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Texto bíblico: II REIS 18 – Primeiro leia a Bíblia
II REIS 18– COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2Rs/18
Ezequias é uma ilustração clara de uma vida centrada em Deus. Embora seu pai adorasse ídolos, Ezequias decidiu afastar as pessoas de seus maus caminhos, removendo os altos. Por que a má influência de Acaz não afetou Ezequias? Provavelmente porque havia outras pessoas que tiveram uma influência mais forte sobre ele, incluindo talvez sua mãe, “Abias, filha de Zacarias” (verso 2).
Nossos antecedentes e experiências podem ter um enorme impacto em nossas vidas. Mas isso nunca deve se tornar uma desculpa para pecarmos. Podemos viver uma vida santificada, apesar do ambiente pecaminoso em que vivemos, e podemos seguir a Deus no meio de adoradores de ídolos.
Por outro lado, nunca devemos receber crédito por qualquer coisa boa que tenhamos feito. Embora Ezequias confiasse no Senhor, e “não houve ninguém como ele entre todos os reis de Judá, antes ou depois dele” (versículo 5), ele cometeu os mesmos erros que seus predecessores. Quando o rei da Assíria atacou o seu país no décimo quarto ano do seu reinado, Ezequias pagou ao rei da Assíria prata e ouro para resolver o problema, e falhou completamente.
Quando desviamos o olhar de Deus, acabamos falhando vergonhosamente.
Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/18
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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387 palavras
4 serpente de bronze. Ver Nm 21:6-9. Esta é a primeira referência a esta serpente depois do tempo de Moisés. … Por esse tempo … era considerada uma relíquia sagrada e se pensava que possuísse qualidades especiais. Ao queimar incenso diante dela, o povo dava a esta serpente de bronze a veneração que deveria prestar somente a Deus. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 1052.
Neustã. Possivelmente “deus de bronze”, da mesma raiz da palavra heb. nehosheth, “bronze”. CBASD, vol. 2, p. 1052.
6 não deixou de segui-Lo. Ezequias também errou (2Rs 20:12-19), mas ele nunca abandonou o Senhor. CBASD, vol. 2, p. 1052.
13 as cidades fortificadas. Senaqueribe alegou ter conquistado 46 cidades muradas em Judá. CBASD, vol. 2, p. 1054.
19 que confiança…? Ezequias havia posto sua confiança em Deus (2Cr 32:7, 8), e os embaixadores assírios se referiam a essa confiança no Senhor (2Cr 32:10, 11). CBASD, vol. 2, p. 1055.
23 dois mil cavalos. O mensageiro assírio tentou ridicularizar a limitada força militar de Judá. Os assírios subiram com um grande exército de cavalaria, e por isso 2 mil cavalos não significavam nada para eles. CBASD, vol. 2, p. 1056.
24 um só capitão. Zombou do povo por não ser forte o suficiente para repelir um único capitão do exército assírio, responsável por um dos mais fracos batalhões dentre os muitos que os assírios tinham em campo. CBASD, vol. 2, p. 1056.
26 aramaico. Esta afirmação mostra que a linguagem siríaca ou aramaica [de Aram, outro nome para a Síria] ainda estava em uso, entre assírios e hebreus. Materiais contemporâneos mostram que o aramaico passava a ser a linguagem da diplomacia e do comércio por toda a Ásia Ocidental. Entre os hebreus não era comum porque o povo não a compreendia. Após o exílio babilônico, o aramaico, aos poucos, tomou o lugar do hebraico entre os judeus. CBASD, vol. 2, p. 1056.
em judaico. Além de nesta narrativa e em seus paralelos (2Cr 32 e Is 36), a expressão ocorre somente em Neemias 13:24. A palavra “judeu” aparece primeiro em 2 Reis 16:6, mas, nos textos bíblicos posteriores o nome se torna comum. De acordo com o costume assírio contemporâneo, o povo do reino do sul já era conhecido como Yehudim ou judeus, e a linguagem deles [o hebraico], como judaica. CBASD, vol. 2, p. 1056.
34 de Hamate. Todas as cidades aqui listadas haviam caído diante do poder assírio havia pouco tempo. CBASD, vol. 2, p. 1057.
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“Fez ele o que era reto perante o Senhor, segundo tudo o que fizera Davi, seu pai” (v.3).
