Reavivados por Sua Palavra


Juízes 18 – sábado, 01.12.12 by Jeferson Quimelli
30 de novembro de 2012, 23:17
Filed under: Estudo devocional da Bíblia

Texto bíblico à Juízes 18

Texto de hoje do blog da Bíblia:

Lemos no primeiro capítulo de Juízes que a conquista da terra de Canaã foi incompleta (1:27-26). Esta seção narra como a tribo de Dã chegou a possuir a sua herança no norte de Canaã. No entanto, o foco da narrativa não é a conquista da cidade de Laís (mais tarde chamada Dã). A história é incluída aqui para explicar como a tribo de Dã veio a se estabelecer no norte de Israel e foi quem mais contribuiu para a ampla disseminação de uma falsa religião israelita. As tribos do norte, mais tarde, foram levadas em cativeiro pela Assíria exatamente por conta deste culto idólatra.

A narrativa de Mica e a tribo de Dã também enfatiza os temas centrais do livro de Juízes: “não havia rei em Israel” e “todo mundo fazia o que era reto aos seus próprios olhos.” O Senhor – Yahweh – deveria ser o seu Rei , mas os israelitas ignoraram, corromperam ou esqueceram de cada preceito de Sua lei com consequências devastadoras. Embora os danitas tenham sido bem sucedidos em tomar posse do novo território, não devemos confundir sucesso com a aprovação de Deus. Ambos, Mica e a tribo de Dã, sentiram que poderiam se apropriar da bênção de Deus através da criação de seu próprio centro de adoração, em oposição ao oficial, em Siló. Jônatas, o levita, justamente a pessoa nesta história que deveria ter maior conhecimento não se sente em nada incomodado com a idolatria e se mostra feliz por ter a oportunidade de ser o sumo sacerdote da religião falsa (18:20,30).

A narrativa de Mica e Dã começa com roubo e idolatria e acaba com roubo, morte e idolatria. Assim como na história de Sansão, um pecado leva a outro e as consequências morais desse círculo vicioso de pecado pioram com o tempo. Pecado gera pecado e recompensa do pecado é sempre morte.

Ao refletir sobre essa história, oremos a Deus para que nos ajude a quebrar o círculo vicioso do pecado em nossas vidas. Lembremos de que há um rei em Israel, e este rei é Cristo. Permitamos que Ele reine soberano e o pecado não encontrará lugar em nossa vida.

 

Justo E. Morales

Universidade Adventista do Sul

Trad JAQ – Rev JDS



Juízes 17 – sexta, 30.11.12 by Jeferson Quimelli
30 de novembro de 2012, 4:52
Filed under: Estudo devocional da Bíblia

Texto bíblico à Juízes 17

Texto de hoje do blog da Bíblia:

 

Nas narrativas anteriores nos foi dito repetidamente que “os filhos de Israel fizeram o que era mau diante do Senhor”. Jz. 17:6 e 21:25 descrevem a que ponto chegou a situação: “cada qual fazia o que achava mais reto.” Foram tão longe na sua rebeldia que não diferenciavam mais o que era certo e o que era errado. Os últimos capítulos de Juízes apresentam um exemplo de como isso ocorreu e quais as consequências morais (e não apenas políticas) para a nação de Israel.

 

A maioria das traduções da Bíblia dão a este capítulo o título: “A idolatria de Mica.” Nós já sabemos a partir de narrativas anteriores que a idolatria era prática generalizada em Israel durante o período dos juízes. O que é notável nessa história é o modo absurdo como os personagens acham que não estão fazendo nada de errado. O ídolo, no centro desta falsa adoração (17:3-4) é dedicado ao Senhor! E mais, o santuário do culto ilegítimo que Mica estabelece está localizado na região montanhosa de Efraim, a mesma região em que o santuário legítimo em Siló está localizado (Jos. 18). Até mesmo o levita na história parece não saber (ou se importar) que a criação de um centro ilegítimo de adoração com imagens de escultura é um problema e ele está muito feliz em ir em frente com isso (17:11). Ao empregar um verdadeiro levita, Mica considera que seu santuário não é apenas legítimo, mas agradável ao Senhor: “Sei, agora, que o Senhor me fará bem, porquanto tenho um levita como sacerdote!” (17:13).

 

As ações equivocadas de Mica trarão terão sérias consequências para a nação de Israel nas gerações seguintes. E o mais trágico é que ele não tem consciência disso. O Senhor diz: “O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o  conhecimento. Porque tu, sacerdote, rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de Mim; visto que esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos”(Oséias 4:6). 

 

Isso, certamente, é uma lição para nós,  que somos uma geração escolhida. Deus nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz para ser um sacerdócio real para Ele, uma nação santa, o povo adquirido, para fazer o que é certo e defender a sua Lei (1 Ped. 2:9 e Ap 14:12).  

