Reavivados por Sua Palavra


ESTER 4 — Rosana Barros by Ivan Barros
20 de junho de 2026, 0:45
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“[…] jejuai por mim, e não comais, nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia; eu e as minhas servas também jejuaremos” (v.16).

As leis dos medos e dos persas eram leis extremamente severas e de cunho irrevogável. O que o rei selasse como lei, nem ele mesmo poderia futuramente revogar. Os judeus estavam, portanto, sem saída. Aparentemente não havia solução para aquele decreto de morte. Sob o ponto de vista humano, eles estavam vivendo os seus últimos dias de vida. Notem que o versículo três diz que houve entre os judeus “grande luto”. Ou seja, eles choravam a própria morte numa espécie de velório antecipado.

Mas havia alguém que, da mesma forma, vestiu-se de “pano de saco e de cinza”, mas que, no lugar de lamentar o luto, “clamou com grande e amargo clamor” (v.1) e dirigiu-se à porta do rei para declarar o ocorrido a Ester. A atitude inicial da rainha foi de misericórdia para com seu primo, enviando-lhe roupas. Ao saber do motivo pelo qual ele estava naquela situação, temeu pela própria vida. Contudo, ao perceber a seriedade do último recado de Mordecai, tomou uma decisão firme e corajosa. A convocação para o jejum tirou o foco do povo do luto, para a esperança na misericórdia e na providência de Deus.

Será que também não estamos perdendo o foco das coisas eternas, centralizando nossos pensamentos e emoções nas coisas deste mundo? A nossa tendência é a de esmorecer diante das dificuldades, principalmente daquelas que julgamos impossíveis de serem resolvidas. Meus amados, nós somos limitados. Limitados pelo pecado. É ele que faz separação entre nós e Deus (Is.59:2). É por isso que a nossa única libertação está em Cristo Jesus: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por Mim” (Jo.14:6) “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo.8:32).

Enquanto não aprendermos a lição de Cristo, não iremos compreender o que realmente significa ser livre pela verdade: “Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus” (Mt.18:3). Assim como uma criança pequena é dependente e necessita ser cuidada, nós precisamos depender do Senhor e permitir que Ele cuide de nós. Aquele decreto do rei Assuero não era nada diante do poder do Rei do Universo, mas o povo precisava aprender a nEle confiar. O poder não estava nos três dias de oração e de jejum promovidos por Ester, mas em Quem eles dirigiam os seus clamores. A oração sincera rompe as barreiras do pecado e nos eleva ao trono de Deus. Em nome de Jesus, recebemos o privilégio de entrar no Santo dos Santos e depositar aos Seus pés todas as nossas preces.

Faço minhas as palavras de Roger Morneau: “Amigos, desconfiança de Deus e incredulidade muitas vezes bloqueiam as bênçãos divinas” (Respostas Incríveis à Oração, CPB, p.30). A palavra-chave é CONFIANÇA. No lugar de lamentar, precisamos orar. Foi para uma conjuntura como esta que o Senhor nos chamou neste tempo. Confiemos de que até as aparentes derrotas, Deus tem o poder de transformar em grandes vitórias.

Senhor, nosso Deus, Jesus mesmo disse que existem situações que só podem ser resolvidas com jejum e oração. O inimigo muitas vezes coloca diante de nossa face as suas pretensas sentenças de morte, como se não houvesse mais esperança para o nosso caso. Mas nós cremos no Senhor e na Tua Palavra, que diz: “Tudo posso nAquele que me fortalece”. Portanto, Pai querido, entrego em Tuas mãos a minha vida e a vida dos meus amados irmãos, confiante de que estás lutando as nossas lutas, e que o Senhor sempre vence. Em nome de Cristo Jesus, nosso vitorioso Salvador, nós Te oramos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, confiantes no poder de Deus!

Rosana Garcia Barros

#ESTER4 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100


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