Após um capítulo um tanto desanimador, o capítulo de hoje acende uma luz no fim do túnel, pois o rei Ezequias foi o primeiro rei de Judá cuja fidelidade foi comparada à de Davi. O que os seus antecessores não fizeram, fez Ezequias: “Removeu os altos, quebrou as colunas e deitou abaixo o poste-ídolo” (v.4), removendo do meio de Judá tudo aquilo que fosse abominável ao Senhor. Mas a sua fidelidade, destacada nas Escrituras, foi fruto de sua confiança em Deus, de forma que não houve, nem antes nem depois dele, rei semelhante em Judá. Ele “se apegou ao Senhor”, seguindo Seus passos e observando os Seus mandamentos (v.6). Então, para onde quer que fosse, Deus o acompanhava e o fazia lograr bom êxito. E não podemos deixar de observar que o nome de sua mãe foi registrado: “se chamava Abi e era filha de Zacarias” (v.2). Certamente, uma menção que aponta para a educação de Ezequias nos caminhos do Senhor.
Confiança e entrega. Esses dois princípios são fundamentais para uma vida cristã vitoriosa. Ezequias confiou e se apegou a Deus. Geralmente confiamos nas pessoas que sabemos que nos amam, mas precisamos, em nosso dia a dia, depositar certo grau de confiança até em pessoas que não conhecemos. E em Deus, amados? Confiamos nEle, de fato? Uma coisa é certa: não existe alguém que nos ame mais do que Ele! E da confiança na operação divina dependem todas as coisas, inclusive, e principalmente, a salvação. Porém, apegar-se a alguém é diferente. Aquela pessoa torna-se seu confidente, com quem se pode contar em todos os momentos e que sempre estará ao seu lado. Apegar-se ao Senhor, portanto, significa uma união íntima, um relacionamento diário, fortalecido na Palavra e na oração.
Nas primeiras horas de cada manhã, Deus Se apresenta a cada ser humano e aguarda pacientemente pelo convite de fazer morada no coração e de conduzi-lo pelo caminho da verdade. Quando confiamos, nos apegamos. Portanto, apegar-se é resultado direto da confiança. E a pergunta feita pelo rei da Assíria ao povo de Judá, por intermédio de Rabsaqué, foi desafiadora: “Que confiança é essa em que te estribas?” (v.19). Em outras palavras: Que confiança é essa em que você se apega? A fé de Ezequias e do povo foi provada através de palavras de desânimo e de maldição, e o “assim diz o Senhor” foi desafiado pelo “assim diz o rei” (v.29). “Calou-se, porém, o povo” (v.36), em obediência às ordens de Ezequias, o que revela o grau de influência que o rei exercia sobre o povo e o quanto este confiava nele.
Todo cristão é desafiado a cada dia com a mesma pergunta: Que confiança é essa em que você se apega? Se essa confiança não gerar o apego ao Senhor e a entrega completa do coração, não se trata de confiança, mas de presunção. Muitos afirmam seguramente confiar em Deus; contudo, nas oportunidades de provar a teoria, a prática falha. Nem sempre falar é a melhor solução. Bater de frente com quem prova a nossa fé pode ser a resposta da nossa falta de confiança na ação divina. Conforme está escrito, calar-se diante da afronta é sábio: “o homem prudente, este se cala” (Pv 11:12) e também é cristão: “e, como ovelha muda perante os Seus tosquiadores, Ele não abriu a boca” (Is 53:7). Talvez Ezequias tenha errado ao tentar aplacar a ira do rei da Assíria com presentes e tributos, mas sua atitude pacífica foi considerada pelo Senhor, e Ele mesmo lutaria em favor do Seu povo.
O nosso desafio diário é viver em conformidade com Aquele em quem dizemos confiar. Somos cartas de Cristo para o mundo (2Co.3:2-3) e nossa vida deve ser uma tradução compreensível e coerente do que a respeito dEle está escrito. Assim como Rabsaqué usou o idioma local para intimidar o povo, o mal que nos cerca e tenta nos abalar conhece bem o idioma do nosso coração. E ele vem para trazer os dejetos do pecado, tentando nos fazer acreditar numa falsa paz ou numa aparência de piedade. Rabsaqué não desafiou a força e a capacidade dos judeus, mas do próprio Deus. Ele comparou o Senhor com os deuses fajutos das demais nações e ainda teve a ousadia de declarar-se um enviado de Deus. Suas ofertas de uma “terra de cereal e de vinho, terra de pão e de vinhas, terra de oliveiras e de mel, para que vivais e não morrais” (v.32), são uma repercussão das palavras do diabo, a antiga serpente: “Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares” (Mt.4:9) e “É certo que não morrereis” (Gn.3:4).
