Reavivados por Sua Palavra


Números 21 by Jeferson Quimelli
26 de novembro de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

Depois de receber uma provisão milagrosa em Cades [cap. 20:1-11] e de uma vitória sobre um reino menor que os atacou, Israel rapidamente se volta para reclamar de Deus, quando a água e o alimento se tornaram indisponíveis enquanto contornavam Edom. Desta vez, Deus não retirou o problema. Em vez de imediatamente tomar conta de sua necessidade, mostrou-lhes que olhando para a sua Salvação eles seriam preservados. A mensagem é a mesma hoje: olhe para Jesus e viva.

Qual é a sua resposta aos desafios da vida? Você reclama das pessoas que estão tentando te ajudar? Você reclama que Deus não está te guiando? A nossa resposta aos desafios da vida deve ser como o Salmo 46:1-3: “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações. Portanto, não temeremos ainda que a terra se transtorne, e os montes se abalem no seio dos mares; ainda que as águas tumultuem e espumejem e na fúria os montes se estremeçam”.

Sabemos que Deus nos conduziu no passado. Às vezes não entendemos por que as dificuldades atuais estão acontecendo, mas podemos pedir confiantemente que Ele nos leve à vitória.

John Beckett
Professor of Computing
Southern Adventist University

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/num/21 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/21 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/num/21/
Tradução: JQuimelli/GQuimelli
Texto bíblico: Números 21
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, cap.23



Números 21 – Comentários pr Heber by Jeferson Quimelli
26 de novembro de 2015, 0:45
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NÚMEROS 21 – Falta de fé e compromisso com Deus geram atrasos na vida. Andar em círculos, patinar, remar sem sair do lugar… torna-se rotina. Alguns acostumam-se com isso, acomodando-se.

Como cristãos, devemos arregaçar as mangas e avançar; para tanto, precisamos repudiar o pecado! Pois pecado é um enorme obstáculo à fé.

“Por não haverem colocado plena fé em Deus, o que deveria ter sido uma aventura de dois meses acabou sendo uma provação de quarenta anos. Quantos de nós podemos pensar em pessoas que ignoram a oferta de salvação ano após ano, só para colher as terríveis consequências de sua recusa? Com que frequência, à semelhança do antigo Israel, essas mesmas pessoas culpam a Deus pelos problemas que trouxeram sobre si mesmas? […] Com que frequência usamos as desculpas mais estapafúrdias para justificar nossa procrastinação?” argui Frank Holbrook.

Após a geração de perversos morrer no deserto, a nova geração vai à luta. Antes de entrar em Canaã Deus concedeu vitórias miraculosas a Seu povo. Desta forma, somos informados da:

• …vitória sobre o rei Arade (vs. 1-4);
• …vitória sobre o rei Seom (vs. 21-32);
• …vitória sobre o rei Ogue (vs. 33-35).

No meio destas batalhas, houve outra guerra: Contra o pecado! Como serpentes abrasadoras, o pecado aplica seu veneno mortal nos filhos de Deus. A morte é evidência de sua eficácia. O pecado afasta-nos da proteção de Deus; então, a desgraça aparece. Contudo, Deus sempre tem o remédio certo. Não há nenhuma solução, senão a providência de Deus: Uma serpente de bronze numa haste (vs. 4-9).

A serpente é símbolo do mal. Jesus assumiu nossos pecados, nossa culpa, e morreu a nossa morte. Ao fazer-Se maldição, almejava abençoar-nos (João 3:14-15; Gálatas 3:13). Assim, serpente também tornou-se símbolo de Cristo!

Ir ao médico não cura nenhuma doença. Decorar receitas, obter remédios, entender composição química dos medicamentos, explicar bulas dos medicamentos, sem, porém, ingeri-los não cura nenhuma doença. Assim também é com a doença do pecado: Conhecer a Bíblia, saber que Deus tem uma igreja, estudar Jesus, sem entregar-se integralmente a Ele… não haverá chance de perdão, restauração nem salvação.

