Reavivados por Sua Palavra


Josué 08 — Rosana Barros
28 de outubro de 2025, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Depois, leu todas as palavras da lei, a bênção e a maldição, segundo tudo o que está escrito no Livro da Lei” (v.34).

Josué acabava de passar por duas experiências muito tristes, com a derrota contra a cidade de Ai, e a morte de Acã e sua família. Mas a palavra do Senhor lhe veio como uma fonte de consolo: “Não temas, não te atemorizes” (v.1). Deus prometeu que entregaria em suas mãos a cidade de Ai como fez com Jericó. Desta vez, porém, houve a permissão divina de que o povo poderia tomar para si os despojos da guerra. Foram fiéis quanto às primícias de Jericó e o Senhor os recompensaria. Até mesmo a estratégia militar foi apresentada pelo próprio Deus a Josué: “põe emboscadas à cidade, por detrás dela” (v.2).

Segundo a ordem do Senhor, “Josué se levantou, e toda a gente de guerra, para subir contra Ai” (v.3). Uma parte ficaria escondida por trás da cidade, e outra se aproximaria dela. Todos precisavam estar alertas. Josué e os que estavam com ele fugiram diante do exército inimigo, mas ao erguer sua lança para Ai, segundo a ordem do Senhor, a outra parte do exército de Israel avançou em direção à cidade e os homens de Ai se viram encurralados, “não puderam fugir nem para um lado nem para outro” (v.20). “Porque Josué não retirou a mão que estendera a lança até haver destruído totalmente os moradores de Ai” (v.26).

Quando a Bíblia diz que devemos temer a Deus e guardar Seus mandamentos, está implícita a ordem: “todos estareis alertas”! Mas alertas para quê, amados? Para não nos encontrarmos na situação dos moradores de Ai, que “não puderam fugir nem para um lado nem para outro” (v.20). Foram facilmente enganados, porque, devido à conquista anterior, ficaram autoconfiantes. O engano só acontece quando não conhecemos a verdade. Uma nota de trinta reais, por exemplo, não engana ninguém, simplesmente porque não existe. Mas a menos que conheçamos muito bem uma nota de cinquenta reais, a sua falsificação pode passar despercebida. Cristo nos advertiu: “porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos. Vede que vo-lo tenho predito! […] Portanto, vigiai […] ficai também apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá” (Mt.24:24, 25, 42 e 44).

Estes alertas de Cristo são especialmente para o tempo que antecede Sua segunda vinda, ou seja, para os nossos dias. A mesma renovação da aliança do Senhor feita pelo povo (v.31), Cristo espera que façamos com Ele diariamente. Cada dia é uma nova oportunidade que recebemos para renovarmos nossa vida com Quem selou a Sua aliança com o próprio sangue. A Sua graça que salva, Seu amor que transforma e Sua verdade que liberta estão à disposição de todo aquele que crê. Precisamos estar atentos à Sua Palavra. Não abandonemos nossa torre de vigia, meus irmãos! Diante de nós está “a bênção e a maldição” (v.34). “Palavra nenhuma houve” (v.35), relevante para nossa salvação, que o Senhor nos ocultasse. Pois, “Certamente, o Senhor Deus não fará coisa alguma, sem primeiro revelar o Seu segredo aos Seus servos, os profetas” (Am.3:7).

Somente por meio das Escrituras e de uma vida de oração e testemunho, podemos nos manter alertas contra os enganos do inimigo. Assim como “toda a congregação” parou para ouvir a Palavra do Senhor (v.35), o chamado de Deus é o mesmo para nós, hoje: Pare, ouça, obedeça e esteja atento! Precisamos ser “sóbrios e vigilantes”, pois, “o diabo, [nosso] adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1Pe.5:8). Que o Espírito Santo nos ajude a andar “segundo tudo o que está escrito no Livro da Lei” (v.34), então, estaremos seguros.

Querido Pai, estamos diante de um tempo em que bem que este mundo poderia ser chamado de Ai. Como aquela cidade estava condenada à destruição, sabemos que este mundo também está com os dias contados. Desperta nossa mente, Senhor, para que possamos estar em constante estado de alerta e revestidos de Tua armadura, conservando Tua Palavra em nosso coração! Por Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, exército do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#JOSUÉ08 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Josué 07 — Rosana Barros
27 de outubro de 2025, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Aquele que for achado com a coisa condenada será queimado, ele e tudo quanto tiver, porquanto violou a aliança do Senhor e fez loucura em Israel” (v.15).

Antes do Senhor entregar Jericó nas mãos dos israelitas, Josué foi muito claro ao declarar: “Tão somente guardai-vos das coisas condenadas”, para não tornar “maldito o arraial de Israel e o confundais” (Js.6:18). Ou seja, o povo não poderia levar para si os despojos daquela cidade, muito provavelmente pela idolatria e licenciosidade que ali existia (exceto do que o Senhor ordenou que tomassem para Seu tesouro). Porém, Acã, da tribo de Judá, “tomou das coisas condenadas […] [e] a ira do Senhor se acendeu contra os filhos de Israel” (v.1). A desobediência daquele homem provocou o luto de cerca de 36 famílias, que perderam seus homens na trágica batalha contra a cidade de Ai.

É difícil aceitar que por causa do pecado de uma pessoa todo o povo fosse prejudicado e toda uma família perecesse. São chocantes os versos que descrevem a condenação de Acã e de sua família (v.24-25). Mas não foi assim que o pecado entrou no mundo, amados? “Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos se tornaram pecadores” (Rm.5:19). Isto me leva a uma conclusão muito séria: as minhas escolhas geram consequências que não se restringem apenas a mim. Elas podem provocar muita dor e tristeza a outros também. Israel foi à luta e voltou derrotado por causa do pecado de apenas um homem.

