Reavivados por Sua Palavra


II SAMUEL 21 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
29 de janeiro de 2026, 1:30
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Texto bíblico: II SAMUEL 21 – Primeiro leia a Bíblia

II SAMUEL 21 – BLOG MUNDIAL

II SAMUEL 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson



II SAMUEL 21 by Jeferson Quimelli
29 de janeiro de 2026, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2sm/21

Os Gibeonitas, um remanescente dos amorreus, haviam feito um acordo mútuo com os israelitas durante o tempo de Josué. Sem nenhuma justificativa conhecida, Saul havia massacrado alguns dos seus habitantes, que residiam no território de Benjamim. A fome sobre a terra foi o castigo de Deus pelos atos de Saul. Tempos depois, Davi cedeu ao pedido dos Gibeonitas de lhes entregar sete homens da família de Saul para serem enforcados, como uma reparação daquilo que Saul havia feito a eles

Depois, Davi recuperou os ossos de Saul e Jônatas que os homens de Jabes-Gileade haviam furtado dos filisteus de Bete-Seã, acrescentou-lhes os ossos dos sete homens, e os enterrou dignamente, no túmulo do pai de Saul (v. 12-14). Então “Deus respondeu às orações em favor da terra de Israel” (v. 14 NVI).

Deus respondeu, não por causa da morte dos sete descendentes de Saul, mas porque os Gibeonitas ficaram satisfeitos com a justiça e se voltaram para Deus.

Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coréia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2sa/21
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



II SAMUEL 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
29 de janeiro de 2026, 0:50
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924 palavras

1 Os capítulos 21 a 24 são uma espécie de apêndice ao livro de Samuel; compõe-se de eventos históricos e complementos poéticos, cuja ordem cronológica é irregular. O trecho de 21.1-14 [vingados os gibeonitas], por exemplo, deve ser colocado cronologicamente, antes do capítulo 9 (Bíblia Shedd).

pelos filhos de Israel. Nesta ofensa Saul não estava sozinho. Como rei de Israel, ele estava agindo com o povo e em favor dele. O povo, sem dúvida, o apoiou em sua campanha para exterminar os gibeonitas, e assim, a culpa recaía não só sobre o rei, mas também sobre eles. Isso explicaria por que o Senhor permitiu que a punição pela ofensa de Saul caísse sobre Davi e seu povo. A nação toda estava envolvida na violação do solene juramento feito mais de 400 anos antes por Josué e pelos príncipes da congregação. Sob a capa do zelo nacionalista de Saul, existia um espírito de egoísmo, orgulho e arrogância que era totalmente estranho à humildade, imparcialidade e ao elevado propósito que Deus exigia de Seus filhos (CBASD-Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 2, p. 762).

que resgate vos darei […]? Davi devia ter dirigido esta pergunta a Deus, assim como fizera a respeito à causa da fome. O relato não declara que Davi tenha levado o caso ao Senhor, nem afirma que aquilo que os gibeonitas e o que Davi fez em resposta a isso estava em harmonia com o que Deus teria exigido a fim de corrigir a situação. A ação de Saul fora uma representação errônea da religião de Yahweh. Sua atitude provavelmente refletia a dos israelitas em geral, que, após a morte de Saul, continuaram a mostrar hostilidade para com esses estrangeiros que viviam em seu meio e a quem haviam prometido proteger. Era altamente essencial que a religião de Deus fosse vindicada. Não é revelado precisamente o que Deus teria exigido para alcançar esse fim. Um dos principais objetivos de se confessar as faltas para os que foram prejudicados é anular, tanto quanto possível, a má influência do ato errôneo. Pessoas têm ficado completamente desanimadas e têm perdido a salvação como resultado de erros alheios. É dever daquele que foi pedra de tropeço fazer tudo o que puder para tentar remover a causa de ofensa (CBASD, vol. 2, p. 762).

abençoem. Como o juramento feito [em nome do Senhor] a eles tinha sido violado, teriam o direito de invocar a maldição divina sobre a terra (Bíblia de Estudo NVI, Vida)

Matar pessoa alguma em Israel. Israel, como nação, era responsável pela matança dos gibeonitas nas mãos de Saul. Contudo, não seria solicitado que os israelitas, como um todo, pagassem o preço do sangue que tinha sido derramado. Os gibeonitas eram da opinião de que a culpa devia repousar primariamente  sobre a casa de Saul e que devia ser feita expiação por meio dela (CBASD, vol. 2, p. 763).

