Números 30 – segunda, 10.09.2012 – comentado
by Jeferson Quimelli
1 Falou Moisés aos cabeças das tribos dos filhos de Israel, dizendo: Esta é a palavra que o SENHOR ordenou:
2 Quando um homem fizer voto ao SENHOR ou juramento para obrigar-se a alguma abstinência, não violará a sua palavra; segundo tudo o que prometeu, fará.
3 Quando, porém, uma mulher fizer voto ao SENHOR ou se obrigar a alguma abstinência, estando em casa de seu pai, na sua mocidade,
4 e seu pai, sabendo do voto e da abstinência a que ela se obrigou, calar-se para com ela, todos os seus votos serão válidos; terá de observar toda a abstinência a que se obrigou.
5 Mas, se o pai, no dia em que tal souber, o desaprovar, não será válido nenhum dos votos dela, nem lhe será preciso observar a abstinência a que se obrigou; o SENHOR lhe perdoará, porque o pai dela a isso se opôs.
6 Porém, se ela se casar, ainda sob seus votos ou dito irrefletido dos seus lábios, com que a si mesma se obrigou,
7 e seu marido, ouvindo-o, calar-se para com ela no dia em que o ouvir, serão válidos os votos dela, e lhe será preciso observar a abstinência a que se obrigou.
8 Mas, se seu marido o desaprovar no dia em que o ouvir e anular o voto que estava sobre ela, como também o dito irrefletido dos seus lábios, com que a si mesma se obrigou, o SENHOR lho perdoará.
9 No tocante ao voto da viúva ou da divorciada, tudo com que se obrigar lhe será válido.
10 Porém, se fez voto na casa de seu marido ou com juramento se obrigou a alguma abstinência,
11 e seu marido o soube, e se calou para com ela, e lho não desaprovou, todos os votos dela serão válidos; e lhe será preciso observar toda a abstinência a que a si mesma se obrigou.
12 Porém, se seu marido lhos anulou no dia em que o soube, tudo quanto saiu dos lábios dela, quer dos seus votos, quer da abstinência a que a si mesma se obrigou, não será válido; seu marido lhos anulou, e o SENHOR perdoará a ela.
13 Todo voto e todo juramento com que ela se obrigou, para afligir a sua alma, seu marido pode confirmar ou anular.
14 Porém, se seu marido, dia após dia, se calar para com ela, então, confirma todos os votos dela e tudo aquilo a que ela se obrigou, porquanto se calou para com ela no dia em que o soube.
15 Porém, se lhos anular depois de os ter ouvido, responderá pela obrigação dela.
16 São estes os estatutos que o SENHOR ordenou a Moisés, entre o marido e sua mulher, entre o pai e sua filha moça se ela estiver em casa de seu pai.
O que significa fazer um voto? Este capítulo está focado primariamente na solenidade e permanência de um voto confirmado, seja no casamento ou em qualquer outra relação ou negócio. O que dizemos deve ser verdade, mas apenas as ações que se seguem a estas palavras irão demonstrar se uma pessoa é digna de confiança. Essas ações definem o caráter de uma pessoa. Uma pessoa só é tão boa quanto a sua palavra. Em seu livro The 21 Indispensable Qualities of a Leader (As 21 Qualidades Indispensáveis de um Líder), John C. Maxwell coloca o caráter como a primeira qualidade essencial em sua lista. “Qualquer um pode dizer que tem integridade, mas a ação é o verdadeiro indicador do caráter … Se as ações e intenções de um líder estão continuamente trabalhando umas contra as outras, olhe para o seu caráter para descobrir por quê” (p. 13).
Quando há desconexão entre o que uma pessoa diz e o que ele ou ela fazem, mais cedo ou mais tarde uma crise revelará o seu verdadeiro caráter. Nosso caráter é a única medida verdadeira do que somos e tudo o que podemos levar para o céu conosco. “Um caráter formado segundo a semelhança divina é o único tesouro que podemos levar deste mundo para o outro. Aqueles que estão sob a instrução de Cristo neste mundo, levarão consigo todo o aprendizado divino para as mansões celestiais. E no céu estaremos continuamente a melhorar. Quão importante, portanto, é o desenvolvimento do caráter nesta vida! “(Ellen G White, Christ’s Object Lessons, p. 332).
Quando nos tornamos cristãos, fazemos um voto (aliança) com Deus para segui-Lo e representá-Lo. Como cristãos, temos que “viver aquilo que prometemos”, se quisermos ser vistos como verdadeiros. Toda a grande controvérsia é focada em quem está dizendo a verdade: Deus ou Lúcifer? No passado distante, um terço dos anjos ficou ao lado de Lúcifer e o seguiu. Um pouco mais tarde, Eva confiou mais na palavra da serpente do que na palavra de Deus. Conhecer a verdade é crucial para uma boa tomada de decisão. É por isso que Deus coloca tanta ênfase neste capítulo sobre a importância e solenidade de se fazer um voto.
Seja sincero com sua palavra. Que suas ações estejam de acordo com o que você diz. Faça de cada promessa uma oportunidade de mostrar um caráter transformado pela Graça. Essa é a melhor maneira que você e eu podemos representar a Deus, tanto para aqueles que nos vêem na terra quanto para aqueles que nos vêem de outros planetas. Este mundo é um palco e todos nós somos atores. Nossa parte é simples: dizer a verdade em palavras e atos. “Os cristãos são colocados como portadores de luz no caminho para o céu. Eles devem refletir ao mundo a luz que brilha sobre eles vinda de Cristo. Sua vida e caráter deve ser tal que através deles os outros tenham uma concepção correta de Cristo e de Seu serviço “(Caminho a Cristo, p. 115).
Fred Knopper
Adventist Midia Center
Comentários bíblicos selecionados:
2 Cumprir o voto é uma impreterível exigência de Deus. Israel não cumpriu seus votos ao Senhor, Êx 19.8. Legalmente falando, todos os homens fracassaram, e por isso Cristo proíbe seus discípulos de jurar, Mt 5.33-34 (Bíblia Shedd).
5 Mas, se o pai … o desaprovar Votos criavam solenes obrigações, que não podiam ser quebradas (comparar com Jz 11:30-31, 34-40, Sal 15:4). Mas na sociedade patriarcal israelita, os homens controlavam a propriedade da família que uma pessoa poderia dar através de voto ao Senhor, como um animal para um sacrifício. Portanto, uma mulher precisaria da autorização de seu pai ou de seu marido para fazer um voto que afetasse tal propriedade. Sem esta permissão, ele poderia se ver envolvida na situação terrível de não poder conseguir cumprir sua promessa a Deus. É notável que, capítulo, o Senhor desistia de receber uma oferta em prol da preservação da harmonia familiar. Observe que Deus não foi ordenou o modo patriarcal de fazer as coisas, mas preferia aperfeiçoá-la ao invés de anulá-la (comparar com o cap.27).
O Senhor lhe perdoará Este é um exemplo da como Deus introduziu o perdão nos sistemas legais e religiosos israelitas (Andrews Study Bible).
Muitas vezes uma pessoa de pouca responsabilidade pode jurar algo contra a vontade divina, e então ainda haveria a possibilidade de alguém mais sábio tomar a responsabilidade de anular o voto. O pai da família deve exercer a autoridade pastoral no lar. Ex 12.26-27; 13.14-15; Dt 6.7 (Bíblia Shedd).
8 o dito irrefletido Infelizmente este aspecto quase sempre entra no voto, e é por isso mesmo que Deus quer que tenhamos consciências limpas e livres, abertas à influência do Espírito Santo (Bíblia Shedd).
13 para afligir a sua alma Refere-se a votos feitos contra a natureza, votos que ameaçariam a saúde e o bem estar, ou que ameaçariam a harmonia da vida conjugal (Bíblia Shedd).
Auto negação física (ver Lev16:29) poderia envolver a interrupção temporária das relações conjugais, o que envolveria o marido, se houvesse. […] Paulo aconselhava que casais somente se abstivessem temporariamente de relações sexuais se houvesse concordância mútua (Andrews Study Bible).
Números 29 – domingo, 09.09.2012
by Jeferson Quimelli
1 No primeiro dia do sétimo mês, tereis santa convocação; nenhuma obra servil fareis; ser-vos-á dia do sonido de trombetas.
2 Então, por holocausto, de aroma agradável ao SENHOR, oferecereis um novilho, um carneiro e sete cordeiros de um ano, sem defeito;
3 e, pela sua oferta de manjares de flor de farinha, amassada com azeite, três décimas de um efa para o novilho, duas décimas para o carneiro
4 e uma décima para cada um dos sete cordeiros;
5 e um bode, para oferta pelo pecado, para fazer expiação por vós,
6 além do holocausto do mês e a sua oferta de manjares, do holocausto contínuo e a sua oferta de manjares, com as suas libações, segundo o seu estatuto, em aroma agradável, oferta queimada ao SENHOR.
7 No dia dez deste sétimo mês, tereis santa convocação e afligireis a vossa alma; nenhuma obra fareis.
8 Mas, por holocausto, em aroma agradável ao SENHOR, oferecereis um novilho, um carneiro e sete cordeiros de um ano; ser-vos-ão eles sem defeito.
9 Pela sua oferta de manjares de flor de farinha, amassada com azeite, oferecereis três décimas de um efa para o novilho, duas décimas para o carneiro
10 e uma décima para cada um dos sete cordeiros;
11 um bode, para oferta pelo pecado, além da oferta pelo pecado, para fazer expiação, e do holocausto contínuo, e da sua oferta de manjares com as suas libações.
12 Aos quinze dias do sétimo mês, tereis santa convocação; nenhuma obra servil fareis; mas sete dias celebrareis festa ao SENHOR.
13 Por holocausto em oferta queimada, de aroma agradável ao SENHOR, oferecereis treze novilhos, dois carneiros e catorze cordeiros de um ano; serão eles sem defeito.
14 Pela oferta de manjares de flor de farinha, amassada com azeite, três décimas de um efa para cada um dos treze novilhos, duas décimas para cada um dos dois carneiros
15 e uma décima para cada um dos catorze cordeiros;
16 e um bode, para oferta pelo pecado, além do holocausto contínuo, a sua oferta de manjares e a sua libação.
17 No segundo dia, oferecereis doze novilhos, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem defeito,
18 com a oferta de manjares e as libações para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto,
19 e um bode, para oferta pelo pecado, além do holocausto contínuo, a sua oferta de manjares e a sua libação.
20 No terceiro dia, oferecereis onze novilhos, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem defeito,
21 com a oferta de manjares e as libações para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto,
22 e um bode, para oferta pelo pecado, além do holocausto contínuo, a sua oferta de manjares e a sua libação.
23 No quarto dia, dez novilhos, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem defeito,
24 com a oferta de manjares e as libações para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto,
25 e um bode, para oferta pelo pecado, além do holocausto contínuo, a sua oferta de manjares e a sua libação.
26 No quinto dia, nove novilhos, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem defeito,
27 com a oferta de manjares e as libações para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto,
28 e um bode, para oferta pelo pecado, além do holocausto contínuo, a sua oferta de manjares e a sua libação.
29 No sexto dia, oito novilhos, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem defeito,
30 com a oferta de manjares e as libações para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto,
31 e um bode, para oferta pelo pecado, além do holocausto contínuo, a sua oferta de manjares e a sua libação.
32 No sétimo dia, sete novilhos, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem defeito,
33 com a oferta de manjares e as libações para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto,
34 e um bode, para oferta pelo pecado, além do holocausto contínuo, a sua oferta de manjares e a sua libação.
35 No oitavo dia, tereis reunião solene; nenhuma obra servil fareis;
36 e, por holocausto, em oferta queimada de aroma agradável ao SENHOR, oferecereis um novilho, um carneiro, sete cordeiros de um ano, sem defeito,
37 com a oferta de manjares e as libações para o novilho, para o carneiro e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto,
38 e um bode, para oferta pelo pecado, além do holocausto contínuo, a sua oferta de manjares e a sua libação.
39 Estas coisas oferecereis ao SENHOR nas vossas festas fixas, além dos vossos votos e das vossas ofertas voluntárias, para os vossos holocaustos, as vossas ofertas de manjares, as vossas libações e as vossas ofertas pacíficas.
40 E falou Moisés aos filhos de Israel, conforme tudo o que o SENHOR lhe ordenara.
Ao ler este capítulo e contando os sacrifícios, você deve estar dizendo para si mesmo: “Havia muito abate e sacrificio acontecendo!” Sim, havia, mas com um propósito.
Além das ofertas da manhã e da tarde, qual era o propósito do sacrifício de todos os outros animais? Havia um Deus irado aguardando a Sua quota de carne, farinha e azeite? Qual era a razão de todos estes rituais específicos e dias especiais?
O povo de Deus precisava ser constantemente lembrado de um e apenas um evento importante: precisavam contemplar o sacrifício a ser feito na cruz. Por quê? Porque ao contemplar a cruz eles seriam transformados. A cruz definiu para eles por que estavam ali, qual o seu propósito na vida e onde eles estariam ao final. A mensagem é a mesma para o povo de Deus em todas as gerações: contemple a cruz e pelo contemplar, serás transformado.
O amor responde ao amor demonstrado.
Mas tendo em vista que o povo de Deus não mais participa mais da oferta de sacrifícios diários de animais, o que tomou o seu lugar? O que você faz diariamente para lembrar a você mesmo, sua família e sua comunidade de fé, da cruz – do sacrifício de Jesus e dom de Deus de graça transformadora?
Uma receita que nos foi dado pela mensageira do Senhor afirma que seria uma coisa boa dar a Deus pelo menos uma hora a cada dia contemplando a vida e morte de Cristo (DTN).
Todos estes sacrifícios e rituais específicos exigidos por Deus, conforme descrito no livro de Números foram concebidos para que Seu povo escolhido não deixasse Deus de fora de seu pensamento, de suas conversas e de seu comportamento.
O mesmo ainda serve para você e para mim hoje. Deus deseja que pensemos, falemos e nos comportemos como seus filhos – filhos que pretendem herdar a vida eterna e viver com Ele para sempre.
“Vivam como filhos da luz” (Ef 5:08 NVI). “… Vivam como servos de Deus” (1 Pedro 2:16 NVI).
Fred Knopper
Adventist Media Center
Números 28 – sábado, 08.09.2012
by Jeferson Quimelli
1 Disse mais o SENHOR a Moisés:
2 Dá ordem aos filhos de Israel e dize-lhes: Da minha oferta, do meu manjar para as minhas ofertas queimadas, do aroma agradável, tereis cuidado, para mas trazer a seu tempo determinado.
3 Dir-lhes-ás: Esta é a oferta queimada que oferecereis ao SENHOR, dia após dia: dois cordeiros de um ano, sem defeito, em contínuo holocausto;
4 um cordeiro oferecerás pela manhã, e o outro, ao crepúsculo da tarde;
5 e a décima parte de um efa de flor de farinha, em oferta de manjares, amassada com a quarta parte de um him de azeite batido.
6 É holocausto contínuo, instituído no monte Sinai, de aroma agradável, oferta queimada ao SENHOR.
7 A sua libação será a quarta parte de um him para o cordeiro; no santuário, oferecerás a libação de bebida forte ao SENHOR.
8 E o outro cordeiro oferecerás no crepúsculo da tarde; como a oferta de manjares da manhã e como a sua libação, o trarás em oferta queimada de aroma agradável ao SENHOR.
9 No dia de sábado, oferecerás dois cordeiros de um ano, sem defeito, e duas décimas de um efa de flor de farinha, amassada com azeite, em oferta de manjares, e a sua libação;
10 é holocausto de cada sábado, além do holocausto contínuo e a sua libação.
11 Nos princípios dos vossos meses, oferecereis, em holocausto ao SENHOR, dois novilhos e um carneiro, sete cordeiros de um ano, sem defeito,
12 e três décimas de um efa de flor de farinha, amassada com azeite, em oferta de manjares, para um novilho; duas décimas de flor de farinha, amassada com azeite, em oferta de manjares, para um carneiro;
13 e uma décima de um efa de flor de farinha, amassada com azeite, em oferta de manjares, para um cordeiro; é holocausto de aroma agradável, oferta queimada ao SENHOR.
14 As suas libações serão a metade de um him de vinho para um novilho, e a terça parte de um him para um carneiro, e a quarta parte de um him para um cordeiro; este é o holocausto da lua nova de cada mês, por todos os meses do ano.
15 Também se trará um bode como oferta pelo pecado, ao SENHOR, além do holocausto contínuo, com a sua libação.
16 No primeiro mês, aos catorze dias do mês, é a Páscoa do SENHOR.
17 Aos quinze dias do mesmo mês, haverá festa; sete dias se comerão pães asmos.
18 No primeiro dia, haverá santa convocação; nenhuma obra servil fareis;
19 mas apresentareis oferta queimada em holocausto ao SENHOR, dois novilhos, um carneiro e sete cordeiros de um ano; ser-vos-ão eles sem defeito.
20 A sua oferta de manjares será flor de farinha, amassada com azeite; oferecereis três décimas para um novilho e duas décimas para um carneiro.
21 Para cada um dos sete cordeiros oferecereis uma décima;
22 e um bode, para oferta pelo pecado, para fazer expiação por vós.
23 Estas coisas oferecereis, além do holocausto da manhã, que é o holocausto contínuo.
24 Assim, oferecereis cada dia, por sete dias, o manjar da oferta queimada em aroma agradável ao SENHOR; além do holocausto contínuo, se oferecerá isto com a sua libação.
25 No sétimo dia, tereis santa convocação; nenhuma obra servil fareis.
26 Também tereis santa convocação no dia das primícias, quando trouxerdes oferta nova de manjares ao SENHOR, segundo a vossa Festa das Semanas; nenhuma obra servil fareis.
27 Então, oferecereis ao SENHOR por holocausto, em aroma agradável: dois novilhos, um carneiro e sete cordeiros de um ano;
28 a sua oferta de manjares de flor de farinha, amassada com azeite: três décimas de um efa para um novilho, duas décimas para um carneiro,
29 uma décima para cada um dos sete cordeiros;
30 e um bode, para fazer expiação por vós.
31 Oferecê-los-eis, além do holocausto contínuo, e da sua oferta de manjares, e das suas libações. Ser-vos-ão eles sem defeito.
A brisa que muitas vezes vem na parte da tarde, refrescando um dia quente, é uma bênção da natureza. Nesses momentos eu abro todas as portas e janelas para permitir que esta brisa revigore a casa. Infelizmente, às vezes o meu vizinho decide assar ao ar livre sua carne e eu rapidamente fecho as portas e janelas até que ela esteja pronta, se este aroma não me for agradável.
No início de Números 28 Deus diz que Ele deseja um aroma agradável. Não é possível acabar com um aroma agradável durante a queima de animais mortos cordeiros, carneiros, cabras e touros. Pode você imaginar a variedade de odores que deve ter invadido o acampamento de Israel, com os sacrifícios de tantos animais acontecendo diariamente?
Você já pensou quantos cordeiros, carneiros, cabras e bois eram mortos em sacrifício a cada ano? Contando todos os sacrifícios de animais no próximo capítulo, você pode facilmente chegar à conclusão de que o acampamento era grande campo de matança. Então imagine mais de um milhão de pessoas acampadas no deserto junto com possivelmente muitos animais, e você verá por que Deus tinha que dar comandos específicos a respeito da organização, limpeza e ordem.
Que grande impressão estava Deus tentando causar com a morte de tantos animais? Não eram os sacrifícios da manhã e da noite suficientes para impressionar o Seu povo sobre o fato de que o pecado leva à morte? Por que, então, todos os sacrifícios adicionais em momentos especificados ao longo do ano?
Deus ama os animais, mas ele prefere sacrificar todos os amados animais do que permitir que um de seus filhos sofra a conseqüência do pecado ou não compreenda Seu caráter de amor altruísta.
Cada oferta de animais apontava para o sacrifício supremo de Deus ia fazer, oferecendo o Seu próprio Filho, a vida mais amada e sacrifício mais caro que Deus poderia oferecer. O que mais Ele poderia fazer para convencer Sua criação humana que Ele é confiável e que não requer nada menos do que Ele mesmo está disposto a dar? Como poderia Deus melhor levar o Seu povo ao ponto de escolher morrer em vez de pecar? O que Deus precisa fazer hoje para convencer aqueles que se dizem Seus seguidores de que o pecado é destrutivo e que só através do sacrifício pessoal pode a harmonia do universo ser restaurada? ” Vocês sabem que ele se manifestou para tirar os nossos pecados, e nele não há pecado. Todo aquele que nele permanece não está no pecado. Todo aquele que está no pecado não o viu nem o conheceu.” (1 João 3:5-6 NVI).
Como pode sua vida ser um aroma agradável a Deus hoje?
Fred Knopper
Adventist Media Center
Números 27 – sexta, 07.09.2012 – comentado
by Jeferson Quimelli
1 Então, vieram as filhas de Zelofeade, filho de Héfer, filho de Gileade, filho de Maquir, filho de Manassés, entre as famílias de Manassés, filho de José. São estes os nomes de suas filhas: Macla, Noa, Hogla, Milca e Tirza.
2 Apresentaram-se diante de Moisés, e diante de Eleazar, o sacerdote, e diante dos príncipes, e diante de todo o povo, à porta da tenda da congregação, dizendo:
3 Nosso pai morreu no deserto e não estava entre os que se ajuntaram contra o SENHOR no grupo de Corá; mas morreu no seu próprio pecado e não teve filhos.
4 Por que se tiraria o nome de nosso pai do meio da sua família, porquanto não teve filhos? Dá-nos possessão entre os irmãos de nosso pai.
5 Moisés levou a causa delas perante o SENHOR.
6 Disse o SENHOR a Moisés:
7 As filhas de Zelofeade falam o que é justo; certamente, lhes darás possessão de herança entre os irmãos de seu pai e farás passar a elas a herança de seu pai.
8 Falarás aos filhos de Israel, dizendo: Quando alguém morrer e não tiver filho, então, fareis passar a sua herança a sua filha.
9 E, se não tiver filha, então, a sua herança dareis aos irmãos dele.
10 Porém, se não tiver irmãos, dareis a sua herança aos irmãos de seu pai.
11 Se também seu pai não tiver irmãos, dareis a sua herança ao parente mais chegado de sua família, para que a possua; isto aos filhos de Israel será prescrição de direito, como o SENHOR ordenou a Moisés.