Somente após submeter-se plenamente a Deus como um paciente submete-se ao médico pacientemente, é que o crente avança, vence e canta alegremente durante sua jornada rumo ao Céu (vs. 10-35).

Avancemos! – Heber Toth Armí.



Números 21 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
26 de novembro de 2015, 0:30
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1 Rei de Arade Arade fica cerca de 80 km ao norte de Cades, e a cerca de 27 km ao sul de Hebrom. A região é conhecida hoje como Tall’Arad (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

Pelo caminho de Atarim Ou, “pelo caminho dos espias” (ARC) [ou, “pelo caminho que também foi percorrido pelos espias”].

Cativos Ao que parece, o rei pegou alguns retardatários no fim ou nas laterais da fila de marcha: pois, caso tivesse atacado a força principal, é provável que houvesse algum relato de mortes na batalha (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

2 destruirei totalmente Lit. “dedicarei suas cidades” (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

Isto significava uma total e imutável dedicação a Deus, o que neste contexto significava que os itens dedicados seriam completamente destruídos e Israel não poderia usá-los. Os caananitas não eram parentes dos israelitas como os edomitas eram. Assim, os israelitas retaliaram contra a agressão não provocada (comparar Ex. 17:8-16) (Andrews Study Bible).

3 Horma Hormah significa “destruição”, no sentido de dedicação a Deus e, portanto, irremissível para uso humano (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

Refere-se a destruição sagrada. Este foi o lugar para onde os amalequitas e  caananitas fizeram recuar os israelitas quando estes tentaram conquistar Canaã sem Deus (14:45). Então Deus os trouxe de volta ao lugar da derrota anterior e lhes deu a vitória(Andrews Study Bible).

6 serpentes abrasadoras Aparentemente suas picadas causavam dor ardente(Andrews Study Bible).

Morreram muitos do povo de Israel As mortes ocorreram porque Deus retirara Sua mão protetora. A região por onde viajavam era cheia de serpentes, escorpiões, etc. (Dt 8:15); cada dia era um milagre da proteção divina. Mas, nessa ocasião, o Senhor retirou sua proteção e permitiu que as víboras atacassem o povo (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

8,9 serpente de bronze Tipifica Jesus Cristo, feito pecado por nós, para nos salvar (Jo 3.14-15). Olhar e viver era a mais simples manifestação da fé singela. “Ver”, aqui, é esperar dEle, depender dEle, crer nEle. Como ilustração, podemos dizer que a serpente é o pecado que requer o juízo de Deus. A haste lembra a Cruz de Cristo, onde foi oferecido substitutivamente para nos salvar: todos os que olharem para Ele com fé receberão dEle a salvação e a vida (Rm 8.3; 2 Co 5.21). Esta serpente de bronze, que tinha que ser guardada como lembrança da misericórdia de Deus, foi usada mais tarde como objeto de idolatria, pelo que o Rei Ezequias a despedaçou e a chamou Neustã, isto é, “pecado de bronze” (2 Rs 18.4) (Bíblia Shedd).

Esta escultura não devia ser adorada. […] Nem era um instrumento mágico.Em Taberá, Deus simplesmente retirou o perigo [fogo] de todos quando Moisés intercedeu por eles (Num 11.2). Mas agora a cura na picada dependia de escolher olhar para uma representação da origem do mal que o povo havia causado sobre si mesmos. Assim, olhar era uma forma de confissão não verbalizada. Jesus disse que Ele seria levantado (na cruz) como a serpente de bronze, para que todo aquele que crer tenha a vida eterna (João 3:14-15) (Andrews Study Bible).

Se olhava para a de bronze O povo sabia que não era suficiente apenas olhar para a serpente, mas o olhar devia ser acompanhado de fé, já que não havia cura na serpente em si mesma. Era possível contemplar a imagem sem ser curado, se a pessoa não colocasse fé em Deus como o divino restaurador. De modo semelhante, as ofertas apresentadas sem fé eram desprovidas de valor (ver Jo 3:14, 15; PP 430, 431) (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

12 Vale de Zerede Por este tempo, o último representante da velha geração rebelde, proibida de entrar em Canaã (Num. 14) já havia morrido (Deut 2:14). Agora a nova geração poderia tomar a terra prometida (Andrews Study Bible).

