Reavivados por Sua Palavra


MARCOS 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
1 de setembro de 2024, 0:40
Filed under: Sem categoria

MARCOS 5 – Este capítulo vai além de milagres, revelando de forma contundente a autoridade suprema de Cristo sobre todas as esferas da existência humana: O mundo espiritual, a doença e a morte. Através dessas interações, Marcos oferece uma janela para a natureza de Cristo como Salvador, Rei e Deus encarnado.

Em Marcos 5, temos uma apresentação clara e vívida da natureza de Jesus. Ele é Senhor soberano sobre o mundo espiritual, Médico Divino que cura e restaura, e Conquistador da morte. Esses episódios não são meramente relatos miraculosos, são revelações da identidade de Jesus como Filho de Deus, que possui poder supremo e amor compassivo para salvar holisticamente ao pecador.

O encontro de Jesus com um homem possuído por uma legião de demônios na região dos gadarenos é uma cena vívida de demonstração de Seu poder e autoridade sobre o poderoso e real reino espiritual. A legião reconheceu imediatamente a superioridade de Jesus e implorou para serem enviados aos porcos. A súplica dos demônios revela a onipotência de Cristo e Sua natureza divina, pois até mesmo seres espirituais malignos reconheceram o poder que emana dEle (Marcos 5:1-20). O fato desses demônios pedirem permissão para entrar nos porcos e, posteriormente, a morte desses animais ao precipitarem-se ao mar, revela que Cristo tem controle absoluto sobre todas as coisas, incluindo o destino do reino satânico.

Embora Jesus seja o Soberano Deus do Universo, o relato destaca Sua sensibilidade e compaixão, ao curar de forma inusitada a mulher que O tocou com fé. A passagem ultrapassa a mera cura física; Jesus insiste em conhecer a identidade da mulher, permitindo-lhe um espaço de confissão e fé pública (Marcos 5:21-34).

O clímax do capítulo é a ressurreição da filha de Jairo, um líder da sinagoga (Marcos 5:35-43). Essa ressurreição aponta para algo maior: A vitória de Cristo sobre a morte através de Sua própria ressurreição!

Cristo não é apenas uma figura histórica ou meramente um Mestre moral. Ele é Deus encarnado, cuja natureza divina é manifestada em cada ação. Marcos 5 convida-nos a reconhecer essa verdade e a responder com fé Àquele que tem poder sobre todos os aspectos da vida e da morte, oferecendo-nos não apenas cura e libertação temporária, mas a promessa de vida eterna.

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MARCOS 4 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
31 de agosto de 2024, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: MARCOS 4 – Primeiro leia a Bíblia

MARCOS 4 – BLOG MUNDIAL

MARCOS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MARCOS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
31 de agosto de 2024, 0:50
Filed under: Sem categoria

1267 palavras

1 entrou num barco. Afastando-se da multidão, Jesus podia, do palco do barquinho, ser ouvido por muito mais gente. Bíblia Shedd.

2 parábolas. Em geral continham continham uma verdade central, e não precisava haver significado em cada detalhe. Bíblia de Estudo NVI Vida.

8 Outracaiu em boa terrae cresceu, produzindo. Quando interpretando parábolas narrativas, o que é dito por último é usualmente a chave para entender a parábola. É a chamada “tensão final”. A parábola quer dizer que o reino de Deus triunfará extraordinariamente, a despeito de tentativas para deter o seu sucesso. Isto fica claro a partir do contexto do capítulo anterior: primeiro, os oponentes de Jesus estavam observando se Ele iria curar no sábado para que eles O acusassem; depois, eles O acusaram não só de ser insano, mas de estar operando em nome de Satanás; terceiro, mesmo Sua mãe e irmãos tiveram dúvidas. Mas a parábola ensina que o reino de Jesus terá sucesso extraordinário. Uma boa colheita na Palestina seria aquela que rendesse dez vezes mais. Trinta, sessenta e cem vezes mais seria realmente extraordinário. Andrews Study Bible.

