Reavivados por Sua Palavra


Deuteronômio 33 — Rosana Barros
19 de outubro de 2025, 0:45
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“Na verdade, amas os povos; todos os Teus santos estão na Tua mão; eles se colocam a Teus pés e aprendem das Tuas palavras” (v.3).

As últimas palavras de Moisés a Israel foram proferidas em forma de bênção a cada uma de suas tribos. Começando com Rúben e terminando com Aser, Moisés declarou bênçãos condicionais, que o Senhor estava disposto a cumprir, se Lhe permanecessem fiéis. Relembrando a experiência do Sinai, de quando o Senhor lhes apareceu e “à sua direita, havia para eles o fogo da lei” (v.2), Moisés confirmou a verdade de que a lei do Senhor, como sendo a lei regente do povo, a constituição da nação, era uma declaração em reconhecimento de que “o Senhor Se tornou rei ao Seu povo amado” (v.5). O amor de Deus aliado à Sua lei era o fundamento sólido da recém-nascida nação de Israel.

O salmista Davi escreveu: “No coração, tem ele a lei do seu Deus; os seus passos não vacilarão” (Sl.37:31). A chama da lei de Deus, que é a revelação de Seu amor e de Sua presença com Seu povo, deve permanecer em nosso coração, como declarou o sábio Salomão: “Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura, o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, são veementes labaredas” (Ct.8:6). E este selo, imprimindo a lei do Senhor no coração, como norteadora da vida de cada filho de Deus, é a pessoa do Espírito Santo: “em quem também vós, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, tendo nele também crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa” (Ef.1:13).

É o Espírito do Senhor no coração que promove a verdadeira obediência, aquela que é regida pelo amor, “de sorte que o cumprimento da lei é o amor” (Rm.13:10). Colocar-se aos pés do Senhor para aprender das Suas palavras (v.3) deve acompanhar a ação de colocá-las em prática como quem verdadeiramente permanece aos pés de Cristo. Se as tribos não fossem fiéis ao Senhor, desprezando Suas palavras, como esperar que fossem abençoadas? Ter o Senhor como rei e regente da nação significava aceitar a Sua lei e observá-la como regra de fé e prática, “pois guardou a Tua Palavra e observou a Tua aliança”. “Abençoa o seu poder, ó Senhor, e aceita a obra das suas mãos” (v.9, 11).

Cada tribo recebeu uma bênção diferente. Cada uma, com suas peculiaridades, tinha um chamado e uma obra especial a realizar. Mas, juntas, unidas pela lei áurea da Palavra de Deus, formavam um só povo governado por um só Deus: “O Deus eterno” (v.27). Deus nos criou diferentes, amados. A cada um de nós Deus tem um chamado e uma obra específica a ser realizada. O grande Doador de dons deseja nos capacitar a fim de encerrarmos a Sua obra de salvação na Terra. “Povo salvo pelo Senhor” (v.29), até quando continuaremos olhando para nossos irmãos com desconfiança ao invés de buscarmos a presença do Espírito Santo em nosso coração, nos selando e edificando em Cristo? Não basta sermos o povo da Bíblia. O mundo precisa ver em nós que somos o povo do Deus da Bíblia. É diferente, percebem?

Meus amados irmãos, estamos todos envolvidos em um “grande conflito” (Dn.10:1), e somente aquele cujo coração é regido pelo Espírito Santo, segundo as Escrituras, poderá “resistir no dia mau” (Ef.6:13). “Filhinhos, já é a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também, agora, muitos anticristos têm surgido; pelo que conhecemos que é a última hora” (1Jo.2:18). E se João reconheceu isso no seu tempo, que dirá nós, que alcançamos os últimos dias, amados! É tempo de dar ouvidos ao alto e último clamor do Céu: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4). O Espírito Santo deseja fazer morada em seu coração e imprimir nele a lei que Cristo viveu em sua perfeita essência: “Na mente, lhes imprimirei as Minhas leis, também no coração lhas inscreverei; Eu serei o seu Deus, e eles serão o Meu povo” (Jr.31:33).

Pai de amor, pelo Teu Espírito, escreve as Tuas palavras em nosso coração, pois queremos ter um caráter semelhante ao de Cristo. Não podemos Te obedecer por nós mesmos, Senhor. Por isso pedimos pelo batismo do Espírito Santo! Cobre-nos com o manto de Tua justiça, Senhor! E faz-nos Teu povo unido num só propósito: pregar o evangelho eterno ao mundo, habilitando um povo preparado para a volta de Jesus. Em nome dEle, nosso amado Salvador, nós Te oramos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, povo santo de Deus!

Rosana Garcia Barros

#Deuteronômio33 #RPSP

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Deuteronômio 32 — Rosana Barros
18 de outubro de 2025, 0:45
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“Porque esta palavra não é para vós outros coisa vã; antes, é a vossa vida, e, por esta mesma palavra, prolongareis os dias na terra à qual, passando o Jordão, ides para a possuir” (v.47).

Que palavras emocionantes e transbordantes de verdade “as palavras deste cântico” (Dt.31:30)! O paradoxo está na misericórdia do Senhor quando comparada à infidelidade de Israel. Em todo o tempo, Deus permaneceu fiel e justo mesmo diante de uma “geração perversa e deformada” (v.5), de “um povo louco e ignorante” (v.6). E o mais impressionante é a declaração de que “a porção do Senhor é o Seu povo” (v.9). O Rei do Universo, o Criador, Rei dos Reis e Senhor dos Senhores, tomou por herança um povo teimoso, de coração obstinado, “rodeou-o, cuidou dele, guardou-o como a menina dos olhos” e “o guiou” (v.10, 12). Não sei quanto a você, mas isso comove demais meu coração, porque me diz que há esperança para mim.

A Rocha da salvação (v.15) Se interpôs entre Seu povo e o mal e lhe ofereceu a saída perfeita. “Como a águia desperta a sua ninhada e voeja sobre os seus filhotes, estende as asas e, tomando-os, os leva sobre elas” (v.11), assim o Senhor guiou e cuidou de Israel. Como a águia lança seus filhotes despenhadeiro a baixo, mas as acompanha e as segura em suas asas, assim o Senhor não poupou os filhos de Israel de suas aflições, mas provou-lhes a fé a fim de que se tornassem sábios para a salvação, confiando no cuidado divino. Se fossem eles sábios, então, “entenderiam isto e atentariam para o seu fim” (v.29).

