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Texto bíblico: ÊXODO 26 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/26
O termo hebraico para tabernáculo, mishkan, está relacionado com o hebraico shekinah, a gloriosa presença de Deus que encheria o tabernáculo. Os requintados detalhes previstos para a construção do santuário indicam a importância que Deus dá à adoração e ao conhecimento do Seu plano de salvação. As cortinas foram feitas de linho fino retorcido, com detalhes artísticos feitos pela melhor bordador de tecido em azul, púrpura e escarlata. O véu dividiria o lugar santo do lugar santíssimo. Todas as dimensões deveriam ser cuidadosamente seguidas.
Esta é uma indicação para nós do quanto o nosso Criador valoriza a adoração. Quando vamos adorar, nosso foco deve estar somente nEle. Hoje, muito da adoração que fazemos está centrada em nós mesmos e em como nos sentimos. Mas, isso é muito diferente da experiência de adoração centrada em Deus descrita em Êxodo.
Como temos adorado a Deus, hoje em dia? Quando nos aproximamos de Deus para adorá-lo nos achegamos limpos e vestindo a nossa melhor roupa a fim de adorá-lo em honra e verdade? O santuário planejado para ser uma fonte de aprendizagem para Israel à medida em que os atos salvadores de Deus seriam revelados a eles.
Michael Hasel
Southern Adventist University
EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/26
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1939 palavras
1-14 Descrição dos dois conjuntos de cobertura e dois conjuntos de cortinas. As 10 cortinas internas tinham em torno de 13 m de comprido e 1,80 m de largura cada uma, enquanto que as 11 cortinas externas mediam cerca de 14 m de comprimento e 1,80 m de largura. Note que a descrição do tabernáculo se move do interior para o exterior, refletindo um importante princípio divino. As mudanças procedem do interior. Existe uma marcante similaridade entre a qualidade do acabamento (projeto artístico) das roupas sacerdotais e o tecido do tabernáculo. … Os tipos de acabamento correspondem a graus de santidade. Enquanto que os sacerdotes normais se vestiam com trajes feitos com acabamentos simples, o sumo sacerdote se vestia com roupas que utilizavam os estilos mais elaborados de acabamento. Os níveis de santidade estão também refletidos no projeto do tabernáculo. Andrews Study Bible.
O capítulo 26 trata das orientações para se construir o “tabernáculo” sagrado. Ele tinha duas partes principais: a. Um recinto quadrangular de 30 côvados de comprimento por 10 côvados de largura e 10 de altura (13,14 m por 4,4m por 4,45 m) aberto numa de suas extremidades. Os três lados eram feitos de tábuas de acácia cobertas com ouro. b. Uma tenda de pelos de cabra, provavelmente plana na parte superior, se estendia sobre o tabernáculo. … Por cima da tenda de pelos de cabra, havia uma cobertura exterior de “peles de carneiro tintas de vermelho” ou peles de carneiro tingidas e “peles finas” (ARA) ou “peles de texugo” (ACF). Havia partes secundárias à estrutura, como: a. As bases, que serviam para sustentar e apoiar as tábuas verticais que encerravam o tabernáculo. b. Os encaixes usados para unir essas tábuas. c. O “véu” ou cortina, que se estendia de um lado ao outro do tabernáculo, separando-o em dois compartimentos. O primeiro compartimento, o “lugar santo” ou “primeiro compartimento” [20×10 côvados] era duas vezes mais comprido que o “lugar santíssimo” [10×10 côvados]. … d. Uma cortina cobria a frente, onde não havia tábuas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 690.
1 cortinas. Unidas entre si, formavam a primeira das quatro “tendas” (Êx 26:7), e assim algo como o teto dos dois compartimentos. Estas cortinas mediam dois côvados a menos do que as cortinas externas (v. 2 e 8), implicando que a cobertura interior tivesse, em cada lado do tabernáculo, um côvado a menos que a cobertura exterior. CBASD, vol. 1, p. 690.
O Tabernáculo é realmente uma tenda, um templo portátil, de lona; portanto, as cortinas são as suas paredes. … A tradição cristã não deixou de notar uma simetria deliberada nas medidas do Tabernáculo. Todas as medidas se formam com os números 3, 4, 7, 10, de forma simples, isolados ou multiplicados, ou divididos entre si. Esta maneira oriental de expressar por números e medidas a ideia da moradia perfeita e eterna de Deus se vê nas descrições do Templo e da cidade de Jerusalém, que tanto Ezequiel (Ez 40 até 42) como João (Ap 21.9-27) nos legaram em seus escritos inspirados. Bíblia Shedd.
