Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 34 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO
20 de maio de 2025, 1:30
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Texto bíblico: GÊNESIS 34 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 34 – BLOG MUNDIAL

GÊNESIS 34 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COMENTÁRIO JEFERSON E GISELE QUIMELLI

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GÊNESIS 34
20 de maio de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/34

Uma história perturbadora

Por que tais histórias estão registradas nas Escrituras? Tenho uma resposta: Deus está trabalhando com pessoas quebrantadas e essas histórias foram escritas para nossa admoestação. (Romanos 15:4) O que Siquém, um descrente, fez foi claramente errado; mas o que os irmãos de Diná fizeram também foi errado.

Também nos perguntamos sobre a reação do pai de Diná, Jacó. Ele parecia mais preocupado com sua reputação do que com sua filha. Se de fato fosse esse o caso, ele também estava errado.

Isso nos faz pensar como Deus é capaz de realizar Seus propósitos com pessoas tão quebrantadas. Ele é longânimo para conosco, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento. Quero louvá-Lo hoje por Sua misericórdia e graça. E você?

Derek Morris
Representante de Campo do Hope Channel International e Apresentador da Escola Sabatina Hope

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/34
Tradução: Jeferson Quimelli/Luís Uehara



GÊNESIS 34 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
20 de maio de 2025, 0:50
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778 palavras

1-31 O estupro de Diná e o subsequente massacre da população masculina de Siquém pelos filhos de Jacó revelam profundos conflitos envolvendo as tensões entre pessoas nativas e não nativas, diferenças religiosas e o importante valor da honra familiar (Andrews Study Bible).

Este capítulo presta-se para admoestar-nos a propósito dos perigos do mundanismo nas vidas cristãs (Jo 17.16), principalmente depois de proferidos votos de consagração, como os assumidos por Jacó em Peniel  (Bíblia Shedd).

A ameaça à comunidade da aliança em Siquém foi severa. A proposta de Hamor teria significado a assimilação da família de Jacó pelos povos vizinhos (vs. 8-10; Nm 25.1-2). A transição entre o ato de culto de Jacó (33.20) e o comportamento depravado no cap. 34 é marcante. Ao invés de morar em Siquém (33.18-19), talvez Jacó devesse ter cumprido o seu voto feito em Betel (28.22; 31.13; 35.1). Não há a menção de Deus neste capítulo e nem de separação de idolatria (35.1-5), um comentário triste a respeito da liderança espiritual de Jacó (Bíblia de Genebra).

1 ver, isto é, fazer amizades. Diná poderia contar, então, com quinze anos de idade (Bíblia Shedd).

O caminho certo é tornarmos nosso lar tão atraente que nossos filhos não se sintam tentados a desejar as alianças que são oferecidas por aqueles cuja única riqueza está na presente vida. Nossas Rutes não deixarão nossos campos se, de propósito, deixarmos cair mais espigas para elas recolherem (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

2-4 Siquém, o filho de Hamor (33:9), estuprou Diná e decidiu se casar com ela, o que requereu negociações entre as duas famílias. O capítulo contém muitas falas planejadas para convencer a parte oposta (Andrews Study Bible).

2 Viu-a… tomando-a, a possuiu. Diná não consentiu na relação. Foi, portanto, um estupro. A palavra traduzida como “possuiu” é traduzida como “forçar” em 2Sm 13.12, 14, 22, 32. A sequência “viu…tomou…” lembra 3.6; 6.2 (Bíblia de Genebra).

7 em Israel. Ou contra Israel (Bíblia NVI).

9 A proposta da união pelo casamento era atrativa, desde que ela provia proteção e prosperidade, mas também significaria absorção pela cultura (e religião) caananita (Andrews Study Bible).

12 O preço da noiva é estabelecido pela família da noiva (24:53) como compensação (Andrews Study Bible).

13 violado. Surpreende-nos verificar que a palavra traduzida por “violado” (cf v 13 e 27) significa profanar e encontra-se, posteriormente, usada para descrever a corrupção e profanação do Templo (Sl 79.1). Os hebreus demonstravam o mesmo sentimento e designavam a mesma palavra, querendo expressar violação, quer da honra feminina, quer da deturpação do Santo dos Santos (Bíblia Shedd).

com dolo (intencionalmente, enganosamente, desonestamente). Ecoa uma palavra chave das histórias de Jacó, incluindo o roubo da bênção de Esaú (27:35) e o trato de Labão com Jacó (29:25) (Andrews Study Bible).

