Reavivados por Sua Palavra


Josué 13 — Rosana Barros by Ivan Barros
2 de novembro de 2025, 0:45
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“Porém à tribo de Levi Moisés não deu herança; o Senhor, Deus de Israel, é a sua herança, como já lhes tinha dito” (v.33).

Dentre todas as promessas do Senhor ao Seu povo, considero a promessa feita à tribo de Levi a mais preciosa. Separados para o sacerdócio sagrado, os filhos de Levi não teriam possessão na terra de Canaã, mas dependeriam sempre da fidelidade das demais tribos para suprir suas necessidades. Cada tribo recebeu seu quinhão, segundo Deus havia ordenado a Moisés, e, depois, a Josué. Até mesmo as duas tribos e meia que decidiram ficar do outro lado do rio, receberam sua herança segundo os limites estabelecidos pelo Senhor. Da mesma forma que as demais tribos, além do Jordão, receberiam a sua parte segundo os limites das divisões dos territórios, inclusive, daqueles que ainda precisariam ser conquistados. Ou seja, algumas conquistas precisariam ser realizadas pela própria tribo ou grupo que fosse possuir a terra, como veremos amanhã na experiência de Calebe.

A tribo de Levi, portanto, não precisaria lutar como as demais tribos, mas sua função de liderança espiritual era fundamental na conquista e manutenção do reino recém-formado. A marcha com a arca da aliança, os toques de trombeta, o armar e desarmar do santuário, as festas anuais, os sacrifícios diários, a leitura do Livro da Lei, tudo apontava para Cristo e Sua obra redentora. Os levitas tinham a missão suprema de combater os combates espirituais da nação eleita. Havia um inimigo irado ao derredor, que sabia ser daquele povo que surgiria o Messias. A tribo do santuário deveria ser a mais valente de todas, pois que não estavam lidando com as forças militares desta Terra, mas “contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças do mal, nas regiões celestiais” (Ef.6:12).

Estamos todos envolvidos neste grande conflito. De um lado, o Senhor Deus, com Seu convite de graça e salvação, “pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Rm.8:1). Do outro, Satanás, com seus enganos “para roubar, matar e destruir” (Jo.10:10). E nós, amados, fomos chamados por Deus para ser Seu “sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de [proclamarmos] as virtudes dAquele que [nos] chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe.2:9). A nossa missão, hoje, consiste em “habilitar para o Senhor um povo preparado” (Lc.1:17); um povo preparado para a volta de Jesus. E precisamos saber manejar com propriedade as armas espirituais de Cristo: a oração fervorosa, o verdadeiro jejum e o poderoso e infalível “está escrito” (Mt.4:4).

Tão perto quanto estamos do fim, que possamos dar ouvidos à palavra profética:

“Bem-aventurado o homem, Senhor, a quem Tu repreendes, a quem ensinas a Tua lei, para lhe dares descanso nos dias maus, até que se abra a cova para o ímpio” (Sl.94:12-13). “Eu repreendo a quantos amo. Sê, pois, zeloso e arrepende-te” (Ap.3:19). “E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Jl.2:32). “Sendo fortalecidos com todo o poder, segundo a força da Sua glória, em toda a perseverança e longanimidade; com alegria, dando graças ao Pai, que vos fez idôneos à parte que vos cabe da herança dos santos na luz” (Cl.1:11-12). “Sede, pois, irmãos, pacientes, até à vinda do Senhor […] pois a vinda do Senhor está próxima” (Tg.5:7,8).

Santo Deus, aguardamos novos céus e nova terra, nos quais habita a justiça! Enquanto estamos aqui, nos ajuda a não largar da Tua mão! Necessitamos de uma vida cheia do Espírito Santo! Dá-nos Teu Espírito, Pai! E que sejamos o Teu sacerdócio real proclamando ao mundo o Teu evangelho eterno e que Jesus em breve voltará. No nome precioso do Cordeiro de Deus, nós oramos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, sacerdócio de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#JOSUÉ13 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100


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