntária com eles vai fazer parecer que aprovamos seus ensinamentos, e os incautos poderiam interpretar mal até mesmo a hospitalidade bem-intencionada concedida a esses mestres. CBASD, vol. 7, p. 761.

12 Muitas outras coisas. Nesta carta, o apóstolo tem tratado apenas com a questão mais urgente para alertar seus leitores sobre o perigo dos falsos mestres. Muitos outros temas chamam atenção, mas podem ser abordados de forma mais clara e rápida, pessoalmente. CBASD, vol. 7, p. 761.

Papel. Do gr. chartes, “uma folha de papiro”, material comum de escrita. CBASD, vol. 7, p. 761.

13 Tua irmã eleita. Uma irmã literal ou o símbolo da comunidade da igreja. Bíblia de Estudo Andrews.



II JOÃO – Comentário Pr. Heber Toth Armí
23 de março de 2025, 0:40
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II JOÃO – Aqui João dá um recado direto!

• “João diz que, como presbítero, ama a igreja. Entretanto, para compreender a natureza do verdadeiro amor entre os cristãos, é necessário um qualificador: a ‘verdade’ (2Jo 2), pois o amor cristão é expresso no contexto da verdade. A ênfase no amor e na verdade indica que as igrejas de João enfrentavam uma crise relacionada a essas duas coisas. Trata-se quase de uma personificação da ‘verdade’, pois ela ‘permanece em nós’ e ‘conosco estará para sempre’. A verdade nos lembra de Jesus, que é a Verdade (Jo 14:6). O Espírito Santo e a verdade estarão com os crentes para sempre (2Jo 2; Jo 14:16). Tanto a verdade quanto o amor apontam, em última análise, para Deus e pertencem, juntos, à fé e à experiência cristã. Eles formam o tema principal de 2 João. A verdade é necessária para discernir os ‘enganadores’ e as suas obras (v. 7-8) e para permanecermos no ensino de Cristo (v. 9-10)” (Ekkehardt Mueller).

A verdade não é relativa; há distinção clara entre verdade e erro. Quando a verdade é comprometida, abre-se espaço à proliferação da heresia, colocando em risco a fé e o relacionamento com Deus.

• “As heresias podem ser muito prejudiciais para a igreja e para sua mensagem. Não devemos ser indiferentes à verdade bíblica tampouco considerar qualquer oposição à heresia como severa ou arrogante. A tolerância descontrolada pode levar à complacência, e a complacência leva à heresia. Nenhuma igreja está imune a coisas desse tipo. João nos lembra que existe uma diferença básica entre a verdade e o erro, que aquilo em que acreditamos é importante e que nossas crenças afetam nosso relacionamento com Deus”, alerta Mueller.

Esta exortação encontra paralelo nas cartas de Paulo a Timóteo e Tito, que também abordam a importância da verdade e da sã doutrina na vida da igreja (I Timóteo 4:16; Tito 1:9).

Diante disso, somos desafiados a estudar e aplicar os ensinos de II João, reconhecendo que a verdade não é mero detalhe, é o alicerce sobre o qual construímos nossa fé!

Assim como João, Paulo, Timóteo e Tito permaneçamos firmes na verdade, combatendo o erro com amor e firmeza, preservando a integridade do evangelho e promovendo o crescimento espiritual da igreja!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



I JOÃO 5 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO
22 de março de 2025, 1:30
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Texto bíblico: I JOÃO 5 – Primeiro leia a Bíblia

I JOÃO 5 – BLOG MUNDIAL

I JOÃO 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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I JOÃO 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
22 de março de 2025, 0:50
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1131 palavras

1-5 Resumo dos cap 1-4. Mostra que o amor uns pelos outros, o amor a Deus e a guarda dos mandamentos são elementos inseparavelmente ligados na vida daqueles que creem em Jesus (sobre o cumprimento da LEI de Deus, ver Mt 22:36-40; Jo 14:15; Rm 13:8-10; Gl 5:14). Bíblia de Estudo Andrews.

1 crê. Uma fé ativa e constante, não um pensamento ou sentimento ocasional. Bíblia de Estudo Andrews.

