Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: LUCAS 15 – Primeiro leia a Bíblia
LUCAS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
Filed under: Sem categoria
1887 palavras
1-32 Três parábolas que mostram a alegria no Céu quando pecadores se arrependem. Andrews Study Bible.
1 os coletores de impostos e pecadores. Somente estes excluídos respondem ao chamado que Jesus havia feito (14;35). Andrews Study Bible.
Os fariseus mais rígidos também consideravam “pecadores” as pessoas comuns, os amme ha’ares (literalmente, “o povo da terra”), que não tinham o privilégio da educação rabínica e, por isso, não eram dignos de respeito. O próprio nome “fariseu” (ver p. 39) indicava os membros desse partido como superiores ao povo comum e, supostamente, mais justos do que as pessoas em geral. … os líderes religiosos se irritavam ao ver que Jesus tratava de maneira amistosa os excluídos e rejeitados da sociedade … e que estes, por sua vez, Lhe correspondiam (ver PJ, 186). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 898.
2 murmuravam. É um paradoxo as pessoas que se consideravam modelos de perfeição se sentirem tão desconfortáveis na presença de Jesus, enquanto os que não se consideravam justos se sentirem atraídos ao Salvador (PJ, 186). Certamente, era a hipocrisia dos primeiros e a falta de pretensão dos últimos que fazia a diferença (ver Lc 18:9-14). Uma classe não sentia necessidade das bênçãos que Jesus oferecia, ao passo que a outra reconhecia suas carências e não se esforçava para escondê-las … Uma estava satisfeita com sua justiça própria; a outra sabia que não tinha justiça própria a oferecer. Fazemos bem em nos perguntar como nos sentimos na presença de Jesus. CBASD, vol. 5, p. 898.
recebe pecadores. Os escribas e fariseus rejeitavam as pessoas que consideravam pecadoras, mas Jesus as recebia. Cristo respondera a esta acusação declarando que não viera chamar justos, mas, sim, pecadores ao arrependimento. … Cristo odiava o pecado, mas amava o pecador, ao passo que os fariseus e escribas acariciavam pecados, mas odiavam o pecador. CBASD, vol. 5, p. 898.
come com eles. Mais do que a simples associação, comer junto com alguém revelava aceitação e reconhecimento (cf At 11.3; 1Co 5:11; Gl 2.12). Bíblia de Estudo NVI Vida.
esta parábola. As parábolas de Lucas 15 enfatizam o interesse de Deus por aqueles que muitos costumam desprezar, os esforços divinos para conquistar a confiança deles e a alegria do Céu quando as pessoas se convertem. É importante notar que as três parábolas apresentam diferentes aspectos do problema do pecado e da salvação, e nenhuma é completa por si só. Em cada caso, o que estava perdido é encontrado e restaurado. CBASD, vol. 5, p. 898, 899.
4 da ovelha perdida (NVI). O tema do pastor era bem conhecido por causa de Sl 23, de Is 40.11 e de Ez 34.11-16. Bíblia de Estudo NVI Vida.
cem ovelhas. Nos dias de Jesus, isto era considerado um grande rebanho. CBASD, vol. 5, p. 899.
perdendo uma delas … vai em busca da que se perdeu. Deus toma a iniciativa de buscar e encontrar, mesmo que apenas uma. Andrews Study Bible.
Na parábola, fica evidente que a ovelha se perdeu por sua própria ignorância e insensatez. Mas, uma vez perdida, parecia completamente impossibilitada de encontrar o caminho de volta. Ela percebia estar perdida, mas não sabia o que fazer. A ovelha perdida representa tanto o pecador individual quanto o mundo que se perdeu (PJ, 190). Esta parábola ensina que Jesus teria morrido mesmo que houvesse apenas um pecador (ver com. de Jo 3:!6), e Ele de fato morreu por um único mundo que pecou. CBASD, vol. 5, p. 899.
