Filed under: Sem categoria
“Disse Josué aos filhos de Israel: Até quando sereis remissos em passardes para possuir a terra que o Senhor, Deus de vossos pais, vos deu?” (v.3).
Reunidos em Siló e diante da tenda da congregação, os filhos de Israel estavam simbolicamente declarando que aquela “terra estava sujeita diante deles” (v.1). Mas havia “sete tribos que ainda não tinham repartido a sua herança” (v.2), no que Josué levantou o questionamento acerca da demora, da indolência daquelas tribos em tomar posse do que o Senhor já lhes havia dado. A ordem seguinte de Josué revela sua liderança disciplinada e a importância de se ter um padrão a seguir, principalmente em se tratando das coisas de Deus. Os sete territórios seriam distribuídos às sete tribos e, mais uma vez, Josué deixou claro que a tribo de Levi não teria herança, pois a sua parte era “o sacerdócio do Senhor” (v.7).
Os representantes das tribos, então, se dispuseram e foram, segundo Josué lhes tinha dito e levantaram um “gráfico da terra” (v.8), uma espécie de demarcação para que Josué pudesse lançar “as sortes perante o Senhor, em Siló” (v.8), repartindo “a terra, segundo as suas divisões, aos filhos de Israel” (v.10). E no capítulo de hoje vimos a sorte que caiu para a tribo de Benjamim, “segundo as suas famílias” (v.20). As sortes eram lançadas diante da arca da aliança, para que todos testemunhassem de que a escolha dos territórios não era por determinação de homens, mas pela vontade de Deus. A exata localização das tribos também serviria para o cumprimento dos propósitos divinos. Nenhuma cidade ou região foi dada sem que, antes, houvesse a acurada percepção de um Deus que nunca falha.
Amados, diante da realidade de que estamos tão perto do Lar celestial, a pergunta de Josué alcança nossa geração com a força do tempo em extremo solene e urgente que estamos vivendo: “Até quando sereis remissos em passardes para possuir a terra?” Considero o desleixo espiritual como sendo uma das piores condições e, até mesmo a pior de todas, frente ao grande conflito que se apressa para o fim. A mensagem de Cristo à igreja de Laodiceia deixa isso bem claro: “Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da Minha boca” (Ap.3:15-16). A mornidão espiritual, portanto, é apresentada por Jesus como o pior problema de Sua última igreja. E como Josué instruiu as sete tribos acerca do que fazer para herdar a terra, Jesus ofereceu à sétima igreja os recursos necessários para mudar sua condição: “Aconselho-te que de Mim compres ouro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez, e colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas” (Ap.3:18).
Nestes três itens simbólicos, Jesus nos oferece um caráter semelhante ao Seu. Não podemos ser remissos quanto a isso sabendo que, pela fé e pela fidelidade das profecias bíblicas, já podemos ouvir os passos de um Deus que Se aproxima. Estamos quase no Lar, amados! Mornidão espiritual é morte! Precisamos clamar pelo Espírito Santo, para que aqueça nosso coração com a brasa viva do altar de Deus! Precisamos estar em chamas! E isso só é possível se seguirmos o passo a passo da Palavra de Deus. “Ide, correi a Terra” (v.8), povo de Deus! “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mt.28:19). “E agora, por que te demoras? Levanta-te, recebe o batismo e lava os teus pecados, invocando o nome dEle” (At.22:16). E se você já foi batizado, não deixe de clamar pelo batismo diário do Espírito Santo até que você se torne uma tocha humana iluminando o mundo com a glória de Deus.
Breve Jesus voltará! Breve Jesus voltará! Não perca essa esperança de vista, porque, certamente, o Pai do Céu já reservou a parte da sua herança na glória. Não sejamos remissos ou mornos, amados. Mas, pelo poder de Deus, o Senhor nos encontre “esperando e apressando” o Dia de Sua volta (2Pe.3:12).
Nosso amado Pai Celestial, aqui estamos neste tempo sobremodo solene que o Senhor nos escolheu para viver. Estamos tão perto do Lar, Pai! Aleluia! Aquece o nosso coração com a chama inextinguível do Teu Espírito e com a bendita esperança do Teu retorno, para que possamos correr a Terra anunciando a breve volta do nosso Redentor. Em nome dEle, nós oramos, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, herdeiros do Lar celestial!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Então, o povo dos filhos de José disse a Josué: Por que me deste por herança uma sorte apenas e um quinhão, sendo eu tão grande povo, visto que o Senhor até aqui me tem abençoado?” (v.14).
Mal havia iniciado a distribuição das terras entre as tribos e Josué precisou enfrentar a primeira manifestação de reclamação. Insatisfeitos com sua porção, a tribo de Manassés reclamou para si uma herança maior, alegando que Deus os havia abençoado, ou seja, que Deus os havia multiplicado. Não que sua herança fosse pequena. Pelo contrário, era uma das maiores. Mas dentro de seus territórios haviam regiões montanhosas e, portanto, de mais difícil acesso, e mais desafiadoras para expulsar os cananeus que habitavam “na terra do vale” e que possuíam “carros de ferro” (v.16). Josué, porém, não se deixou levar pela murmuração dos manassitas, mas usou o próprio argumento do tamanho da tribo: “Se és grande povo, sobe ao bosque e abre ali clareira na terra” (v.15), e os motivou a confiar na vitória sobre os cananeus: “porque expulsarás os cananeus, ainda que possuem carros de ferro e são fortes” (v.18).
