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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lv/7
Os versos 1 a 7 apresentam o procedimento para a oferta de expiação da culpa. A instrução de que a carne pertencia ao sacerdote é seguida de uma lista de porções sacerdotais de outros sacrifícios. O sacrifício todo era oferecido ao Senhor, que atribuía parte dele ao sacerdote, Seu servo, que oficiava o ritual. Assim, ministros de tempo integral ganhavam renda de seu trabalho, o que os ajudava a sustentá-los e às suas famílias (compare com 1 Coríntios 9:1-14).
A oferta de paz também era dedicada ao Senhor, mas era dividida entre Deus, o sacerdote, e o ofertante. Uma oferta de paz poderia ser motivada pelo desejo de demonstrar agradecimento ao Senhor, ou para cumprir uma promessa a Ele ou, simplesmente, para expressar a devoção a Ele. Esta era sempre uma feliz ocasião de louvor.
Mas o sangue deste animal sacrificado representava a sua vida e, portanto, não poderia ser comido. Esta instrução é seguida até mesmo por cristãos não judeus (como ainda é hoje – comparar com Gênesis 9:4; Atos 15:20, 29). Este sangue resgatava a vida do ofertante (Lev. 17:10–14).
Isso mostra que mesmo o nosso louvor a Deus só é aceitável através do sacrifício de Cristo! Ao invés de sacrificar animais (compare Sal. 141:2), hoje oramos e podemos ser abençoados através de outros tipos de ofertas, expressão concreta das nossas orações.
Roy Gane
Andrews University, Michigan, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/7
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lv/6
As instruções em Levítico 6:8 a 7:38 provêem informações complementares sobre os sacrifícios dos capítulos anteriores. O fogo sagrado que consumia os sacrifícios, aceso pelo próprio Deus (Lv 9:24), deveria continuamente queimar no centro da adoração israelita. Centelhas de origem humana não poderiam adequadamente representar o sacrifício do Salvador. Para salvar-nos do fogo divino da “segunda morte” (Ap. 20), Cristo foi consumido em nosso lugar pelo sofrimento da separação do Seu Pai (Mt 27:46), era isso o que aquele fogo representava.
A oferta pelo pecado era santa, mas se algo do sangue dessa oferta respingasse na roupa de um sacerdote ou do ofertante durante o abate da vítima, o sangue deveria ser lavado da roupa, indicando que ele carregava uma espécie de impureza do pecador (compare com Lev. 11:25, 28, 35; Números 31:23-24). De fato, o tabernáculo/templo era contaminado quando aspergido pelo sangue da oferta pelo pecado. Consequentemente o tabernáculo tinha de ser purificado no Dia da Expiação (Lv 16).
Em outro lugar, Levítico proíbe trazer impureza em contato com a santidade de Deus (Lv 7:20-21). Mas, na remoção dos pecados do povo, ao libertar o ofertante “do seu pecado”, Deus assume a responsabilidade dessas faltas por meio do sacrifício santo, simbolizando Cristo. O bom sangue de Cristo retira e afasta de nós os nossos pecados, assim como o sangue em nossos corpos remove os resíduos. Somos lavados pelo sangue do Cordeiro!
Roy Gane
Andrews University, Michigan, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/6
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lv/5
Em Levítico 4, as ofertas pelo pecado cobriam pecados não intencionais, aqueles cometidos sem que se tenha consciência deles. Levítico 5:1-13 estende esta cobertura para quem intencionalmente não se apresentasse como testemunha de um crime (v. 1) ou deixasse de passar pela purificação ou de cumprir um juramento (versos 2-4).
Quando uma pessoa (homem ou mulher) reconhecia que havia pecado, o indivíduo carregava culpa suscetível de punição, até que confessasse a Deus (não a um sacerdote), e oferecesse uma oferta pelo pecado. Então Deus (não o sacerdote), que é quem sabe quando o arrependimento é genuíno, escolhe perdoar.
Em Levítico 5:14 a 6:7, as ofertas de transgressão expiam os pecados graves de sacrilégio: mau uso de algo santo que pertence a Deus (como o dízimo), ou deliberadamente usar mal do santo nome de Deus em um juramento falso, para enganar outra pessoa. Como tais pecados traziam benefício econômico ilícito, o pecador devia restaurar o valor devido a Deus ou à outra pessoa, acrescentando uma multa de 20%, antes de trazer uma oferta pela culpa (compare Mat. 5:23-24).
Mesmo quando endireitamos as coisas da melhor maneira que podemos, ainda precisamos do sacrifício de Cristo. Quando sentimos nossa culpa mas não podemos identificar o nosso pecado (Lv 5:17-19), podemos deixar o nosso fardo com Jesus!
Roy Gane
Andrews University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/5
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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O nome desse sacrifício, oferta pacífica [ARA; NVI: “oferta de comunhão”; hebraico: shelem], está relacionado com a palavra shalom, que significa “paz” ou “bem-estar.” Seu ritual celebrava, através do sacrifício, o relacionamento de bem-estar entre o homem e Deus. Apontava para o sacrifício de Cristo, através do qual o povo de Deus desfruta paz com Ele (Rm 5:1). Este saudável relacionamento era representado por uma refeição compartilhada entre Deus e o ofertante.
