Reavivados por Sua Palavra


Êxodo 12 – Comentários pr Heber by Jeferson Quimelli
11 de setembro de 2015, 0:45
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O remédio para qualquer desgraça causada pelo pecado é a graça, não há outro. Além disso, se diluído em legalismo ou liberalismo teológico ou outra coisa qualquer perde totalmente o efeito. Atente bem para o que diz a palavra de Deus para não aceitar palavras de pastores, padres, papas, presbíteros, bispos, doutores, etc.

A páscoa/Pessach ilustra teológica, didática e pedagogicamente o evangelho que liberta dos pesados fardos de pecados do presente e do passado, e restaura o estrago causado por ele; ela oferece um futuro a quem mal vive o presente.

A páscoa original, orientada por Deus, descrita na Bíblia, não tem coelhos nem ovos (símbolo místico da fertilidade) nem chocolates. Havia cordeiro, sangue, morte, ervas amargas e pães asmos/ázimos:

• Ervas amargas simbolizavam lembranças amargas da escravidão (v. 14);
• Sangue, carne e morte do cordeiro simbolizavam união familiar (vs. 3-4);
•Pães asmos/sem fermento simbolizavam purificação (vs. 8, 19-20).

Tudo apontava ao plano da salvação que chegaria ao seu auge quando o Cordeiro de Deus – Cristo – morresse e derramasse Seu sangue para libertar-nos de nossa escravidão do pecado, restaurando-nos e purificando-nos das agruras vividas na miséria da imoralidade; promovendo assim, união familiar, principalmente na família eclesiástica.

O salário do pecado é a morte. O anjo da morte passaria pelo Egito, mas passaria por alto (ou por cima) da casa em que alguém passasse sangue por cima da porta e nas laterais. Não existiam condições ou escolhas aleatórias de famílias; quem quisesse salvar-se deveria passar sangue nas portas da casa: seja egípcio ou israelita, bom ou ruim (v. 48).

Faraó não aceitou; portanto, sentiu na alma o que significa ignorar a graça de Deus (v. 30).

O anjo não olharia comportamento de ninguém, somente o sangue. A única recomendação era decidir passar sangue ou não. Quem submetesse às orientações divinas perceberia que a PÁSCOA comemoraria…

1. A libertação do sofrimento, da escravidão (vs. 31-33, 37-51);
2. O poder de Deus em libertar/salvar/redimir (vs. 17, 27-29).

Páscoa fala do início de uma nova vida: da escravidão à libertação, da tristeza à alegria, do pecado à santidade.

O princípio permanece válido: O único meio de livrar-se da morte é através da morte do Cordeiro de Deus: Cristo (verdadeira páscoa cristã: 1 Coríntios 5:7).

“Liberta-nos, Senhor. Reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.


2 Comentários so far
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Avatar de Tania Mara Marquardt

Deus ao insistir constantemente com Faraó para deixar Seu povo ir, endureceu o coração de Faraó, pois ele não queria a se submeter a vontade de Deus. Pois isso a seu modo de ver mostraria fraqueza e não honra. Em seu coração cresceu a rebelião, assim como no coração de Lúcifer que se achava diminuído ao se submeter a lei de Deus. Hoje nós constantemente corremos o mesmo risco, o de não ouvir a vontade de Deus em nossa vida e endurecer o nosso coração não entregando ele a Deus completamente. E isso acontece quando não abrimos mãos das coisas deste mundo (alimentação errada, filmes, estilo de vida, televisão etc.). Assim como foi com o povo Judeu na Páscoa, hoje Ele quer passemos Seu sangue nos umbrais do nosso coração, O aceitemos como nosso Senhor e Salvador e entreguemos nossa vida em Sua mãos constantemente.

Comentário por Tania Mara Marquardt

Avatar de Janai Padilha Pessoa .

Verdade o salario do pecado é a morte , eu Li muitas vezes Amo ser reavivada pelas Palavras do meu Bom Deus .!!esta palavra verdadeira !!

Comentário por Janai Padilha Pessoa .




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