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Texto bíblico: II SAMUEL 18 – Primeiro leia a Bíblia
II SAMUEL 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2sm/18
Em 2 Samuel 11, Davi cometera o erro de ficar em Jerusalém quando seus homens saíram para lutar. Ele deveria os estar liderando, mas, ao permanecer em casa, iniciou um drama pelo seu caso com Betseba. No capítulo 18, ele aprende a lição e dispõe-se a conduzir corajosamente suas tropas à mais difícil batalha de sua vida contra seu amado filho rebelde, Absalão.
Infelizmente, Absalão foi induzido ao caminho da rebeldia por outro erro que Davi cometera quando não se dispôs a punir outro filho seu, Amnom, por ter ele violado sua irmã Tamar. Absalão vingou-se por conta própria, foi apartado de Davi, ganhou um grande número de seguidores entre o povo e, então, voltou-se contra seu pai.
Tendo fugido de Jerusalém, Davi reuniu e organizou suas tropas fiéis, mas foi aconselhado por seu povo de que, neste caso, era melhor que ele ficasse na cidade onde estava, protegido dos perigos da batalha. A humildade de Davi em ouvir e abrir mão do controle não forneceu tudo o que ele queria, mas impediu de ocorrer um dano muito maior, caso ele não tivesse escutado os conselhos. Ele estava disposto a aprender com os erros e com a orientação dos outros.
Que erros você tem cometido e que Deus quer libertá-lo através do aprendizado que esses erros proporcionam? De quem você precisa receber conselhos neste momento?
Nick Snell
Pastor Jovem
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Azure Hills
Grand Terrace, Califórnia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2sa/18
Tradução: Jeferson Quimelli/Luis Uehara
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1264 palavras
3 não faças isso! Além do motivo citado, Davi estava ficando idoso, e já não era o guerreiro que havia sido. Essa é essencialmente a mesma ideia que Aitofel tinha expressado a Absalão (v. 17.2) (Bíblia de Estudo Vida).
tu vales por dez mil de nós. O conselho de Aitofel era que Davi deveria ser o único alvo, pois sua morte resultaria na vitória rápida e barata de Absalão (Bíblia de Estudo Andrews).
5 tratai com brandura. Embora por razões políticas Davi fosse obrigado a combater, seu coração sangrava por seu filho teimoso, de coração mau, e ele deu instruções claras com relação à segurança do filho. Aprendamos aqui uma lição sobre o próprio coração amoroso de Deus. Podemos ter sido insensíveis e irrefletidos, ter desafiado sua autoridade e recusado dar-lhe seu justo lugar; mas ele nos cerca de cuidados, deseja que sejamos poupados das duras consequências de nossos atos, e anseia pela nossa volta. Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento F. B. Mayer.
No momento, Davi sentiu que preferia perder a própria vida e o reino a ver a ruína sobrevir a seu ímpio filho. A preocupação paternal de Davi para com o homem que havia trazido tanto sofrimento e dor à nação apenas intensificou a hostilidade de Joabe e seus homens contra Absalão (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 2, p. 745, 746).
6 Efraim. Mais precisamente, a batalha ocorreu no território de Gileade, a leste do rio Jordão (Bíblia de Estudo Andrews). [O território de Efraim ficava a oeste do rio Jordão, ao norte de Judá e Benjamim.]
Numa área de floresta, o enorme exército de Absalão se encontraria em desvantagem. Seria impossível manter sob controle seu grande número de homens indisciplinados. Lutando em diferentes partes do bosque, separados uns dos outros, sem saber o que se passava em outros lugares, os homens ficariam confusos (CBASD, vol. 2, p. 746).
8 o bosque […] consumiu. Muitos se perderam na floresta. O terreno acidentado e as áreas de floresta significavam vantagem para Davi (Andrews Study Bible).
9 no seu mulo. Os mulos eram usados pela família real (Bíblia de Estudo Andrews).
Esse versículo é rico em simbolismo. A mula era a montaria usual dos príncipes e reis Quando Absalão perdeu sua mula, perdeu também seu “assento” real. O fato de ele ficar pendurado numa “grande árvore” indica que a rebelião que liderava o havia deixado sem chão, ou seja, sem poder para se defender e, por conseguinte, sem condições de dirigir a nação. A maioria dos intérpretes acredita que Absalão ficou preso na árvore pelo seu exuberante cabelo (cf. 14.25, 26). Ali estava um jovem promissor emaranhado no próprio orgulho. Biblia de Estudo Arqueológica NVI.
ficou pendurado. Pender de uma árvore [madeiro] era o sinal de maldição (Deut. 21.23) (Andrews Study Bible).
