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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lc/23
As palavras nos faltam ao chegarmos às cenas descritas neste capítulo. Vemos Jesus, o melhor e mais puro do Céu: rejeitado! Como Ele deve ter se sentido?
Mas espere! Eu preciso olhar mais atentamente para Ele. Então O vi suspenso entre o céu e a terra, pendurado em uma cruz de madeira. Seu rosto quase irreconhecível, coberto de feridas. Tudo o mais ficou sem importância diante daquele rosto, daquele olhar de amor, daquela profunda dor. Lágrimas brotaram dos meus olhos e deslizaram pelo meu rosto, eu chorava copiosamente. Naquele momento, percebi o Seu coração, tive certeza do Seu amor e aquela cena me tocou profundamente. Porque eu não tinha olhado tão atentamente para Ele antes? Porque eu O havia desapontado tanto?
Eu nunca havia olhado para Ele de forma tão atenta. Eu O desprezei. Sim, eu quebrei Seu coração, fui a causa da Sua dor, e ainda assim Ele me amou o suficiente para morrer a pior das mortes, solitário, em meu favor.
“Jesus, eu sinto muito!”, eu chorei, “por favor, toma-me e salva-me com Seu amor.”
A vida é um contínuo retornar para Jesus, Aquele que realmente Se importa conosco e nos ama. Contemple-O na cruz, Sua maior prova de amor por você, e achegue-se a Ele novamente.
Lynn Carpenter
Enfermeira missionária aposentada
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1242
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lc/22
Os primeiros seis versículos de Lucas 22 estão entre os mais tristes da Bíblia porque falam de traição e de um plano de assassinato. Você já viu dessa forma? Eu entendo que para uma acusação de homicídio ser considerada válida, os advogados devem mostrar que o acusado teve meios, motivos e oportunidade. Essa é a tríade da culpa. Judas tinha todos os três elementos. Ele tinha acesso a Jesus, concordou (sob influência satânica) em traí-lo por dinheiro e esperou por sua oportunidade.
Jesus também tinha a tríade de meios, motivos e oportunidade, mas Ele as usou para dar a vida em vez de tomá-la. O meio pelo qual Jesus qualificou-se para ser nosso redentor foi tornar-se um ser humano e viver uma vida perfeita. A motivação de todas as suas ações foi o amor e Ele esperou por sua oportunidade. Jesus não rejeitou a crucificação e obteve a vitória em nome da humanidade.
Por causa do sacrifício de Jesus, também temos meios, motivos e oportunidade para fazer o bem. Jesus nos oferece os meios do testemunho, a motivação do amor e da gratidão e a oportunidade por meio do dom do Espírito Santo. Esta é a grande comissão.
Karen D. Lifshay
Secretária de Comunicações da Igreja de Hermiston, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1241
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lc/21
Ao ler os capítulos paralelos de Lucas 21, Mateus 24 e Marcos 13, parece haver um tema consoante, o engano. Jesus adverte repetidamente para que cuidemos a fim de não sermos enganados. Os seres humanos têm a tendência de serem enganados desde que Eva foi enganada por Satanás, o qual falou mentiras acerca da personalidade de Deus por meio da serpente enganadora. Mas, aparentemente antes que o tempo chegue ao fim, o engano existirá em um nível nunca visto na história. Com a tecnologia, mensagens enganosas chegam até nós de todas as direções. Em João 14:6, Jesus chama a si mesmo de Verdade. Jesus também chama o Espírito Santo de – “O Espírito da Verdade” – que é o presente de Jesus para nós após Sua ascensão.
Nossas mentes são um mistério não físico e estão em algum lugar dentro de nossos cérebros, provavelmente no sistema límbico. É onde o Espírito Santo habita quando O convidamos a entrar. À medida que a informação chega ao nosso cérebro, nossa mente a interpreta e um pensamento é gerado associado a essa informação. O Espírito Santo atua como um filtro em nossa mente à medida que as informações de fora chegam, dando-nos o discernimento para saber o que é venenoso e o que é saudável, guiando-nos à toda a Verdade. Tudo o que precisamos fazer é pedir.