9 Quem tem ouvidos. Esta frase é uma chamada para ficar atento. Bíblia de Genebra.

11 mistério. Significa “fechado” ou “escondido” no grego. Popularmente o termo dava nome ao tipo de ritos religiosos místicos. No NT trata da verdade de Deus, outrora oculta, mas agora revelada. Bíblia Shedd.

14-20 O “mistério” da parábola não é o seu ensino moral a respeito da dureza dos corações humanos. O “mistério” está no paradoxo que a vinda do reino de Deus deve ser comparada com uma frágil semente. Bíblia de Genebra.

19 ambições. Do gr. epithumia, “desejo ardente”, “anelo”, “anseio”. Foi “com desejo [gr epithumia]” que Jesus desejou celebrar a última Páscoa com os doze (Lc 22:15). O desejo é errado apenas quando é dirigido às coisas más. Aqui se trata de interesses mundanos, tais como o desejo de riquezas, que torna o “desejo” um mal. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 654, 655.

21 candeia. Neste caso, é uma ilustração da verdade revelada nos próprios ensinos de Jesus, especialmente mediante o uso de parábolas. Em Lucas 11:33 a 36 ela ilustra a forma em que os indivíduos percebem e recebem a verdade. CBASD, vol. 5, p. 654.

alqueire. Do gr modios. Uma medida de capacidade para secos, de aproximadamente 9 litros … A “candeia”, o “alqueire” e a “cama” eram peças do mobiliário encontradas em cada casa, tornando assim a ilustração mais vívida. CBASD, vol. 5, p. 654.

velador. Literalmente “suporte de lâmpada”. CBASD, vol. 5, p. 654.

22 nada está ocultosenão para ser revelado. Durante o ministério terreno de Cristo, coisas estão encobertas; mas virá o dia, da ressurreição em diante, quando tudo será revelado (Mt 10.26-27; Lc 12.2-3). Bíblia de Genebra.

24 no que ouvis. Há certas coisas que é melhor o cristão não ver ou ouvir; há outras que é sábio “ouvir”. CBASD, vol. 5, p. 654.

25 ao que tem se lhe dará. Este princípio é ilustrado nas parábolas dos talentos (Mt 25.14-30) e das minas (Lc 19.11-27). Bíblia de Genebra.

26-29 Somente Marcos registra esta parábola [da semente]. Enquanto a parábola do semeador ressalta a importância do solo apropriado para o crescimento da semente e o sucesso da colheita, aqui se ressalta o poder misterioso da própria semente. A mensagem do evangelho tem em si mesma o seu poder. Bíblia de Estudo NVI Vida.

27 dormisse e se levantasse. Tendo plantado a semente, o agricultor se preocupará de outros afazeres. Porém, o processo de crescimento prossegue independentemente de sua presença ou ausência, quer ele durma ou fique acordado. Ele pode cultivar e irrigar a semente enquanto ela cresce até ficar madura, mas não pode fazê-la crescer. CBASD, vol. 5, p. 654.

28 a terra. A planta cresce da terra e a terra contribui para o seu crescimento, mas é a própria planta que produz fruto. CBASD, vol. 5, p. 654.

por si mesma. Do gr authomate, “movida por seu próprio impulso”; de onde se deriva a nossa palavra “automático”. CBASD, vol. 5, p. 654.

29 passa [a foice] (NVI). Do gr. apostello, “enviar”, de onde se origina a palavra “apóstolo”, que significa “enviado” (ver com. de Mc 3:14). Em outra passagem, a obra dos apóstolos é comparada à dos ceifeiros. (Jo 4:35-38). CBASD, vol. 5, p. 654.

30 com que parábola … ? Cristo consulta os Seus ouvintes, por assim dizer,. Sua audiência foi convidada a participar na busca da verdade. CBASD, vol. 5, p. 654.

31-32 semente de mostarda. Assim como a parábola do semeador, esta parábola enfatiza a comparação entre o começo humilde do reino de Jesus e seu extraordinário final. O que faz isto extraordinário não é só o seu crescimento desproporcionalmente grande comparado a início, mas que é suficientemente expansivo para trazer a si não-judeus para fazerem parte do movimento. Andrews Study Bible.

