Reavivados por Sua Palavra


JÓ 42 – COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL
7 de agosto de 2026, 1:00
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Texto bíblico: JÓ 42

Este grande resumo de todo o livro está repleto de conselhos espirituais práticos! Este capítulo, estudado com oração, nos dará uma imagem verdadeira de nós mesmos, bem como um sentido convincente do contraste entre Deus e nós, mortais.

No versículo três, Jó cita Deus dizendo: “Quem é esse que, com tanta ignorância, questiona minha sabedoria?”. Então Jó confessa: “Sou eu; falei de coisas de que eu não entendia, coisas maravilhosas demais que eu não conhecia.” (NVT)

Oh! — que lição! Quantas vezes as pessoas pregam sobre tópicos espirituais como se sua compreensão pessoal de Deus fosse o árbitro final da “verdade”. Muitas vezes confundimos confiança com arrogância e transplantamos a opinião pessoal como a voz do próprio Deus. Mas Jó repreende sabiamente nosso orgulho espiritual entoando: “Antes, eu só te conhecia de ouvir falar; agora, eu te vi com meus próprios olhos. Retiro tudo que disse e me sento arrependido no pó e nas cinzas” (vs. 5, 6 NVT).

Extraordinário! Aqui está possivelmente o principal “adventista” daqueles dias, confessando que realmente só conhecia Jesus de longe, mas agora, em profundo arrependimento, ele vê o Cristo vivo! Queira Deus que todos nós que lemos este comentário tenhamos uma “Conversão de Jó” para que possamos anunciar as Três Mensagens Angélicas em sua plenitude!

David Grams
Capelão, Hartland College, Rapidan, Virgínia EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/42
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



JÓ 42 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
7 de agosto de 2026, 0:50
Filed under: Sem categoria

1561 palavras

Ao longo do livro, os amigos de Jó pediram que ele admitisse seu pecado e pedisse perdão e Jó acabou, de fato, se arrependendo. Mas o arrependimento de Jó não foi do tipo pedido pelos seus amigos. Ele não  pediu perdão por cometer pecados secretos mas por questionar a soberania e a justiça de Deus. Jó se arrependeu de sua atitude e reconheceu o grande poder e a perfeita justiça de Deus. Nós pecamos quando perguntamos raivosamente: “Se Deus está no controle, como isto pôde acontecer?” Por que estamos presos no tempo, incapazes de ver além de amanhã, não sabemos as razões de tudo que acontece. Assim, muitas vezes temos que escolher entre a dúvida e a confiança. Você confiará em Deus, mesmo não tendo resposta às suas dúvidas? Life Application Study Bible Kingsway.

1-6 Jó aparece na presença de Deus com adoração, humildade, e a experiência do perdão divino. A revelação da natureza divina dá para Jó uma clara consciência da sua pecaminosidade e uma dependência total da providência de Deus. Já reconhece ele que as palavras e razão humanas não são suficientes para alcançar a Deus, o Qual não tem termo de comparação, e abre, então, mão do debate desejado. Regozija-se com uma experiência pessoal de Deus. Bíblia Shedd.

Respondeu Jó. Ele subiu gradualmente a longa escada do desespero para a fé. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 690.

2-4 Você está usando aquilo que você não consegue entender como desculpa para a sua perda de confiança? Admita a Deus que você não tem suficiente fé para confiar nEle. A verdadeira fé começa com tal humildade. Life Application Study Bible Kingsway.

2 Jó finalmente percebe que Deus e seus propósitos são supremos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

coisas que eu não conhecia. Quão inadequado parece ser o conhecimento parcial quando brilha a luz de uma verdade maior! Quando Jó fez suas queixas, seu raciocínio lhe parecia irrefutável. Ele achava que sua atitude era justificada. Mas, quando entendeu a Deus mais claramente, seu raciocínio anterior não mais pareceu convincente. A lógica humana muitas vezes se demonstra falha. Ideias que hoje parecem sábias podem se tornar absurdas amanhã. CBASD, vol. 3, p. 690.

mas agora os meus olhos Te veem. A lição mais importante no livro de Jó se encontra nesta passagem. Nesta declaração, ele revela a transição de uma experiência religiosa baseada na tradição para outra baseada na comunhão pessoal com Deus. CBASD, vol. 3, p. 690.