Jacó colheu o fruto se seu engano; seus filhos copiaram seu dolo (27.35-360; porém, o alvo deles era matar (Bíblia de Genebra).

14 A diferença básica entre a família de Jacó e os hivitas consistia nas relações com Deus advindas da aliança. O sinal exterior dessa relação era a circuncisão; entretanto, a adoção do sinal desacompanhado da fé implícita na referida aliança não passaria de ato puramente carnal e mundano. A sugestão se revelava ainda pior, pelo fato de ter sido dada como pretexto para acobertar sentimentos de traição (Bíblia Shedd).

15 circuncidando-se todo macho. Os filhos de Jacó, cometendo um sacrilégio, esvaziaram o santo sinal da aliança do seu significado religioso (17.10-11) e abusaram dele com a intenção de cometer vingança (Bíblia de Genebra).

17 onde sua irmã. Ou, porque sua irmã (Bíblia NVI).

23 A motivação dos siquemitas também são reprováveis (Andrews Study Bible).

25 Provavelmente não estivessem sozinhos, mas tivessem arregimentado, também, os pastores e vaqueiros (cf Gn 14.14) (Bíblia Shedd).

mataram os homens todos. Sob a lei mosaica, o pecado de Siquém contra Diná não receberia esta punição, que foi excessiva (Dt 22.28-29) (Bíblia de Genebra).

Sob a liderança de Simeão e Levi, a população masculina é massacrada e a cidade é saqueada e pilhada, incluindo rebanhos, mulheres e crianças. Na bênção final de Jacó, os descendentes de ambos seria espalhada (49:7) devido a este ato (Andrews Study Bible).

saquearam. Pela sua desenfreada, infiel e precipitada vingança, Simeão e Levi perderam liderança e terra em Israel (49.5-7) (Bíblia de Genebra).

A traição desses dois irmãos foi totalmente injustificável. No seu leito de morte Jacó foi rebuscar o assunto e previu a dispersão deles em Israel. Embora Levi tivesse desfeito essa maldição, Simeão não parece ter feito nenhum esforço nesse sentido e logo se tornou como água absorvida pelas areias do deserto (Mas veja Apocalipse 7.7). Que coisa terrível quando nossa conduta é tão comprometida que torna nossa fé repulsiva para aqueles que observam nosso comportamento (v. 30) (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

30 atraindo o ódio dos. Ou transformando-me em mau cheiro para os (Bíblia NVI).

serei destruído. Jacó demonstrou medo ao invés de fé obediente (cf. 35.5) (Bíblia de Genebra).



GÊNESIS 34 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
20 de maio de 2025, 0:40
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GÊNESIS 34 – Grande parte dos que ensinam a Bíblia tende a apresentar os aspectos positivos dos seus personagens; porque, a verdade nua e crua da Bíblia pode assustar muitos crentes.

Jacó disse a Esaú que iria para Seir, entretanto foi para Sucote (Gênesis 33:14-17). O engano fazia parte da família. Seus filhos aprenderam dominar bem a prática da mentira (Gênesis 34:13).

A única filha de Jacó saiu sozinha a conhecer as mulheres da região da nova residência. Siquém, governador pagão daquela região agarrou-a e a violentou; contudo, depois a quis em casamento. Um requisito foi solicitado pelos irmãos de Diná: Todos os homens de Siquém deveriam circuncidar-se. Após três dias de aplicarem a condição, sob a liderança de Simeão e Levi, os filhos de Israel foram à cidade para cruelmente matar todos os homens – enquanto recuperavam do órgão genital dolorido; saquearam a cidade levando seus bens, mulheres e crianças.

“A horrível violação de Diná por Siquém motivou seus irmãos a manifestar uma reação de engano e violência muito maior que seu pai Jacó havia cometido”, comenta Philp W. Dunham. Mentira, assassinato, roubo, vingança, violência… Fazem parte do início da igreja do Antigo Testamento.

Esse capítulo de chacina mancha as páginas da história do povo de Deus; porém, não é por capítulos assim que devemos afastar-nos do corpo de Cristo. Mesmo no Novo Testamento havia casos horríveis. Além do casal mentiroso em Atos 5:1-10, na igreja de Corinto “por toda parte se houve que há imoralidade entre vocês”, diz Paulo, “imoralidade que não ocorre nem entre os pagãos, a ponto de um de vocês possuir a mulher de seu pai” (1 Coríntios 5:1) – o mesmo pecado da igreja do Antigo Testamento (Gênesis 35:22).

