Reavivados por Sua Palavra


Números 9 by Jeferson Quimelli
14 de novembro de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

Dois aspectos marcantes da vida judaica aparecem neste capítulo: a cerimônia da Páscoa e a aparição da nuvem durante o dia e a coluna de fogo durante a noite. Ambas demonstram a incrível graça de Deus. A nuvem e a coluna mostram o tipo de orientação divina pela qual todos nós ansiamos. Esta orientação era visível a todos os israelitas.

Tanto na prática judaica quanto na cristã, a Páscoa tem grande significado. Para os cristãos, a Páscoa é um símbolo da morte de Cristo. Deus criou um povo que deveria se manter separado, tanto racial, quanto culturalmente. Dessa forma, os judeus eram altamente sensíveis ao contexto familiar. Contudo, o desejo de Deus de um povo santo, separado, não significava que forasteiros não pudessem se juntar a Israel. O livro de Números deixa claro que não-judeus também eram bem-vindos para celebrar a Páscoa, desde que assim o desejassem e o fizessem de acordo com as regras do culto. Israel não deveria ser uma nação racialmente preconceituosa e com orgulho separatista.

Nós podemos ser gratos pela aceitação de Deus a todos os que vêm a Ele, não importa sua raça ou origem familiar. Por isso, louvamos ao Senhor.

Mark Sheffield
Universidade Adventista do Sul

 

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/num/9 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/9 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/num/9/
Tradução: JQuimelli/GQuimelli
Texto bíblico: Números 9
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, caps.19-20



Números 9 – Comentários pr Heber by Jeferson Quimelli
14 de novembro de 2015, 0:45
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NÚMEROS 9 – Nossa principal refeição matinal deve ser uma substanciosa reflexão espiritual. Sem ela, nossa alma empobrece, nossa esperança enfraquece e nossa fé esmorece.

Religião é relacionamento, compromisso, fidelidade… melhor dizendo, é entrega a Deus como não se entrega a mais nada. Religião é dependência total de Deus durante a caminhada para o Céu. Salvação resulta desse relacionamento.

Números 9 pode ser dividido em duas importantes partes:

1. A Páscoa como reconhecimento da necessidade de um Salvador que oferece perdão, restauração e salvação (vs. 1-14); início da caminhada após a conversão.
2. A coluna de fogo à noite e a nuvem de dia é evidência da orientação divina no deserto, mostrando a necessidade da dependência constante de Deus para avançar em santificação (vs. 15-23); a total orientação divina após a conversão é essencial.

Curiosidades: a Páscoa…

• …foi celebrada no Egito e no deserto (vs. 1-2).
• …era aberta aos israelitas e não-israelitas (v. 14).
• …era comemoração anual instituída por Deus.
• …foi instituída para ser uma festa comemorativa e instrutiva: Comemorava a libertação e celebrava o Libertador.
• …apontava para Cristo; portanto, a partir de Sua morte, “a ceia do Senhor é a páscoa cristã, paralelo do Novo Testamento à libertação de Israel do Egito” (Frank Holbrook).
• …não existe mais, pois Cristo é a nossa páscoa exclusiva na atualidade (I Coríntios 5:7).
• …era um emblema de morte para o pecado e renovação da vida com Deus, não se podia participar dela sem assimilar tais verdades à vida (vs. 6-7).
• …não poderia ser ignorada; ignorá-la implicava apegar-se ao pecado antes que a Deus. Pecado é veneno fatal! (vs. 10-13).

Desprezar a Páscoa/Santa Ceia implica desprezar sublimes orientações de Deus (vs. 8-9); O qual quer estar junto ao Seu povo para protegê-lo e guiá-lo (vs. 15-23). Deus protege àquele que permite ser guiado por Ele!

Quem se recusa participar da Santa Ceia está dizendo que prefere antes morrer com seu pecado do que viver ao lado de Deus.

Além da nuvem e do fogo como evidência da presença de Deus, Lauriston J. Du Bois observa que o povo tinha “a ordem direta do dito do Senhor [v. 18] para instruí-los enquanto viajavam”.

Servem verdadeiramente a Deus aqueles que estão dispostos a ir aonde Deus conduzir. Agir diferente é loucura! – Heber Toth Armí.



Números 9 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
14 de novembro de 2015, 0:30
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O nono capítulo nos ensina: 1) A Páscoa era uma lembrança do passado, uma realidade do presente e uma antecipação do futuro. Assim também é a Ceia do Senhor, que contém o evangelho inteiro; 2) Os problemas e as dificuldades devem ser levados a Deus em oração, v 8; 3) A orientação de Deus deve ser seguida a cada passo, seja no viajar, seja no esperar. O grande princípio é: “Segundo o mandado ao Senhor”, vv 18, 19, 20, 23; cf Jo 2.5; 4) A vontade divina para nós inclui o “onde” e o “quando”, duas coisas que revelam claramente aos fiéis que obedecem a Deus. Bíblia Shedd.