O versículo vinte e nove me remeteu a duas experiências interessantes na Bíblia. O salmista Asafe enfrentou um momento de reflexão que quase lhe desviaram os passos. No Salmo setenta e três, Asafe expôs sua insatisfação quanto à prosperidade dos ímpios em comparação ao seu próprio sofrimento. Ele não deixa claro se os arrogantes e perversos de que fala eram pessoas do próprio povo ou das nações estrangeiras. O fato é que ele escreve o seu hino de desabafo de forma honesta e não fica sem resposta. Porque, em determinado ponto, o salmista desvia o olhar de si mesmo e dos outros e olha para o lugar certo. Na verdade, ele sai de sua perspectiva humana, e entra no lugar da perspectiva divina: “até que entrei no santuário de Deus e atinei com o fim deles” (Sl.73:17). É só a partir daí, que Asafe desconstrói seu antigo pensamento para dar lugar à fé na providência divina.

A outra experiência, não menos importante, e que há um bom tempo tem impressionado meu coração, é a do profeta Daniel no último capítulo de seu livro. Quando Moisés escreveu: “Tomara fossem eles sábios! Então, entenderiam isto” (v.29), lembrei-me das palavras de Daniel 12:10, que diz: “Muitos serão purificados, embranquecidos e provados; mas os perversos procederão perversamente, e nenhum deles entenderá, mas os sábios entenderão”. Eu me emociono diante da perfeita harmonia da Palavra de Deus! Quando iniciei este ministério, não foi algo premeditado. Mas foi fruto do agir do Espírito Santo em meu coração através do estudo de Sua Palavra. Ao sentir meu coração arder diante do que aprendia a cada dia, orei e pedi ao Senhor que me usasse para que muitos fossem alcançados com a mesma alegria.

Ó, meus irmãos, quanto necessitamos da sabedoria dada pelo Espírito Santo! E ela nos é prometida se a pedirmos com fé, como está escrito: “Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida. Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando” (Tg.1:5-6). Apesar de toda a trajetória de Israel, de saber que se afastariam do Senhor para servirem a outros deuses, irritando ao Senhor, Moisés não perdeu a esperança de que a promessa da salvação viria de Israel e que Deus vingaria “o sangue dos Seus servos” e faria “expiação pela terra do Seu povo” (v.43). Essa mesma fé e esperança devem permanecer em nosso coração e refletir em uma vida coerente com o chamado de Deus.

Por isso, o apelo do Senhor ao Seu antigo Israel, permanece como Sua “vida eterna” (v.40), sendo o mesmo apelo ao Seu Israel dos últimos dias: “Aplicai o coração a todas as palavras que, hoje, testifico entre vós, para que ordeneis a vossos filhos que cuidem de cumprir todas as palavras desta lei. Porque esta palavra não é para vós outros coisa vã; antes, é a vossa vida, e, por esta mesma palavra, prolongareis os dias na terra à qual, passando o Jordão, ides para a possuir” (v.46-47). Já estamos diante do Jordão, amados. Portanto, “prepara-te, ó Israel, para te encontrares com o teu Deus” (Am.4:12).

Pai de misericórdias, a paciência que o Senhor teve com Israel no passado testifica a verdade de que Tu és amor. E o Senhor tem provado ter a mesma paciência conosco, hoje. Pois, a Tua Palavra testifica de que o Senhor não retarda em cumprir Sua promessa, mas é longânimo, é paciente, é bondoso, porque o Seu desejo é a salvação de todos nós. Nós Te damos, agora, Pai, a autorização de arrancar do nosso peito esse coração maldito e colocar no lugar um coração puro, um coração semelhante ao de Cristo. Dá-nos a sabedoria, a fé e a esperança que deste a Moisés, Asafe e Daniel! Cremos que estamos às margens do Jordão, Senhor. Salva-nos, nosso Deus gracioso! Por Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, sábios pela graça de Deus!

Rosana Garcia Barros

#Deuteronômio32 #RPSP

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Deuteronômio 31 — Rosana Barros
17 de outubro de 2025, 0:45
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“Ajuntai o povo, os homens, as mulheres, os meninos e o estrangeiro que está dentro da vossa cidade, para que ouçam, e aprendam, e temam o Senhor, vosso Deus, e cuidem de cumprir todas as palavras desta lei” (v.12).

As últimas palavras de Moisés foram carregadas do amor que tinha pelo povo e da forte emoção em pensar que aquela geração logo cruzaria as fronteiras de Canaã. Mesmo sabendo que não herdaria a promessa, o grande líder de Israel deixava um legado insuperável em grandeza e sabedoria. Sua vida temente a Deus preparou Josué e aquela geração para tomar posse da terra prometida que seus pais haviam perdido pela incredulidade. E, por três vezes, a promessa da presença do Senhor é reforçada, nos versículos 3, 6 e 8, como um recado de que o Deus trino assumiria a frente de batalha. Ou seja, amados, a vitória era certa.

Mas a promessa da presença de Deus no meio de Seu povo também era condicional. Deus sabia que no futuro Israel lhe daria as costas, prostituindo-se, “indo após deuses estranhos na Terra” (v.16), que O deixaria, quebrando assim a Sua aliança. “Nesse dia”, disse o Senhor, “a Minha ira se acenderá contra ele; desampará-lo-ei e dele esconderei o rosto, para que seja devorado; e tantos males e angústias o alcançarão, que dirá naquele dia: Não nos alcançaram estes males por não estar o nosso Deus no meio de nós?” (v.17). Por isso que a última ordem de Moisés ao povo, antes de sua morte, foi que, “Ao fim de cada sete anos” (v.10), a lei do Senhor fosse lida “diante de todo o Israel” (v.11). A renovação das palavras de Deus no coração dos pais e o seu conhecimento no coração dos filhos seria sua constante segurança.

Infelizmente, Israel se esqueceria do Senhor e de Sua Palavra, e a consequência seria “muitos males e angústias” (v.21). E, veremos amanhã, que o Senhor inspirou Moisés a transformar em um cântico a experiência de Israel. Muitas vezes não lembramos de uma frase de um discurso feito, mas temos muita facilidade em gravar uma música, por exemplo. Esse método didático foi utilizado por Deus como uma forma de gravar Sua mensagem na mente de Israel e das futuras gerações. Fico pensando e me perguntando, em que momento da História que esse cântico foi esquecido. E que prejuízo isso causou ao povo de Deus, de forma que, mesmo “nos últimos dias” (v.29), as consequências de sua apostasia iriam perdurar.