A oferta da paz era o único sacrifício no qual o ofertante poderia participar da carne, após a gordura ser queimada a Deus sobre o altar e o sacerdote tomar a sua parte (comparar com Lev. 7). O “comer” de Deus era simbólico, porque Ele não precisa de alimentação humana (Sl 50:13).
Do mesmo modo que a oferta de cereais, a oferta de paz não expiava pecados específicos. No entanto, o seu sangue resgatava a vida (fazia expiação pela alma) do proponente (Lv. 17:11), mostrando que vidas humanas dependem de um relacionamento restaurado com Deus, através do sangue de Cristo. Seu sacrifício não foi feito somente por nós, individualmente, mas deve ser aceito por cada um de nós, pessoalmente, como Jesus disse: “se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós” (João 6:53, como explicado no versículo 63).
Quando aceitamos Cristo em nós (participando dEle) por meio do Espírito Santo, o Seu amor vive em nós (Rm 5:5; Gl 2:20) e transforma todos os nossos relacionamentos.
Isto, sim, é motivo digno de comemoração!
Roy Gane
Andrews University
Estados Unidos
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lv/2
Levítico 1-7 fornece instruções a respeito de cinco tipos básicos de sacrifício: holocaustos, grãos, paz, pecado e ofertas pela culpa. Estes diferem entre si, pois a carne de certos sacrifícios podia ser comida pelos sacerdotes (apenas holocaustos não podiam ser comidos) e a carne de outros pelos ofertantes (somente ofertas pacíficas podiam ser comidas). Diferiam ainda onde os sacerdotes colocariam o sangue (geralmente nos lados do altar, mas sacrifícios pelo pecado somente sobre os chifres do altar). Por que essa diferença? Porque nenhum sacrifício de animais, isoladamente, poderia simbolizar a riqueza do sacrifício de Cristo! Por exemplo, Jesus foi totalmente consumido (holocausto), mas podemos nos alimentar espiritualmente de Jesus (oferta de paz). Como alguém poderia, literalmente, “comer” o que foi “totalmente queimado”?
Itens de grãos e de bebida, muitas vezes acompanhavam alimentos cárneos para compor uma oferta de alimentos (compare Gênesis 18:6-8; Números 15). Cereais podem representar Cristo, “o Pão da Vida” (João 6:35; Mateus 26:26).
Em Levítico 2, uma oferta de cereais sem sangue ou carne é considerada um sacrifício, porque envolve a transferência de algo para o domínio sagrado de Deus, para o Seu serviço. Isto explica como Paulo podia exortar os cristãos a se oferecerem “em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus; este é o culto racional de vocês.” (Romanos 12:1, NVI). Para sermos totalmente consagrados a Deus, nós não precisamos morrer. Podemos ser “sacrifícios vivos”, oferecendo nossas vidas a Deus para o Seu serviço.
Roy Gane
Andrews University, Michigan, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/2
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lv/1
Anteriormente Deus falara do Monte Sinai. Agora, o Rei Divino Se comunica a partir de Seu novo palácio móvel. Em Levítico, Suas mensagens especiais relativas à adoração e vida santa são registradas através de Suas próprias palavras. Aqui, no coração do Pentateuco (cinco livros de Moisés), a base de toda a Bíblia, Levítico contém um discurso de Deus mais direto do que em qualquer outro livro bíblico.
As instruções iniciais de Deus vindas do santuário se referiam ao modo como Seu povo poderia se aproximar dEle por meio de sacrifícios (Lv 1-7). O primeiro é o holocausto (Lv 1), já conhecido desde os tempos primitivos (Gênesis 8:20; 22:13). As vítimas a serem oferecidas tinham custo variável, desde grandes animais do rebanho até pequenos animais do rebanho e mesmo pássaros, o que permitia que até mesmo os mais pobres israelitas oferecessem adoração.
Em cada holocausto, a vítima inteira era queimada e subia na fumaça do altar do Senhor, com exceção do couro, que pertencia ao sacerdote oficiante, como indenização por seu serviço (Lv 7:8). Nem mesmo o sacerdote podia comer do holocausto.
Os holocaustos ensinavam as pessoas separadas de Deus pelo pecado que elas só poderiam vir a Ele através do sacrifício total de Seu Filho amado, que um dia ofereceria a Si mesmo de “uma vez por todas” (Hebreus 7:27; compare João 1:29; 3:16). Isso mostra o quanto Deus ama você e o quer de volta!
Roy Gane
Andrews University, Michigan, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/1
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ex/40
Êxodo 40 nos dá pistas sobre o tipo de pessoa que Deus pode usar em Seu trabalho. Imagine ter um relacionamento tão próximo com Deus que Ele pudesse lhe dar instruções tão específicas e detalhadas quanto aquelas registradas neste capítulo. Moisés cuidadosamente registrou as instruções, incluindo a data em que estas deviam ser executadas, (versos 1-15), e depois as executou em todos os detalhes no momento certo (versos 16-34). A ordem e a limpeza eram cuidadosamente observadas por Moisés e Arão, ilustrando o profundo respeito pela santidade do tabernáculo e pelas tarefas associadas a ele (versos 31 e 32).
