Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 47 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO
2 de junho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: GÊNESIS 47 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 47 – BLOG MUNDIAL

GÊNESIS 47 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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Gênesis 47 – Comentários selecionados
2 de junho de 2025, 0:50
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762 palavras

1-10 José apresenta cinco de seus irmãos (que não são nomeados) assim como seu pai para Faraó. Após uma audiência positiva, Faraó indica alguns deles para serem pastores da coroa, dando a eles, portanto, proteção legal (v.6). O tom da audiência de Jacó com Faraó é diferente do da primeira, com uma atmosfera mais íntima. Como em muitas culturas, a idade era altamente respeitada na Bíblia. Andrews Study Bible.

9 peregrinações. A palavra hebraica denota uma residência temporária, a condição de um estrangeiro residente. Jacó descreveu sua própria vida e a de seus pais como de um viajante (21.24; 24.3; 26.3). Embora esperando pelo cumprimento da divina promessa pactual de terra, sua esperança se estendia além de Canaã, para um país celestial e eterno, para uma “cidade… da qual Deus é o arquiteto e o edificador” (Hb 11.10) (Bíblia de Genebra).

Jacó referia-se à natureza itinerante da vida patriarcal em geral, e da sua em especial, ao aguardar com esperança o cumprimento da promessa de uma terra (v. tb Dt 26.5). Bíblia de Estudo NVI Vida.

não chegam aos anos .. dos meus antepassados. Abraão viveu até a idade de 175 anos (25.7), Isaque, até 180 (35.28). Bíblia de Estudo NVI Vida.

10 abençoado. Representa o modo comum de saudação e despedida (27:33; 28:1) (Andrews Study Bible).

Nesta importante audiência com o poderoso Faraó – o maior, costumeiramente, abençoa o menor (14.19) – o idoso patriarca pastor demonstrou sua dignidade. Sua bênção se cumpriu nos vs. 13-25 (Bíblia de Genebra).

A confissão de que os dias de sua peregrinação tinham sido poucos e maus está musicada num melancólico acorde em tom menor; e, quem olhasse superficialmente, poderia pensar que Esaú tinha gozado uma carreira muito mais próspera. Mas quando Jacó se levantou diante de Faraó, o poderoso monarca e se curvou ante sua bênção. Certamente que o menor é abençoado pelo maior. Aqui estava a colheita das lágrimas de Jacó! Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento (F. B. Meyer).

11 possessão. Propriedade da terra, dando à família titulação legal a um pedaço de terra. Deus promete “possessão eterna” de Canaã (17:8) (Andrews Study Bible).

13-26 Descreve a enorme extensão da fome e a habilidade de José como administrados da coroa. Três estágios de dependência mostram a severidade crescente da fome: 1) Os egípcios compram grãos com dinheiro; 2) Os egípcios trocam seus rebanhos por grãos; e 3) Os egípcios trocam seus direitos de terra por grãos (Andrews Study Bible).

José trouxe todo o dinheiro, terras e povo para debaixo do poder do Faraó em troca de alimento e preservou os egípcios (Bíblia de Genebra).

14 Canaã aparece referida em conexão com o Egito, talvez pelo fato de que por aquele tempo, este último país exercia domínio sobre os povos que habitavam o território de Canaã. Bíblia Shedd.

21 o escravizou de uma a outra extremidade. É o resultado da política de José – a servidão para o povo. No entanto, o povo considerava José não como tirano, mas como um salvador (v. 25, cf. 45.7) (Bíblia de Genebra).

22 A classe sacerdotal egípcia era uma camada poderosa da sociedade, possuidora de larga extensão de terras e não pagava impostos à coroa (Andrews Study Bible).

24 quinto. José cobrou uma taxa de 20% durante os anos de abundância (41:34) e agora cobra 20% de juros, que é um valor baixo, se comparado à taxa média da região, que era de 33.3% (Andrews Study Bible).

25 Tu nos salvaste a vida. Os pequenos depósitos dos egípcios logo se esgotaram, e se não tivesse sido por José, as ruas se teriam enchido de agonizantes e de mortos. Seu nome egípcio significa “o salvador do mundo”; e a confissão dos egípcios provou como esse nome era verdadeiro: “A vida nos tens dado!” Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento (F. B. Meyer).

27 tomaram possessão, e foram fecundos… se multiplicaram. Em cumprimento à promessa divina (46.3). A independência e prosperidade dos israelitas se contrasta com o destino dos egípcios (vs 13-26). Essa descrição também nos fornece um elo com Êx. 1.7 (Bíblia de Genebra).

A descrição do crescimento de Israel usa termos da linguagem da Criação (ver Êx. 1.7) (Andrews Study Bible).

28-31 A morte de Jacó é o objeto de várias seções e marca um final importante nas histórias patriarcais (48:21-27; 49:29-32). José jura solenemente enterrar seu pai em Canaã (24:2; 25:29-32) (Andrews Study Bible).

29 ponha a mão debaixo da minha coxa. Por a mão debaixo da coxa era a maneira pela qual se fazia um juramento deveras sério. Ver 24.2. Bíblia Shedd.

30 sepulte-me junto a eles. Na caverna deMacpela (v. 50.12, 13). Bíblia de Estudo NVI Vida.

31 se inclinou [cf. ARA. NVI: Israel curvou-se apoiado em seu bordão]. Uma expressão de reverente ação de graças a Deus por ver que seu último desejo seria cumprido (Bíblia de Genebra).

Citado em Hb 11.21. Bíblia de Estudo NVI Vida.



GÊNESIS 47 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
2 de junho de 2025, 0:30
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GÊNESIS 47 – Neste capítulo está em andamento a profecia de Gênesis 15:13-16 e o sonho profético do Faraó (dos sete anos de fartura e sete anos de seca). Está nítido que Deus está conduzindo a história, e Moisés queria avivar à memória de seu povo no Egito, que estava chegando a hora de partir dali para a Terra Prometida – conforme Deus profetizara a Abraão em Gênesis 15:16. Que diz:

“Na quarta geração, os seus descendentes voltarão para cá [do Egito para Canaã], porque a maldade dos amorreus ainda não atingiu a medida completa [na época de Abraão, ou seja, foram concedidos mais de 400 anos de graça aos amorreus]”.

Note que Gênesis 15:13-14 já estava em visível andamento: “Saiba que os seus descendentes [de Abraão] serão estrangeiros numa terra que não lhes pertencerá, onde também serão escravizados e oprimidos por quatrocentos anos. Mas eu castigarei a nação a quem servirão como escravos e, depois de tudo, sairão com muitos bens”.

Gênesis foi escrito por Moisés próximo ao final dos 400 anos de escravidão e entregou aos anciãos antes das dez pragas caírem no Egito. Mas, suas sagradas páginas servem para nós, que estamos prestes a ver as sete últimas pragas caírem sobre um mundo indiferente a Deus e aos princípios de Seu Soberano Reino (Apocalipse 15:1-16:21).

Gênesis 47 nos dá algumas diretrizes para lidarmos sabiamente com as potências políticas e líderes poderosos deste mundo prestes a sofrer os danos das últimas pragas:

• Respeite as autoridades onde você estabelecer tua residência, como fez o velho patriarca Jacó (Gênesis 47:1-2);
• Seja humilde estando à disposição para ouvir e servir às autoridades que regem o lugar onde moras (Gênesis 47:3);
• Considere-se mordomo (não dono) do lugar onde resides, demonstrando responsabilidade (Gênesis 47:4);
• Abençoe pessoas importantes sem constrangimento, pois você é servo do Deus do Universo (Gênesis 47:5-10);
• Obedeça às ordens civis da sociedade, cumpra com teu papel de bom cidadão, mesmo diante das crises pandêmicas que assolam a humanidade (Gênesis 47:11-26).
• Não permitas que as riquezas mundanas (simbolizadas pelo Egito) e que nem mesmo a morte te impeçam de viver os planos de Deus para Seu povo (Gênesis 47:27-31).

Se Deus cumpriu Suas palavras no passado, certamente cumprirá as que ainda faltam! Espere confiantemente em Deus!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 46 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO
1 de junho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: GÊNESIS 46 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 46 – BLOG MUNDIAL

GÊNESIS 46 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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Gênesis 46 – Comentários selecionados
1 de junho de 2025, 0:50
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1689 palavras

1-4 O movimento para o Egito se inicia com um serviço sacrifical em Berseba (veja 26:23-24; 28:13). […] Deus fala de novo a Jacó, assegurando a ele a Sua presença (mesmo fora da terra prometida) e Seu compromisso de fazer de suas promessas a Abraão uma realidade (Andrews Study Bible).

1 ofereceu sacrifícios. Berseba foi o lugar da adoração de Abraão (21.32-33), Isaque (26.23-25) e Jacó (28.10-15) (Bíblia de Genebra).

Quando Jacó passou por esse lugar sagrado, provavelmente vendo as ruínas do altar de seu pai, parou para oferecer sacrifícios a Deus, que o havia conduzido de maneira tão misericordiosa. Esses sacrifícios eram provavelmente ofertas de gratidão pelas boas notícias referentes a José. Jacó também pode ter desejado consultar a Deus com respeito à viagem para o Egito, que talvez lhe ocasionara maus presságios devido às cenas de aflição reveladas a Abraão (15:13). O certo é que aqui Jacó se entregou, com sua família, ao cuidado de Deus. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 493.

2 Falou Deus a Israel. Esta aparentemente foi a primeira visão concedida a Jacó depois de muitos anos. Várias das revelações anteriores haviam ocorrido à noite, principalmente na forma de sonhos (Gn 28:12; 31:11; 32:30). Esta não foi um sonho (o que teria acontecido durante o sono), mas uma visão. CBASD, vol. 1, p. 493.

Jacó, Jacó. Talvez Deus o tenha chamado de Jacó, em vez de Israel, para lembrá-lo do que ele havia sido, pois via seu próprio caráter anterior refletido no de seus filhos. Outrora ele havia enganado o pai e trapaceado o irmão; agora seus próprios filhos o haviam enganado com respeito a José por 22 anos, antes de a verdade vir à tona. Muitas vezes ele, sem dúvida, desejou ver traços mais nobres em seus filhos, o que o fez pensar no caráter dissoluto que ele próprio cultivara por tantos anos. CBASD, vol. 1, p. 493.

3 Não temas. Esta admoestação revela que Jacó receava estar cometendo um erro ao ir para o Egito. Ansiava ver José, o filho havia tanto perdido; mas também se lembrava das consequências da viagem de Abraão ao Egito (Gn 12:14-20), e de que Deus havia proibido Isaque de ir para ali durante uma situação de fome (26:2). Houve uma séria dúvida na mente do patriarca quanto à viagem ser ou não aprovada por Deus. Então, Deus expressou aprovação à viagem e lhe deu promessas tranquilizadoras. Como no passado, ao partir para Padã-Arã, e agora ao partir para o Egito, Jacó recebeu a certeza de que Deus era com ele, de que a divina promessa quanto à sua posteridade ainda era válida, e de que a mudança para o Egito não significava o abandono permanente da terra da promessa. CBASD, vol. 1, p. 493.

Quando descemos ao Egito obedecendo a nossos próprios impulsos, acabamos em tentação e fracasso, como aconteceu a Abraão e Isaque; mas quando Deus ordena que vamos, podemos fazer a jornada com absoluta tranquilidade. Embora andemos pelo vale escuro, não precisamos ter medo, se ele está conosco. Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento.

4 E te farei tornar a subir. Esta promessa foi cumprida para Jacó num sentido pessoal, quando seu corpo voltou para Canaã a fim de ser sepultado, mas cumpriu-se também no êxodo, quando os descendentes de Jacó deixaram o Egito, cerca de 215 anos mais tarde. CBASD, vol. 1, p. 493.

A mão de José fechará os teus olhos. Lit. “José fechará teus olhos quando morreres”. Uma palavra de conforto para o idoso Jacó, de que ele morreria em paz, na presença de José (50.1, cf 15.15) (Bíblia de Genebra).

6 Toda a descendência de Jacó foi para o Egito, em cumprimento do plano divino (cf v 3). Dois eram os propósitos: 1) Estabelecendo-se em Gósen, os filhos de Israel estariam isolados das influências paganizadoras, tanto de Canaã como do Egito; 2) Por outro lado, porém, o povo de Deus entrava em contato, daquela maneira, com a mais avançada civilização contemporânea. Entre outros benefícios, encontram-se os seguintes: regime governamental sem o qual a nação nem mesmo chegaria a existir, administração baseada em estatutos legais, além da escrita, sem a qual Moisés jamais poderia ter escrito os cinco primeiros livros da Bíblia. Bíblia Shedd.

8-27 A lista dos nomes dos descendentes de Jacó até a terceira geração identifica todos que foram ao Egito. As crianças e netos de Lia vem primeiro (vs. 8-15), seguidos pelos de Zilpa (vs. 16-18), Raquel (vs. 19-22) e Bila (vs. 23-25) (Andrews Study Bible).

8 Filhos de Israel. É a primeira ocorrência desta expressão. A extensão da família de Jacó, que se transformaria numa grande nação, é aqui mencionada em evidente referência ao cumprimento da promessa divina com a qual ele foi para o Egito. A lista dos nomes inclui não apenas os “filhos de Israel” no sentido mais estrito, mas também o próprio patriarca e José com seus dois filhos, que nasceram antes da chegada de Jacó ao Egito. CBASD, vol. 1, p. 495.

estes são os nomes dos israelitasque foram para o Egito. Repetido palavra por palavra em Êx 1.1 … em que apresenta o cenário da história do Êxodo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

10 Uma mulher cananeia. A referência a um dois filhos de Simeão como “filho de uma mulher cananeia” implica que o tomar mulheres dentre os cananeus não era costume dos filhos de Jacó. Geralmente estas eram escolhidas dentre os parentes paternos na Mesopotâmia, a família de Ismael, os filhos de Quetura ou os de Esaú. Só Simeão e Judá (Gn 38:2) parecem ter tido esposas cananeias. CBASD, vol. 1, p. 495.

15 Diná. Aparentemente ela ainda era solteira desde seu infortúnio em Siquém. É, portanto, mencionada como membro independente da família de Jacó. CBASD, vol. 1, p. 495.

17 Os filhos de Aser. Seria inconcebível que, dentre os netos de Jacó, dos quais 51 do sexo masculino são mencionados por nome, só tivesse nascido uma menina [Sera], a filha de Aser. Ela deve ter sido mencionada porque, como Diná (v. 15), permaneceu solteira. Não havia passado a pertencer a outra família, como as outras filhas e netas de Jacó, que haviam ido, cada uma com seu marido, para a casa destes. CBASD, vol. 1, p. 496.

26 todos eram sessenta e seis pessoas. O número sessenta e seis corresponde aos constituintes da família de Jacó, não incluindo o próprio Jacó, José  e os dois filhos deste. … De acordo com a Septuaginta, o número dos que partiram para o Egito era de setenta e cinco, que é também o número dado por Estêvão (At 7.14). Os cinco adicionais viriam a ser os netos de José, provavelmente. Bíblia Shedd.

O número setenta expressa complitude no VT. Gideão tem setenta filhos (Jz. 8:30), assim como Acabehab (2 Rs. 10:1). Em Gên. 10, o total dos descendentes dos filhos de Noé é de setenta e representam a população mundial completa. Num. 11:16, 24 e Êx. 24:1,9 mencionam 70 anciãos como representativos de todo o povo (Andrews Study Bible).

28 Enviou Judá adiante de si. A lista da casa de Jacó é seguida por um relato da chegada ao Egito. Judá, havendo demonstrado notáveis qualidades de liderança na viagem anterior ao Egito, foi naturalmente escolhido para representar o idoso patriarca e anunciar sua chegada. Também foi ele que obteve de José as instruções necessárias quanto ao local em que se estabeleceriam, e depois voltou para guiar a caravana até Gósen (ver com. [CBASD] de Gn 45:10). O fato de Judá ter realizado essa tarefa sugere que ele já havia sido escolhido por Jacó como herdeiro do direito de primogenitura. CBASD, vol. 1, p. 497.

29 Apresentou-se, lançou-se-lhe ao pescoço. A expressão “apresentou-se” geralmente usada apenas para aparições de Deus, sugere aqui a glória com que José foi para encontrar-se com o pai. Esse encontro foi um clímax na vida de ambos. Não se pode descrever, mas apenas imaginar, quão ansiosamente haviam desejado ver um ao outro. O grande amor mútuo, transbordando na alegria do coração, foi extravasado em lágrimas que não podiam ser contidas. Eram lágrimas de alegria, vindas após muitas lágrimas de amargura derramadas durante a longa separação. CBASD, vol. 1, p. 497.

30-34 José prepara sua família para uma audiência com o líder da superpotência daqueles dias. Textos egípcios não sugerem uma aversão particular contra pastores. Talvez José queira dizer que os egípcios não gostem de pastores vagueando e fazendo uso de suas poucas terras utilizáveis. Desde que a maioria dos egípcios eram fazendeiros, havia provavelmente forte antipatia por pastores seminômades que não controlam o suficiente suas ovelhas (Andrews Study Bible).

30 Já posso morrer. Não que Jacó desejasse morrer, mas que estava então plenamente satisfeito. Havendo visto José com seus próprios olhos e sabendo que a realização do filho amado estava assegurada, ele sentiu que sua vida não lhe podia oferecer alegria maior. O último anseio terreno de seu coração fora completamente satisfeito, e ele estava pronto para depor a vida onde e quando Deus achasse melhor. CBASD, vol. 1, p. 497.

33 Quando […] Faraó vos chamar. Uma das primeiras coisas que José se propôs a fazer, após dar as boas-vindas aos parentes chegados ao Egito, foi apresentar seu pai e seus irmãos ao rei. Talvez o faraó quisesse nomear alguns deles como funcionários, achando que pudessem ser tão úteis como José. No entanto, ciente das atrações da vida na corte e do caráter de seus irmãos, José temeu que pudessem sucumbir à tentação e perder de vista o futuro plano de Deus. Por isso, ele enfatizou que deviam declarar, se lhes fosse perguntado, que sua ocupação era a de pastores de ovelhas, deixando assim implícito que não eram qualificados para a vida na corte. CBASD, vol. 1, p. 497.

34 Na terra de Gósen. Esta era a região oriental do Delta, uma área admiravelmente adequada para rebanhos de ovelhas e gado. Embora próximos da capital (Gn 45:10), ficariam isolados dos egípcios. Isso lhes permitiria ter sua própria vida, continuar com sua cultura e servir ao seu Deus sem ofensa a outros. Além disso, eles estariam comparativamente perto de Canaã e poderiam partir facilmente em qualquer momento de emergência.. José revelou, assim discernimento quanto ao destino de seu povo, compreendendo que chegaria o tempo em que teriam de partir. CBASD, vol. 1, p. 498.

Todo pastor de rebanho é abominável. Provavelmente essas não são palavras de José, mas de Moisés, o historiador, colocadas para explicar o conselho e a atitude de José. […] Os pastores eram frequentemente representados como criaturas miseráveis, sujas e sem barbear, nuas, quase mortas de fome e, muitas vezes, com deficiências ou deformações físicas. CBASD, vol. 1, p. 498.



GÊNESIS 46 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
1 de junho de 2025, 0:30
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GÊNESIS 46 – Precisamos entender o que está por trás de Gênesis para compreender a mensagem de Deus ao Seu povo.

“O propósito de Gênesis era dar à nação de Israel uma explicação sobre sua existência no limiar da conquista de Canaã”; a tarefa de Moisés “como autor inspirado e profético foi tornar claro ao seu povo como e por que Deus o tinha trazido à existência. Também desejava que os israelitas soubessem qual era a missão deles como um povo sacerdotal da aliança e como sua situação presente cumpria promessas antigas”, observa Eugene H. Merrill.

A teologia de Gênesis deveria alcançar os miseráveis escravos israelitas sobrevivendo na escravidão egípcia e ultrapassar fronteiras geográficas e étnicas – até chegar a nós. Ao olharmos para as origens do Céu e da Terra, dos ciclos do tempo, do matrimônio/família, da fé, da religião, do pecado, da rebelião, da corrupção, etc. entenderemos a redenção planejada pelo Criador.

“Deus havia revelado a Abraão que ele receberia a terra de Canaã (Gn 12:1, 5, 7; 13:15), que seus descendentes deixariam essa terra por um tempo (15:13), mas seriam libertados da sua terra de opressão para voltar à terra da promessa (15:16). Essa terra seria deles para sempre (17:8) como uma arena dentro (e a partir) da qual se tornariam instrumento de bênção para todas as nações da Terra (12:2-3; 27:29). José entendeu isso e viu em sua própria peregrinação no Egito a preservação de seu povo por Deus (45:7-8). Deus o tinha enviado para lá a fim de salvá-los da extinção física e espiritual (50:20). Viria o tempo, disse, em que Deus Se lembraria de Sua promessa a Abraão, Isaque e Jacó e os faria voltar a Canaã (50:24)”, acrescenta Merrill.

Com essa visão panorâmica do livro, podemos obter uma visão panorâmica da história humana. O Criador vai levar àqueles que aceitarem Seus propósitos a desfrutar de novos Céus e nova Terra (Apocalipse 21 e 22).

O preparo que Gênesis deveria operar nos israelitas, deve operar nos adventistas pelo resgate final deste mundo opressor.

No Céu, desfrutaremos de um encontro com José e todos os seus familiares. Melhor do que fez o Faraó, Deus providenciará todos os meios para que cheguemos num lugar muito melhor do que o Egito. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 45 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO
31 de maio de 2025, 1:30
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Texto bíblico: GÊNESIS 45 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 45 – BLOG MUNDIAL

GÊNESIS 45 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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GÊNESIS 45 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
31 de maio de 2025, 0:50
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762 palavras

1-2 José manda saírem da sala todos os atendentes egípcios. Contudo, seu alto choro é ouvido por Faraó (que, como todo bom monarca, tem ouvidos e olhos em todos os lugares) (Andrews Study Bible).

José se deu a conhecer só depois que se certificou do novo coração de que seus irmãos estavam possuídos. José, como o próprio Deus, bem sabia que a disposição mais generosa para perdoar busca a certeza necessária quanto ao arrependimento real verificado no ofensor, antes de segura e saudavelmente entregar-se à empresa de derramar lágrimas de verdadeira reconciliação. Bíblia Shedd.

3-8 Após a declaração inicial de José, seus irmãos ficam “atemorizados” (“desmaiados”)  – provavelmente devido ao seu medo de possível retribuição ou mesmo por não acreditarem. Pessoas podem desmaiar em contextos de guerra (Êx. 15:15; Jz. 20:41). A primeira pergunta de José tem a ver com seu pai, talvez por conta de sua preocupação após a descrição apaixonada de Judá do sofrimento e perda de sentido de Jacó (Andrews Study Bible).

Até então, estiveram conscientes apenas da retribuição divina por seu ato, e não temiam punição humana, uma vez que o crime não era conhecido por ninguém fora de seu pequeno círculo. Agora, contudo, encontravam-se na presença daquele a quem tanto haviam prejudicado. Não é de admirar que tremessem de medo, achando que agora havia chegado a hora do acerto de contas pelos atos de Dotã. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 489.

4 chegai-vos a mim. Uma ordem geralmente utilizada para apresentar importantes eventos ou proclamações (Jos. 3:9; 1 Sam. 14:38; 1 Rs. 18:30). Apesar dos irmãos se aproximarem, ainda não há intimidade. Eles obedecem e não podem compreender o curso dos eventos (Andrews Study Bible).

5 Deus me enviou. Coração teológico da história de José (vs. 7-8; ver também 50:19-21; Atos 7:9-10). O Deus de José é o Deus das surpresas e espantosas viradas. Ele está no controle. Esta importante declaração está ligada em no v. 7 com a ideia do remanescente, o descendente sobrevivente (2 Sm. 14:7) (Andrews Study Bible).

um remanescente. Embora nenhum deles se tivesse perdido, tinham escapado de uma grande ameaça contra eles todos; assim, José os chama remanescente na confiança de que viveriam para produzir um grande povo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

me pôs por pai de Faraó é a tradução do hebraico ab, mas, também, é fiel para a palavra egípcia “vizier”, cuja significação é “primeiro ministro”. Muito provavelmente é esta última a melhor tradução. Bíblia Shedd. [NVI: Ele (Deus) me tornou ministro do faraó].

9-13 A localização de Gósen não é completamente clara, mas se ajusta à região oriental do delta do Nilo (Andrews Study Bible).

12 sou eu que estou falando. Não por meio de um intérprete, como antes (v. 42, 43).  Bíblia de Estudo NVI Vida.

14-15 Beijar e abraçar são parte da expressão de amor e cuidado nas culturas orientais e marcam o ponto alto emocional desta história de suspense (Andrews Study Bible).

16-20 Faraó dá a sua bênção à sugestão de José e repete o convite de José para que a família de José se estabeleça no Egito (Andrews Study Bible).

18 poderão desfrutar a fartura desta terra. Eco da bênção que Isaque impetrou sobre Jacó (v. 27, 28).

21-25 Os irmãos de José regressam a Canaã imediatamente, levando consigo provisões, cartas e outras evidências da veracidade de sua incrível história (Andrews Study Bible).

24 Não contendais pelo caminho. A transformação verificada na posição de José, pela qual ele se tornara assim afortunado, poderia ter suscitado em seus irmãos aquele interesse tão comum entre os homens de tentar fugir da culpa mediante acusações mútuas. Isto teria encorajado contendas. Bíblia Shedd.

José não queria que nada provocasse demora na viagem de volta (cf. nota no v. 9), esperando que evitassem mútua acusação e recriminação no tocante ao passado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Esse conselho dá evidência do profundo discernimento que José tinha da natureza humana. CBASD, vol. 1, p. 491.

26 Não lhes deu crédito. Quando chegaram a casa em Hebrom, trazendo a notícia de que José não só estava vivo, mas era governador do Egito, o choque foi tão grande que o coração de Jacó quase parou. CBASD, vol. 1, p. 491.

28 E disse Israel. A mudança de nome aqui é significativa. Em espírito, Jacó se elevou uma vez mais à altura de “príncipe” de Deus. A compreensão de que seu filho havia tanto tempo perdido ainda estava vivo e a antecipação do iminente encontro com ele revigoraram o idoso patriarca. Sua vitalidade reviveu, como fica evidente pela decisão imediata de descer ao Egito. O fato de ve a José novamente seria uma rica compensação por todos os longos anos de tristeza e angústia, e uma coroação de alegria para sua vida. CBASD, vol. 1, p. 491.



GÊNESIS 45 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
31 de maio de 2025, 0:30
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GÊNESIS 45 – A graça permeia as páginas do primeiro livro da Bíblia. Sem ela, só haveria desgraça neste planeta corrompido e maculado pelo pecado.

Antes de considerar as lições deste capítulo, considere as preciosas palavras do apóstolo Pedro: “O fim de todas as coisas está próximo. Portanto, sejam criteriosos e estejam alertas; dediquem-se à oração. Sobretudo, amem-se sinceramente uns aos outros, porque o amor perdoa muitíssimos pecados” (1 Pedro 4:7-8).

O sábio foi bem claro quando, inspirado pelo Espírito Santo, declarou: “Quem esconde os seus pecados não prospera, mas quem os confessa e os abandona encontra misericórdia” (Provérbios 28:13).

Jesus foi enfático: “Se perdoarem as ofensas uns dos outros, o Pai celestial também perdoará vocês. Mas, se não perdoarem uns aos outros, o Pai celestial não perdoará as ofensas de vocês” (Mateus 6:14-15).

José havia perdoado seus irmãos antes mesmo da chegada deles. O que ele não sabia, é se a forma deles agir havia mudado. Mas, neste capítulo, tudo foi esclarecido.

José não suportou mais ocultar sua identidade. O perdão, já depositado em seu coração, agora manifestou-se em lágrimas e revelação de quem ele era. Aquele que fora vendido como escravo, não busca seus direitos ou justiça, se oferece como irmão. A graça triunfa sobre a vingança. Assim, Gênesis 45 é uma das mais convincentes exposições do poder do evangelho no Antigo Testamento: O ofendido estende os braços ao ofensor; o injustiçado oferece reconciliação.

O perdão que brota de José é o mesmo que Cristo oferece aos que O traíram: Cheio de graça, verdade e bondade – Não há espaço para orgulho quando a graça reina soberanamente!

Após lidar com José, seus irmãos deveriam contar a verdade ao pai deles. Quão difícil deve ter sido o retorno glamoroso deles para casa após um vulcão por serem confrontados com vergonhosas lembranças secretas. Encarar a verdade pode não ser nada confortável, mas certamente será libertador. “Portanto, confessem os pecados uns aos outros e orem uns pelos outros para serem curados. A oração de um justo é poderosa e eficaz” (Tiago 5:16).

O perdão é fruto da graça divina e faz grande diferença quando utilizado em meio às desgraças da existência! Perdoar é libertar o outro e curar a si mesmo! Aprendamos com José! Reavivemo-nos no evangelho! – Heber Toth Armí.



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30 de maio de 2025, 1:30
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