Não sabemos quando Israel deixou de ler a lei do Senhor e nem quando deixou de entoar o Seu cântico. Mas as suas experiências devem nos fazer refletir em como estamos lidando, hoje, com a Palavra de Deus. Será que a estamos lendo e estudando com o fim de ouvir, aprender, temer a Deus, cumprir Sua lei e para que nossos filhos conheçam o Senhor e Sua promessa de herdarmos “novo céu e nova terra” (Ap.21:1)? Amados, o Espírito Santo deseja fazer de nossa vida, de nossa experiência, um cântico que dê testemunho contra o mal. Temos o sublime privilégio de termos em nossas mãos a Palavra de Deus, o precioso pão do Céu, e de a compartilharmos com esta geração. Sim, somos, quem sabe, a geração mais fraca e mais frágil de toda a História. Mas foi a essa geração que Deus outorgou a Sua verdade, “integralmente” (v.24) e creio que foi à nossa geração que Paulo profetizou seu conhecido apelo:

“E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (Rm.13:11).

Amados, “A lei do Senhor é perfeita e restaura a alma; o testemunho do Senhor é fiel e dá sabedoria aos símplices” (Sl.19:7). E o último remanescente de Deus são aqueles “que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17). E já vimos que o testemunho de Jesus é o dom profético (Ap.19:10). Ó, meus irmãos, Deus nos deixou tudo tão claro! Nós é que muitas vezes complicamos as coisas. Não permita que Satanás cegue seus olhos e impeça os seus ouvidos com os “deuses”, com as distrações deste mundo. Não ande em conformidade com este século, mas permita que a sua mente seja renovada pelo poder da Palavra de Deus, para que você e sua casa vivam a vontade dEle (Rm.12:2).

Nosso amado Pai Celestial, bendito seja o Senhor por Sua bondade em vir até nós e fazer de tudo para nos alcançar e salvar! Nós Te agradecemos pelas pérolas preciosas de Tua Palavra, que são mais valiosas do que qualquer tesouro desta Terra. Que elas continuem entrando em nosso coração como tesouro celestial acumulado para Tua glória e para o bem dos nossos pequeninos irmãos. Faze de nossa geração a geração que receberá a promessa da chuva serôdia e do retorno do nosso amado Senhor. Prepara-nos para Te encontrar, Pai! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, última geração de Deus!

Rosana Garcia Barros

#Deuteronômio31 #RPSP

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Deuteronômio 30 — Rosana Barros
16 de outubro de 2025, 0:45
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“Os céus e a terra tomo, hoje, por testemunhas contra ti, que te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência” (v.19).

As palavras do Senhor deveriam ser transmitidas de geração em geração. Aos pais cumpria a instrução de sua descendência, de forma que esta também fizesse o mesmo a seus filhos, e assim por diante. Mas o Senhor, em Sua onisciência, sabia que os filhos de Israel não cumpririam o propósito para o qual foram chamados, de forma que chegaria o tempo em que seriam espalhados “entre todas as nações” (v.1) às quais Deus os lançasse. Ao mesmo tempo, porém, o Senhor deixou expressa Sua misericórdia pela promessa de trazer de volta aqueles que se voltassem para Ele de todo o coração e de toda a alma e que dessem ouvidos à Sua voz. Ele os restabeleceria na terra da promessa e circuncidaria o coração deles e de sua descendência (v.6).

Nós encontramos neste capítulo uma belíssima descrição da graça de Deus e do plano da salvação. O caminho de volta para o Pai sempre foi o mesmo. A salvação sempre foi pela graça. Afinal, quem procurou o casal pecador no Éden (Gn.3:8)? Quem lhes prometeu a vitória sobre o mal (Gn.3:15)? Quem cobriu a nudez de nossos primeiros pais (Gn.3:21)? Percebem, amados? A grande obra da salvação é sem o auxílio de mãos humanas. A parte que nos cabe é a decisão de aceitar a justiça de Cristo e permitir que o Espírito Santo realize a Sua boa obra de santificação em nossa vida. Por isso que o que o Senhor nos ordena “não é demasiado difícil” (v.11). “Pois esta palavra está mui perto de ti, na tua boca e no teu coração, para a cumprires” (v.14).

A circuncisão do coração promove o amor, e o amor, a vida. Este é o “caminho sobremodo excelente” (1Co.12:31). Porque essa obra representa a ação do Espírito Santo no coração, como está escrito: “Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne. Porei dentro de vós o Meu Espírito e farei que andeis nos Meus estatutos, guardeis os Meus juízos e os observeis” (Ez.36:26-27). É uma obra divina, meus irmãos! Se tão somente depositarmos nossa confiança em Deus e em Seu plano perfeito, Seu Espírito agirá em nós e através de nós. Só precisamos aceitar e confiar. Nenhuma obra humana nos recomenda a Deus. Mas se Cristo vive em nós na pessoa de Seu Espírito, então andaremos nas obras que o Senhor “de antemão preparou para que andássemos nelas” (Ef.2:10).

Deus coloca diante de Seu Israel de todos os tempos a seguinte proposta: “Vê que proponho, hoje, a vida e o bem, a morte e o mal” (v.15). A mesma proposta que foi dada no Éden, quando deu ao homem e sua mulher a liberdade de comer da “árvore da vida” e de “toda árvore do jardim”, mas que não comessem “da árvore do conhecimento do bem e do mal” (Gn.2:9, 16, 17). Que foi dada aos antediluvianos, através da escolha de entrar na arca ou permanecer fora dela. Que foi dada a Israel nas palavras de Josué: “[…] escolhei, hoje, a quem sirvais” (Js.24:15); nas palavras do profeta Elias: “[…] Se o Senhor é Deus, segui-O; se é Baal, segui-o” (1Rs.18:21). E eu poderia aqui citar exemplos em toda a Bíblia. Ou seja, amados, a Bíblia toda deixa bem claro que o amor de Deus trabalha com a liberdade, e não com a opressão. Olhe para a experiência de Jó, e você verá que o opressor é Satanás. E ele tem trabalhado incansavelmente para destruir os filhos de Deus. Mas louvado seja o Senhor por Sua fiel promessa: “porque sete vezes cairá o justo e se levantará” (Pv.24:16)! Amém, meus irmãos?

