Reavivados por Sua Palavra


I REIS 12 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
13 de fevereiro de 2026, 1:30
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Texto bíblico: I REIS 12 – Primeiro leia a Bíblia

I REIS 12 – BLOG MUNDIAL

I REIS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson



I REIS 12 by Jeferson Quimelli
13 de fevereiro de 2026, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1Rs/12

Jeroboão havia fugido de Salomão para o Egito. Quando Israel ouviu dizer que ele havia voltado para casa, eles decidiram fazer dele o Rei de Israel, o que englobaria as 10 tribos do norte.

Judá preparou-se para lutar contra Israel. No entanto, a Palavra de Deus foi bem clara: “vocês não devem lutar contra seus irmãos!” E foram orientados a voltar para suas casas. Vimos o que aconteceu nos Estados Unidos e em muitos outros países do mundo, quando uma guerra civil eclodiu. Ela deixa cicatrizes que serão lembradas para sempre! Os filhos de Israel não foram trazidos do Egito a Canaã para se matarem uns aos outros!

Outro acontecimento triste dessa divisão foi que Jeroboão não queria que as pessoas das dez tribos do norte fossem adorar em Jerusalém. E para prevenir esta situação, ele fez bezerros de ouro! Assim, o povo voltou aos seus problemas no deserto e se esqueceram de adorar o Senhor.

Deus estava se comunicando com eles face a face e ainda O rejeitaram! As consequências dessa atitude foram desastrosas para o povo de Deus. Aqui está um exemplo claro da obra de Satanás em dividir, separar, fragmentar aqueles que querem seguir o Senhor.

Tanto Salomão e Roboão colheram os frutos de seus próprios erros. Deus está no controle, mas muitas vezes Ele permite que as pessoas colham as consequências de seus próprios erros e dos erros de seus governantes.

Leo Ranzolin
Vice-presidente aposentado da Associação Geral

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ki/12
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



I REIS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
13 de fevereiro de 2026, 0:50
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614 palavras

teu pai fez pesado o nosso jugo. A palavra “jugo” é caracteristicamente usada para indicar a opressão dos israelitas por governantes estrangeiros […]. o uso dessa palavra aqui é uma acusação a Salomão por haver imposto severo trabalho sobre o seu próprio povo (5.13; 9.22; 11.28 e notas). Bíblia de Genebra.

O peso dos impostos dos mantimentos (4.1-28) e dos serviços forçados (5.13-14) fora suportado durante a campanha de Salomão para estabelecer a prosperidade nacional, e, bem logo, degenerou em prol da luxúria da casa real. Bíblia Shedd.

11 escorpiões. A palavra aqui se refere a um tipo de chicote revestido de pedacinhos de metal cortante, para aumentar a dor. Bíblia Shedd.

15 do SENHOR. O autor está dizendo que estes trágicos eventos continuam sobre controle último de Deus. Andrews Study Bible.

16 Às vossas tendas, ó Israel! Um estudo de 2Sm 19.41-20.2 nos dá a impressão de que os fundamentos daquela rebelião já tinham sido assentados antes da rebelião de Seba, o benjamita. […] a união das doze tribos nunca fora bastante coesa: dependia da energia de Saul, do heroísmo de Davi e da glória de Salomão. Bíblia Shedd.

20 somente a tribo de Judá. Versículos 21 e 23 mencionam também, Benjamim. De qualquer forma, a parte do povo que permanece fiel a Davi passa a se chamar “Judá”, e a palavra “Israel” refere-se às dez tribos que se separaram. Por motivos religiosos, continuamente chegavam elementos das tribos de Israel para integrarem-se na de Judá (2Cr 15.9). Bíblia Shedd. [Esta observação é importante porque mostra que quando os cativos de Judá foram levados à Babilônia, foram preservados, ali, israelenses de todas as tribos, não somente de Judá. Apesar de, a partir deste momento, serem chamados indistintamente de judeus.]

22 o homem de Deus. Modo comum de dizer “profeta de Deus”. Andrews Study Bible.

24 A existência de dois reinos é ordenada por Deus e cada um agora tem a oportunidade de comprovar sua lealdade à aliança. Bíblia de Genebra.

28 Todos os homens judeus deveriam viajar ao templo três vezes a cada ano (Dt 16:16), mas Jeroboão estabeleceu seus próprios centros de adoração e disse ao seu povo que era muito complicado viajar até Jerusalém. Entretanto, todos aqueles que obedeceram a Jeroboão estavam desobedecendo a Deus. Algumas ideias, apesar de práticas, podem incluir sugestões que afastam você de Deus. Não deixe que ninguém leve você a não fazer o que é correto, dizendo que ações morais não valem o esforço. Faça o que Deus quer, não importa o custo em tempo, energia, reputação e recursos. Life Application Study Bible Kingsway.

28, 29 bezerros de ouro. Bezerros eram utilizados como ídolos que simbolizavam fertilidade e força. Deuses pagãos dos cananitas eram frequentemente retratados em cima de bezerros ou touros. Jeroboão astutamente estabeleceu os bezerros em lugares estratégicos, Betel e Dã. Betel estava a apenas 10 km de Jerusalém, na estrada principal, incitando os cidadãos do norte a parar, em vez de fazer o percurso até Jerusalém. Dã era a cidade mais ao norte de Israel, de forma que as pessoas do norte eram atraídas a esta localização mais conveniente. Como líder do reino do norte, Jeroboão queria estabelecer seus próprios centros de adoração; de outro modo, o povo continuaria a fazer viagens regulares a Jerusalém, o que solaparia sua autoridade. Logo a religião substituta pouco tinha em comum com a fé verdadeira em Deus. Life Application Study Bible Kingsway

O estabelecimento dos ídolos de Dã e Betel é chamado de “o pecado de Jeroboão”. Andrews Study Bible.

A religião de Jeroboão era como qualquer outro tipo de religião: 1) Tinha sua origem no seu próprio pensamento (26) [e não na Palavra] ; 2) Tinha motivos meramente egoístas (27); 3) Alegava ser vantajosa para o povo (28); 4) Consistia em rebelião contra Deus (30; comp Êx 20.4); 5) Era praticada por pessoas de baixo nível espiritual (31). Bíblia Shedd.



1Reis 12 — Rosana Barros by Ivan Barros
13 de fevereiro de 2026, 0:45
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“Porém ele desprezou o conselho que os anciãos lhe tinham dado e tomou conselho com os jovens que haviam crescido com ele e o serviam” (v.8).

Após a morte de Salomão, Roboão, seu filho, foi declarado o novo rei de Israel. Todo o povo se reuniu ansioso para saber se o sucessor de Salomão lhes concederia um alívio nos trabalhos e tributos. Ao consultar os anciãos “que estiveram na presença de Salomão, seu pai” (v.6), Roboão buscava, na verdade, uma resposta que apenas favorecesse seus planos de construir um império ainda maior. Contudo, considerando desfavorável o conselho de moderação dos mais experientes, ele foi buscar uma segunda opinião com “os jovens que haviam crescido com ele” (v.8).

Aliando-se a seus “amigos”, Roboão assumiu a postura de um déspota, lançando sobre o povo um jugo ainda mais pesado que o anterior. Essa atitude causou a divisão (sedição) das dez tribos de Israel, exatamente como o Senhor havia predito por intermédio do profeta Aías. Impedido de guerrear contra seus irmãos, Roboão reinou apenas sobre Judá, enquanto Jeroboão assumiu o reino de Israel. Ambos os reinos mergulharam o povo em profunda corrupção e idolatria, dando início ao período histórico conhecido pelo clamor dos profetas.

A idolatria de Jeroboão e seus meios de envolver o povo em uma falsa adoração foram o início de tempos difíceis para os que desejavam permanecer fiéis. Hoje, os “bezerros de ouro” ganharam novas formas e são erguidos sob o disfarce de estratégias para conquistar pessoas. Muitas vezes, uma igreja cheia é mais valorizada do que uma igreja reavivada. É dentro dessa perspectiva agravante que nos aproximamos do limiar do “tempo de angústia, qual nunca houve” (Dn.12:1). Somente o Espírito Santo pode nos guiar “a toda a verdade” (Jo.16:13) e conceder ao remanescente a sabedoria para entender este tempo solene, pois “os perversos procederão perversamente, e nenhum deles entenderá, mas os sábios entenderão” (Dn.12:10).

Julgada erroneamente como uma voz do passado, a mensagem profética do Antigo Testamento realizou uma obra que sobrepuja a antiga necessidade e nos alcança com o vigor de uma verdade imutável. O mesmo Deus que condenava a idolatria no passado a detesta hoje. O mesmo Deus que estabeleceu limites ao antigo Israel e o elegeu como um povo santo, é O mesmo que declara ao Israel atual: “Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação” (1Ts.4:3). É na comunhão diária que obtemos a sabedoria que necessitamos para saber fazer a diferença entre o “assim diz o Senhor” e os “ensinos de demônios” (1Tm.4:1). Então, guiados pelo Espírito do Senhor, nossa vida revelará a quem de fato servimos.