Querer se eximir da responsabilidade foi o que fez Acã, a ponto de permitir que Deus mandasse convocar tribo por tribo, família por família e homem por homem, até, finalmente, chegar ao culpado. Se o Senhor simplesmente o tivesse castigado sem que Acã confessasse, ou sem as provas de sua desobediência, colocaria em dúvida o Seu julgamento justo. O mais triste de tudo é que Acã envolveu sua família naquela trama, trazendo ruína à toda sua casa. Meus amados irmãos, precisamos atender à advertência do apóstolo Paulo: “Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé; provai-vos a vós mesmos” (2Co.13:5). Deus ordenou mais uma vez que Seus filhos se santificassem: “Santificai-vos para amanhã” (v.13). Deus deu a Acã um dia inteiro de prazo para se arrepender e confessar o seu pecado, mas ele não o fez. Permitiu que a desconfiança tomasse conta de todo o povo e não temeu o Deus que tudo vê.

Deus é misericórdia, amados! Ele nos oferece oportunidades de arrependimento e confissão. E Ele nos apela, hoje: “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2). O Senhor nos diz como disse a Josué: “Levanta-te! Porque estás prostrado assim sobre o rosto?” (v.10). Israel havia pecado e violado a aliança do Senhor (v.11). Não adianta chorar e se lamentar, quando você sabe o que é preciso fazer e não o faz. Infelizmente, Acã não confessou seu pecado em atitude de arrependimento. Encurralado num constrangimento que ele mesmo provocou, só lhe restou admitir o que havia feito.

Deus está sacudindo Sua igreja e preparando para Si um povo santo. Esse processo tende a ser cada vez mais seletivo, até que atinja o ápice de seu cumprimento: “Porque eis que darei ordens e sacudirei a casa de Israel entre todas as nações, assim como se sacode trigo no crivo, sem que caia na terra um só grão” (Am.9:9). Acã representa a classe dos que fazem parte do povo de Deus, que estão no meio dele, que são até mesmo participativos na obra, mas que violam a aliança do Senhor com coisas condenadas, praticando “loucura em Israel” (v.15). Deus não irá tolerar essas coisas por muito mais tempo, amados! Quem estiver conturbando a igreja de Deus está com os dias contados! Toda a oportunidade de perdão tem sido ofertada. Mas o Senhor sacudirá a Sua igreja e, aos “Acãs”, “a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre” (Ap.21:8).

Agora, é o tempo de tomar a firme decisão que tomou Josué: “Eu e minha casa serviremos ao Senhor” (Js.24:15). Porque, por um só homem entrou o pecado no mundo, mas graças a Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, porque por Sua justiça, “muitos se tornarão justos” (Rm.5:19). “Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia” (1Co.10:12), pois a sua queda pode significar a queda de sua família e de muitas outras pessoas. Com maior carinho e compaixão que teve Josué por Acã, o Espírito Santo clama aos transgressores: “Filho meu [filha minha], dá glórias ao Senhor, Deus de Israel, e a Ele rende louvores; e declara-me, agora, o que fizeste; não mo ocultes” (v.19). Fé, confissão e arrependimento são os passos que precisamos dar na direção de um Deus que está sempre pronto a nos perdoar.

Senhor, nosso Deus, trocar o Senhor e a Sua vontade pelas coisas contaminadas deste mundo é realmente uma loucura. E pior fica quando nossas escolhas se tornam qual lepra, prejudicando Tua igreja e a Tua obra. Como corpo de Cristo, precisamos andar em conformidade com Tua Palavra, nos ajudando mutuamente e sendo um cheiro de vida para a vida, e não de morte para a morte. Ajuda-nos, Pai, pois necessitamos do Espírito Santo nos renovando e regenerando a cada dia! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, alvos da misericórdia do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#JOSUÉ07 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Josué 06 — Rosana Barros
26 de outubro de 2025, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Assim, era o Senhor com Josué; e corria a sua fama por toda a terra” (v.27).

Como homem de guerra, Josué sabia que seria preciso não somente uma estratégia militar, mas a intervenção da mão do Senhor para entrar em Jericó, que “estava rigorosamente fechada” (v.1). Não havia brechas ou lugares vulneráveis que pudessem apresentar algum tipo de vantagem. Mas o Senhor, como guerreiro pronto para a batalha, disse a Josué que olhasse para o improvável na certeza da vitória: “Olha, entreguei na tua mão Jericó, o seu rei e os seus valentes” (v.2). Tudo o que tinham que fazer era seguir as orientações de Deus, ainda que, humanamente, não fizessem sentido algum. Afinal de contas, como que rodear a cidade, tocar trombetas e gritar diante dela poderia abatê-la?

Josué, contudo, não questionou as ordens do Senhor, mas, prontamente, organizou a marcha da vitória segundo Ele lhe havia orientado. Rodearam a cidade no primeiro dia em silêncio, apenas ao som das trombetas. E assim se deu por seis dias, até que, no sétimo dia, rodearam a cidade sete vezes, e enquanto “os sacerdotes tocavam as trombetas” (v.16), Josué ordenou ao povo que gritasse. O desfile e o brado que os povos costumavam realizar após vencer uma batalha, foram realizados por Israel antes mesmo de qualquer espada ser erguida. Era, portanto, uma demonstração de fé. Ainda que não entendessem o que o Senhor lhes havia ordenado, a obediência era uma prova inequívoca de sua confiança na provisão e no poder de Deus.

Aquela cidade estava condenada à destruição. Apenas “Raabe, a prostituta” (v.17) e todos os que estavam em sua casa foram poupados. Os habitantes de Jericó haviam enchido o cálice da ira de Deus e até mesmo seus tesouros seriam condenados e o povo foi proibido de tomá-los para si. A queda dos muros de Jericó e sua destruição apontam para o juízo futuro, quando “sete anjos tendo os sete últimos flagelos” consumarão “a cólera de Deus” (Ap.15:1). Como o Senhor precisava conservar o Seu povo livre do paganismo e de suas “coisas condenadas” (v.18), chegará o dia em que Ele eliminará o mal de uma vez por todas, mas a única espada que Seu último povo terá será “a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus” (Ef.6:17). E como os espias foram instrumentos de salvação para Raabe e sua família, Deus terá um povo peculiar que, cheio do Espírito Santo, iluminará o mundo com a glória de Deus (Ap.18:1).