7-17 Os diálogos poéticos terminaram, e a narrativa com a qual o livro começou continua agora, a fim de apresentar uma resolução do enredo. Deus estava descontente com os amigos de Jó (42:7-8), e Jó intercedeu por eles (v. 9). Tudo o que restava era a restauração do patriarca (v. 10-17). Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 139.

7-9 O epílogo confirma […] que Deus ainda estava satisfeito com Jó. A ira de Deus contra os amigos de Jó vem em seguida. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 139.

A despeito dos erros cometidos por Jó, em palavras e atitudes enquanto sofria, agora é elogiado, e os conselheiros, repreendidos. Por quê? Porque, mesmo quando furioso, mesmo quando desafiava a Deus, estava decidido a falar com sinceridade diante dEle. Os conselheiros, por outro lado, proferiam, da boca para fora, muitas declarações corretas e não raro belas, na forma de credos citados, mas sem conhecimento vivo do Deus que alegavam honrar. Jó falava com Deus; eles só falavam a respeito de Deus. Pior que isso: a arrogância espiritual deles levava-os a reivindicar conhecimentos que nem sequer possuíam. Presumiam saber por que Jó sofria. Bíblia de Estudo NVI Vida.

7-8 Quatro vezes no espaço de dois versículos, Deus chamou Jó de Seu servo. Essa linguagem expõe, na mente de Deus, uma grande lacuna de separação entre Jó e seus companheiros. Somente a intercessão de Jó os salvaria dessa vez (v. 8). Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 139.

7 O fato de Deus ter Se dirigido a Elifaz mostra que ele era considerado o líder do grupo (v. 7). A primeira palavra de Deus para Elifaz foi que Ele estava furioso com ele e seus amigos. Deus declarou duas vezes a natureza da ofensa: Seu caráter havia sido deturpado e distorcido, sendo apresentado como insensível e arbitrário. […] Quando os seres humanos, em nome de Deus, justificam a crueldade satânica como integridade e justiça, então o Eterno fica muito irado. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 139. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 139.

loucura. Deus assim caracteriza os discursos dos amigos. […] Os seres humanos precisam aprender que defendem melhor a Deus quando O representam como Ele é: um Deus de amor e misericórdiaCBASD, vol. 3, p. 691.

9 Deus podia confiar em Jó com a mesma certeza no fim desse longo e contorcido drama como no início. Yahweh confiava nele para orar por aqueles que o haviam difamado, e honrou essa intercessão em favor deles. foi necessária uma ordem divina para que eles se humilhassem diante de um homem que haviam insultado tanto e contra quem tinham inventado mentiras a fim de vencer sua discussão teológica. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 139.

o Senhor aceitou a oração de Jó. A expressão hebraica para a aceitação da oração de Jó por Deus no final do versículo 9 é literalmente “Yahweh levantou o rosto de Jó”, o que significa que Ele o tratou com respeito. Nesse caso, tratar Jó com respeito significava atender à sua súplica para perdoar seus amigos. A oração de Jó em favor de seus amigos foi uma expressão de seu espírito cheio de graça. Ele não teria sido capaz de suplicar a misericórdia de Deus se ele próprio não estivesse preparado para ser misericordioso. Jesus prometeu que aqueles que são misericordiosos receberão misericórdia (Mt 5:7). As orações de Jó por seus amigos e a libertação deles são metáforas que lembram outra intercessão: a do único perfeitamente justo, por meio de cuja intervenção nós também somos preservados da penalidade da ira divina que merecemos (Rm 5:9; 1 Ts 1:10).  Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 139-140.

10-17 A restauração física e material de Jó não foi forçada, assim como não era artificial sua lealdade a Deus. Ele não permaneceu fiel ou orou por seus amigos em troca de alguma promessa. A alegação inicial do adversário de que Jó servia a Deus em troca de riquezas era tão infundada quanto era infundada sua crueldade com Jó, seus filhos, seus servos e seus animais. E, quando ele foi banido da cena de ação e tormento, Deus estava livre para lidar com Seu filho, Seu servo, como a própria natureza de Deus desejava. É de Sua natureza cuidar e doar. Ele abre Sua mão e satisfaz os desejos de Suas criaturas (Sl 105:28; 145:16). E é Sua vontade honrar a fidelidade (Ap 2:10). Jó havia sido fiel ao seu Deus. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 140.