33 muitas parábolas semelhantes. Marcos provavelmente se refere apenas às parábolas pronunciadas nessa ocasião, embora o mesmo também fosse verdade sobre todas as parábolas de Cristo. CBASD, vol. 5, p. 654, 655.

Marcos faz apenas uma pequena coletânea, selecionada de todo o ensino parabólico de Jesus. O tema principal dessas parábolas é o crescimento da semente, apontando para a tarefa principal de evangelização na igreja. Bíblia Shedd.

segundo o que podiam compreender (ARC). Cristo não falava por parábolas para ocultar a verdade, mas para revelá-la CBASD, vol. 5, p. 655.

34 Não lhes dizia nada sem usar alguma parábola (NVI). Jesus usava parábolas para ilustrar verdades, estimular pensamentos e despertar a percepção espiritual. O povo em geral não estava pronto para perceber a plena verdade do evangelho. Bíblia de Estudo NVI Vida.

35 para o outro lado (NVI). Jesus partiu do território da Galileia a fim de ir até a região dos gadarenos (5.1). Bíblia de Estudo NVI Vida.

outra margem (ARA). Seria a margem leste do mar da Galileia. Bíblia Shedd.

36 outros barcos. Estes estavam lotados de pessoas que ainda seguiam ansiosamente a Jesus (cf. DTN, 334). CBASD, vol. 5, p. 655.

37 grande temporal. O mar da Galileia fica a cerca de 213 m abaixo do nível do mar, tem cerca de 21 km de comprimento por cerca de 13 km de largura. Na sua extremidade meridional [sul], há um vale profundo cercado por rochas escarpadas. O vento, afunilando-se através de colinas que o cercam e através deste vale, pode açoitar o lago, provocando repentinas e violentas tempestades. Bíblia de Genebra.

O ar mais frio do Mediterrâneo desce pelos desfiladeiros estreitos entre as montanhas e é lançado fortemente contra o ar quente e úmido existente por cima do lago. Bíblia de Estudo NVI Vida.

38 dormindo. Jesus não era imune ao cansaço. Bíblia Shedd.

não Te importa […]? A súplica deles reflete uma impaciência que chegava ao limite do desespero. CBASD, vol. 5, p. 655.

com a cabeça sobre o travesseiro (NVI). O retrato de Jesus exausto e dormindo sobre o travesseiro normalmente guardado embaixo do assento do timoneiro é típico do toque humano que Marcos oferece. Bíblia de Estudo NVI Vida.

39 Acalma-te, emudece! As mesmas palavras pronunciadas por Jesus em 1.25 contra os demônios. Um dia, todo o mal espiritual e material ainda será afastado dos fiéis em Cristo (cf Ap 21.3, 4). Bíblia Shedd.

O ato de acalmar a tempestade parece-se com o seu poder de exorcizar: há a expressão demoníaca de violência (1.26; 5.4, 13), a ordem para a natureza aquietar-se (1.25, nota) e a calma resultante (5.15). Jesus amarra “o valente” (3.23-27) e corrige com Seu poder a criação física. Bíblia de Genebra.

41 Quem é este? Tendo em vista o que Jesus acabara de fazer, a única resposta a essa pergunta era: Ele é o próprio Filho de Deus! Foi demonstrada a presença de Deus, e não somente o Seu poder (v. Sl 65.7; 107.25-30; Pv 30.4). Marcos dá a sua resposta na primeira linha do seu evangelho (1.1). Por meio de semelhantes milagres, Jesus procurava procurava firmar e aumentar a fé que os discípulos tinham na Sua divindade. Bíblia de Estudo NVI Vida.



MARCOS 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
31 de agosto de 2024, 0:40
Filed under: Sem categoria

MARCOS 4 – O evangelho escrito por Marcos não narra apenas a vida e obra de Jesus; ele é também uma poderosa confirmação da confiabilidade e autoridade da Bíblia, a divina Palavra de Deus a nós.

