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O que Deus mais quer que saibamos é sobre a salvação; em contrapartida, Satanás faz tudo para impedir-nos de entender tão precioso e relevante assunto.
O Evangelho antes do “Evangelho” foi sempre o mesmo. A graça, antes de sua plena manifestação na cruz foi sempre a mesma. No Antigo Testamento o método de salvação tinha a mesma forma e o mesmo endereço, só a didática era diferente!
Neste relato do “sacrifício” de Isaque, o filho da promessa, por seu pai Abraão, o pai da fé, observamos estes três importantes pontos:
1. Didaticamente Abraão representava a Deus Pai (vs. 2-3, 16);
2. Didaticamente Isaque prefigurava a atitude de Jesus, o Deus Filho (vs. 6-10);
3. Didaticamente o cordeiro simbolizava o sacrifício de Cristo (vs. 8, 13-14).
Abraão era pecador e deveria pagar com a vida o preço de seu pecado. Isaque era pecador e deveria pagar com a vida o preço do seu pecado. Nós somos pecadores e devemos pagar com a vida o preço de nosso pecado. Assim como Isaque deveria morrer de verdade, também deveria Abraão e cada um de nós.
Assim como câncer não se cura com aspirina, pecado não se cura com qualquer coisinha simples. Obediência, práticas, rituais e cerimônias religiosas não podem, de forma alguma, curar a desgraçada doença do pecado. Contudo, para Deus a pior doença tem cura.
Cada pecador deste mundo deveria morrer – o que está ilustrado em cada sacrifício do Antigo Testamento. Como Isaque, deveríamos estar sobre o altar de sacrifícios, mas Cristo, o Cordeiro de Deus, assumiu nosso pecado. Nossos terríveis pecados levaram Jesus à morte. O preço foi alto demais, altíssimo!
Isaque era extensão da vida de Abraão. Se Isaque morresse sem filhos implicava também a morte de Abraão. Mas ambos tiveram a oportunidade de viver, devido à morte de um cordeiro substituto, o qual apontava para Cristo. Assim como o cordeiro inocente assumiu o lugar do culpado, Jesus assumiu nosso lugar.
Assim como o cordeiro morreu em lugar de Isaque, Jesus morreu em nosso lugar. Portanto, em Cristo, e somente através dEle, seremos livres da condenação. Assim como Abraão entregou seu filho, Deus nos entregou o Seu – o verdadeiro Filho da Promessa. Aleluia!
Conheça, experimente e viva o plano da salvação. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Publicado originalmente em: https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra
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Comentário Devocional:
Deus havia prometido a Abraão um herdeiro e descendência tão numerosa como as estrelas do céu (Gn 15:4, 5). Mas em Gênesis 22, quando o herdeiro de Abraão, Isaque, já é quase um homem, Deus ordena a Abraão que o sacrifique como um holocausto [oferta queimada].
Como alguém deve proceder quando a ordem de Deus parece contradizer à Sua promessa? No passado Abraão havia tentado salvar sua família dizendo que sua esposa Sara era sua irmã e havia tentado cumprir a promessa de Deus de um filho tendo relações com a serva de sua esposa. Mas agora Abraão está finalmente pronto para viver de acordo com o que Deus lhe havia perguntado antes do nascimento de Isaque: “há coisa demasiadamente difícil para o Senhor?” (Gên 18:14). Quando Isaque lhe pergunta: “onde está o cordeiro?”, Abraão responde: “Deus mesmo há de prover o cordeiro para o holocausto, meu filho” (Gn 22:8 NVI). E no mesmo lugar onde os sacrifícios do templo seriam oferecidos e perto de onde Jesus iria morrer para nos salvar da morte, Deus providenciou um cordeiro substituto no lugar de Isaque.
Existem duas aplicações pessoais importantes neste capítulo: “onde está o cordeiro” em sua vida? e “O Senhor proverá.” Quando as ordens de Deus parecem ser impossíveis de serem obedecidas, você está disposto a confiar na promessa de Deus? A Boa Nova de que Jesus morreu para que você possa ter a vida eterna lhe dá fé para obedecer a todos os mandamentos de Deus?
Douglas Jacobs
Professor na Southern Adventist University
EUA
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/22
Tradução: JAQ/GASQ
Texto bíblico: Gênesis 22
Leitura da semana do Crede em Seus Profetas: Caminho a Cristo, caps. 8-9
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1 prova. Trata-se, aqui, de uma prova para o fortalecimento da fé que Abraão possuía e não de uma tentação para o mal (cf Tg 1.12-15). Tal prova consistia na requisição daquilo que lhe era mais caro, aquilo que lhe era absolutamente indispensável e de maior valor (2). Esta prova, em vez de destruí-lo, traz Abraão ao cume de sua vida, seguindo a Jesus (Bíblia Shedd).
