Reavivados por Sua Palavra


II REIS 19 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
14 de março de 2026, 0:50
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983 palavras

Rasgou as suas vestes. As palavras dos mensageiros de Senaqueribe não eram ameaças vazias. Relevos dos palácios de Nínive e de Khorsabad revelam as crueldades dos assírios nas localidades tomadas por meio do cerco. Horrores indescritíveis ocorreriam se o cerco a Jerusalém fosse feito. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol 2, p. 1059, 1060.

Isaías. Essa é a primeira referência no livro dos Reis ao profeta Isaías […] A obra desse poderoso profeta foi desempenhada nos reinados de Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias (Is. 1:1). Isaías teve um longo ministério antes de ser mencionado no livro dos Reis. Os relatos históricos preservados nesse livro geralmente são breves e muitos itens são omitidos. CBASD, vol 2, p. 1060.

Dia da angústia. Por muitos anos, Isaías predisse que este tempo chegaria. Esta foi uma das maiores crises que Judá enfrentou e, sem a intervenção divina, a situação conduziria a nação à ruína final. CBASD, vol 2, p. 1060.

filhos são chegados à hora de nascer. Metáfora de uma crise nacional grave (Jr 30:6). Bíblia de Estudo Andrews.

Deus, terá ouvido. Os mensageiros assírios difamaram e ridicularizaram o grandiosos Deus do Céu, colocando-O em pé de igualdade com os deuses das nações ao redor. A honra de Deus estava em jogo e, por causa do amor a Seu próprio nome, era de se esperar que Ele interviesse em favor de Judá. CBASD, vol 2, p. 1060.

O Deus vivo. Em contraposição com os não-deuses de 18.33-35. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A expressão designa a Yahweh como aquele cuja vida é original, não emprestada, não derivada. CBASD, vol 2, p. 1060.

remanescente. Os que permaneciam em Judá depois de Senaqueribe ter capturado muitas cidades e inúmeras pessoas. Bíblia de Estudo NVI Vida

Não temas. A tendência humana é temer diante da crise, mas o Senhor, em Sua misericórdia, envia mensagens de encorajamento. CBASD, vol 2, p. 1060.

Meterei nele um espírito. Por meio de um espírito de insegurança e medo. Bíblia de Estudo NVI Vida

Deus despertaria um sentimento de ansiedade e medo em Senaqueribe. CBASD, vol 2, p. 1060.

E lá o farei morrer à espada. Aqui, o futuro assassinato de Senaqueribe é vinculado com sua blasfêmia contra o Deus vivo. Bíblia de Estudo NVI Vida

Enviar mensageiros. Senaqueribe esperava provocar a capitulação de Ezequias antes que os egípcios atacassem. CBASD, vol 2, p. 1060.

Tiraca. O último faraó da dinastia etíope. Bíblia de Estudo Andrews.

12 Éden. Aqui se refere a uma região localizada no sul de Art, e não ao jardim do Éden. Bíblia de Estudo Andrews.

14 Recebido a carta. Os mensageiro assírios possivelmente apresentaram sua mensagem oralmente e por escrito: oralmente aos mensageiros de Ezequias, já que o próprio Ezequias não saiu para vê-los , e por escrito para que a carta fosse entregue ao rei. CBASD, vol 2, p. 1061.

Estendeu-a perante o Senhor. É o que devemos fazer com qualquer problema, expondo-o perante Deus, através da oração. Bíblia Shedd.

15 Acima dos querubins. A referência é o santo shekinah, a glória miraculosa que simbolizava a presença pessoal de Deus e que aparecia acima do propiciatório entre os dois querubins. CBASD, vol 2, p. 1061.

21 A virgem. Jerusalém resistiu a todos os esforços dos assírios contra ela e não permitiu se contaminar. Esta personificação de Jerusalém com uma mulher é uma ilustração comum (ver Is 23:12; 52:2; Lm 2:13; Mq 4:10). CBASD, vol 2, p. 1062.