Segundo a parábola, a menos que o pastor fosse em busca da ovelha, ela permaneceria perdida. … A eficácia da salvação não consiste em nossa busca por Deus, mas, sim, na busca que Ele faz por nós. Se deixados sozinhos, poderíamos procurá-Lo por toda a eternidade sem sucesso. Qualquer conceito que considere o cristianismo uma mera tentativa humana de encontrar a Deus erra o alvo, ao não perceber que é Deus quem busca o ser humano (ver com. de Jo 3:16; cf Mt 1:21; 2Cr 16:9). CBASD, vol. 5, p. 899.
deserto. Do gr eremos, “deserto” ou “sertão; como adjetivo, o termo significa “ermo”, “desolado” ou “solitário”. A ênfase da palavra é sobre uma região não habitada … uma ruína. CBASD, vol. 5, p. 899.
6 alegrai-vos comigo. A alegria do pastor era maior que a da ovelha, por mais agradecida que a pobre criatura estivesse. CBASD, vol. 5, p. 900.
8 dracma. Salário de um dia de trabalho. Andrews Study Bible.
7 júbilo … por um pecador. Em contraste com os críticos de Jesus, que rejeitavam aqueles que eles viam como pecadores. Andrews Study Bible.
Os judeus haviam criado uma interpretação falsa da natureza do amor divino. … Os rabinos ensinavam que o pecador deveria se arrepender para que Deus Se dispusesse a amá-lo ou a prestar atenção sobre ele. … Concebiam o Senhor como aquele que derrama afeto e bênçãos sobre quem Lhe obedece e retém as dádivas a que não o faz. Na parábola do filho pródigo (v. 11-32), Jesus procura revelar a verdadeira natureza do caráter de Deus. CBASD, vol. 5, p. 901, 900.
8 Ou qual é a mulher. A parábola anterior parecia direcionada aos homens ali reunidos. É possível que esta se direcionasse, de maneira especial, às mulheres ouvintes. Com frequência, Jesus usava ilustrações que chamavam a atenção das mulheres em particular (cf. Mt 13:33; Lc 17:35). … Esta parábola enfatiza o valor intrínseco de uma pessoa bem como o fato de que um pecador perdido tem tanto valor aos olhos de Deus que Ele o “procura diligentemente”, a fim de tê-lo de volta. CBASD, vol. 5, p. 900.
perder uma. A moeda não sabia que estava perdida. CBASD, vol. 5, p. 901.
9 Alegrai-vos comigo. A alegria partilhada com os outros é intensificada no coração de quem a reparte. Todo aquele que já teve a experiência de encontrar algo de valor que temia ter perdido para sempre consegue entender o júbilo dessa mulher (cf. Rm 12:15). Mas de todas as alegrias que a vida tem para oferecer, nenhuma se compara à de encontrar um pecador perdido e levá-lo a Jesus. CBASD, vol. 5, p. 901.
11 Certo homem. As parábolas da ovelha e da dracma perdida destacam a parte divina na obra da redenção; já a parábola do filho pródigo ressalta o papel humano em aceitar o amor de Deus e agir em harmonia com isso. … Na parábola, o filho mais novo representa os publicanos e pecadores; o mais velho, os escribas e fariseus. CBASD, vol. 5, p. 901.
12 a parte dos bens que me cabe. O mais jovem dos dois filhos herdaria um terço da propriedade; contudo, era um insulto pedir isso enquanto o pai ainda estava vivo. Andrews Study Bible.
… a exigência do jovem foi extremamente inadequada. Fica evidente que o pedido significava falta de confiança do filho no pai e uma rejeição completa e definitiva da autoridade paterna. CBASD, vol. 5, p. 902.
13 reuniu tudo o que tinha. Quer ficar livre das restrições impostas pelo pai, gastando da maneira que bem entende sua porção das riquezas da família. Bíblia de Estudo NVI Vida.
