Reavivados por Sua Palavra


Gênesis 31 – Comentários pr Heber by Jeferson Quimelli
11 de agosto de 2015, 22:51
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Ambição, inveja, egoísmo, interesse próprio, tirar vantagem fazem parte do coração natural que ilude, manipula e engana. Ganância, rivalidade e maldade caracterizam o coração daqueles que estão chafurdando no pecado, ignorando o perdão divino e desprezando o plano de salvação.

1. Labão explora seu genro Jacó, o qual é motivado a fugir da casa do sogro com tudo o que tem (vs. 1-21);
2. Labão persegue a Jacó até encontrá-lo, mas nada impede os propósitos de Deus de se cumprirem (vs. 22-55).

Jacó vê a si mesmo em seu sogro. Olhar para o sogro era o mesmo que olhar-se no espelho. Quando olhava ao sogro, ele via “alguém tão desejoso de enganar, tão desejoso de atingir os próprios objetivos, tão desejoso de fazer negócios quanto ele próprio” observa o teólogo Paul R. House.

As pessoas enfrentam dificuldades quando convivem com alguém que tem os mesmos defeitos. Há intolerância quando percebe-se nos outros os próprios defeitos. Contudo, Deus usa isso como espelho para levar-nos a reconhecer e abominar nossos erros, embora custe entender isso.

Contudo, Deus estava no controle, mexendo os pauzinhos a fim de revelar seu plano de salvação à família de Jacó e ao mundo. Deus cumpre o que prometeu a Abraão, mas Jacó deveria voltar à terra de seus pais (vs. 2-5). Deus está com Seus filhos ainda que estes não O buscam.

Após 20 anos com Labão, após ser enganado no casamento e ter trabalhado o dobro pela esposa Raquel, após ter o salário alterado 10 vezes para pior, Jacó fugiu cheio de mágoa. Deus providenciou forma de resolver as diferenças com o sogro. Jacó partiu com os problemas resolvidos (vs. 33-49) – Deus é perito em resolver problemas, confie nEle!

Graça é bênção imerecida. Deus opera em pessoas que merecem punição, mas oferece bênçãos. Aquele que precisa de salvação precisa experimentar, primeiramente, as bênçãos de Deus, a fim de aceitar o plano da salvação que visa libertar da condenação.

• Assim como Deus agiu na família de Jacó, está atuando em nossa família – a demora é devido a nossa teimosia.
• Deus usa vários métodos a fim de mostrar-nos quão mal somos; um deles é colocar-nos diante de pessoas com nossos defeitos.
• Deus nos cuida, independentemente de nossas falhas.

Arrependamo-nos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



Gênesis 31 by Jeferson Quimelli
11 de agosto de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

A história de Jacó deixando Labão e indo para casa após 20 anos no exílio é uma história de “retorno” em muitos níveis. Jacó está retornando para casa, em Canaã. Ele está retornando para enfrentar Esaú e sua traição contra seu irmão. Ele está retornando a Betel e ao lugar em que ele conheceu Deus quando entrou em exílio. Ele está retornando para a terra cheia de todas as promessas de Deus para ele e sua família. Mais importante ainda, Jacó está retornando a Deus e entrando em uma profunda confiança nEle, mais do que nunca.

Esta história ainda é marcada pelo medo, trapaças, roubo, mentira, raiva, acusações, discórdia familiar e fuga à dificuldade. Esta ainda é uma família problemática. No entanto, é uma família problemática com nova direção. Jacó não é mais tão passivo sobre as necessidades de sua família. Ele está agindo com base no que ouve de Deus. Ele convida a Raquel e Lia para fazer parte da decisão de partir para Canaã. Quando ameaçado por Labão, Jacó é franco, mas respeitoso com seu sogro. Os dois homens experimentam em certo modo a reconciliação, embora partindo, cada um, para caminhos diferentes. Jacó está finalmente livre da influência do mal de Labão. Jacó em breve será também liberto do mal interno que tanto poluiu sua vida.

Jacó deixa Labão para enfrentar Esaú. Pouco sabe Jacó que antes de enfrentar o seu pior medo ​​(um enfurecido Esaú), ele enfrentará um terror inimaginável junto ao rio Jaboque (luta face a face com Deus). Será o encontro decisivo de sua vida, o encontro que o renomeia e o define como a nação de Israel. Este encontro definirá a obra de Deus para a vida de Jacó e para as vidas de todos os que seguem atrás dele na fé.

Douglas Tilstra
Diretor de Liderança Exterior e Educação
Southern Adventist University

 

Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/31
Tradução: JAQ/GASQ
Texto bíblico: Gênesis 31 
Comentário em áudio 
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Caminho a Cristo, caps. 10-11



Gênesis 31 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
11 de agosto de 2015, 0:30
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1-55 Em cumprimento à sua promessa em 28.15, O Senhor levou Jacó de volta à Terra Prometida com grande riqueza às custas e Labão e acima da oposição do mesmo (v. 42). Deus permaneceu firme às suas promessas, apesar das maquinações de Jacó e da idolatria pagã de sua casa (v. 19; 28.20) (Bíblia de Genebra).

1-3 Jacó “ouvia”, “reparou”, e, então, Deus falou. Todos os sentidos dispararam o alarme da mudança da situação. Os filhos de Labão, que aparecem pela primeira vez na história, reclamam do estrangeiro (Andrews Study Bible).

3 Torna à terra. A partida de Jacó e seus filhos de Padã-Arã prenuncia o êxodo das doze tribos de Israel do Egito; eles vão em resposta a um chamado de Deus para adorar na terra de Canaã (vs. 3,13; cf Êx 3:13-18); eles despojam o inimigo de sua riqueza (v. 9; cf Êx 12:35-36); eles são perseguidos por forças superiores e salvos por intervenção divina (vs 21-42; cd Êx 14:5-31). Estes exemplos do Antigo testamento, por sua vez, apontam para a peregrinação do Novo Israel, a igreja (1Co 10-1-4) (Bíblia de Genebra).

4 Então, Jacó mandou vir. Jacó finalmente começou a responder a Deus com pronta obediência (cf 12.4; 17.23; 22.3) (Bíblia de Genebra).

4-15 Esta é a primeira vez que Lia e Raquel concordam com um plano de ação. O retorno a Canaã não é somente uma necessidade (devido à alteração das condições), mas também uma resposta à ordem de Deus, que (como sempre) é seguida de uma promessa divina (ver 12:1-2) (Andrews Study Bible).

7 dez vezes. O número dez significava plenitude; Jacó talvez esteja deplorando a magnitude da desonestidade de Labão (Bíblia de Genebra).

9 Deus tomou. Através de seu comportamento desonesto para com Jacó, Labão ficou sujeito à maldições da aliança (12.3; 27.29) (Bíblia de Genebra).

15 consumiu tudo o que nos era devido. Esta frase ocorre em contextos sociais semelhantes nos textos mesopotâmicos de Nuzi (c. 1500 a.C). legalmente, pelo menos parte da compensação recebida pelo pai quando cedia a filha em casamento deveria ser dada à própria filha (Bíblia de Genebra).

17-21 Note a descrição completa da visão divina, comparada à breve visão no v. 3 (Andrews Study Bible).

19 ídolos do lar. Ídolos pequenos, portáteis, associados frequentemente com deuses ancestrais ou padroeiros. Estes ídolos domésticos eram muito importantes, e seu desaparecimento significava problemas. Uma vez que eles eram parte da herança, pode ser que Raquel os considerava como seu direito de herança – especialmente considerando que elas não tinham recebido nada (vs. 14-15) (Andrews Study Bible).

Os ídolos, que Raquel furtara, eram “terafins”, ou “deuses domésticos”, pertencentes a Labão (cf 30). Os tabletes de Nuzi indicam que os “terafins” provavam então, que os possuidores eram os legítimos herdeiros. É provável que Labão não tivesse nenhum herdeiro varão ao tempo da vinda de Jacó para sua casa. Uma vez casado com suas filhas, Jacó deveria, naturalmente, ser admitido como filho adotivo e herdeiro. Entretanto, posteriormente nasceram filhos a Labão (31.1) e os costumes de então estabeleciam que os filhos tivessem precedência sobre os adotivos. Transparece, na descrição dos fatos, que Raquel estava determinada a tudo fazer no sentido de que se mantivessem os direitos do esposo e dos descendentes. Jacó estava na plena ignorância dos atos de Raquel. Ele deveria estar consciente do direito de primogenitura em sua própria família, isto é, de Isaque (Bíblia Shedd).

23 seus irmãos. Labão tinha superioridade militar [cf. v. 29] (Bíblia de Genebra).

24 veio Deus. Deus soberanamente protegeu Jacó, assim como tinha feito com Abraão (12.17; 20.3) e Isaque (26.8) (Bíblia de Genebra).