2 todo aquele que ama o Pai ama também o que dele foi gerado. João escreveu numa época em que os membros da família eram estreitamente ligados entre si, numa unidade sob o comando do pai. O apóstolo podia, portanto, citar a família como ilustração para demonstrar que quem amar a Deus, o Pai, amará naturalmente os filhos de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

3 não são penosos. Os nascidos de Deus naturalmente passam a amar e a se parecer com o Pai (3:9; 4:7,8; 5:1; Mt 11:28-30). Bíblia de Estudo Andrews.

Não porque os próprios mandamentos sejam leves ou fáceis de se obedecidos, mas, como explica João no v. 4, por causa do novo nascimento. Quem nasceu de Deus pela fé é capacitado a obedecer pelo Espírito santo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Em contraste com as minuciosas obrigações do legalismo judaico (Mt 23.4), o jugo de Cristo é suave (Mt 11.30; cf Rm 12.2). Bíblia Shedd.

4 vence o mundo. Isto é, vive de acordo com o amor e os mandamentos do Pai, não segundo os caminhos do mundo (2:15, 16). Trata-se de uma promessa reclamada pela fé. Bíblia de Estudo Andrews.

Vencer o mundo é conquistar a vitória sobre seu padrão pecaminoso de vida – outra maneira de se referir à obediência a Deus (v. 3). Bíblia de Estudo NVI Vida.

6-13 O testemunho convicto de que quem crê no Filho de Deus tem a vida eterna. Bíblia de Estudo Andrews.

6 água e sangue. Provável representação do batismo de Jesus, que deu início a seu ministério terrestre, e de sua morte na cruz, a qual marcou seu término (Jo 15:26). Bíblia de Estudo Andrews.

Ensinamento contrário aos dos heréticos gnósticos que diziam que cristo se encarnou no homem Jesus por ocasião do Seu batismo, mas que o deixou antes da Sua morte. Bíblia Shedd.

João insiste em que Jesus Cristo é Deus, além de homem (1.1-4; 4.2; 5.5). Agora assevera que foi esse Deus-homem Jesus Cristo quem entrou em nosso mundo, foi batizado e morreu. Jesus era o Filho de Deus, não somente no batismo, mas também em sua morte (v. 6b). Essa verdade é extremamente importante porque, se Jesus morreu somente como homem, sua expiação sacrificial (2.2; 4.10) não teria sido suficiente para eliminar a culpa da humanidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Tanto a morte como a ressurreição de Cristo eram negadas pelos [gnósticos] docéticos, os quais negavam a natureza humana de Cristo (4.2). Bíblia de Genebra.

7 três. A lei [do] AT exigia “duas ou três testemunhas”(Dt 17.6; 19.15; v. 1Tm 5.19). Bíblia de Estudo NVI Vida.

No Céu. Evidências textuais apoiam (cf. p. xvi [do CBASD]) a omissão da variante “no céu: o Pai, a Palavra, e o Espírito Santo; e estes três são um. E três são os que testificam na terra.”… O texto como se apresenta na [versão] ARA não se encontra em nenhum manuscrito grego anterior aos séculos 15 e 16. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 746. [Obs: O CBASD apresenta interessante exposição adicional sobre esta adição, por Erasmo, ao texto grego da Vulgata, adição esta chamada de Comma Joanina.]

8 O Espírito, a água e o sangue. São aspectos do único batismo de Jesus por nós (Ef 4.4n). O batismo do Espírito (1Co 12.13) e na água (At 2.38) são para todos os que crêem. Bíblia Shedd.

testificam. Sobre quem é Jesus (1:1-3; 5:11). Bíblia de Estudo Andrews.

10-13 O testemunho de que quem crê no Filho de Deus tem a vida eterna. Jesus habita naqueles que creem nele e, por meio de sua presença, os cristãos têm segurança e experimentam a vida eterna hoje (sobre a SEGURANÇA cristã de salvação, ver Jo 3:14; 5:22; Rm 8:31-39). Bíblia de Estudo Andrews.

10 O testemunho (cf Rm 8.16). Refere-se à segurança e paz internas providas pelo Espírito (Fp 4.7). Bíblia Shedd.

11 a vida eterna … está no Seu Filho. Essa é a verdade central da mensagem cristã. Bíblia de Genebra.

13 O Evangelho de João [Jo] foi escrito para despertar a fé (20.31). A primeira epístola [1Jo] foi escrita para dar certeza da fé. Bíblia Shedd.

14-21 Uma síntese das certezas que os cristãos têm em Jesus. Bíblia de Estudo Andrews.