Todos, adultos e jovens, velhos e crianças, podem ter participação ativa na obra do Senhor. E nossa influência pode estar contribuindo ou prejudicando no bom andamento dessa obra. Quantas “Raabes” estão ao nosso redor, apenas aguardando que entremos em suas casas e lhes apresentemos o cordão escarlata da salvação em Cristo Jesus! Raabe não apenas recebeu dois espias em sua casa, ela recebeu uma dupla missionária, que soube identificar a necessidade daquela mulher e de sua família e ajudá-los a encontrar o verdadeiro Deus. E mesmo que Israel tivesse acampado Raabe e sua família “fora do arraial”, Deus incluiu Raabe dentro da genealogia de Jesus Cristo e da galeria dos heróis da fé (Mt.1:5; Hb.11:31).

O “Senhor era com Josué” e, assim, sua fama se espalhou “por toda a terra” (v.27). Da mesma forma, o Senhor deseja nos usar como luzeiros do mundo, pregando o evangelho eterno e apressando o retorno de Cristo. Tudo o que Ele nos pede é uma vida de submissão e obediência como a de Josué, aceitando Sua vontade sem questionar e tendo um coração sensível para reconhecer que pessoas improváveis podem ser exatamente as que aceitarão o último chamado de Deus. Quer você ver Cristo voltar em sua geração? “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt.24:14).

Pai Celestial, como Josué alcançou o Teu favor, necessitamos do Senhor nos orientando, nos protegendo e nos usando para que Tua obra avance em toda a Terra e Jesus volte logo. Estamos às vésperas do toque da sétima e última trombeta e não vemos a hora de gritar nosso brado de vitória. Até lá, guia-nos aos sinceros de coração que desejam Te conhecer. Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos, oremos e apressemos o grande Dia do Senhor!

Feliz semana, discípulos de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#JOSUÉ06 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Josué 05 — Rosana Barros
25 de outubro de 2025, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Respondeu o Príncipe do exército do Senhor a Josué: Descalça as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é santo. E fez Josué assim” (v.15).

A travessia milagrosa do Jordão causou um grande alvoroço entre os povos de Canaã, de maneira que até os reis da terra ficaram desalentados “por causa dos filhos de Israel” (v.1). Eles sabiam que era só uma questão de tempo e que Deus estava não só conduzindo Seu povo à terra prometida, mas também aplicando Seu juízo contra os impenitentes. Mas a geração que entrou em Canaã não havia observado a cerimônia da circuncisão no deserto. Acredito que as dificuldades da peregrinação os impediu de observar tal rito e que, não obstante, Deus desejava renovar a Sua aliança com eles, culminando na celebração da Páscoa, e no fim do maná, pois finalmente estavam em casa e desfrutando “do fruto da terra”, “das novidades da terra de Canaã” (v.10, 12).

“Estando Josué ao pé de Jericó” (v.13), muito provavelmente buscando no Senhor o auxílio e a sabedoria para saber o que fazer dali por diante, quem sabe sentindo-se angustiado, de repente ele “levantou os olhos e olhou; eis que se achava em pé diante dele um homem que trazia na mão uma espada nua” (v.13), um guerreiro pronto para a batalha. Era o “Príncipe do exército do Senhor” (v.14), que acabava de chegar. Percebam que Josué “se prostrou com o rosto em terra, e O adorou” (v.14). Ora, se fosse um anjo, jamais aceitaria adoração (Leia Ap.19:10; 22:8,9). Josué estava diante do próprio Cristo e, semelhante à experiência de Moisés na sarça ardente, prontamente descalçou “as sandálias dos pés” (v.15), segundo a ordem do Senhor, pois estava em solo sagrado.

As cenas que se seguirão neste mundo antes da volta de Jesus serão rápidas e sucessivas (1Ts.5:3). A peregrinação dos filhos de Deus chegará em seus dias finais e eles receberão o refrigério do Espírito Santo (Zc.10:1). Não precisarão mais ser ensinados, pois o maná, a Palavra de Deus, estará em seus corações (Hb.8:11). Livres, finalmente livres, de todo mal que os assediava, marcharão resolutos e confiantes com a armadura de Deus (Ef.6:10-18), tendo o Senhor Jesus Cristo como seu grande Comandante (Na.1:7). Os reis da Terra atentarão para isso e se lamentarão (Ap.18:9). Mas todo aquele que, semelhante a Josué, estiver buscando o Senhor como seu refúgio e fortaleza, clamando por sabedoria, será fortalecido, e Miguel, o grande Príncipe, virá em seu favor (Dn.10:21).

Eu creio de todo o meu coração que este tempo está mais perto do que possamos imaginar. Como a Páscoa era símbolo da libertação do pecado, seguida do Pentecostes, símbolo de colheita e fartura por meio do Espírito Santo, e do dia da expiação, símbolo de renovação espiritual, culminando na Festa dos Tabernáculos, símbolo da celebração nas moradas eternas, estamos, em nossos dias, pisando no solo sagrado do tempo do fim. É hora de descalçarmos nossos pés de todo orgulho humano, e estarmos atentos somente ao que é de origem divina. Satanás e seus anjos podem lutar contra nós com todas as suas armas, mas se perseverarmos em levantar nossos olhos e olhar para o Senhor dos Exércitos, Ele “os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com Ele” (Ap.17:14).