 

Justo E. Morales
Universidade Adventista do Sul

Trad JAQ – Rev JDS



Juízes 17 – Mica, o levita e o ídolo by Jeferson Quimelli
30 de novembro de 2012, 3:22
Filed under: Sem categoria

A leitura de comentários bíblicos traz luz ao enredo de Juízes 17 e 18:
Esta história foi registrada quando já havia sido estabelecida a monarquia em Israel (17:6, 18:1) e descreve fatos ocorridos fora da ordem cronológica dos acontecimentos descritos em Jz. 1 a 16 (Jz. 18:1 registra que a tribo de Dã ainda não havia se apossado de sua terra), “possivelmente, durante o tempo dos anciãos que seguiram a Josué (Jz 2:6-19) … anterior ao juizado de Otniel.” CBASD, vol.2, p. 419 e 425.
“Os capítulos 17-21 distinguem-se dos demais do livro de Juízes. Não obedecem qualquer sequência cronológica. Os acontecimentos não tem indícios de data. A seção é um apêndice do livro.” Bíblia Shedd, sobre Jz. 17:1.
Uma senhora rica, provavelmente viúva, ao ver que se lhe tinham roubado 13 quilos de prata (a mesma quantia de Jz. 16:15), proferiu uma maldição sobre o ladrão, que no caso, era seu próprio filho. Este, apavorado, por medo da maldição, devolveu o dinheiro. 
As maldições estavam ligadas ao culto das divindades cananéias e eram encaradas como um agente do mal e não poderiam ser retiradas. Para que a maldição não caísse sobre seu filho, ela dedica todo o dinheiro ao Senhor, mas se arrepende e utiliza menos de um quinto do total para dedicar a Ele imagens, justamente o que havia sido terminantemente proibido em toda a Torá. Estes fatos demonstram as terríveis consequências do sincretismo religioso com as religiões cananéias, fruto da acomodação em não expulsar os moradores da terra, como o Senhor havia claramente ordenado.
“Nota-se a apostasia completa de Israel, nas áreas civil, moral e religiosa, nesta última seção do livro. … Como a estola sacerdotal [v. 5] (cf. Êx. 28:15,30), os terafins[os ídolos do lar do v. 4, Gn 31:19,30; 35:4] eram empregados na adivinhação. Este trecho marca até que ponto o povo de Deus decaíra dos princípios revelados na palavra do Senhor (cf. Êx. 20:4; Nm 3.10, etc.)” Bíblia Shedd, sobre Jz. 17:4.
O maior pecado relatado neste capítulo, entretanto, era do levita, sobre cuja tribo repousava a responsabilidade de ensinar ao povo a vontade e caráter do Senhor e para tanto estavam espalhados nas 48 cidades levíticas de Israel (Nm 35:1ss; Js 21.1ss). Israel se descuidara no sustento aos levitas (isto revela que não mais ofertavam nem dizimavam ao Senhor), o que explica a peregrinação do levita (Jz. 17:8).  
“A oferta de um salário, com moradia, roupas e comida iam além do limite de resistência desse levita (v. 11). Fica claro que as considerações materiais fundamentaram sua decisão, pois posteriormente aceita uma oferta ainda mais atraente (18.19,20)” Bíblia de Estudo NVI.
Teria sido muito melhor ao levita viver na extrema pobreza que ter sobre si a responsabilidade de validar um culto idólatra que trouxe maldição espiritual e política às tribos do norte, por dinheiro e influência. Que lição para os dias de hoje!


Juízes 17 – sexta, 30.11.2012 by Jeferson Quimelli
30 de novembro de 2012, 0:30
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico à Juízes 17
Texto de hoje do blog da Bíblia:

Nas narrativas anteriores nos foi dito repetidamente que “os filhos de Israel fizeram o que era mau diante do Senhor”. Jz. 17:6 e 21:25 descrevem a que ponto chegou a situação: “cada qual fazia o que achava mais reto.” Foram tão longe na sua rebeldia que não diferenciavam mais o que era certo e o que era errado. Os últimos capítulos de Juízes apresentam um exemplo de como isso ocorreu e quais as consequências morais (e não apenas políticas) para a nação de Israel.

A maioria das traduções da Bíblia dão a este capítulo o título: “A idolatria de Mica.” Nós já sabemos a partir de narrativas anteriores que a idolatria era prática generalizada em Israel durante o período dos juízes. O que é notável nessa história é o modo absurdo como os personagens acham que não estão fazendo nada de errado. O ídolo, no centro desta falsa adoração (17:3-4) é dedicado ao Senhor! E mais, o santuário do culto ilegítimo que Mica estabelece está localizado na região montanhosa de Efraim, a mesma região em que o santuário legítimo em Siló está localizado (Jos. 18). Até mesmo o levita na história parece não saber (ou se importar) que a criação de um centro ilegítimo de adoração com imagens de escultura é um problema e ele está muito feliz em ir em frente com isso (17:11). Ao empregar um verdadeiro levita, Mica considera que seu santuário não é apenas legítimo, mas agradável ao Senhor: “Sei, agora, que o Senhor me fará bem, porquanto tenho um levita como sacerdote!” (17:13).

As ações equivocadas de Mica trarão terão sérias consequências para a nação de Israel nas gerações seguintes. E o mais trágico é que ele não tem consciência disso. O Senhor diz: “O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o  conhecimento. Porque tu, sacerdote, rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de Mim; visto que esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos”(Oséias 4:6). 

Isso, certamente, é uma lição para nós,  que somos uma geração escolhida. Deus nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz para ser um sacerdócio real para Ele, uma nação santa, o povo adquirido, para fazer o que é certo e defender a sua Lei (1 Ped. 2:9 e Ap 14:12).  

Justo E. Morales
Universidade Adventista do Sul
Trad JAQ – Rev JDS