Apesar de ter entrado em Canaã, é interessante observar que ainda era uma geração que precisava aprender a confiar plenamente no Senhor. Necessitava de força moral e fé firme. O que vemos, contudo, é um certo desleixo com relação à palavra do Senhor, que já havia dito e repetido da necessidade dos filhos de Israel expulsarem completamente os cananeus do meio deles. Mas “os filhos de Manassés não puderam expulsar os habitantes daquelas cidades, porquanto os cananeus persistiam em habitar nessa terra” (v.12). Percebem, amados? Os ímpios eram mais persistentes do que o povo de Deus! A diligência e o êxito em obedecer a Palavra do Senhor não tem a ver com grandes multidões. Na verdade, nunca teve. Basta recordar a experiência de Noé, de Abraão, de Moisés, do próprio Josué, de Calebe, para perceber que Deus não precisa de muita gente; que poucos ou apenas um em Suas mãos é o suficiente para que Ele possa executar os Seus planos.
Precisamos seguir o mesmo princípio espiritual visionário de Josué. Olhar para as nossas provações “montanhosas” e, pela fé, abrir clareira por meio da oração e enfrentar as batalhas da vida, que podem se apresentar como “carros de ferro”, com a “espada do Espírito, que é a Palavra de Deus” (Ef.6:17). Estamos a poucos passos da nossa eterna herança, amados! Não é tempo de reclamar. É tempo de orar e confiar. É tempo de combater “o bom combate” (2Tm.4:7). Parece até um paradoxo chamá-lo de bom. É, no entanto, a consciência de quem luta por nós e a vitória que já nos garantiu que nos motiva a olhar para nossa luta como sendo “leve e momentânea” (2Co.4:17). Porque confiamos nas promessas do Senhor, seguimos a passos firmes na certeza de seu cumprimento.
Através dos desafios da vida, Deus está provando um povo que sairá puro como o ouro e como a prata (Zc.13:9). Em meio à impiedade que encherá o cálice da ira de Deus, “poucos homens restarão” (Is.24:6). O Senhor conservará um remanescente fiel e, em sua fraqueza, os fortalecerá. “Porque assim diz o Senhor Deus: Eis que Eu mesmo procurarei as Minhas ovelhas e as buscarei” (Ez.34:11). “Ele julgará entre muitos povos e corrigirá nações poderosas e longínquas; estes converterão as suas espadas em relhas de arado e suas lanças, em podadeiras; uma nação não levantará a espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerra […] quanto a nós, andaremos em o nome do Senhor, nosso Deus, para todo o sempre” (Mq.4:3 e 5). Você deseja desfrutar desta fiel promessa?
Nosso Deus Todo-Poderoso, vitorioso nas batalhas, graças Te damos por Tua fidelidade! Concede-nos, ó Pai, a fé, a sabedoria e a tranquilidade de Josué diante das dificuldades! Em nossa fraqueza, faz-nos fortes! Responde-nos, Senhor, quando clamamos a Ti e não retires de nós o Teu Santo Espírito! Queremos fazer parte do Teu remanescente fiel. Salva-nos, por Tua graça! Em nome de Cristo Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, fiel remanescente de Deus!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Não expulsaram aos cananeus que habitavam em Gezer; assim, habitam eles no meio dos efraimitas até ao dia de hoje; porém sujeitos a trabalhos forçados” (v.10).
Apesar de curto, o capítulo de hoje dá continuidade à divisão da terra de Canaã às tribos de Israel, especificamente à tribo de Efraim, que carregava consigo uma bênção especial. Efraim e Manassés eram “os filhos de José” (v.1), os quais Jacó abençoou, dizendo: “O Deus em cuja presença andaram meus pais Abraão e Isaque, o Deus que me sustentou durante a minha vida até este dia, o Anjo que me tem livrado de todo mal, abençoe estes rapazes; seja neles chamado o meu nome e o nome de meus pais Abraão e Isaque; e cresçam em multidão no meio da terra” (Gn.48:15-16). Os filhos de José receberam herança e parte na divisão das tribos como se fossem filhos legítimos de Jacó. Inclusive, Efraim, que era o mais moço, recebeu a bênção principal como uma profecia de que a sua descendência seria “uma multidão de nações” (Gn.48:19).
Foi, então, repartida “a herança da tribo dos filhos de Efraim, segundo as suas famílias” (v.8). E diante da importância de seu chamado, aquela tribo deveria corresponder em temor e obediência perante o Senhor. Como fez Calebe e sua família, deveriam ser fiéis às ordens de Deus expulsando de sua possessão todos aqueles povos pagãos que ali habitavam. Mas, semelhante à tribo de Judá, e também a outras tribos, os efraimitas permitiram que os cananeus de Gezer permanecessem no meio deles. Mesmo que “sujeitos a trabalhos forçados” (v.10), isso não limitava sua influência pagã e perversa. Assim, como vimos ontem, essa permissividade por parte das tribos de Israel gerou consequências negativas que afetaram gravemente as futuras gerações.
Quantas vezes diante dos planos de Deus pensamos em dar um “jeitinho” que, julgamos, demanda menos trabalho e esforço. Afinal, era bem mais fácil escravizar aqueles povos do que lutar para expulsá-los. Parecia uma decisão mais vantajosa e inteligente. Mas, ó amados, como nós somos tardios em entender que fazer a vontade de Deus é a única decisão que podemos tomar que verdadeiramente é vantajosa e inteligente! Não existe um caminho mais fácil fora da vontade divina. Não existe vantagem alguma fora da vontade de Deus. Na verdade, toda decisão tomada por vontade humana, em desarmonia com o plano divino, produz resultados desastrosos. Pode até não apresentar esses resultados no início. Pode até se apresentar, inicialmente, como algo favorável, mas qualquer vantagem é pura ilusão diante da realidade de que a prosperidade sem a aprovação do Senhor não passa de maldição.
Até que ponto temos sido permissivos com coisas que sabemos não ter a aprovação do Céu? São pensamentos nocivos, pornografia, vício em telas, intemperança no comer e beber, vestuário dispendioso e sem bom senso, um coração orgulhoso e inflexível, preguiça, um temperamento irascível, dificuldade de perdoar? Eu não sei, amados. Talvez seja algo que nem fazemos ideia que esteja ferindo o coração de Deus. Mas sabem o que é mais triste, meus irmãos? Que se avançarmos lá para o livro de Apocalipse, veremos que a tribo de Efraim foi excluída da visão de João ao se referir aos selados por Deus para a salvação. Vimos na bênção de Jacó que o plano de Deus era bem diferente para esta tribo e que ela seria, inclusive, maior que a tribo de Manassés. Mas, infelizmente, os filhos de Efraim tomaram um caminho diferente da vontade de Deus e seu nome foi retirado do registro dos salvos (Ap.7:4-8).