Ó, amados, todas as nossas energias e faculdades precisam estar empregadas em mantermos nossos olhos fixos em Jesus, “o Autor e Consumador” de nossa fé (Hb.12:2)! Este mundo está em contagem regressiva e não podemos descer de nossa torre de vigia (Hc.2:1). Eu sei que a exaustão, que o sentimento de forte angústia e desânimo, causado pelas provas, muitas vezes querem nos dominar e fazer com que nossa mente seja tomada por inúmeras distrações e pensamentos nocivos. Mas nós temos a fiel promessa da constante companhia de Cristo ao nosso lado (Mt.28:20), e precisamos confiar e nos agarrar a ela, “pois Quem fez a promessa é fiel” (Hb.10:23). “Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão. Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa. Porque, ainda dentro de pouco tempo, Aquele que vem virá e não tardará” (Hb.10:35-37). Você crê?

Nosso bendito Deus, cremos que o Senhor em breve voltará. Cremos na bendita esperança de nosso resgate e que Jesus está às portas. Cremos que mesmo que a angústia se intensifique, receberemos força adicional para suportar o que há de vir. Cremos que o Senhor já proveu o nosso livramento. Cremos que tens ouvido o clamor do Teu remanescente e que depressa lhes fará justiça. Cremos no Teu amor pela humanidade e que estás chamando as Tuas últimas ovelhas. Reveste-nos de Tua armadura, Senhor dos Exércitos! Prepara-nos para Te encontrar, nosso amado Pai! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, exército do Senhor Jesus Cristo!

Rosana Garcia Barros

#JOSUÉ05 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Josué 04 — Rosana Barros
24 de outubro de 2025, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Para que todos os povos da Terra conheçam que a mão do Senhor é forte, a fim de que temais ao Senhor, vosso Deus, todos os dias” (v.24).

Assim que todo “o povo se apressou e passou” (v.10) o Jordão, doze homens, “um de cada tribo” (v.5), foram escolhidos por Josué para cumprir a ordem do Senhor de tomar doze pedras de onde “pousaram os sacerdotes os pés” (v.3), a fim de erguerem um “memorial aos filhos de Israel” (v.7). “Estas pedras” (v.7) serviriam de testemunho às futuras gerações que, perguntando: “Que vos significam estas pedras?” (v.6), ouviriam sobre as maravilhas que o Senhor operou no passado no meio de Seu povo. E, diante dos rostinhos curiosos, seus pais poderiam afirmar com propriedade: “Israel passou em seco este Jordão” (v.22).

Deus sabia que, com o passar do tempo e com o surgimento de novas gerações, Israel enfrentaria inúmeros desafios. As experiências do passado deveriam ser relembradas como “por sinal” (v.6) entre o povo de que a forte mão do Senhor o conduzia. Mas isso também serviria de sinal e testemunho a “todos os povos da Terra”, para que O conhecessem e para que o temor do Senhor permanecesse com Seu povo “todos os dias” (v.24). É interessante observar o zelo de Deus com relação à preservação da fé nas famílias. Seria a fidelidade dos pais em contar a seus filhos o que o Senhor lhes havia feito que prepararia aquela geração para levar a mesma obra adiante. E, assim, cada família de Seu povo seria uma representação fiel de Seu caráter ao mundo.

Amados, Jesus, nosso Sumo Sacerdote, está diante da “arca da Aliança no Seu santuário” (Ap.11:19), segurando a correnteza da impiedade até que nos apressemos para passar a pé enxuto além do rio. As pedras memoriais são o nosso próprio testemunho, de todas as maravilhas que o Senhor já realizou em nós e através de nós. E há um chamado divino aguardando nosso fiel cumprimento: “Para que todos os povos da Terra conheçam que a mão do Senhor é forte, a fim de que temais ao Senhor, vosso Deus, todos os dias” (v.24). “Vi outro anjo voando no meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a Terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo” (Ap.14:6-7).

Percebem que o objetivo do chamado de Deus a um povo eleito sempre foi o de usá-lo a fim de alcançar todos os povos da Terra? Sabem por quê? “Porque Deus amou ao MUNDO de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16). Nosso chamado consiste em preparar um povo para viver eternamente com o Senhor. A cruz é o monumento da graça e a sepultura vazia é o monumento da esperança. A Palavra de Deus é o monumento da verdade e nossa vida deve ser o monumento da “fé que atua pelo amor” (Gl.5:6). Ó, amados, que o Espírito Santo nos motive, a cada dia, a vivermos “como pedras que vivem” (1Pe.2:5), inabaláveis, segundo a exortação do apóstolo Paulo: “Sede vigilantes, permanecei firmes na fé, portai-vos varonilmente, fortalecei-vos. Todos os vossos atos sejam feitos com amor” (1Co.16:13-14).

Senhor, nosso Deus e bom Pai, há milhares de pessoas aguardando apenas o nosso testemunho para que possam Te conhecer. O que queres que façamos em Tua obra? Fala neste dia de forma especial ao nosso coração! Revela-nos o que desejas que façamos em Tua obra e qual é nosso chamado, Senhor! Estamos dispostos a ouvir a voz do Teu Espírito e crer, e trabalhar, para salvar vidas e apressar a volta do nosso Redentor. Que Tua mão forte atue em nosso coração, em nosso lar e através de nós, ao mundo! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, salvos para salvar!

Rosana Garcia Barros

#JOSUÉ04 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Josué 03 — Rosana Barros
23 de outubro de 2025, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Então, disse Josué aos filhos de Israel: Chegai-vos para cá e ouvi as palavras do Senhor, vosso Deus” (v.9).