11 Por que logo não o feriste […]? Joabe […] sabia que enquanto Absalão fosse vivo não haveria paz. Ele tinha perdido o direito à vida, de acordo com Dt 21.18, 21, 23. (Ver também 2 Samuel 17.2, 4). Ficando sua cabeça presa na forquilha de uma árvore, parecia, na verdade, que ele fora amaldiçoado de acordo com a lei (Gl 3.13; Dt 21.23). Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento F. B. Mayer.
Joabe percebeu que se o líder da conspiração pudesse ser retirado do caminho, a vitória estaria ganha e a rebelião, terminada. Joabe fizera muito por Absalão, auxiliando-o e conseguindo seu retorno a Jerusalém (2Sm 14:1-24). No entanto, a maneira vergonhosa com que Absalão traiu a confiança nele depositada fez com que Joabe se voltasse amargamente contra ele. Joabe estava determinado a tirá-lo do caminho, apesar das ordens de Davi em contrário (CBASD, vol. 2, p. 746).
dez moedas de prata. Cerca de 110 g, equivalente a um ano de pagamento. Joabe violou deliberadamente a clara ordem de Davi para que não ferissem Absalão (Bíblia de Estudo Andrews).
12-14 Este homem flagrou Joabe em sua hipocrisia. Ele sabia que Joabe se voltaria contra ele por matar Absalão se o rei buscasse saber. Joabe não pôde responder, apenas o dispensou. Aqueles que estão prestes a fazer o mal muitas vezes não param para pensar no que estão prestes a fazer. Eles não se importam se é certo ou lícito. Não aja impulsivamente sem pensar. Considere se o que você está prestes a fazer é certo ou errado. Life Application Study Bible Kingsway.
13 E tu mesmo te oporias, ou, “e tu mesmo não me defenderias”. Isto é, matando a Absalão, Joabe não o defenderia perante o rei (Bíblia Shedd).
14 estando ele ainda vivo. Joabe não o matara de todo. Induz a seus moços que o matem, para que a culpa recaia sobre uma coletividade, a fim de que a culpa individual pudesse ser dissimulada (Bíblia Shedd).
16 a trombeta. O chifre de carneiro (shofar), tocado em contextos militares e religiosos (Andrews Study Bible).
17 numa grande cova. Para negar-lhe a honra de ser sepultado no túmulo da família (CBASD, vol. 2, p. 746).
O enterro apressado de Absalão é apresentado como um ato de desgraça e menosprezo (Js 7:26; 8:29) (Bíblia de Estudo Andrews).
Montão de pedras. Um memorial duradouro de sua ignominiosa desgraça (CBASD, vol. 2, p. 747).
18 Uma coluna. O chamado “Túmulo de Absalão”, uma elaborada estrutura quadrada com colunas cavadas na rocha […], e que fica na parte superior do vale de Cedrom, na verdade data do período helenístico e não tem nada a ver com Absalão, exceto no nome. (CBASD, vol. 2, p. 747).
Filho nenhum. Absalão teve três filhos e uma filha (14.27). É possível que tenha dito essas palavras antes do nascimento dos filhos ou depois que todos eles haviam morrido (Bíblia de Estudo Andrews).
19 Zadoque. Um dos sacerdotes a serviço de Davi (Bíblia de Estudo Andrews).
21 etíope. Pessoa originária da região sul do Egito (Bíblia de Estudo Andrews).
23 planície. Provavelmente pelo caminho do vale do Jordão, e não pelo caminho das colinas, que era mais curto, porém mais difícil (CBASD, vol. 2, p. 747).
25 se vem só, traz boas notícias. Caso as notícias fossem más, muitos correriam, e cada um para o seu lado, procurando o escape (Bíblia Shedd).
Nós também estamos constantemente recebendo notícias. Algumas nos vêm de estranhos, outras, de amigos. Mas, se confiarmos no Senhor, não teremos medo delas (Sl 112.7). Apenas deixemos que nosso coração fique “firme”. Para nós também haverá luz nas trevas, nosso coração será bem firmado e nós não seremos abalados. Quando alguém tiver de romper o selo de uma carta temida, eleve o coração a Deus. Do mal, ele tirará o bem. Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento F. B. Mayer.
27 Ele traz boas notícias. Davi tomava por certo que Joabe não teria deixado uma pessoa como Aimaás levar más notícias (Bíblia de Estudo NVI Vida).
29 Vi um grande alvoroço. Aimaás, filho do sacerdote Zadoque, entrega sua mensagem de um modo suave, a não provocar choques emocionais (Bíblia Shedd).
32 Sejam como aquele. O etíope, talvez por ser estrangeiro, entrega a sua mensagem de um modo rude, que causou profundo impacto em Davi (Bíblia Shedd).
33 Absalão, meu filho … ! Uma das expressões mais comoventes de todos os escritos sobre o amor do pai por um filho – a despeito de tudo o que Absalão fizera. (Bíblia de Estudo NVI Vida).