Um homem que nos destruiu. Saul deve ter provocado uma assolação geral entre os gibeonitas. Como povo, provavelmente quase foram destruídos, restando apenas um remanescente espalhado pelo país. Uma vez que Saul foi primariamente responsável por esse crime, os gibeonitas, então, pediram que sua casa levasse a culpa. (CBASD, vol. 2, p. 763).

Nos deem sete homens, para que os enforquemos. Este castigo (heb yoka) era previsto apenas para os apóstatas (Nm 25.4) e não se aplicava, propriamente, aos descendentes de Saul. Mas os gibeonitas, gente manhosa, já haviam enganado Israel uma vez (Js 9:3-15); e não é de estranhar que, aproveitando-se das circunstâncias a seu favor, repetissem a façanha. Se Davi tivesse consultado somente a Deus e não aos gibeonitas (3, 4), provavelmente a resposta seria outra (Bíblia Shedd).

em Gibeá. Gibeá foi a cidade onde Saul nasceu (1Sm 10.26; 11:44). Parece adequado que a expiação pelo crime de Saul fosse feita em sua cidade natal. […] Contudo, não há razão para se crer que a execução desses descendentes de Saul fosse considerada como um sacrifício humano expiatório e que, portanto, tivesse de ocorrer em Gibeá, como se fosse mais aceitável ali (CBASD, vol. 2, p. 762).

Por causa do juramento ao SENHOR. Ver 1Sm 18:3; 20:12-17. O solene juramento que Davi fizera a Jônatas exigia que ele isentasse o filho de Jônatas da proposta de vingança dos gibeonitas (CBASD, vol. 2, p. 763).

10 tomou um pano de saco e o estendeu para si. Rispa estendeu o pano de saco como um abrigo do sol forte (Andrews Study Bible).

Desde o princípio da ceifa; que se dava nos meses de abril e maio. Até que sobre eles caísse a água do céu, mais ou menos no mês de outubro (Bíblia Shedd).

14 Deus Se tornou favorável. Pelo fato de o texto declarar que “Deus Se tornou favorável”, não se deve concluir que Davi seguiu o plano de Deus para expiar a má ação de Saul. Talvez Deus avalie um ato pela sinceridade do coração que o originou, embora condene o ato em si. (CBASD, vol. 2, p. 764).

15-22 Esta crônica [gigantes mortos pelos homens de Davi] é colocada, por alguns, depois do cap. 5, e, por outros, depois do cap. 12 (Bíblia Shedd).

17 Não apagues a lâmpada. Ver 1Rs 11:36; 15:4; Sl 132:17. Davi frequentemente colocava sua vida em risco ao se engajar em combate pessoal com seus inimigos. Chegou um momento, porém, em que já não era nem sábio nem necessário que o rei se aventurasse a sair à guerra com seus soldados, como tinha sido seu costume até então. (CBASD, vol. 2, p. 764).

19 e Elanã … o belemita, feriu Golias. Na passagem paralela (1Cr 20:5), é dito que Elanã matou o irmão de Golias, cujo nome era Lami. (CBASD, vol. 2, p. 765).

Davi matou Golias de Gate; este homem, de acordo com 1 Cr 20.5, era um “irmão de Golias…” [Lami] (Andrews Study Bible).



2Samuel 21 — Rosana Barros by Ivan Barros
29 de janeiro de 2026, 0:45
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“Houve, em dias de Davi, uma fome de três anos consecutivos. Davi consultou ao Senhor, e o Senhor lhe disse: Há culpa de sangue sobre Saul e sobre a sua casa, porque ele matou os gibeonitas” (v.1).