De fato, o pródigo não entendia a si mesmo nem ao pai.O pior é que ele não compreendia nem valorizava o fato de que o pai o amava e de que todas as decisões e exigências se baseavam, no fim das contas, naquilo que era melhor para os filhos. A narrativa deixa claro que o pai era sábio e compreensivo, ao mesmo tempo, justo, misericordioso e, acima de tudo, razoável. Em contrapartida, o jovem inexperiente parecia considerar como direito inquestionável o tirar plena vantagem de todos os privilégios filiais, sem assumir nenhuma responsabilidade. CBASD, vol. 5, p. 901.
uma terra distante. O jovem não se contentou em ficar perto de casa, onde se lembraria, de tempos em tempos, do pai e de seus conselhos. Procurou se livrar de todos os vínculos com seu lar. Portanto, a “terra distante” representa um distanciamento, o esquecimento de Deus. CBASD, vol. 5, p. 902.
dissipou todos os seus bens. Parece que sua consciência estava adormecida e, na “terra distante” do esquecimento dos conselhos e da orientação paterna, nada havia para impedi-lo de fazer tudo o que desejava. Segundo seu conceito de vida, ele estava aproveitando ao máximo. CBASD, vol. 5, p. 902.
vivendo dissolutamente. O gr asotos, “prodigamente”, “dissolutamente” ou “libertinamente”, é um advérbio derivado de a, prefixo negativo e soo ou sozo, “economizar”. CBASD, vol. 5, p. 902.
15 alimentar porcos (NKJV). Trabalhar para um gentio alimentando animais imundos (Lv 11:7) era um dos mais degradantes trabalhos imagináveis para um judeu. Andrews Study Bible.
18 pequei. Um exemplo do arrependimento que Deus deseja (vv 7, 10, 13:2-5). Andrews Study Bible.
contra o Céu. A instrução religiosa que o pródigo recebera na casa do Pai não fora esquecida por completo. CBASD, vol. 5, p. 904.
20 levantando-se, foi. O pródigo agiu sem hesitar. Assim que tomou a decisão, partiu. Na parábola, é o filho quem toma a iniciativa de voltar. Parece ser escolha dele, não o amor do pai, que realiza a reconciliação. … No entanto, … a iniciativa da reconciliação e da salvação é de Deus. CBASD, vol. 5, p. 904.
correndo. Pessoas de respeito não corriam. Aqui, o pai abandona sua dignidade para mostrar seu profundo amor e perdão, mesmo antes que o seu filho fale. Andrews Study Bible.
22 sandálias. O pai não só atendeu às necessidades do filho, como também o honrou. Ao fazê-lo, deu evidências do amor e da alegria que enchiam seu coração. Por meio dessa parábola, Jesus justificou a aceitação dos pecadores que O rodeavam … e reprovou a atitude crítica dos escribas e fariseus. CBASD, vol. 5, p. 905.
O manto, o anel e as sandálias representam o seu retorno ao status elevado e autoridade – acima dos escravos e outros servos. Andrews Study Bible.
23 novilho cevado. Especialmente cuidado e alimentado com grãos em antecipação de uma futura celebração. Andrews Study Bible.
25 o filho mais velho. Até aqui, Jesus justificou sua atitude amistosa em relação aos”publicanos e pecadores”. … O restante da parábola (v. 25-32) trata da atitude dos fariseus e escribas para com os “pecadores” …, representada pela atitude do irmão mais velho em relação ao mais novo. Essa parte da história deveria servir de repreensão aos hipócritas, cheios de justiça própria, que “murmuravam” sobre a forma de Cristo tratar os excluídos da sociedade (v. 2). CBASD, vol. 5, p. 905.
28 o pai procurava. O pai sentia compaixão também pelo seu filho mais velho, a despeito de sua atitude de ressentimento. Andrews Study Bible.
29 te sirvo. Sua ira evidencia que sua obediência não provinha de amor, mas apenas pelo propósito de obter uma boa recompensa. Andrews Study Bible.
nem um cabrito. Alimento menos caro que um novilho gordo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
30 esse seu filho. O irmão mais velho recusou-se mesmo a reconhecê-lo como irmão, tão intenso era o ódio que sentia. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Se o irmão mais velho se arrependeu e recebeu o irmão perdido é deixado para aqueles “irmãos mais velhos”, que escutavam a Jesus, decidirem. Andrews Study Bible.