12 Depois, disse o SENHOR a Moisés: Sobe a este monte Abarim e vê a terra que dei aos filhos de Israel.
13 E, tendo-a visto, serás recolhido também ao teu povo, assim como o foi teu irmão Arão;
14 porquanto, no deserto de Zim, na contenda da congregação, fostes rebeldes ao meu mandado de me santificar nas águas diante dos seus olhos. São estas as águas de Meribá de Cades, no deserto de Zim.
15 Então, disse Moisés ao SENHOR:
16 O SENHOR, autor e conservador de toda vida, ponha um homem sobre esta congregação
17 que saia adiante deles, e que entre adiante deles, e que os faça sair, e que os faça entrar, para que a congregação do SENHOR não seja como ovelhas que não têm pastor.
18 Disse o SENHOR a Moisés: Toma Josué, filho de Num, homem em quem há o Espírito, e impõe-lhe as mãos;
19 apresenta-o perante Eleazar, o sacerdote, e perante toda a congregação; e dá-lhe, à vista deles, as tuas ordens.
20 Põe sobre ele da tua autoridade, para que lhe obedeça toda a congregação dos filhos de Israel.
21 Apresentar-se-á perante Eleazar, o sacerdote, o qual por ele consultará, segundo o juízo do Urim, perante o SENHOR; segundo a sua palavra, sairão e, segundo a sua palavra, entrarão, ele, e todos os filhos de Israel com ele, e toda a congregação.
22 Fez Moisés como lhe ordenara o SENHOR, porque tomou a Josué e apresentou-o perante Eleazar, o sacerdote, e perante toda a congregação;
23 e lhe impôs as mãos e lhe deu as suas ordens, como o SENHOR falara por intermédio de Moisés.
O capítulo 27 inicia-se com questões de herança que serão discutidas de forma mais completa em Números 36. Então vamos nos concentrar noutros conteúdos desse capítulo.
Moisés tinha reagido a uma multidão murmurante de uma maneira muito humana, com emoções humanas. No processo, ele colocou-se na posição reservada somente para Deus, dizendo: “Escutem, rebeldes, será que teremos que tirar água desta rocha para lhes dar?” (Números 20:10, NVI). Moisés então bateu na rocha, por duas vezes, em vez de falar a ela como Deus havia instruído.
Ao fazê-lo, Moisés tinha gravemente representado mal a Deus (ver Números 27:14). Embora Deus ainda concedesse um milagre no fornecimento de água, ele não poderia ter deixado essa demonstração de raiva humana e desobediência total passarem despercebidas na vida de Seu servo querido. As pessoas devem entender que o certo é certo e o errado é errado e que todas as ações têm consequências – especialmente os atos de desobediência consciente.
Como resultado de seu pecado, Moisés não foi autorizado a entrar na Terra Prometida – outro líder deveria ser escolhido. Moisés pediu a Deus para designar o homem que iria sucedê-lo (ver Números 27:16).Ele havia liderado a nação durante quatro décadas. Os israelitas tinham sido um povo rebelde e murmurador e embora tivessem severamente testado a sua paciência, Moisés ainda sentia preocupação e grande ansiedade quanto ao futuro deles. “Quem iria sentir o interesse por seu bem-estar que ele sentiu?” (PP 462).
Neste momento, Moisés tinha 120 anos de idade (ver Deut. 31:2), mais do dobro da idade de todos os outros homens no acampamento. Além de si mesmo, os únicos outros adultos ainda vivos que originalmente saíram do Egito eram Josué e Calebe, os dois espias fiéis. Os dez espias infiéis morreram no deserto juntamente com todos os homens e, provavelmente, as mulheres mais adultas do grupo original que havia deixado o Egito.
Não faria sentido escolher um líder entre os dois que tinham viajado todo o percurso e demonstrado consistentemente a sua fidelidade? Isso significava escolher entre Calebe e Josué. E assim foi. Deus instruiu Moisés para selecionar Josué como o sucessor na liderança. Assim, Josué seria aquele que levaria o povo de Deus para a Terra Prometida.
Fred Knopper
Adventist Media Center
Comentários bíblicos selecionados:
1 Esta narrativa está dentro do asunto da divisão da terra, cuja legislação segue o segundo censo, no capítulo anterior. […] O 27º capítulo nos ensina: 1) Como solucionar as dificuldades, levando-as a Deus; 2) A beleza do caráter: Moisés não se queixou, preocupando-se comente com o progresso do povo de Israel, vs 12-16; 3) O segredo do poder: o Espírito de Deus, v 18; 4) O líder de Israel tinha de ser um tipo de Cristo, na obra de reger, guiar e cuidar, 17 (Bíblia Shedd).
2 à porta da tenda da congregação Sem dúvida, era costume de Moisés, Eleazar e dos príncipes se reunirem à porta do tabernáculo para congregar como um tribunal (Êx 18:25,26). Isso significava que, se fosse necessário, Moisés teria facilidade de se achegar a Deus e consultá-lo (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
3 No seu próprio pecado Isto é, em pecados pessoais dos quais todos eram culpados, não um pecado de franco desafio ou negligência voluntária. (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
Tivera uma morte natural dentro daquela geração rebelde que não tivera licença de entrar na Terra Prometida, 14.2-4, 21-23. Não foi executado, 16.26-35 (Bíblia Shedd).
4 Por que se tiraria o nome de nosso pai…? As moças quiseram preservar a herança e o nome de seu pai, (Bíblia Shedd).
Na sociedade patriarcal israelita, a herança ocorria através dos homens. Contudo, o falecido Zelofeade havia tido apenas filhas mulheres, que não poderiam, pelo costume vigente, receber nenhuma herança. Assim, seu nome não estaria ligado a nenhuma porção da terra prometida de modo que se mantivesse sua memória viva (comparar Rute 4). Isto significava puni-lo injustamente após a morte. A solução seria que suas filhas pudessem receber sua herança, neste caso (ver tb cap. 36) (Andrews Study Bible).
[Vemos aqui Deus restaurando o direito das mulheres, corrigindo a noção machista corrente.]
5 Moisés levou a causa delas A decisão do tribunal convocado foi considerada inadequada para resolver o assunto. Como Moisés não queria tomar a decisão sozinho, levou o assunto a Deus, conforme recebera a ordem de fazer em várias ocasiões (Êx 25:22; Nm 7:89) (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
6 Disse o Senhor a Moisés O contato imediato e direto de Moisés com o próprio Deus é a base da formação de toda a lei dos israelitas; Deus falou claramente ao Seu servo Moisés, boca a boca, 12.8 (Bíblia Shedd).
7 Falam o que é justoO Senhor aprovou a causa das filhas de Zelofeade. O caso veio à tona novamente após a entrada em Canaã (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
Certamente, lhes darás No hebraico, a palavra “lhes” é masculina, referindo-se à descendência em potencial das moças. As filhas eram consideradas representantes dos filhos que esperavam ter (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
8 Quando alguém morrer. O caso das filhas de Zelofeade abriu um precedente e um estatuto formal foi constituído para solucionar casos semelhantes posteriores (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
9 Se não tiver filhaAs disputas entre irmãos, com respeito a questões de propriedades, podem ser causa de grande amargura (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
11 Ao parente mais chegado Estes deveres e direitos do parente mais próximo são iguais, na lei de vários países. Hoje, porém, a esposa tem a primazia (Bíblia Shedd).
12 Sobe a este monte Abarim Como Zelofeade, Moisés não entraria em Canaã. A sua hora de morrer – devido à sua desobediência em Cades (cap. 20) – estava próxima (ver em Deut. 34 o registro de sua morte) (Andrews Study Bible).
Abarim A palavra ‘Abarim está no plural, e talvez se refira à uma cadeia de montanhas que forma a margem ocidental do planalto moabita. Pisga é outro nome de Abarim ou se refere à seção norte da cordilheira (Dt 32:49; 34:1). O monte Nebo é um cume da seção norte (Dt 32:49; 34:1). Proveniente do verbo “atravessar”, o substantivo significa “vau”, um lugar adequado para atravessar o rio. Por isso, as montanhas eram chamadas de ‘Abarim, literalmente “vaus”, por estarem situadas perto dos vaus do loutro lado do rio Jordão, em frente a Jericó (cf. Nm 21:11) (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
14 Na contenda No lugar chamado Meribá, “Contenda”, por causa da murmuração do povo, 20.3, e de Moisés, 20.10 (Bíblia Shedd).
fostes rebeldes Ver Nm 20:1, 12 e 24. O pecado de Moisés e Arão (Nm 20:8-13) é chamado, nesta passagem, de rebelião (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
15 Disse Moisés A grandeza de Moisés no exercício da liderança é vista no fato de ele ter se colocado em segundo plano e começado a planejar o futuro do povo de Deus (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
16 autor e conservador de toda vida Moisés gostava de dar este títuloa Deus, que pela Sua Graça poupava a um povo que, pelos seus pecados, estava constantemente atraindo sua própria destruição e morte, 16.21-22 (Bíblia Shedd).
17 Saia As expressões “saia” e “entre” são usadas para denotar as experiências comuns da vida (Dt 28:6; 31:2) Fazer sair e fazer entrar sugerem a relação de um pastor com seu rebanho (Jo 10:3-9) (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
Como ovelhas A Bíblia, muits vezes, usa esta palavra para descrever o povo de Deus; no Antigo Testamento, Moisés, Davi e depois o próprio Deus são sucessivamente chamados “Pastor de Israel”. No Novo Testamento, a soma destes ensinamentos se resume na pessoa de Jesus Cristo, o Bom Pastor que dá a Sua vida para que as ovelhas pudessem ter a vida em abundância, tanto na terra como nos Céus, Jo 10.1-18 (Bíblia Shedd).
18 homem em quem há o Espírito Josué possuía valiosa experiência como assistente por longo tempo de Moisés(11:28; Êx 24:13; 33:11) e como comandante militar (Êx 17:8-13). Mas ter o Espírito era sua mais importante qualificação para liderar o povo de Deus (comparar Núm. 11:16-17, 24-29) porque estava em contato com o divino Rei de Israel e seguiria Sua liderança.
O substituto de Moisés é indicado por Deus: Josué, por intermédio de quem Deus continuaria a Sua obra, […] Note-se a humildade de Moisés em aceitar a indicação divina, sem pensar em um dos seus próprios filhos (Bíblia Shedd).
impõe-lhe as mãosUma cerimônia de bênção (Gn 48:14) e consagração (Nm 8:10), acompanhada e executada pela orientação e pela sabedoria do Espírito Santo (Dt 34:9). Na igreja cristã, a imposição das mãos no rito da ordenação combina os seguintes três aspectos: bênção, sucessão no cargo e autoridade para ensinar (At 6:6; 13:3; 2Tm 1:6) (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
19 Perante a congregação A cerimônia devia ter o caráter mais público possível, para que não houvesse questionamento ou dúvida quanto à autoridade de Josué (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
20 Põe sobre ele da tua autoridade O fato de Moisés haver comissionado a Josué e repartido poder com ele enquanto Moisés ainda estava vivo [a transmissão poderia ter ocorrido após a morte e ressurreição de Moisés] garantiria uma transição tranquila (Andrews Study Bible).
A palavra traduzida por “autoridade” é usada com frequencia para a majestade e o poder reais. Moisés devia começar imediatamente a transmitir um pouco de sua responsabilidade e autoridade para Josué, a fim de que ele começasse a exercê-las junto com o experiente líder.
21 Perante EleazarAo que parece, a autoridade de Josué era, em certos aspectos, menos que a de Moisés. Este recebia conselhos diretamente de Deus, mas Josué devia recorrer ao sumo sacerdote, que seria um mediador entre ele e o Senhor (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
Apesar de não ter a interação face a face, como Moisés tinha (12:8; Deut. 34:10), ele receberia orientação específica através do oráculo sacerdotal do Urim e Tumim (Núm 27:21; comparar com Êx. 28:30) (Andrews Study Bible).
23 lhe deu as suas ordens Lit. “comandou/encarregou”, isto é, o comissionou (Andrews Study Bible).
Números 26 – quinta, 06.09.2012 – comentado
by Jeferson Quimelli
1 Passada a praga, falou o SENHOR a Moisés e a Eleazar, filho de Arão, o sacerdote, dizendo:
2 Levantai o censo de toda a congregação dos filhos de Israel, da idade de vinte anos para cima, segundo as casas de seus pais, todo que, em Israel, for capaz de sair à guerra.
3 Moisés e Eleazar, o sacerdote, pois, nas campinas de Moabe, ao pé do Jordão, na altura de Jericó, falaram aos cabeças de Israel, dizendo:
4 Contai o povo da idade de vinte anos para cima, como o SENHOR ordenara a Moisés e aos filhos de Israel que saíram do Egito:
5 Rúben, o primogênito de Israel; os filhos de Rúben: de Enoque, a família dos enoquitas; de Palu, a família dos paluítas;
6 de Hezrom, a família dos hezronitas; de Carmi, a família dos carmitas.
7 São estas as famílias dos rubenitas; os que foram deles contados foram quarenta e três mil e setecentos e trinta.
8 O filho de Palu: Eliabe.
9 Os filhos de Eliabe: Nemuel, Datã e Abirão; estes, Datã e Abirão, são os que foram eleitos pela congregação, os quais moveram a contenda contra Moisés e contra Arão, no grupo de Corá, quando moveram a contenda contra o SENHOR;
10 quando a terra abriu a boca e os tragou com Corá, morrendo aquele grupo; quando o fogo consumiu duzentos e cinqüenta homens, e isso serviu de advertência.
11 Mas os filhos de Corá não morreram.
12 Os filhos de Simeão, segundo as suas famílias: de Nemuel, a família dos nemuelitas; de Jamim, a família dos jaminitas; de Jaquim, a família dos jaquinitas;
13 de Zera, a família dos zeraítas; de Saul, a família dos saulitas.
14 São estas as famílias dos simeonitas, num total de vinte e dois mil e duzentos.
15 Os filhos de Gade, segundo as suas famílias: de Zefom, a família dos zefonitas; de Hagi, a família dos hagitas; de Suni, a família dos sunitas;
16 de Ozni, a família dos oznitas; de Eri, a família dos eritas;
17 de Arodi, a família dos aroditas; de Areli, a família dos arelitas.
18 São estas as famílias dos filhos de Gade, segundo os que foram deles contados, num total de quarenta mil e quinhentos.
19 Os filhos de Judá: Er e Onã; mas Er e Onã morreram na terra de Canaã.
20 Assim, os filhos de Judá foram, segundo as suas famílias: de Selá, a família dos selaítas; de Perez, a família dos perezitas; de Zera, a família dos zeraítas.
21 Os filhos de Perez foram: de Hezrom, a família dos hezronitas; de Hamul, a família dos hamulitas.
22 São estas as famílias de Judá, segundo os que foram deles contados, num total de setenta e seis mil e quinhentos.
23 Os filhos de Issacar, segundo as suas famílias, foram: de Tola, a família dos tolaítas; de Puva, a família dos puvitas;
24 de Jasube, a família dos jasubitas; de Sinrom, a família dos sinronitas.
25 São estas as famílias de Issacar, segundo os que foram deles contados, num total de sessenta e quatro mil e trezentos.
26 Os filhos de Zebulom, segundo a suas famílias, foram: de Serede, a família dos sereditas; de Elom, a família dos elonitas, de Jaleel, a família dos jaleelitas.
27 São estas as famílias dos zebulonitas, segundo os que foram deles contados, num total de sessenta mil e quinhentos.
28 Os filhos de José, segundo as suas famílias, foram Manassés e Efraim.
29 Os filhos de Manassés foram: de Maquir, a família dos maquiritas; e Maquir gerou a Gileade; de Gileade, a família dos gileaditas.
30 São estes os filhos de Gileade: de Jezer, a família dos jezeritas; de Heleque, a família dos helequitas;
31 de Asriel, a família dos asrielitas; de Siquém, a família dos siquemitas.
32 De Semida, a família dos semidaítas; de Héfer, a família dos heferitas.
33 Porém Zelofeade, filho de Héfer, não tinha filhos, senão filhas; os nomes das filhas de Zelofeade foram: Macla, Noa, Hogla, Milca e Tirza.
34 São estas as famílias de Manassés; os que foram deles contados foram cinqüenta e dois mil e setecentos.
35 São estes os filhos de Efraim, segundo as suas famílias: de Sutela, a família dos sutelaítas; de Bequer, a família dos bequeritas; de Taã, a família dos taanitas.
36 De Erã, filho de Sutela: de Erã, a família dos eranitas.
37 São estas as famílias dos filhos de Efraim, segundo os que foram deles contados, num total de trinta e dois mil e quinhentos. São estes os filhos de José, segundo as suas famílias.
38 Os filhos de Benjamim, segundo as suas famílias: de Belá, a família dos belaítas; de Asbel, a família dos asbelitas; de Airão, a família dos airamitas;
39 de Sufã, a família dos sufamitas; de Hufã, a família dos hufamitas.
40 Os filhos de Belá foram: Arde e Naamã; de Arde, a família dos arditas; de Naamã, a família dos naamanitas.
41 São estes os filhos de Benjamim, segundo as suas famílias; os que foram deles contados foram quarenta e cinco mil e seiscentos.
42 São estes os filhos de Dã, segundo as suas famílias: de Suão, a família dos suamitas. São estas as famílias de Dã, segundo as suas famílias.
43 Todas as famílias dos suamitas, segundo os que foram deles contados, tinham sessenta e quatro mil e quatrocentos.
44 Os filhos de Aser, segundo as suas famílias: de Imna, a família dos imnaítas; de Isvi, a família dos isvitas; de Berias, a família dos beriaítas.
45 Os filhos de Berias foram: de Héber, a família dos heberitas; de Malquiel, a família dos malquielitas.
46 O nome da filha de Aser foi Sera.
47 São estas as famílias dos filhos de Aser, segundo os que foram deles contados, num total de cinqüenta e três mil e quatrocentos.
48 Os filhos de Naftali, segundo as suas famílias: de Jazeel, a família dos jazeelitas; de Guni, a família dos gunitas;
49 de Jezer, a família dos jezeritas; de Silém, a família dos silemitas.
50 São estas as famílias de Naftali, segundo as suas famílias; os que foram deles contados, foram quarenta e cinco mil e quatrocentos.
51 São estes os contados dos filhos de Israel: seiscentos e um mil setecentos e trinta.
52 Disse o SENHOR a Moisés:
53 A estes se repartirá a terra em herança, segundo o censo.
54 À tribo mais numerosa darás herança maior, à pequena, herança menor; a cada uma, em proporção ao seu número, se dará a herança.
55 Todavia, a terra se repartirá por sortes; segundo os nomes das tribos de seus pais, a herdarão.
56 Segundo a sorte, repartir-se-á a herança deles entre as tribos maiores e menores.
57 São estes os que foram contados dos levitas, segundo as suas famílias: de Gérson, a família dos gersonitas; de Coate, a família dos coatitas; de Merari, a família dos meraritas.
58 São estas as famílias de Levi: a família dos libnitas, a família dos hebronitas, a família dos malitas, a família dos musitas, a família dos coraítas. Coate gerou a Anrão.
59 A mulher de Anrão chamava-se Joquebede, filha de Levi, a qual lhe nasceu no Egito; teve ela, de Anrão, a Arão, e a Moisés, e a Miriã, irmã deles.
60 A Arão nasceram Nadabe, Abiú, Eleazar e Itamar.
61 Nadabe e Abiú morreram quando levaram fogo estranho perante o SENHOR.
62 Os que foram deles contados foram vinte e três mil, todo homem da idade de um mês para cima; porque estes não foram contados entre os filhos de Israel, porquanto lhes não foi dada herança com os outros.
63 São estes os que foram contados por Moisés e o sacerdote Eleazar, que contaram os filhos de Israel nas campinas de Moabe, ao pé do Jordão, na altura de Jericó.
64 Entre estes, porém, nenhum houve dos que foram contados por Moisés e pelo sacerdote Arão, quando levantaram o censo dos filhos de Israel no deserto do Sinai.
65 Porque o SENHOR dissera deles que morreriam no deserto; e nenhum deles ficou, senão Calebe, filho de Jefoné, e Josué, filho de Num.
http://biblia.com.br/joaoferreiraalmeidarevistaatualizada/numeros/nm-capitulo-26/
Texto de hoje do blog da Bíblia (http://revivedbyhisword.org/en/bible/num/26/ ):
Os 40 anos de exílio no deserto terminaram. Ninguém acima de 20 anos de idade que havia participado da rebelião tinha sobrevivido. Apenas Josué e Calebe restavam daquela época. Deus então ordenou que uma nova contagem do povo fosse feita. O censo serviria de base para a divisão da Terra Prometida (v. 53).
Os detalhes numéricos do censo parecem tediosos para a maioria de nós, mas são de extremo interesse para historiadores. É não somente um importante registro da herança judaica, mas da história humana. Apresenta a narrativa bíblica em seu contexto mostrando os relacionamentos entre as famílias e evidenciando a confiabilidade da Bíblia. O mais importante é sabermos que essa linhagem, como um fio de ouro que atravessa a história, chega até ao nascimento de Cristo. A seguir alguns poucos fatos que aprendemos deste censo:
1. Os filhos de Rúbem passaram a ter aproximadamente 3.000 homens a menos do que 38 anos antes. Isto pode ter sido em parte devido à rebelião de Datã e Abirã, que eram Rubenitas.
2. A linhagem de Coré não exterminada. Aparentemente parte de sua família não participou na rebelião. Os filhos de Coré continuaram a ter um bom nome até no tempo de Davi (Salmo 42:44-49).
3. A tribo de Manassés registrou um aumento de 20.000 homens, cumprindo a profecia de Jacó a respeito da fertilidade dos filhos de José (Gênesis 49:22).
4. O censo dos Levitas foi feito separadamente, como no primeiro censo, porque eles não deveriam receberam terras como herança. Eles foram distribuídos em algumas cidades.
A extensão do território recebido foi proporcional ao número de pessoas existentes em cada tribo e a terra foi dividida por sorteio. Eles acreditavam que o lançar sortes era dirigido por intervenção divina (Provérbios 16:33); o mesmo método foi utilizado pela igreja primitiva (Atos 1:23-26). O capítulo termina lembrando-nos que o Senhor cumpriu a Sua promessa e poupou a vida de Josué e Calebe, permitindo-lhes entrarem na Terra Prometida devido ao relato corajoso que deram.
O Senhor conhece os que são Seus. Ele conta o Seu povo e mantém um registro fiel da linhagem de Israel no livro da vida. Se somos fiéis, Ele não esquecerá a Sua promessa de conceder-nos uma herança na Terra Prometida. (Trad. Pr. Jobson Dornelles Santos)
Nancy Costa
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Comentários bíblicos selecionados:
26:1 – 36:13 O preparo de Deus em preparar a nova geração, limpa da apostasia, para ocupar a terra prometida (Andrews Study Bible).
2 Levantai o censo Repetindo o censo militar (que não incluía levitas, cap. 1), era necessário organizar a nova geração e constatar que a velha geração tinha-se ido, à exceção de Calebe e Josué (vs. 64-65; comparar com o cap. 14) (Andrews Study Bible).
11 os filhos de Coré não morreram Esta é uma nota surpreendente, colocada entre as histórias de famílias. As famílias de Datã e Abirão morreram com eles (16:27, 32-33), mas os filhos de Coré (relacionados em Ex. 6:24) provavelmente se mantiveram à parte dos rebeldes. Os descendentes de Coré vieram a compor salmos magníficos (Sal. 42, 44-49, 84-85, 87-88) (Andrews Study Bible).
51 seiscentos e um mil, setecentos e trinta O total [601.730] era apenas um pouco menor do que os 603.500 contados no censo anterior (1:46), a despeito da perda dos 24.00 devido à praga (25:9) (Andrews Study Bible).
54 À tribo mais numerosa darás herança maior O crescimento e diminuição (inclusive devido a destruição divina) da população das tribos estava relacionada com sua lealdade ou deslealdade a Deus. Portanto, recompensas de territórios adicionais estavam indiretamente ligadas à conduta tribal (Andrews Study Bible).
A herança haveria de ser de acordo com a necessidade e a capacidade de cada tribo. Assim é que Deus distribui os dons e responsabilidades dentro da Sua igreja, Mt 25.15; Lc 19.17, 19; Ex 16.18; 2Co 8.13-15 (Bíblia Shedd).
65 Calebe Deus havia prometido poupar Calebe e Josué e permitir que entrassem na terra de Canaã graças a seu relatório corajoso (Nm 14:24, 30, 38). Além deles, Moisés e Eleazar eram sobreviventes do primeiro censo realizado no monte Sinai. Uma geração inteira tinha perecido, com exceção de poucas pessoas que estavam sob o cuidado protetor de Deus e a quem Ele destinara para coisas maiores. O Senhor sabe quem são os Seus (2Tm 2:19); Ele sempre conserva o nome dos santos diante dEle (Ex 33:17; Is 43:1), no livro da vida (Ap 3:5; Fp 4:3). Calebe permanece como um digno exemplo de lealdade aos princípios sob as circunstâncias mais adversas e desafiadoras (Bíblia Shedd)
Números 25 – quarta, 05.09.2012 – comentado
by Jeferson Quimelli
1 Habitando Israel em Sitim, começou o povo a prostituir-se com as filhas dos moabitas.
2 Estas convidaram o povo aos sacrifícios dos seus deuses; e o povo comeu e inclinou-se aos deuses delas.
3 Juntando-se Israel a Baal-Peor, a ira do SENHOR se acendeu contra Israel.
4 Disse o SENHOR a Moisés: Toma todos os cabeças do povo e enforca-os ao SENHOR ao ar livre, e a ardente ira do SENHOR se retirará de Israel.
5 Então, Moisés disse aos juízes de Israel: Cada um mate os homens da sua tribo que se juntaram a Baal-Peor.
6 Eis que um homem dos filhos de Israel veio e trouxe a seus irmãos uma midianita perante os olhos de Moisés e de toda a congregação dos filhos de Israel, enquanto eles choravam diante da tenda da congregação.
7 Vendo isso Finéias, filho de Eleazar, o filho de Arão, o sacerdote, levantou-se do meio da congregação, e, pegando uma lança,
8 foi após o homem israelita até ao interior da tenda, e os atravessou, ao homem israelita e à mulher, a ambos pelo ventre; então, a praga cessou de sobre os filhos de Israel.
9 Os que morreram da praga foram vinte e quatro mil.
10 Então, disse o SENHOR a Moisés:
11 Finéias, filho de Eleazar, filho de Arão, o sacerdote, desviou a minha ira de sobre os filhos de Israel, pois estava animado com o meu zelo entre eles; de sorte que, no meu zelo, não consumi os filhos de Israel.
12 Portanto, dize: Eis que lhe dou a minha aliança de paz.
13 E ele e a sua descendência depois dele terão a aliança do sacerdócio perpétuo; porquanto teve zelo pelo seu Deus e fez expiação pelos filhos de Israel.
14 O nome do israelita que foi morto (morto com a midianita) era Zinri, filho de Salu, príncipe da casa paterna dos simeonitas.
15 O nome da mulher midianita que foi morta era Cosbi, filha de Zur, cabeça do povo da casa paterna entre os midianitas.
16 Disse mais o SENHOR a Moisés:
17 Afligireis os midianitas e os ferireis,
18 porque eles vos afligiram a vós outros quando vos enganaram no caso de Peor e no caso de Cosbi, filha do príncipe dos midianitas, irmã deles, que foi morta no dia da praga no caso de Peor.
Apesar ver seus planos frustrados (como vimos no capítulo de ontem), Balaão recobrou forças e retornou com novos planos. “Depois de chegar em casa, o poder dirigente do Espírito de Deus o deixou, e sua cobiça, que apenas estivera contida, prevaleceu. Estava disposto a recorrer a qualquer meio para ganhar a recompensa prometida por Balaque” (PP 451). Balaão sabia que a prosperidade de Israel dependia de sua obediência a Deus. Portanto, ele voltou a Balaque com um plano para seduzir Israel à idolatria envolvendo o povo no culto licencioso de Baal.
Este culto pagão era ligado a atos sexuais imorais e apelava para a natureza carnal inferior. Meretrizes foram enviadas para se infiltrarem no acampamento, o que fizeram com muito sucesso. A indulgência de Israel com o pecado fez o que os encantamentos de Balaão não puderam fazer – separou-os de Deus. Como resultado, uma peste terrível irrompeu no acampamento, e milhares de pessoas morreram da praga. Este julgamento imediato de Deus fez com que o povo despertasse para a enormidade de seu pecado. Deus ordenou que os líderes da rebelião fossem mortos. E isto foi realizado. Enquanto o povo estava chorando diante de Deus na porta do tabernáculo, Zinri, um dos nobres de Israel, caminhou arrogantemente pelo acampamento com uma prostituta e a levou para a sua tenda. Este foi um ato de desafio aberto.
Ele poderia ter feito o seu ato perverso em qualquer outro lugar, mas optou por desafiar a Deus no acampamento para que todos pudessem ver. Somente a ação rápida de Finéias interrompeu a praga e salvou o povo de mais destruição.
Muitos grandes homens e mulheres de Deus tropeçaram através da história no pecado da luxúria, alguns com conseqüências que alterariam suas vidas: Sansão, Davi, Salomão e a lista continua até hoje. Como no antigo Israel, a enormidade deste pecado ainda hoje nem sempre é totalmente compreendida, e muitas vezes relevada.
A destruição dos moabitas não foi a destruição de espectadores mal informados. Eles participaramo ativamente de um plano para minar o relacionamento dos israelitas com Deus. Balaão, que testemunhou o sucesso do seu plano diabólico, não escapou à justiça divina. Ele deve ter percebido que seu fim estava próximo, quando disse: “Que eu morra a morte dos justos, e o meu fim seja como o dele.” (Números 23:10). Mas isto não aconteceria assim. Ele não tinha escolhido viver a vida dos justos, e na guerra de Israel contra os midianitas, Balaão foi morto (Números 31:8).
Diariamente cuidemos para ficar longe do pecado da luxúria e ganância permanecendo bem perto de Jesus.
Nancy Costa
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Comentários bíblicos selecionados:
1 prostituir-se Ordinariamente esta terminologia é usada para designar imoralidade sexual (não necessariamente paga), cometida por mulheres (Gên. 38:24; Lev. 21:9; Deut. 22:21, etc.). Aqui ela se refere a homens israelitas se envolvendo em sexo pecaminoso mais a imoralidade espiritual da interação com seres sobrenaturais que não o Deus do concerto (desconsiderando as advertências de Êx. 34:15) (Andrews Study Bible).
2 Estas convidaram o povo O astuto Balaão encorajou mulheres moabitas a seduzir os israelitas (31:16).
Ele voltou para casa após falhar em amaldiçoar Israel (24:25). Contudo, retornou para conseguir fortuna por salvar Moabe, quando retornou com a brilhante idéia de usar mulheres para convidar israelitas para festas sacrificais pecaminosas (que incluíam carne, como benvinda mudança do maná; comparar com Prov. 7:6-27), para que eles participassem de idolatria, perdessem suas bênçãos e Deus mesmo os destruísse. Assim a nova geração cairia na mesma cilada que quase destruiu seus pais (Êx. 32). Infelizmente, a muito bem sucedida e diabólica estratégia de seduzir o povo de Deus à apostasia através de comida e sexo sobreviveu neles (Apoc. 2:14) (Andrews Study Bible).
4 enforca-os Os israelitas deveriam executar, empalar e expor em vez de enterrar os cadáveres (comparar com 1 Sam. 31:10; 2 Sam. 21:3-14) dos líderes dos que haviam levados outros a apostasia. Este duro tratamento mostrava a ira de Deus contra eles (ver Deut. 21:22-23; Gál. 3:13) e deveria desarraigar o mal (Deut. 1:3) para que a nação inteira não fosse destruída (Andrews Study Bible).
6 uma mulher midianita Os midianitas, que eram aparentados dos israelitas (Gên. 25:1-2) e especialmente de Moisés (Êx. 2:16-22), eram parceiros com Moabe contra Israel (Núm. 22:4,7) (Andrews Study Bible).
7 Finéas Sendo filho de Eleazar, o atual sumo sacerdote (Arão havia morrido, 20:28), Finéias havia herdado a posição de líder dos levitas, que cuidavam e guardavam o santuário (3:32). Portanto tinha acesso a armas e sabia usá-las para livrar o sagrado acampamento do mal (Andrews Study Bible).
8 a praga cessou A retidão de Finéias, futuro sacerdote de Israel, executou a justiça, Sl 106.30, e fez cessar a maldição que, causada pela idolatria do povo,
se atribui ao conselho de Balaão que, segundo as tradições israelitas, foi a causa dessa prostituição com as filhas dos moabitas, v 1; Ap. 2:14, 20; Nm 31:16. A retidão perfeita de Cristo afasta o julgamento merecido por nós, os que nEle cremos (Bíblia Shedd).
Os 24.000 mortos (v.9) foi a maior quantidade de israelitas que morreram pela retribuição divina em qualquer período da jornada entre o Egito e Canaã (comparar com os 14.700 em 16:49) (Andrews Study Bible).
11 Meu zelo Este ato de Finéias revelou que ainda havia entre o povo quem mostrasse zelo pelas coisas de Deus, zelo em vindicar a retidão. Por isso, Deus reconheceu seu ato, ao ponto de o considerar um ato de expiação (v 13), aliás, a única ocasião descrita do Antigo Testamento na qual um ato, individual, não prescrito pela Lei, foi aceito como uma expiação, que escudou o povo contra a ira de Deus (Sl 106.31) (Bíblia Shedd).
17 afligireis os midianitas A conspiração midianita equivaleu a uma declaração de guerra. Para mostrar Sua justiça e proteger Seu povo, Deus instruiu que os midianitas deveriam ser punidos (cf. cap. 31). Os israelitas nunca estariam seguros se Deus permitisse que seus vizinhos os atacassem (Andrews Study Bible).
18 O paganismo ao redor de Israel sempre levava ao povo de Deus à idolatria. O mundanismo ao redor da igreja sempre quer levá-la ao caso de Peor e ao caso de Cosbi, ou seja, à impureza da carne e do espírito, 2 Co 7.1 (Bíblia Shedd).
Números 24 – terça, 04.09.2012
by Jeferson Quimelli
1 Vendo Balaão que bem parecia aos olhos do SENHOR que abençoasse a Israel, não foi esta vez, como antes, ao encontro de agouros, mas voltou o rosto para o deserto.
2 Levantando Balaão os olhos e vendo Israel acampado segundo as suas tribos, veio sobre ele o Espírito de Deus.
3 Proferiu a sua palavra e disse: Palavra de Balaão, filho de Beor, palavra do homem de olhos abertos;
4 palavra daquele que ouve os ditos de Deus, o que tem a visão do Todo-Poderoso e prostra-se, porém de olhos abertos:
5 Que boas são as tuas tendas, ó Jacó! Que boas são as tuas moradas, ó Israel!
6 Como vales que se estendem, como jardins à beira dos rios, como árvores de sândalo que o SENHOR plantou, como cedros junto às águas.
7 Águas manarão de seus baldes, e as suas sementeiras terão águas abundantes; o seu rei se levantará mais do que Agague, e o seu reino será exaltado.
8 Deus tirou do Egito a Israel, cujas forças são como as do boi selvagem; consumirá as nações, seus inimigos, e quebrará seus ossos, e, com as suas setas, os atravessará.
9 Este abaixou-se, deitou-se como leão e como leoa; quem o despertará? Benditos os que te abençoarem, e malditos os que te amaldiçoarem.
10 Então, a ira de Balaque se acendeu contra Balaão, e bateu ele as suas palmas. Disse Balaque a Balaão: Chamei-te para amaldiçoares os meus inimigos; porém, agora, já três vezes, somente os abençoaste.
11 Agora, pois, vai-te embora para tua casa; eu dissera que te cumularia de honras; mas eis que o SENHOR te privou delas.
12 Então, Balaão disse a Balaque: Não falei eu também aos teus mensageiros, que me enviaste, dizendo:
13 ainda que Balaque me desse a sua casa cheia de prata e ouro, não poderia traspassar o mandado do SENHOR, fazendo de mim mesmo bem ou mal; o que o SENHOR falar, isso falarei?
14 Agora, eis que vou ao meu povo; vem, avisar-te-ei do que fará este povo ao teu, nos últimos dias.
15 Então, proferiu a sua palavra e disse: Palavra de Balaão, filho de Beor, palavra do homem de olhos abertos,
16 palavra daquele que ouve os ditos de Deus e sabe a ciência do Altíssimo; daquele que tem a visão do Todo-Poderoso e prostra-se, porém de olhos abertos:
17 Vê-lo-ei, mas não agora; contemplá-lo-ei, mas não de perto; uma estrela procederá de Jacó, de Israel subirá um cetro que ferirá as têmporas de Moabe e destruirá todos os filhos de Sete.
18 Edom será uma possessão; Seir, seus inimigos, também será uma possessão; mas Israel fará proezas.
19 De Jacó sairá o dominador e exterminará os que restam das cidades.
20 Viu Balaão a Amaleque, proferiu a sua palavra e disse: Amaleque é o primeiro das nações; porém o seu fim será destruição.
21 Viu os queneus, proferiu a sua palavra e disse: Segura está a tua habitação, e puseste o teu ninho na penha.
22 Todavia, o queneu será consumido. Até quando? Assur te levará cativo.
23 Proferiu ainda a sua palavra e disse: Ai! Quem viverá, quando Deus fizer isto?
24 Homens virão das costas de Quitim em suas naus; afligirão a Assur e a Héber; e também eles mesmos perecerão.
25 Então, Balaão se levantou, e se foi, e voltou para a sua terra; e também Balaque se foi pelo seu caminho.
Deus não precisava de Balaão para abençoar o seu povo. Mesmo que Deus não tivesse interferido para impedi-lo, permitindo a Balaão liberdade para expressar suas maldições contra Israel, elas não teriam efeito contra o povo de Deus. Deus escolheu trabalhar através de Balaão não só para abençoar Israel, mas, se possível, para salvá-lo, e como um testemunho para o rei pagão Balaque e à sua nação. Que amor e que misericórdia!
O favor de Deus manifestado por Israel deveria ser uma garantia de Seu cuidado protetor por Seus filhos obedientes e fiéis de todas as épocas. Quando no futuro Satanás inspirasse os homens maus a conspirarem contra o povo de Deus, esta ocorrência deveria ser lembrada e reforçaria a coragem e fé em Deus. Balaão profetizou que o rei de Israel seria maior do que qualquer rei dos amalequitas, que eram momento uma nação muito poderosa. Ele também usou a mais bela linguagem poética para descrever o futuro do povo de Deus. Antes que pudesse ser interrompido, Balaão proferiu uma linda profecia sobre o Messias e sobre a destruição final de Moabe.
Balaque ficou com medo e muita raiva, indignado com o desfecho dos acontecimentos. Balaão voltou para casa com suas esperanças de riqueza e promoção frustradas, em desgraça perante o rei e ciente de que tinha incorrido no desagrado de Deus. O Espírito de Deus finalmente o abandonou à sua ganância.
Se não defendermos o que acreditamos, cairemos diante de qualquer tentação que surgir em nosso caminho. Não podemos servir a dois senhores e esperar ter sucesso nesta vida e sermos qualificados para a eternidade.
Nancy Costa
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Números 23 – segunda, 03.08.2012
by Jeferson Quimelli
1 Então, Balaão disse a Balaque: Edifica-me, aqui, sete altares e prepara-me sete novilhos e sete carneiros.
2 Fez, pois, Balaque como Balaão dissera; e Balaque e Balaão ofereceram um novilho e um carneiro sobre cada altar.
3 Disse mais Balaão a Balaque: Fica-te junto do teu holocausto, e eu irei; porventura, o SENHOR me sairá ao encontro, e o que me mostrar to notificarei. Então, subiu a um morro desnudo.
4 Encontrando-se Deus com Balaão, este lhe disse: Preparei sete altares e sobre cada um ofereci um novilho e um carneiro.
5 Então, o SENHOR pôs a palavra na boca de Balaão e disse: Torna para Balaque e falarás assim.
6 E, tornando para ele, eis que estava junto do seu holocausto, ele e todos os príncipes dos moabitas.
7 Então, proferiu a sua palavra e disse: Balaque me fez vir de Arã, o rei de Moabe, dos montes do Oriente; vem, amaldiçoa-me a Jacó, e vem, denuncia a Israel.
8 Como posso amaldiçoar a quem Deus não amaldiçoou? Como posso denunciar a quem o SENHOR não denunciou?
9 Pois do cimo das penhas vejo Israel e dos outeiros o contemplo: eis que é povo que habita só e não será reputado entre as nações.
10 Quem contou o pó de Jacó ou enumerou a quarta parte de Israel? Que eu morra a morte dos justos, e o meu fim seja como o dele.
11 Então, disse Balaque a Balaão: Que me fizeste? Chamei-te para amaldiçoar os meus inimigos, mas eis que somente os abençoaste.
12 Mas ele respondeu: Porventura, não terei cuidado de falar o que o SENHOR pôs na minha boca?
13 Então, Balaque lhe disse: Rogo-te que venhas comigo a outro lugar, donde verás o povo; verás somente a parte mais próxima dele e não o verás todo; e amaldiçoa-mo dali.
14 Levou-o consigo ao campo de Zofim, ao cimo de Pisga; e edificou sete altares e sobre cada um ofereceu um novilho e um carneiro.
15 Então, disse Balaão a Balaque: Fica, aqui, junto do teu holocausto, e eu irei ali ao encontro do SENHOR.
16 Encontrando-se o SENHOR com Balaão, pôs-lhe na boca a palavra e disse: Torna para Balaque e assim falarás.
17 Vindo a ele, eis que estava junto do holocausto, e os príncipes dos moabitas, com ele. Perguntou-lhe, pois, Balaque: Que falou o SENHOR?
18 Então, proferiu a sua palavra e disse: Levanta-te, Balaque, e ouve; escuta-me, filho de Zipor:
19 Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele prometido, não o fará? Ou, tendo falado, não o cumprirá?
20 Eis que para abençoar recebi ordem; ele abençoou, não o posso revogar.
21 Não viu iniqüidade em Jacó, nem contemplou desventura em Israel; o SENHOR, seu Deus, está com ele, no meio dele se ouvem aclamações ao seu Rei.
22 Deus os tirou do Egito; as forças deles são como as do boi selvagem.
23 Pois contra Jacó não vale encantamento, nem adivinhação contra Israel; agora, se poderá dizer de Jacó e de Israel: Que coisas tem feito Deus!
24 Eis que o povo se levanta como leoa e se ergue como leão; não se deita até que devore a presa e beba o sangue dos que forem mortos.
25 Então, disse Balaque a Balaão: Nem o amaldiçoarás, nem o abençoarás.
26 Porém Balaão respondeu e disse a Balaque: Não te disse eu: tudo o que o SENHOR falar, isso farei?
27 Disse mais Balaque a Balaão: Ora, vem, e te levarei a outro lugar; porventura, parecerá bem aos olhos de Deus que dali mo amaldiçoes.
28 Então, Balaque levou Balaão consigo ao cimo de Peor, que olha para o lado do deserto.
29 Balaão disse a Balaque: Edifica-me, aqui, sete altares e prepara-me sete novilhos e sete carneiros.
30 Balaque, pois, fez como dissera Balaão e ofereceu sobre cada altar um novilho e um carneiro.
Os israelitas não faziam idéia do que estava acontecendo tão perto deles. Os altos funcionários da nação moabita haviam conspirado com Balaão, o adivinho, para amaldiçoar os israelitas. Quão pouco o povo compreendia acerca do constante cuidado de Deus por ele.
O grande amor e misericórdia de Deus são constantemente exercidos em nosso beneficio, e nossos corações se encheriam de amor e gratidão se meditássemos mais nessa realidade como deveríamos.
Aqueles que estão sob a proteção de Deus são imunes à feitiçaria e bruxaria. Não há lugar para a superstição no coração de um cristão e uma maldição não terá efeito algum quando pronunciada contra um filho de Deus. Balaão sabia disso, mas ele também tinha algum conhecimento das ofertas sacrificais dos hebreus, e esperava que superando-as por meio de custosas oferendas, poderia conseguir o favor de Deus e ser bem sucedido em seu plano pecaminoso.
Deus mais uma vez se dignou revelar a Balaão em visão profética não somente o futuro de Israel, mas a recompensa final de todos aqueles que O seguem ao longo dos tempos.
Que privilégio e que misericórdia! Se Balaão tivesse aceitado a luz que Deus lhe concedera, teria cortado todos os laços com Moabe e voltado para casa em arrependimento. Mas não, ele amava as riquezas oferecidas e decidiu firmemente obtê-las para -si.
Este é um aviso para nós hoje. Podemos estar servindo ao Senhor, mas se há um pecado ou hábito nocivo que estamos acariciando e não estamos dispostos a abandonar, Satanás encontrou uma porta de entrada para nosso coração.
Nancy Costa
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Números 22 – domingo, 02.09.2012
by Jeferson Quimelli
1 Tendo partido os filhos de Israel, acamparam-se nas campinas de Moabe, além do Jordão, na altura de Jericó.
2 Viu, pois, Balaque, filho de Zipor, tudo o que Israel fizera aos amorreus;
3 Moabe teve grande medo deste povo, porque era muito; e andava angustiado por causa dos filhos de Israel;
4 pelo que Moabe disse aos anciãos dos midianitas: Agora, lamberá esta multidão tudo quando houver ao redor de nós, como o boi lambe a erva do campo. Balaque, filho de Zipor, naquele tempo, era rei dos moabitas.
5 Enviou ele mensageiros a Balaão, filho de Beor, a Petor, que está junto ao rio Eufrates, na terra dos filhos do seu povo, a chamá-lo, dizendo: Eis que um povo saiu do Egito, cobre a face da terra e está morando defronte de mim.
6 Vem, pois, agora, rogo-te, amaldiçoa-me este povo, pois é mais poderoso do que eu; para ver se o poderei ferir e lançar fora da terra, porque sei que a quem tu abençoares será abençoado, e a quem tu amaldiçoares será amaldiçoado.
7 Então, foram-se os anciãos dos moabitas e os anciãos dos midianitas, levando consigo o preço dos encantamentos; e chegaram a Balaão e lhe referiram as palavras de Balaque.
8 Balaão lhes disse: Ficai aqui esta noite, e vos trarei a resposta, como o SENHOR me falar; então, os príncipes dos moabitas ficaram com Balaão.
9 Veio Deus a Balaão e disse: Quem são estes homens contigo?
10 Respondeu Balaão a Deus: Balaque, rei dos moabitas, filho de Zipor, os enviou para que me dissessem:
11 Eis que o povo que saiu do Egito cobre a face da terra; vem, agora, amaldiçoa-mo; talvez eu possa combatê-lo e lançá-lo fora.
12 Então, disse Deus a Balaão: Não irás com eles, nem amaldiçoarás o povo; porque é povo abençoado.
13 Levantou-se Balaão pela manhã e disse aos príncipes de Balaque: Tornai à vossa terra, porque o SENHOR recusa deixar-me ir convosco.
14 Tendo-se levantado os príncipes dos moabitas, foram a Balaque e disseram: Balaão recusou vir conosco.
15 De novo, enviou Balaque príncipes, em maior número e mais honrados do que os primeiros,
16 os quais chegaram a Balaão e lhe disseram: Assim diz Balaque, filho de Zipor: Peço-te não te demores em vir a mim,
17 porque grandemente te honrarei e farei tudo o que me disseres; vem, pois, rogo-te, amaldiçoa-me este povo.
18 Respondeu Balaão aos oficiais de Balaque: Ainda que Balaque me desse a sua casa cheia de prata e de ouro, eu não poderia traspassar o mandado do SENHOR, meu Deus, para fazer coisa pequena ou grande;
19 agora, pois, rogo-vos que também aqui fiqueis esta noite, para que eu saiba o que mais o SENHOR me dirá.
20 Veio, pois, o SENHOR a Balaão, de noite, e disse-lhe: Se aqueles homens vieram chamar-te, levanta-te, vai com eles; todavia, farás somente o que eu te disser.
21 Então, Balaão levantou-se pela manhã, albardou a sua jumenta e partiu com os príncipes de Moabe.
22 Acendeu-se a ira de Deus, porque ele se foi; e o Anjo do SENHOR pôs-se-lhe no caminho por adversário. Ora, Balaão ia caminhando, montado na sua jumenta, e dois de seus servos, com ele.
23 Viu, pois, a jumenta o Anjo do SENHOR parado no caminho, com a sua espada desembainhada na mão; pelo que se desviou a jumenta do caminho, indo pelo campo; então, Balaão espancou a jumenta para fazê-la tornar ao caminho.
24 Mas o Anjo do SENHOR pôs-se numa vereda entre as vinhas, havendo muro de um e outro lado.
25 Vendo, pois, a jumenta o Anjo do SENHOR, coseu-se contra o muro e comprimiu contra este o pé de Balaão; por isso, tornou a espancá-la.
26 Então, o Anjo do SENHOR passou mais adiante e pôs-se num lugar estreito, onde não havia caminho para se desviar nem para a direita, nem para a esquerda.
27 Vendo a jumenta o Anjo do SENHOR, deixou-se cair debaixo de Balaão; acendeu-se a ira de Balaão, e espancou a jumenta com a vara.
28 Então, o SENHOR fez falar a jumenta, a qual disse a Balaão: Que te fiz eu, que me espancaste já três vezes?
29 Respondeu Balaão à jumenta: Porque zombaste de mim; tivera eu uma espada na mão e, agora, te mataria.
30 Replicou a jumenta a Balaão: Porventura, não sou a tua jumenta, em que toda a tua vida cavalgaste até hoje? Acaso, tem sido o meu costume fazer assim contigo? Ele respondeu: Não.
31 Então, o SENHOR abriu os olhos a Balaão, ele viu o Anjo do SENHOR, que estava no caminho, com a sua espada desembainhada na mão; pelo que inclinou a cabeça e prostrou-se com o rosto em terra.
32 Então, o Anjo do SENHOR lhe disse: Por que já três vezes espancaste a jumenta? Eis que eu saí como teu adversário, porque o teu caminho é perverso diante de mim;
33 a jumenta me viu e já três vezes se desviou de diante de mim; na verdade, eu, agora, te haveria matado e a ela deixaria com vida.
34 Então, Balaão disse ao Anjo do SENHOR: Pequei, porque não soube que estavas neste caminho para te opores a mim; agora, se parece mal aos teus olhos, voltarei.
35 Tornou o Anjo do SENHOR a Balaão: Vai-te com estes homens; mas somente aquilo que eu te disser, isso falarás. Assim, Balaão se foi com os príncipes de Balaque.
36 Tendo Balaque ouvido que Balaão havia chegado, saiu-lhe ao encontro até à cidade de Moabe, que está nos confins do Arnom e na fronteira extrema.
37 Perguntou Balaque a Balaão: Porventura, não enviei mensageiros a chamar-te? Por que não vieste a mim? Não posso eu, na verdade, honrar-te?
38 Respondeu Balaão a Balaque: Eis-me perante ti; acaso, poderei eu, agora, falar alguma coisa? A palavra que Deus puser na minha boca, essa falarei.
39 Balaão foi com Balaque, e chegaram a Quiriate-Huzote.
40 Então, Balaque sacrificou bois e ovelhas; e deles enviou a Balaão e aos príncipes que estavam com ele.
41 Sucedeu que, pela manhã, Balaque tomou a Balaão e o fez subir a Bamote-Baal; e Balaão viu dali a parte mais próxima do povo.
Há muitas lições neste capítulo. Balaão já havia sido um bom homem e um profeta de Deus, mas “Balaão amou o prêmio da injustiça” (2 Pedro 2:15). Balaão amava o dinheiro, e através do pecado da cobiça, Satanás ganhou o controle sobre ele. Quando Balaque, o rei de Moabe, enviou os príncipes para pedir a Balaão que amaldiçoasse Israel, Balaão sabia que Deus não queria que ele fizesse isso. No entanto, sabendo que a vontade de Deus era contrária a seus desejos pessoais, ele a colocou de lado – ainda que tentasse se convencer que iria a Deus para perguntar-Lhe o que fazer. Balaão escolheu seguir seu próprio caminho, e então se esforçou para conseguir a aprovação do Senhor.
Muitos hoje fazem o mesmo. Eles sabem qual é o seu dever, mas ele é contrário aos seus desejos. Eles conhecem a Palavra de Deus, e ainda presumem rezar fervorosamente por luz. Eles se precipitam em caminhos proibidos e como Balaão com o seu jumento, tornam-se irritados com aqueles que querem evitar a sua ruína.
Balaão mostrou qual espírito o controlava através de seu tratamento ao seu animal. “O justo atenta para a vida dos seus animais, mas o coração dos perversos é cruel.” (Provérbios 12:10). Muitas pessoas hoje não percebem a pecaminosidade de se maltratar os animais. A disposição para causar dor, quer seja ao nosso semelhante ou a um animal, é satânica. Se seus olhos pudessem ser abertos como os de Balaão, veriam um anjo de Deus em pé, como testemunha. Balaão estava tão ansioso para obter seu prêmio que mesmo quando o seu animal falou, ele não parou para considerar a fonte.
A misericórdia de Deus para com Balaão é evidenciada em toda esta história. Mesmo quando Balaão recusou o plano original de Deus para ele, Deus não o abandonou, mas trabalhou com um plano reserva.
Deus está sempre trabalhando em nossas vidas. Mesmo quando cometemos um erro e deixamos de seguir o Seu plano para nossas vidas, Ele não nos abandona, mas produz um Plano B… ou C.
Louve a Deus pela Sua paciência e misericórdia.
Nancy Costa
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Números 21 – sábado, 01.09.2012
by Jeferson Quimelli
1 Ouvindo o cananeu, rei de Arade, que habitava no Neguebe, que Israel vinha pelo caminho de Atarim, pelejou contra Israel e levou alguns deles cativos.
2 Então, Israel fez voto ao SENHOR, dizendo: Se, de fato, entregares este povo nas minhas mãos, destruirei totalmente as suas cidades.
3 Ouviu, pois, o SENHOR a voz de Israel e lhe entregou os cananeus. Os israelitas os destruíram totalmente, a eles e a suas cidades; e aquele lugar se chamou Horma.
4 Então, partiram do monte Hor, pelo caminho do mar Vermelho, a rodear a terra de Edom, porém o povo se tornou impaciente no caminho.
5 E o povo falou contra Deus e contra Moisés: Por que nos fizestes subir do Egito, para que morramos neste deserto, onde não há pão nem água? E a nossa alma tem fastio deste pão vil.
6 Então, o SENHOR mandou entre o povo serpentes abrasadoras, que mordiam o povo; e morreram muitos do povo de Israel.
7 Veio o povo a Moisés e disse: Havemos pecado, porque temos falado contra o SENHOR e contra ti; ora ao SENHOR que tire de nós as serpentes. Então, Moisés orou pelo povo.
8 Disse o SENHOR a Moisés: Faze uma serpente abrasadora, põe-na sobre uma haste, e será que todo mordido que a mirar viverá.
9 Fez Moisés uma serpente de bronze e a pôs sobre uma haste; sendo alguém mordido por alguma serpente, se olhava para a de bronze, sarava.
10 Então, partiram os filhos de Israel e se acamparam em Obote.
11 Depois, partiram de Obote e se acamparam em Ijé-Abarim, no deserto que está defronte de Moabe, para o nascente.
12 Dali, partiram e se acamparam no vale de Zerede.
13 E, dali, partiram e se acamparam na outra margem do Arnom, que está no deserto que se estende do território dos amorreus; porque o Arnom é o limite de Moabe, entre Moabe e os amorreus.
14 Pelo que se diz no Livro das Guerras do SENHOR: Vaebe em Sufa, e os vales do Arnom,
15 e o declive dos vales que se inclina para a sede de Ar e se encosta aos limites de Moabe.