“Tende cuidado, irmãos, jamais aconteça haver em qualquer de vós perverso coração de incredulidade que vos afaste do Deus vivo; pelo contrário, exortai-vos mutuamente cada dia, durante o tempo que se chama Hoje, a fim de que nenhum de vós seja endurecido pelo engano do pecado” (Hb.3:12-13).
Ó, Senhor, nosso Deus, tem misericórdia de nós! Quantas vezes queremos andar por conta própria e nos deparamos com consequências que só nos machucam ainda mais! Tira de nós, Pai, o nosso coração de pedra, e dá-nos um coração de carne, disposto a andar no Espírito, a fazer somente a Tua vontade! Livra-nos de um perverso coração de incredulidade, mas guia-nos em Teu caminho eterno! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, guiados pelo Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Não puderam, porém, os filhos de Judá expulsar os jebuseus que habitavam em Jerusalém; assim, habitam os jebuseus com os filhos de Judá em Jerusalém até ao dia de hoje” (v.63).
Uma das maiores preocupações do Senhor para com Seu povo — e o que Ele fez questão de deixar bem claro — foi que Israel não poderia conviver com as nações pagãs de Canaã. O motivo era óbvio: “para que, entre vós, não haja homem, nem mulher, nem família, nem tribo cujo coração, hoje, se desvie do Senhor, nosso Deus, e vá servir aos deuses destas nações; para que não haja entre vós raiz que produza erva venenosa e amarga” (Dt.29:18). O propósito era legítimo: “Porque tu és povo santo ao Senhor, teu Deus; o Senhor, teu Deus, te escolheu; para que lhe fosses o Seu povo próprio, de todos os povos que há sobre a Terra” (Dt.7:6). Portanto, para se manterem incontaminados, a ordem divina precisava ser cumprida: “desapossareis de diante de vós todos os moradores da terra, destruireis todas as pedras com figura e também todas as suas imagens fundidas e deitareis abaixo todos os seus ídolos” (Nm.33:52).
As divisões das terras entre as tribos de Israel, a começar pela tribo de Judá, deveriam incutir na mente “dos filhos de Judá, segundo as suas famílias” (v.1), a responsabilidade perante Deus de cumprir com fidelidade sua parte na aliança. O Senhor havia estabelecido seus limites territoriais sob condições. E essas condições precisavam ser criteriosamente observadas a fim de desfrutarem de todas as bênçãos provenientes da promessa. Ao começar as divisões pela tribo de Judá, Josué colocou em primazia a profecia messiânica: “O cetro não se arredará de Judá” (Gn.49:10). Havia um ódio direcionado do inimigo para com aquela tribo específica e, mais do que proteger suas fronteiras, Judá precisava se proteger das ciladas internas que, infelizmente, acabou permitindo a permanência.
Nós também não estamos livres do mesmo perigo. A permissividade em muitos aspectos tem tornado o povo de Deus negligente quanto ao dever e omisso quanto ao que sabe ser o certo a se fazer. E acabamos permitindo que o mal se instale em nosso meio como se fosse uma convivência inofensiva, mas cujos resultados são em extremo desastrosos. A ruína espiritual está tanto em ultrapassar os limites da religião quanto em se envolver com os enganos que se misturam à religião. É certo que igreja não salva, amados, mas também é certo que Deus tem uma igreja hoje que aponta o caminho da salvação. Contudo, precisamos estar atentos às falácias que surgem sob disfarce de piedade para que não nos acostumemos a conviver com o que Deus não aprova.
Como, pois, podemos estar livres dos sutis enganos, das sementes de joio, que o inimigo planta no meio do povo de Deus? Somente o diligente e sincero estudante da Bíblia é capaz de discernir o engano e, pelo poder de Deus, afastar-se dele. Pela sabedoria da Palavra, ele deseja viver a religião de Cristo: “A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo” (Tg.1:27). A incoerência religiosa tem sido um dos maiores motivos — senão o principal — pelo qual ainda estamos aqui. Em Seu ministério terrestre, Jesus ia ao encontro dos pecadores para lhes oferecer a oportunidade de salvação, mas Seu chamado visava formar um corpo de crentes unidos num só propósito e cheio do Espírito Santo. E a morte de Ananias e Safira, por exemplo (At.5:1-11), nos diz que o Senhor não tolera a impiedade. O tempo de tolerância pode ser até prolongado para alguns, mas caso não haja genuína mudança, uma hora ele se esgota.
Meus irmãos, Deus tem uma herança preparada “para aqueles que O amam” (1Co.2:9). Mas Ele também deseja nos abençoar aqui, como uma forma de nos preparar para o galardão eterno. Como Calebe perguntou à sua filha: “Que desejas?” (v.18), Ele também nos faz a mesma pergunta, hoje, desejando que a nossa resposta seja como a de Acsa: “Dá-me um presente […] dá-me também fontes de água” (v.19). O maior presente que nosso Pai Celestial deseja nos dar é o Espírito Santo. Ele é a água viva que Jesus nos oferece para nos lavar e nos manter incontaminados do mundo. Peça pelo Espírito Santo todos os dias. Persevere em estudar Sua Palavra. Mantenha os seus olhos em Cristo e sua vida será transformada, “de glória em glória, na Sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2Co.3:18).
