Reavivados por Sua Palavra


Levítico 24 – Comentários pr Heber by Jeferson Quimelli
2 de novembro de 2015, 9:44
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LEVÍTICO 24 – Infelizmente pecadores têm dificuldades de aprender com Deus. Por outro lado, Deus aprecia ensinar, é paciente e perseverante para insistir conosco no ensino da moralidade.

Desde o início do livro Deus é o próprio Quem está transmitindo orientações diretamente a Moisés para comunicar ao povo (v. 1). As orientações a seguir são cerimoniais:

• No ministério diário do Santuário era necessário ter cuidado diário com o candelabro; significava que a luz da verdade e da presença divinas jamais deveriam se apagar (vs. 1-4);
• No ministério do Santuário deveria ter cuidado semanal relacionado com pães da preposição; no sábado, estes 12 pães eram substituídos por novos, os quais simbolizavam a dependência constante que se deveria ter em Deus como mantenedor da vida através dos alimentos dados por Ele. Cabe também aplicação espiritual: Carecemos de Cristo, o Pão da vida, para suprir nossas necessidades físicas e espirituais (vs. 5-9).

As orientações cerimoniais estão relacionadas às atividades dos ministros do santuário. As orientações morais aplicam-se a todo povo de Deus. A seguir, há uma narrativa real objetivando mostrar-nos a necessidade de aplicarmos os princípios de vida em nossa realidade diária.

• Um filho de uma israelita com um egípcio. O jovem era meio-israelita, meio estrangeiro. Ele agiu contra as revelações de Deus e arranjou briga/confusão/contenda; contudo, “ao invés de se arrepender, ele demonstrou ser perseverantemente impenitente”, observa Francis D. Nichol. Ele blasfemou contra o nome de Deus (vs. 10-12).
• Deus revela o que fazer com alguém que desrespeita Seu nome: Ser executado (vs. 12-24). A sentença parece demasiado grave para quem está bem acostumado com o pecado. Pecado sempre é grave e a sentença sempre é a morte. Deus não é mau e autoritário, o pecador que é negligente, displicente e irreverente. Deus corta o mal pela raiz antes que produza frutos.

“Há os que porão em dúvida o amor de Deus e Sua justiça […]. A paga que recaiu sobre o primeiro transgressor seria um aviso para os outros, de que o nome de Deus deve ser tido em reverência. Mas caso se houvesse permitido que o pecado deste homem passasse sem punição, outros se teriam desmoralizado; e, como resultado, muitas vidas finalmente deveriam ser sacrificadas” (Ellen G. White).

Respeito é bom a Deus também! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



Levítico 24 by Jeferson Quimelli
2 de novembro de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

O Lugar Santo do Santuário não tinha janelas. Para ter luz, as pessoas tinham de esmagar azeitonas para produzir óleo para o candelabro de sete ramos e Arão era responsável por manter as lâmpadas acesas. A luz tinha que ser mantida acesa dia e noite porque representava a presença de Deus entre o povo.

Nos tempos antigos, quando Deus era blasfemado, isso era uma ofensa civil, que devia ser punida. Se o perdão fosse solicitado, ele era concedido. Mas os crimes civis, tais como o desafio aberto a Deus ou assassinato, não poderiam ser resolvidos com base somente no perdão, fosse o crime cometido por um israelita ou não israelita. De outro modo, Deus sabia que as pessoas demonstrariam arrependimento para evitar a pena.

Doze pães redondos e chatos (uma para cada tribo de Israel) e dois copos contendo incenso foram colocados sobre a mesa de pão. Os pães lembravam ao povo que Deus era seu Pão da Vida. Estas instruções nos contam que Deus nos ama e nos lembram do que Ele é para nós. Estes símbolos nos informam que Deus está sempre conosco e é nosso alimento espiritual, sustentando nossa própria vida.