1-14 O suplemento da lei concernente à Páscoa. Todo judeu deveria observá-la, sob pena de ser excluído da comunidade israelita. Elementos da Páscoa: deveriam conter pão asmo, isto é, sem fermento; ervas amargas, como almeirão; e um cordeiro ou cabrito, cujos ossos não deveriam ser quebrados. O cordeiro pascal era a figura do Cordeiro de Deus, nosso Senhor Jesus Cristo, cujos ossos não foram quebrados, e cujo sangue foi vertido na Cruz do Calvário para a nossa redenção. Bíblia Shedd.

Quando Jesus (“nosso Cordeiro pascal”, 1Co 5.7; cf Jo 1.29) foi crucificado, foi relatado que nenhum dos seus ossos foi quebrado, em cumprimento das Escrituras (Jo 19.36). V. tb Êx 12.46; Sl 34.20. Bíblia de Estudo NVI Vida.

6-13 Um problema especial é identificado e a resposta  de Deus é dada: uma pessoa que estivesse imunda ou estivesse de viagem no tempo regulamentar da observância podia celebrar a Páscoa exatamente um mês mais tarde. Nenhuma outra pessoa, porém, podia adiar a observância da Páscoa. Bíblia de Genebra.

Note que Deus não ajustou os requisitos da Páscoa. Os padrões de santidade foram mantidos e não foi permitido aos homens participarem. Mas Deus fez um exceção e permitiu aos homens que celebrassem a Páscoa um mês mais tarde. Isso manteve os requisitos sagrados, enquanto permitiu aos homens participar da festa – uma obrigação de todo israelita. Às vezes enfrentamos impasses onde a saída mais óbvia pode nos levar a transigir com os padrões divinos. Como Moisés, deveríamos usar sabedoria e oração para alcançar uma solução adequada. Life Application Study Bible Kingsway.

7 por que deveríamos ser impedidos de apresentar a nossa oferta ao SENHOR…? (NVI). Os que tinham impureza cerimonial demonstravam o desejo ardente de adorar ao Senhor. Bíblia de Estudo NVI Vida.

10 O espírito da lei tem mais valor que a letra. O alvo da Lei é nos por em contato eterno com Deus, e Deus não deseja que algum impedimento técnico prive o homem das Suas bênçãos. Com o perverso, Deus se mostra firme e sério, especialmente quando se trata de desprezar as bênçãos que Deus derrama sobre os homens, v 13. Veja Hb 6.4-6. Bíblia Shedd.

13 eliminada do seu povo. Se isto parece ser muita severidade para tratar com alguém por faltar a um dever cerimonial religioso, é necessário não se esquecer do significado da Páscoa – o Cordeiro de Deus -, reconhecendo que quem não aceita o meio de salvação indicado pelo próprio Deus já se entregou à perdição, Mc 16.16; Jo 3.16-21, 36. Bíblia Shedd.

14 Como um rito da aliança do Deus, a Páscoa devia ser celebrada somente por membros da comunidade da aliança. Estrangeiro do sexo masculino que desejassem participar deviam aceitar as condições da aliança, deixando-se circuncidar (Êx 12.48). Bíblia de Genebra.

Deus não tinha um conjunto separado de normas para não crentes e ainda não tem hoje. A frase “Vocês terão as mesmas leis”(NVI) enfatiza que os não israelitas também estão sujeitos às ordens e promessas de Deus. Deus tornou Israel um povo singular com um objetivo especial – ser um exemplo de como uma nação poderia – e deveria – segui-Lo. Sua intenção, contudo, era que todos os povos O obedecessem e adorassem. [Ver tb Êx 12:49] Life Application Study Bible Kingsway.

15 tenda do Testemunho (ARA). A NVI traz “a tenda que guarda as tábuas da aliança”. …  isto é, as duas tábuas de pedra escritas pelo dedo de Deus e colocadas dentro da arca. A lei moral, o decálogo, era a pedra fundamental sobre a qual o judaísmo se fundamentava. A nuvem cobria a parte do santuário que continha a arca, na qual ficava a santa lei, os dez mandamentos. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 927-928.

22 ou por mais tempo. A realidade da dependência da igreja da direção pessoal de Deus é impressionante. O Senhor escolheu a rota, os lugares de descanso e o tempo de permanência em cada um deles. O sinal visível de sua presença no deserto deve ter proporcionado grande ânimo, pois fornecia um forte incentivo à fé (ver sobre a nuvem em Êx 13:21; 14:19, 20, 24; Lv 16:2; Ne 9:19). CBASD, vol. 1, p. 927-928.

23 Conforme a ordem do SENHOR. A natureza repetitiva dos v. 15-23 aumenta a expectativa da obediência completa e contínua à orientação divina no avanço de Israel pelo deserto. O papel de Moisés é mencionado para dar equilíbrio: Moisés era o agente do Senhor, que interpretava os movimentos da nuvem como sinal para os movimentos do povo. A tragédia da sua desobediência subsequente (cap. 11) é ressaltada pelo presente parágrafo a respeito da sua obediência. Bíblia de Estudo NVI Vida.

08:40 14/11/2015