31 filho. Do gr teknon, “criança” ou “filho”. Neste versículo, o pai não usa a palavra costumeira para “filho”, huios, mas se dirige ao primogênito como o termo mais afetivo teknon. É como se ele dissesse: “meu querido garoto”. CBASD, vol. 5, p. 906.
32 era preciso. A festa não foi dada com base nos méritos; tratava-se apenas de uma expressão da alegria do pai e, desta alegria, também “era preciso” que o irmão mais velho participasse. Esta, diz Jesus, deveria ser a atitude dos escribas e fariseus em relação aos pecadores. … Não se diz que o primogênito tenha mudado sua forma de pensar, nem que o mais novo passara a ter uma conduta honrosa dali em diante. Nada disso era relevante na parábola. Na verdade, ela continuava a ocorrer na vida real e o resultado dependia dos ouvintes (ver PJ, 209). CBASD, vol. 5, p. 907
Filed under: Sem categoria
LUCAS 15 – Lucas deixa claro em seu testemunho sobre Jesus de que Ele não está abolindo a Lei; está, na verdade, redefinindo o que significa ser verdadeiramente obediente a Deus.
Nos capítulos anteriores, Jesus mostrou que segui-lO exige mais que observância superficial da Lei; requer compromisso profundo com os valores do Reino de Deus, como misericórdia, compaixão e justiça. A parábola da grande ceia e as exigências do discipulado subverteram as expectativas religiosas da época, mostrando que o reino celestial não se baseia em legalismos, perfeccionismos ou tradições humanas, mas na graça divina e entrega total a Deus.
Em Lucas 15, Jesus dá continuidade a Sua mensagem sobre a natureza do Seu Reino. Ele nos convida a um relacionamento com Deus que vai além do mero cumprimento de regras e nos leva a uma vida de total entrega, misericórdia e serviço ao próximo.
Leia com muita atenção e profunda oração todas as parábolas de Lucas 15 e depois considere:
• Jesus nos chama a trocar a mentalidade do mérito pela celebração da graça, a deixar a tristeza da perdição pela alegria celestial oriunda da obra restauradora de Cristo, mostrando que a verdadeira obediência é alegrar-se com a restauração dos quebrantados.
• A mensagem revolucionária extraídas das parábolas de Lucas 15 é que a verdadeira obediência não se preocupa em proteger a reputação, mas em correr riscos para salvar o que foi perdido. Deus é o Pastor que busca, a mulher que procura e o Pai que espera; Sua obra é uma missão de resgate e restauração, e os discípulos de Cristo devem seguir Suas pisadas.
• Jesus ensina que a verdadeira obediência é se unir à missão do Pai, acolhendo com alegria cada retorno, cada alma restaurada ao amor divino – e, não se indignar como o irmão do filho que retornou e recebeu uma festa.
• As três parábolas apontam para a seguinte premissa: Jesus redefine a obediência ao demonstrar que ela se manifesta em buscar e salvar o perdido, e não em manter-se distante em suposta pureza e santidade.
Assim, Lucas 15 desafia-nos a redefinir a fidelidade a Deus como uma busca incansável pelo perdido, refletindo a alegria divina da redenção. Discípulos genuínos terão compaixão que não descansará até que o perdido seja encontrado e restaurado. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: LUCAS 14 – Primeiro leia a Bíblia
LUCAS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
Filed under: Sem categoria
677 palavras
1 ao entrar Ele … na casa. O contexto em Lucas indica que pode ter sido na Pereia, entre a Festa da Dedicação, no inverno de 30-31 d.C., e a Páscoa, na primavera seguinte. CBASD- Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 888.
1 fariseus. Não há registro de Jesus recusar um convite de compartilhar uma alimentação, seja com fariseus ou os mais desprezados pecadores. Andrews Study Bible.
2 hidrópico (ARA). Uma doença que causa o acúmulo de uma espécie de fluido nas cavidades do corpo (mencionado só aqui, no Novo Testamento). Bíblia de Genebra.
3 É ou não lícito (ARA). A lei de Moisés não proibia curar no sábado, mas a “tradição dos anciãos” … proibia o tratamento médico, a menos que houvesse risco de vida. Bíblia de Genebra.