22 O Santo de Israel. Esta é a frase preferida de Isaías. Ele a utiliza 27 vezes em seu livro. CBASD, vol 2, p. 1062.

23 Altos cedros. Os assírios planejavam cortar os lindos cedros do Líbano para seu próprio uso. De modo figurado, a frase significa a completa devastação de todo o país, inclusive a ruína dos majestosos palácios da nação e seus orgulhosos habitantes  (ver Is 2:12-17; 10:33, 34). CBASD, vol 2, p. 1062.

24. Cavei e bebi. O sentido parece ser que Senaqueribe se sentia capaz de enfrentar qualquer dificuldade. As montanhas não o interrompiam, ele saltava sobre elas. Os desertos não o paravam, ele os atravessava, cavando sus próprias fontes de água. Os rios não o impediam, ele os secava debaixo de seus pés. CBASD, vol 2, p. 1062.

Rios do Egito. A terra do Nilo estava do outro lado do deserto e era cortada por vários canais. Senaqueribe estava se gabando que isso não seria um obstáculo para ele, pois eles desapareciam diante dele. CBASD, vol 2, p. 1062.

26 Debilitados. Deus permitiu o sucesso dos exércitos assírios. A Assíria poderia ter se tornado uma poderosa influência para o bem no mundo se tivesse seguido a reforma que resultara da pregação de Jonas (Jn 3:5-10). Quando os ninivitas trocaram o arrependimento temporário por sua antiga idolatria e desejaram conquistar o mundo, eles destruíram a Assíria como nação. CBASD, vol 2, p. 1062.

27 O teu sair, e o teu entrar. Ou seja, “tudo o que você fizer”. Bíblia de Estudo Andrews.

29 Por sinal. Durante o restante do ano corrente, o povo conseguiria encontrar alimento suficiente no campo. No ano seguinte (possivelmente sabático), eles também conseguiriam alimento originado do que cresceria novamente no campo. E, no terceiro ano, eles retomariam a semeadura e a colheita. As atividades agrícolas corriqueiras foram interrompidas pelas presença dos exércitos assírios na terra. CBASD, vol 2, p. 1063.

32. Sairá. Grandes áreas de Judá foram completamente devastadas pelos exércitos assírios. É possível que muitos tenham se reunido em Jerusalém para escapar do ataque violento de Senaqueribe. Agora, desta cidade sairia um remanescente para repovoar e restaurar a terra. CBASD, vol 2, p. 1063.

32 Com escudo. Os soldados envolvidos no cerco eram protegidos por enormes escudos para se aproximarem dos muros da cidade. CBASD, vol 2, p. 1063.

Levantar tranqueiras. As representações destas rampas são mostradas em relevos assírios. Eram colocadas junto aos muros para que os aríetes chegassem às partes superiores e mais fracas das defesas. CBASD, vol 2, p. 1063.

37 Terra de Ararate. Textos assírios apoiam a informação de que os assassinos de Senaqueribe e uma grande facção de rebeldes fugiram para o “Ararate”, na região da Armênia, ao norte. CBASD, vol 2, p. 1063.

O fim de Senaqueribe, que aqui é descrito encerrando o relato daquele invasão, ocorreu exatamente vinte anos mais tarde, em 681 a.C. Bíblia Shedd.



II REIS 19 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
14 de março de 2026, 0:30
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II REIS 19 – Uma frase proverbial diz: “O caminho dos ímpios é como densas trevas; nem sequer sabem em que tropeçam” (Provérbios 4:19).

• A prática do pecado vinculada à negligência das alertas divinas acarreta ruína na família, na igreja e na nação.

Essa verdade é nítida no exílio de Israel do norte; então, desde II Reis 18, o texto foca o reino de Judá. As dez tribos com capital em Samaria foram deploravelmente levadas ao cativeiro assírio. Foi fatídico o fim histórico de Israel; Judá ainda evitava um fim também trágico.

A desgraça que assolou Israel pode ter despertado a nação irmã com seus líderes. Ezequias promoveu um poderoso reavivamento e uma radical reforma no território de sua jurisprudência; diante da orquestração ameaçadora do poderoso Senaqueribe, Ezequias procurou saber da orientação de Deus através do profeta Isaías (II Reis 18:1-19:4).

