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Comentário devocional:
Quão tentador pode ter sido para José, após MAIS dois anos de cativeiro, por um crime que nunca cometeu, tentar obter o favor da corte alterando e ajustando a mensagem da interpretação do sonho para que ela parecesse mais aceitável e atraente para o rei. Mas José não alterou a mensagem para cortejar o rei. Novamente vemos aqui José superar a preocupação egoísta de Judá em projetar uma imagem politicamente favorável. Isto é reforçado pela resposta imediata de José a Faraó de que ele não tinha capacidade de interpretar sonhos. Foi dom de Deus que isto pudesse ser possível.
Do mesmo modo como Potifar, José é promovido ao poder e feito igual a Faraó, exceto quanto aos assuntos do trono. Em tudo isso, não vemos qualquer sinal de restos de amargura ou maldade.
José quase foi assassinado pelos seus irmãos, foi sequestrado e vendido como escravo por eles, falsamente acusado de tentativa de estupro, aprisionado injustamente mas, mesmo assim, atribuiu tudo à providencial condução de Deus para preparar salvação para sua família da fome.
Tudo isso denota que José tinha uma fé simples e inabalável de que Deus iria, de alguma forma, resolver as injustiças ao Seu bom tempo. Tal fé permite que se tenha graça face a injustiça e maus tratos.
Stephen Bauer
Professor de Teologia e Ética
Southern Adventist University
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/41
Tradução: JAQ/GASQ
Também publicado em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/gen/41
Texto bíblico: Gênesis 41
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Caminho a Cristo, caps. 12-13
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Nas mãos de Deus até fracassos mais complexos se tornam em esplêndida vitória!
• Que expectativa para o futuro tem um filho mimado pelo pai e odiado pelos irmãos?
• Que expectativa tem um jovem de 17 anos vendido como escravo pelos irmãos?
• Que expectativa profissional tem um fiel servo de Deus que foi preso como réu?
• Que expectativa tem um presidiário eficiente que foi esquecido no fundo da prisão?
Parece ser mais fácil desenvolver verdadeira fé em ambiente pagão que num ambiente onde se vive um sincretismo religioso. É possível que José não desenvolvesse sua fé junto a seus irmãos na proporção que a desenvolveu entre pagãos. Estrategicamente Deus providenciou meios (até estranhos) de conduzi-lo ao Egito.
Pode-se dizer que não é na igreja onde mais nossa fé se desenvolve, mas na rotina diária, em que desafia à prática da fé. A igreja é lugar de adoração coletiva daqueles que têm fé, distante dela é onde a fé realmente se desenvolve – a quem investir em relacionamento diário com Deus!
Deus quer nossa fé livre da influência da fé sincretista, hipócrita e vazia de conteúdo. Quando Deus permite algo acontecer a Seus servos, quer purificá-los ou libertá-los daquilo que não Lhe agrada. É mais fácil apegar-se genuinamente a Deus num ambiente pagão que num ambiente meio-cristão.
Somente após o preparo divino José estava pronto para um posto nunca imaginado: Governador do Egito. Sua atitude? Exaltar a Deus! (vs. 16, 25). Após ser fiel mordomo e fiel carcereiro, agora seria fiel governador!
Guarde estes pensamentos no coração:
1. Nossa fidelidade pode custar-nos muitas coisas, entretanto Deus ocupa-se dos resultados!
2. “O relacionamento com Deus só pode verdadeiramente acontecer no contexto do engajamento com o mundo, enquanto o engajamento com o mundo só pode verdadeiramente ocorrer no contexto do relacionamento com Deus” (Marcelo Dias).
3. “Sofrimento, aflição, tribulação e testes – estes são dons que Deus nos dá para nosso crescimento, as pedras de pavimentação necessárias no caminho que conduz a plenitude de caráter e alegria” (Bruce Ware).
4. O que Deus faz para levar-nos à vitória é de Sua total responsabilidade! Quem quiser vencer, deve permiti-lO proceder como Ele quiser!
Deus vai além de realizar sonhos, Ele surpreende-nos com o que faz em nossa vida! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armi.
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8 Como Nabucodonosor, séculos após, Faraó não pode encontrar um intérprete de sonhos adequado (Dan. 2:10). Mas ele conseguiu contar o sonho aos especialistas (Andrews Study Bible).
14 Os rituais de se lavar, barbear e vestir geralmente marcam a transição de um estado a outro (p. ex., os filhos de Araão durante o ritual de ordenação de sacerdotes; Lev. 8:6-13) (Andrews Study Bible).
16 A resposta de José é corajosa, considerando o fato de que os faraós eram considerados deuses (Andrews Study Bible).
17-31 Apesar de longos períodos de fome serem relativamente raros no Egito devido à regularidade do fluxo anual do Nilo, sete anos de fome estão bem documentados em fontes egípcias e outras (2 Sam. 24:13) (Andrews Study Bible).
33-36 José ousa aconselhar Faraó, apesar de não ter sido solicitado a fazê-lo. Agora. Sempre marca a transição entre fato e moral da história (Andrews Study Bible).
45 Zafenate-Panéia. Uma reconstrução do nome egípcio poderia ser “meu sustento é Deus, o que vive”. Mudança de nome indica autoridade e também uma nova identidade (Dan. 1:7) (Andrews Study Bible).
Om. Isto é, Heliópolis; também no versículo 50 (Bíblia NVI). [Pelo casamento com José, a filha do sacerdote do culto ao sol se tornou adoradora do Deus vivo. O culto aos astros – que gerou a astrologia, ligada hoje ao movimento Nova Era – se opôs em todas as eras ao culto ao Deus criador. Observe o sentido da palavra Sunday].
46-52 Anos de plenitude se refletiram na vida pessoal de José: ele se casa com a filha de um influente oficial e tem dois filhos. Note que em contraste com as matriarcas anteriores, é ele quem dá nome aos filhos (Andrews Study Bible).
53-57 Uma fome regional chega como previsto, mas devido ao sábio conselho de José e sua administração, o Egito tem abundância de comida e alcança poder internacional (Andrews Study Bible).