No tempo do fim, não é diferente. Ellen White afirma que “a igreja talvez pareça como prestes a cair, mas não cairá” (2ME, 380). Pois, “fraca e defeituosa como possa parecer, a igreja é o único objeto sobre que Deus concede em sentido especial Sua suprema atenção. É o cenário de Sua graça, na qual Se deleita em revelar Seu poder de transformar corações” (AA, 12).

Apreciemos a Igreja como Deus aprecia e, permitamos que Ele transforme nosso coração! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 34 – Comentário Jeferson e Gisele Quimelli
20 de maio de 2025, 0:30
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Gênesis 34 é mais um triste e difícil capítulo da história humana, com muita dor e culpa, que tem a semente do ódio, de assassinato.

De quem foi a culpa do estupro de Diná? Inteiramente de Siquém!

De quem foi a culpa do assassinato de todos os homens da cidade? Inteiramente de Simeão e Levi!

Foi na mente destes três homens que a semente do mal foi plantada, gestada e levada a cabo.

Uma armadilha na qual não podemos cair aqui é responsabilizar as vítimas pelos violentos atos que sofreram. A defesa da honra familiar, a passividade paterna, não justificam o assassinato em massa.

Então, o que dizer da visita temerária de Diná à cidade de Siquém? Que ela teve parcela de culpa? De jeito algum! No máximo, ela cometeu uma imprudência ao sair sozinha em um ambiente desconhecido. Mas nunca parcela de responsabilidade pelo estupro.

Culpabilizar a vítima pelo estupro sofrido é reflexo milenar de desprezo do valor e da dignidade feminina, pois a mulher também foi criada à imagem de Deus. Esta prática deve ser inteiramente rejeitada.

Dizer que houve qualquer justificativa pelos atos violentos seria justificar o pecado, como Adão procurou fazer, culpando a mulher e, indiretamente, o Criador.

Se possível isto fora, não teríamos necessidade de um Substituto a pagar pelos nossos pecados e Jesus não precisaria ter passado pela infinita e incompreensível a nós, humilhação e sofrimento ao se tornar homem, sofrer rejeição e as dores da segunda morte.

Jeferson Antonio Quimelli, professor aposentado e formando em Psicologia
Gisele Alves de Sá Quimelli, professora aposentada e Assistente Social



GÊNESIS 33 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO
19 de maio de 2025, 1:30
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Texto bíblico: GÊNESIS 33 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 33 – BLOG MUNDIAL

GÊNESIS 33 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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GÊNESIS 33 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
19 de maio de 2025, 0:50
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624 palavras

1-2 Os preparativos de viagem refletem as claras divisões e a hierarquia da família de Jacó (primeiro concubinas e filhos, seguidos por Lia e filhos, e, por fim, Raquel e José).
quatrocentos homens. Uma força de luta significante (Andrews Study Bible).

3-4 Jacó saudou a Esaú como um vassalo saúda seu patrono na cerimônia de uma corte real, com a consideração apropriada a um superior – observe as sete prostrações (prática comum no protocolo real do antigo Oriente Próximo, v. 3), a forma submissa de “um servo” (v.5) se dirigir ao seu “senhor” (vs. 10-11). Em contraste, Esaú saudou a Jacó como um irmão depois de uma longa separação (vs. 4, 9) (Bíblia de Genebra).

4 Os medos de Jacó mostram-se infundados. Deus não apenas trabalhou nele (32:22-32) mas também em Esaú  e o tinha abençoado (33:9). Lucas 15:20 descreve a uma cena familiar em linguagem comparável. Em hebraico, os termos que indicam o abraço dos irmãos soa similar a Jacó lutando com Deus (32:24-25) (Andrews Study Bible).

10 Jacó insistia em que Esaú aceitasse o presente porque era somente mediante tal aceitação que ele poderia certificar-se de que estava perdoado e que passaria a reinar a paz entre os dois (Bíblia Shedd).

12-16 Jacó não parece acreditar totalmente em Esaú, mas prefere depender da proteção de Deus (Andrews Study Bible).

17 Sucote significa “ramos”. Distava poucos quilômetros ao ocidente de Peniel e ao oriente do Jordão (Bíblia Shedd).

18 são e salvo, poderia ser traduzido por “em paz”. Pode ser que tenha referência ao voto que Jacó tinha feito (28.21) (Bíblia Shedd).

chegou… à cidade de Siquém. Ou chegou a Salém, uma cidade de Siquém (Bíblia NVI).