7 lugares. Segundo o Talmude, os lugares de honra ficavam próximos ao anfitrião. CBASD, vol. 5, p. 889.
11 todo o que se exalta. O princípio aqui atinge a raiz do orgulho, o desejo de exaltar-se na opinião dos outros; e o orgulho, por sua vez, junto ao egoísmo, é a raiz de todo pecado. Jesus deu o supremo exemplo de humildade (ver Is 52:13, 14; Fp 2:6-10). CBASD, vol. 5, p. 889.
exaltado. A pessoa que esquece os próprios interesses e faz de sua ocupação encorajar e auxiliar outros é normalmente a que as outras têm prazer em homenagear. A humildade é o passaporte para a exaltação no reino celestial, ao passo que o desejo de se exaltar é uma barreira à entrada no reino (cf Is 14:12-15; Fp 2:5-8). CBASD, vol. 5, p. 880.
12 não convides os teus amigos. Segundo o grego, o pensamento pode ser resumido como: “Não se habitue a convidar apenas seus amigos”.CBASD, vol. 5, p. 890.
15 Bem-aventurado. A recomendação desagradável que Jesus fez nos v. 12 a 4 levou a esta tentativa de voltar a conversa para temas mais agradáveis (ver PJ, 221). … O homem … relutava em concordar com as condições de entrada no reino, mas parecia não ter dúvida de que lhe seria concedido um lugar de honra na grande Ceia. CBASD, vol. 5, p. 890.
16-17 Certamente, os convidados aceitaram o convite; de nenhum se diz que recusou. Um segundo convite, quando tudo estava pronto, era costume. Bíblia de Genebra.
Nas culturas orientais, ainda é costume enviar um mensageiro pouco tempo antes do início da festa, para lembrar os convidados. No caso do convidado ter esquecido o convite, ou não saber quando deveria comparecer, esse lembrete concederia tempo para se preparar para a ocasião e chegar ao local designado para o banquete. No Oriente, onde se presta menos atenção a calendários e relógios do que nas culturas ocidentais, esse lembrete é de valor prático, a fim de se evitar constrangimento tanto ao anfitrião como aos convidados. CBASD, vol. 5, p. 891.
18-20 As desculpas eram transparentemente desonestas, pois ninguém compra um campo ou bois sem um exame prévio e se alguém o fez, não haveria pressa – o campo e os bois estariam ali no dia seguinte. O homem que se casou podia citar Dt 24.5, mas isto livrava um homem do serviço militar e não de contratos sociais. Bíblia de Genebra.
Todos, à uma. Isso dá a impressão de que os convidados conspiraram para insultar o benevolente anfitrião. Naturalmente, foram convidadas mais de três pessoas para a festa (ver v. 16). As desculpas que Jesus enumera exemplificam o que o servo ouviu por onde passou. CBASD, vol. 5, p. 891.
começaram. Nas culturas orientais, recusar um convite, exceto quando é impossível aceitá-lo, é considerado rejeição da amizade. Entre alguns árabes, recusar um convite na época do lembrete…, depois de ter aceitado o convite original, é considerado como uma declaração de hostilidade. CBASD, vol. 5, p. 891.
26 aborrece. Significa amar menos (cf Gn 29.31, 33; Dt 21.15-17, …). Bíblia de Genebra.
Significa submeter tudo completamente, até mesmo a própria pessoa, no compromisso total com Cristo. Bíblia Shedd.
28 calcular a despesa. O “custo” do discipulado é a renúncia completa e permanente das ambições terrenas. CBASD, vol. 5, p. 895.
34 O sal era um agente condimentador e conservante. O sal, naquele tempo, estava longe de ser puro e era possível que o cloreto de sódio se perdesse por lixiviação (principalmente pela ação da água das chuvas), deixando um resíduo totalmente inútil. Bíblia de Genebra.
Filed under: Sem categoria
LUCAS 14 – Em suas pesquisas sobre Jesus escritas no tratado a Teófilo, o doutor Lucas descobriu intensas críticas dos líderes religiosos por Sua maneira de observar e ensinar sobre o sábado.