Essa cobertura interior terminava a 46 cm acima do chão, de cada lado do tabernáculo (vs. 1-6). Bíblia de Genebra.
tenda sobre o tabernáculo. Um tipo de segunda tenda, de material mais forte, e de medidas um pouco maiores (onze cortinas, no lugar de dez) para cobrir tudo e deixar uma sobra na frente e atrás para dar entrada (9 e 13). O sistema de laçadas e colchetes visa produzir uma tenda portátil. Bíblia Shedd.
querubins. Os querubins representavam a hoste de anjos que servem ao Senhor e cumprem Suas ordens (Sl 103:20, 21; ver com. de Gn 3:24). CBASD, vol. 1, p. 690.
Não havia nada de atrativo no tabernáculo visto de fora. No entanto, o interior era algo de muita beleza, com ouro e “cortinas” de cores azul, púrpura e carmesim e os querubins bordados nelas. CBASD, vol. 1, p. 690.
7 cortinas de pelos de cabra (ARC). Os árabes ainda usam pelos de cabras para tecer tendas. Era o pelo de cabra que dava solidez ao santuário e o protegia de climas úmidos e tempestades. CBASD, vol. 1, p. 690.
13 côvado. Mais ou menos 46 cm. Bíblia Shedd.
14 de peles de carneiro … uma coberta. Esta cobertura devia estar por cima das cortinas de pelos de cabra para assegurar proteção extra em relação ao clima. CBASD, vol. 1, p. 690.
Duas cobertas adicionais de peles de carneiro e de animais marinhos, aparentemente colocadas nessa sequência, foram feitas para proteger os dois conjuntos internos de cobertas. Bíblia de Genebra.
As duas camadas de cortinas descritas em vv 1-13 formavam as cobertas interiores. mais duas cortinas (uma feita de pele de carneiro, tingida, e a outra de texugo, (isto é, de peles de animais marinhos) formavam uma proteção extra contra os elementos. Bíblia Shedd.
Conquanto não haja evidência, parece provável que o teto era plano. Desenhos do tabernáculo que mostram um teto de duas águas são baseados apenas na concepção do artista. … A quantidade insignificante de chuva no deserto árido não faria com que um teto plano fosse inconveniência. CBASD, vol. 1, p. 692.
15-30 A estrutura do tabernáculo tem seu projeto visando mobilidade. Cada unidade estrutural mede cerca de 4,5 m de comprido e 0,7 m de largura. Andrews Study Bible.
15 tábuas. Aqui começa a descrição da armação do Tabernáculo, da estrutura básica que sustentaria as cortinas. Bíblia Shedd.
Estas tábuas tinham 4,45 m de comprimento por 66 cm de largura (v. 16). Ficavam em pé, calçando os dois encaixes (v. 17) de cada tábua em duas bases de prata. As tábuas eram revestidas de ouro. CBASD, vol. 1, p. 690.
17 encaixes. Cada encaixe era feito para ser colocado numa base firme (19) para conservar as tábuas em posição vertical (15). Bíblia Shedd.
19 quarenta bases. Cada uma pesava um talento, ou seja, 34,2 kg (Êx 38:27). … As bases eram colocadas lado a lado no chão, formando um fundamento contínuo das paredes de tábua. … Segundo comentaristas, o fato de o tabernáculo se erguer do solo sustentado por esse fundamento de prata tipifica que a igreja deve estar separada do mundo. Aqui ela não tem um lugar de descanso permanente, mas anseia pela fé a “cidade que tem fundamentos, da qual Deus é o arquiteto e o edificador” (Hb 11:10). Aqui não temos “cidade permanente, mas buscamos a que há de vir” (Hb 13:14). CBASD, vol. 1, p. 690, 691.
20 também. A ordem e a simetria no Tabernáculo de Deus são notadas em todas as direções. Bíblia Shedd.
23 duas tábuas para os cantos do tabernáculo. São reforços para os cantos, do lado posterior [fundos], o ocidental [a entrada do tabernáculo se orientava para o leste, o oriente, de modo que ao entrar no tabernáculo de manhã o sumo sacerdote dava as costas ao sol, adorado pelos pagãos]. Tudo dá a entender que a frente e o lado oriental, por não terem vigamento, perfariam uma grande porta, aproveitando as cortinas duplas para fechá-la. Bíblia Shedd.