Ainda “de madrugada” (v.1), Josué se levantou para dar início à jornada da vitória. Com o apoio dos oficiais de Israel, todo o povo foi devidamente instruído, pois seguiriam por um caminho que nunca tinham passado antes (v.4). A ordem foi: “Santificai-vos, porque amanhã o Senhor fará maravilhas no meio de vós” (v.5). A marcha seria precedida pelos sacerdotes, que levariam “a arca do Senhor, o Senhor de toda a Terra” (v.13), então, os demais filhos de Israel os seguiriam à distância. Quando “os que levavam a arca chegaram até o Jordão, e os seus pés se molharam na borda das águas […] pararam-se as águas que vinham de cima; levantaram-se num montão, […] e todo o Israel passou a pé enxuto, atravessando o Jordão” (v.15-17).

O relatório dos espias (Js.2:24), deu ânimo a Josué e, novamente, ele pôde ver o milagre nas águas do Jordão à semelhança do que havia presenciado no Mar Vermelho. Antes disso, porém, ele sabia que havia a necessidade de um preparo. A ordem para que o povo se santificasse estava atrelada ao chamado para que todos ouvissem “as palavras do Senhor” (v.9). Na Palavra do Senhor está o caminho da vida. Nela encontramos a voz do próprio Deus em linguagem humana. O maior Salmo e maior capítulo da Bíblia, exalta as Escrituras como fonte de bênção e de proteção contra o pecado. Diz o salmista: “Bem-aventurados os irrepreensíveis no seu caminho, que andam na lei do Senhor”. “De que maneira poderá o jovem guardar puro o seu caminho? Observando-o segundo a Tua Palavra” (Sl.119:1 e 9).

Jesus também deixou claro o caminho da santificação: “Santifica-os na verdade; a Tua Palavra é a verdade” (Jo.17:17). E o preparo para o povo de Deus entrar na Canaã celestial continua sendo o mesmo, pois sem santificação “ninguém verá o Senhor” (Hb.12:14). A Palavra de Deus recebida no coração, pela fé, torna-se a norteadora da vida, transformando o caráter, enobrecendo as faculdades e iluminando o caminho do cristão. Mas para que ela cumpra de maneira eficaz sua função, precisamos do Espírito Santo como o colírio divino, abrindo nossos olhos para enxergarmos as maravilhas do Senhor. Uma obra que dentro em breve encerrará, pois “Eis que vêm dias, diz o Senhor Deus, em que enviarei fome sobre a Terra, não de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do Senhor. Andarão de mar a mar e do Norte até ao Oriente; correrão por toda parte, procurando a Palavra do Senhor, e não a acharão” (Am.8:11-12).

Amados, quando essa profecia se cumprir, virá então a declaração: “Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se” (Ap.22:11). Percebam que o fato de o destino eterno de cada ser humano já estar selado, em que cada um tomou sua própria decisão, não eximirá o justo de continuar praticando a justiça e o santo de continuar buscando a santificação. Porque essa obra do Espírito Santo no coração é a obra de toda uma vida. Enquanto nosso corpo corruptível não for revestido da incorruptibilidade (1Co.15:53), nossa luta contra O nosso eu continua, até que Cristo nos liberte de uma vez por todas em Sua segunda vinda.

Se Josué tomou todo o cuidado em santificar o povo antes de entrarem na Canaã terrestre, que dirá o cuidado que precisamos ter tão perto como estamos de entrar na Canaã celeste! Temos, como Josué, levantado “de madrugada” (v.1) no anseio por buscar ao Senhor e realizar A Sua obra? Como Deus segurou as águas do Jordão até que Seu povo estivesse seguro, Ele tem contido “os quatro ventos da Terra” até que Seus últimos servos recebam “o selo do Deus vivo” (Ap.7:1 e 2). Não sabemos até quando essa obra vai durar. Mas sabemos o que fazer para que ela nos encontre preparados: “Quem é sábio, que entenda estas coisas; quem é prudente, que as saiba, porque os caminhos do Senhor são retos, e os justos andarão neles” (Os.14:9).

Senhor, muitos de nós estamos exaustos! As provas e aflições têm sido bem difíceis, Senhor! Não sei o que o Senhor fará por nós, mas creio que tens uma dose de ânimo especial reservada para todo aquele que perseverar até o fim. Purifica-nos, Pai Santo! Ó, Senhor de toda a Terra, volta logo! Volta logo, Senhor! Nosso coração desfalece de saudades! Volta logo! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, santificados na verdade!

Rosana Garcia Barros

#JOSUÉ03 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Josué 02 — Rosana Barros
22 de outubro de 2025, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Agora, pois, jurai-me, vos peço, pelo Senhor que, assim como usei de misericórdia para convosco, também dela usareis para com a casa de meu pai; e que me dareis um sinal certo” (v.12).

Quando Moisés e o povo estavam próximos à terra da promessa, Deus ordenou que enviassem doze representantes, um chefe de cada tribo, a espiar Canaã. O relato de dez deles, porém, foi desastroso, levando todo o povo a murmurar contra o Senhor e contra Moisés e Arão. Apenas dois espias, Josué e Calebe, tentaram impedir o motim e animar o povo a confiar no Senhor. Infelizmente, sabemos que a rebelião não pôde ser evitada e o alto preço foi a peregrinação de quarenta anos no deserto: “Segundo o número dos dias que espiastes a terra, quarenta dias, cada dia representando um ano, levareis sobre vós as iniquidades quarenta anos e tereis experiência do Meu desagrado. Eu, o Senhor, falei” (Nm.14:34-35).

Certamente, a recordação daquele episódio fez com que Josué fosse em extremo cuidadoso na escolha de seus espias. Outro detalhe foi que ele os enviou “secretamente” (v.1), provavelmente a fim de não alvoroçar o povo. Como apenas ele e Calebe haviam sido favoráveis ao Senhor no passado, ele enviou apenas dois homens de sua inteira confiança. E esses homens foram guiados pelo Espírito Santo ao lugar mais improvável. Talvez tivessem entrado na casa de uma prostituta para não levantar suspeitas. Mas, percebam que, ainda assim, a notícia de que havia entrado na cidade “uns homens dos filhos de Israel para espiar a terra” (v.2), chegou aos ouvidos do “rei de Jericó” (v.3). Ou seja, é impossível esconder a identidade dos filhos de Deus.