Santo Deus e Pai, onde está o Teu Espírito aí há liberdade, e nós queremos ser morada do Espírito Santo. Sabemos que os enganos destes últimos dias são perigosos porque se escondem por trás de uma falsa piedade. Mas nós não queremos ser enganados. Livra-nos de sermos enganados e de ensinarmos enganos! Por isso, Pai, nos apegamos à verdade da Tua Palavra e clamamos pelo batismo do Espírito Santo, sendo dia a dia renovado em nossa vida! Que possamos olhar tanto para Jesus até ficarmos verdadeiramente parecidos com Ele. Em nome dEle, nós oramos, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, moradas do Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Tinha eu quarenta anos quando Moisés, servo do Senhor, me enviou de Cades-Barneia para espiar a terra; e eu lhe relatei como sentia no coração” (v.7).
Eleazar, sumo sacerdote e filho de Arão, e Josué, líder de Israel, fizeram “como o Senhor ordenara por intermédio de Moisés” (v.2), dividindo a herança entre as tribos de Israel. Eles, juntamente com Calebe, muito provavelmente eram os únicos (dos que quarenta anos antes tinham idade para o serviço militar) que estavam entrando na terra da promessa. Quando Moisés enviou os doze representantes, um de cada tribo, para espiar a terra, o relatório foi um verdadeiro desastre, que fez sucumbir no deserto todos os homens de vinte anos para cima. Apenas Josué e Calebe se levantaram para protestar contra a murmuração e o Senhor lhes prometeu que herdariam Canaã (Este relato está em Nm. 13 e 14).
Pois bem, era chegada a hora de Calebe receber em herança o que Deus lhe havia prometido. Já se haviam passado quarenta e cinco anos, e Calebe já era da idade “de oitenta e cinco anos” (v.10). Mas seu vigor permanecia como há quarenta e cinco anos atrás, como ele bem salientou: “Estou forte ainda hoje como no dia em que Moisés me enviou; qual era a minha força naquele dia, tal ainda agora para o combate, tanto para sair a ele como para voltar” (v.11). É impressionante a coragem e a força daquele homem que já havia passado por tantas dificuldades. Sua confiança no poder de Deus não havia mudado, mas se fortalecido na certeza de que o Senhor lhe daria a vitória, “como prometeu” (v.12).
E notem que Calebe não pediu pela ajuda das demais tribos. É bem provável que ele tenha ido com os de sua casa para pelejar contra “os anaquins, e grandes e fortes cidades” (v.12). Os anaquins eram famosos por sua alta estatura. Eram verdadeiros “descendentes de gigantes” (Nm.13:33). Mas foi exatamente a terra dos filhos de Anaque que Calebe reclamou para si. Ele provaria a todo o Israel que bastavam poucos crentes em nome do Senhor para derrotar um exército de gigantes. Calebe testemunhou a todo o povo que aquela conquista poderia ter acontecido há quarenta e cinco anos atrás. Com a bênção de Josué e aprovação de Deus, Calebe conquistou Hebrom, “visto que perseverara em seguir o Senhor, Deus de Israel” (v.14). “E a terra repousou da guerra” (v.15).
Toda aquela geração incrédula tombou no deserto e não pôde ver cumprida a promessa do Senhor. Mas aqueles que confiaram na Palavra de Deus, por intermédio de Seu profeta, prosperaram em avançar até entrar em Canaã com a geração mais jovem. Assim, hoje, Deus nos deixou preciosas orientações proféticas para o tempo do fim. Através de Ellen G. White (e, por favor, primeiro leia um de seus livros em oração antes de fazer qualquer tipo de julgamento), o Senhor não deixou Seu último povo sem profecia. Mas usou os seus escritos como uma luz menor que guia o povo de Deus à luz maior, que é a Palavra de Deus. Calebe tinha vigor e saúde na terceira idade como se ainda fosse jovem, porque ele não estava entre os que reclamaram do maná. Mas ele acreditava que aquele pão era o cardápio do Céu suficientemente necessário para mantê-lo bem e com saúde. E sua fé, perseverança, fidelidade e confiança no “assim diz o Senhor” foram transmitidas à sua família como o esteio da verdadeira educação.
Da mesma forma, amados, o Senhor nos deixou preciosas orientações de saúde, de educação, de estilo de vida cristão, de profecias, de comunhão com Deus, a fim de preparar um povo para o Seu retorno. Em Sua onisciência, Ele sabia dos perigos aos quais estaríamos expostos neste tempo do fim, e cuidou de nos prevenir e orientar através de Sua serva. Ó, amados, se almejamos verdadeiramente o dia em que a Terra repousará da guerra, então é tempo de darmos ouvidos à voz do Espírito Santo: “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração, como foi na provocação” (Hb.3:15). Não sejamos incrédulos como foi a geração que pereceu no deserto, mas que, semelhante a Calebe, façamos parte da geração que entrará em Canaã na força da provisão divina.
Estamos rodeados de gigantes espirituais (demônios) que tentam nos amedrontar. Mas basta um fiel filho de Deus de joelhos para fazer Satanás e seu exército bater em retirada. “Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” (Tg.4:7). Portanto, “Não temas, porque mais são os que estão conosco do que os que estão com eles” (2Rs.6:16). Aleluia!
Nosso amado Senhor, Deus forte e poderoso, vitorioso nas batalhas e rico em sabedoria, nós Te agradecemos pela Tua provisão atual em todos os sentidos! Pois é o Teu desejo que sejamos o Teu povo peculiar e que a nossa mente seja preservada dos enganos destes últimos dias. Então, Pai, aqui estamos mais uma vez entregando a nossa vida em Tuas mãos, para que não temamos os gigantes que se levantam contra nós e nem desprezemos as Tuas orientações para hoje. Batiza-nos com Teu Santo Espírito! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, Calebes dos últimos dias!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Porém à tribo de Levi Moisés não deu herança; o Senhor, Deus de Israel, é a sua herança, como já lhes tinha dito” (v.33).