Ó, amados, o discípulo João, aquele mesmo que era conhecido como filho do trovão (Mc.3:17), foi transformado por Cristo em discípulo do amor. E suas cartas, especialmente a primeira, expressam o entendimento que o Espírito Santo deseja nos dar sobre a harmonia entre a lei de Deus e Sua graça. Ele praticamente replicou a ideia do capítulo de hoje ao escrever: “Porque este é o amor de Deus: que guardemos o Seus mandamentos; ora, os Seus mandamentos não são penosos” (1Jo.5:3). Em nome de Cristo, permita que o Espírito Santo circuncide o seu coração e acenda nele a chama inextinguível do amor de Deus, que se revela na obediência aos Seus mandamentos, que, na linguagem de Moisés, não são demasiado difíceis e, na linguagem de João, não são penosos, porque eles são vida e bênção (v.16)!

Com muito carinho, paciência e fervor, o Espírito do Senhor apela ao meu e ao seu coração, hoje: “escolhe, pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência, amando o Senhor, teu Deus, dando ouvidos à Sua voz e apegando-te a Ele; pois disto depende a tua vida e a tua longevidade, para que habites na terra que o Senhor, sob juramento, prometeu dar a teus pais, Abraão, Isaque e Jacó” (v.19-20). “E, se sois de Cristo, também sois descendentes de Abraão e herdeiros segundo a promessa” (Gl.3:29). Jesus em breve voltará! Coloca em ordem a tua vida e a tua casa! Escolhe, pois, a vida!

Paizinho do Céu, que privilégio o nosso poder chamá-Lo assim! Pela fé, cremos na obra do Espírito Santo e depositamos o nosso coração em Tuas mãos como Tua propriedade para que o Teu amor esteja em nós. Ó, Pai, e que a Tua bênção em nossa vida não seja somente para nós, mas se expanda para o nosso lar e para todos que o Senhor colocar em nosso caminho! Queremos Te amar, ouvir a Tua voz e nos apegar a Ti cada dia mais. Que a Tua Palavra esteja em nossa boca e em nosso coração, para que possamos cumpri-la. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, circuncidados de coração!

Rosana Garcia Barros

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Deuteronômio 29 — Rosana Barros
15 de outubro de 2025, 0:45
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“Não é somente convosco que faço esta aliança e este juramento” (v.14).

Acredito que o texto mais conhecido deste capítulo seja o versículo vinte e nove, que diz: “As coisas encobertas pertencem ao Senhor, nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem, a nós e a nossos filhos, para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei”. No quarto discurso de Moisés, Deus fez uma nova aliança com Seu povo, “além da aliança que fizera com eles em Horebe” (v.1). Em todos os seus discursos, Moisés trazia à memória dos filhos de Israel os livramentos e os prodígios do Senhor no Egito e Seu cuidado paterno na peregrinação no deserto, de modo que nunca esquecessem a quem pertenciam: “para que soubésseis que Eu sou o Senhor, vosso Deus” (v.6).

Eles estavam prestes a entrar na terra prometida sob a liderança de Josué. E passariam por muitas situações em que sua fé seria provada. Não sabiam o que lhes esperava. Mas Deus estava lhes afirmando e prometendo, através de Seu profeta, que as revelações que lhes haviam sido dadas eram suficientes para que pudessem andar com Ele em obediência. Até mesmo suas roupas e suas sandálias eram testemunhas do cuidado divino (v.5). Tão somente deveriam permanecer fiéis ao Senhor e testemunhar de Seu poder às futuras gerações. A lembrança da derrota dos deuses “do Egito” e “das nações” (v.16) pelas quais passaram, deveria ser um memorial para que não houvesse entre eles pessoa alguma nem família alguma que se desviasse do Senhor, para que não houvesse entre eles “raiz que [produzisse] erva venenosa e amarga” (v.18).

“Vós, estais, hoje, todos perante o Senhor, vosso Deus” (v.10). E qual tem sido a sua atitude diante do privilégio de ter em mãos não somente os escritos de Moisés, mas a totalidade da Palavra de Deus? “O Senhor não lhe quererá perdoar” (v.20) se, “no seu íntimo” (v.19), você buscar desculpas para permanecer em uma vida de pecado. Ó, amados, hoje, hoje, hoje, hoje, hoje, hoje, hoje, é o tempo e a quantidade de vezes que o Senhor enfatiza neste capítulo para dizer a mim e a você: “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb.4:7). Não cale a voz do Espírito Santo! Não apresente justificativas para seus pecados, sendo condescendente consigo mesmo! Não entristeça o Espírito de Deus! Nossos pecados não precisam ser justificados, eles precisam ser perdoados. E o perdão é resultado de confissão e arrependimento: “e tudo quanto pedirdes em oração, crendo, recebereis” (Mt.21:22).

O povo de Deus está, hoje, nas margens do Jordão, na linha final do deserto deste mundo. E é justamente neste ponto que nossa fé é severamente provada, porque há um inimigo irado contra nós, “sabendo que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12). Mas Deus não nos deixou sem profecia. Porque “Não havendo profecia, o povo se corrompe; mas o que guarda a lei, esse é feliz” (Pv.29:18). A igreja do Senhor é um movimento profético e que guarda a lei de Deus. Não sou eu quem diz isso, amados. É o próprio Senhor através da Sua Palavra: “Irou-se o dragão contra a mulher e foi pelejar contra os restantes da sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17). “Pois o testemunho de Jesus é o espírito da profecia” (Ap.19:10).

Há multidões lá fora precisando conhecer a Deus. Até quando, meus irmãos, permaneceremos distraídos e sonolentos? Em nome de Jesus, dê ouvidos ao apelo do Senhor, hoje: “Portanto, Eu vos julgarei, a cada um segundo os seus caminhos, ó casa de Israel, diz o Senhor Deus. Convertei-vos e desviai-vos de todas as vossas transgressões; e a iniquidade não vos servirá de tropeço” (Ez.18:30). Ah, amados, percebam que o Senhor nunca nos pede nada sem que haja uma recompensa envolvida. Louvado seja o Senhor por Sua infinita e preciosa graça! Se nos convertermos e nos desviarmos de nossos pecados, Ele não permitirá que tropecemos mais nesses pecados. Pois “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1Jo.1:9).