Seus primeiros capítulos são uma rica fonte de evidências que atestam a confiabilidade e autoridade suprema do texto bíblico (Marcos 1:2-3; Isaías 40:3; Malaquias 3:1). O cumprimento das profecias messiânicas (Marcos 1:21-28; Isaías 61:1-2), a autoridade de Jesus sobre a criação e as forças espirituais do mal (Marcos 2:1-12; Isaías 35:5-6), e a confirmação das profecias através dos milagres (Marcos 4:35-41; Salmo 89:9) revelam que as Escrituras do Antigo Testamento são dignas de confiança.

Em Marcos 4, Jesus utiliza quatro parábolas para ilustrar a natureza, a autoridade, a importância e o poder da Palavra de Deus:

• A parábola do Semeador (Marcos 4:1-20).
• A parábola da Candeia (Marcos 4:21-25).
• A parábola da Semente (Marcos 4:26-29).
• A parábola do Grão de Mostarda (Marcos 4:30-32).

Nestas quatro parábolas, Jesus ensina que a Palavra de Deus não é apenas uma mensagem a ser ouvida, mas uma força viva que, quando recebida de coração sincero, possui poder sobrenatural para transformar vidas e estabelecer o Reino de Deus de maneira abrangente e duradoura.

Essas parábolas visam revelar a Palavra de Deus como a força vital e transformadora dos pecadores que a aceitam de bom grado. Sua autoridade é inquestionável, pois age independentemente das circunstâncias humanas; sua importância é vital para a vida espiritual e para o crescimento do Reino de Deus; e Seu poder é ilimitado, produzindo frutos e expandido o Reino de maneiras surpreendentes e grandiosas.

Contudo, por que muitos a rejeitam? O endurecimento do coração esclarece a razão pela qual muitos rejeitam a Palavra de Deus. Na explicação da Parábola do Semeador, Jesus fala daqueles cujos corações são comparados ao solo à beira do caminho, onde a semente (a Palavra de Deus) é lançada, mas Satanás imediatamente a rouba. Tal endurecimento é resultado do pecado, orgulho, teimosia, etc.

Jesus ensinou, assim, que a Palavra de Deus é central para a vida espiritual de cada pessoa, e os crentes são chamados a ouvi-la, valorizá-la e permitir que ela cresça e produza frutos abundantes em sua vida a ponto de impactar a sociedade.

Então, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MARCOS 3 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
30 de agosto de 2024, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: MARCOS 3 – Primeiro leia a Bíblia

MARCOS 3 – BLOG MUNDIAL

MARCOS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MARCOS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
30 de agosto de 2024, 0:50
Filed under: Sem categoria

1141 palavras

1 ressequida uma das mãos. Ou, “uma das mãos atrofiada” (NVI). O grego indica que a mão ressequida era devido a acidente ou ao resultado de doença e não a um defeito congênito. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 643.

para ver se ele iria curá-lo no sábado (NVI). Sinal de que os fariseus acreditavam no poder de Jesus para operar milagres. A dúvida não era se Jesus conseguiria, mas se desejaria curar. A tradição judaica conceituava que se podia prestar socorro aos enfermos no sábado somente quando havia ameaça contra a vida, que obviamente não era o caso. Bíblia de Estudo NVI Vida.

o bem ou o mal, salvar a vida ou matar? Jesus pergunta: “O que é melhor, preservar a vida mediante a cura, ou destruir a vida mediante uma recusa de curar?”. A pergunta é irônica, já que, enquanto Jesus estava disposto a curar, os fariseus estavam tramando Sua execução. Era evidente quem tinha a culpa de violar o sábado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

ficaram em silêncio. Seu silêncio raivoso foi um reconhecimento de derrota. Encontros anteriores com Jesus lhes havia mostrado que nada poderiam obter ao desafiá-Lo publicamente, pois Ele sempre conseguia voltar contra eles seus próprios argumentos, de uma forma que revelava a verdade e tornava evidente ao povo que a posição dos rabinos era insustentável. CBASD, vol. 5, p. 643.