10-11 A mensagem do livro de Jó mudaria se Deus não houvesse restaurado Jó às suas bênçãos anteriores? Não. Deus é ainda soberano. … Nossa restauração pode ou não ser como a de Jó, que foi, ao mesmo tempo, espiritual e material. Nossa restauração completa pode não ocorrer nesta vida – mas ela certamente acontecerá. Deus nos ama, e Ele é justo. … Agarre-se à sua fé em meio às suas dificuldades, e você também será recompensado por Deus – se não agora, na vida por vir. Life Application Study Bible Kingsway.

10 A oração de Jó a favor dos que o tinham maltratado é um exemplo tocante no AT da grande virtude cristã que nosso Senhor ensinou em Mt 5.44. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O que esta experiência mostra é a aprovação de Deus à pessoa que ora por aqueles que o trataram mal. CBASD, vol. 3, p. 691.

11 Comer juntos, ação indicada pela expressão idiomática (comeram pão com ele”, é um dos sinais mais fortes da plena aceitação, confiança e reciprocidade. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 140.

12-16 Deus não permite que soframos sem motivo, e, embora esse motivo possa estar oculto no mistério do Seu propósito divino (v. Is 55.8, 9) – o qual nunca nos pertence saber nesta vida – devemos confiar nele como o Deus que faz somente aquilo que é certo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 O número dos animais domésticos é, em cada caso, o dobro (cf. v. 10) do número que Jó possuíra antes (v. 1.3). Bíblia de Estudo NVI Vida.

13-15 A inclusão incomum dos nomes das três filhas de Jó (diferentemente dos filhos anônimos) e a referência específica à inclusão delas em seu testamento (v. 13-15) destacam o reconhecimento de Jó da igualdade humana perante Deus. Homem ou mulher, servo ou senhor, devemos reconhecer que, diante Dele, não temos nada a nos recomendar, exceto por Sua graça (cf. v. 2-6). Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 140.

15 herança entre seus irmãos. Uma prática não usual até o pedido das filhas de Zelofeade (Nm 27:1-11). Andrews Study Bible.

16 Depois disto, viveu Jó cento e quarenta anos. O homem que estava certo de que a sepultura estava a um passo continuou a viver por quase mais um século e meio! CBASD, vol. 3, p. 692.

O fim do livro é uma mistura do bom e do ruim. Bom no sentido de que Jó teve uma vida longa, mas ruim porque ele morreu (42:17). O verdadeiro final é encontrado na esperança de Jó que ia além da sepultura, olhando para uma ressurreição que tornaria possível ver o Redentor (19:25-27). É nesse ponto que a esperança de Jó e a esperança cristã se fundem. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 141.



JÓ 42 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
7 de agosto de 2026, 0:30
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JÓ 42 – É possível desviar-se do mal, e ser justo, íntegro e temente a Deus, mas não estar isento de falhas ou erros.

Merrill Unger declarou que “Jó era inocente, mas não sem pecado, nem perfeito”. Sem esta perspectiva, é fácil desequilibrar-se nas conclusões em relação à mensagem de Jó.

Além disso, Jó é exemplo do remanescente que Deus almeja ver no tempo do fim, enquanto a última geração da humanidade promove uma sociedade mergulhada nas desgraças da imoralidade, perversidade e iniquidade. Se não entendermos corretamente a teologia de Jó, estaremos fadados a cair nas deturpadas filosofias dos amigos de Jó, ou apegar-se a ideias esdrúxulas piores que as deles.

O caminho da santidade passa obrigatoriamente pela humildade e reconhecimento da própria iniquidade quando compara-se à grandiosidade de Deus. As perguntas de Deus a Jó não o levaram a esclarecimentos de seus questionamentos, mas ao arrependimento.

• Jó já havia reconhecido sua indignidade logo que Deus começou Seu discurso (Jó 40:4-5).
• Depois, após Deus encerrar Seu discurso, Jó afirmou: “Certo é que falei de coisas que eu não entendia, coisas tão maravilhosas que eu não poderia saber” (Jó 42:3).
• Além disso, o auge de sua experiência com Deus deu-se quando declarou com sinceridade: “Por isso menosprezo a mim mesmo e me arrependo no pó e na cinza” (Jó 42:6).