Para os líderes judeus, o sábado era um dia santo que exigia observância rigorosa pautando-se nas tradições judaicas. Entretanto, a abordagem de Jesus sobre o tema revela uma compreensão mais profunda e libertadora desse dia, desafiando a interpretação legalista dos escribas e fariseus.
Em Lucas 6:1-11 os discípulos colheram espigas no sábado para comerem – ação considerada trabalho aos religiosos da época; além disso, Jesus curou um homem com mão atrofiada na sinagoga no sábado. Os líderes eclesiásticos acusaram-nO de transgredir a Lei, porém Ele respondeu com uma interpretação radical do sábado. Jesus afirmou que “O Filho do Homem é Senhor do sábado”, indicando ter autoridade sobre a interpretação do que é apropriado ou não nesse dia. Ele foi categórico ao não deixar margens para dúvidas:
• “Eu pergunto: O que é permitido fazer no sábado: o bem ou o mal, salvar a vida ou destruí-la?”.
Contudo, os críticos de plantão nunca aprendem a lição. Em Lucas 13:10-17, os líderes religiosos indignaram-se por Jesus curar uma mulher encurvada durante 18 anos. A resposta de Jesus revela que o sábado é mais que um dia de parar de trabalhar para descansar, é dia de restaurar a integridade e dignidade humana.
Em Lucas 14, Jesus expõe a hipocrisia dos religiosos ao mostrar que eles reinterpretavam a lei do sábado de maneira que servisse aos próprios interesses. Ao curar um homem com hidropisia na casa de um fariseu no sábado, Jesus perguntou aos presentes se era correto curar no sábado. Ninguém respondeu. Então, Ele apontou que, mesmo no sábado, eles libertavam seus animais em necessidade, expondo a incongruência entre a rigorosa observância do sábado e a falta de compaixão para com as pessoas.
• A atitude de Jesus não é de rejeição à Lei, mas de restauração de seu propósito original.
Então Jesus demonstrou que a entrada no Reino de Deus está na disposição de responder ao convite da graça, não nas regras e tradições humanas (Lucas 14:15-23); ao falar do preço do discipulado, Ele destacou a total rendição e comprometimento do discípulo (Lucas 14:25-35).
Portanto, sejamos discípulos reavivados! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: LUCAS 13 – Primeiro leia a Bíblia
LUCAS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
Filed under: Sem categoria
1055 palavras
1 Pilatos. Era notório pela sua crueldade (Josefo, Antiguidades, 17.9.3; 18.4.1ss) como também aqueles galileus eram conhecidos insurgentes que se rebelaram contra a opressão dos romanos. Bíblia Shedd.
…mandar matar pessoas enquanto ofereciam sacrifícios no templo condiz com a reputação de Pilatos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
2 A calamidade era comumente considerada como resultado do pecado (Jo 9.1-2), porém Jesus nega que estes galileus fossem especialmente pecadores. Bíblia de Genebra.
Nos tempos antigos muitas vezes se acreditava que as grandes desgraças aconteciam somente a pessoas extremamente pecaminosas (v. Jo 9.1, 2; v tb Jó 4.7; 22.5, em que Elifaz acusa Jó injustamente). Bíblia de Estudo NVI Vida.
3, 5 não eram. Um desastre não prova a culpa uma culpa ou um estado de maior pecaminosidade das vítimas. É uma advertência contra a atitude dos auto-suficientes e “justos” que não sentem a urgência do arrependimento e do novo nascimento (cf 18.9-14). Bíblia Shedd.
3 todos igualmente perecereis. Todos são pecadores, por isso Jesus chama Seus ouvintes ao arrependimento – pois de outro modo eles perecerão. Os galileus não tiveram tempo para arrepender-se por ocasião de sua morte, e os ouvintes impenitentes de Jesus podiam também enfrentar a morte sem tempo de preparar-se. Bíblia de Genebra.
6-9 A vinha era solo fértil para uma figueira e “três anos” indica uma árvore já bem formada. … O fato de Deus não punir os pecadores imediatamente não significa que ele aprove seus pecados. pelo contrário, Sua paciência mostra que Ele é misericordioso e os pecadores devem arrepender-se enquanto é tempo. Bíblia de Genebra.
