Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: I REIS 7 – Primeiro leia a Bíblia
I REIS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1Rs/7
Salomão levou sete anos para construir a Casa do Senhor. Ele agora está pronto para um novo empreendimento, um projeto pessoal: um conjunto de edifícios que incluem seu próprio palácio e outro para a filha do Faraó. Os historiadores reconhecem o fato de que ele levou 20 anos construindo, o que o manteve muito ocupado!
É o sonho de qualquer pessoa construir uma nova casa, ter um lugar próprio, um lugar que se torna parte da sua vida. É tão bom voltar no tempo e relembrar. Não faz nenhuma diferença se é um palácio, apenas uma casa ou um barraco. As memórias das casas que já possuímos permanecem indelevelmente marcadas em nossas mentes.
É louvável que Salomão tenha desejado construir algo para o Senhor em primeiro lugar! Sua casa própria veio mais tarde! Deus era prioridade para Salomão! Essa deve ser a nossa experiência.
Leo Ranzolin
Vice-presidente aposentado da Associação Geral
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ki/7
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
Filed under: Sem categoria
800 palavras
1 Que Salomão tenha utilizado mais tempo construindo seu palácio do que o templo não é um comentário negativo a suas prioridades. O projeto de seu palácio foi mais demorado porque fazia parte do projeto de um enorme centro cívico. Life Application Study Bible Kingsway.
palácios. A maneira mais acertada de entender-se o texto seria “casa”, no singular. … As várias “casas” mencionadas nos versículos 2, 6, 7 e 8 nada mais eram senão o conjunto de aposentos que forma o palácio todo. Bíblia Shedd.
2 O palácio real de Jerusalém era chamado de “Casa do Bosque do Líbano”, porque suas muitas colunas lembravam uma floresta de árvores de cedro [e “por ser totalmente revestida com madeira de cedro” Bíblia Shedd]. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento, F. B. Meyer.
Seria a grandiosa sala especial para festas cívicas. Bíblia Shedd.
8 sua casa. Os aposentos reais, a moradia da família real, que não era uma casa separada, mas, sim, ficava atrás da Sala do Trono. Bíblia Shedd.
[casa] para a filha de Faraó. Um apartamento particular para aquela que, aliás, é o penhor da aliança com o Egito. Foi a primeira vez que o Faraó pôde considerar ao rei local [de Israel] como um monarca em pé de igualdade com ele. Mais tarde, Salomão desenvolveu um harém do tipo oriental, tentando imitar, em tudo, os grandes potentados da vizinhança (1Rs 11.3). Bíblia Shedd.
9 desbastadas com uma serra. A pedra calcária da Palestina, de cor branca e rosada, é facilmente cortada [“com uma serra”] quando originariamente cortada, mas paulatinamente se endurece ao ser exposta aos elementos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
13 Hirão. Esse Hirão não deve ser confundido com o rei fenício do mesmo nome, com quem Salomão ratificara um tratado para o suprimento de materiais e operários especializados. Bíblia de Genebra.
15 duas colunas. Não exerciam a função de sustentáculo. Eram ornamentais e simbólicas, como se verá nos seus nomes, mencionados no v. 21. Bíblia Shedd.
21 Jaquim, “Ele estabelecerá”. Boaz, “Ele vem em poder”. As colunas apontam para a presença consoladora de Deus entre Seus fiéis, e para a Sua futura vinda, encarnado na pessoa de Cristo. Bíblia Shedd.
Para a construção do templo, Salomão requisitou um artista que trabalhasse bem com metal e o Rei Hirão enviou-lhe um artífice, um especialista em trabalhos em metal. Deus deu a este especialista sabedoria especial e foi ele quem fez as duas colunas especiais do templo. Os nomes das colunas eram Jaquim e Boaz. Esses pilares se tornaram famosos e os escritores judeus falaram deles por muito tempo. Quando Nabucodonosor, rei da Babilônia, tomou Jerusalém, ele levou esses pilares consigo para a Babilônia. Pastor Leo Ranzolin, em http://revivedbyhisword.org/en/bible/1ki/7/
Os nomes … [“Jaquim” e “Boaz”] sem dúvida tinham o propósito de testemunhar de que a força de Israel e de todas as suas instituições vinha de Deus … e de que Ele é Quem estabelece o reino e Seu povo em justiça e misericórdia … De fato, quando Israel se separou de Deus e de Sua justiça, a nação se destruiu (Os. 13:9; 14:1). Quando Nabucodonosor tomou Jerusalém, as famosas colunas de Salomão foram levadas para Babilônia (2Rs 25:13; Jr 52:17) (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 2, p. 830).
As consoantes destes dois nome hebreus [Jaquim e Boaz] podem ser lidos como uma prece a Deus para a proteção do templo e da dinastia de Salomão, dizendo: “Que Ele estabeleça a força”. Andrews Study Bible.
As colunas apontam para a presença consoladora de Deus entre Seus fiéis, e para a Sua futura vinda, encarnado na pessoa de Cristo. Bíblia Shedd.