Laurin Von Krueger
Diretora do projeto The Love Endures
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1240
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lc/20
Os sumos sacerdotes e líderes religiosos tinham ciúmes da autoridade de Jesus e muitas vezes o desafiavam intelectualmente. Mas, ao contrário de muitos dos sumos sacerdotes e líderes religiosos, a visão de Jesus acerca da psique humana e o Seu discernimento inteligente a respeito de todas as questões físicas e espirituais, vinham de Sua conexão com Deus o Pai, não de qualquer esforço para ser intelectualmente superior.
Uma das razões pelas quais Jesus encarnou e deixou de lado Seus supremos poderes foi para ser um humano exemplar a fim de vermos que temos o mesmo acesso a Deus Pai, Fonte de Vida e Sabedoria. Jesus nos diz em João 14:12 que podemos fazer tudo o que Ele fez, e muito mais, mas o problema é que para isso devemos viver em permanente conexão com Deus. Ironicamente e poeticamente, vemos Jesus dizendo a Pedro em Mateus 16:19 que Ele lhe daria as “chaves do reino dos céus”, ou a autoridade. Jesus daria autoridade para Seus seguidores, e não para a maioria dos líderes religiosos, porque a autoridade do líder religioso não tinha vindo do Autor da Vida, mas sim de uma fonte infinitamente inferior, ou seja, deles próprios.
Laurin Von Krueger
Diretora do projeto The Love Endures
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1239
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lc/19
Assim como Zaqueu, quando você aceita a Jesus como seu Salvador, também é preciso corrigir alguns aspectos de sua vida. Não se preocupe com o que a multidão irá dizer ou pensar. É a aprovação de Jesus que conta. Você pode perder a sua reputação ou os seus bens, mas Deus pode abrir as comportas do céu e dar-lhe enormes riquezas espirituais, ainda maiores do que as recebidas até agora. O que Zaqueu recebeu naquele dia foi a inestimável garantia de Jesus: “Hoje houve salvação nesta casa! Porque este homem também é filho de Abraão.” (Lucas 19:9).
A salvação não é apenas uma mudança nos registros do céu. A salvação se processa dentro de nós e vêm na pessoa de Jesus. Ele Se convida à nossa casa, para comer e viver conosco. Ele quer realizar em nós o que disse ser a Sua missão: “Pois o Filho do homem veio buscar e salvar o que estava perdido.” (v. 10 NVI). Como Zaqueu, receba Jesus com alegria e conceda a Ele o controle da sua vida e do que você tem.
Douglas Jacob
Professor de Ministério da Igreja e Homilética
Seminário, Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1238
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lc/18
Você já se perguntou: “Por que tenho que continuar implorando a Deus para que minhas orações sejam respondidas?” Assim como Jacó, que lutou com o Anjo do Senhor, nos perguntamos: “Será que conseguirei perseverar até obter o favor de Deus?” Será que Jesus está dizendo que os apelos persistentes da viúva ao juiz injusto são um modelo para nossa vida de oração?
Felizmente, Jesus oferece uma interpretação melhor: “E o Senhor continuou: ‘Ouçam o que diz o juiz injusto.’ ” (Lucas 18:6). Jesus está nos dizendo para contrastar, em vez de comparar, o juiz injusto com Deus. Deus se preocupa conosco. Todo o plano de salvação é o projeto de Deus para nos resgatar de Satanás, o verdadeiro juiz injusto. Então Jesus conclui: “Eu lhes digo: Deus lhes fará justiça, e depressa.” (Lc 18:8a). Jesus está nos dizendo para perseverar na oração, não implorando desesperadamente a fim de obter o favor divino, mas mantendo firme fé na bondade e poder de Deus. Isso inclui manter bem viva a fé na promessa de Sua Segunda Vinda.
Douglas Jacob
Professor de Ministério da Igreja e Homilética
Seminário, Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1237
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lc/17
Jesus sugere que devemos ter mais medo de fazer outra pessoa pecar do que nós mesmos pecarmos. A diferença nas duas perspectivas pode ser sutil, mas é substancial. Será que existe a possibilidade de até mesmo nossos esforços para parar de pecar sejam egoístas quando focamos em nós mesmos?
E quanto à ordem de Jesus de repreender um pecador antes de perdoá-lo? Como podemos repreender sem levar essa pessoa a ficar com raiva? Primeiro, devemos lembrar que o propósito de uma repreensão é produzir arrependimento; o propósito não é pronunciar um julgamento. Além disso, nossa repreensão deve ser motivada por nosso desejo de perdoar e restaurar um relacionamento.