14 Livro das Guerras Este registro se perdeu, assim como o do Livro dos Justos (Js 10:13; 2 Sm 1:18) (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

16 Beer significa “poço” (de água). Deus trouxe o povo de novo a uma questão de repetida queda no passado – falta de água (20:2-5; 21:5; Ex 15:22-24; 17:1-3) – para que eles tivessem uma oportunidade de acreditar em Deus. Desta vez eles finalmente entenderam! (Andrews Study Bible).

17 Cantou Israel este cântico É difícil exagerar a importância de um bom poço nos países orientais. Eles eram motivo de cânticos de louvor e de disputas violentas (Gn 21:25; 26:15-22; Jz 1:15;ver Jo 4:12) (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

21-35 Os israelitas precisaram viajar para o norte através das áreas a leste do rio Jordão (aonde se encontra agora a Jordânia), para entrar em Canaã por Jericó. Mas os reis Seom e Basã se recusaram a deixa-los passar em paz. Com o poder divino, os israelitas se defenderam com tanto sucesso que eles capturaram os territórios destes reis da Transjordânia. Isto encorajou os israelitas que eles também tomariam Canaã cooperando com Deus (contra o relatório negativo dos espias; 13:31) (Andrews Study Bible).

21-30 A vitória do povo de Deus sobre Seom, rei dos amorreus. Os amorreus não formavam uma nação, mas eram nômades que, ás vezes, conseguiram certos territórios. Seom seria apenas um entre os muitos líderes amorreus, e sua moradia na época da invasão deve ter sido as montanhas pelas quais o rio Jordão passava. É a porção que Gade e Rúben mais tarde pediram (32.1-32). Esse território consta nos mapas como território de Moabe, porque era dos moabitas, dos quais os amorreus tinham tomado esse trecho de terra (26), que logo depois caiu nas mãos dos israelitas (Bíblia Shedd).

29 Quemos o deus dos moabitas (1 Rs 11:7; Jr 48:7), a quem se ofereciam sacrifícios humanos (2 Rs 3:26, 27), (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

31-35 A vitória sobre o rei de Basã. Basã é o nome do território que fica ao norte dos amorreus que veio a ser conquistado pelos israelitas e que mais tarde seria a parte mais preciosa da porção da tribo de Gade e da tribo de Rúben. Pertencia aos amonitas, descendetes de Ló, sobrinho de Abraão (Gn 19.35-38). Forma a parte mais rica do território chamado Gileade, bom para o gado. Este rei nem quis saber de mensageiros e já saiu para a batalha.

As tentativas de barrar o caminho do Povo de Deus para a terra Prometida são sugestões das ciladas que Satanás lança contra os crentes para que não entrem no gozo do Senhor, engendrando aflições aos crentes para que não sintam a plenitude da vida que Cristo deseja lhes dar aqui na terra, (Bíblia Shedd).

33 Ogue, rei de Basã O último de uma raça de gigantes (Deut. 3:11) (Andrews Study Bible).
Basã Esta era uma região famosa por suas ótimas pastagens, onde se desenvolviam grandes rebanhos, e também por suas florestas de carvalhos (Dt 32:14; Sl 22:12; Ez 27:6)  [Provavelmente a área a leste do Mar da Galiléia] (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

transjordania

Neste mapa, retirado do Atlas Biblico, se encontram muitas das referências geográficas aproximadas citadas no capítulo: Caminho do Mar Vermelho (Tamar-Elate) (4), Obote, Ijé Abarim (11), Zerede (12), Arnon (13), Hesbom (21-25), Jasa (ou Jaza) (23), Jaboque (24), amorreus (21, 26) e Jazer (32).

O Atlas Bíblico foi publicado originalmente por Carta, The Israel Map and Publishing Company, Ltd e tem seus direitos para a língua portuguesa reservados à CPAD.