Jacó foi tentado pelas ricas pastagens de Siquém, sem pensar muito nem se preocupar com o caráter do povo dali, e mais tarde deve ter-se arrependido amargamente de sua decisão. Quantos pais crentes cometem engano semelhante! Primeiro, acampam-se perto do mundo, armando suas tendas com as portas naquela direção; a seguir, compram um lote de terreno, e por fim seus filhos contraem alianças que terminam em vergonha e desastre (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

33.18 – 35.29 Esta seção final do “relato de Isaque”, como o final da seção do “relato de Abraão” (22.20-25.11), registra a transição dos patriarcados. Ela é estruturada de acordo com o itinerário de volta de Jacó à terra, destacando mortes em vários lugares (que, por sua vez, marcam a passagem da geração de Isaque) e importantes episódios no “relato”, tais como os pecados de Rúben, Simeão e levi (Bíblia de Genebra).

19 Siquém é, aqui, o filho de Hamor. Também era o nome da cidade onde Jacó comprara certa área de terra, subsequentemente outorgada a José que, ao que sabemos, foi ali sepultado (18 e Josué 24.32). A referida cidade ficava próxima ao sopé do monte Gerizim, cerca de 80 quilômetros ao norte de Jerusalém. Tinha sido o primeiro acampamento de Abraão dentro dos limites da Palestina (Gn 12.6), sendo, também, o local onde ficava o Poço de Jacó (cf Jo 4.6) e, ainda, o Carvalho de Moré, sob o qual, provavelmente, Jacó enterrara os deuses domésticos que Raquel furtara a Labão (35.4) (Bíblia Shedd).

cem peças de prata. 100 quesitas. Uma quesita era uma moeda de peso e valor desconhecidos (Bíblia NVI).

20 altar. A construção do altar é uma ligação importante com Noé, Abraão e Isaque (8:20; 12:7-8; 13:18; 22:9-10; 26:25; 35:7). Este é o primeiro altar que Jacó construiu (Andrews Study Bible).
O nome do altar em hebraico é El-Elehe-Israel e significa “Deus” (o Onipotente) é o Deus de Israel”. Este nome faz lembrar a nova relação estabelecida com Deus (cf 32.29) e marca o cumprimento do voto registrado em Gn 28.21 no sentido da glorificação a ser atribuída a Deus que se tinha manifestado tão poderoso em trazê-lo de volta, são e salvo, depois de vinte anos de ausência. Tenha-se em lembrança que também Abraão ali tenha erigido um altar ao Senhor (Gn 12.7) (Bíblia Shedd).



GÊNESIS 33 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
19 de maio de 2025, 0:30
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GÊNESIS 33 – Se estivéssemos na cena deste capítulo, certamente as emoções se aflorariam e, em nossa face, as lágrimas se deslizariam. Os gêmeos separados pela ameaça de morte se reencontrarão…

“Mais tarde naquela manhã, quando Esaú estava se aproximando dele, Jacó foi ao seu encontro curvando-se diante de seu irmão sete vezes (Gn 33:3). Porque Jacó primeiro se humilhou diante do Senhor, ele agora era capaz de se humilhar diante de seu irmão. E Esaú graciosamente o aceitou. Naquele momento de reconciliação (v. 4), Jacó explodiu em um reconhecimento especial. De acordo com Gênesis 33:10, ele confessou que viu a Deus em Esaú: ‘Se te agradaste de mim, aceita este presente de minha parte, porque ver a tua face é como contemplar a face de Deus; além disso, tu me recebeste tão bem!’ (NVI). O que Jacó estava vendo no rosto de seu irmão? As mesmas expressões de amor, compaixão, perdão e graça que ele viu na face do Senhor. O sorriso de Deus em Jacó se reflete na aceitação de Esaú”, explica Jiří Moskala; e, então aplica:

“O que as pessoas leem em nossa face quando interagem conosco?”.

Só demonstraremos perdão e graça aos que nos ofenderam somente após experimentarmos perdão e graça de Deus.

O mesmo Deus que reatou o relacionamento de Jacó e Esaú pode reatar qualquer relacionamento que for colocado sob os Seus cuidados. Ao guiar nossa vida, as estratégias divinas nos levarão à alegria da reconciliação.