Mas aqueles homens encontraram na casa de Raabe um refúgio seguro. Eles haviam entrado na única casa que tinha o temor do Senhor. Aquela mulher escondeu os espias, despistou os guardas do rei e revelou sua fé no Deus de Israel. Nas palavras de Raabe, percebemos que, desde o episódio em que Deus “secou as águas do Mar Vermelho” (v.10), o caminho já estava preparado para que Israel avançasse à conquista de Canaã. E que foi apenas sua incredulidade que os impediu de entrar. Diante de tudo isso, Raabe fez um pedido inusitado aos espias, para que da forma como havia usado de misericórdia para com eles, que eles também usassem para com ela e sua família. Ela estava declarando àqueles homens que, se ela e sua casa fossem salvos da destruição, estavam dispostos a servir ao Deus de Israel.

Ora, amados, a ordem do Senhor aos israelitas foi bem clara: “Porém, das cidades destas nações que o Senhor, teu Deus, te dá em herança, não deixarás com vida tudo o que tem fôlego” (Dt.20:16). Cumprir a promessa a Raabe não iria de encontro à ordem divina? Não, amados. E isso só poderia ter sido reconhecido por homens guiados pelo Espírito de Deus. Por isso que eu reforço que Josué enviou a Jericó dois servos do Senhor, homens que conheciam a Deus, Sua misericórdia e desejo de salvar o pecador arrependido. Quantas preciosas lições em apenas alguns versículos! A importância de um líder espiritual buscar no Senhor sabedoria para saber a quem delegar questões importantes. De confiar nos planos de Deus ainda que as aparências não sejam favoráveis. De ouvir e obedecer à voz do Espírito Santo, mesmo que seja para irmos a lugares improváveis. De olharmos para pessoas aparentemente condenáveis com compaixão e misericórdia.

E se fôssemos analisar cada lição dessas e as muitas outras que podemos descobrir no capítulo de hoje, poderíamos transformar esse comentário em um livro. Mas creio que, se permitimos que o Espírito Santo falasse ao nosso coração no estudo de hoje, eu tenho certeza de que cada um de nós recebeu “um sinal certo” (v.12) de Sua atuação. Como o “cordão de fio escarlata à janela” (v.18) da casa de Raabe seria o sinal de seu livramento, Cristo deseja proteger nosso lar com Seu sangue carmesim. Como aquela mulher abraçou a fé de Israel e confiou no livramento de sua casa, apegue-se, agora, à fiel promessa: “Cristo, tendo-Se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que O aguardam para a salvação”. Portanto, “Guardemos firme a confissão da esperança, sem vacilar, pois quem fez a promessa é fiel” (Hb.9:28; 10:23).

Aqui estamos, Senhor, nosso Deus, apresentando diante de Ti nossa vida para fazermos Tua vontade. Bem sabes, Pai, quem nós somos e os milagres que ainda precisam ser realizados em nosso coração. Tem misericórdia de nós, Senhor! Pela fé, nós clamamos que o princípio salvífico daquele fio escarlata alcance nosso lar, pois reconhecemos que o Senhor é o único Deus em cima nos céus e embaixo na terra! E dá-nos o coração arrependido de Raabe e misericordioso daqueles espias! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, salvos pelo sangue de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#JOSUÉ02 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Josué 01 — Rosana Barros
21 de outubro de 2025, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; então, farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido” (v.8).

Com a morte de Moisés, Israel inaugurou uma nova fase em sua trajetória. Possuíam um novo líder e estavam prestes a terminar sua longa peregrinação. De servo a líder da nação eleita, Josué precisava de palavras de encorajamento para suportar o peso da responsabilidade que sentia sobre seus ombros. E o que melhor do que palavras dirigidas a ele pelo próprio Deus? Aquele que o comissionou também o motivou e o instruiu. Com promessas de vitória, o Senhor orientou o recém-empossado líder a ser forte e corajoso, tendo o cuidado de guardar toda a lei, falando dela e meditando nela “dia e noite”, como sendo o caminho de sua prosperidade e sucesso como novo líder de Israel.

Entrar em Canaã significava receber, finalmente, o “descanso” do Senhor (v.15). Os líderes daquela geração sabiam que, assim como seus pais haviam sido libertos do Egito após obedecerem às ordens de Deus através de Moisés e haviam perdido o direito de entrar em Canaã pela sua teimosia no deserto, eles precisavam dar ouvidos a Josué, pois este também falava da parte de Deus, assim como era com Moisés. E disso dependia alcançarem o cumprimento da promessa. Por isso, a resposta que deram a Josué foi enfática e ao ponto: “Tudo quanto nos ordenaste faremos e aonde quer que nos enviares iremos. Como em tudo obedecemos a Moisés, obedeceremos a ti; tão somente seja o Senhor, teu Deus, contigo, como foi com Moisés. Todo homem que se rebelar contra as tuas ordens e não obedecer às tuas palavras em tudo quanto lhe ordenares será morto; tão somente sê forte e corajoso” (v.16-18).

Aquela geração não estava disposta a fazer concessões ou dissimular com as coisas de Deus. Eles foram bem claros: “Não vamos admitir a desobediência”. Entrar no tão almejado descanso após a longa jornada no deserto não era uma opção entre outras, mas a única opção. Estavam cansados e dispostos a fazer o que fosse possível, dentro da vontade de Deus, para alcançar a recompensa. Josué, portanto, tinha uma grande vantagem como líder, que era o apoio de seus liderados. Muito do sofrimento de Moisés quanto à desobediência de rebeldes Josué foi poupado. E isso também foi um poderoso agente motivador para que ele avançasse em sua missão com força e com coragem.

