Reavivados por Sua Palavra


ZACARIAS 5 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
17 de julho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: ZACARIAS 5 – Primeiro leia a Bíblia

ZACARIAS 5 – BLOG MUNDIAL

ZACARIAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ZACARIAS 5 by Jeferson Quimelli
17 de julho de 2024, 0:55
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Zacarias 5 usa ilustrações que não fazem muito sentido para os que vivem no desenvolvido mundo moderno. Eu também não tenho certeza de quanto sentido elas fizeram para Zacarias, pois ele perguntou ao anjo “O que é isso?” (Zc 5:6). Essas visões me dizem duas coisas. Em primeiro lugar, Deus sabe que nos confundimos facilmente e quer que entendamos o que está acontecendo, tanto que ele enviou um anjo para explicar a visão a Zacarias.

Lembro-me de ensinar Provérbios 3:5,6 aos nossos filhos: “Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apoie em seu próprio entendimento reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e ele endireitará as suas veredas.” e perguntando a nossos filhos o que eles achavam que isso significava. Nosso filho mais novo respondeu: “Significa que muitas coisas confusas vão acontecer com você, mas não se preocupe com isso.” Deus promete que vai deixar claro o que Ele quer que façamos.

A outra coisa que este capítulo me diz é que Deus vai colocar uma restrição sobre o mal, assim como colocou uma tampa pesada de chumbo sobre a boca do cesto em que a mulher iníqua se assentou (ver Zacarias 5:8). Algum dia, a maldade não terá mais rédea solta.

Karen D. Lifshay
Hermiston SDA Secretário de Comunicações da Igreja, Oregon, EUA



ZACARIAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
17 de julho de 2024, 0:50
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450 palavras

Tornei. Na sexta visão (v. 1-4), por meio de um rolo voante, a Zacarias é mostrado como Deus lidaria com os israelitas que se recusavam a, simbolicamente, trocar as vestes (Zc 3:4) e que se rebelavam contra a liderança do Espírito Santo (Zc 4:6; ver com. de 1:8). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1205.

Rolo. O rolo que Zacarias viu, possivelmente, era feito de couro. CBASD, vol. 4, p. 1205.

Comprimento. Como Zacarias conseguia estimar as dimensões, o rolo parecia estar totalmente aberto. Pela medição moderna, o rolo tinha entre cinco e dez metros. CBASD, vol. 4, p. 1205.

Furtar. O furto representa ofensas contra pessoas e o jurar falsamente, uma ofensa contra Deus (ver com. de Mt 5:33-37). Esses dois males foram largamente praticados contra os judeus que retornaram do exílio e, por isso, foram apontados como exemplos de um declínio geral da moralidade. CBASD, vol. 4, p. 1205.

Expulso. A fim de realizar os planos de Deus, era necessário que o Israel da restauração fosse puro. CBASD, vol. 4, p. 1206.

Entrar. Não há escapatória ao pecador. A maldição entrará na casa do ladrão e daquele que jura falsamente e “pernoitará” ali até que tenha realizado o seu propósito, inclusive a destruição dos ocupantes da casa. CBASD, vol. 4, p. 1206.

E vê que é isto que sai. A sétima visão (v. 5-11) simboliza a remoção da iniquidade da terra (ver com. de Zc 1:8). CBASD, vol. 4, p. 1206.

efa (ARA; NVI: “vasilha”). Referência a uma cesta, um barril comum usado como medida, cujo volume geralmente equivale a 22 l. Bíblia de Estudo Andrews.

Uma medida de volume para secos, equivalente a 22 litros. Já que um recipiente deste tamanho não seria suficiente para conter uma mulher (v. 7), alguns têm sugerido que a intenção da descrição seja a forma e não o volume. CBASD, vol. 4, p. 1206.

Impiedade. Esta mulher personificava a iniquidade do Israel apóstata, que Deus procurava remover. Desta forma, a visão está relacionada à anterior (ver com. dos v. 1-4). CBASD, vol. 4, p. 1206.

E a lançou. Aparentemente, a mulher tentou sair do efa [vasilha, caixa] quando a tampa foi erguida, mas o anjo a lançou de volta. CBASD, vol. 4, p. 1206.