O reinado de Ezequias foi o mais extraordinário após a glória dos monarcas Davi e Salomão. Ezequias foi um líder louvável: Era bom soldado, estadista, arquiteto, poeta e fiel consagrado a Deus. Por sua dedicação à verdadeira espiritualidade, dias sombrios foram dissipados pelo Deus Onipotente. Sua influência religiosa motivou compiladores de provérbios a transcrever pérolas sapienciais do sábio rei Salomão. São 128 sentenças inspiradas que chegaram até nós em Provérbios 25:1-29:27.

• Fato é que, o reavivamento verdadeiro desperta intenso interesse pela Palavra de Deus!

A vitória concedida pelo Senhor sobre o insolente rei Senaqueribe da Assíria e seu inescrupuloso exército, inspirou os filhos de Corá a comporem as sublimes letras do conhecidíssimo Salmo 46, cujas palavras maravilhosas elevaram a mente arguta de Martinho Lutero a escrever o tão solene hino “Castelo Forte” – mundialmente cantado.

• Fica claro que, Deus age quando fielmente nos consagramos a Ele. “Deus é o nosso refúgio e nossa fortaleza, auxílio sempre presente na adversidade” (Salmo 46:1).

Diante da crise vivida pelo rei Ezequias, Deus enviou um anjo que derrotou 185.000 soldados que assolavam Jerusalém. Após retirar-se, Senaqueribe foi morto pelos próprios filhos adorando seus deuses inúteis  (II Reis 19:14-37).

• É certo que, quando confiamos piamente em Deus, Ele age para nos livrar.
• Como Ezequias, encontramos paz em meio às aflições da vida apenas quando reconhecemos a soberania de Deus em nossa vida e nos rendemos inteiramente à Sua Palavra!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



II REIS 18 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
13 de março de 2026, 1:30
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Texto bíblico: II REIS 18 – Primeiro leia a Bíblia

II REIS 18 – BLOG MUNDIAL

II REIS 18– COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson



II REIS 18
13 de março de 2026, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2Rs/18

Ezequias é uma ilustração clara de uma vida centrada em Deus. Embora seu pai adorasse ídolos, Ezequias decidiu afastar as pessoas de seus maus caminhos, removendo os altos. Por que a má influência de Acaz não afetou Ezequias? Provavelmente porque havia outras pessoas que tiveram uma influência mais forte sobre ele, incluindo talvez sua mãe, “Abias, filha de Zacarias” (verso 2).

Nossos antecedentes e experiências podem ter um enorme impacto em nossas vidas. Mas isso nunca deve se tornar uma desculpa para pecarmos. Podemos viver uma vida santificada, apesar do ambiente pecaminoso em que vivemos, e podemos seguir a Deus no meio de adoradores de ídolos.

Por outro lado, nunca devemos receber crédito por qualquer coisa boa que tenhamos feito. Embora Ezequias confiasse no Senhor, e “não houve ninguém como ele entre todos os reis de Judá, antes ou depois dele” (versículo 5), ele cometeu os mesmos erros que seus predecessores. Quando o rei da Assíria atacou o seu país no décimo quarto ano do seu reinado, Ezequias pagou ao rei da Assíria prata e ouro para resolver o problema, e falhou completamente.

Quando desviamos o olhar de Deus, acabamos falhando vergonhosamente.

Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/18
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



II REIS 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
13 de março de 2026, 0:50
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387 palavras

serpente de bronze. Ver Nm 21:6-9. Esta é a primeira referência a esta serpente depois do tempo de Moisés. … Por esse tempo … era considerada uma relíquia sagrada e se pensava que possuísse qualidades especiais. Ao queimar incenso diante dela, o povo dava a esta serpente de bronze a veneração que deveria prestar somente a Deus. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 1052.