Ao nos questionarem a respeito de nossa confiança, que a nossa vida seja uma firme declaração: “Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em quem confio” (Sl.91:2). Ezequias foi um líder que conduzia o seu povo a seguir os passos da fé. Sua integridade tornou-se uma força poderosa. Que tipo de liderança ou de influência estamos exercendo sobre nossos semelhantes? Muitos estão como o povo que estava sobre os muros, ouvindo palavras desencorajadoras e sem saber para que lado seguir. A oferta de Senaqueribe era tentadora, assim como é a oferta do pecado. Se Ezequias não tivesse demonstrado com sua vida que valia a pena confiar em Deus e manter um relacionamento íntimo com Ele, o povo não teria escolhido seguir suas ordens. Ezequias permaneceu seguro e firme no poder do Senhor dos Exércitos! Que a sua vida seja uma resposta diária de confiança e de intimidade com Deus. Confie e apegue-se a Deus e Ele fará de você um instrumento singular na finalização de Sua obra.
Nosso Deus e Senhor, o inimigo tem se levantado com seus agentes, clamando em alta voz palavras de engano e de morte com aparência de verdade e de vida. Seu discurso tem sido muito convincente, senão a Tua Palavra não diria que os perdidos serão como a areia do mar. Mas nós não queremos ficar em cima do muro ouvindo essas palavras malditas, nem tampouco perder o nosso precioso tempo respondendo o que não nos convém. Nosso Pai Celestial, queremos ser Teus amigos como foi Abraão, a ponto de reconhecermos e distinguirmos a Tua voz em meio ao barulho deste mundo. Confiamos no Senhor e nos apegamos a Ti, pela fé! E Te fazemos esta oração no maravilhoso nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, amigos do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#2REIS18 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II REIS 18 – Quando as coisas vão de mal a pior, nem tudo está perdido, pois o Deus do impossível que rege a história pode suscitar alguém que fará a diferença numa sociedade em declínio.
O jovem rei Ezequias erradicou práticas pecaminosas, e também promoveu a piedade entre o povo de Deus. Pela primeira vez a Bíblia apresenta alguém retirando os “lugares altos” (II Reis 18:4); os quais “eram locais onde o povo adorava. Abraão, Jacó, Josué e outros ergueram altares para sacrifício e adoração, e Samuel e outros profetas sacrificaram em lugares altos. De alguma forma, podemos considerar que equivaliam naquele tempo aos edifícios das igrejas locais. Mas, sendo que as nações vizinhas também adoravam em santuários locais, as práticas pagãs continuamente ameaçavam infiltrar-se até nos altares constituídos para o Deus de Israel. A fim de lidar com o problema, os reformadores começaram a consolidar os sacrifícios e outras práticas de adoração, tanto quanto possível, no Templo em Jerusalém. Assim, os líderes religiosos oficiais tinham mais controle sobre o que o povo fazia” – explica Jim Zackrison.
Não apenas “os altos” foram corrompidos; inclusive um sistema ilustrativo do evangelho foi adulterado. A serpente de bronze, que servira para revelar Cristo, tornou-se objeto idolatrado; então, foi devidamente erradicado por Ezequias (II Reis 18:1-6). Fica a dica: Quando influências pagãs penetram na adoração, é necessário promover reformas radicais!
A determinação em servir a Deus resulta em bênçãos, o que inventiva ao reformador avançar. Com algumas vitórias, Ezequias rompeu a aliança vassala com a Assíria, que respondeu com ameaças e argumentação lógica, tentando colocar o povo contra Ezequias e se render (II Reis 18:7-37).
Reflita:
• Como há pessoas sábias acima da média, há também pessoas espirituais acima da média. Desde Davi, Ezequias foi o rei mais piedoso de Judá. Embora tivesse falhas e fraquezas, como todos nós temos (II Reis 18:14-16), ele não despencou para a desobediência extrema que trouxera o fim a Israel, o reino do norte (II Reis 18:9-12).
• Quando alguém deseja fazer a coisa certa perante Deus, desafios gigantescos surgem para interceptá-lo. Fazer o certo geralmente suscita grandes problemas; contudo é preferível lidar com os problemas de fazer a coisa certa, do que sofrer com os problemas por fazer a coisa errada.
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.