Toda jactância e petulância desaparecem diante da santidade, grandiosidade e majestade divinas. Ao ter tal atitude, Jó foi aprovado por Deus em detrimento de seus amigos acusadores, defensores de Deus, que achavam-se donos da verdade.

A compreensão incorreta da religião fez com que Deus repreendesse os amigos de Jó. E Jó, que foi duramente acusado por eles, deveria fazer o que eles deveriam ter feito por Jó: interceder (Jó 42:7-9). Após interceder, Jó foi abençoado duas vezes mais do que era antes e viveu mais 140 anos (Jó 42:10-17). O fim que Deus deu a Jó após sua terrível experiência com o sofrimento não foi motivada por sua inocência, mas porque “o Senhor é cheio de compaixão e misericórdia” (Tiago 5:11). Sobre esse Deus, os amigos de Jó deviam conhecer, e nós também!

O livro de Jó revela a verdade sobre o grande conflito, mas acima de tudo, revela o verdadeiro caráter do Deus que restaura! – Heber Toth Armí.



JÓ 41 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
6 de agosto de 2026, 1:30
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Texto bíblico: JÓ 41 – Primeiro leia a Bíblia

COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. PR HEBER TOTH ARMÍ

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JÓ 41 – COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL
6 de agosto de 2026, 1:00
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Texto bíblico: JÓ 41

A segunda parte dos questionamentos apresentados por Deus alcança seu clímax em Jó 41. Os argumentos poéticos divinos, apresentados em ordem crescente a partir de objetos inanimados, como a neve e o relâmpago, incluindo o pacífico behemoth – provavelmente um dinossauro, ou hipopótamo – agora alcançam seu auge no misterioso Leviatã.

A identidade do ameaçador Leviatã, uma criatura sobrenatural e misteriosa, permanece aberta à especulação. No entanto, ao longo das Escrituras, esse animal normalmente representa o caos e a iniquidade. Seus aspectos incomuns destacam o ataque espiritual retratado em Jó 1:7-2: 10.

O leviatã é um forte argumento utilizado por Deus, provando que Jó não consegue entender nem controlar as forças da natureza e os mistérios da vida. Tendo ouvido uma enorme sequência de questionamentos impossíveis de responder, Jó admite que algumas coisas são simplesmente maravilhosas demais para os seres humanos entenderem. Mas Deus pode fazer qualquer coisa!

Nossos corações anseiam por essa mensagem: Deus está no controle da menor molécula e do monstro mais poderoso. Quando ocorre uma tragédia e um vegano que nunca fumou adquire câncer de pâncreas, Deus ainda está no controle. Quando seu cachorrinho ainda jovem morre repentinamente de um tumor não detectado no coração, Deus ainda está no controle. Não importa quão inexplicável seja o sofrimento, Deus permanece amorosamente no controle.

Não tente entender. Apenas confie: nenhuma realidade difícil de entender pode superar o amor de Deus.

Lori Engel
Capelã (atualmente com deficiências)
Eugene, Oregon EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/41
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



JÓ 41 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
6 de agosto de 2026, 0:50
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429 palavras

Aqui o argumento é: que Jó revele primeiro sua destreza em dialogar com o crocodilo [ou Leviatã, cf NVI e BLH], para então pensar em lutar com Deus, num debate. Os maravilhosos detalhes da vida de cada animal supõem uma sabedoria e potência tão grandes da parte de Deus, que é melhor reconhecer que nossa vida, também, faz parte dos bem pensados desígnios de Deus (Bíblia Shedd).

Em uma série de perguntas, a voz do Todo-Poderoso sugere a grandeza desse animal (Comentário Bíblico Devocional-VT, FBMeyer).

crocodilo. [ARA e BV; NVI e BLH: “Leviatã”] A descrição poética nessas linhas está ancorada na natureza, mas a criatura ou as criaturas descritas representam algo mais. A exemplo das feras de Is 27.1 e Sl 74.14, elas simbolizam poderes ameaçadores nas dimensões celestial e terrestre (Ap 12.7; 13.1) (Bíblia de Genebra).

mercadoresHeb kena’anm, negociadores viajantes, vendedores ambulantes, que deram origem ao nome Canaã. O crocodilo não se presta para ser mercadoria negociável, nem se come sua carne (Bíblia Shedd).

9-11 É loucura para as pessoas pensarem que podem se opor a Deus quando elas tem medo de confrontar mesmo um crocodilo. Quão mais poderoso é Deus! (Life Application Study Bible).

10 Aplica-se a moral: quem se impressiona com a criatura, muito mais deve se impressionar com o Criador (Bíblia Shedd).

Este versículo contém a conclusão da argumentação toda. Uma criatura que Deus fez é tão formidável que o homem não ousa “despertá-lo”. Como, então, alguém ousa contender com o Criador? (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 687).

11 Me precedeu [NKJV].O clímax do argumento iniciado em 38:4, evolui do menor para o maior; do inanimado (não vivente) para o animado (vivente), até às mais surpreendentes de todas as criaturas (behemoth, leviathan), até chegar em Deus, originador e Senhor sobre tudo (Andrews Study Bible).

O argumento é: se o homem não pode controlar criaturas como o crocodilo, como pode querer forçar o Criador a conceder-lhe favores especiais? A alusão parece ser às repetidas demandas de Jó para ser ouvido (Jó 9:34;, 35; 13:3, 22; 23:3-7) (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 688).

18 resplandecer luz. A água borrifada pelas narinas do crocodilo rebrilha na luz do sol (Bíblia Shedd).

mó de baixo. A pedra de baixo do moinho era maior e mais dura que a de cima (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 688).

31 instrumento de debulhar. Ou, “deixa rastro na lama como o trilho de debulhar” (NVI). A referência é às marcas de lama onde o animal se deitava. (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 689).

34 soberano sobre todos os orgulhososSomente o Senhor pode humilhar criaturas assim (Bíblia de Estudo NVI Vida).



JÓ 41 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
6 de agosto de 2026, 0:30
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JÓ 41 – Deus é inusitado quando responde às inquietações humanas. Porém, Suas estratégias objetivando nos reerguer física, mental, emocional e espiritualmente funcionam quando nos rendemos a Ele inteiramente!

Encerrando Seu discurso, Deus fala sobre o Beemote (NVI) e o Leviatã (NVI, Jó 40:15-41:34).

• O que esses dois misteriosos animais têm a ver com a filosofia do sofrimento de Jó?
• Por que Deus traz à tona em Sua preleção, a descrição desses intrigantes animais?

O mais impressionante é a forma de Deus descrever estes dois animais. Ele o faz com uma dose de humor e ironia! Ele parece estar Se divertindo ao descrever a força e a impotência humana diante desses poderosos animais. É como Deus dizendo a Jó: “Você acha que pode controlar o Universo? Veja só esses animais que criei, são mais poderosos que você, e Eu consigo controlá-los!”

Pensar na possibilidade de Deus rir ou divertir-Se pode parecer estranha a muitos, principalmente quando se trata de um livro tão sério, filosófico e teológico como Jó.

Contudo, livrando-se de preconceitos, considerando atentamente a revelação provida pelo próprio Deus, é possível vê-Lo não apenas como um Ser de poder e justiça, mas também de humor, criatividade e didática para ensinar com diversão. E o mais incrível, Ele não faz isso para nos humilhar, mas para restaurar-nos, elevar-nos e transformar-nos!

Estes animais representam o mistério e a complexidade da criação, e nossa pequenez diante dela. Assim, somos incentivados, como Jó, a reconhecer nossa total dependência da sabedoria, bondade e graça divina para nos guiar através não apenas do mistério da vida, mas também do mistério do sofrimento; sabendo que Ele nos ama e nos protege, mesmo diante das ameaças e mistérios da existência. E Ele sabe o que faz e é justo no que faz (Jó 40:7-14).

Descontraidamente, ilustrando Sua fala referindo-Se ao Beemote e ao Leviatã, Deus revela estar acima de todas as coisas, ainda que nossa compreensão da criação e da vida seja absurdamente limitada e imperfeita (Jó 41:1-34).

Deus mostra que há muitas coisas que ultrapassam nossa compreensão e controle; por conseguinte, precisamos confiar nEle e em Sua sabedoria para enfrentar as dificuldades da vida. Pois até as mais ferozes criaturas estão sob Seu controle; nem Satanás ultrapassa certos limites (Jó 1:1-2:13). Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí



JÓ 40 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
5 de agosto de 2026, 1:30
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Texto bíblico: JÓ 40 – Primeiro leia a Bíblia

COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. PR HEBER TOTH ARMÍ

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JÓ 40 – COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL
5 de agosto de 2026, 1:00
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Texto bíblico: JÓ 40

O diálogo entre Jó e Deus é tão franco! Franco e direto também!

Deus aprecia até mesmo nossos mal-entendidos quando os levamos a ELE e dizemos a ELE como nos sentimos. É claro que não conversamos de maneira zombeteira, mas sim, derramando sinceramente nossas frustrações para que Deus possa “nos entender”.

Que curioso.

Quando somos honestos com Deus, ELE pode compartilhar percepções sobre nós mesmos que nos fazem exclamar com Jó: “Sou indigno; como posso responder-te? Ponho a mão sobre a minha boca. Falei uma vez, mas não tenho resposta; sim, duas vezes, mas não direi mais nada”. Jó 40:4,5

Este capítulo fascinante termina com lições do hipopótamo. Isso mesmo! Deus gentilmente ilumina Jó, deixando-o saber que a força do hipopótamo é apenas um leve reflexo da eterna força e poder de Deus!

David Grams
Capelão, Hartland College, Rapidan, Virgínia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/40
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



JÓ 40 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
5 de agosto de 2026, 0:50
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418 palavras

Aquele que contende com o Todo-Poderoso poderá repreendê-Lo? Que responda a Deus aquele que O acusa! (NVI). Jó é claramente desafiado a justificar sua tentativa de repreender a Deus. Satanás predisse que Jó amaldiçoaria a Deus. Isto ele não havia feito, mas havia errado em tentar dizer a Deus o que fazer. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3. p. 684.

3-5 Jó abandona a sua obsessão de ser justificado. Era a sua vez de falar, mas ele nada tinha a dizer. Jó se humilha diante do Todo-Poderoso. Bíblia de Genebra.

Sou indigno. Em vez de dizer “Sou inocente”, como pretendia, ele responde “Sou indigno.” A revelação divina havia mudado totalmente sua atitude em relação a si mesmo e a Deus. Uma convicção semelhante sobrevém a todo ser humano que chega a ter uma devida apreciação de Deus. CBASD, vol. 3. p. 684.

6-14 Se Jó pode consertar os problemas do mundo, ele não precisa de Deus. Andrews Study Bible.

Deus revela Suas maravilhas no mundo moral, na esfera da ética humana. Se Jó tivesse a poderosa atuação e a voz autoritária do próprio Deus, derramando sua fúria sobre os ímpios e perversos, então poderia confrontar-se com seu Senhor em debates sobre a justiça e a injustiça na Sua providência. Bíblia Shedd.

respondeu a Jó. […] o propósito primário de Deus não é embaraçar Jó, mas levá-lo a uma nova experiência. CBASD, vol. 3. p. 685.

13 encerra-lhes o rosto. Sabe-se que na preservação das múmias o corpo todo era envolto em panos, inclusive o rosto. CBASD, vol. 3. p. 685.

15 o hipopótamo. No original, behemoth, que é a forma plural de behemah, uma palavra comum no hebraico, traduzida como “animais domésticos” (Gn 1:24, 25; etc.), “animais” (Gn 8:20; etc) ou “gado” (Gn 36:6;etc.). Parece ser usada aqui como um plural intensivo, referindo-se a um animal muito grande. A maioria dos eruditos acha que o termo se refere ao hipopótamo. Contudo, há alguns que a aplicam (1) ao elefante, (2) a alguma espécie extinta ou (3) a uma representação simbólica. CBASD, vol. 3. p. 685.

Trata-se de uma criatura real (que criei), não de um ser mitológico. Bíblia de Estudo Arqueológica NVI.

A fala do Senhor indica que quaisquer que sejam as forças de tais criaturas, não passam de brinquedos quando comparadas com o poder insondável do Senhor. Biblia de Genebra.

come a erva. O animal mencionado […] é aparentemente herbívoro. CBASD, vol. 3. p. 685.

23 Se um rio transborda. A figura é a de um animal tão acostumado à água que não se perturba com inundações ou correntes fortes. Isto, é claro, sugere o hipopótamo. CBASD, vol. 3. p. 685.