Nós temos, hoje, revelação suficiente para nós e nossos filhos. Apegue-se diariamente à revelação do Senhor através de Sua Palavra e dos escritos inspirados do espírito de profecia. “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; credes nos Seus profetas e prosperareis” (2Cr.20:20).

Pai de amor, o Senhor, mais do que nós mesmos, deseja a nossa salvação e nos dar por herança o Teu reino eterno. Esta é uma oração coletiva, mas eu Te peço, por mim e por meus irmãos, que o Teu Espírito nos convença do pecado, da justiça e do juízo, para que sejamos provados, embranquecidos e purificados. Realiza essa obra individual partindo para o coletivo de um povo preparado para entrar pelos portais de Canaã. Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, purificados em Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Deuteronômio29 #RPSP

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Deuteronômio 28 — Rosana Barros
14 de outubro de 2025, 0:45
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“Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do Senhor, teu Deus, não cuidando em cumprir todos os Seus mandamentos e os Seus estatutos que, hoje, te ordeno, então, virão todas estas maldições sobre ti e te alcançarão” (v.15).

A conjunção “se” aparece tanto na promessa referente às bênçãos quanto nas maldições. “Se atentamente ouvires a voz do Senhor, teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os Seus mandamentos que hoje te ordeno, o Senhor, teu Deus, te exaltará sobre todas as nações da Terra” (v.1). Eram, portanto, promessas condicionais. A fidelidade de Deus estava pronta para agir conforme o prometido, SE Israel também cumprisse a parte que lhe cabia: dar ouvidos à voz de Deus e obedecer aos Seus mandamentos. Percebam que Moisés deu ênfase a essas ações com expressões de efeito: “atentamente” e “tendo cuidado”. Era como se ele tivesse dito: Atenção! Cuidado!

O ato de ouvir é relatado na Bíblia desde o Éden, quando Adão e sua mulher “ouviram a voz do Senhor Deus” (Gn.3:8). Na verdade, eles estavam acostumados com a voz e com a presença de Deus com eles. Mas o pecado causou uma grave ruptura nesse relacionamento, de forma que a voz divina, antes ouvida com alegria e expectativa, tornou-se para eles em espanto (Gn.3:10). Mas mesmo o pecado não é capaz de calar a voz do Eterno na vida de todo aquele que O busca de todo o coração. Basta olharmos para a vida de Enoque, de Noé e de Abraão, por exemplo. A Bíblia está repleta de testemunhos de pessoas que buscaram ao Senhor em sinceridade e ouviram Sua voz. Não é sem razão que o texto considerado até hoje pelos judeus como o mais importante é o Shemá, que diz: “Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor” (Dt.6:4). E que cada mensagem dada às sete igrejas do Apocalipse termine com as seguintes palavras: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas” (Ap.2:7, 11, 17, 29; 3:6, 13, 22).

E notem que ouvir precede a ação. Primeiro o Senhor diz: “Ouçam”, só depois: “Obedeçam”. Não uma obediência forçada ou manipulada, mas uma obediência cuidadosa, zelosa. É como alguém que realiza alguma atividade com capricho. Não existem pessoas que admiramos porque fazem as coisas com muita dedicação e esmero? A justificativa geralmente é que elas gostam do que fazem. Da mesma forma, Deus, por meio do Seu Espírito, deseja nos dar esse prazer, essa alegria em obedecer à Sua Palavra; nos dar uma mente sensível à Sua voz para que possamos experimentar “qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2). Mas para isso, amados, precisamos apresentar a Ele nosso “corpo por sacrifício vivo, santo e agradável” (Rm.12:1). Ou seja, uma entrega completa e sem reservas de nossa vida ao Senhor.

E no que implica essa entrega total? Implica em aceitar na prática o “se”, através da renúncia e da abnegação a tudo o que nos afasta dEle e dos Seus propósitos para nós. SE eu colocá-Lo em primeiro lugar a cada dia. SE buscá-Lo com todo o meu coração através do estudo diligente de Sua Palavra e de uma vida de oração fervorosa e perseverante. SE os meus gostos pessoais são substituídos pelos gostos celestiais. SE estiver disposto a aceitar o chamado de Deus, ainda que inicialmente não faça sentido ou não seja bem o que gostaria de fazer. SE colocar as necessidades do meu próximo acima das minhas. SE permitir a boa obra do Espírito Santo em meu coração e não me desviar da Sua vontade “nem para a direita nem para a esquerda” (v.14).

Não vou nem me deter no que implica o “se não deres ouvidos à voz do Senhor” (v.15), porque presumo que você já estudou o capítulo de hoje e que Deus foi muito claro quanto às consequências da desobediência. Eu gostaria de encerrar o comentário de hoje compartilhando com vocês uma experiência que tenho vivido e que essa semana se intensificou. Todos sabemos que estamos vivendo tempos difíceis e que o uso da tecnologia, mais especificamente da Internet, tem nos trazido inúmeros benefícios, mas também tem causado inúmeros prejuízos. Por estes dias assisti a uma semana de oração ministrada pelo pastor André Flores, realizada no UNIAENE. E ele terminou esta série de sermões com um desafio; um desafio de quarenta dias de jejum do “lixo” eletrônico que tanto tem prejudicado nossa mente e nos impedido de ouvir à voz do Senhor “atentamente” (v.1), para que nosso tempo seja melhor aproveitado em oração, estudo da Bíblia e testemunho.

Então, gostaria de convidá-lo a assistir esta série de sermões, mas, principalmente, o último que tem como título: “Batalha Pela Mente”. Amados, já estou alguns dias nesse desafio e posso garantir a vocês: Vale muito a pena! Nós estamos vivendo nos últimos dias desta Terra e somos chamados a dar ao mundo a última advertência! Como podemos fazer menos, diante de tão grandiosa missão? Precisamos de uma mente tranquila em meio à agitação que nos rodeia. Eu não vejo a hora de abraçar o meu Redentor! Eu não vejo a hora de desfrutar das bênçãos da nova Terra! Que o Espírito Santo nos dê força e coragem nesses dias finais e nos capacite com “a mente de Cristo” (1Co.2:16).