14 se pedirmos alguma coisa de acordo com a sua vontade. Quanto a outra condição prévia para a oração, v. 3.21, 22. Bíblia de Estudo NVI Vida.

16 seu irmão. A passagem deixa claro o valor da oração intercessora em favor dos que estão presos no pecado. Bíblia de Estudo Andrews.

Não para a morte. Parece inegável que João identifica classes de pecado, pois, um pouco mais adiante, neste mesmo versículo, fala de “pecado para a morte”. Porém, o contexto deve ser mantido em mente. Nos v. 14 e 15, ele deu a segurança de que as orações dos crentes serão respondidas. Aqui ele aplica a promessa a um tipo específico de oração (a que se faz em favor de alguém) e explica em que circunstância ela pode ser eficaz. Ao fazê-lo, ele discute duas classes de pecados: aqueles em que há ou não esperança para o pecados. Na primeira classe, a oração pode ser uma ajuda eficaz para a redenção; no segundo, como João explica mais tarde, não há garantia de que a oração será eficaz. Geralmente se entende que o pecado para a morte é o pecado imperdoável ([o pecado para o qual não se pediu perdão e anestesia a consciência, anulando a ação do Espírito] ver com. de Mt 12:31, 32). Portanto, o pecado que não é para a morte é qualquer outra forma de pecado em que um irmão pode cair. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 746.

pecado para morte. A rejeição do testemunho do Espírito, como os oponentes de João faziam, só pode levar à morte (4:1-3; Mt 12:31; Jo 16:7,8; sobre as consequências do PECADO, ver Rm 6:23; Gn 3:1-6). Bíblia de Estudo Andrews.

19 O mundo inteiro jaz no maligno. Isto no sentido que a humanidade é passivamente controlada pelo diabo e seus anjos (Ef 2.2; 6.12). Bíblia Shedd.

Ninguém pode escapar à rede de tentação, pecado e condenação do maligno sem o socorro divino. Mas as pessoas também não podem fugir de sua responsabilidade tentando culpar outro agente, a saber, o diabo, por sua própria situação (Gn 3.12-13). Paradoxalmente, a escravização ao pecado é voluntária (Tg 1.13-15). Somente o Filho de Deus pode destruir a servidão e substituí-la por uma vida de perdão, gratidão e obediência (3.8). Bíblia de Genebra.

21 guardai-vos dos ídolos. Ou seja, de dar preferência a alguém (2:22; 4:1) ou a algo (2:15, 16) em lugar de Deus. Bíblia de Estudo Andrews.

Todo substituto de Deus é um ídolo. João provavelmente refere-se aos erros doutrinários, morais e éticos que, na prática, são idolatria (cf 1 Co 10.12). Bíblia Shedd.



I JOÃO 4 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO
21 de março de 2025, 1:30
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Texto bíblico: I JOÃO 4 – Primeiro leia a Bíblia

I JOÃO 4 – BLOG MUNDIAL

I JOÃO 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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I JOÃO 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
21 de março de 2025, 0:50
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1101 palavras

1, 2 provai os espíritos. Muitos afirmam ser guiados pelo Espírito Santo, quando, na verdade, o espírito que os guia não vem de Deus (1Tm 4:1). Bíblia de Estudo Andrews.

1 Não deis crédito. O texto indica que muitos estavam dando ouvidos a diversos espíritos. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 727.

espírito. O apóstolo exortou seus leitores a que comprovassem o que se lhes dizia, que não fossem crédulos e que não aceitassem toda manifestação espiritual como provindas de Deus. Parece que eles estavam sob a influência de homens que alegavam autoridade divina para ensinar o que não era verdade. CBASD, vol. 7, p. 727.

Uma mensagem sobrenatural pode vir de Deus, através de Seu Espírito (3.24), ou do diabo, através de um demônio (cf. 2.18-23). Bíblia Shedd.

provai os espíritos. Deus não espera que os cristãos sejam crédulos. Ele confere à igreja o dom de distinguir entre verdadeiros e falsos espíritos. […] O dever de cada crente é aplicar a tudo que lê e ouve a prova dos escritos inspirados dos profetas e apóstolos. Somente assim cada crente pode saber que sua fé está baseada em Deus e não nos homens. CBASD, vol. 7, p. 728.

falsos profetas. O profeta verdadeiro fala da parte de Deus, sendo “impelido” pelo Espírito Santo (2Pe 1.21). Falsos profetas, como os gnósticos dos dias de João, falam sob a influência de espíritos afastados de Deus. Cristo advertiu dos falsos profetas (Mt 7:5; 24:11), assim como Paulo (1Tm 4.1) e Pedro (2Pe 2.1). Bíblia de Estudo NVI Vida.

2 Confessa. Não é o simples reconhecimento de quem é Jesus. Isto os demônios fazem (Mc 1.24; 3:11; cf Tg 2.19). É uma confissão em sujeição a Ele com o propósito de glorificá-lO (Jo 16.4-6). Bíblia Shedd.

todo espírito que confessa … Jesus. A pessoa pode ser provada verificando se suas palavras sobre Jesus estão de acordo com o que João e os outros autores da Bíblia dizem. Outra prova sobre mestre e profetas é encontrada em Is 8:20; Jr 28:9 e Mt 7:20. Bíblia de Estudo Andrews.

Veio. Cristo […] ainda mantém a natureza humana, bem como a divina. É um representante humano no Céu, ainda que divino, pois é membro da Trindade. CBASD, vol. 7, p. 729.

Em carne. Em cada etapa da história do mundo tem havido uma verdade presente a ser ressaltada, mas essa verdade presente tem variado através dos tempos. Os judeus que se converteram depois do Pentecostes precisavam aceitar Jesus como o Messias esperado, a fim de se tornarem cristãos, pois o ponto essencial era reconhecer a divindade de Cristo. Poucos anos depois, os gnósticos começaram a negar não a divindade, mas a humanidade do salvador. Eles acreditavam que os deuses se manifestavam aos homens de várias maneiras, mas negaram que “o verbo se fez carne”. CBASD, vol. 7, p. 729.

Jesus Cristo veio em carne. João exclui assim (entre outros) os gnósticos, sobretudo os ceríntios, para quem o Cristo divino veio sobre o Jesus humano no seu batismo e depois o abandonou na cruz, de modo que foi somente o homem Jesus que morreu. Bíblia de Estudo NVI Vida.

João distingue o evangelho do erro dos docéticos, os quais diziam que Jesus Cristo não era verdadeiramente humano … A natureza humana de Cristo era essencial para que ele pudesse morrer por nossos pecados. Bíblia de Genebra.

4 tendes vencido. Tendes resistido aos ensinos dos falsos profetas. Bíblia de Estudo Andrews.

6 Não nos ouve. Se um homem resistir ao poder convincente do Espírito, é pouco provável que ouça um servo de Deus. CBASD, vol. 7, p. 731

Nisto. Se a pessoa está em harmonia com o que João ensina. Bíblia de Estudo Andrews.

O espírito da verdade. O Espírito Santo é a fonte de impulso dos crentes para buscar a verdade. CBASD, vol. 7, p. 731

7-21 Um chamado para os filhos de Deus amarem como o Pai ama. Bíblia de Estudo Andrews.

O amor de Deus Pai por “seu Filho unigênito” (v. 9) é a fonte do amor que une a congregação dos crentes como uma família. Ao dar-nos o Seu Filho, o Pai fez-nos conhecer o amor perfeito e a vida eterna que o Pai e o Filho sempre tiveram. Bíblia de Genebra.

8 Deus é amor. O amor é a essência da natureza de Deus. Bíblia de Estudo Andrews.

9 Filho unigênito. O termo grego [unigênito] também pode ser traduzido por “um e único Filho”, referindo-se antes à singularidade de Cristo do que à Sua eterna geração. Bíblia de Genebra.

10 propiciação pelos nossos pecados. Cristo afastou a justa ira de Deus e satisfez as exigências da justiça divina em nosso favor. Fez isto a fim de cumprir o amor de Deus. Bíblia de Genebra.

12 Ninguém jamais viu a Deus; se amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós. … o amor de uns pelos outros evidencia a presença de Deus em seus filhos. Bíblia de Estudo Andrews.

Dessa forma, o Deus a quem “ninguém jamais viu” é visto nos que amam, pois Deus habita neles. Bíblia de Estudo NVI Vida.

16 Deus é amor. O amor de Deus é demonstrado em Sua fidelidade à aliança e na Sua busca incansável pelos pecadores, apesar da rebeldia ou indiferença destes (v. 8; Êx 34.5-7). Bíblia de Genebra.

17 mantenhamos confiança. A confiança no amor de Deus, enquanto ele preenche nossa vida, desfaz todo o medo do juízo (Hb 4:15, 16; ver outros aspectos da SEGURANÇA cristã em Rm 8:31-39). Bíblia de Estudo Andrews.

como ele. Como Cristo. O fato de sermos semelhantes a Cristo no amor é sinal de que Deus, que é amor, vivem em nós; por isso, podemos ter confiança, no Dia do Juízo, de que somos salvos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

18 No amor não há medo. Não há medo de sermos condenados por Deus, pois o amor genuíno confirma a salvação. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O amor é o antídoto do temor. Onde há amor aperfeiçoado, o próprio terror da morte desvanece, o que é amplamente demonstrado pelos mártires. Bíblia Shedd.

O amor de Deus é perfeito em si mesmo e traz a promessa da perfeição tão logo o recebemos (vs. 12, 17; 2.5). Mas, visto estarmos sendo aperfeiçoados em Seu amor ao longo do tempo (3.2), os remanescentes do temor podem coexistir temporariamente com o amor. O “perfeito amor” da parte de Deus “lança fora o medo” de forma progressiva, não instantânea. Bíblia de Genebra.

19, 20 Nós amamos porque. O amor inacreditável de Deus desperta nosso amor em resposta, um amor que transborda em tudo ao redor. Bíblia de Estudo Andrews.

21 Ame também seu irmão. O apóstolo mostrou que odiar a um irmão e amar a Deus são coisas incompatíveis (v. 20). CBASD, vol. 7, p. 741

Foi Cristo que uniu Dt 6.4 e Lv 19.18 declarando que toda a obrigação do homem está resumida no duplo mandamento de amar a Deus e ao próximo (Mt 22.37-40). Bíblia Shedd.



I JOÃO 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
21 de março de 2025, 0:40
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I JOÃO 5 – Como cristãos, muitas vezes “não temos credibilidade porque, em muitas ocasiões, nosso discurso não se harmoniza com nossa vida. Não podemos dizer ‘Cristo ama você’ e tratar mal nossos empregados, enganar aos que estão em nosso redor ou ser racista, elitista ou machista. Causa dissonância alguém falar de amor e não demonstrar amor. Só estaremos autorizados a dizer essa frase quando, de fato, amarmos. Só então nosso discurso e nossa vida serão coerentes e teremos credibilidade. Agora, se decidirmos amar (primeira a Deus e, depois, aos outros), entramos na vida da responsabilidade e da verdadeira identidade cristã. Não teremos de empreender cruzadas, pois o importante será a cruz que redime. Não teremos que avaliar ou indagar, pois Jesus não veio julgar, mas salvar. Não teremos de exigir normas, pois os princípios nos farão indivíduos dinâmicos. Não viveremos no erro, pois a luz de Cristo esclarecerá tudo. Seremos verdadeiramente de Jesus e poderemos dizer aos outros: Cristo ama você”, reflete Victor Armenteros.

A fé não é um conceito abstrato; é a força que nos faz filhos de Deus e torna-nos vitoriosos. Diante de I João 1:1-5, não há meio termo: Quem de fato pertence a Deus ama, obedece e vence.

• A obediência não é um fardo, mas uma marca da transformação provida pelo evangelho: Os mandamentos de Deus não são pesados – ao converso.
• O verdadeiro cristão não luta contra Deus, ele encontra prazer em seguir Sua vontade. Isso torna-o inconformado com o sistema maligno deste mundo; então, ele resiste, persevera e triunfa.

João deixa bem claro que não há salvação fora de Cristo. A eternidade está definida pela nossa relação com Ele. Rejeitar a Cristo implica chamar Deus de mentiroso (I João 5:6-12).

João escreve para gerar convicção, mostrando que a salvação não é incerta, é garantida (I João 5:13-17). Nesse contexto, a oração não é um jogo de sorte, é alinhamento com Deus. A igreja deve orar pelos que caem em pecado, mas discernir os casos de endurecimento espiritual – “pecado que leva à morte”.

O verdadeiro cristão não vive na prática do pecado; ainda que tropece, sua vida não será dominada pelo pecado. O cristão deve permanecer vigilante, para não cair em desvios religiosos: “Guardem-se dos ídolos” (I João 5:18-21).

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.