O caminho da obediência alegre e satisfatória está, justamente, na ordem divina a Josué: “Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite” (v.8). Ao compartilhar a Palavra do Senhor com outros, nosso próprio coração é transformado e fortalecido. Há um constante crescimento no conhecimento de Deus, de Seu caráter, de Seus atributos. E passamos a meditar nela dia e noite não como um mero ritual religioso, mas como fonte de verdadeira alegria e real contentamento. O resultado é uma vida longe do mal e que reflete a prosperidade de quem fincou raízes no sólido fundamento da verdade, sem se desviar dela “nem para a direita nem para a esquerda” (v.7). O Salmo inaugural deixa isso bem claro:

“Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes, o seu prazer está na lei do Senhor, e na Sua lei medita e dia e de noite. Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem-sucedido” (Sl.1:1-3).

Josué representa, hoje, todos os ministros e líderes da igreja de Deus que têm o Livro da Lei como sua fonte primária de sabedoria e instrução. E se temos o Espírito de Cristo, amados, Ele nos orienta a dar ouvidos e obedecer a tudo o que estiver em harmonia com as Escrituras. Precisamos também ser como aquela geração que estava disposta a obedecer às orientações do profeta de Deus. Tendo a Bíblia e as orientações proféticas para nossos dias, não temos desculpas a apresentar, permitindo concessões e dissimulações como se Deus estivesse alheio a isso. Aproxima-se o tempo em que obedecer ao Senhor vai requerer muita força e muita coragem. E nesse tempo, acontecerá como foi predito pela serva do Senhor:

“Quando a religião de Cristo for mais desprezada, quando Sua lei mais desprezada for, então deve nosso zelo ser mais ardoroso e nosso ânimo e firmeza mais inabaláveis. Permanecer em defesa da verdade e justiça quando a maioria nos abandona, ferir as batalhas do Senhor quando são poucos os campeões — essa será nossa prova. Naquele tempo devemos tirar calor da frieza dos outros, coragem de sua covardia, e lealdade de sua traição” (Eventos Finais, CPB, p.193).

Quão perto quanto estamos de nosso eterno descanso, que nada neste mundo nos desvie do caminho da vida.

Nosso Pai Eterno, quanto necessitamos meditar em Tua Palavra e nela encontrar a cada dia a fonte da alegria e do consolo! Mas nossa meditação também precisa refletir em uma vida missionária. Concede-nos o poder do Espírito Santo para cumprirmos a missão, ajudando-nos uns aos outros na jornada ao descanso do lar eterno. E que nenhuma investida do inimigo nos derrube, mas, por Tua graça e intervenção, cada prova seja vencida com a força e a coragem que provém do alto. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, fortes e corajosos no Senhor!

Rosana Garcia Barros

#JOSUÉ01 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Deuteronômio 34 — Rosana Barros
20 de outubro de 2025, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Assim, morreu ali Moisés, servo do Senhor, na terra de Moabe, segundo a palavra do Senhor” (v.5).

Após proferir sua última bênção a Israel, Moisés subiu ao ponto mais alto de Pisga “e o Senhor lhe mostrou” toda a terra da promessa segundo a possessão das tribos, “a terra que, sob juramento”, Deus havia prometido dar “a Abraão, a Isaque e a Jacó” (v.1, 4). Mesmo sabendo que não entraria lá e que morreria ali mesmo, o homem de Deus foi submisso à ordem divina, e “morreu ali Moisés” (v.5), o maior líder e profeta de Israel, “com quem o Senhor” falava “face a face” (v.10), não porque estivesse com a saúde fragilizada, pois “não se lhe escureceram os olhos, nem se lhe abateu o vigor” (v.7). Mas porque sua missão estava concluída e o Senhor tinha planos maiores e melhores para Seu fiel servo. E “Josué, filho de Num, estava cheio do espírito de sabedoria, porquanto Moisés impôs sobre ele as mãos”, tornando-se o novo líder dos filhos de Israel, os quais “lhe deram ouvidos e fizeram como o Senhor ordenara a Moisés” (v.9).

O último livro de Moisés cumpriu com fidelidade e precisão a ordem de Deus no tocante a preservar na mente das futuras gerações tudo o que Ele havia realizado no meio de Seu povo; uma retrospectiva do chamado divino a Abraão, Isaque e Jacó, do livramento no Egito e do Egito, das bênçãos no deserto, e também dos episódios em que o povo agiu com incredulidade e das trágicas consequências disso. A geração que estava prestes a entrar em Canaã precisava lembrar quem era o seu supremo Líder e agir de modo contrário à geração do deserto. A “arma” mais poderosa que poderiam empunhar com segurança seria a confiança em Deus. E o período de luto de “trinta dias” (v.8), certamente foi um período de profunda reflexão em todas as palavras do Senhor e no fiel legado que Moisés lhes havia deixado.

Fazemos parte do último Israel de Deus, que caminha rumo a Canaã celestial. E creio estarmos diante do Jordão, de onde, pela fé, já podemos avistar o Lar. Muitos servos de Deus têm morrido no deserto deste mundo, mas louvado seja Deus por tão sublime promessa: “Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem das suas fadigas, pois as suas obras os acompanham” (Ap.14:13). A mesma firme esperança sobre a qual Paulo atestou: “Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” (1Ts.4:16). E como Moisés foi sepultado e ressuscitado pelo próprio Deus (Mc.9:4; Jd.9), todos os fiéis da Terra que já dormiram no Senhor hão de ressurgir pela promessa de Cristo: “e Eu o ressuscitarei no último dia” (Jo.6:44).

