Reavivados por Sua Palavra


Jó 14 – comentários by Jeferson Quimelli
10 de julho de 2013, 11:44
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O profundo discurso de Jó neste capítulo ilustra uma grande verdade: ter um conjunto correto de doutrinas não é suficiente. Ter conhecimento do que acreditar não é tudo que é necessário para agradar a Deus. A verdade não testada pela experiência da vida pode se tornar estática e estagnada. O sofrimento pode trazer uma qualidade dinâmica para a vida. Assim como a seca obriga as raízes de uma árvore a se aprofundarem em busca de água, também o sofrimento pode levar-nos da aceitação superficial da verdade para a dependência em Deus para a esperança e vida (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

7-22 O Velho Testamento não diz muito a respeito da ressurreição dos mortos. Isto não surpreende porque Cristo não havia ainda conquistado a morte. O pessimismo de Jó a respeito da morte é compreensível. O que é admirável é sua crescente esperança (14:14). Se apenas Deus o escondesse com os mortos e o trouxesse para fora novamente! Se apenas ele pudesse morrer e viver novamente! Quando enfrentamos sofrimento, temos uma vantagem sobre Jó. Nós sabemos que os mortos ressuscitarão. Cristo ressurgiu, e nós tempos esperança baseada na promessa de Cristo em João 14:19 (Life Application Study Bible Kingsway NIV).



Jó 14 by Jeferson Quimelli
10 de julho de 2013, 0:00
Filed under: ressurreição

Comentário devocional:

No capítulo 14, Jó se concentra em descrever a condição humana: ser “nascido de uma mulher”, “curto de dias” e “cheio de problemas” (v. 1). É exatamente o oposto do Jardim do Éden, onde os seres humanos foram criados e formados por Deus para viver eternamente e andar em paz com o seu Criador. Agora os seres humanos são como as rosas que desabrocham e são cortadas, e como as sombras se movem e somem (v. 2).

Jó sente que os olhos de Deus estão sobre ele e que está sob investigação e juízo (v.3). E lamenta não ter nada de bom e perfeito a mostrar, pois herdou a degeneração pós queda e possui a semente da morte no corpo, como resultado dos pecados de Adão e Eva: “Quem da imundícia poderá tirar coisa pura? Ninguém!”(v. 4).

Jó segue comparando uma árvore e o ser humano quanto à esperança de uma nova vida:quando uma árvore é cortada, parece que ela morreu, mas voltará a brotar; as águas da chuva podem renovar uma árvore seca (v. 7-9). Por outro lado, quando um homem forte enfraquece e morre, não mais retornará à sua vida anterior (v. 10).

Então Jó descreve a condição das pessoas após a morte: o homem se deita e não se levanta até que os céus deixem de existir (v. 12). Jó não acredita na imortalidade da alma, ou que uma parte do ser humano (sua alma) continue a existir após a morte.

Jó diz: “Se tão somente me escondesses na sepultura e me ocultasses até passar a tua ira! Se tão somente me impusesses um prazo e depois [na ressurreição] Te lembrasses de mim! “(v. 13 NVI).

Jó afirma que conhece a Deus e que responderá quando Deus o chamar do túmulo, pois sabe que Ele ama os seres humanos que fez (v. 15).

Por agora, o Senhor está observando os passos de Jó, mas Jó sabe que com Deus há perdão e não levará em conta seus pecados contra Ele, porque todos eles estão encerrados em um saco (v. 16).

Jó apresenta aqui em termos bastante claros o anseio pela ressurreição e pela expiação. Temas fundamentais para a humanidade e que somente vieram a ser melhor compreendidos a luz dos ensinos de Jesus que declarou: “Eu sou a ressurreição e a Vida”.

Querido Jesus,

As tocantes palavras de Jó ecoam o meu próprio anseio pela ressurreição – restauração e vida eterna, perfeição e glória. Seja minha ressurreição e minha vida. Lembre-se de mim quando vieres no Seu reino. Amém.

Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul

Trad/Adap JA/GASQ/JDS

 
Texto bíblico: Jó 14