Reavivados por Sua Palavra


Gênesis 35 by Jeferson Quimelli
15 de agosto de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

Embora a história de Jacó continue até o final de Gênesis, o foco do livro muda para a história de seu filho José. Mas antes desta mudança de foco, lemos sobre três grandes perdas na vida de Jacó e duas significativas interações entre ele e Deus.

A primeira perda é a morte de Débora, membro da família de Jacó, pessoa muito amada (v. 8). A outra grande perda é a de Isaque (vv. 28-29). No período entre esses dois falecimentos, a morte de Raquel é a maior perda de Jacó, ao dar à luz Benjamin (vv. 16-20). Uma dor de cabeça adicional é a violação de Bila por Ruben. De modo semelhante aos crentes de hoje, Jacó passou por sofrimentos e tragédias tão comuns a todos os que vivem neste planeta caído.

Contudo, em meio ao sofrimento e perda, Deus lembra a Jacó (assim como lembra a nós) que Ele nunca se esqueceu dele. Deus lembra Jacó de Sua presença junto à escada em Betel e chama Jacó a voltar para aquele lugar (v.1). No caminho, Deus provê proteção sobrenatural (v. 5) [sem dúvida, necessária após os eventos do capítulo 34]. Uma vez em Betel, Deus aparece novamente a Jacó, renova as promessas feitas à família e lembra Jacó do seu novo nome, Israel (vv. 9-12).

Deus é fiel, a despeito das incertezas da vida, das perdas que sofremos, e até mesmo dos nossos pecados que trazem dor para nós e nossas famílias.

Douglas Tilstra
Southern Adventist University

Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/35
Tradução: JAQ/GASQ
Texto bíblico: Gênesis 35 
Comentário em áudio 
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Caminho a Cristo, caps. 10-11
Leituras da próxima semana do programa Crede em Seus Profetas: Caminho a Cristo, caps. 12-13



Gênesis 35 – Comentários pr. Heber by Jeferson Quimelli
15 de agosto de 2015, 0:45
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Existem coisas que são obvias que desagradam a Deus; contudo, pelo fato de agradar pretensões pervertidas do pecador, tais coisas, geralmente, acompanham aos servos do Senhor. Consequentemente, carecemos de reavivamento e reforma.

1. Quando determina-se radicalmente encontrar-se com Deus de todo coração, cada pecador sabe no íntimo como realmente age o adorador diante do Senhor. Jacó prontamente pediu à família que se livrasse e se purificasse dos ídolos para entrar na presença de Deus: Trocaram roupas, tiraram ornamentos e enterraram ídolos/deuses (vs. 1-9);

2. Quando o pecador reconhece Deus como Senhor e aceita servir-Lhe, Deus faz (ou renova) uma aliança com ele. Para Jacó, Deus…

• Reiterou o novo nome, Israel, apresentado em Gênesis 32:28 para lembrar-lhe sua transformação e seu compromisso (vs. 9-10);
• Revigorou sua promessa de torná-lo pai de uma multidão de nações (v. 11);
• Renovou a promessa de dar a seus descendentes a terra que fora prometida a Abraão e Isaque (v. 12).

3. Mesmo após ter experiência real, concreta e sobrenatural com Deus, coisas ruins acontecem, pois o mundo é mau (vs. 13-20). Raquel, a amada de Jacó, veio a óbito em sua segunda gestação. Contudo, teve tempo dar ao bebê o nome de Benoni, mas Jacó alterou para Benjamim (vs. 13-20);

4. Mesmo quem amadurece seu relacionamento com Deus e passa por reavivamento e reforma familiar, enfrentará agruras neste mundo vil. O pecado estava bem vivo nesta família. Rúben teve um caso com a concubina de seu pai. Isaque faleceu com 180 anos de idade; Jacó esteve em seu funeral, mas nunca mais viu sua mãe (vs. 21-29).

Aplicação:

Há muitos que preferem criar deuses transportáveis, que podem até ser roubados e mesmo enterrados, do que abrir mão de suas tralhas espirituais para adorar e servir ao Deus verdadeiro.

Santificar-se exige renúncia daquilo que nos separa de Deus. A vaidade é o maior ídolo da atualidade, ou sempre foi. Além dos ídolos/deuses, a família de Jacó abriu mão de roupas impróprias e ornamentos do corpo para encontrar-se com Deus. Reavivamento está ligado intimamente com reforma.

Distante de Deus, achamos que artigos de vaidade (pulseiras/pingentes/correntes/brincos/argolas/piercing/etc.; unhas pintadas/adesivadas/coloridas/etc.; maquiagens/batons/cabelos tingidos/luzes/tatuagens/etc.; roupas caras/indecentes/extravagantes/etc.) não têm nada a ver com fidelidade. Não é? (embora sejam um tipo de idolatria)…

“Reaviva-nos radicalmente, Senhor!” – Heber Toth Armí.

Impul


Gênesis 35 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
15 de agosto de 2015, 0:30
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sobe a Betel. Jacó tinha um voto a cumprir (28.20-22; 34:1-31). A revelação de Deus em Betel (vs. 9-13) reitera as promessas da aliança com Abraão, que anteriormente havia adorado em Israel.  Bíblia de Genebra.