Dentre todas as promessas do Senhor ao Seu povo, considero a promessa feita à tribo de Levi a mais preciosa. Separados para o sacerdócio sagrado, os filhos de Levi não teriam possessão na terra de Canaã, mas dependeriam sempre da fidelidade das demais tribos para suprir suas necessidades. Cada tribo recebeu seu quinhão, segundo Deus havia ordenado a Moisés, e, depois, a Josué. Até mesmo as duas tribos e meia que decidiram ficar do outro lado do rio, receberam sua herança segundo os limites estabelecidos pelo Senhor. Da mesma forma que as demais tribos, além do Jordão, receberiam a sua parte segundo os limites das divisões dos territórios, inclusive, daqueles que ainda precisariam ser conquistados. Ou seja, algumas conquistas precisariam ser realizadas pela própria tribo ou grupo que fosse possuir a terra, como veremos amanhã na experiência de Calebe.
A tribo de Levi, portanto, não precisaria lutar como as demais tribos, mas sua função de liderança espiritual era fundamental na conquista e manutenção do reino recém-formado. A marcha com a arca da aliança, os toques de trombeta, o armar e desarmar do santuário, as festas anuais, os sacrifícios diários, a leitura do Livro da Lei, tudo apontava para Cristo e Sua obra redentora. Os levitas tinham a missão suprema de combater os combates espirituais da nação eleita. Havia um inimigo irado ao derredor, que sabia ser daquele povo que surgiria o Messias. A tribo do santuário deveria ser a mais valente de todas, pois que não estavam lidando com as forças militares desta Terra, mas “contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças do mal, nas regiões celestiais” (Ef.6:12).
Estamos todos envolvidos neste grande conflito. De um lado, o Senhor Deus, com Seu convite de graça e salvação, “pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Rm.8:1). Do outro, Satanás, com seus enganos “para roubar, matar e destruir” (Jo.10:10). E nós, amados, fomos chamados por Deus para ser Seu “sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de [proclamarmos] as virtudes dAquele que [nos] chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe.2:9). A nossa missão, hoje, consiste em “habilitar para o Senhor um povo preparado” (Lc.1:17); um povo preparado para a volta de Jesus. E precisamos saber manejar com propriedade as armas espirituais de Cristo: a oração fervorosa, o verdadeiro jejum e o poderoso e infalível “está escrito” (Mt.4:4).
Tão perto quanto estamos do fim, que possamos dar ouvidos à palavra profética:
“Bem-aventurado o homem, Senhor, a quem Tu repreendes, a quem ensinas a Tua lei, para lhe dares descanso nos dias maus, até que se abra a cova para o ímpio” (Sl.94:12-13). “Eu repreendo a quantos amo. Sê, pois, zeloso e arrepende-te” (Ap.3:19). “E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Jl.2:32). “Sendo fortalecidos com todo o poder, segundo a força da Sua glória, em toda a perseverança e longanimidade; com alegria, dando graças ao Pai, que vos fez idôneos à parte que vos cabe da herança dos santos na luz” (Cl.1:11-12). “Sede, pois, irmãos, pacientes, até à vinda do Senhor […] pois a vinda do Senhor está próxima” (Tg.5:7,8).
Santo Deus, aguardamos novos céus e nova terra, nos quais habita a justiça! Enquanto estamos aqui, nos ajuda a não largar da Tua mão! Necessitamos de uma vida cheia do Espírito Santo! Dá-nos Teu Espírito, Pai! E que sejamos o Teu sacerdócio real proclamando ao mundo o Teu evangelho eterno e que Jesus em breve voltará. No nome precioso do Cordeiro de Deus, nós oramos, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, sacerdócio de Cristo!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Moisés, servo do Senhor, e os filhos de Israel feriram a estes; e Moisés, servo do Senhor, deu esta terra em possessão aos rubenitas, aos gaditas e à meia tribo de Manassés” (v.6).
Estando finalmente na terra da promessa, Josué apresentou um relatório dos territórios que o Senhor deu em possessão aos filhos de Israel. Começando pelas duas tribos e meia que escolheram ficar “dalém do Jordão” (v.1), ele documentou a conquista do território de dois reis pagãos: Seom e Ogue; cujas terras foram entregues “aos rubenitas, aos gaditas e à meia tribo de Manassés” (v.6). Logo após, Josué apresentou nome por nome dos reis que haviam desapossado “daquém do Jordão” (v.7), “ao todo, trinta e um reis” (v.24). Talvez o capítulo de hoje pareça um tanto técnico, no sentido de apenas documentar as conquistas de Israel. Mas a Palavra do Senhor nunca volta vazia (Is.55:11). Ela sempre contém o maravilhoso conhecimento de Deus para nossa salvação.
Percebam, amados, que antes de atravessarem o Jordão e pisarem na terra prometida, o Senhor permitiu que Seu povo lograsse algumas vitórias. Duas nações foram desapossadas, pois desafiaram o Senhor e não foram benignos para com Seu povo. Deus permitiu que Seus filhos desfrutassem de pequenas gotas do que estavam prestes a desfrutar em Canaã. Mas as conquistas antes do Jordão nem se comparam às que foram alcançadas depois dele. De forma semelhante, o Senhor tem cuidado do Seu povo e permitido que possam desfrutar de bênçãos ainda aqui nesta terra de pecado. Orações respondidas por saúde, por cura, por livramento, por um emprego, por relacionamentos, e por tantos outros motivos são apenas resquícios do que o Senhor tem para nós além do rio.
De dois reis para trinta e um há uma diferença muito grande, vocês não acham? O recado especial que o Espírito Santo falou ao meu coração ao estudar este capítulo é que a nossa recompensa não está aqui, amados. Por mais que Deus tenha nos abençoado, e livrado, e cuidado, ainda estamos no território do príncipe deste mundo. Mas louvado seja Deus por nosso Senhor, Jesus Cristo! A cruz é o nosso estandarte da vitória! É só uma questão de tempo, e o nosso Redentor nos levará para desfrutarmos das bênçãos sem fim do Lar celestial. E não só poderemos desfrutar de Canaã e desta Terra renovada, mas de outro, e outro, e outro, e outro, e milhares de outros planetas pelo Universo sem fim.