À semelhança de Moisés, muitos serão recolhidos antes da volta de Jesus. Mesmo que a morte seja um assunto evitado e temido, ela faz parte de nossa realidade em um mundo de pecado. O ditado que diz “Tem jeito para tudo menos para a morte” não pode ser validado diante do insuperável e verdadeiro argumento da cruz e da sepultura vazia. Com amor mais forte do que a morte, Jesus pagou o alto preço de nosso resgate para que possamos herdar a vida e o Lar que a Ele pertencem. Mesmo não sabendo se tombaremos antes de atravessar o “Jordão” ou quanto tempo mais o povo de Deus estará acampado às suas margens, uma coisa é certa, amados: “Eis que [Cristo] vem com as nuvens, e todo olho O verá, até quantos O traspassaram. E todas as tribos da Terra se lamentarão sobre Ele. Certamente. Amém!” (Ap.1:7).

“Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua vergonha” (Ap.16:15).

Pai nosso que habita no mais alto e santo lugar, mas que também habita com os abatidos e contritos de coração, ó Senhor, tem misericórdia de nós e de nossa família! Desperta-nos de nossa letargia e acende em nosso coração a chama do Espírito Santo, aquecendo e iluminando a nossa vida com o Teu amor! Quer vivamos, quer morramos, que sejamos do Senhor! E obrigado, Pai, por nos falar através da Tua Palavra! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, povo do advento!

Rosana Garcia Barros

#Deuteronômio34 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Deuteronômio 33 — Rosana Barros
19 de outubro de 2025, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Na verdade, amas os povos; todos os Teus santos estão na Tua mão; eles se colocam a Teus pés e aprendem das Tuas palavras” (v.3).

As últimas palavras de Moisés a Israel foram proferidas em forma de bênção a cada uma de suas tribos. Começando com Rúben e terminando com Aser, Moisés declarou bênçãos condicionais, que o Senhor estava disposto a cumprir, se Lhe permanecessem fiéis. Relembrando a experiência do Sinai, de quando o Senhor lhes apareceu e “à sua direita, havia para eles o fogo da lei” (v.2), Moisés confirmou a verdade de que a lei do Senhor, como sendo a lei regente do povo, a constituição da nação, era uma declaração em reconhecimento de que “o Senhor Se tornou rei ao Seu povo amado” (v.5). O amor de Deus aliado à Sua lei era o fundamento sólido da recém-nascida nação de Israel.

O salmista Davi escreveu: “No coração, tem ele a lei do seu Deus; os seus passos não vacilarão” (Sl.37:31). A chama da lei de Deus, que é a revelação de Seu amor e de Sua presença com Seu povo, deve permanecer em nosso coração, como declarou o sábio Salomão: “Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura, o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, são veementes labaredas” (Ct.8:6). E este selo, imprimindo a lei do Senhor no coração, como norteadora da vida de cada filho de Deus, é a pessoa do Espírito Santo: “em quem também vós, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, tendo nele também crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa” (Ef.1:13).

É o Espírito do Senhor no coração que promove a verdadeira obediência, aquela que é regida pelo amor, “de sorte que o cumprimento da lei é o amor” (Rm.13:10). Colocar-se aos pés do Senhor para aprender das Suas palavras (v.3) deve acompanhar a ação de colocá-las em prática como quem verdadeiramente permanece aos pés de Cristo. Se as tribos não fossem fiéis ao Senhor, desprezando Suas palavras, como esperar que fossem abençoadas? Ter o Senhor como rei e regente da nação significava aceitar a Sua lei e observá-la como regra de fé e prática, “pois guardou a Tua Palavra e observou a Tua aliança”. “Abençoa o seu poder, ó Senhor, e aceita a obra das suas mãos” (v.9, 11).

Cada tribo recebeu uma bênção diferente. Cada uma, com suas peculiaridades, tinha um chamado e uma obra especial a realizar. Mas, juntas, unidas pela lei áurea da Palavra de Deus, formavam um só povo governado por um só Deus: “O Deus eterno” (v.27). Deus nos criou diferentes, amados. A cada um de nós Deus tem um chamado e uma obra específica a ser realizada. O grande Doador de dons deseja nos capacitar a fim de encerrarmos a Sua obra de salvação na Terra. “Povo salvo pelo Senhor” (v.29), até quando continuaremos olhando para nossos irmãos com desconfiança ao invés de buscarmos a presença do Espírito Santo em nosso coração, nos selando e edificando em Cristo? Não basta sermos o povo da Bíblia. O mundo precisa ver em nós que somos o povo do Deus da Bíblia. É diferente, percebem?

Meus amados irmãos, estamos todos envolvidos em um “grande conflito” (Dn.10:1), e somente aquele cujo coração é regido pelo Espírito Santo, segundo as Escrituras, poderá “resistir no dia mau” (Ef.6:13). “Filhinhos, já é a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também, agora, muitos anticristos têm surgido; pelo que conhecemos que é a última hora” (1Jo.2:18). E se João reconheceu isso no seu tempo, que dirá nós, que alcançamos os últimos dias, amados! É tempo de dar ouvidos ao alto e último clamor do Céu: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4). O Espírito Santo deseja fazer morada em seu coração e imprimir nele a lei que Cristo viveu em sua perfeita essência: “Na mente, lhes imprimirei as Minhas leis, também no coração lhas inscreverei; Eu serei o seu Deus, e eles serão o Meu povo” (Jr.31:33).

Pai de amor, pelo Teu Espírito, escreve as Tuas palavras em nosso coração, pois queremos ter um caráter semelhante ao de Cristo. Não podemos Te obedecer por nós mesmos, Senhor. Por isso pedimos pelo batismo do Espírito Santo! Cobre-nos com o manto de Tua justiça, Senhor! E faz-nos Teu povo unido num só propósito: pregar o evangelho eterno ao mundo, habilitando um povo preparado para a volta de Jesus. Em nome dEle, nosso amado Salvador, nós Te oramos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, povo santo de Deus!

Rosana Garcia Barros

#Deuteronômio33 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100