Peso de chumbo. Isto é, a tampa de chumbo. A tampa era pesada, pois a finalidade era manter a mulher confinada dentro do efa. CBASD, vol. 4, p. 1206.

11 Sinar. Babilônia (ver com. de Dn 1:2) é representada como o local onde habitava a iniquidade. Aqueles que saíram de Babilônia deveriam deixar suas iniquidades ali. No entanto, ainda hoje há provisão para o pecado (ver Zc 3:1-5; ver com. de Zc 5:3). Assim como o povo de Deus foi ajuntado fora de Babilônia, os que estavam entre Seu povo e recusavam permitir a transformação do caráter deveriam ser ajuntados fora de Israel e retirados para Babilônia. CBASD, vol. 4, p. 1206.



ZACARIAS 5 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
17 de julho de 2024, 0:45
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Semelhante ao tempo em que Israel saiu do Egito, levando consigo os costumes e práticas pagãs daquele reino, os hebreus retornaram para Canaã com Babilônia no coração. Havia a necessidade urgente de uma reforma espiritual entre o povo, segundo o que estava escrito nas Escrituras Sagradas. Aquele rolo voante de tamanho incomum contendo uma maldição, simbolizava a urgência e a abrangência da mensagem. Ao cometerem ofensas uns contra os outros (furtar) e contra Deus (jurar falsamente), estavam transgredindo a Lei de Deus e trazendo sobre si mesmos a maldição da desobediência. Como uma continuação da anterior, a sétima visão esclarece melhor a razão da maldição e o desejo de Deus de remover a iniquidade e a impiedade do meio de Seu povo.

A primeira maldição foi proferida contra Caim após assassinar o seu irmão (Gn.4:11). Em direta oposição à Lei de Deus, Caim rejeitou o apelo divino e seu ato criminoso deixou bem claro de que o caráter do Senhor revelado nos dez mandamentos sempre foi conhecido até mesmo pela primeira família da Terra. Zacarias viu a maldição proveniente da quebra da Lei divina, algo que precisava ser visto por todos antes que suas obras testificassem o mesmo teor do primeiro homicida. Existe uma medida limite para a iniquidade, e o Senhor põe sobre ela uma “tampa de chumbo” (v.7), segurando os ventos da impiedade “entre a terra e o céu” (v.9), até que se complete “o número dos que foram selados” (Ap.7:4).

O caráter santo de Deus manifestado em Sua santa Lei foi por séculos transmitido de geração em geração pelos lábios de Adão. Foi quando Enoque experimentou a paternidade pela primeira vez, quando seu coração ficou enternecido pelo amor de seu filho e por seu filho, que pôde melhor compreender o amor de Deus contido em Suas palavras. Tornou-se fácil para ele rejeitar a impiedade que já se instalava na geração antediluviana a fim de desfrutar da constante companhia de seu Pai do Céu. A obediência era tão-somente fruto de um relacionamento baseado no amor e na confiança. Enoque experimentou, mesmo em uma terra já manchada pelo pecado, o gozo que Adão e Eva sentiram quando caminhavam lado a lado com o Criador no Éden.

Por algum motivo as gerações após Noé foram abandonando a antiga educação das primeiras gerações de Adão, esquecendo-se do Criador e do propósito de replicar as Suas leis. Mesmo pela renovação da aliança com Abraão, Israel se deixou corromper com os pecados do Egito e houve a necessidade de gravar em tábuas de pedra o que haviam apagado de seus corações. Através da manifestação gloriosa de Deus, os dez mandamentos foram entregues a Moisés contendo os princípios que devem nortear a vida do cristão, e o povo foi instruído novamente a retornar ao método de ensino da família de Adão (Dt.6:4-9). Como Enoque olhou para seu filho e nele viu um símbolo do amor de Deus, precisamos olhar para o Filho de Deus a fim de compreendermos o amor divino contido em Sua Lei. Precisamos trazer à lembrança que foi por nossos pecados, ou seja, a quebra da Lei de Deus (1Jo.3:4), que “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-Se Ele próprio maldição em nosso lugar” (Gl.3:13).