indignado. Frequentemente se diz que a única ira que não implica pecado é a ira contra o pecado. Deus odeia o pecado, porém ama o pecador. CBASD, vol. 5, p. 643.

herodianos. Eram os membros do partido nacionalista de judeus que apoiavam Herodes e sua dinastia. …Os fariseus (“os separados”) surgiam, como partido distinto, c. 140 a.C., após a revolta dos macabeus. Seus membros pertenciam à classe baixa, e não à aristocracia como os saduceus (cf 12.18-23n). É notável como as diferenças se desvaneceram num ódio mútuo a Jesus. Bíblia Shedd.

Alguns têm sugerido que esse episódio ocorreu na cidade de Séforis, a capital de Herodes, cerca de 6 km ao norte de Nazaré. CBASD, vol. 5, p. 643.

8 Aqui vemos comprovação impressionante da popularidade rapidamente crescente de Jesus entre o povo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Iduméia. Forma grega do hebraico “Edom”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

11 os espíritos imundos … prostravam-se. Alguns consideram a possibilidade de que os demônios com essa atitude desejavam dar a impressão de que reconheciam a Jesus como seu líder, o que significaria que Ele estava associado a eles. Nesse caso, o fato de Cristo recusar o testemunho deles se torna significativo. CBASD, vol. 5, p. 644.

13 subiu ao monte. Com frequência Jesus dedicava toda a noite para orar (ver DTN, 419). CBASD, vol. 5, p. 645.

chamou. Havia um grupo maior de seguidores, dentre os quais os doze foram escolhidos. Nenhum dos doze foi escolhido devido à sua perfeição de caráter ou mesmo de capacidade. Cristo escolheu homens que estavam dispostos a aprender, eram capazes para isso e cujo caráter poderia ser transformado. CBASD, vol. 5, p. 645.

14 designou doze. Num tal contexto, a significação do número “doze” dificilmente pode passar despercebida. Jesus estava estabelecendo a constituição do novo Israel (Mt 19.28). Bíblia de Genebra.

A missão dos doze incluía pregar, mas também a cura e libertar o povo oprimido pelos demônios. Evangelismo envolve a restauração de toda a pessoa. Andrews Study Bible.

para que estivessem com Ele. O treinamento dos doze consistia não somente em instrução e prática nas várias formas do ministério, mas também em convívio contínuo com o próprio Jesus e comunhão íntima com Ele. Bíblia de Estudo NVI Vida.

17 João. Este era um homem de profundo discernimento espiritual, que se desenvolveu ao contemplar em Jesus aquele que é “totalmente desejável”. João não apenas amava seu Mestre, mas era também o discípulo “a quem Jesus amava” (Jo 20:2; 21:7, 20). Por natureza, ele era orgulhoso, arrogante, ambicioso de honras, impetuoso, ofendia-se facilmente e sempre estava pronto a se vingar (ver Mc 10:35-41; AA, 540, 541). João se rendeu mais do que qualquer outro ao poder transformador da perfeita vida de Jesus e chegou a refletir a semelhança do Salvador mais plenamente do que qualquer dos outros discípulos. CBASD, vol. 5, p. 648.

Boanerges. Provavelmente, a transliteração de uma expressão aramaica que significa “filhos do tumulto”, ou “filhos da ira” e traduzida como “filhos do trovão”. O temperamento veemente e colérico de Tiago e João foi manifestado numa ocasião (Lc 9:49, 52-56). CBASD, vol. 5, p. 649.

19 Judas Iscariotes. Jesus não havia convidado Judas para que se unisse ao grupo de discípulos dentre os quais Ele selecionou os doze …, porém Judas se uniu a eles e pediu um lugar. Sem dúvida, Judas acreditava que Jesus era o Messias, como os outros discípulos, em termos do conceito popular judaico de um libertador político do jugo romano, e desejou ser admitido como membro no círculo íntimo dos discípulos a fim de assegurar um elevado cargo no “reino” a ser estabelecido em breve. … Apesar de todo o mal latente no coração de Judas, ele era em muitos aspectos mais promissor do que os outros que Jesus chamou. Ao ser admitido como membro entre os doze, havia esperança para Judas. Se ele cultivasse certos traços desejáveis de caráter, e eliminasse os maus traços, permitindo que Jesus transformasse seu coração, poderia ter sido um obreiro aceitável na causa do reino. Mas, ao contrário de João …, Judas manteve o coração insensível aos preceitos e ao exemplo de Jesus. Apesar disso, Jesus lhe deu todo o incentivo e oportunidades possíveis para que ele desenvolvesse um caráter celestial. CBASD, vol. 5, p. 651.

21 fora de Si. Isto é, “mentalmente desequilibrado”. A estreita semelhança entre este temor da parte dos familiares de Jesus e a acusação feita pelos escribas de que Jesus tinha pacto com o demônio (v. 22) pode explicar a afirmação do v. 21 como uma introdução da acusação de que Jesus agia como representante de Belzebu (v. 22-30). CBASD, vol. 5, p. 651.

29 não tem perdão para sempre. O único pecado que é imperdoável é a blasfêmia contra o Espírito Santo, que é cometida ao atribuir ao inimigo a obra salvadora do Espírito Santo. Tal pecado seria cometido por aquele cujo coração está endurecido e não mais pode responder à influência do Espírito (ver tb nota em Mt 12.31). Andrews Study Bible.

31 mãe … irmãos. Os estudiosos Católicos Romanos, para quem a virgindade eterna de Maria é um dogma, sustentam que “irmãos” pode referir-se a relacionamentos mais amplos de família, apontando para Gn 13.8; 14.16; Lv 10.4; 1Cr 23.22. Contudo, em Marcos, o termo parece ser sempre usado para significar irmãos de sangue dos mesmos pais. Mt 1.25 indica que Maria e José começaram a ter relações conjugais normais depois do nascimento de Jesus, acrescentando um sentido adicional à designação de Lc 2.7, onde Jesus é chamado o “primogênito” de Maria. Bíblia de Genebra.

35 qualquer que fizer a vontade de Deus. A chegada do reino de Deus muda os relacionamentos humanos. … os que se estão no reino se tornam nossos amigos mais íntimos, mais próximos e mais queridos que quaisquer outros. Bíblia de Genebra.



MARCOS 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
30 de agosto de 2024, 0:40
Filed under: Sem categoria

MARCOS 3 – A cegueira espiritual não é meramente um problema antigo. Atualmente, pode-se manifestar através de rejeição de princípios morais e espirituais que desafiam o secularismo, o relativismo e o materialismo prevalecentes.

No início, Marcos apresenta o ministério profético de João Batista e o início do ministério terrestre de Jesus apontado nas profecias, destacando o chamado ao arrependimento e à preparação para o Reino de Deus (Marcos 1:1-15).

• A busca pela verdade passa pela renúncia de crenças convenientes e opiniões pessoais.

Em Marcos 2, os líderes espirituais estão tão apegados às suas tradições e ao poder que detêm que não enxergaram a verdade diante deles.

• A rejeição moderna dos princípios espirituais, sob o pretexto do relativismo, reflete a mesma atitude dos religiosos de então.

Em Marcos 3, a rejeição a Jesus intensifica-se, e os líderes religiosos começam a conspirar para destruí-lO (v. 6). A cegueira espiritual deles atingiu seu ápice quando acusaram Jesus de estar possuído por Belzebu (v. 22), revelando uma completa inversão moral e uma recusa deliberada em aceitar a verdade.

• Hoje não é muito diferente, ainda que muitos não cheguem a acusar Jesus de estar endemoninhado, suas filosofias, opiniões e crenças na relatividade substitui a verdade por construções humanas que ignoram o absoluto moral de Deus.