Dean Davis
Atlantic Union College

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/lev/24 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/24 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/lev/24/
Tradução: JQuimelli/GQuimelli
Texto bíblico: Levítico 24
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, caps.18

 



Levítico 24 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
2 de novembro de 2015, 0:30
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2 que tragam azeite puro de oliveira, batido. O azeite comum era produzido em uma prensa, mas o óleo para o santuário era batido. As azeitonas eram cuidadosamente lavadas e todas as impurezas, folhas e galhinhos, removidos. Os frutos eram batidos e macerados de modo que o azeite fluía por si mesmo. Isso produzia menos azeite do que o outro método, mas o resultado era um produto superior. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 875.

cozerás doze pães. Foi esse pão que Abimeleque deu a Davi e a seus homens (1Sm 21:4-6; Mt 12:3, 4). Era também chamado de “pão da Presença” e simbolizava Cristo, o verdadeiro Pão vivo (ver Jo 6:51). O pão testificava também ao povo da constante dependência de Deus em todas as necessidades, tanto espirituais quanto temporais (ver Mt 6:31-34). A mesa estava sempre posta e o suprimento de pão era renovado a cada semana. CBASD, vol. 1, p. 875.

incenso. Era colocado em duas taças de ouro;quando o pão era removido, o incenso era queimado sobre as brasas como oferta ao Senhor. CBASD, vol. 1, p. 875.

10 o filho de uma israelita. O fato de que o jovem era filho de um egípcio e que fazia parte da “mistura de gente” que subiu do Egito com o povo de Israel, indica que não lhe era permitido entrar no acampamento, nem morar nele; no entanto, o rapaz entrou. … Ao entrar no acampamento, ele tinha o propósito de armar sua tenda ali (PP, 407). CBASD, vol. 1, p. 876.

11 blasfemou o nome do Senhor e o amaldiçoou. Em hebraico lê-se apenas “o nome”; as palavras “do SENHOR” foram acrescentadas pelos tradutores. Andrews Study Bible.

Ao invés de se arrepender, ele demonstrou ser perversamente impenitente. CBASD, vol. 1, p. 876.

O terceiro mandamento proibia de usar o nome do Senhor em vão. A blasfêmia incluía o pecado gravíssimo de deliberado desprezo e desrespeito para com Jeová e para com Sua graça salvadora. Bíblia Shedd.

13 Esta punição por blasfêmia (amaldiçoar a Deus) pode parecer extrema pelos padrões modernos. Mas ela mostra quão seriamente Deus espera que tratemos nosso relacionamento com Ele. Frequentemente usamos Seus nome em juramentos ou agimos como se Ele não existisse. Devemos ser cuidadosos em como falamos e agimos, tratando Deus com reverência. Afinal, Ele terá a palavra final. Life Application Study Bible.

16 será morto. O pensamento aqui não é tanto impor uma penalidade por causa de um pecado grave: a necessidade urgente era a remoção de um foco de infecção na comunidade. O desastre desceria sobre a terra na qual o nome de Deus fosse blasfemado, onde a Majestade do Deus vivo fosse repudiada, não importando que o ofensor fosse um israelita nativo ou um estrangeiro domiciliado em Israel. Bíblia Shedd.

17-22 Este era um código para juízes, não um aval para vingança pessoal. Com efeito, isto dizia que a punição deveria ser proporcional ao crime, não ir além. Life Application Study Bible.

Não se exigia realmente um olho ou um dente, e não há evidência de jamais ter sido aplicada semelhante penalidade. … Cristo, de modo semelhante aos fariseus moderados (escola de Hilel), tinha objeções contra o uso extremista desse princípio judicial como desculpa para a vingança particular, conforme os fariseus rigorosos o aplicavam (escola de Shammai); v. Mt 5.38-42. Bíblia de Estudo NVI Vida.

19 defeito. A mesma palavra utilizada para defeitos permanentes que desqualificavam sacerdotes ao ofício e animais ao sacrifício (caps. 21-22). Infligir tal defeito era uma ofensa séria porque reduzia uma pessoa da inteireza ideal da vida. Andrews Study Bible.

22 Uma e a mesma lei haverá. Deus perdoa o pecado, qualquer que seja ele, mas crimes civis não podem se enquadrar na mesma base. Israel era uma nação e também uma igreja. Deus deu leis para ambas. … Deus conhece o coração e pode, portanto, perdoar e até mesmo esquecer. Mas se a sentença fosse suspensa mediante o arrependimento, todo criminoso alegaria arrependimento para se livrar. Se uma sentença pudesse ser anulada por se alegar arrependimento, logo todas as prisões estariam vazias. Alguns se esquecem de que, embora Deus perdoe, Ele não remove a penalidade pela transgressão. Davi pecou e se arrependeu, mas não escapou das consequências do seu pecado. O sofrimento o acompanhou durante toda a vida. … o requisito “olho por olho, dente por dente” não é algo que se possa dispor levianamente como uma ordenança do AT. É um princípio sobre o qual os governos de fundamentam. Se não houver punição par o mal, as condições estariam ainda piores do que estão. CBASD, vol. 1, p. 876.