Enquanto os homens fazem guerra para conquistar poder e territórios neste planeta em contagem regressiva, que possamos exultar e erguer nossa cabeça, porque a nossa “redenção se aproxima” (Lc.21:28). O Senhor voltará para buscar os que “aspiram a uma pátria superior, isto é, celestial. Por isso, Deus não Se envergonha deles, de ser chamado o seu Deus, porquanto lhes preparou uma cidade” (Hb.11:16). Além do rio, amados, há infinitamente mais do que possamos desejar ou imaginar, não simplesmente porque no Céu terão ruas de ouro e portas de pérola, mansões e pedras preciosas. Mas porque a glória do Senhor estará ali e Ele brilhará sobre nós e reinaremos com Ele “pelos séculos dos séculos” (Ap.22:5). Continue desfrutando da presença de Jesus aqui, e Seu Espírito continuará te conduzindo até “a cidade santa” (Ap.21:2).
Pai de amor e misericórdia, louvado seja o Senhor porque, pela vitória de Cristo somos mais que vencedores! Louvado seja o Senhor porque as vitórias que temos aqui nem se comparam com o que tens preparado para aqueles que O amam! Nós Te amamos, Senhor! Nós almejamos a vitória final e a pátria celestial! Leva-nos para além do rio, pois queremos estar onde o Senhor está, para sempre! O Senhor prometeu e nós confiamos em Tuas promessas. Em nome de Cristo Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, futuros cidadãos das moradas eternas!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Assim, tomou Josué toda esta terra, segundo tudo o que o Senhor tinha dito a Moisés; e Josué a deu em herança aos filhos de Israel, conforme as suas divisões e tribos; e a terra repousou da guerra” (v.23).
Finalmente, chegamos ao momento mais aguardado: o desfecho das guerras de Israel. Era humanamente impossível vencer as tropas dos reis de Canaã, pois se tratava de “muito povo, em multidão como a areia que está na praia do mar” (v.4). O que era o inexperiente e pequeno exército de Israel comparado àquela gente de guerra “com muitíssimos cavalos e carros” (v.4)? Mas “o Senhor os entregou nas mãos de Israel” (v.8), de sorte que Israel os feriu “sem deixar nem sequer um” (v.8), “ninguém sobreviveu” (v.11). “Fez-lhes Josué como o Senhor lhes dissera” (v.9), “como ordenara Moisés, servo do Senhor” (v.12), “nem uma só palavra deixou de cumprir de tudo o que o Senhor ordenara a Moisés” (v.15). Apenas os gibeonitas fizeram “paz com os filhos de Israel” (v.19). Quanto às demais nações, porém, “do Senhor vinha o endurecimento do seu coração” (v.20), pois, como Faraó, rejeitaram o tempo de oportunidade, e foram destruídos “totalmente com as suas cidades” (v.21).
O exemplo de Josué revela a razão do seu chamado. Como servo de Moisés, antes de liderar, Josué aprendeu a nobreza do serviço. As palavras de seu líder permaneciam em seu coração como a palavra revelada do Senhor. Sua prosperidade em tudo o que empregava realizar era nada menos do que o fiel cumprimento das promessas divinas, mediante sua vida de fé e obediência. Como Moisés, Josué aprendeu a ouvir a voz de Deus e essa comunhão pessoal com o Eterno lhe assegurou uma mente sã, um coração submisso e uma liderança abençoada e bem-sucedida. É por isso, amados, que necessitamos, hoje, de líderes semelhantes a Josué, que deem ouvidos à palavra profética e que sejam, antes de tudo, amigos de Deus. Líderes que guiem o povo de Deus para o Céu, pois têm o Céu no coração.
O que aconteceu àqueles povos pagãos é um símbolo do que acontecerá no juízo final com “os que não conhecem a Deus e […] que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus” (2Ts.1:8). Porque não tem como conhecer a Deus e Lhe ser desobediente, amados. A genuína obediência é uma dádiva de amor. É a resposta de um coração que desfalece de saudades de seu Senhor e que não suporta a ideia de entristecê-Lo. O Senhor conhece a nossa constituição, que somos pó e tendenciosos para o mal. Por isso que a comunhão pessoal e diária é inegociável quando o assunto é santificação. Porque a justificação pela fé no que Cristo fez por nós, isso nos é garantido pelos méritos do nosso Redentor. Mas a santificação diária é a garantia de não perdermos o presente da salvação. Da mesma forma que precisamos tomar banho todos os dias, necessitamos diariamente do “lavar regenerador e renovador do Espírito Santo” (Tt.3:5), a fim de que não aconteça termos um coração “sobrecarregado com as consequências da orgia, da embriaguez e das preocupações deste mundo” (Lc.21:34).
Como os inimigos de Israel eram “como a areia que está na praia do mar” (v.4), infelizmente, assim será no juízo final com as nações e povos que deram as costas ao Senhor, pois o seu número será “como a areia do mar” (Ap.20:8). Mas Deus também terá um povo mui numeroso, “grande multidão que ninguém podia enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas” (Ap.7:9). Estes estarão lá porque “lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro” (Ap.7:14). Ó, amados, necessitamos desse lavar purificador sendo renovado em nossa vida todos os dias! O Espírito Santo nos apela, agora mesmo, para que o altar do Senhor esteja erguido em nossa casa e assim permaneça até que Cristo volte! Necessitaremos nestes dias finais, como nunca antes, da mansidão de Moisés, da coragem de Josué e da comunhão que eles mantinham com Deus, para que tenhamos nossa mente protegida e selada pelo Espírito Santo.
Estamos vivendo os dias finais desta Terra. Não sou eu quem afirma isso, meus irmãos. É a Palavra de Deus. Breve Jesus voltará! Que esta certeza seja nosso brado de vitória diário e, muito em breve, estaremos livres do grande conflito e entraremos no descanso do Senhor. “Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim Se levantará sobre a Terra” (Jó 19:25).