25-42 O diálogo entre Labão e Jacó é cheio de acusações e suposições. Labão foi muito longe para encontrar seus ídolos caseiros, mas não pôde encontrá-los devido à esperta ação de Raquel. De acordo com as leis posteriores sobre menstruação (Lev. 15:19-23), uma audiência judia poderia ver o humor implícito: Raquel, argumentando menstruação, estava, na verdade, ridicularizando estes deuses (Andrews Study Bible).

27 alegria… harpa. Novamente, Labão apelou para o costume (cf 29.26), desta vez reclamando que o ritual costumeiro de despedida não havia sido seguido (cf 24.60) (Bíblia de Genebra).

35 regras das mulheres. O período menstrual. A lei mosaica vai, mais adiante, especificar que as mulheres nessa condição eram cerimonialmente impuras (Lv 15.19-24). Assim como no cap. 27, o filho mais novo havia enganado seu pai (Bíblia de Genebra).

39 sofri o dano. De acordo com as leis antigas que especificavam as responsabilidades dos pastores, como as que estão no código de Hamurábi (c. 1750 a.C.), Jacó não deveria ser responsável pelas perdas (Bíblia de Genebra).

38-41 Jacó conseguiu excelente folha de serviços, como pastor de ovelhas. O Código de Amurabe (contemporâneo) estabelecia que o pastor teria de fornecer uma lista dos animais que lhe fossem confiados. Alguns poderiam ser usados para alimentação; ele não ficava responsável pelos que fossem devorados pelos leões ou mortos pelos raios. Do pastor, porém, esperava-se que devolvesse o rebanho com razoável incremento e que pagasse em dobro as ovelhas que se tivessem perdido por negligência. Os versículos que seguem ficam bem esclarecido em face do referido Código (Bíblia Shedd).

43-55 A despeito da atitude agressiva de Labão, Jacó e seu sogro entram em concerto que resolve a questão entre eles. Uma pedra é estabelecida como uma coluna (28:11, 18; 35:14,20), e uma pilha de pedras é juntada. Seu nome é incluído tanto em aramaico (a provável língua de Labão) e em hebraico, para funcionar como testemunha (Andrews Study Bible).

42 O Temor de Isaque, ou “aquele que atemoriza Isaque” (Bíblia de Genebra).

O comportamento decisivo apresentado por Jacó em sua amarga argumentação, consistia em asseverar que Deus tinha pronunciado uma sentença e condenado os atos de Labão. Tal maneira de arrazoar levou Labão a propor o estabelecimento de uma aliança com Jacó (cf v. 44) (Bíblia Shedd).

43 tudo que vês é meu. A reivindicação de Labão mostra que o temor de Jacó era justificado (v. 31) (Bíblia de Genebra).

46 A antiga praxe de tomar uma refeição para firmar um compromisso é bem conhecida. Posteriormente, oferecia-se também um sacrifício, o qual se fazia acompanhar de uma festa de ação de graças (54). mediante a participação no sacrifício e os compromissos mutuamente assumidos, não se podia admitir nenhuma violação (cf também 26.30) (Bíblia Shedd).

47 Jegar-Saaduta, frase aramaica que significa “monte/pilha do testemunho”. Galeede [Gileade] é palavra hebraica equivalente (Bíblia Shedd).

49 Mispa, “posto de vigilância”. A ereção de uma coluna ou “monte” tinha por objetivo indicar que ficava estabelecida uma linha divisória através da qual nenhum dos compromissados haveria de passar com intuitos hostis (Bíblia Shedd).

50 tomares outras mulheres além delas. A família de Tera dava valor à estrutura familiar, em contraste com os cananeus (24.3-4; 26.34-35; 27.46; 28.9). Esta proibição era comumente encontrada em contratos de casamento do antigo Oriente Próximo (Bíblia de Genebra).

53 O Deus de Abrãao… Naor… pai. Labão, o pagão, aparentemente considerava o Deus de Abraão como um dos deuses de sua família. Tera, o pai de Abrão e Naor, foi provavelmente um adorador da lua em Ur (11.27; Js 24.14) (Bíblia de Genebra).

54 Irmãos nesta passagem poderá ter a significação de parentes próximos referindo-se, provavelmente, aos filhos de Labão. O termo “filhos” em hebraico (55) não raro inclui todos os filhos e, neste caso, os netos de Labão. Pelo menos nesta fuga, Jacó não deixara um parente ou irmão tão ofendido que precisaria temer por sua vida, como foi no caso de Esaú. Foi uma lição de fé para Jacó, ouvir como Deus tinha advertido a Labão para não vingar-se. Não foi a astúcia de Jacó, mas o cuidado de Deus que o salvara (29.31) (Bíblia Shedd).