Houve três anos de fome em um lugar onde o Senhor havia prometido manar leite e mel. A fartura de que a nação eleita desfrutara por anos foi substituída pela escassez e secura. O homem segundo o coração de Deus, contudo, percebeu que havia algo de espiritual naquela situação. Davi confiava plenamente nas promessas divinas e entendeu que aqueles anos de fome eram um aviso de que algo estava errado. Saul havia quebrado um juramento feito entre Israel e os gibeonitas, quase os dizimando. Apesar de terem enganado os israelitas no passado, havia uma aliança entre eles (Js.9:15). Os gibeonitas estariam sujeitos a trabalhos forçados, mas deveriam ter suas vidas poupadas.

Ao consultar o Senhor e descobrir a causa dos anos de fome, Davi prontamente procurou os gibeonitas a fim de lhes fazer justiça. A resposta daqueles estrangeiros prova por que Deus interveio em seu favor: eles não exigiram riquezas, nem a morte de inocentes em Israel (v.4). Como executores de uma justiça pendente, pediram sete homens da família de Saul. Politicamente, esses descendentes poderiam representar uma ameaça ao trono, mas para Davi, o pedido foi doloroso. Apesar da perseguição sofrida, ele jamais desejara o mal à casa de Saul. Preservando a vida de Mefibosete, “por causa do juramento ao Senhor” (v.7), Davi entregou os demais descendentes, aqueles que poderiam insurgir-se contra o seu trono. Deus permitiu aos gibeonitas o que Davi não teve coragem de realizar.

Mesmo na velhice, Davi ainda descia com seus homens à guerra. Ficou evidente, porém, na última peleja, que era um risco desnecessário submeter o rei ao perigo. Quando a fome acabou e os gigantes da terra foram abatidos, o coração de Davi transbordou gratidão em um cântico que estudaremos amanhã. Uma coisa é certa, amados: a justiça de Deus não tarda. Ela se manifesta no tempo e do modo certos. Aquela mãe (Rispa) que enxotava as aves de rapina dos corpos de seus filhos representa todos os que sofrem perdas trágicas pelas consequências do pecado.

Muitos surgem como “abutres” para lançar acusações e olhares de reprovação sobre famílias enlutadas. Nesses momentos de angústia, esses sofredores precisam de alguém que, como Davi, valide o seu sofrimento. Ao buscar os ossos de Saul e Jônatas para dar-lhes um enterro digno, Davi nos deixou uma lição de compaixão e de consideração pelos enlutados. Ele sabia que Deus não tem “prazer na morte de ninguém” (Ez.18:32) e que a dor de Rispa ecoava no coração do próprio Criador. O desejo de Deus é que “convertendo-se o perverso da perversidade que cometeu e praticando o que é reto e justo, [conserve] ele a sua alma em vida” (Ez.18:27).

Portanto, a fome ou a morte são recursos de justiça que só sobrevêm quando se esgotam as oportunidades dadas pelo Céu. Vivemos um tempo solene, mediante uma mensagem urgente, às vésperas do cumprimento da última promessa. Conforme a profecia de Daniel, desde 1844 o primeiro anjo anuncia: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo” (Ap.14:7). O inimigo já dizimou inocentes demais! Este mundo padece de injustiça, e logo o Justo Juiz Se levantará “para peneirar as nações com peneira de destruição” (Is.30:28), para realizar “Sua obra estranha” (Is.28:21).

O Espírito do Senhor apela hoje: “Ouve, te peço, a palavra do Senhor, segundo a qual eu te falo; e bem te irá, e será poupada a tua vida” (Jr.38:20). Chega de guerra! Como Davi, o Senhor vê que estamos fatigados. Busquemos ao Senhor de todo nosso coração enquanto podemos encontrá-Lo. Olhemos para Jesus no Getsêmani, para Seu corpo prostrado e Seu sacrifício, onde amor e justiça se encontraram em perfeita harmonia. Porque, como os gibeonitas não exigiram riquezas, fomos resgatados não por prata ou ouro, mas pelo precioso sangue de Cristo (1Pe.1:18-19).