Senhor, nosso Deus, precisamos de ouvidos atentos à Tua voz. Precisamos do poder do Espírito Santo para sermos Tuas testemunhas. E precisamos completamente do Senhor a fim de termos forças para cumprir esse desafio. Desperta-nos para o tempo em que estamos vivendo, Pai! Pois queremos ver Jesus voltar em nossa geração. Por Jesus, nós Te oramos, agradecidos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, vencedores no Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Deuteronômio28 #RPSP

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Deuteronômio 27 — Rosana Barros
13 de outubro de 2025, 0:45
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“Maldito aquele que não confirmar as palavras desta lei, não as cumprindo. E todo o povo dirá: Amém!” (v.26).

O terceiro discurso de Moisés foi inaugurado com um solene chamado à obediência aos mandamentos do Senhor. Estes deveriam ser gravados em pedras, que serviriam de testemunho às futuras gerações. Nesse “altar de pedras” (v.5), “o altar do Senhor” (v.6), o povo ofereceria holocaustos e ofertas pacíficas, e ali comeria e se alegraria na presença de Deus. Era um monumento à fidelidade das promessas do Senhor e uma constante lembrança de que os filhos de Israel deveriam obedecer “à voz do Senhor”, seu Deus, e cumprir “os mandamentos e os estatutos” que Ele lhes havia ordenado (v.10).

Logo em seguida, “naquele dia” (v.11), Moisés ordenou a Israel que se posicionasse, em tribos, “sobre o monte Gerizim para abençoarem o povo” e “para amaldiçoar” (v.12, 13). Em “alta voz” (v.14), os levitas pronunciariam sobre toda a congregação palavras de maldição e palavras de bênção. É interessante observar que o discurso dos levitas começou pelas maldições e, veremos amanhã, que ele terminou com os resultados da desobediência. É inevitável perceber o emprego de energia para alertar o povo sobre o caminho destrutivo de desprezar ou de não cumprir a lei do Senhor. E a confirmação do povo com um sonoro “Amém” após cada maldição, era a declaração de que todos estavam cientes disso.

A lista de maldições inclui idolatria, desobediência aos pais, egoísmo, pecados sexuais, além de pecados ocultos contra o próximo. Qualquer que praticasse tais iniquidades já tinha a plena consciência de que receberia o juízo prescrito. Percebam que manter imagem de escultura “em lugar oculto” (v.15), alguns dos pecados sexuais, ferir o “próximo em oculto” (v.24) e “aceitar suborno para matar pessoa inocente” (v.25), se tratavam de ações veladas e não de pecados públicos. Podemos até incluir aqui o pecado de fazer “o cego errar o caminho” (v.18) e de “perverter o direito do estrangeiro, do órfão e da viúva” (v.19), porque também são pecados que podem ser praticados sem que ninguém os perceba. Mas há um Deus que tudo vê, amados. E que, no devido tempo, faz justiça e juízo na Terra.

Se Israel conservasse o temor do Senhor no coração, certamente seria um povo semelhante a Enoque, que andou com Deus e “Deus o tomou para Si” (Gn.5:24); seria como José, que era fiel ao Senhor, “e tudo o que ele fazia o Senhor prosperava” (Gn.39:23); seria como Daniel, em quem “não se achava [¼] nenhum erro nem culpa” (Dn.6:4); se fossem obedientes à lei de Deus, cumpririam o propósito do chamado divino: “Guardai-os, pois, e cumpri-os, porque isto será a vossa sabedoria e o vosso entendimento perante os olhos dos povos que, ouvindo todos estes estatutos, dirão: Certamente, este grande povo é gente sábia e inteligente” (Dt.4:6).

Necessitamos estudar toda a jornada de Israel buscando no Senhor a sabedoria necessária para compreendermos os princípios imutáveis da Palavra de Deus. Os resultados da desobediência são maldição e morte. Os resultados da obediência são bênção e vida. Não temos como fugir disso, meus irmãos! As últimas mensagens a serem dadas ao mundo antes da volta de Jesus também são muito claras quanto a isso: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7). Já na primeira voz angélica temos a ordem de manter em nossa vida o temor do Senhor de forma que ela glorifique o Criador. A segunda voz angélica nos diz que o caminho do engano é a inevitável queda (Ap.14:8).

Na terceira mensagem angélica percebemos o contraste entre os falsos adoradores e os verdadeiros adoradores. Os adoradores da besta e de sua imagem, ou seja, que decidiram pelo caminho da desobediência, a parte que lhes cabe será num lago “com fogo e enxofre” (Ap.14:10). Mas “aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12). Os verdadeiros adoradores do Deus vivo são perseverantes: “Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13). Eles são santos: “Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição” (1Ts.4:3). É um povo obediente: “E aquele que guarda os Seus mandamentos permanece em Deus, e Deus, nele” (1Jo.3:24). E é um povo que possui a fé de Jesus: “o Meu justo viverá pela fé” (Hb.10:38).

Você deseja fazer parte deste povo seleto, que renuncia o mundo e as coisas deste mundo, pois tem o Céu no coração? Então, oremos amados:

Nosso amado Pai Celestial, estudando este capítulo da Tua Palavra, novamente fomos confrontados com nossos pecados, principalmente com aqueles que ninguém pode ver, mas que Tu o sabes. Ó, Senhor, que o Teu maravilhoso Espírito Santo nos convença de nossos pecados e nos conduza ao genuíno arrependimento! Perto está o Senhor. Ajuda-nos a termos consciência constante disso, não por medo, mas pelo temor que nos conduz a nos aproximarmos de Ti com reverência e devoção. Santifica Teu povo, ó Deus! Prepara-nos para a breve volta do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo! Em nome dEle nós Te oramos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, santos do Altíssimo!

Rosana Garcia Barros

#Deuteronômio27 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Deuteronômio 26 — Rosana Barros
12 de outubro de 2025, 0:45
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“Hoje, fizeste o Senhor declarar que te será por Deus, e que andarás nos Seus caminhos, e guardarás os Seus estatutos, e os Seus mandamentos, e os Seus juízos, e darás ouvidos à Sua voz” (v.17).