Neustã. Possivelmente “deus de bronze”, da mesma raiz da palavra heb. nehosheth, “bronze”. CBASD, vol. 2, p. 1052.

não deixou de segui-Lo. Ezequias também errou (2Rs 20:12-19), mas ele nunca abandonou o Senhor. CBASD, vol. 2, p. 1052.

13 as cidades fortificadas. Senaqueribe alegou ter conquistado 46 cidades muradas em Judá. CBASD, vol. 2, p. 1054.

19 que confiança…? Ezequias havia posto sua confiança em Deus (2Cr 32:7, 8), e os embaixadores assírios se referiam a essa confiança no Senhor (2Cr 32:10, 11). CBASD, vol. 2, p. 1055.

23 dois mil cavalos. O mensageiro assírio tentou ridicularizar a limitada força militar de Judá. Os assírios subiram com um grande exército de cavalaria, e por isso 2 mil cavalos não significavam nada para eles. CBASD, vol. 2, p. 1056.

24 um só capitão. Zombou do povo por não ser forte o suficiente para repelir um único capitão do exército assírio, responsável por um dos mais fracos batalhões dentre os muitos que os assírios tinham em campo. CBASD, vol. 2, p. 1056.

26 aramaico. Esta afirmação mostra que a linguagem siríaca ou aramaica [de Aram, outro nome para a Síria] ainda estava em uso, entre assírios e hebreus. Materiais contemporâneos mostram que o aramaico passava a ser a linguagem da diplomacia e do comércio por toda a Ásia Ocidental. Entre os hebreus não era comum porque o povo não a compreendia. Após o exílio babilônico, o aramaico, aos poucos, tomou o lugar do hebraico entre os judeus. CBASD, vol. 2, p. 1056.

em judaico. Além de nesta narrativa e em seus paralelos (2Cr 32 e Is 36), a expressão ocorre somente em Neemias 13:24. A palavra “judeu” aparece primeiro em 2 Reis 16:6, mas, nos textos bíblicos posteriores o nome se torna comum. De acordo com o costume assírio contemporâneo, o povo do reino do sul já era conhecido como Yehudim ou judeus, e a linguagem deles [o hebraico], como judaica. CBASD, vol. 2, p. 1056.

34 de Hamate. Todas as cidades aqui listadas haviam caído diante do poder assírio havia pouco tempo. CBASD, vol. 2, p. 1057.



II REIS 18 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
13 de março de 2026, 0:30
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II REIS 18 – Quando as coisas vão de mal a pior, nem tudo está perdido, pois o Deus do impossível que rege a história pode suscitar alguém que fará a diferença numa sociedade em declínio.

O jovem rei Ezequias erradicou práticas pecaminosas, e também promoveu a piedade entre o povo de Deus. Pela primeira vez a Bíblia apresenta alguém retirando os “lugares altos” (II Reis 18:4); os quais “eram locais onde o povo adorava. Abraão, Jacó, Josué e outros ergueram altares para sacrifício e adoração, e Samuel e outros profetas sacrificaram em lugares altos. De alguma forma, podemos considerar que equivaliam naquele tempo aos edifícios das igrejas locais. Mas, sendo que as nações vizinhas também adoravam em santuários locais, as práticas pagãs continuamente ameaçavam infiltrar-se até nos altares constituídos para o Deus de Israel. A fim de lidar com o problema, os reformadores começaram a consolidar os sacrifícios e outras práticas de adoração, tanto quanto possível, no Templo em Jerusalém. Assim, os líderes religiosos oficiais tinham mais controle sobre o que o povo fazia” – explica Jim Zackrison.

Não apenas “os altos” foram corrompidos; inclusive um sistema ilustrativo do evangelho foi adulterado. A serpente de bronze, que servira para revelar Cristo, tornou-se objeto idolatrado; então, foi devidamente erradicado por Ezequias (II Reis 18:1-6). Fica a dica: Quando influências pagãs penetram na adoração, é necessário promover reformas radicais!

A determinação em servir a Deus resulta em bênçãos, o que inventiva ao reformador avançar. Com algumas vitórias, Ezequias rompeu a aliança vassala com a Assíria, que respondeu com ameaças e argumentação lógica, tentando colocar o povo contra Ezequias e se render (II Reis 18:7-37).

Reflita:

• Como há pessoas sábias acima da média, há também pessoas espirituais acima da média. Desde Davi, Ezequias foi o rei mais piedoso de Judá. Embora tivesse falhas e fraquezas, como todos nós temos (II Reis 18:14-16), ele não despencou para a desobediência extrema que trouxera o fim a Israel, o reino do norte (II Reis 18:9-12).

• Quando alguém deseja fazer a coisa certa perante Deus, desafios gigantescos surgem para interceptá-lo. Fazer o certo geralmente suscita grandes problemas; contudo é preferível lidar com os problemas de fazer a coisa certa, do que sofrer com os problemas por fazer a coisa errada.

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



II REIS 17 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
12 de março de 2026, 1:30
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Texto bíblico: II REIS 17 – Primeiro leia a Bíblia

II REIS 17 – BLOG MUNDIAL

II REIS 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson



II REIS 17
12 de março de 2026, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2Rs/17

A Bíblia diz que nosso Deus é ciumento e isso é mostrado neste capítulo. Ele queria que Israel não tivesse deuses além dele. No entanto, os israelitas ainda adoravam outros deuses. Então Ele permitiu que a decisão deles seguisse suas consequências naturais e eles foram levados para a Assíria. E, no entanto, eles ainda não aprenderam e Deus teve que usar os assírios para ensiná-los a serem leais a Ele.

Nem sempre podemos perceber, mas passamos por problemas semelhantes aos israelitas. Pode não ser tão claro quanto adorar outros deuses, mas muitas vezes também deixamos de colocar Deus em primeiro lugar em nossas vidas e acabamos não sendo tão leais a Deus como Ele é a nós. Nestes momentos, é muito importante reconhecer o problema rapidamente e identificar o que está nos mantendo afastados de nosso tempo com Deus. Quando isso acontece, Deus está sempre a nossa espera para nos ajudar a voltar a Ele. E do mesmo modo como Ele foi capaz de usar os assírios para ajudar os israelitas a reconhecerem seu erro, Ele também envia outras pessoas para que nos ajudem em nosso tempo de necessidade.Existe algo que está tomando o lugar de Deus em sua vida?

Suvan Campbell
Aluna da Great Lakes Adventist Academy
Michigan, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/17
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



II REIS 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
12 de março de 2026, 0:50
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428 palavras

13 voltai-vos. Esta era a única atitude que Deus não poderia tomar pelo povo. Deus convida, pleiteia, incentiva e insiste, mas nunca coage. Se os seres humanos não entregarem sua própria vontade, não há nada que Deus possa fazer pela salvação deles (CBASD-Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 2, p. 1045).

14 de dura cerviz [ARA, de “cervical”] “endureceram seus pescoços”, NVI. Uma metáfora para rebelião obstinada (Andrews Study Bible).

23 foi Israel transportado da sua terra para a Assíria. Pouco se sabe das tribos do norte depois de levadas para o cativeiro [as chamadas “tribos perdidas de Israel”]. Muitos provavelmente se fundiram com os povos entre os quais viviam e perderam sua identidade. Outros continuaram a adoração a Yahweh e se uniram aos judeus do cativeiro babilônico (ver Jr 50:4, 20, 33)  (CBASD, vol. 2, p. 1049)

26 o Deus daquela terra. Um bom exemplo da maneira de pensar dos pagãos politeístas. Acreditavam eles que cada localidade tinha seus próprios deuses; por isso seria necessário aprender o culto local no território de Samaria (nome dado ao reino do norte, Israel, depois da deportação dos israelitas,)  (Bíblia Shedd).

29 povo de Samaria (NVI). A população mista do território que o Reino do Norte tinha antes. Esses povos de descendência mista acabaram sendo chamados samaritanos. Em tempos posteriores, os samaritanos rejeitaram a idolatria de suas origens politeístas e seguiram os ensinos de Moisés, incluindo-se o monoteísmo. No período do NT, Jesus testemunhou a uma mulher samaritana (Jo 4.4-26), e muitos samaritanos foram convertidos pelo ministério de Filipe (At 8.4-25) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

os samaritanos (ARA). Esta é a única passagem no AT em que este povo é chamado assim  (CBASD, vol. 2, p. 1045).

41 Até o dia de hoje. É evidente nestas palavras que o escritor não era um contemporâneo dos eventos que descreve, mas que viveu depois dessa época, talvez depois da destruição de Judá. … Assim termina a história de Israel: um povo que deveria ter sido um “tesouro peculiar” (KJV) do Senhor “dentre todos os povos” (Êx 19:5). … Pouco se sabe das tribos do norte depois de levadas para o cativeiro. Muitos provavelmente se fundiram com os povos entre os quais viviam e perderam sua identidade. Outros continuaram a adoração a Yahweh e se uniram aos judeus do cativeiro babilônico (ver Jr 50:4, 20, 33).  Alguns retornaram com os exilados de Judá sob a liderança de Zorobabel e Esdras (Ed 8:35; 1Cr 9:3). Nos tempos do NT, os judeus e seus prosélitos eram encontrados na Média, Pártia, Elão, Capadócia, Frígia, Egito, Líbia, Cirene, Creta, Arábia e em todo o leste (At 2:9-11). Não se sabe quantos desses eram descendentes dos israelitas levados cativos para a Assíria.  (CBASD, vol. 2, p. 1049).



II REIS 17 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
12 de março de 2026, 0:30
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II REIS 17 –Nossa vida pode ficar arruinada do dia para noite se perseveramos dias, meses e anos em rejeitar os preciosos planos e princípios de Deus para nossa vida.

Tristeza. Devastação. Destruição. Aflição… Nossa situação será horrorosa, caso não formos radicais em nosso compromisso com Deus e Sua Palavra!

II Reis 17 é o auge do alerta divino não apenas ao leitor do Antigo Testamento, mas a cada leitor atento dos dias atuais. Nessa altura da história, Israel despenca para sua ruína total; e, o escritor inspirado apresenta os motivos. Antes de considerá-los, medite nas orientações, recomendações e advertências divinas em Levítico 26 e Deuteronômio 27 e 28.

Três itens sobressaem como razões primordiais para Israel ir para o cativeiro assírio:

• Amnésia teológica: O povo de Deus esqueceu o livramento no Egito, da conquista da Terra Prometida, dos Mandamentos básicos, e da importância da voz profética (II Reis 17:7-17).
• Politeísmo: Esquecendo-se dos feitos de Deus, a idolatria foi facilmente inserida na adoração israelita. Divindades astrais, da fertilidade, divindades que exigiam sacrifícios de crianças, etc. foram aderidas pelo povo de Deus (II Reis 17:14-20).
• Sincretismo: A mistura de práticas pagãs com a religião verdadeira corrompeu o relacionamento com Deus, levando o povo à infidelidade a Deus (adultério espiritual) e feitiçarias (II Reis 17:21-23).

Por tais práticas, Israel desapareceu do mapa. Nunca mais recuperou-se! A mistura de povos resultou nos samaritanos (II Reis 17:24-41). Judá poderia aprender a lição de sua irmã, mas infelizmente seguiu pelo mesmo caminho. “O escritor está cônscio da existência da Assíria, mas mesmo assim alega que Israel e Judá não têm nada a temer caso sirvam a Yahweh. A teologia permeia e afeta perceptivelmente a ideia que o autor tem da história. Visto que Deus governa a história, Ele determinará o futuro de Israel e da Assíria. Meras circunstâncias não determinam o que vai acontecer. Deus determina, e Judá será o próximo a morrer”, reflete Paul House.

• A teologia é importante. A negligência do estudo profunda das Escrituras torna-se empecilho para a pratica da genuína religiosidade.

• A teologia espúria só é aceita quando não se conhece a fundo a teologia pura. E, as consequências de corromper a revelação de Deus nas Escrituras são desesperadoras.

É melhor buscar a Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.