Cedo ou tarde a lâmina do machado cairá sobre a raiz da vida inútil em que faltou o enxerto da nova vida em Cristo (cf Mt 7.16ss; Rm 11.16-24; Cf 1.6, 10). Bíblia Shedd.
7 três anos. Os séculos em que Israel gozou dos privilégios da Aliança culminam no período do ministério de Jesus. Bíblia Shedd.
10 sábado. Passagens anteriores que relatam as controvérsias acerca do sábado (exemplo 6.1-11) mostram a autoridade de Cristo sobre esse dia. Aqui se salienta o significado do dia de descanso. Desde o princípio o sábado era profético, lembrando a reconsagração da Criação a sua finalidade original, o que só se realizará por meio da derrota de Satanás (v. 16). Essa vitória final é prevista na libertação da mulher de quem foi expulso o espírito de enfermidade. Bíblia Shedd.
11 a descrição da enfermidade dessa mulher faz crer que os ossos da sua coluna eram rigidamente fundidos entre si. Bíblia de Estudo NVI Vida.
13 este ano. O juízo já devia ter caído sobre a nação, porque ela rejeitou seu Messias, mas Deus dará mais uma oportunidade especial e limitada entre o Pentecostes e a destruição de Jerusalém (66-70 d;C.). Bíblia Shedd.
15 Jesus chamou seus críticos “hipócritas”, porque fingiam ter zelo pela lei, mas pretendiam mesmo era atacar a Jesus e à cura que fizera. Bíblia de Estudo NVI Vida.
18-21 Tanto no campo e na cozinha, como nos corações e no mundo, a implantação da nova natureza do reino não pode permanecer oculta. A nova vida do Espírito se manifestará no indivíduo e na Igreja. Essa vida influenciará o mundo inteiro (cf Ap 5.9). Bíblia Shedd.
19 aves. Cf Dn 4.12, 21, onde representam nações. Podem ser os gentios que terão livre acesso ao evangelho e à igreja (cf Ef 3.6ss). Bíblia Shedd.
22 Aqui começa uma seção que continua até 16.13, com o intuito de responder à pergunta: “Quem entrará no reino de Deus?” A resposta seria: “Não aqueles que vós pensais”. Bíblia Shedd.
Lucas apresenta Jesus indo sem pressa para Jerusalém, onde o clímax seria atingido. A caminho, Ele continuava servindo ao povo. Bíblia de Genebra.
Possivelmente quem fez a pergunta notou que, a despeito das grandes multidões que vinham ouvir a pregação de Jesus e receber a cura, havia bem poucos seguidores leais. Jesus não respondeu de modo direto, mas advertiu que muitos tentariam entrar depois de ser tarde demais. Bíblia de Estudo NVI Vida.
23-30 A salvação exige de nós: 1) Esforço gr agonizo, “lutar”, “concentrar toda a atenção e força” …; 2) Urgência, pois a porta se fechará de repente (v. 25) – apelo a não se demorar (cf 2Co 6.2); 3) União com Cristo, senão Ele não nos reconhecerá – apelo a uma relação pessoal com Cristo (Jo 17.3); 4) Santificação, sem a qual não veremos ao Senhor (Hb), apelo à ação renovadora do Espírito (Rm 8.4). Bíblia Shedd.
24 esforçai- vos. Isto não significa que a salvação seja alcançada por meio de obras; é uma maneira enfática de dizer que o indivíduo deve ser determinado a respeito da salvação. Bíblia de Genebra.
26-27 Ter tido comunhão social com Jesus e ter ouvido o seu ensino não é suficiente. Bíblia de Genebra.
31 vai-te daqui. Jesus encontrava-se provavelmente na Pereia, que estava debaixo da jurisdição de Herodes. Os fariseus queriam assustar Jesus a ponto de ele deixar a região e ir para a Judeia. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Os fariseus preferiam vê-lo na Judeia, onde tinham mais influência. Bíblia de Genebra.