A entrada na terra prometida aguardava bênçãos sem medida para um povo obediente à Palavra de Deus. O segundo discurso de Moisés encerrou com a importância de colocar “diante do altar do Senhor” (v.4), “das primícias de todos os frutos do solo” (v.2) como um testemunho de que haviam entrado na terra que Deus havia prometido a seus pais; seguido da devolução dos dízimos, que deveriam ser direcionados “ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva” (v.12); e exortando os filhos de Israel a uma vida de obediência no tempo que se chama “hoje” (v.16, 17, 18).

Quando postergamos fazer o que sabemos ser a atitude correta, incorremos no terrível perigo de ignorar a voz de Deus. E quando se trata de mexer no bolso, isso só piora. Por que Moisés encerrou seu segundo discurso falando da entrega das primícias e da devolução dos dízimos? Não acredito que era porque este é um assunto de menor importância. Pelo contrário. Geralmente, o autor de um livro, por exemplo, reserva para o final a mensagem que deseja melhor fique gravada na mente do leitor. Portanto, amados, havia uma finalidade específica do Senhor em guardar no coração de Seu povo, e isso de geração em geração, de que o mesmo Deus que lhes havia tirado “do Egito com poderosa mão” (v.8) era também seu Mantenedor e deveriam confiar em Sua provisão.

“Hoje” (v.16, 17) é o tempo requerido por Deus para que tomemos uma decisão ao Seu lado. E essa decisão exige uma resposta de nossa parte por meio da obediência por fé. E não confundam obediência por fé com salvação por obras. Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Obedecer pela fé se trata do resultado inevitável na vida de uma nova criatura em Cristo. Quanto mais ela se aproxima de Deus, quanto mais examina Sua Palavra, quanto mais emprega seu tempo em comunhão com Deus e serviço altruísta, mais deseja fazer a vontade divina e mais forte se torna sua aversão ao pecado.

E, hoje, eu pergunto, meus amados irmãos: Como povo de propriedade exclusiva de Deus, como último movimento profético e última igreja chamada para dar o sonido certo do evangelho eterno ao mundo, estamos dispostos a depositar no altar do Senhor o que Lhe é devido? E eu não estou falando somente de dinheiro. Estou falando de dinheiro e de tudo o mais que pode estar nos afastando do plano divino para a nossa vida e através de nossa vida. Um coração dividido se assemelha a um solo improdutivo. No início pode até parecer que dará algo bom, mas a colheita revela os resultados desastrosos de colocar qualquer coisa desta terra acima de Deus.

O Senhor, nosso Deus, tem uma terra prometida, “terra que mana leite e mel” (v.15) para cada um de nós. Mas para entrarmos nela, primeiro precisamos dar ouvidos à voz de Deus por meio de Sua Palavra, e seguirmos os passos de nosso Salvador, que foi “obediente até à morte e morte de cruz” (Fp.2:8), “para que sejas povo santo ao Senhor, teu Deus” (v.19). Porque sem santificação, “ninguém verá o Senhor” (Hb.12:14). O chamado do Espírito Santo, hoje, é que nos alegremos “por todo o bem que o Senhor” (v.11), nosso Deus, nos tem dado. Então, essa alegria transbordará em gratidão, e a gratidão em obediência. E sua obediência será tão somente uma resposta de amor ao “Senhor, teu Deus” (v.10).

Pai de amor e de misericórdia, “olha desde a Tua santa habitação, desde o céu, e abençoa o Teu povo” (v.15)! Clamamos ao Senhor que nos liberte das amarras do inimigo e nos prepare para Teu reino eterno! Seja a nossa obediência uma resposta de amor e de temor ao Senhor. Que, hoje, sejamos fiéis à Tua Palavra, guardando e cumprindo os Teus mandamentos de todo nosso coração e de toda nossa alma. Para isso, Senhor, nos ajuda a termos nossos ouvidos desimpedidos para ouvir com clareza a voz do Espírito Santo. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, povo santo ao Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Deuteronômio26 #RPSP

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Deuteronômio 25 — Rosana Barros
11 de outubro de 2025, 0:45
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“Em havendo contenda entre alguns, e vierem a juízo, os juízes os julgarão, justificando ao justo e condenando ao culpado” (v.1).

As sanções penais instituídas em Israel correspondiam às correções respectivas ao grau de rebeldia. Açoites, amputação, exposição vexatória e até pena de morte faziam parte dos dispositivos legais, a fim de provocar no povo aversão ao mal e à injustiça. O propósito de Deus era que ficasse muito claro que o resultado do pecado é ruína e morte. Estas leis limitavam o senso de justiça dos próprios filhos de Israel, que poderia ser aumentado, causando mortes ou punições infundadas; ou ignorado, resultando em quebra de princípios e libertinagem.

A questão do casamento e da procriação era tão importante aos olhos do Senhor, que Ele suscitou a lei do levirato, a fim de dar continuidade à família; além de lidar com firmeza quanto à mulher comprometer a integridade física do homem ao “pegar pelas suas vergonhas” (v.11), na tentativa de apartar uma briga. Além de ser um ato público imoral, também colocava em risco a fertilidade masculina, que também fazia parte do plano original de Deus: “E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a” (Gn.1:28).

Outra questão fundamental tratada neste capítulo é a honestidade nos negócios. Dois pesos e duas medidas, ou seja, negociar com injustiça, “é abominação ao Senhor” (v.16). Ser justo e honesto ainda que no meio de um mundo onde o lucro é o mais importante, é um dever do cristão em todos os negócios da vida. Desde uma simples atividade do lar até o mais promissor acordo financeiro devem ser realizados sob o sólido fundamento da justiça e da transparência. Nunca espere a bênção de Deus em um negócio duvidoso!

A injustiça e a ameaça de violência sem causa são atitudes perigosas e contaminantes. Por sua atitude egoísta e perversa, Amaleque levou todo o seu povo à destruição. Por outro lado, sua liderança ímpia e corrupta também revelava o caráter perverso de seus liderados. Certamente, Deus faria justiça ao destruir os inimigos de Seu povo, antes que estes atentassem contra a nação de Israel, e a contaminassem com sua corrupção sem limites.

Amados, um dia o nosso Salvador foi exposto à maior situação vexatória, foi cuspido, açoitado e entregue à morte mais injusta de todos os tempos, para que nEle fôssemos justificados. O Inocente deu a vida pelo culpado. Cada sanção sofrida deveria causar no coração dos filhos de Israel dor maior do que a dor física, a dor de ferir o coração de Deus com os seus pecados. O santuário deveria lembrá-los constantemente de que o Substituto logo tomaria o lugar do pecador, assumindo uma culpa que não era Sua. A mensagem do santuário deve ser para nós, hoje, um caminho para o Pai porque, antes, Jesus fez o caminho reverso, deixando a glória do Pai para tornar-se, de fato, “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo.1:29).

Muito em breve Jesus voltará não mais como servo sofredor, mas como “Rei dos Reis e Senhor dos Senhores” (Ap.19:16), “justificando ao justo e condenando ao culpado” (v.1). Jesus pagou um alto preço para que você e eu possamos receber a Sua justiça e a recompensa eterna que a Ele pertence. Logo, Cristo apagará a memória de Satanás e seus anjos “de debaixo do céu” (v.19), e nos levará para casa. Aceite, agora, a graça que ainda está à nossa disposição! Cristo te ama e te chama!

Nosso Deus e Pai amado, em Tua infinita graça o Senhor nos deu uma segunda chance em Cristo Jesus. Na verdade, todos nós éramos culpados e merecíamos a morte, mas Jesus veio e pagou o preço da nossa redenção. E é por meio da Sua justiça que encontramos libertação, salvação e santificação. Ajuda-nos a estarmos tão unidos a Cristo que a nossa vida esteja imersa nEle! Batiza-nos com Teu Espírito, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, justificados em Cristo Jesus!

Rosana Garcia Barros

#Deuteronômio25 #RPSP

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Deuteronômio 24 — Rosana Barros
10 de outubro de 2025, 0:45
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A primeira cerimônia de casamento da Terra foi realizada em um jardim e ambiente perfeitos. Olhando para a bela mulher criada por Deus como sua auxiliadora, Adão declarou as palavras que definem a essência do casamento: “Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne; chamar-se-á varoa, porquanto do varão foi tomada” (Gn.2:23). A impecável simetria, a pureza e a glória divina que lhes envolvia, compunha o mais admirável cenário assistido pelos anjos e abençoado pelo Criador. Este era o desejo de Deus para cada união entre um homem e uma mulher, pelas gerações sem fim.

Contudo, com a entrada do pecado no mundo, houve uma grave ruptura nos relacionamentos e, o primeiro registro de bigamia, encontra-se na genealogia de Caim, onde diz que “Lameque tomou para si duas esposas” (Gn.4:19). Portanto, foi uma prática que surgiu da descendência do primeiro homicida do mundo e se espalhou como praga para as demais gerações. Quando o Senhor ordenou que leis fossem cumpridas acerca dos relacionamentos conjugais, eram leis de caráter protetivo, a fim de zelar não só pela moral, mas também para preservar a instituição do casamento e a família, que funcionam como a base da sociedade.

A lei acerca do divórcio foi estabelecida visto a dureza de coração do povo. Jesus mesmo confirmou esta verdade aos fariseus: “[…] Por causa da dureza do vosso coração é que Moisés vos permitiu repudiar vossa mulher; entretanto, não foi assim desde o princípio” (Mt.19:8). O princípio aqui refere-se justamente ao casamento que o Senhor estabeleceu no Éden. Ao contrário do que muitos pensam, o casamento não era um benefício apenas para o homem, mas sobre este pesava a responsabilidade de promover “felicidade à mulher que tomou” (v.5). Deus deseja que tanto o homem quanto a mulher desfrutem de um casamento feliz, estável e abençoado; e que sua união revele ao mundo as bênçãos do plano original divino.

Aproveitando este contexto de casamento e de família, permitam-me fazer uma analogia com as demais leis registradas neste capítulo. As “duas mós” (v.6) eram pedras de moinho que haviam nas casas dos israelitas para moer os grãos usados no preparo do pão. Era, portanto, um dos meios de subsistência da família. Penhorando o moinho ou uma das pedras, a família toda seria prejudicada. Um lar estruturado financeiramente não equivale necessariamente a uma família rica, mas a todo aquele em que o pão de cada dia não é comprometido. Por mais simples que seja a casa, a organização financeira é uma bênção no sentido de promover paz e contentamento entre os membros da família.

Sobre a lepra, o capítulo 14 de Levítico contém a lei acerca da lepra em uma casa. Uma praga de fungo ou bolor é sinônimo de uma casa mais propícia à proliferação de doenças. O pecado é lepra mortal, e quando permitida a sua presença em nosso lar, grande ruína será o resultado. Precisamos ficar atentos aos “fungos” espirituais que porventura venham surgir em nosso lar e tratar logo de erradicá-los. Nisto consiste a segurança eterna não apenas nossa, mas de toda nossa família e até mesmo daqueles que de alguma forma exercemos influência. Ainda que não haja transferência de culpa entre pais e filhos (v.16), seus pecados podem causar consequências desastrosas no lar.

O resultado de um casamento conforme o plano original do Criador é um lar feliz, bem ordenado, que se desvia do mal e que é uma bênção à comunidade, principalmente àqueles que estão à margem da sociedade (v.17). Entendam o comando divino, amados, “pelo que te ordeno que faças isso” (v.22), como a voz do Pai que deseja o melhor para Seus filhos. Que o mundo olhe para nossa casa e nos reconheça, pela graça e misericórdia de Deus, “como família bendita do Senhor” (Is.61:9). E se você tem vivido um contexto familiar difícil, em nome de Jesus, não perca a esperança! Mas creia no Senhor Jesus, que tem poder para restaurar o seu lar, “e serás salvo, tu e tua casa” (At.16:31).

Santo Deus, Tu és o nosso Pai amado que deseja a nossa eterna felicidade. Por isso, reconhecemos que necessitamos da Tua presença em nossa vida e em nosso lar. Se o Senhor estiver conosco, cremos que sairemos triunfantes mesmo nas piores batalhas. Ó Deus, caminha conosco e habita em nós e em nossa casa na pessoa do Teu Espírito! E que, através de nós, muitas famílias também tenham a alegria de Te conhecer e de Te servir, para que, dentro em breve, todos nós sejamos uma só família no Teu reino eterno. Em nome de Cristo Jesus, nós clamamos por esse milagre, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, famílias bem ordenadas do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Deuteronômio24 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100