Marcos não apenas narra a resistência ao ministério de Jesus por aqueles que deveriam ser os primeiros a reconhecerem as obras divinas, mas também oferecem um paralelo claro à rejeição moderna dos princípios espirituais que confrontam as filosofias prevalecentes:

1. Uma oposição inicial a Jesus, que começa com dúvidas e críticas, evolui para uma conspiração para erradicar a verdade, destacando a intensidade da resistência a ela (Marcos 3:1-6).

2. Sentindo-se ameaçados pela verdade, líderes religiosos usam tentativas desesperadas para desacreditar a obra de Deus. A gravidade dessa rejeição é sublinhada pela advertência de Jesus sobre o pecado imperdoável: Atribuir ao Diabo a obra do Espírito Santo (Marcos 3:22-30).

3. Além de revelar que uma multidão seguia a Jesus, e o chamado dos doze apóstolos (Marcos 3:7-19) este capítulo encerra com Jesus revelando que Sua verdadeira família são aqueles que fazem – de fato – a vontade de Deus.

Enfim, somos advertidos a permanecer vigilantes e humildades, buscando sempre a verdade em vez de acomodarmo-nos em crenças convenientes! – Heber Toth Armí.



MARCOS 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
29 de agosto de 2024, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: MARCOS 2 – Primeiro leia a Bíblia

MARCOS 2 – BLOG MUNDIAL

MARCOS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MARCOS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
29 de agosto de 2024, 0:50
Filed under: Sem categoria

564 palavras

4 descobriram o eirado. Literalmente, “destelharam o telhado”. Lucas 5:19 registra que eles “por entre as telhas, o baixaram” (ARC). Como é comum no Oriente Médio, a casa tinha um terraço plano e uma escada externa no pátio lhe dava acesso. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 630

6 alguns dos escribas. …esses líderes religiosos eram exatamente das regiões em que Jesus havia trabalhado até então, … eles estavam em Cafarnaum para investigar Aquele que havia se tornado o centro desse intenso interesse público. A situação lembra a delegação que os líderes em Jerusalém enviaram ao Jordão para investigar a obra de João Batista (Jo 1:19-28). CBASD, vol. 5, p. 630, 631.

7 Está blasfemando! Quem pode perdoar pecados, a não ser Deus? (NVI). Na teologia judaica, nem sequer o Messias podia perdoar pecados, e o perdão dos pecados por Jesus oferecido era uma reivindicação da Sua própria divindade. Bíblia de Estudo NVI Vida.

9 Para Jesus, era infinitamente mais fácil curar ao doente do que absolver os seus pecadores, pois que Seu perdão dependeria do sacrifício de Si mesmo. Bíblia Shedd.

14 coletoria. A coletoria em que Jesus encontrou Levi era provavelmente um guichê de pedágios na estrada internacional mais importante que ia de Damasco por meio de Cafarnaum até o litoral do Mediterrâneo [Ptolemaida/Aco], de onde seguia para o Egito. Bíblia de Estudo NVI Vida.

15 pecadores. O termo “pecadores” incluía mais do que os moralmente imperfeitos. Qualquer um que não aderisse ao rígido padrão ou pureza ritual era um pecador. Portanto, todos os pobres e o povo comum eram classificados como “pecadores”. Andrews Study Bible.

18 jejuando. Nos tempos de Jesus, os fariseus jejuavam duas vezes por semana. Bíblia de Estudo NVI Vida.

19 Como podem os convidados do noivo jejuar enquanto este está com eles? Jesus comparou seus discípulos aos convidados de um noivo. O casamento judaico era uma ocasião de especial regozijo, e a sua celebração durava uma semana em muitos casos. Era impensável jejuar durante essas festividades, porque o jejum está relacionado à tristeza. Bíblia de Estudo NVI Vida.

25 Ele lhes respondeu: Nunca lestes … ? A pergunta de Jesus sugere uma crítica irônica ao conhecimento que os fariseus tinham das Escrituras (Jo 3.10; 5.39,47). Jesus não se justifica deixando as Escrituras de lado, mas revela conhecer sua profundidade e sua adequação às necessidades humanas. Bíblia de Genebra.

27 O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado. A tradição judaica tinha multiplicado de tal maneira as exigências e restrições para a guarda do sábado, que o fardo se tornara intolerável. Jesus deixava de lado essas tradições e realçava o propósito que Deus tinha no sábado – um dia planejado para o bem do homem (para a restauração espiritual, mental e física). Bíblia de Estudo NVI Vida.

28 Senhordo sábado. Ao se proclamar como o Senhor do sábado, Jesus está também afirmando que este é o Seu dia. Portanto, o sábado do sétimo dia é o único “Dia do Senhor”. Ver também Mt 12:8; Apoc. 1:10. Andrews Study Bible.

Outra vez (cf. v. 10) Jesus declara Sua autoridade como Filho do Homem que traz bênçãos, esta vez como Mediador da lei do Antigo Testamento referente ao sábado. Esta reivindicação é feita contra tradições que tinham tornado em peso o quarto mandamento que é estimulador da vida (Êx 20.8-11). Desde que o sábado foi instituído na criação e não apenas sob Moisés, o Senhor do sábado é também Senhor da criação. Bíblia de Genebra.



MARCOS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
29 de agosto de 2024, 0:40
Filed under: Sem categoria

MARCOS 2 – Embora Jesus fosse o Filho de Deus (Marcos 1:1), apontado pelas profecias divinamente reveladas aos profetas (Marcos 1:2-3, 15) e por Suas obras divinamente poderosas (Marcos 1:21-45), Jesus foi considerado herege em Marcos 2.

Logo no segundo capítulo de Marcos, notamos um conflito crescente entre Jesus e os líderes religiosos de Sua época, especialmente em relação às Suas ações e declarações que desafiam as tradições estabelecidas no judaísmo – sem bases bíblicas. Escribas e fariseus demonstraram forte resistência a mudanças. Eles estavam profundamente enraizados nas tradições e interpretações legalistas das Sagradas Escrituras.

Quando Jesus apresentou a interpretação correta da Lei, mais voltada para a graça e o amor do que para a rigidez e o legalismo, ameaçou a estabilidade de suas crenças; o que provocou uma reação de defesa, atacando Jesus. Eles viram a interpretação de Jesus como uma ameaça ao status quo, ao poder e à influência que detinham sobre o povo.

Por isso, esses religiosos negaram a possibilidade de Jesus ser o Messias prometido, mesmo diante de sinais evidentes (Marcos 2:1-12). Além disso, eles projetaram seus medos e inseguranças em Jesus, acusando-O de blasfêmia quando Ele perdoou pecados (Marcos 2:7) – uma acusação que revela mais sobre o estado do coração deles do que sobre a verdade acerca de Cristo.

A pressão para manter o poder e a uniformidade nas crenças e práticas religiosas tradicionais levou os líderes religiosos do passado a rejeitar qualquer coisa que se desviasse da norma por eles estabelecida, mesmo que isso significasse opor-se à verdade divina (Marcos 2:23-28). Muitos hoje seguem seus passos.

• A verdade do sábado é deturpada e corrompida por muito líderes religiosos ainda hoje.

Em meio aos questionamentos dos líderes eclesiásticos, Jesus os confronta com evidências de Ser Ele o Filho de Deus; mas essa ideia é tão conflitante com suas crenças estabelecidas que preferem rejeitá-la, mantendo sua visão de mundo intacta. Essa cegueira impediu-os de reconhecer a verdade, mesmo Jesus utilizando recursos didáticos para ajudá-los (Marcos 2:15-22).

Jesus chamou Levi Mateus – desprezado coletor de impostos – para segui-lO (Marcos 2:13-14). Ele nos chama hoje também da mesma forma. Para segui-lO, precisamos:

• Deixar tradições, ideologias e visões de mundo que impedem de aceitá-lO.
• Estar abertos à verdade, mesmo que ela desafie nossas crenças estabelecidas.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.