Pai Querido, bendito seja o Senhor que prometeu que os nossos sofrimentos e lutas são passageiros! O Senhor tem um lugar de paz eterna preparado para nós e nós queremos estar lá! Ajuda-nos, Pai de amor! Concede-nos o batismo diário do Espírito Santo, nos lavando, regenerando a cada dia! Por Tua graça e misericórdia, prepara-nos para fazermos parte da multidão que, muito em breve, subirá para Te encontrar! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, salvos pela graça!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Disse o Senhor a Josué: Não os temas, porque nas tuas mãos os entreguei; nenhum deles te poderá resistir” (v.8).
A fama de Josué se espalhou por toda Canaã e as notícias sobre Ai e sobre o tratado de paz entre Israel e os gibeonitas provocou o medo no coração do rei de Jerusalém. E em comum acordo com outros quatro reis, uniu forças para fazer vingança contra Gibeão. Mas “os homens de Gibeão mandaram dizer a Josué” (v.6) o que estava acontecendo e pedir que Israel subisse em seu auxílio. Sob a permissão divina e promessa de vitória, Josué e o exército de Israel avançaram contra os inimigos e os perseguiu, até que “fez o Senhor cair do céu sobre eles grandes pedras”, de modo que mais “foram os que morreram pela chuva de pedras do que os mortos à espada pelos filhos de Israel” (v.11).
As manifestações sobrenaturais de Deus não pararam por aí. Pois quando um filho de Deus ora com fé pelo auxílio divino, grande coisas acontecem. Não sabemos que tipo de procedimento Deus usou para deter o sol “no meio do céu […] quase um dia inteiro” (v.13), mas sabemos que foi um milagre único, pois que “não houve dia semelhante a este, nem antes nem depois dele, tendo o Senhor, assim, atendido à voz de um homem; porque o Senhor pelejava por Israel” (v.14). Josué não precisou ver um milagre para crer que o Senhor é Deus, mas porque ele creu, Deus realizou Seus milagres. Percebam, amados? A fé é a chave que abre a porta das maravilhosas obras de Deus. Por isso que, por várias vezes, após realizar Suas curas, Jesus dizia: “A tua fé te salvou”.
Muitos podem questionar o porquê de tantas guerras e de tanto derramamento de sangue na conquista de Canaã. A destruição de todos era realmente necessária? E o que dizer do sexto mandamento: “Não matarás” (Êx.20:13)? Primeiro, amados, o fato dos filhos de Israel vencerem exércitos fortemente armados e acostumados à guerra já era um inquestionável milagre; a prova viva de que era Deus quem lutava por eles. E podemos perceber isso bem definido no capítulo de hoje. Acompanhem comigo:
“Disse o Senhor a Josué: Não os temas, porque nas tuas mãos os entreguei” (v.8).
“O Senhor os conturbou diante de Israel” (v.10).
“fez o Senhor cair do céu sobre eles grandes pedras” (v.11).
“Então, Josué falou ao Senhor, no dia em que o Senhor entregou os amorreus nas mãos de Israel” (v.12).
“porque o Senhor pelejava por Israel” (v.14).
“porque o Senhor, vosso Deus, já vos entregou nas vossas mãos” (v.19).
“E o Senhor a deu nas mãos de Israel” (v.30).
“e o Senhor deu Laquis nas mãos de Israel” (v.32).
“porquanto o Senhor, Deus de Israel, pelejava por Israel” (v.42).
Não resta dúvidas de que o Senhor dos Exércitos lutava por Seu povo e estava à frente de cada batalha. Não era propósito divino que houvesse tanta destruição e que Seu povo estivesse envolvido em guerras. Mas, infelizmente, a incredulidade no deserto prejudicou-lhes a fé e a guerra passou a ser uma realidade. Mesmo assim, Deus não abandonou Seu povo e Sua promessa foi cumprida. A cada vitória isso ficava bem evidente. Porque os filhos de Israel sabiam que não era porque fossem uma nação privilegiada ou maior e melhor do que as demais nações que Deus lhes permitia destruí-las. Mas era porque aquelas nações haviam por muito tempo ignorado as advertências e a graça do Senhor e se negado a abandonar suas abominações, enchendo, portanto, o cálice da ira de Deus. Caso não fossem eliminadas, o estrago que fariam seria semelhante ao que fariam os antediluvianos ou os moradores de Sodoma e Gomorra se Deus não tivesse intervido.
Há, contudo, uma guerra bem maior que envolve a vida ou a morte eterna de cada ser humano. Ninguém está alheio ou neutro neste grande conflito cósmico, em que as forças do mal estão arregimentadas contra Deus e Seu povo. “Irou-se o dragão contra a mulher e foi pelejar com os restantes da sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17). Sabemos que o dragão é Satanás (Ap.12:9) e que o remanescente da mulher é a igreja verdadeira que obedece aos mandamentos do Senhor e que tem o testemunho de Jesus, que “é o espírito da profecia” (Ap.19:10). Uma igreja obediente a Deus e com orientação profética tem despertado a ira do inimigo. Mas, ao contrário de Israel, que agiu com incredulidade no deserto, este último pequeno povo manifestará a “fé de Jesus” (Ap.14:12) e muito mais do que orar para parar o sol no meio do céu, com fortes clamores eles pedirão pela vinda do Sol da Justiça. E então, amados, acontecerá algo bem mais grandioso do que o milagre dado a Josué ou do que qualquer olho humano já tenha visto:
“Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão” (1Ts.5:3). “Nesse tempo, Se levantará Miguel, o grande Príncipe, o defensor dos filhos do Teu povo, e haverá tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas, naquele tempo, será salvo o Teu povo, todo aquele que for achado inscrito no livro” (Dn.12:1). “Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro com o Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (1Ts.4:16-17). “Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão. Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa. Porque, ainda dentro de pouco tempo, Aquele que vem virá e não tardará” (Hb.10:35-37). “Aquele que dá testemunho destas coisas diz: Certamente, venho sem demora. Amém! Vem, Senhor Jesus!” (Ap.22:20).