26 travessas. Para reforçar as armações nos lados norte, sul e oeste. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Uma travessa comprida, a fim de unir todo material dos lados do Tabernáculo (28) e as outras quatro para suportar as várias partes do peso. Bíblia Shedd.
Para manter as tábuas em seu lugar e para reforçar as paredes, cinco travessas deviam ser feitas para cada lado e para o lado posterior ocidental, quatro delas deviam passar por argolas presas às tábuas. A quinta travessa ou travessa do meio em cada parede devia passar pelo centro das tábuas (ver v. 28). É provável que as quatro travessas visíveis estivessem na parede externa do tabernáculo. CBASD, vol. 1, p. 691.
29 outro. O mais precioso dos metais então conhecidos cobria o lugar onde Deus havia de ser adorado, inclusive as enormes travessas. Indica, isto, que devemos sempre oferecer a Deus o mais precioso, para realmente glorificá-lO. Bíblia Shedd.
30 no monte. Mais uma vez se lembra que este Tabernáculo físico e visível é feito segundo a vontade divina, sendo um símbolo das coisas eternas, reveladas em visão (Hb 8.5). Bíblia Shedd.
Enfatiza novamente a construção cuidadosa da estrutura seguindo o modelo previamente mostrado (ver 25:9, 20). Andrews Study Bible.
31 véu. Este deveria ser do mesmo material e ornamentado da mesma maneira que as “dez cortinas” que formavam a cobertura interior para o forro e as paredes do tabernáculo (v. 1) e, como essas, tinha figuras de querubins trabalhados a ouro e prata (PP, 347). CBASD, vol. 1, p. 691.
Este véu servia para separar, do resto do Santuário [Lugar Santo], o lugar chamado o Santo dos Santos (33), no qual havia apenas a Arca com o propiciatório que, evidentemente, era a tampa da Arca (34). O véu era ultrapassado pelo Sumo Sacerdote apenas uma vez por ano, onde este reaparecia depois de fazer ofertas pelo próprio pecado e pelos do povo; no dia em que Cristo foi sacrificado pelos nossos pecados, este véu se rasgou (Mt 27.51) e, agora, a entrada à plenitude da comunhão com Deus só é possível através da própria pessoa de Cristo (Hb 10.19-22). Todo o décimo capítulo da Epístola aos Hebreus mostra como Cristo é a chave do Santo dos Santos e o mistério revelado no Tabernáculo de Deus. Bíblia Shedd.
Esta cortina separava os dois aposentos sagrados no tabernáculo – o Lugar Santo e o Lugar Santíssimo [ou Santo dos Santos]. O sacerdote entrava no Lugar Santo em todos os dias para comungar com Deus e cuidar do altar de incenso, das lâmpadas [menorah] e a mesa dos pães da Presença [Proposição]. O Lugar Santíssimo era o lugar onde [a glória de] Deus habitava. Nesse lugar, Sua presença [o shekinah] permanecia sobre o propiciatório, tampa que cobria a arca do Testemunho [pedras com os Dez Mandamentos]. Somente o sumo sacerdote poderia entrar no Lugar Santíssimo. E mesmo ele só poderia fazê-lo uma vez por ano (no Dia da Expiação [Yom Kippur]) para fazer expiação dos pecados de toda a nação. Quando Jesus morreu na cruz, a cortina do templo (que substituiu o tabernáculo) rasgou-se de alto a baixo (Mc 15:38) simbolizando nosso livre acesso a Deus por conta da morte de Jesus. Nunca mais as pessoas teriam que se aproximar de Deus através de sacerdotes e sacrifícios. Life Application Study Bible.
32 quatro colunas. O “véu” (v. 31) devia ser suspendido “sobre quatro colunas”. A “cortina” para a “porta da tenda” estava suspensa sobre “cinco colunas” (v. 36 e 37). O véu interno não se estendia até o alto do edifício [melhor: edificação], mas permitia que a glória de Deus manifestada por cima do propiciatório fosse parcialmente visível no primeiro compartimento (PP, 353). As quatro colunas tinham “colchetes” de ouro e estavam sobre “quatro bases de prata”, do mesmo modo que as tábuas nas paredes (v. 15, 19). CBASD, vol. 1, p. 691.