Ao ler Lucas 17, pergunte-se como uma repreensão motivada por um espírito de perdão difere de uma repreensão feita com um espírito de julgamento. Como você pode se tornar um embaixador do perdão até mesmo para os pecadores mais ofensivos e restaurá-los?
Douglas Jacob
Professor de Ministério da Igreja e Homilética
Seminário, Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1236
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lc/16
Confesso que muitas vezes ouvi minha mãe dizer: “Você me ouviu?” quando eu estava fazendo algo que não deveria estar fazendo ou quando não estava fazendo algo que deveria estar fazendo. Claro que eu realmente a tinha ouvido, mas ela queria algo mais, ela queria que minhas ações estivessem em conformidade com suas palavras. Ela não queria ser ignorada.
É sobre isso que Jesus está falando em Lucas 16:31, quando diz: “Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se deixarão convencer, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos”.
Os fariseus tinham ouvido a Moisés por gerações, mas eles simplesmente não estavam ouvindo. Por esta razão não foi uma surpresa para Jesus quando eles não quiseram ouvi-lo, mas ainda assim continuou tentando. Este é um dos motivos pelos quais Jesus ter utilizado parábolas. Quando você está ouvindo uma história, é fácil se identificar com os personagens e ver facilmente o que a pessoa deveria ter feito ou não em diferentes situações. Isso é mais fácil de aceitar do que instruções ou críticas diretas. Jesus deixa a nosso encargo escolher se vamos ouvir e ser mudados por suas palavras ou se vamos ignorá-lo.
Karen D. Lifshay
Secretária de Comunicações da Igreja de Hermiston, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1235
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lc/15
Tínhamos um gato errante. Eu me preocupava toda vez que ele fugia. Não há muito o que fazer quando um gato foge. Os gatos são muito bons em se esconder, eles não vêm quando são chamados e não pedem ajuda. Tudo o que você pode fazer é preparar comida e água e esperar até que fiquem com fome. A fome vai motivar um gato a voltar para casa.
Lucas 15 conta três histórias sobre perdas: uma ovelha perdida, uma moeda perdida e um filho perdido. O pastor e a mulher procuram em todos os lugares o objeto perdido, mas o pai espera o retorno do filho. Ele espera que seu filho fique com fome – com fome de comida e com fome de casa.
Sim, Jesus vai nos procurar, mas ele também sabe que somos bons em nos esconder e não respondemos quando somos chamados, então Ele espera que fiquemos com fome. Deus cria essa fome em nós, mostrando-nos que tipo de Pai Ele é e que tipo de casa Ele nos oferece e como Ele trata bem até mesmo Seus servos.
“Provem, e vejam como o Senhor é bom. Como é feliz o homem que nele se refugia!” Salmos 34:8
Karen D. Lifshay
Secretária de Comunicações da Igreja de Hermiston, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1234
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lc/14
Jesus curava no Sábado, usando o dia memorial da Criação para mostrar o Seu poder de restaurar homens e mulheres à saúde e integridade. Como o Sábado é um memorial da Criação, que melhor maneira de comemorá-lo que ajudar outros a experimentar o poder criador e curador de Jesus? A proibição de trabalhar no sábado nos liberta de ter que ganhar o pão de cada dia e, desta forma, nos dá a oportunidade de ajudarmos a outros e, assim, celebrarmos o poder criador e sustentador de Deus. Somos livres para participar do ministério de cura de Jesus em todas as dimensões da vida. Torna-se nossa expressão de agradecimento a Deus por nossa própria cura do pecado e da doença.
A verdade que é lícito ajudar homens e mulheres no Sábado é o fundamento da ética do Sábado. Quando submetemos as nossas diretrizes de observar o Sábado aos princípios de Jesus, tornando-o um dia para fazer o bem, podemos ir a descobrir que alguma das nossas proibições do que fazer no Sábado, na verdade, limitam boas ações doadoras de vida. Podemos, por outro lado, descobrir que algumas das nossas práticas sabáticas não têm valor de cura e devem ser feitas em outros dias.
Que a resposta silenciosa de Jesus, “É lícito fazer o bem no Sábado”, libere você a cada Sábado para ministrar a outros o poder de cura de Jesus.
Douglas Jacob
Professor de Ministério da Igreja e Homilética
Seminário, Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1233
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara