Reavivados por Sua Palavra


Êxodo 8 by Jeferson Quimelli
7 de setembro de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

Nesse capítulo, Moisés novamente pede a Faraó para deixar Israel ir, para adorar no deserto. Mesmo depois das pragas de rãs, piolhos e moscas, Faraó não tem qualquer intenção de deixar o povo ir, apesar de seus próprios mágicos já não poderem mais imitar os milagres que Deus realiza em nome de seu povo.

Nos versos 9 e 10, um aspecto marcante e comum a toda a humanidade é visto na resposta de Faraó à pergunta de Moisés: quando devo pedir a Deus para remover as rãs de seus palácios, casas e cozinhas? Faraó responde como pecador rebelde que ele é: “AMANHÃ!” Dá pra acreditar?

Os cristãos de hoje (Faraó) preferem chafurdar no pecado mais um dia do que pedir a Deus para remover o pecado IMEDIATAMENTE! Não devemos criticar Faraó tão duramente quando somos tão propensos a fazer a mesma coisa que ele fez.

Seja qual for o significado de quem “endureceu o seu coração”, seja Deus (9:12) ou Faraó (8:15), o resultado ainda é o mesmo. Foi Faraó quem escolheu resistir à clara evidência do controle de Deus sobre o Egito, não deixando Israel ir.

Kenneth Matthews, Jr.
Membro do Conselho de Arqueologia
Southern Adventist University

Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/8
Tradução: JAQ/GASQ
Texto bíblico: Êxodo 8
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, caps. 3-5



Êxodo 8 – Comentários pr Heber by Jeferson Quimelli
7 de setembro de 2015, 0:45
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Deus entende o que há no coração de cada um de nós. Ele entende até o pagão. Pena que muitos de nós não entendemos nem quereremos entender o amor que há no coração do Criador.

As dez pragas revelam a paciência divina frente à arrogância humana. Há misericórdia no fato de Deus ter enviado a praga da morte dos primogênitos em décimo lugar, (poderia ter sido a terceira, ou ainda a primeira). Cada praga era um chamado estrondoso de um Deus amoroso.

Após a praga das águas converterem em sangue (no capítulo anterior), mais três pragas vieram na sequência:

1. Das rãs (1-15);
2. Dos piolhos (vs. 16-19);
3. Das moscas (vs. 20-32).

Observe os seguintes detalhes nos versos 20-32 destacados por Douglas Stuart:

• Anúncio da praga (vs. 20-23);
• A praga e sua devastação (v. 24);
• Primeira concessão de Faraó: Oferta de festa religiosa, mas dentro do Egito (v. 25);
• Moisés rejeita a primeira oferta de Faraó (vs. 26-27);
• Segunda concessão de Faraó: Permissão para uma viagem temporária ao deserto (vs. 28-29);
• Eliminação da praga, seguindo o cumprimento da promessa por parte de Faraó (vs. 30-32).

Os feiticeiros duplicaram até a praga das rãs. Na praga dos piolhos reconheceram que era, de fato, “o dedo de Deus”; contudo, Faraó ignorou (v. 19). Feitiçaria e ignorância não dão lugar para Deus. Fique longe disso!

A feitiçaria/magia/bruxaria/etc. está vinculada aos deuses falsos; à bem da verdade, é o diabo quem está por trás exercendo poder. Muitos creem que só Deus faz milagres ou atos sobrenaturais, assim Satanás ilude àqueles que buscam milagres a qualquer preço. Cuidado, atualmente a feitiçaria está mais ousada do que antes, está no púlpito de muitas igrejas.

Faraó possuía um coração duro. Quando cedia, logo se arrependia de ter cedido, voltando atrás no que havia dito (vs. 15, 19, 32). Aquele que não cede sinceramente à revelação divina firma-se na falsidade como se fosse verdade. Distorções teológicas endurecem o coração e embrutecem a mente…

Observe no texto a misericórdia divina. “Antes de ser infligida cada uma das pragas, Moisés devia descrever sua natureza e efeitos, para que o rei pudesse salvar-se da mesma se o quisesse” (Ellen G. White).

Que Deus maravilhoso! Inclinemos nossa face perante Ele para adorá-lO. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



Êxodo 8 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
7 de setembro de 2015, 0:30
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1-15 A praga dos sapos, enquanto que não ameaçadora à vida – aumentou o senso de inconveniência e urgência. Desta vez a descrição PE abreviada e não inclui a conversação entre Faraó e Moisés e Aarão (Andrews Study Bible).

3 em abundância. Literalmente, “enxame” (Andrews Study Bible).

7 Novamente os mágicos reproduzem o milagre através de truques (7:22) e enchem ainda mais a terra com sapos (Andrews Study Bible).

8-10 Rogai. Este verbo não usual, usado para oração (traduzido por “pedido” em Gên. 25:21), abre uma janela de oportunidade para faraó e sugere súplica (um paralelo ao rei Acaz em Is. 7:11-12). Faraó é deixado a escolher o momento exato do milagre (Andrews Study Bible).

15 Mesmo em face da graça divina, Faraó endurece seu coração ainda mais e não cumpre sua parte no acordo (v. 8) (Andrews Study Bible).

16-19 piolhos. O tipo de inseto referido aqui não é perfeitamente claro. Mosquitos ou carrapatos também têm sido sugeridos. A descrição da terceira praga é a mais curta e encerra o primeiro ciclo de três. É aqui que os mágicos encontram seus limites. Seus truques e mágicas não podem reproduzir nuvens de insetos perturbadores e desagradáveis (Andrews Study Bible).

19 dedo de Deus. Não necessariamente uma expressão de fé por parte dos mágicos, mas, antes, o reconhecimento da origem divina da praga (Andrews Study Bible).

20-32 O próximo ciclo de três pragas traz de volta as longas descrições, incluindo a ordem e ação divinas, um diálogo entre Faraó e Moisés e Aarão cedo de manhã (7:15; 8:20; 9:13), e uma oração por livramento em favor dos egípcios feita por Moisés. Moscas são portadoras de doenças, especialmente no contexto de peixes mortos e sapos (veja as primeiras duas pragas) (Andrews Study Bible).

22-23 Começando com esta praga, Deus distingue entre egípcios e israelitas – outro sinal da autoridade divina. Esta distinção é também feita explicitamente na maioria das demais pragas (Andrews Study Bible).

25 A oferta de Faraó não satisfaz realmente o solicitado: Israel não deve apenas sacrificar, mas servir (= adorar) o Senhor (v. 20). A negociação continua (Andrews Study Bible).

28 A segunda concessão de Faraó permite uma curta jornada, mas não uma jornada de três dias, o que seria à uma saída permanente (Gên. 30:36). Esta resposta torna claro que Faraó entendeu o pedido original de Moisés (Andrews Study Bible).

32 Mesmo Deus tendo atendido ao seu pedido, Faraó endureceu ainda mais o seu coração (4:21) (Andrews Study Bible).