Eis-me aqui! O mesmo exemplo de Moisés (Êx. 3.4), Samuel (1Sm 3.4) e Isaías (Is 6.8). Ver também as próprias palavras de Cristo no mesmo sentido (Hb 10.7; cf Sl 40.7-8) (Bíblia de Genebra).
2 toma… oferece. O comando divino é atenuado por uma partícula de súplica (“please”) que não é refletida na tradução da Nova Bíblia King James [e na João F Almeida] (Andrews Study Bible).
teu único filho… a quem amas. Isaque é o filho amado, o único filho da promessa (25.1-18). Ismael foi deserdado e mandado embora (21.10,14), deixando Isaque como único filho de Abraão. Estes termos são aplicados a Cristo no Novo testamento (Mt 3.17, 17.5; Jo 3.16; Ef 1.6; 2Pe 1.17) (Bíblia de Genebra).
terra de Moriá. Mais tarde, este lugar veio a ser o local do templo em Jerusalém (2 Cr. 3:1). (Bíblia de Genebra).
A região montanhosa que circunda Jerusalém é a “terra de Moriá” (lit. “O mostrado por Jeová”). Abraão construiu o altar na montanha (cf v 9) onde, mais tarde, apareceu o Anjo do Senhor a Davi (2 Sm 24.16, 17; cf 2 Cr 3.1) e, subsequentemente, situara-se o templo. (Bíblia Shedd).
A distância de Berseba a Jerusalém é de aprox. 50 milhas (80 km), que corresponde a três dias de viagem (Gên. 22:4) (Andrews Study Bible).
oferece-o. Texto extremamente difícil. Sacrifícios humanos são claramente proibidos na lei do VT (Lev. 18:21; Deut. 12:31; 18:10). A referência à “prova” de Deus (Gênesis 22:1) prepara o leitor para aguardar um julgamento (Andrews Study Bible).
Em princípio, esta ordem nos deixa perplexos. Sem conhecer o que Deus realmente queria (cf. Êx 13.11-13; 22.29; 34.19-20), a ordem parece contradizer o sexto mandamento (Êx 20.13). À medida em que a narrativa se desdobra, entretanto, fica evidente que o teste era para verificar se Abraão levaria adiante a preparação para o sacrifício enquanto procurava se ater firmemente à promessa de 21.12: “porque por Isaque será chamada a tua descendência.” Abraão sabia que Deus se comprometera a manter a promessa e que Isaque, uma vez morto, não daria continuidade à linhagem da promessa. Hb 11.19 revela o segredo de Abraão: este concluiu que “Deus era poderoso até para ressuscitá-lo (Isaque) dentre os mortos” (Bíblia de Genebra).
holocausto. Sacrifício totalmente queimado (Bíblia NVI).
3 A obediência de Abraão foi imediata. Ele se levantou cedo, de madrugada. Foi exata. Foi executada em espírito de culto. Foi contagiosa, porque Isaque usou, falando ao pai, a mesma expressão que este usara para com Deus: “Eis-me aqui” (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
4 terceiro dia. Frequentemente um momento decisivo em histórias bíblicas (31:22; 34:25; Êx. 19:11; Jz. 20:30; Est. 5:1; Mat. 16:21; Mc. 9:31; Lc. 9:22, etc.) (Andrews Study Bible).
5 voltaremos. Um expressão de fé, semelhante à resposta de Abraão em Gên. 22:8 (Andrews Study Bible).
Era a firme convicção de Abraão que ele e Isaque, de fato, voltariam. Sua fé, destacada em Hb 11.17-19, se fundamentava sobre a promessa de Deus claramente proferida, “… por Isaque será chamada a tua descendência” (21.12) (Bíblia Shedd).
7 Isaque perguntou: “Onde está o cordeiro?” João Batista dá a resposta em João 1.29 (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
8 Deus proverá… o cordeiro. Este versículo é profético, tanto na experiência de Abraão, como concernente à primeira vinda de Cristo e sua morte sacrifical por nós (cf Jo 1.29 e Rm 5.8). O v 5 deixa patente que Abraão admite que Isaque haveria de voltar com ele, que por efeito de uma intervenção especial antes de oferecê-lo, quer pela ressurreição da vítima (Hb 11.19) (Bíblia Shedd).
9 amarrou. Após a construção do altar, Isaque é “amarrado” e colocado sobre o altar. Devido ao foco sobre a fé de Abraão, o autor bíblico proveu muito pouca informação sobre a reação de Isaque. Desde que ele era forte o suficiente para carregar a lenha, ele certamente teria sido capaz de resistir ao idoso pai. A amarração da vítima sacrifical não aparece em mais nenhum outro lugar no VT e dá o nome (aqedah) à história na literatura judaica (Andrews Study Bible).