Deus abençoou essa atenção fiel aos detalhes com o sinal visível de Sua presença – uma nuvem tão densa que Moisés “não podia entrar na Tenda do Encontro” (v. 34 NVI).
Moisés e todos os filhos de Israel estavam tão focados em seguir a vontade de Deus que eles não se moviam sem que houvesse a evidência de que Deus estava liderando, eles “permaneciam onde estavam até a nuvem se elevar.” (v. 37 NVT), sinalizando que era hora de se mover. E Deus estava com eles noite e dia “em todas as suas viagens” (v. 38 NVI).
Que Deus nos ajude a sermos focados e fiéis.
Terri Saelee
Coordenadora dos Ministérios Adventistas em prol de Refugiados e Imigrantes (Divisão Norte Americana)
Rio, Wisconsin, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/40
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ex/39
Temos aqui um vislumbre do ministério de Arão perante Deus em favor dos israelitas. O que impressiona são as minuciosas instruções que Deus deu para a construção da vestimenta do sacerdote. A complexidade da estranha vestimenta com as cores reais – ouro, azul, púrpura e escarlate – o detalhamento da colocação do Urim e Tumim e a existência de cada pedra preciosa no peitoral mostra que Deus atribui grande significado à obra do sacerdote.
Arão tinha que estar sem pecado enquanto usava esse traje no santuário. Assim, na coroa estava gravada a frase “Santidade ao Senhor”. O ministério de Arão era um tipo. O serviço era uma sombra [tipo] do serviço no santuário celestial onde Jesus está ministrando sem pecado. A roupa que Arão foi instruído a usar era um símbolo de intercessão. Arão usava o éfode [roupa externa do sumo-sacerdote] com as doze pedras no peito significando os nomes dos filhos de Israel.
Jesus, nosso Sumo Sacerdote, o antítipo [aquilo que é representado pelo símbolo], está no santuário celestial com os nomes de Seus amados filhos e intercedendo pelos penitentes pecadores diante de Seu Pai. Temos a garantia de que Jesus nunca se esquecerá de nós se fixarmos nossos olhos nEle enquanto Ele ministra no santuário celestial.
Esther Katenga
Universidade Internacional da Ásia-Pacífico
Mauk Leuk, província de Saraburi
Tailândia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/39
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ex/38
Enquanto Bezalel construía o altar da oferta queimada, seguindo o plano detalhado dado por Deus, eu me pergunto se ele entendia o significado daquela bela peça de mobília. Eu me pergunto quantos membros da raça humana, antes e depois de Bezalel, entenderam completamente o que Deus estava tentando nos dizer, quando instituiu a construção de altares.
Gerações antes dos israelitas se tornarem uma nação, o povo de Deus adorava em altares. Ao longo de todos aqueles anos, Deus estava diminuindo a distância entre a terra e o céu com línguas de fogo que desciam para consumir a oferta. Era uma evidência física constante de que Deus queria nos alcançar, apesar da separação causada pelo pecado; de que a terra e o céu se relacionavam, de que estavam em contato e afetados um pelo outro.
Os altares construídos de pedra, o altar feito por Bezaleel e todos os altares que viriam depois, constituíam uma corrente de promessas. Eles eram uma promessa de Deus de que quando Jesus morresse como um cordeiro levado ao matadouro, a brecha em nosso relacionamento com Deus seria eternamente curada.
A separação que o pecado trouxe não seria definitiva.
Esmeralda Dunne
Estudante Universitária
Voluntária da Escola Sabatina Infantil Hmong
Madison, Wisconsin, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/38
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ex/37
Um tema recorrente em todos os móveis apresentados em Êxodo 37 é a madeira de acácia e o ouro. A madeira de acácia é conhecida por sua durabilidade e solidez; o ouro é maleável e resistente à corrosão e ambos são conhecidos por serem pesados e densos. Embora os israelitas estivessem regularmente em movimento, Deus não escolheu nenhum material inferior ou mais leve para os artigos pelos quais Israel O adoraria. No Tabernáculo, nada era modesto ou de qualidade inferior. Da mesma forma, embora a simplicidade seja necessária em nossa vida pessoal e social, em nosso serviço a Deus devemos oferecer o melhor que estiver ao nosso alcance.
A Arca da Aliança, com os dois querubins a guardá-la, era onde Deus mostraria Sua presença divina. Aqui era onde Deus se comunicaria com o Seu povo, às vezes através de uma voz na nuvem, e às vezes através da luz que repousava no anjo à direita ou uma sombra repousando no anjo da esquerda, significando aprovação ou desaprovação.
A construção dos móveis do santuário ilustra como Deus quer usar os seus servos no plano da salvação. Ele quer usar qualquer pessoa que aceite ser usada. Quando oferecermos o melhor que estiver ao nosso alcance e permitirmos que Deus nos use e nos mude, Ele fará coisas incríveis.
Jeffrey Saelee
Cinegrafista freelancer
Líder da Juventude Hmong, Madison, WI, EUA.
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/37
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara