Filed under: Estudo devocional da Bíblia | Tags: herança, josue, levitas
Texto bíblico: Josué 21
Texto de hoje do blog da Bíblia:
Os levitas Recebem Cidades
Os levitas, a quem não havia sido dada uma área própria para sua tribo, vieram a Eleazar, o sumo sacerdote, em Siló e o lembraram que o Senhor dissera a Moisés que os filhos de Israel deveriam dar os levitas cidades e subúrbios para suas famílias. Isto então foi feito, “segundo o mandado do Senhor” (v. 3).
Para que os levitas ministrassem espiritualmente a todo o povo, suas cidades e arredores deveriam estar espalhadas entre as tribos. Ao todo, 48 cidades, com seus arredores foram dadas aos levitas e suas famílias. Então o Senhor concedeu descanso aos israelitas por toda a terra, como havia prometido aos seus antepassados. “Nenhum de todos os seus inimigos resistiu diante deles; a todos eles o SENHOR lhes entregou nas mãos. Nenhuma promessa falhou de todas as boas palavras que o SENHOR falara à casa de Israel; tudo se cumpriu” (v. 45).
Enquanto enfrentamos as dificuldades deste mundo, lembremos que estamos nas fronteiras da Canaã celestial. As promessas do Senhor serão cumpridas e haverá descanso para sempre.
Ralph Neall
Professor aposentado e missionário
Trad JAQ – Rev JDS
Filed under: Estudo devocional da Bíblia
Cidades de Refúgio
As seis cidades de refúgio que são mencionados neste capítulo foram escolhidas para proporcionar segurança, do “vingador de sangue”, a quem acidentalmente tivesse matado alguma pessoa.
Havia três dessas cidades a oeste do rio Jordão e três a leste. Elas estavam dispostas de modo que pudessem ser alcançadas a partir de qualquer ponto do país numa jornada de meio dia a pé. As estradas eram mantidas limpas e placas direcionais eram colocadas e mantidas nas encruzilhadas de modo a serem facilmente lidas até por quem estava correndo.
Qualquer um que buscasse abrigo em uma cidade de refúgio deveria explicar seu caso aos anciãos da cidade e, se esses permitissem, ele poderia viver na cidade até o julgamento de seu caso, onde se decidiria se o homicídio foi acidental (culposo) ou intencional (doloso).Se fosse decidido que a morte fora acidental, ao homicida era permitido que ficasse na cidade e nela ser protegido, desde que não saísse dos limites da cidade. Ele deveria viver lá até a morte do sumo sacerdote atual.
Essas cidades de refúgio apontavam para o nosso grande refúgio, Jesus Cristo. Se pecamos (e ninguém pode dizer que não pecou), podemos correr e buscar refúgio em Jesus pela fé e seremos salvos, contanto que permaneçamos nEle.
Ralph Neall
Professor aposentado e missionário
Trad JAQ – rev JDS
Comentários bíblicos selecionados:
6 Até que morra o sumo sacerdote. Era necessário que um acontecimento notável marcasse o fim do período de asilo para que o vingador soubesse, sem sombra de dúvida, quando cessava seu direito legal de exigir vingança. CBASD, vol. 2, p. 281.
Apesar do assassino acidental ser protegido da morte e livre dentro da cidade de refúgio, ele somente estava livre para voltar para casa quando o sumo sacerdote morresse. Este sistema reforçava a seriedade de de se tirar uma vida humana, mesmo que acidentalmente, e dava aos parentes do morto um tempo para se recuperar de sua ira. Andrews Study Bible, p. 215 (sobre Núm. 35:25).
7 Designaram. Todas as cidades de refúgio estavam localizadas em planícies ou vales, em regiões bem conhecidas. … Ao angustiado fugitivo que buscava salvar a própria vida, todas as vantagens deveriam ser dadas. Não precisaria subir uma montanha estafante no último trecho de sua fuga, quando possivelmente já estivesse quase exausto. As estradas que conduziam a esses centros deviam ser boas e asa cidades bem conhecidas. … Há nessas circunstâncias, um ensinamento sábio. Existe um lugar de refúgio para os pecadores culpados. Esse refúgio é Jesus. A estrada está sempre aberta, há placas ao longo de todo o caminho e o acesso à cidade é fácil. “Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado” (Sl 34:18; cf. Sl 85:9; 145:18). CBASD, vol. 2, p. 281.
Filed under: Sem categoria
7 Designaram. Todas as cidades de refúgio estavam localizadas em planícies ou vales, em regiões bem conhecidas. … Ao angustiado fugitivo que buscava salvar a própria vida, todas as vantagens deveriam ser dadas. Não precisaria subir uma montanha estafante no último trecho de sua fuga, quando possivelmente já estivesse quase exausto. As estradas que conduziam a esses centros deviam ser boas e asa cidades bem conhecidas. … Há nessas circunstâncias, um ensinamento sábio. Existe um lugar de refúgio para os pecadores culpados. Esse refúgio é Jesus. A estrada está sempre aberta, há placas ao longo de todo o caminho e o acesso à cidade é fácil. “Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado” (Sl 34:18; cf. Sl 85:9; 145:18). CBASD, vol. 2, p. 281.