Diante da experiência marcante da reconciliação, assim que comprou um campo dos filhos de Hamor próximo a Siquém e acampar ali, Jacó “edificou um altar e lhe chamou El Elohe Israel” (Gênesis 33:20). Por Suas bênçãos, Deus é digno de adoração!

Reconhecendo que o Deus de Israel é poderoso, o Jacó admite que o Deus que mudou seu nome no capítulo anterior, agora mudou sua história.

Diante disto, notamos que não é o tempo que cura feridas da alma; é Deus. Sua graça resolveu a desgraça resultante das atitudes carnais que tiveram os gêmeos 20 anos antes.

Por conseguinte, aprendamos que relacionamentos danificados podem ser restaurados com ingredientes de origem celestiais. Amizades destruídas por atitudes impróprias podem ser concertadas quando a graça de Deus é despejada sobre corações feridos e almas dilaceradas…

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 32 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO
18 de maio de 2025, 1:30
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Texto bíblico: GÊNESIS 32 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 32 – BLOG MUNDIAL

GÊNESIS 32 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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GÊNESIS 32 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
18 de maio de 2025, 0:50
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1204 palavras

1-32 Este é um capítulo chave na biografia de Jacó. Na luta com o Anjo de Deus, Jacó finalmente chega ao fim. Cheio de ansiedade e na perspectiva do encontro com Esaú, ele recebe encorajamento divino especial (Andrews Study Bible).

1 Esta palavra significa”duplo acampamento” ou “dupla hoste”, em referência a dois grupos de anjos, um que ia adiante dele e outro que o seguia (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1).

Do mesmo modo como os anjos lhe tinham aparecido por ocasião de sua viagem de exílio, aqui também, o Senhor lhe envia graciosamente Seus anjos para certificá-lo da presença divina, bem como da indispensável proteção em face do ameaçador encontro com Esaú (Bíblia Shedd).

Maanaim. Significa “dois acampamentos” e mais tarde se tornou cidade levítica em Gade (Jos. 13.26) bem como a capital temporária do reinado de Isbosete (2 Sam. 2:8-9). Note a forte ligação com Gên. 28:11-12, que marcou a saída de Jacó de Canaã (Andrews Study Bible).

3-8 Jacó fez tudo humanamente possível para preparar o caminho: o relatório que seus mensageiros trouxeram de volta, contudo, é confuso e aumenta a ansiedade de Jacó. A divisão do seu acampamento em dois é motivado pelo seu desejo de sobreviver e talvez como uma resposta à revelação divina em Maanaim (Andrews Study Bible).

4 Os mensageiros deviam traçar uma clara distinção entre “meu senhor Esaú” e “teu servo Jacó”. A tarefa deles era apaziguar Esaú, principalmente pela ênfase na humildade de Jacó – que era uma tácita admissão de seu erro – e no fato de que Jacó desistia de toda pretensão à herança. Ao salientar que estava voltando com grandes riquezas, JAcó não estava se gabando, mas deixando claro para Esaú que não retornara com o desejo de participar do patrimônio (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1).

6 Se a inimizade de Esaú para com seu irmão havia se abrandado durante os anos, parece que ele nunca mencionou o fato para seus pais, e o resultado foi que Rebeca não tinha conseguido cumprir a promessa de mandar buscar Jacó (Gn 27:45). […] A razão de Esaú para encontrar Jacó com um grupo armado era, primeiro, impressionar o irmão com o devido respeito para com sua condição de superioridade; segundo, garantir um entendimento satisfatório; e terceiro, usar a força, se necessário, para salvaguardar seus próprios interesses. Em outras palavras, ele estava preparado para qualquer eventualidade (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1).

9-12 A oração de Jacó clama pelas promessas divinas (v. 12) e expressa seus medos (Andrews Study Bible).

13-21 O presente de Jacó é muito grande e busca (1) sugerir a Esaú que Jacó não veio reclamar seu direito de primogenitura e (2) pacificar o irmão afastado (Andrews Study Bible).

22 O ribeiro do Jaboque ainda permanece como linha divisória na cadeia de montanhas de Gileade. Despeja suas águas no Kordão (no lado oriente) a 70 km ao sul da Galiléia e a cerca de 38 km ao norte do mar Morto (Bíblia Shedd).

24-29 De modo similar à sua saída de Canaã, Jacó se encontra sozinho novamente (28:11-22). Homem. O leitor é deixado a imagina a identidade do atacante. Os. 12:4 o identifica como “o Anjo”, enquanto Jacó o reconhece como “Deus” (v. 30) (Andrews Study Bible).