Herodes. Não gostava de perturbação nenhuma. Jesus se achava na Transjordânia [Pereia] que, juntamente com a Galileia, estava sob sua jurisdição. Bíblia Shedd.
32 essa raposa. Jesus não Se abala com as ameaças de Herodes e diz que continuará Seu ministério. Há um limite para o tempo, como mostra a referência ao terceiro dia. Bíblia de Genebra.
terceiro dia. Uma referência à ressurreição; Sua obra estaria completa. Bíblia Shedd.
33 nenhum profeta deve morrer fora de Jerusalém! Jesus … morreria em Jerusalém, assim como tinham morrido numerosos profetas antes dele. Bíblia de Estudo NVI Vida.
34 Quantas vezes. Essa lamentação por Jerusalém pode levar-nos a crer que Jesus esteve em Jerusalém muito mais vezes dos que os sinóticos relatam … De conformidade com Mt 23.37, 38, a mesma exclamação foi feita na terça-feira da Semana da Paixão. Jesus repetia muitos de Seus ensinos e declarações. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O Evangelho de João registra várias visitas. Bíblia de Genebra.
A condenação está ligada à profunda compaixão de Deus (cf Pe 3.9). Bíblia Shedd.
35 Bendito o que vem em nome do Senhor! Segundo algumas tradições rabínicas, este salmo foi composto especialmente para a coroação de Davi. Seria novamente proclamado pela vinda do Messias. Bíblia Shedd.
Filed under: Sem categoria
LUCAS 13 – Ao aristocrata Teófilo e a nós, Lucas proclama as peculiaridades de Jesus:
• Jesus demonstra autoridade ao falar sobre notícias do cotidiano, como o massacre dos galileus por Pilatos e a queda da torre de Siloé; explicando que tais tragédias não são necessariamente castigos diretos pelos pecados de suas vítimas (Lucas 13:1-5).
“Falando Jesus aos discípulos e à multidão, olhava com visão profética para o futuro, e via Jerusalém sitiada por exércitos. Ouvia o barulho dos estranhos que marchavam contra a cidade escolhida, e via-os, aos milhares, perecendo no cerco. Muitos judeus eram então assassinados como aqueles galileus no átrio do templo, no próprio ato de oferecerem sacrifício. As calamidades que sobrevieram a alguns indivíduos, eram advertências divinas a uma nação igualmente culpada. ‘Se não vos arrependerdes’, disse Jesus, ‘todos de igual modo perecereis’. O tempo da graça duraria ainda um pouco para eles. Ainda podiam conhecer as coisas que diziam respeito à sua paz” (Ellen White).
• Jesus mostra paciência e misericórdia na parábola da figueira, implorando por mais tempo para que haja arrependimento e transformação (Lucas 13:6-9).
• Embora possuindo grande poder até sobre o mundo dos espíritos, Jesus Se compadece e cura a enfermidade física da mulher doente por 18 anos, e a liberta da opressão espiritual; ali Ele destaca que a compaixão e a necessidade de fazer o bem não devem ser limitadas por regras humanas sobre o mandamento que Deus instituiu (Lucas 13:10-17).
• Jesus elaborava parábolas das atividades cotidianas para ilustrar o crescimento do Seu Reino no mundo; a parábola do grão de mostarda e do fermento revelam a natureza expansiva e transformadora do Reino Divino – que começa pequeno e aparentemente insignificante, mas cresce e impacta a tudo ao seu redor (Lucas 13:18-21).
• Jesus apresenta a importância do arrependimento e conversão genuínos, e da dedicação pessoal de entrar pela porta estreita para, então, participar e pertencer ao festivo e glorioso Reino de Deus (Lucas 13:22-30).
• Jesus expressou desejo sincero de reunir o povo de Jerusalém como uma galinha reúne seus pintinhos, indicando amor e cuidado por aqueles que rejeitam Sua mensagem; porém, após fazer tudo para salvar, Ele profere uma lamentação, e reconhece que Seu destino é ir a Jerusalém, onde enfrentará rejeição e morte (Lucas 13:31-35).
Reflitamos e reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: LUCAS 12 – Primeiro leia a Bíblia
LUCAS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)