Reavivados por Sua Palavra


Gênesis 40 by Jeferson Quimelli
20 de agosto de 2015, 4:30
Filed under: Sem categoria

Comentário devocional:

A história continua com José na prisão. O fato de Potifar ter aprisionado José, ao invés de executá-lo, mostra que ele implicitamente acreditava na inocência de José.

Dois acusados políticos são encarcerados e deixados sob os cuidados de José. Mesmo aqui seu caráter compele os funcionários acusados a confiarem nele. Ao invés de se juntar a eles em suas reclamações de autopiedade, por estarem presos sob acusações falsas, José se manteve atento à saúde emocional deles. Quando ambos têm sonhos, ele percebe a angústia e os questiona. Ele ouve seus sonhos e os interpreta.

Se as interpretações de José falhassem, sua reputação poderia ser manchada e ele poderia perder seu status na prisão, talvez até ser executado. Mas José resolutamente diz a verdade, não importa se a notícia é boa ou ruim. Ele se preocupa com a justiça, não com sua imagem. Ele não tenta manipular sua mensagem em busca de um favor no tribunal.

José, então, mostra superar Judá por não buscar proteger em primeiro lugar sua imagem, na tentação de degradar sua integridade moral. José está novamente em contraste com as conspirações e esquemas desonestos de Judá em Gên. 38.

Que possamos demonstrar a integridade de José em nossas relações com os outros.

Stephen Bauer
Professor de Teologia e Ética
Southern Adventist University
Collegedale, Tennessee, EUA

 

Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/40
Tradução: JAQ/GASQ
Texto bíblico: Gênesis 40
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Caminho a Cristo, caps. 12-13



Gênesis 40 – Comentários pr Heber by Jeferson Quimelli
20 de agosto de 2015, 4:15
Filed under: Sem categoria

Com Deus, grandes desafios da vida tornam-se grandes oportunidades de crescer na vida.

Diferentemente da teologia popular, José não sofria por ter plantado seu próprio destino criando confusão, nem lidava com consequências de uma péssima conduta; mas, porque decidira pelo certo, valorizou virtudes, decidiu não manchar seu caráter, nem violar sua consciência e, muito menos pecar contra Deus.

Considerando o jovem escravo no Egito, Charles R. Swindoll pontua: “Os tratamentos injustos, os maus-tratos, surgem de muitas formas, mas a maioria se enquadra em quatro categorias”:

1. Tratamento não merecido da família;
2. Restrição inesperada das circunstâncias;
3. Acusação injusta; e,
4. Abandono injusto.

Todos esses maus-tratos encurralaram José, enclausurando-o numa sela; onde ficou esquecido sem ter feito nada de errado. O que você faria se estivesse nesta situação?

Se estivermos com Deus, não devemos viver lamentando-nos como vítimas da situação complicada em que nos encontramos. Pelo contrário, devemos confiar piamente nEle, erguer a cabeça e esperar que Seus planos nos surpreendam.

Todo jovem que assim proceder, poderá enfrentar injustiças; entretanto, ainda que for lançado na lama da indiferença, ali ele fará a diferença. Como José, tal jovem se tornará uma bênção, ainda que seja na prisão…

• Auxiliará pessoas perturbadas, angustiadas e aflitas, como fez José aos desesperados servidores de Faraó que estavam presos (vs. 1-8);
• Tornar-se-á porta-voz de Deus em situações delicadas onde as pessoas se encontram como José na prisão que ouviu e desvendou os sonhos do copeiro-chefe e do padeiro-chefe (vs. 9-23).

Concluindo esta reflexão, considere com oração estes três pontos:

1. A pior desgraça para um jovem é viver distante de Deus, ou não perceber Deus conduzindo quando jogado injustamente numa escura e fedorenta prisão por agir corretamente.

2. Comparado à planta, o justo cresce não apenas onde for plantado, mas onde quer for jogado; ele não será espinho para ninguém, mas florescerá até mesmo distante da luz do sol para embelezar os corações áridos das pessoas.

3. É importante saber que Deus sabe o que é melhor para nós; como não era hora de José sair da prisão, pode ser que não estejamos prontos para aquilo pelo qual Deus quer nos usar; ou, ainda não chegou o momento certo!

Portanto, deixemos Deus conduzir nossa história para a vitória! – Heber Toth Armí.



Gênesis 40 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
20 de agosto de 2015, 4:00
Filed under: Sem categoria

1-4 Dois dos mais altos oficiais da corte são jogados na prisão e são servidos por José. após estas coisas. Não há indicação clara de tempo. Sabemos apenas que o período da escravidão e da prisão de José durou aproximadamente 13 anos (37:2; 41:46) (Andrews Study Bible).

3 detê-los. Eles estavam esperando a sentença de Faraó (Bíblia de Genebra).

8 Sonhos são um importante e valioso meios de revelação. A pergunta retórica de José é em si um argumento contra a religião egípcia, onde a interpretação de sonhos era uma ciência e arte altamente paga. Um escravo estrangeiro desafia o pensamento egípcio corrente: é Deus quem não somente dá os sonhos, mas também provê a interpretação (41:16, 25, 28; Dan. 2:22, 28, 47) (Andrews Study Bible).

contai-me. José reconhecia a si mesmo como um profeta (37.5-11) (Bíblia de Genebra).

11 Os copos egípcios não tinham nem hastes nem alças; pelo que, eram colocados na mão. Eis um pormenor comprovador da veracidade da narrativa (Bíblia Shedd).

12 Como intérprete, José era excepcional. Seu coração puro estava aberto para Deus, e por isso ele podia decifrar os mistérios da vida humana (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

13 reabilitará. Lit. “levantará tua cabeça”. Uma expressão hebraica que geralmente significa “restaurar a honra” ou “livrar” (2Rs 25.27; Sl 24.7). Aqui, a expressão pode referir-se particularmente a uma audiência ritual com o Faraó, na qual o servo é destacado para uma atenção especial (v. 20). Note o trocadilho no v. 19, na qual uma pequena variação no hebraico  dá o significado “tirará fora a cabeça” (talvez uma referência à execução por decapitação) (Bíblia de Genebra).

19 te tirará fora a tua cabeça. A mesma expressão hebraica utilizada no v. 13, mas com sentido completamente distinto. A previsão da morte do padeiro e os pássaros em seguida comendo o seu corpo era a pior previsão para um egípcio que acreditava numa existência contínua da alma em uma pós vida (Andrews Study Bible).

20-22 Descreve o cumprimento do sonho. Sobre a importância do “terceiro dia”, veja 22.3-6 (Andrews Study Bible).

20 Os aniversários de nascimento dos Faraós eram celebrados com grandes festas e com a libertação de prisioneiros. O copeiro chefe e o padeiro chefe eram pessoas de grande responsabilidade. Cumprir-lhes-ia exercer vigilância para que ficassem frustrados os constantes atentados contra a vida do Faraó. As evidências acumuladas contra o padeiro teriam comprovado que ele, e não o copeiro chefe, estaria seriamente comprometido (Bíblia Shedd).

22 ao padeiro chefe enforcou. Não é uma referência ao enforcamento como método de execução, mas a exibição pública do corpo depois da morte (v. 13, Dt 21.22) 20-22 Descreve o cumprimento do sonho. Sobre a importância do “terceiro dia”, veja 22.3-6 (Andrews Study Bible).

23 A ingratidão do copeiro chefe está demonstrada no fato do esquecimento a que José ficara relegado. Aquele profundo desapontamento de José, pois que teve de continuar naquela prisão por mais de dois anos, Deus o tornou útil (pois ele não o haveria de esquecer) fazendo-o ainda mais capacitado para a oportuna exaltação a primeiro ministro. Digno de comparação é o caso dos quarenta anos que Moisés passara no deserto de Midiã, aguardando o tempo que Deus havia estabelecido para constituí-lo líder do povo de Israel na libertação do Egito (Bíblia Shedd).

O esquecimento do mordomo chefe lembra-nos de nosso vergonhoso esquecimento do Redentor, que nos tirou do fundo do poço e nos remiu com Seu precioso sangue (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).