Muitos têm “escolhido a seu bel-prazer” (v.33) suas próprias formas de adoração. Assemelhando-se ao mundo, buscam maneiras de imitá-lo na “melhor” versão gospel. Por outro lado, há quem construa cercas de legalismo, repelindo todo aquele que julga não ser “santo o suficiente”. Essa guerra entre liberalismo e legalismo gera a mesma tragédia de Israel: a divisão. Precisamos urgente e desesperadamente clamar ao Senhor por mudança! Olhemos para Jesus, a fonte inquestionável do bom senso! Ele andava com pecadores sem se deixar influenciar, e convivia com religiosos sem se envolver com seu fanatismo. Percebem, amados?

Meus irmãos, tomemos “por modelo no sofrimento e na paciência os profetas, os quais falaram em nome do Senhor” (Tg.5:10). Homens e mulheres que, mesmo em meio à apostasia, perseveraram em obedecer à Palavra de Deus, “homens dos quais o mundo não era digno […] que obtiveram bom testemunho por sua fé” (Hb.11:38,39). Necessitamos de unidade em torno da Palavra e da oração; só então o mundo será iluminado com a glória de Deus e Jesus voltará. Portanto, “tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa” (Hb.10:36).

Nosso Deus e Pai, nesse tempo tão solene em que vivemos deveríamos estar buscando o Senhor com muito mais intensidade. Se queremos em breve entrar pelos portais de pérola, necessitamos da fé dos patriarcas e profetas, um milagre que só o Teu Espírito pode realizar. Ó, Pai amado, não queremos dar ouvidos aos enganos do inimigo, mas queremos viver a verdadeira unidade, aquela pela qual Jesus orou em João 17. Batiza-nos com o Espírito Santo mediante a chuva temporã e a serôdia! Ajuda-nos a mantermos os nossos olhos em Jesus, o nosso perfeito Modelo. Nos méritos e no nome dEle nós Te oramos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, testemunhas de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#1REIS12 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I REIS 12 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
13 de fevereiro de 2026, 0:30
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I REIS 12 – Ainda que a História se torne um caos, Deus continua atuando nela. O pecado pode ser poderoso; entretanto, Deus é mais. Consequências de más decisões podem ser terríveis, mas Deus não perde o controle de Seus planos à humanidade.

O desastre nacional posterior à morte de Salomão, oriundo de seus erros, não pegou Deus de surpresa. Ele já havia revelado a Salomão o que sucederia a sua descendência e seu povo após seu falecimento (I Reis 11:11-13).

“Roboão, o filho que Salomão escolheu para ser seu sucessor, havia recebido da mãe, uma amonita, um molde de caráter que o levou a olhar para o pecado como algo desejável. Às vezes, ele se esforçava para servir a Deus e lhe era concedida certa medida de prosperidade; mas não era firme e acabava cedendo às influências para o mal que o haviam cercado desde a infância”, observa Ellen White.

Quando Roboão assumiu o trono, o reino de Israel foi rasgado. Houve divisão na nação do povo de Deus. “O desatino de Roboão é quase inimaginável. Mas o pecado faz tolas as suas vítimas. Jamais se curou a ferida dessa divisão do povo da aliança do Senhor” (Merrill Unger).

A culpa não é toda de Roboão. Erros do pai deixaram o reino instável, sem a paz deixada por Davi. As muitas riquezas e mulheres tomadas por Salomão por razões diplomáticas e políticas visando assegurar a estabilidade do reino promoveram instabilidade.

“Além disso tudo, o governo de Salomão exigia um sustento dispendioso, o que ocasionava muito trabalho ao povo e o pagamento de pesados impostos para manter as enormes despesas da corte (1 Rs 4; 9:15-24). Durante seu reinado, um de seus principais oficiais rebelou-se sem sucesso e fugiu para o Egito. Quando Salomão morreu e seu filho Roboão tomou seu lugar, já havia um outro pretendente ao trono por perto”, analisa Paul Gardner.

Precisamos refletir…

• Deixar problemas não resolvidos para sucessores é um atraso de vida!
• Infelizmente filhos herdam conflitos das atitudes dos pais!
• Lamentavelmente, muitos pais deixam o caminho obstruído aos seus filhos!
• O mesmo pode-se dizer dos políticos aos seus sucessores!

Depois, cometem-se erros titânicos ao tentar corrigir legados problemáticos. Todavia, Deus pode interferir (I Reis 12:22-24). Aí há esperança!

Temos muito que aprender! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.