Pode ser que tal homem tivesse dado a Jacó a impressão de que se tratasse de espia vindo da parte de Esaú. Entretanto, no decorrer da luta ali travada, Jacó veio a compreender que aquele homem não era um simples mortal, pois se tratava de um emissário da parte de Deus (Bíblia Shedd).

25 O oponente desconhecido usou apenas a força de um ser humano em sua luta com Jacó. Pensando ter sido abordado por um inimigo mortal, Jacó lutou como o faria para salvar a própria vida. Mas, à medida que se aproximava a aurora, um único toque de força mais que humana foi suficiente para aleijar Jacó, e ele se deu conta de que seu antagonista era mais que humano (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1).

O anjo poderia facilmente prevalecer sobre Jacó na pugna física ali travada. Transparece o fato de que o Senhor desejava que Jacó se Lhe rendesse de modo voluntário, corporal e espiritualmente, assim como se demonstrava predisposto a oferecer a Esaú suas riquezas. Mediante um golpe instantâneo, o Senhor o privara de qualquer capacidade de resistir. Assim Deus procede também para conosco. Deus há de elevar-nos até sua pessoa; isto, porém, Ele efetua tão somente depois de levar-nos aos extremos de nossas necessidades [capacidades]. Por causa da inveterada resistência que Lhe oferecemos, bem como da incapacidade que revelamos de sentir Sua mão paternal através da disciplina que nos é imposta, Ele tem de “tocar-nos” para reduzir-nos à impotência total, e, assim, fortalecer-nos na Sua graça ( 2 Co 12.9,10) (Bíblia Shedd).

28 O novo nome de Jacó (ver 35:10) marca uma mudança significante: o suplantador se tornou o superador e pode, agora, prover o nome certo para a nação do concerto. (Andrews Study Bible).

Não mais Jacó, “suplantador”, mas Israel, “Campeão com Deus”, pois que Jacó lutara (sarah) com Deus e com os homens, obtendo a vitória (Bíblia Shedd).

E sim Israel. Uma combinação de yisra[h], “ele luta” ou “ele governa”, de sarah, “lutar” ou “governar”, e ‘El, “Deus”. Sem a interpretação acompanhante dada pelo próprio Deus, o nome poderia ser traduzido “Deus luta” ou “Deus governa”. O significado pretendido e explicado por Deus, porém, é “ele luta com Deus”, “ele prevalece com Deus” ou “ele governa com Deus” (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1).

29 A revelação do nome de alguém era como um passo avantajado, no sentido de firmar-se uma amizade íntima e de estabelecer-se uma aliança mútua (Bíblia Shedd).

30 Jacó vê a face de Deus na absoluta escuridão da noite. Somente  as “costas” (Êx. 33.23), os “pés” (Êx. 24:10), a “forma” (Num. 12:8) de Deus podem ser vistas. “Peniel” (face de Deus) reflete a experiência de Jacó (Andrews Study Bible).

A minha vida foi salva. Isto é, “estou preservado e serei preservado”. Estas palavras ecoam a nova fé que Jacó encontrara. Ele tinha a certeza de que, o que quer que lhe acontecesse, contanto que fosse da vontade de Deus, uma mão divina o preservaria de todo o mal. Até as coisas que pareciam ser contra ele no momento em que ocorreram, demonstraram ser providenciais (Gn 42:36). Peniel foi o ponto decisivo na vida de Jacó (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1).

31 Manquejava. Embora fisicamente manco, provavelmente para o resto da vida, mas com o espírito liberto, Jacó desfrutou as mais ricas bênçãos de Deus. Toda luta deixa cicatrizes. […] Até nosso Senhor Jesus Cristo leva as marcas do feroz conflito pelo qual passou quando esteve na Terra, e continuará a tê-las por toda a eternidade. Nossas marcas desaparecerão e erão esquecidas (2Co 4:17; Is 65:17). Ao passo que nossas cicatrizes são resultado da luta contra o eu, as marcas dos cravos nas mãos de Cristo sobrevieram através do conflito enfrentado com os poderes das trevas, em nosso favor (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1).

32 articulação do quadril. …a frase diria “o nervo do quadril”. Os judeus ortodoxos se abstêm de comer essa porção de qualquer animal usado como alimento… Embora ela não seja mencionada em outra parte do AT, o Talmude judaico considera esse costume como uma lei cuja violação deve ser punida com açoites (Tratado Chulin, Mishnah, 7) (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1).