Há poucos lugares na Bíblia que retratam uma dor mais profunda. A tristeza de Davi não era meramente a de um pai por seu filho que se fora, embora tal tristeza, para o terno rei, já tivesse sido suficientemente grande. O que tornava a situação mais difícil para Davi era o fato de ele próprio ser o responsável pela cadeia de eventos que culminou nessa terrível tragédia. Absalão matara Amnom depois de este ter violado a irmã, Tamar, e, por sua vez, foi morto em batalha contra o próprio pai. Tudo isso ocorreu como consequência natural do hediondo pecado de Davi (CBASD, vol. 2, p. 748).
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“Deu ordem o rei a Joabe, a Abisai e a Itai, dizendo: Tratai com brandura o jovem Absalão, por amor de mim. Todo o povo ouviu quando o rei dava ordem a todos os capitães acerca de Absalão” (v.5).
Revigorados pela força dos suprimentos, Davi e seu exército prepararam uma investida contra Absalão e seus homens. O rei sabia que não seria uma batalha fácil, pois seus homens teriam de combater contra seus próprios irmãos. Julgou, então, que sua presença na guerra seria um meio de fortalecê-los e animá-los. Mas o povo sabia que, ao avistarem Davi, este seria o alvo da mais terrível perseguição, o que tornaria o confronto ainda mais difícil.
Davi, porém, tinha outro interesse em acompanhar o exército: garantir a vida de Absalão. Ainda que acatando a vontade do povo, suas últimas palavras antes da partida foram ditas a todos como uma ordem real e um apelo paterno: “Tratai com brandura o jovem Absalão, por amor de mim” (v.5).
Davi apelou ao coração do povo: “Se vocês me amam, se me consideram, então preservem a vida de meu filho”. “Todo o povo ouviu” (v.5) o comovente apelo do rei e pai que ansiava pelo fim daquele pesadelo. Mesmo sendo um homem acostumado à guerra, Davi nunca imaginou ter que dar voz de batalha contra seus próprios irmãos, nem tampouco contra seu próprio filho.
Contudo, acima do amor de Davi por Absalão, estava o amor do Senhor por Israel. Absalão havia se tornado obstinado em sua ambição de assumir o trono e, mesmo que não fosse a vontade de Deus que ele tivesse uma morte tão cruel, colheu o que ele mesmo plantou. Jamais poderia assumir o lugar que o Senhor havia destinado ao Seu escolhido. Disso dependia o futuro de Israel e da linhagem da qual descenderia o verdadeiro e divino Rei vindouro.
Há um inimigo ao nosso redor pronto a romper o nosso coração com seus dardos fatais. Aproveitando-se da fragilidade humana, suas tentações têm consumido a vida de muitos que, ao entrarem no “bosque encantado” de seus enganos, ficam presos pela cabeça através de ideologias e filosofias demoníacas. Estas, se não abandonadas prontamente, tornam-se ciladas para a morte.
Mas, assim como os primeiros ferimentos não foram a causa imediata da morte de Absalão, há esperança para os que estão gravemente feridos pelo pecado. Antes que Satanás envie seus executores, Cristo apela aos corações impenitentes a fim de livrá-los da destruição. Aquele que, por nós, ficou pendurado no madeiro, clama aos filhos dos homens para que se arrependam e se preparem para o reino de eterna paz que Ele já nos garantiu.
Regadas a lágrimas, as comoventes palavras de Davi ecoaram: “Meu filho Absalão, meu filho, meu filho Absalão! Quem me dera que eu morrera por ti, Absalão, meu filho, meu filho!” (v.33). O mundo, porém, não pôde ouvir o choro e o clamor do Pai Celestial quando Seu único Filho foi morto pelos nossos pecados. As trevas daquele dia, o terremoto que sacudiu as estruturas de Jerusalém, o véu do santuário rasgado de alto a baixo e a ferida no corpo do Salvador a verter sangue e água foram pequenas demonstrações da insuperável dor no coração de Deus. Enquanto dez homens executaram o maligno propósito de matar Absalão, doze legiões de anjos estavam prontas a obedecer a uma só palavra de Cristo e tirá-Lo da ignomínia da cruz, caso Ele pedisse (Mt.26:53).
A palavra evangelho significa “boas-novas”, boas notícias. Como Davi almejou ouvi-las! Seu coração de pai não o permitiu entrar na cidade; antes, “assentado entre as duas portas da entrada” (v.24), aguardava com expectativa alguém que lhe declarasse o evangelho. Logo, porém, teve que ouvir: o povo venceu, mas seu filho morreu.