23 o mar de fundição. Uma gigantesca bacia circular com capacidade de até 30 mil litros de água (2Cr 4.5, nota). De acordo com Crônicas, os sacerdotes usavam o mar em suas purificações (2Cr 4.6). Bíblia de Genebra.
Ali os sacerdotes se lavavam antes de oferecer sacrifícios ou entrar no templo (Êx 30.17-21). Life Application Study Bible Kingsway.
Este grande reservatório de água era elevado de modo a prover água sob pressão para o uso dos sacerdotes. Andrews Study Bible.
Dez côvados de uma borda até à outra borda. Em torno de 4,5 m. Andrews Study Bible.
26 batos. O bato é uma medida de 22 litros. 2Cr 4.5 menciona que o mar comportava 3.000 batos [66.000 litros]. Bíblia Shedd.
27 de bronze dez suportes. Esses vagões portáteis e grandemente enfeitados sustentavam bacias de água (v. 38). Os sacerdotes usavam a água para lavar os pedaços de animais que tinham sido mortos para servir como ofertas nos holocaustos (Lv 1.9, 13; 2Cr 4.6). Bíblia de Genebra.
36 gravou querubins, leões e palmeiras. Note-se que, embora o Segundo Mandamento (Êx 20.4-6) proibisse fazer-se imagens para serem adoradas, não havia razão para considerar-se ilícitos os adornos no Templo. Bíblia Shedd.
46 Sucote. Esse centro metalúrgico estava localizado a leste do rio Jordão, ao norte do ribeiro Jaboque (Gn 33.17; Js 13.27; Jz 8.4-5). Bíblia de Genebra.
Escavações nessa área confirmaram que Sucote era um centro de metalurgia durante o período da monarquia. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Filed under: Sem categoria
“Era este filho de uma mulher viúva, da tribo de Naftali, e fora seu pai um homem de Tiro que trabalhava em bronze; Hirão era cheio de sabedoria, e de entendimento, e de ciência para fazer toda obra de bronze. Veio ter com o rei Salomão e fez toda a sua obra” (v.14).
Grandes e suntuosos edifícios foram construídos no reinado de Salomão. Seus palácios e a arquitetura singular das edificações declaravam por si só a potência da nação no cenário mundial. Definitivamente, Salomão não poupou esforços nem capital para construir um grande império. Mas ele também sabia que, quanto maior a nação, maiores seriam as responsabilidades; por isso, um lugar específico foi erguido para julgar o povo: a “Sala do Trono” ou “Sala do Julgamento” (v.7).
Para confeccionar todas as peças de bronze polido, Salomão chamou Hirão, filho de uma israelita da tribo de Naftali com um homem de Tiro. A Bíblia destaca três qualidades nesse artesão que aprendeu com esmero o ofício de seu pai: era “cheio de sabedoria, e de entendimento, e de ciência para fazer toda obra de bronze” (v.14). Com certeza, foi um homem usado pelo Espírito Santo. E para que o Senhor possa nos encher, como precisamos estar, amados? Vazios, não é verdade? Precisamos nos esvaziar de nós mesmos para que Deus nos preencha com o Seu Espírito. Por isso, a obra de nos despojar do próprio eu é tão necessária e precisa ser diária.
É impressionante a riqueza de detalhes dos objetos feitos por Hirão. Quando Deus concede um dom a quem humildemente aceita recebê-lo, o resultado são “tesouros da Casa do Senhor” (v.51). Afinal, a “manifestação do Espírito é concedida a cada um visando a um fim proveitoso” (1Co.12:7). O Espírito Santo não concede o dom que escolhemos, mas nos escolhe para o dom que glorificará a Deus. Eis qual deve ser nossa atitude constante diante dos dons que o Senhor nos concede: “Mas agora, ó Senhor, Tu és nosso Pai, nós somos o barro, e Tu, o nosso Oleiro; e todos nós, obra das Tuas mãos” (Is.64:8). Como barro nas mãos do Oleiro, nossa vida deve ser como uma “fábrica” de tesouros para o Senhor.
É fácil nos distrairmos ou até nos entediarmos numa leitura como a de hoje. Muitos perguntam: O que posso aprender com tantos detalhes sobre objetos, como foram feitos e de que material foram feitos?. Amados, se perseverarmos em ouvir a voz de Deus por meio de Sua Palavra, Ele sempre terá palavras de vida e esperança a nos ensinar. Nos objetos do templo, por exemplo, encontramos detalhes da primeira visão do profeta Ezequiel. Notem que, verso 29, diz que nos painéis “havia leões, bois e querubins”. Ezequiel, em sua visão, contemplou os querubins com “rosto de leão” e “rosto de boi” (Ez.1:10). No templo, cada suporte tinha “quatro rodas” (v.30); Ezequiel viu “uma roda na terra, ao lado de cada um deles”, totalizando “quatro rodas” (Ez.1:15,18). “As quatro rodas [no templo] estavam debaixo dos painéis” (v.32) e Ezequiel viu que “as rodas se elevavam juntamente com eles, porque nelas havia o espírito dos seres viventes” (Ez.1:20).