33 colchetes. Os “colchetes” eram os ganchos que sustinham o véu. Somente o sumo sacerdote adentrava o véu que separava o lugar santo do santíssimo, e isso era feito apenas uma vez ao ano, no Dia da Expiação [Yom Kippur] (Lv 16; Hb 9:7). As várias partes do serviço “diário” eram realizadas diante do véu, ou no lugar santo. CBASD, vol. 1, p. 691.
36-37 A cortina externa da entrada do tabernáculo era suportada por cinco tábuas feitas de madeira de acácia, cobertas com outro. Andrews Study Bible.
36 um reposteiro [cortinado que serve para substituir ou dissimular uma porta]. A porta da extremidade leste estava coberta por uma cortina apoiada em colunas de acácia, posta sobre bases de bronze. A cortina era feita do mesmo material que as cortinas interiores e o véu, mas era bordada, e não tapeçaria, visto estar mais longe do Santo dos Santos. Bíblia de Genebra.
Esta “cortina” cobria a extremidade oriental do tabernáculo, ou a frente dele. Alguns eruditos bíblicos acreditam que era possível levantar ou baixar esta cortina, como se desejasse. CBASD, vol. 1, p. 691.
37 bronze. Os móveis perto do lugar da habitação de Deus eram feitos de ouro, ou revestidos de ouro; os que ficavam mais longe (v. 27.2-6; 30.18), eram feitos ou revestidos de bronze. As bases que sustentavam as armações do tabernáculo e os quatro postes que sustentavam a cortina divisória eram de prata (cf v. 19, 21, 25, 32). Bíblia de Estudo NVI Vida.
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“Levantarás o tabernáculo segundo o modelo que te foi mostrado no monte” (v.30).
As instruções dadas a Moisés para o santuário incluíam toda a estrutura que o guardaria da vista do povo comum. E, dentre essa estrutura, havia uma interna que impediria, inclusive os próprios sacerdotes, de acessar o Lugar Santíssimo. A respeito desse véu, foi dito: “o véu vos fará separação entre o Santo Lugar e o Santo dos Santos” (v.33). Apenas o sumo sacerdote, uma vez por ano, poderia entrar no Lugar Santíssimo do santuário, no dia da expiação (Lv.16:2; 23:28). Era extremamente importante que cada detalhe expresso da vontade de Deus com relação ao santuário fosse realizado segundo tudo o que Ele havia dito a Moisés. A ordem era clara: “Vê, pois, que tudo faças segundo o modelo que te foi mostrado no monte” (Êx.25:40). Ou seja, obedeça!
Era evidente que o Senhor estava com isso transmitindo não somente medidas e características do que seria feito, mas havia uma mensagem aliada a cada palavra dita, como se cada cantinho do santuário fosse uma ilustração do que Ele desejava que Seu povo compreendesse. Não eram apenas móveis e cortinas “de obra de artista” (v.31), mas era o supremo Artista revelando, através do sistema de adoração de Israel, que existem princípios e condições para a verdadeira adoração que não se limitam às estruturas em si, mas na nossa resposta às Suas orientações, restrições e mandamentos.
A repetição de ordens neste capítulo – farás, ajuntarás, levantarás, pendurarás, porás – é recorrente e aponta para a verdade que é a obediência ao “assim diz o Senhor”, infelizmente adormecida por um evangelicalismo egoísta e, por vezes, até hedonista. Percebam que Deus foi metodicamente específico no que Ele queria que fosse feito e que nada poderia fugir disso. Assim também foi nas ordens dadas a Noé na construção da arca, por exemplo (Gn.6:11-22). Imaginem se Noé houvesse negligenciado alguma das orientações de Deus, e a humanidade poderia ter sido extinta. Sim, Deus requer de nós uma obediência voluntária e baseada no amor, mas também não impede que os resultados trágicos da desobediência aconteçam. Percebem, amados?