Jacó temia que o traiçoeiro massacre dos siquemitas feito por Simeão e Levi levasse à represália por parte de outras tribos cananéias vizinhas. O idoso patriarca parece ter refletido sobre o horrível ato e suas esperadas consequências, sem saber o que fazer ou para onde se voltar. Em sua perplexidade, Deus apareceu uma vez mais e o instruiu quanto a como proceder para proteger sua família. Jacó deve ter se sentido feliz com a certeza de que o mesmo braço divino que o havia escudado contra a ira de Labão e a inimizade de Esaú continuaria a protegê-lo e preservá-lo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 433.

A palavra fugias é significativa porque Jacó estava outra vez fugindo para salvar sua vida (cf 34.30). Bíblia Shedd.

2 Lançai fora. O arrependimento envolve a renúncia de qualquer coisa que impeça ou atrapalhe a adoração e o culto a Deus. A exigência primária da aliança é a lealdade exclusiva a Deus (Êx 20.3-5; Js 24.24; Jz 10.16). Bíblia de Genebra.

4 deram a Jacó. Jacó recobrou sua liderança espiritual sobre a família (30.2, nota; 34:1-31, nota [Ao invés de morar em Siquém (33.18-19), talvez Jacó devesse ter cumprido o seu voto feito em Betel (28.22; 31.13; 35.1). Não há a menção de Deus neste capítulo e nem de separação da idolatria (35.1-5), um comentário triste a respeito da liderança espiritual de Jacó]). Bíblia de Genebra.

argolas  das orelhas. Estes brincos eram amuletos associados com cultos pagãos. Bíblia de Genebra.

Os pendentes eram usados por ambos os sexos e pelas crianças (Êx 32.2). Alguns pendentes eram usados por motivos de idolatria, como amuletos (cf Is 3.20) e, portanto, impunha-se que fossem removidos nessa ocasião. Bíblia Shedd.

terror. Destaca a proteção especial de Deus em um ambiente de crescente hostilidade (ver Êx 15:14-17). Andrews Study Bible.

A proteção de Deus sobre a família de Jacó através de um pânico induzido (cf Êx 23.27; Js 2.9) foi necessária porque a sua reputação havia mudado de pacíficos pastores (34.21) para vorazes guerreiros (34.30). Bíblia de Genebra.

edificou ali um altar. Jacó finalmente cumpriu seu voto ao Senhor (28.20-22). Ao construir este altar, a família patriarcal reconheceu as promessas da aliança e consagrou a Terra Prometida. O culto regular seria crucial se eles quisessem manter a separação religiosa dos cananeus vizinhos (cap. 34; Nm 25.1-3 e notas). Ver 12.7, nota; 13.18; 22.9; 32.20.  Bíblia de Genebra.

16 Efrata. O nome mais antigo de Belém (cf. v. 19, em Judá). Bíblia de Estudo NVI Vida.

18 alma. O significado da palavra hebraica é “vida” (9:4-5; Jó 2:4, 6). O texto simplesmente diz que Raquel morreu.  Andrews Study Bible.

Benoni. “filho da minha dor”. Benjamim. “Filho de mão direita”. Bíblia Shedd.

O nome [Benjamim] também pode significar “filho do sul” – distinguindo-o dos demais filhos que nasceram no norte.  Bíblia de Estudo NVI Vida.

Os hebreus geralmente descreviam direções com base em uma pessoa olhando para o oriente [leste] – a mão direita, consequentemente, pontava para o sul. Bíblia de Genebra.

22 O arrogante ato de Ruben em se deitar com a concubina de seu pai terá futuramente paralelo no ato de Absalão (2Sm 16:22). Muito provavelmente ele desejava assegurar sua posição de liderança sobre o clã e seu direito de primogênito e mostrar seu descontentamento com a falta de amor de Jacó por Lia, sua mãe. Andrews Study Bible.

Este último golpe foi ainda mais amargo e devastador que a morte de Raquel ou a violação de Diná. CBASD, vol. 1, p. 437.

O ato de Rúben foi uma reivindicação arrogante e prematura de seus direitos como primogênito – no caso, o direito de herdar a concubina do pai. Por causa disso, perderia a condição legal de primogênito (ver 49.3, 4; 1Cr 5.1). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Pelo seu pecado, Rúben foi privado de sua posição de primogênito (48.1, nota) e de sua liderança (49.3-4; Dt 22.30), que Judá, o quarto filho de Lia, viria a assumir (49.8-10)

27-29 A informação da morte de Isaque encerra as histórias de Isaque e Jacó. Com base na cronologia interna [à Bíblia], Isaque viveu aproximadamente mais doze anos após José ter sido vendido à escravidão. Isaque morreu após uma vida plena (25:7-11) e com toda a família de Jacó à sua volta. Andrews Study Bible.

Seu obituário é inserido antes do momento real de sua morte para evitar interromper a história de José. CBASD, vol. 1, p. 438.

Isaque aparece novamente na narrativa(28.5). Sua jornada terminou tendo ele um grande número de anos, mas Deus o deixou depois que tentou impedir Seus propósitos na bênção (25.19, nota [Depois que Isaque tenta obstruir a bênção de Deus sobre Jacó (cap. 27), não se ouve nada mais acerca dele até a sua morte (35.27-29)]. Bíblia de Genebra.