Davi estava cansado de ver tanto sangue. E nós? Será que nossa segurança nos tornou insensíveis à realidade ao redor? Há pessoas sofrendo agora, de fome, violência, conflitos armados e doenças físicas e emocionais que tanto mal têm causado. Que o Senhor Jesus nos dê um coração misericordioso para que oremos e trabalhemos com zelo e fé, “esperando e apressando a vinda do Dia de Deus” (2Pe.3:12).

Querido Pai Celestial, as Tuas promessas são fiéis e verdadeiras e nenhuma delas jamais falhou. Nós aguardamos a última e preciosa promessa da volta do nosso Redentor. Ó, Senhor, que sejamos encontrados por Ti como Teus servos bons e fiéis, que foram fiéis no pouco que nos confiaste! Dá-nos os olhos e o coração como os de Cristo, cheios de misericórdia e compaixão pelos nossos semelhantes. E usa-nos, mediante a ação do Espírito Santo, em benefício de nossos pequeninos irmãos! Mas o grito da nossa alma é: Volta logo, Jesus! Volta logo! Em Teu nome, oramos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, remidos pelo sangue do Cordeiro!

Rosana Garcia Barros

#2SAMUEL21 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II SAMUEL 21 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
29 de janeiro de 2026, 0:30
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II SAMUEL 21 – Deus não é um moralista que está com o dedo apontado para nossa face assim que cometemos erros. Muitas vezes, Ele permite que provemos o amargor da quebra de Seus princípios para que desenvolvamos aversão ao pecado.

A introdução da Bíblia do Discípulo sintetiza que o escritor de II Samuel relata a ascensão de Davi “ao trono, seus pecados (adultério e homicídio), e as terríveis consequências sobre sua família e a nação”; e, destaca que “há dois temas principais: 1) A providência e a graça divinas, pois o Senhor demonstrou grande misericórdia para com Davi; e 2) A aliança de Deus com Davi, considerada o ponto teológico central do livro (cap. 7)”.

Obviamente, importantes homens de fé cometem sérios erros; por conseguinte, nossa estabilidade espiritual precisa depender da fidelidade de Deus, não da instabilidade de pessoas que admiramos. Em II Samuel 21, Davi repara um erro cometendo outro, mostrando que mesmo quando intentamos acertar, é possível falhar!

É importante considerar o contexto a fim de compreender o texto. “Nos dias de Josué e da Conquista de Canaã, os gibeonitas usaram de engano para livrar-se da destruição. Josué e o povo de Israel fizeram solene aliança com eles, comprometendo-se a honrar sua promessa de permitir que os gibeonitas vivessem em paz entre eles (Josué 9:3-27). É evidente que Saul, com o apoio de seu povo, executou muitos deles por motivos racistas. Por isso toda a nação estava passando fome (II Samuel 21:1)” (Rosalie Haffner Lee).

Muito embora Davi tenha procurado reparar o erro cometido por Saul e demonstrado respeito e consideração por Rispa (II Samuel 21:1-14), não consultou a Deus quanto à solução da questão. Seria enforcamento que Deus esperava? “Pelo fato de o texto declarar que ‘Deus Se tornou favorável’ [v. 14], não se deve concluir que Davi seguiu o plano de Deus para expiar a má ação de Saul. Talvez Deus avalie um ato pela sinceridade do coração que o originou, embora condene o ato em si” (CBASD).

O capítulo conclui relatando mais vitórias bélicas de Davi contra os filisteus; evidenciando que, neste mundo não há sossego. Altos e baixos, erros e acertos, paz e guerras, justiça e injustiça… caracterizam a vida nesta sociedade impregnada de pecado. Precisamos da graça divina! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.