Hoje, o evangelho do reino, o evangelho da paz, o evangelho eterno resume-se no seguinte fato: porque Cristo morreu, Seu povo venceu. Porque Ele venceu a morte eterna, oferece-nos gratuitamente a vida. Nestes últimos dias, em que nos aproximamos com rapidez do Dia de nosso resgate, temos o privilégio e a oportunidade dada por Deus de sermos Seus portadores de boas-novas. Na primeira vinda de Cristo, Deus enviou o Seu anjo para anunciar aos pastores: “Não temais; eis que vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo” (Lc.2:10).
Com convicção e alegria devemos nós, como mensageiros do evangelho eterno, proclamar ao mundo: “Eis o Noivo! Saí ao Seu encontro!” (Mt.25:6). O Pai chorou naquele fatídico dia para que pudéssemos sorrir no glorioso Dia de Seu Filho. Olhar para Jesus, para a cruz e para o sepulcro vazio é o que torna o evangelho uma notícia sempre viva e eficaz. Estude as Escrituras e o Espírito de Profecia! Ore fervorosa e insistentemente! Clame pelo Espírito Santo! Pois estamos às portas do evento glorioso que todo olho verá (Ap.1:7).
Estamos vivendo dias decisivos. Não podemos dar ouvidos às insinuações de Satanás, que planeja criar conflitos entre irmãos. “Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios” (1Tm.4:1). Sabemos que muitos se levantarão pregando um evangelho diferente, mas, como afirmou Paulo: “ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema” (Gl.1:8).
Portanto, meus amados irmãos, cumpre-nos atentar para o que está escrito: “Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão. Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa. Porque, ainda dentro de pouco tempo, Aquele que vem virá e não tardará” (Hb.10:35-37).
Senhor, nosso Deus, através do fim trágico de Absalão podemos ver o quanto o pecado é destrutivo e o quanto o mal é perigoso e fatal. Pai, toma o nosso coração em Tuas mãos e purifica-o mediante o lavar renovador e regenerador do Espírito Santo! Breve o Senhor voltará e nós queremos estar preparados e preparando outros! Tem misericórdia da nossa mente, Pai, para que ela esteja sob o governo do Teu Espírito! E volta logo, Santo Deus! Em nome de Cristo Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, portadores de boas-novas!
Rosana Garcia Barros
#2SAMUEL18 #RPSPComentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II SAMUEL 18 – A Bíblia deve ser nossa regra de fé e prática em tudo. Seus amplos princípios podem ser aplicados em todo lugar e época.
Podemos gostar ou não de política, economia e sociologia, mas Deus preocupou-se em prover-nos princípios gerais sobre tais assuntos visando nossa orientação.
Leia atentamente e com oração II Samuel 18. Observe que, raramente a política mundana cria atmosfera agradável. Mesmo entre o povo de Deus. Geralmente envolve orgulho e vaidade, oposição e rebelião, egoísmo e partidarismo. Consequentemente, pode acarretar assassinatos e suicídios, inclusive no povo escolhido por Deus!
O capítulo inicia apresentando a tensão política entre Absalão e seu pai, Davi (II Samuel 18:1-5). A população sofreu terrivelmente com essa situação. Finalmente, Absalão foi morto e jogado numa cova (II Samuel 18:6-17). Contudo, o causador da rebelião ganhou um monumento e o lamento de seu pai, que chorou copiosamente pela fatídica desgraça do filho (II Samuel 18:18-33). Aitofel, o sábio conselheiro de Absalão, prevendo tal derrota humilhante, já havia suicidado (II Samuel 17:23). Tudo isso deixa evidente como a busca pelo poder promove um clima deprimente!
Observe que “a Bíblia não é um livro sobre política, mas fala bastante sobre o tema e contém muita ação política… Nela há mais de 4 mil referências a conceitos políticos, como rei, reino, reinar, governador, governo, governar, líder, administrador, nações, cidadãos, embaixadores, autoridade, soberano e soberania… Por isso, há quem argumente que o Antigo e o Novo Testamento são documentos políticos”, considera Marcos De Benedicto.
Todavia, considere Jesus, o Filho de Davi, “o Soberano dos reis da Terra” (Apocalipse 1:5) quando viveu neste mundo:
“O governos sob que Jesus viveu era corrupto e opressivo; clamavam de todos os lados os abusos – extorsões, intolerância e abusiva crueldade. Não obstante, o Salvador não tentou nenhuma reforma civil. Não atacou nenhum abuso nacional, nem condenou os inimigos da nação. Não interferiu com a autoridade nem com a administração dos que se achavam no poder. Aquele que foi o nosso exemplo, conservou-Se afastado dos governos terrestres. Não porque fosse indiferente às misérias do homem, mas porque o remédio não residia em medidas meramente humanas e externas. Para ser eficiente, a cura deve atingir o próprio homem, individualmente, e regenerar o coração” (Ellen White, DTN, 509).
Portanto, reavivemo-nos biblicamente! – Heber Toth Armí.