16 Dali partiram para Beer; este é o poço do qual disse o SENHOR a Moisés: Ajunta o povo, e lhe darei água.
17 Então, cantou Israel este cântico: Brota, ó poço! Entoai-lhe cânticos!
18 Poço que os príncipes cavaram, que os nobres do povo abriram, com o cetro, com os seus bordões. Do deserto, partiram para Matana.
19 E, de Matana, para Naaliel e, de Naaliel, para Bamote.
20 De Bamote, ao vale que está no campo de Moabe, no cimo de Pisga, que olha para o deserto.
21 Então, Israel mandou mensageiros a Seom, rei dos amorreus, dizendo:
22 Deixa-me passar pela tua terra; não nos desviaremos pelos campos nem pelas vinhas; as águas dos poços não beberemos; iremos pela estrada real até que passemos o teu país.
23 Porém Seom não deixou passar a Israel pelo seu país; antes, reuniu todo o seu povo, e saiu ao encontro de Israel ao deserto, e veio a Jasa, e pelejou contra Israel.
24 Mas Israel o feriu a fio de espada e tomou posse de sua terra, desde o Arnom até ao Jaboque, até aos filhos de Amom, cuja fronteira era fortificada.
25 Assim, Israel tomou todas estas cidades dos amorreus e habitou em todas elas, em Hesbom e em todas as suas aldeias.
26 Porque Hesbom era cidade de Seom, rei dos amorreus, que tinha pelejado contra o precedente rei dos moabitas, de cuja mão tomara toda a sua terra até ao Arnom.
27 Pelo que dizem os poetas: Vinde a Hesbom! Edifique-se, estabeleça-se a cidade de Seom!
28 Porque fogo saiu de Hesbom, e chama, da cidade de Seom, e consumiu a Ar, de Moabe, e os senhores dos altos do Arnom.
29 Ai de ti, Moabe! Perdido estás, povo de Quemos; entregou seus filhos como fugitivos e suas filhas, como cativas a Seom, rei dos amorreus.
30 Nós os asseteamos; estão destruídos desde Hesbom até Dibom; e os assolamos até Nofa e com fogo, até Medeba.
31 Assim, Israel habitou na terra dos amorreus.
32 Depois, mandou Moisés espiar a Jazer, tomaram as suas aldeias e desapossaram os amorreus que se achavam ali.
33 Então, voltaram e subiram o caminho de Basã; e Ogue, rei de Basã, saiu contra eles, ele e todo o seu povo, à peleja em Edrei.
34 Disse o SENHOR a Moisés: Não o temas, porque eu o dei na tua mão, a ele, e a todo o seu povo, e a sua terra; e far-lhe-ás como fizeste a Seom, rei dos amorreus, que habitava em Hesbom.
35 De tal maneira o feriram, a ele, e a seus filhos, e a todo o seu povo, que nenhum deles escapou; e lhe tomaram posse da terra.
Depois de receber uma provisão milagrosa em Cades e de uma vitória sobre um reino menor que os atacou, Israel rapidamente se voltou para reclamar de Deus quando a água e o alimento se tornaram indisponíveis, enquanto contornavam Edom.
Desta vez, Deus não retirou o problema. Em vez de imediatamente tomar conta de sua necessidade, mostrou-lhes que seria olhando para a sua Salvação que eles seriam preservados. A mensagem é a mesma hoje: olhe para Jesus e viva.
Qual é a sua resposta aos desafios da vida? Você reclama das pessoas que estão tentando te ajudar? Você reclama que Deus não está te guiando? A nossa resposta aos desafios da vida deve ser como o Salmo 46: 1-3: “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações. Portanto, não temeremos ainda que a terra se transtorne, e os montes se abalem no seio dos mares; ainda que as águas tumultuem e espumejem e na fúria os montes se estremeçam”.
Sabemos que Deus nos conduziu no passado. Às vezes não entendemos por que as dificuldades atuais estão acontecendo, mas podemos pedir confiantemente para que Ele nos leve à vitória.
John Beckett
Professor de Computação
Universidade Adventista do Sul
Comentários bíblicos selecionados:
1 Rei de Arade Arade fica cerca de 80 km ao norte de Cades, e a cerca de 27 km ao sul de Hebrom. A região é conhecida hoje como Tall’Arad(Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
Pelo caminho de Atarim Ou, “pelo caminho dos espias” (ARC) [ou, “pelo caminho que também foi percorrido pelos espias”].
Cativos Ao que parece, o rei pegou alguns retardatários no fim ou nas laterais da fila de marcha: pois, caso tivesse atacado a força principal, é provável que houvesse algum relato de mortes na batalha (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
2 destruirei totalmente Lit. “dedicarei suas cidades” (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
Isto significava uma total e imutável dedicação a Deus, o que neste contexto significava que os itens dedicados seriam completamente destruídos e Israel não poderia usá-los. Os caananitas não eram parentes dos israelitas como os edomitas eram. Assim, os israelitas retaliaram contra a agressão não provocada (comparar Ex. 17:8-16) (Andrews Study Bible).
3 Horma Hormah significa “destruição”, no sentido de dedicação a Deus e, portanto, irremissível para uso humano (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
Refere-se a destruição sagrada. Este foi o lugar para onde os amalequitas e caananitas fizeram recuar os israelitas quando estes tentaram conquistar Canaã sem Deus (14:45). Então Deus os trouxe de volta ao lugar da derrota anterior e lhes deu a vitória(Andrews Study Bible).
6 serpentes abrasadoras Aparentemente suas picadas causavam dor ardente(Andrews Study Bible).
Morreram muitos do povo de Israel As mortes ocorreram porque Deus retirara Sua mão protetora. A região por onde viajavam era cheia de serpentes, escorpiões, etc. (Dt 8:15); cada dia era um milagre da proteção divina. Mas, nessa ocasião, o Senhor retirou sua proteção e permitiu que as víboras atacassem o povo (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
8,9 serpente de bronze Tipifica Jesus Cristo, feito pecado por nós, para nos salvar (Jo 3.14-15). Olhar e viver era a mais simples manifestação da fé singela. “Ver”, aqui, é esperar dEle, depender dEle, crer nEle. Como ilustração, podemos dizer que a serpente é o pecado que requer o juízo de Deus. A haste lembra a Cruz de Cristo, onde foi oferecido substitutivamente para nos salvar: todos os que olharem para Ele com fé receberão dEle a salvação e a vida (Rm 8.3; 2 Co 5.21). Esta serpente de bronze, que tinha que ser guardada como lembrança da misericórdia de Deus, foi usada mais tarde como objeto de idolatria, pelo que o Rei Ezequias a despedaçou e a chamou Neustã, isto é, “pecado de bronze” (2 Rs 18.4) (Bíblia Shedd).
Esta escultura não devia ser adorada. […] Nem era um instrumento mágico.Em Taberá, Deus simplesmente retirou o perigo [fogo] de todos quando Moisés intercedeu por eles (Num 11.2). Mas agora a cura na picada dependia de escolher olhar para uma representação da origem do mal que o povo havia causado sobre si mesmos. Assim, olhar era uma forma de confissão não verbalizada. Jesus disse que Ele seria levantado (na cruz) como a serpente de bronze, para que todo aquele que crer tenha a vida eterna (João 3:14-15) (Andrews Study Bible).
Se olhava para a de bronze O povo sabia que não era suficiente apenas olhar para a serpente, mas o olhar devia ser acompanhado de fé, já que não havia cura na serpente em si mesma. Era possível contemplar a imagem sem ser urado, se a pessoa não colocasse fé em Deus como o divino restaurador. De modo semelhante, as ofertas apresentadas sem fé eram desprovidas de valor (ver Jo 3:14, 15; PP 430, 431) (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
12 Vale de Zerede Por este tempo, o último representante da velha geração rebelde, proibida de entrar em Canaã (Num. 14) já havia morrido (Deut 2:14). Agora a nova geração poderia tomar a terra prometida (Andrews Study Bible).
14 Livro das Guerras Este registro se perdeu, assim como o do Livro dos Justos (Js 10:13; 2 Sm 1:18) (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
16 Beer significa “poço” (de água). Deus trouxe o povo de novo a uma questão de repetida queda no passado – falta de água (20:2-5; 21:5; Ex 15:22-24; 17:1-3) – para que eles tivessem uma oportunidade de acreditar em Deus. Desta vez eles finalmente entenderam! (Andrews Study Bible).
17 Cantou Israel este cântico É difícil exagerar a importância de um bom poço nos países orientais. Eles eram motivo de cânticos de louvor e de disputas violentas (Gn 21:25; 26:15-22; Jz 1:15;ver Jo 4:12) (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
21-35 Os israelitas precisaram viajar para o norte através das áreas a leste do rio Jordão (aonde se encontra agora a Jordânia), para entrar em Canaã por Jericó. Mas os reis Seom e Basã se recusaram a deixa-los passar em paz. Com o poder divino, os israelitas se defenderam com tanto sucesso que eles capturaram os territórios destes reis da Transjordânia. Isto encorajou os israelitas que eles também tomariam Canaã cooperando com Deus (contra o relatório negativo dos espias; 13:31) (Andrews Study Bible).
21-30 A vitória do povo de Deus sobre Seom, rei dos amorreus. Os amorreus não formavam uma nação, mas eram nômades que, ás vezes, conseguiram certos territórios. Seom seria apenas um entre os muitos líderes amorreus, e sua moradia na época da invasão deve ter sido as montanhas pelas quais o rio Jordão passava. É a porção que Gade e Rúben mais tarde pediram (32.1-32). Esse território consta nos mapas como território de Moabe, porque era dos moabitas, dos quais os amorreus tinham tomado esse trecho de terra (26), que logo depois caiu nas mãos dos israelitas (Bíblia Shedd).
29 Quemos o deus dos moabitas (1 Rs 11:7; Jr 48:7), aquém se ofereciam sacrifícios humanos (2 Rs 3:26, 27), (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
31-35 A vitória sobre o rei de Basã. Basã é o nome do território que fica ao norte dos amorreus que veio a ser conquistado pelos israelitas e que mais tarde seria a parte mais preciosa da porção da tribo de Gade e da tribo de Rúben. Pertencia aos amonitas, descendetes de Ló, sobrinho de Abraão (Gn 19.35-38). Forma a parte mais rica do território chamado Gileade, bom para o gado. Este rei nem quis saber de mensageiros e já saiu para a batalha.
As tentativas de barrar o caminho do Povo de Deus para a terra Prometida são sugestões das ciladas que Satanás lança contra os crentes para que não entrem no gozo do Senhor, engendrando aflições aos crentes para que não sintam a plenitude da vida que Cristo deseja lhes dar aqui na terra, (Bíblia Shedd).
33 Ogue, rei de Basã O último de uma raça de gigantes (Deut. 3:11) (Andrews Study Bible).
Basã Esta era uma região famosa por suas ótimas pastagens, onde se desenvolviam grandes rebanhos, e também por suas florestas de carvalhos (Dt 32:14; Sl 22:12; Ez 27:6) [Provavelmente a área a leste do Mar da Galiléia] (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
Neste mapa, retirado do Atlas Biblico, se encontram muitas das referências geográficas aproximadas citadas no capítulo: Caminho do Mar Vermelho (Tamar-Elate) (4), Obote, Ijé Abarim (11), Zerede (12), Arnon (13), Hesbom (21-25), Jasa (ou Jaza) (23), Jaboque (24), amorreus (21, 26) e Jazer (32).
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