Não haverá desculpas para os transgressores no Dia do Senhor. Antecipando a Sua aparição, Cristo revelará diante de toda a Terra as tábuas de Sua Lei em tamanho que todos possam ler, e não haverá um impenitente sequer que olhando para si não admita: “Isto é a impiedade” (v.8). As mesmas vestes de pureza com que Josué foi vestido lhes foram oferecidas com constantes rogos, e todas as oportunidades rejeitadas passarão como um filme em suas mentes perturbadas pela certeza da iminente maldição. Não se arrependeram nem confessaram a Jesus as suas iniquidades e terão de suportar por um tempo a terrível angústia que palavra alguma pode descrever. Mas este tempo ainda não chegou, amados. Louvado seja Deus por Sua longanimidade que espera, quem sabe, pela minha e pela sua inteira entrega! Existem três mensagens angélicas sendo erguidas bem alto com palavras que possam “ler até quem passa correndo” (Hc.2:2).

Qual tem sido a nossa resposta frente a este tempo estendido de graça? Que pelo poder do Espírito Santo, sejamos encontrados por Jesus como Enoque, andando com Ele porque O amamos. E disse Jesus: “Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos” (Jo.14:15).

Nosso Pai amado, quantas advertências mais terás que nos dar, e quanto tempo mais a impiedade se prolongará por causa de nossa demora em entender que precisamos entregar o nosso coração por inteiro ao Senhor? Ajuda-nos a levantar nossos olhos e contemplar o Teu Filho, e, por Seu amor, sermos transformados! O andar de Enoque Contigo é tudo o que precisamos; um andar guiado pelo Espírito Santo! Continua iluminando a nossa vida com a Tua Palavra. Dá-nos a perseverança dos santos! Dá-nos a mente de Cristo! Nós Te amamos, nosso Pai! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, aqueles que amam a Deus!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#Zacarias5 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ZACARIAS 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
17 de julho de 2024, 0:40
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ZACARIAS 5 – O contexto histórico de Zacarias é crucial para compreender suas mensagens. O profeta é contemporâneo de Ageu, e ambos enfrentam o desafio de revitalizar a comunidade no processo da reconstrução do Templo e na restauração espiritual, após o retorno dos judeus do cativeiro babilônico. As visões de Zacarias servem tanto como advertências quanto como mensagens de esperança, incentivando o povo a afastar-se do pecado e a confiar na intervenção divina para sua restauração.

“Algo particularmente interessante nos escritos de Zacarias é o registro das oito visões, cheias de imagens dramáticas (Zc 1:7-21; 2:1-13; 3:1-10; 4:1-14; 5:1-11; 6:1-15). Essas imagens e outros aspectos da obra do profeta, tanto nas visões como nos oráculos que se seguem (Zc 9:1-11:17; 12:1-14:21), são elementos de um tipo especial de profecia, descrita tecnicamente como ‘apocalíptica’. Esses elementos incluem o uso abundante de animais simbólicos, intervenções dramáticas e impressionantes de Yahweh na história humana, cenas bizarras de vasos e rolos voadores etc. Essa linguagem apocalíptica já fora empregada antes por Ezequiel e até mesmo por Isaías, mas nenhum profeta supera Zacarias no uso desse método de revelação” (Luter Boyd).

As visões de Zacarias 5 são complexas e ricas em simbolismos, que refletem tanto o contexto histórico de seu tempo quanto temas teológicos profundos:

• A primeira visão do pergaminho voador (vs. 1-4) destaca a condenação do pecado, especificamente o perjúrio e o roubo, indicando um julgamento iminente e abrangente sobre os pecadores.

• A segunda visão da mulher dentro de um cesto (vs. 5-11) simboliza a iniquidade sendo retirada de Israel, enfatizando a purificação e restauração da comunidade.

Teologicamente, Zacarias 5 confronta-nos com a seriedade do pecado e a inevitabilidade do julgamento divino, mas também nos oferece uma visão da graça purificadora de Deus. O rolo/pergaminho voador é um lembrete de que a Lei de Deus ainda é a norma válida pela qual a humanidade é medida, e que a violação desta Lei tem sérias consequências. A mulher no cesto, por outro lado, ilustra a remoção do pecado do povo de Deus, apontando para a promessa divina de purificar o povo e restaurar a justiça.

Assim, Zacarias 5 nos desafia a refletir sobre a santidade e a justiça de Deus, bem como Seu compromisso contínuo em nos redimir! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí