Reavivados por Sua Palavra


Juízes 6 – segunda, 19.11.12 by Jeferson Quimelli
18 de novembro de 2012, 22:57
Filed under: Estudo devocional da Bíblia
Texto bíblico à Juízes 6
Texto de hoje do blog da Bíblia (http://revivedbyhisword.org/en/bible/jdg/6/):
Após 7 anos de desobediência israelita e de opressão midianita, o Senhor escolheu Gideão como Seu poderoso guerreiro. A garantia dada a Gideão de vitória plena sobre os midianitas veio quando o fogo do anjo do Senhor consumiu a carne e o pão sem fermento que ele preparara como oferta.
Mas antes do livramento a idolatria deveria denunciada e abandonada. Naquela mesma noite, o Senhor exigiu obediência imediata às Suas primeiras ordens: 1) destruir o altar a Baal de seu pai, e 2) construir um altar ao Senhor.
É imperativo para a nossa saúde espiritual que nossos maus hábitos e relacionamentos sejam eliminados. Não apenas reduzidos ou  negociados com Deus, mas destruídos. Quais são os ídolos que eu tenho adorado que Deus está me chamando para destruir? Após os ídolos em nossas vidas terem sido destruídos, é igualmente imperativo que estabeleçamos novos padrões de adoração. Quais as áreas de minha vida que Deus quer que eu submeta a Ele? Que ações posso tomar para construir um novo altar de Deus na minha vida?
Brennon Kirstein
Capelão da Universidade Adventista do Sul
Trad JAQ-Rev JDS
  


Juízes 6 – segunda, 19.11.2012 by Jeferson Quimelli
18 de novembro de 2012, 21:55
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico àJuízes 6
Texto de hoje do blog da Bíblia (http://revivedbyhisword.org/en/bible/jdg/6/):
Após 7 anos de desobediência israelita e de opressão midianita, o Senhor escolheu Gideão como Seu poderoso guerreiro. A garantia dada a Gideão de vitória plena sobre os midianitas veio quando o fogo do anjo do Senhor consumiu a carne e o pão sem fermento que ele preparara como oferta. Mas antes do livramento a idolatria deveria ser denunciada e abandonada. Naquela mesma noite, o Senhor exigiu de Gideão obediência imediata às Suas primeiras ordens: 1) destruir o altar a Baal de seu pai, e 2) construir um altar ao Senhor.
É imperativo para a nossa saúde espiritual que nossos maus hábitos e relacionamentos sejam eliminados. Não apenas reduzidos ou negociados com Deus, mas destruídos. Quais são os ídolos que eu tenho adorado que Deus está me chamando para destruir? Após os ídolos em nossas vidas terem sido destruídos, é igualmente imperativo que estabeleçamos novos padrões de adoração. Quais as áreas de minha vida que Deus quer que eu submeta a Ele? Que ações posso tomar para construir um novo altar de Deus na minha vida?
Brennon Kirstein
Capelão da Universidade Adventista do Sul
Trad JAQ-Rev JDS



A Canção de Débora – a força da poesia e sua aplicação by Jeferson Quimelli
18 de novembro de 2012, 2:06
Filed under: Sem categoria

A história do livramento divino dos israelitas da opressão do rei Jabim e de seu comandante, Sísera, através de Débora e Baraque é registrado em dois capítulos: em prosa, Juízes 4, e em verso, Juízes 5.

Embora o texto de Juízes 4 seja mais claro e direto, o capítulo 5 revela as emoções envolvidas e detalhes do contexto geográfico e histórico do momento.
 
Juízes 5 se inicia com um louvor a Deus pela vitória (v. 2-5) e descreve a situação de desordem e opressão na terra antes da batalha (6-8).
São feitos elogios às tribos que participaram da batalha e reprovações àquelas que mostraram indecisão, desprezo ou covardia diante da necessidade das tribos envolvidas (14-17). 
Descreve-se a batalha (18-22), a morte de Sísera (24-27) e uma narrativa do que poderiam ter sido os momentos de ansiedade da mãe de Sísera pela demora do retorno de seu filho.
 
Nos versos 4 e 5, as referências a Seir, Edom, terremotos, remetem ao poderoso e carinhoso cuidado de Deus por Seu povo desde o êxodo.
Os tempos de paz e prosperidade na terra prometida fizeram que os israelitas se acomodassem e se identificassem com os maus costumes dos povos que deveriam ter expulsado de Canaã. Com isto, atraíram a disciplina divina levada a efeito pelo jugo canaanita. 
Os versos 6 a 8 descrevem como estava a terra logo antes da batalha: o estado de guerra e opressão tornava perigoso viajar pelas estradas de Canaã, fazendo cessar as caravanas. Os habitantes das aldeias não fortificadas as abandonaram. O ofício de ferreiro era dificultado ou proibido, impossibilitando que os hebreus tivessem lanças ou escudos.
Ao lembrar desta situação, o cântico convida os hebreus (“falai dos atos … do Senhor”, v.11) a reconhecer o livramento e paz vindas de Deus, de Quem vem se origina toda situação propícia para o bom desenvolvimento das atividades diárias.
Enquanto Zebulom, Naftali, Issacar, Efraim e Maquir (meia tribo oriental de Manassés) são elogiadas, as tribos de Rúben, Dã, Aser e Gade (ou Gileade) são especialmente repreendidas. Gade não se manifestou; Rúben demorou para entrar em consenso e reagir. Dã e Aser haviam tanto se identificado com as tribos comerciantes fenícias que perderam seu objetivo como povo. Em todas estas repreensões existem advertências quanto ao correto modo de viver os poucos anos que o Senhor nos dá sobre a terra, que deveriam exaltar o modo a justiça, amor e misericórdia de Deus;
 
Ao se reunir nas alturas (v. 18) do Monte Tabor, os israelitas puderam completar a destruição (19-22) realizada por Deus (Jz 4:15). A imagem das unhas dos cavalos se despedaçando (v. 22) revela o quadro de terror e confusão que levou os cavalos de Sísera a debandar pela planície do Quisom. 
O leito seco deste curto rio, que drena toda a chuva de uma ampla área montanhosa, revela-se especialmente perigosa para os exércitos que nele estão, principalmente se estão se locomovendo em carros puxados por cavalos, situação que é descrita no v. 21. Romanos, turcos e britânicos em épocas de guerra registraram como este terreno é traiçoeiro em épocas de fortes e repentinas chuvas, quando “o solo barrento se tornaria um pântano de lama pegajosa”, CBASD, vol. 2, p. 346..
 
Em contraste com a apatia dos habitantes de Meroz, v. 23, cidade israelita de localização próxima à batalha, que poderiam ter evitado a fuga de muitos canaanitas, incluindo Sísera, Jael,da tribo dos queneus, da linhagem do sogro de Moisés, mostrou-se fiel. Apesar dos queneus serem aliados políticos dos canaanitas, a família de Heber e Jael, sua esposa, continuavam fiéis aos israelitas e tiveram, por isso, seu nome honrado por toda a eternidade na Escritura.
 
A descrição poética e fictícia da preocupante espera por parte da mãe de Sísera (v. 28-30) com relação à demora de seu filho mostra muito bem como os injustos sofrem em desesperança nos maus momentos. Mesmo os seus sábios conselheiros (v. 29) não possuem o alcance de visão do que o futuro aguarda, podendo apenas pressupor o futuro pelo passado.
A canção de Débora, acaba mostrando, em contraste com  os versos anteriores, o destino do justo à semelhança do brilho progressivo do sol na manhã (v. 31), linguagem também utilizada por Isaías (60:1), Daniel (13:3), Malaquias (4:2, cf. GC, 632), Jesus (Mt. 13:43), João (Ap. 7:2,3). 
 
O cântico encerra descrevendo os anos de paz que teve a terra. 
O CBASD, vol. 2, p. 346, faz uma belíssima e muito oportuna aplicação deste dos fatos deste última frase ao nosso tempo:
“Como teria sido conveniente se o povo, nesse período de sossego, tivesse andando no caminho do Senhor. A lição para hoje é de que, neste tempo de relativa paz, a igreja de Deus é desafiada a viver de acordo com a luz da verdade presente e, assim, acelerar o término da obra de Deus e a consumação do destino glorioso do povo remanescente”.
 
Este resumo foi compilado a partir dos comentários do Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 346.

 



A Canção de Débora – a força da poesia e sua aplicação by Jeferson Quimelli
18 de novembro de 2012, 1:03
Filed under: Sem categoria

A história do livramento divino dos israelitas da opressão do rei Jabim e de seu comandante, Sísera, através de Débora e Baraque é registrado em dois capítulos: em prosa, Juízes 4, e em verso, Juízes 5.

