Reavivados por Sua Palavra


JOÃO 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
11 de outubro de 2024, 0:40
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JOÃO 5 – Encontramos aqui uma preciosa narrativa que desafia a compreensão das leis judaicas e a visão que os líderes tinham de Deus e de Seu relacionamento com a humanidade. A cura do homem no tanque de Betesda e as subsequentes interações de Jesus com os fariseus revelam verdades profundas sobre Sua natureza divina, o papel da Lei e a importância do discernimento espiritual.

Ao estudar correta e atentamente este capítulo, compreenderemos a natureza da graça (João 5:1-9), a verdadeira essência do sábado (João 5:9-16) e a identidade divina de Jesus (João 5:17-47).

João 5 inicia com a cura de um homem enfermo havia 38 anos. A tradição judaica prescrevia a observância estrita do sábado, e os fariseus haviam desenvolvido uma série de regras adicionais em torno da Lei de Deus. Eles consideravam que carregar qualquer carga no sábado era transgressão. No entanto, ao curar o homem e instruí-lo a carregar a cama, Jesus não transgredia a Lei de Deus, violava apenas as tradições humanas que os fariseus acrescentaram à lei dada a Moisés.

• Este episódio ensina que a graça divina supera tradições humanas; ela transcende normas e limitações impostas por homens.
• Em nossa vida, somos chamados a não permitir que tradições e normas humanas nos ceguem para o agir da graça divina.
• A verdadeira obediência a Deus envolve amor e misericórdia, não o cumprimento cego de rituais e tradições.

Uma das acusações feitas contra Jesus foi que Ele transgredia o sábado ao curar – ação que constituía quebra do quarto mandamento para os fariseus. Contudo, essa acusação não é fundamentada na Lei de Deus, somente nas tradições farisaicas. Em resposta, Jesus revelou que o propósito do sábado é o descanso e a restauração, tanto física quanto espiritual. Ele afirmou que o trabalho da divindade em sustentar e restaurar a criação não cessava no sábado.

• Em vez de fardo, o sábado é um presente divino para proporcionar descanso e restauração.

A acusação dos fariseus de que Jesus Se fazia igual a Deus é aclamada como blasfêmia. No entanto, tal acusação é uma incompreensão fundamental da identidade de Jesus. Na verdade, Sua divindade é a base da nossa confiança no plano da redenção.

• Como Deus encarnado, Jesus veio para restaurar a vida e trazer salvação!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.


1 Comentário so far
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Avatar de José Magalhães

Para esse homem do tanque de Betesda, que já havia 38 anos que estava enfermo, talvez nem havia mais sentido viver, mas Jesus aparece na vida dele, e onde Jesus aparece tudo muda: Cristo cura esse homem. Deve ter sido uma alegria indescritível! É assustador que os judeus ignoraram a cura desse homem sofredor. O Messias, o Salvador do mundo, o Filho de Deus estava entre eles, mas não O receberam! Nada mais poderia ser feito.

Comentário por José Magalhães




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