10 e, estendendo a mão, tomou o cutelo. Descrição em câmera lenta do momento mais comovente de Abraão (Andrews Study Bible).
11 Abraão! Abraão! O duplo chamado a Abraão expressa urgência. Abraão tinha passado no teste, mas seu compromisso, obediência e sofrimento são somente uma sombra do imenso sacrifício de Cristo que é o verdadeiro Cordeiro que salva o mundo (Mc. 10:45; Jo. 1:29, 36; 2 Cor. 5:17-21; 1 Ped. 1:18-19). Abraão vê o cordeiro no arbusto (compare com Gên. 21:19) e o oferece “em lugar de seu filho”, uma clara referência ao concerto de substituição (Andrews Study Bible).
Foi somente no último instante que o cordeiro foi mostrado e houve a substituição. Só quando chegamos ao monte do sacrifício é que vemos o livramento de Deus. Só quando Faraó já tinha quase alcançado Israel foi que se abriu um caminho no mar Vermelho. Foi pela madrugada que Jesus veio andando sobre a água. O anjo libertou Pedro pouco antes da execução. Deus nunca chega um instante mais cedo ou mais tarde (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
12 não me negaste… o teu único filho. Há um paralelismo admirável entre o acontecimento aqui descrito e o oferecimento de Cristo por nós: 1) Ambos, tanto Isaque como Cristo, foram obedientes até à morte (observe-se o fato de que Isaque era, então, um jovem e, como tal, bem mais forte do que o era Abraão, v 6); 2) Ambos, tanto Abraão como Deus, o Pai celestial, “não poupou a Seu próprio Filho, antes por todos nós O entregou” (Jo 3.16 e Rm 8.32); 3) O cordeiro que viera a substituir Isaque é paralelo a Cristo, que se ofereceu em substituição por todos nós que nEle cremos (Hb 10.5-10); 4) Ambos, tanto Isaque como Cristo, foram restaurados (cf Hb.11-17-19). (Bíblia Shedd).
13 em lugar de seu filho. O propósito substitutivo do sacrifício é evidente e prenuncia o sacrifício de Cristo, que morreu em nosso lugar (Mc 10.45; Rm 8.32; 2Co 5.21; Tt 2.14) (Bíblia de Genebra).
14 O SENHOR Proverá. Lit “Jeová-Jireh“. É a mesma expressão que Abraão usou no v 8 (Bíblia Shedd).
A palavra hebraica aqui traduzida por “proverá” significa “ver” ou “prover” (usada nos vs. 4.8, 13-14). O nome que Abraão dá ao lugar demonstra que ele percebe a revelação do propósito salvífico deDeus (Bíblia de Genebra).
16 Jurei, por mim mesmo. Deus reforça a certeza da Sua promessa infalível deste juramento (15.8-21; 22.17; Hb 6.13-18). Enquanto os serres humanos pecadores e falíveis juram por uma autoridade maior do que eles mesmos, Deus, o Ser e Autoridade Supremos, jura por si mesmo (Hb 6.13) (Bíblia de Genebra).
não me negaste o teu único filho. A ação de Abraão aponta para a provisão de Deus de “seu único filho” como o sacrifício final pelo pecado (Jo 3.16; Rm 8.32) (Bíblia de Genebra).
17 descendência como as estrelas… a areia. Tão somente neste (sic) século XX é que a correlação exata existente entre o número de estrelas e grãos de areia se tem tornado conhecida. Enquanto se sabe que, somente cerca de trezentas estrelas são visíveis a olho nu, a invenção de telescópios capazes de atingir a mais de um bilhão de anos-luz através do espaço, tem permitido a certo cientista de renome, afirmar que o número total de estrelas equivale ao número de grãos de areia existentes em todas as praias do globo. Entretanto, não é pelo número dos descendentes de Abraão que o mundo haveria de ser bendito (8), mas sim, mediante o descendente único, isto é, Cristo (cf Gl 3.16) (Bíblia Shedd).
20-24 Uma breve nota genealógica prepara o caminho para o cap. 24 e à importante questão de encontrar uma esposa adequada ao filho prometido (e redimido) (Andrews Study Bible).
Esta seção final do relato de Tera fornece a transição da liderança patriarcal deAbraão para Isaque (2.4). Ela narra a morte de Sara (cap. 23), o casamento de Isaque com Rebeca (cap. 24), a exclusão de outros filhos de Abraão, deixando Isaque como único herdeiro, (25.1-6) e a morte de Abraão (25.7-11) (Bíblia de Genebra).