Jesus foi o nosso perfeito exemplo de obediência em amor. Acredito que o que mais nos tem atrapalhado de aprender de Cristo é deixar de olhar para Ele através da Sua Palavra para olhar para um “cristo” criado pelas ideias e gostos humanos. Quando Jesus disse que surgiriam “falsos cristos e falsos profetas” (Mt.24:24), Ele não apenas apontou para a falsidade de homens que se diriam o próprio Cristo, mas para a construção ideológica de “cristos” humanizados que amam, sentem e reagem como o próprio homem. Meus irmãos, enquanto não formos homens e mulheres, jovens e crianças que têm familiaridade com as Escrituras, que buscam ao Senhor de todo o coração e que são submissos à ação e disciplina do Espírito Santo, nunca vamos entender ou experimentar as bênçãos da verdadeira obediência, aquela que é resultado da alegria da salvação em Cristo Jesus.
Foi quando o nosso Salvador morreu com o coração dilacerado pelos nossos pecados, “que o véu do santuário se rasgou em duas partes de alto a baixo” (Mt.27:51). Aquele que “a Si mesmo Se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz” (Fp.2:8), foi o mesmo que ordenou tudo o que tinha de ser feito no santuário terrestre como uma maquete ilustrativa do Seu plano de redenção da raça humana. O véu já cumpriu o seu propósito e o santuário terrestre não mais existe, mas a responsabilidade de sermos “sacerdócio real” (1Pe.2:9) e “santuário do Espírito Santo” (1Co.6:19) nos diz que o Senhor tem um trabalho para nós, e este consiste em “habilitar para o Senhor um povo preparado” (Lc.1:17). E só conseguiremos realizá-lo com o auxílio do Espírito Santo; e, por sua vez, Deus só concede o Seu Espírito “aos que Lhe obedecem” (At.5:32).
Jesus está às portas, amados! Estudemos a Palavra com mais oração e diligência, assentados aos pés de Cristo e sempre dispostos a dEle aprender, custe o que custar.
Pai Celestial, nosso amado Deus, a Tua Palavra emana luz e sabedoria para aqueles que, de todo o coração, têm Te buscado. E nós queremos Te buscar de todo o nosso coração, e perseverar em aprender do nosso Salvador através das Escrituras e em como estarmos preparados e preparando outros para a Sua volta. Que o Teu Espírito seja o dono da nossa vida, para que a nossa obediência a Ti seja voluntária, espontânea e fiel em Cristo. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, fiéis servos de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Êxodo26 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ÊXODO 26 – Estudar o Santuário implica conhecer o plano da libertação do ser humano; tem tudo a ver com o resgate da escravidão do pecado. A Bíblia toda apresenta a importância desse imóvel divino, assunto este que para Ellen White, é a chave que “revelou um sistema completo de verdades, unido e harmonioso”.
A carta aos Hebreus (no Novo Testamento) lida com assuntos de grande valor para todo pecador, cuja base é o santuário – não a cópia, pois o texto sagrado foca no modelo, “o verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, e não o homem” (Hebreus 8:1). Mostrando a relevância do santuário à teologia!
Em Êxodo 25 somos informados como tal sistema pedagógico foi instituído na Terra. Moisés registrou a generosidade do povo que iria adorar ao Deus todo-poderoso; além disso, descreveu como preparar a arca da aliança, a mesa com seus utensílios e o candelabro de ouro. Tudo deveria ser “segundo o modelo que lhe foi mostrado no monte” (Êxodo 25:40). Nada deveria ser inventado por Moisés.
Em Êxodo 26 descreve as paredes e cortinas que deveriam limitar a entrada do povo, e a função dos sacerdotes que atuariam no Tabernáculo/Santuário. Apesar das paredes que separariam Deus do povo, tudo era estratégico da parte de Deus para não consumir os pecadores com Sua santa presença e glória fulgurante.
A graça de um Deus santo e intolerante ao pecado estava visível em cada detalhe: “O propiciatório era a tampa de ouro sobre a arca, ilustrando como o trono divino transforma-se de trono de julgamento em trono da graça pelo sangue expiatório espargido sobre ele. Os dois querubins representavam os guardiões da santidade de Deus, acima do qual ficava entronizada a glória – Shekinah – da presença do Senhor. A arca era o centro do simbolismo do tabernáculo, Deus atuando exteriormente em Sua busca do homem” (Merril Unger).
Posteriormente, a cortina (véu) do templo se rasgou de alto a baixo ao Jesus ser sacrificado na cruz – indicando sobrenaturalmente que agora nada mais nos separa de Deus (Mateus 25:51). Portanto, “aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade” (Hebreus 4:16).
É essa intimidade que Deus ansiosamente espera de nós! Certamente podemos reavivar-nos! – Heber Toth Armí.