Vocês percebem a beleza da Palavra do Senhor? A visão de Ezequiel confirma que cada detalhe carrega um profundo significado espiritual. Acima dos querubins existe “um trono” (Ez.1:26). O profeta, que também era sacerdote (Ez.1:3), estava familiarizado com aqueles objetos, mas foi na revelação divina que sua mente compreendeu o real sentido do que via todos os dias. Tudo o que o Senhor colocou na Sua Palavra nos reserva significados poderosos e especiais. Não precisamos ser profetas para entender as profundas, mas simples revelações de Deus; Ele deseja Se revelar a nós por Sua Palavra e fazer de nossa vida um “santuário do Deus vivente” (2Co.6:16).
O templo levou sete anos para ficar pronto; os palácios, treze. Enquanto vivemos, este é o tempo que Deus tem para realizar Sua obra em nós. O grande Oleiro aguarda nossa entrega voluntária para nos moldar e nos encher do Seu Espírito. Assim, seremos transformados em “pedras de valor” (v.10), lapidadas por dentro e por fora, preparadas para comparecer diante da Sala do Trono da Majestade dos Céus, tendo sido justificados mediante a fé em Cristo Jesus.
Hoje, nossa maior necessidade não é de belas construções, mas de um reavivamento da verdadeira piedade e a maior necessidade do mundo é a de ser alcançado por esse reavivamento. Permitamos que essa obra mostre resultados em nossa vida e em nossa casa. Nem as maiores edificações do mundo poderão superar o brilho da igreja do Deus vivo ao declarar: “O Senhor logo vem!”.
Pai Celestial, como é maravilhoso ouvir a Tua voz através da Tua Palavra! Como é lindo e como enche o nosso coração de alegria quando conseguimos fazer esses links entre um livro e outro! Porque são esses ensinamentos que nos conduzem ao Teu conhecimento, de um Deus que não muda, e que, em cada detalhe, nos ensina a manter os nossos olhos no Céu. Pois era esse o objetivo do santuário: manter os olhos dos adoradores no Céu. Tudo ali era uma sombra da realidade. E cremos que o nosso Senhor Jesus Cristo intercede por nós no mais Santo Lugar e que esta obra está prestes a ser encerrada. Pai de bondade, nos conduz ao verdadeiro arrependimento e ao verdadeiro reavivamento! Esvazia-nos de nós mesmos e enche-nos do Espírito Santo! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, santuário de Cristo!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
I REIS 7 – Não é prudente fazer mais para nós do que para Deus. Aquele que nos criou, nos abençoa e proveu um meio para salvar-nos do pecado merece louvor, adoração e nossa entrega total. Ao fazermos algo para Deus, devemos empenhar-nos ao máximo a fim de fazermos bem feito.
Assim como Salomão não agiu com desleixo na construção do templo, ao fazermos algo para nosso Deus devemos ser tão dedicados quanto foi o jovem rei (Jeremias 48:10).
Além do rei Hirão, de Tiro, que proveu madeira de cedro, pedreiros e carpinteiros para Davi construir seu palácio e ter negociado com Salomão para construir seu palácio e o templo (II Samuel 5:7, 11; I Reis 5:1-18; 9:10-14), outro Hirão, artífice, filho de mãe israelita, e pai pagão, “era extremamente hábil e experiente e sabia fazer todo tipo de trabalho em bronze”. Comprometido e responsável “apresentou-se ao rei Salomão e fez depois todo o trabalho que lhe foi designado” (I Reis 7:13-14).
A mãe de Hirão era viúva quando casou-se com seu pai, um artesão de Tiro na Fenícia. A importância de seus feitos no templo é percebida no espaço dedicado a ele pelo escritor sagrado, cuja referência ao seu trabalho vai do versículo 13 ao 47.
Estrangeiros e mestiços devem ser considerados pelos servos de Deus em suas capacidades e habilidades, como fez Salomão aos dois Hirãos!
A esposa egípcia de Salomão, a filha de faraó, que recebeu do pai uma cidade (Gezer), reformada por Salomão, recebeu também do marido um palácio no complexo real em Israel (I Reis 7:1-8; 9:15-17). E, “somente depois que a filha de faraó mudou-se da cidade de Davi para o palácio que Salomão havia construído para ela, foi que ele construiu o Milo” (I Reis 9:15-17, 24).
Nitidamente, a mulher é honrada e Deus é venerado na vida de Salomão. O rei valorizou sua esposa e priorizou ao seu Deus. É importante seguir esse padrão, sem desviar-se dele, como fez posteriormente o rei Salomão.
Como Salomão, é possível que comecemos bem a trajetória da vida, deveríamos nos manter assim para que nossa história continue marcada pela vitória!
Precisamos permitir que Deus nos fale através de Sua Palavra. Assim é possível reavivarmo-nos constantemente! – Heber Toth Armí.