Nosso Deus e Pai, a Tua luta tem sido para que possamos Te conhecer e abandonar tudo aquilo que possa nos afastar de Ti e do plano salvífico de nos levar de volta ao Lar. Mas o Senhor nos dá a liberdade de fazermos nossas próprias escolhas. Eu O amo, meu Senhor e tenho saudades! E oro para que o meu coração permaneça em Ti e Tu em mim e assim seja com cada um dos meus amados irmãos também! Que a vitória de Jesus seja a nossa vitória e que, muito em breve, possamos olhar para o Céu e ver raiar nossa eterna redenção, o brilhante Sol da Justiça! Em nome de Jesus, Amém!
Bom dia, exército vitorioso do Senhor!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Eis que estamos na tua mão; trata-nos segundo te parecer bom e reto” (v.25).
A arregimentação das nações de Canaã contra Israel era uma tentativa desesperada para deter o avanço do povo de Deus. Eles demonstraram não serem ignorantes quanto ao propósito do Senhor de desapossá-los e eliminá-los. Mas o testemunho de Raabe era a prova viva de que não era plano de Deus destruí-los. Pelo endurecimento de seus próprios corações é que assinaram o seu atestado de óbito. Nada era mais genuíno em toda a obra do Senhor através de Seu povo do que o desejo de libertar e salvar o que estava perdido. Sempre foi assim e sempre será. E o estratagema dos gibeonitas, mesmo que contaminado pela fraude de um povo acostumado a agir assim, lhes rendeu a oportunidade de permanecerem vivos, como “rachadores de lenha e tiradores de água” (v.23).
Fingindo serem embaixadores “de uma terra distante” (v.6), aqueles gibeonitas levaram consigo “sacos velhos, […] odres de vinho, velhos, rotos e consertados; e, nos pés, sandálias velhas e remendadas e roupas velhas sobre si; e todo o pão que traziam para o caminho era seco e bolorento” (v.4-5). Ou seja, era realmente o típico cenário de pessoas que haviam empregado realizar uma longa viagem. O erro de Josué e dos “príncipes da congregação” (v.15) foi de não terem pedido “conselho ao Senhor” (v.14). Aqueles homens sabiam que a palavra dada pelos líderes de Israel valeria a conservação de sua vida e da vida de seu povo. Então, certamente foi um alívio ouvir o pronunciamento daquele juramento. Mesmo que não tivessem consultado ao Senhor, e diante da murmuração do povo, o juramento precisava ser cumprido.
Se “os moradores de Gibeão” (v.3) tivessem, antes, sido honestos e manifestado a mesma atitude de Raabe, Deus os teria poupado da destruição sem que precisassem se resignar à condição de escravos. O Senhor, porém, em Sua misericórdia, lhes poupou a vida e orientou a Josué que os fizesse servidores “para a congregação e para o altar do Senhor” (v.27), numa estratégia bem definida para que pudessem conhecer o Deus de Israel. O Senhor simplesmente poderia ter desconsiderado o juramento e ordenado a destruição daquele povo, pois agiram de má-fé. Contudo, Aquele que sonda os corações, viu ali mais uma oportunidade de manifestar Sua graça e Seu desejo em perdoar e converter o pecador. “Pois se considera e se converte de todas as transgressões que cometeu, certamente, viverá; não será morto” (Ez.18:28).
A mesma oportunidade tem sido dada à humanidade ao longo dos séculos. Desde a queda do homem no Éden, cada geração tem experimentado a longanimidade de Deus, que trabalha em nosso favor com o objetivo de nos levar de volta ao lugar do qual nunca deveríamos ter saído. A proclamação da mensagem dada por Noé, o poderoso testemunho de Abraão, as impressionantes manifestações do Senhor no Egito através de Moisés, o cuidado sobrenatural de Deus com Israel no deserto, a insuperável sabedoria de Salomão, a fidelidade inegociável de Daniel e seus amigos, o sagrado ministério dos profetas, tudo no Antigo Testamento aponta para a obra salvífica de Deus. E o Senhor nunca usa de estratagemas para nos alcançar. Mas Ele sempre usa da verdade, através do perfeito plano da redenção, pré-definido “desde a fundação do mundo” (Ap.13:8).
Amados, o Senhor não tem interesse nenhum de que sejamos Seus escravos, servindo-O no rigor da obrigação. Mas em que sejamos Seus filhos, em serviço voluntário e abnegado de quem tem experiência contínua com Sua graça e amor. Ele deseja que O conheçamos (Leia Jo.17:3). Se, para isso, for necessário fazer uso de nossos próprios erros e insensatas deliberações, Ele o fará, mesmo que tenhamos que sofrer as consequências de nossas más escolhas. Mas, acima de tudo, é desejo do Senhor que busquemos a Sua vontade escrita para que, com a Palavra em nosso coração, possamos receber a proteção do Espírito Santo contra o pecado. Por isso, hoje, não tome nenhuma decisão sem antes consultar ao Senhor e ter a certeza de que está andando sobre o sólido fundamento da verdade. Pois Deus tem um lugar preparado em Sua Cidade para os que não têm “mentira na sua boca” (Ap.14:5).
Deus Eterno e Santo, que também atende pelo nome de Verdade. Pois Jesus mesmo declarou ser a própria Verdade. E nós cremos, Senhor, que Tu és a Verdade que liberta, que santifica e que salva. Que o Teu Espírito continue nos guiando a toda a verdade e, nesse sólido e vivo fundamento, possamos perseverar andando Contigo, Te conhecendo e sendo preparados para entrar pelas portas da Tua Cidade, não como escravos, mas como herdeiros da promessa. Em nome de Jesus, Amém!
Bom dia, herdeiros da Cidade Santa!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100