Embora o texto de Juízes 4 seja mais claro e direto, o capítulo 5 revela as emoções envolvidas e detalhes do contexto geográfico e histórico do momento.
Juízes 5 se inicia com um louvor a Deus pela vitória (v. 2-5) e descreve a situação de desordem e opressão na terra antes da batalha (6-8).
São feitos elogios às tribos que participaram da batalha e reprovações àquelas que mostraram indecisão, desprezo ou covardia diante da necessidade das tribos envolvidas (14-17). 
Descreve-se a batalha (18-22), a morte de Sísera (24-27) e uma narrativa do que poderiam ter sido os momentos de ansiedade da mãe de Sísera pela demora do retorno de seu filho.
Nos versos 4 e 5, as referências a Seir, Edom, terremotos, remetem ao poderoso e carinhoso cuidado de Deus por Seu povo desde o êxodo.
Os tempos de paz e prosperidade na terra prometida fizeram que os israelitas se acomodassem e se identificassem com os maus costumes dos povos que deveriam ter expulsado de Canaã. Com isto, atraíram a disciplina divina levada a efeito pelo jugo canaanita. 
Os versos 6 a 8 descrevem como estava a terra logo antes da batalha: o estado de guerra e opressão tornava perigoso viajar pelas estradas de Canaã, fazendo cessar as caravanas. Os habitantes das aldeias não fortificadas as abandonaram. O ofício de ferreiro era dificultado ou proibido, impossibilitando que os hebreus tivessem lanças ou escudos.
Ao lembrar desta situação, o cântico convida os hebreus ("falai dos atos … do Senhor", v.11) a reconhecer o livramento e paz vindas de Deus, de Quem vem se origina toda situação propícia para o bom desenvolvimento das atividades diárias.
Enquanto Zebulom, Naftali, Issacar, Efraim e Maquir (meia tribo oriental de Manassés) são elogiadas, as tribos de Rúben, Dã, Aser e Gade (ou Gileade) são especialmente repreendidas. Gade não se manifestou; Rúben demorou para entrar em consenso e reagir. Dã e Aser haviam tanto se identificado com as tribos comerciantes fenícias que perderam seu objetivo como povo. Em todas estas repreensões existem advertências quanto ao correto modo de viver os poucos anos que o Senhor nos dá sobre a terra, que deveriam exaltar o modo a justiça, amor e misericórdia de Deus;
Ao se reunir nas alturas (v. 18) do Monte Tabor, os israelitas puderam completar a destruição (19-22) realizada por Deus (Jz 4:15). A imagem das unhas dos cavalos se despedaçando (v. 22) revela o quadro de terror e confusão que levou os cavalos de Sísera a debandar pela planície do Quisom. 
O leito seco deste curto rio, que drena toda a chuva de uma ampla área montanhosa, revela-se especialmente perigosa para os exércitos que nele estão, principalmente se estão se locomovendo em carros puxados por cavalos, situação que é descrita no v. 21. Romanos, turcos e britânicos em épocas de guerra registraram como este terreno é traiçoeiro em épocas de fortes e repentinas chuvas, quando "o solo barrento se tornaria um pântano de lama pegajosa", CBASD, vol. 2, p. 346..
Em contraste com a apatia dos habitantes de Meroz, v. 23, cidade israelita de localização próxima à batalha, que poderiam ter evitado a fuga de muitos canaanitas, incluindo Sísera, Jael,da tribo dos queneus, da linhagem do sogro de Moisés, mostrou-se fiel. Apesar dos queneus serem aliados políticos dos canaanitas, a família de Heber e Jael, sua esposa, continuavam fiéis aos israelitas e tiveram, por isso, seu nome honrado por toda a eternidade na Escritura.
A descrição poética e fictícia da preocupante espera por parte da mãe de Sísera (v. 28-30) com relação à demora de seu filho mostra muito bem como os injustos sofrem em desesperança nos maus momentos. Mesmo os seus sábios conselheiros (v. 29) não possuem o alcance de visão do que o futuro aguarda, podendo apenas pressupor o futuro pelo passado.
A canção de Débora, acaba mostrando, em contraste com  os versos anteriores, o destino do justo à semelhança do brilho progressivo do sol na manhã (v. 31), linguagem também utilizada por Isaías (60:1), Daniel (13:3), Malaquias (4:2, cf. GC, 632), Jesus (Mt. 13:43), João (Ap. 7:2,3). 
O cântico encerra descrevendo os anos de paz que teve a terra. 
O CBASD, vol. 2, p. 346, faz uma belíssima e muito oportuna aplicação deste dos fatos deste última frase ao nosso tempo:
"Como teria sido conveniente se o povo, nesse período de sossego, tivesse andando no caminho do Senhor. A lição para hoje é de que, neste tempo de relativa paz, a igreja de Deus é desafiada a viver de acordo com a luz da verdade presente e, assim, acelerar o término da obra de Deus e a consumação do destino glorioso do povo remanescente".
Este resumo foi compilado a partir dos comentários do Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 346.
Para o amigo Renan.


Juízes 5 – domingo, 18.11.12 by Jeferson Quimelli
18 de novembro de 2012, 0:29
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico –> Juizes 5

Texto de hoje do blog da Bíblia (http://revivedbyhisword.org/en/bible/jdg/5/):

Em Juízes 5, Débora e Baraque cantam um dueto, um “cântico novo ao Senhor” como diz Salmo 96:1. Um exemplo bonito de louvor a Deus: novo, atual e específico.

Débora e Baraque poderiam ter cantado o hino de Miriam da libertação de Deus de Israel no Mar Vermelho. Em vez disso, compuseram uma nova canção detalhando o que Deus havia acabado de realizar por eles. Ao relatar na canção o que Deus havia acabado de fazer a Israel ao libertá-los de Sísera, eles honraram ao Deus do presente, o Grande EU SOU [YWHW].

Enquanto devamos cantar o que Deus fez por nós no passado, temos de cantar uma canção nova, o que Deus tem feito por nós agora. Demasiadas vezes eu falho em não escrever, não registrar  os atos poderosos de Deus na minha vida no presente. E quando eu falho em lembrar como Deus tem conduzido a minha vida e a está liderando, começo a sentir medo pelo futuro. O dueto de Débora e Baraque chama-nos a lembrar que Deus está neste momento trabalhando poderosamente por Seu povo.

Que possamos cantar novas músicas novas para o Senhor, canções pessoais que detalhem como Deus está trabalhando especificamente em nossas vidas hoje.

Brennon Kirstein

Capelão da Universidade Adventista do Sul

Trad JAQ