Reavivados por Sua Palavra


Levítico 25 by Jeferson Quimelli
3 de novembro de 2015, 1:00
Filed under: Sem categoria

Comentário devocional:

Deus tinha um plano financeiro para lembrar a Seu povo que Ele era o seu Deus, aquEle que cuidava deles. Um ano sabático foi instituído a cada sete, onde a terra descansava e nada era plantado ou colhido. Tudo o que crescesse sem a intervenção humana poderia ser usado por qualquer um, rico ou pobre, incluindo o estrangeiro.

Se um homem que tinha uma dívida tivesse que se vender a quem ele devia, poderia ser resgatado (mesmo de um proprietário não-israelita) pela família e amigos. Mas o sétimo ano sabático era um ano jubilar e todos os escravos tinham de ser libertados.

Nunca existiu um sistema financeiro igual ao que Deus instituiu para Israel. A economia operava primariamente com base na terra, bens e serviços e não em dinheiro. Deus proibiu expressamente as pessoas de cobrarem juros dos pobres. Os escravos eram tratados como servos contratados, não como escravos.

Por causa da aproximação do ano do Jubileu a cada 50 anos, quando tudo era restituído, o valor da terra dada como pagamento de dívida se desvalorizava em cerca de 2 por cento (1/50) ao ano. Mas mesmo que seu valor caísse, o valor dos bens que ela produzia aumentava. O crescimento da população ajudava a economia e evitava tanto a extrema pobreza, quanto a riqueza em demasia. A terra, as pessoas e até mesmo os animais desfrutavam um descanso sabático. Os planos de Deus são sempre os melhores.

Deus ainda espera que mostremos bondade e compaixão para os pobres e os ajudemos em momentos de necessidade.

Dean Davis
Atlantic Union College

 

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/lev/25 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/25 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/lev/25/
Tradução: JQuimelli/GQuimelli
Texto bíblico: Levítico 25
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, caps.18



Levítico 25 – Comentários pr Heber by Jeferson Quimelli
3 de novembro de 2015, 0:45
Filed under: Sem categoria
Reavivados por Sua Palavra

Publicado por Heber Toth Armí · 2 h · Editado ·

LEVÍTICO 25 – O nosso egoísmo deve ser substituído pelo altruísmo. Nosso amor próprio deve ser alterado para amor ao próximo. Nossa pecaminosidade precisa ser mudada para santidade. Negativismo, egocentrismo, materialismo e individualismo prejudicam a saúde física, mental, e, principalmente, espiritual.

O Ano Sabático e o Ano Jubileu revelam a preocupação de Deus mais pelos seres humanos do que pela terra, embora restaurando a terra auxiliará o pecador em sua restauração do ideal divino.

O capítulo oferece orientações do Criador do Universo quanto ao:

1. Ano Sabático, o qual ocorria a cada sétimo ano (vs. 1-7);
2. Ano Jubileu, o qual ocorria a cada quinquagésimo ano (vs. 8-55);

Sobre o Ano Jubileu Moisés, inspirado pelo Espírito Santo, postou os seguintes ensinamentos nas páginas das Sagradas Escrituras:

1. Instruções referentes à aplicação do Ano Jubileu (vs. 8-22);
2. Vínculo entre restauração econômica e o Ano Jubileu (vs. 23-38);
3. Vínculo entre a libertação de escravos e o Ano Jubileu (vs. 39-55).

Sete vezes sete anos completa quarenta e nove anos; então, o próximo era o Ano Jubileu. Em vida, uma pessoa normalmente observava uma só vez a lei deste ano instituído por Deus. Na sequência do sétimo ano sabático vinha o quinquagésimo ano; assim, haveria dois anos de inatividade agrícola, descanso prolongado para o solo e para o agricultor. Que férias!

No quinquagésimo ano…

• A terra não deveria ser cultivada para plantio; ela repousaria, teria descanso, que resultaria em bênçãos nos anos futuros, produzindo muitos frutos.
• A terra voltaria a seu antigo proprietário; visava igualar a economia, destruir a ambição/ganância e impedir a propagação do materialismo no povo de Deus.
• Os escravos hebreus seriam colocados em liberdade; a finalidade era impedir que seres humanos tornassem objetos, ou meros instrumentos de trabalho, outros seres humanos.

Deus tem interesse nas pessoas carentes. Deus preocupa-Se com pessoas desprovidas de oportunidades. Deus cria estratégias para beneficiar a todos, especialmente aos mais fracos.

Deus Se interessa pelos pobres, preza por eles e atenta para ajudar-lhes. Mas, também quer salvar os abastados/ricos de egoísmo, materialismo, e todos os outros “ismos” que destroem física, psicológica e espiritualmente à raça humana.

Deus quer que os seres humanos sejam mais humanos aplicando constantemente os princípios divinos. Cada princípio revelado implica na restauração da humanidade. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



Levítico 25 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
3 de novembro de 2015, 0:30
Filed under: Sem categoria

4 a terra terá um sábado. V. Êx 23.10, 11. Os israelitas não praticavam a rotação de culturas, mas o ano de repouso (quando não havia plantios) servia a um propósito um tanto semelhante. Bíblia de Estudo NVI Vida.

8-55 O ano do jubileu. Em Ezequiel, este ano foi chamado “ano da liberdade”, Ez 46.17; parece que Isaías se refere ao jubileu quando profetiza sobre “o ano aceitável do Senhor”, Is 61.2. Se este se for o caso, então aprendemos de Lc 4.18-19 que tudo aquilo que for implícito no ano do jubileu achou seu cumprimento em Cristo, na Sua obra de desatar as cadeias do pecado humano para oferecer aos homens a gloriosa liberdade dos filhos de Deus. Bíblia Shedd.

16 O número de colheitas até o ano do jubileu determinava o calor corrente da propriedade. Bíblia Shedd.

… a venda das terras em Israel era um arrendamento até o Ano do Jubileu (ver 27.18, 23). Bíblia de Estudo NVI Vida.

A libertação das terras no jubileu não se aplica nas modernas sociedades ocidentais de hoje porque não temos possessão ancestral como a dos israelitas (ver Js 13-17). Contudo, dessa legislação podemos aprender princípios intemporais de justiça social e compaixão. Jesus vê Seu trabalho de pregação de boas novas e proclamação libertação e liberdade como um cumprimento dos princípios do Jubileu (Lc 4.18-19). Andrews Study Bible.

A maior evidência dessa observância é o fato de que Alexandre, o Grande, e mais tarde Júlio César isentaram os judeus de pagar impostos nos anos sabáticos, sobre os campos que não produziram naquela ano (Josefo, Antiguidades, xi.8.6; xiv.10.6). CBASD, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 879.

17 Uma das causas do cativeiro foi a inobservância desse mandamento. Bíblia Shedd.

22 Era necessário ter fé para agir baseado nessas afirmações e, por isso, parece que poucos praticavam estas ordenanças de maneira completa. Bíblia Shedd.

23 a terra é Minha. Embora Deus tivesse dado a terra da Palestina para Seu povo, Ele ainda era o proprietário. Os israelitas eram mordomos e não donos. CBASD, vol. 1, p. 879.

Ele [Deus] queria que Seu povo não desenvolvessem a ganância e o materialismo.Se você desenvolver a atitude que está apenas tomando conta da propriedade de Deus, você fará aos outros o que estiver ao seu alcance. Isso é difícil de fazer se você tiver uma atitude de posse. Pense em você como um gerente de tudo que está sob seus cuidados, não como um proprietário. Life Application Study Bible.

25 Se teu irmão empobrecer. Se o plano original de Deus para a terra e para a servidão tivesse sido seguido, os extremos de pobreza e riqueza seriam desconhecidos. CBASD, vol. 1, p. 880.

29-31 As casas das aldeias [“que não tem muros”] eram consideradas como parte da herança das famílias que receberam aquelas terras de Deus, na ocasião da divisão da terra. Ficavam dentro da herança da família, ou perto dela, e eram essenciais para se poder atender de perto todos os misteres agriculturais das heranças. As casas dentro das cidades podiam ter sido adquiridas para propósitos comerciais, ou por motivo do enriquecimento particular das famílias. … O ideal dos israelitas sempre era que cada um possuísse suficiente terreno, com casa, horta, pomar e curral, para seu próprio sustento. Qualquer mão de obra perita, ou qualquer viagem de negócios, seria um esforço extra para os que queriam “progredir”. Bíblia Shedd.

35-37 Deus disse que negligenciar os pobres era pecado. A pobreza permanente não era permitida em Israel. Famílias estáveis financeiramente eram responsáveis de ajudar e hospedar aqueles em necessidade. Muitas vezes não fazemos nada, não porque nos falta compaixão, mas porque somos esmagados pelo problema e não sabemos por onde começar.Deus não espera que você remova a pobreza, nem espera que você negligencie sua família para prover a outros.Contudo, Ele espera que, quando você vir alguém em necessidade, você o alcance com qualquer auxílio você possa oferecer, incluindo hospitalidade. Life Application Study Bible.

36 A lei não era necessariamente proibir todos os juros, mas ajudar os pobres. A lei não era tanto para proibir os empréstimos quanto para estimular a generosidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.

39 Não o farás servir como escravo. Um israelita que se vendesse para servir um compatriota não devia ser tratado como escravo, mas como empregado. CBASD, vol. 1, p. 880.

49 parente. Heb go’el, que tem dois sentidos: 1) Redentor, alguém que liberta mediante um pagamento; 2) Vingador, alguém que exigia a prestação de contas por algum dano feito. em ambos os casos, o go’el era um parente próximo, que cuidava dos interesses da família. Bíblia Shedd.

50 jornaleiro (ARA; NVI: “empregado contratado”; NKJ: “assalariado”) tb. no v. 6. Provavelmente com um pequeno rendimento de subsistência, que tornaria possível que ele próprio se resgatasse (v. 49). Andrews Study Bible.