Reavivados por Sua Palavra


Números 10 – terça, 21.08.2012 by Jeferson Quimelli
21 de agosto de 2012, 2:30
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1 Disse mais o SENHOR a Moisés:
2 Faze duas trombetas de prata; de obra batida as farás; servir-te-ão para convocares a congregação e para a partida dos arraiais.
3 Quando tocarem, toda a congregação se ajuntará a ti à porta da tenda da congregação.
4 Mas, quando tocar uma só, a ti se ajuntarão os príncipes, os cabeças dos milhares de Israel.
5 Quando as tocardes a rebate, partirão os arraiais que se acham acampados do lado oriental.
6 Mas, quando a segunda vez as tocardes a rebate, então, partirão os arraiais que se acham acampados do lado sul; a rebate, as tocarão para as suas partidas.
7 Mas, se houver de ajuntar a congregação, tocá-las-eis, porém não a rebate.
8 Os filhos de Arão, sacerdotes, tocarão as trombetas; e a vós outros será isto por estatuto perpétuo nas vossas gerações.
9 Quando, na vossa terra, sairdes a pelejar contra os opressores que vos apertam, também tocareis as trombetas a rebate, e perante o SENHOR, vosso Deus, haverá lembrança de vós, e sereis salvos de vossos inimigos.
10 Da mesma sorte, no dia da vossa alegria, e nas vossas solenidades, e nos princípios dos vossos meses, também tocareis as vossas trombetas sobre os vossos holocaustos e sobre os vossos sacrifícios pacíficos, e vos serão por lembrança perante vosso Deus. Eu sou o SENHOR, vosso Deus.
11 Aconteceu, no ano segundo, no segundo mês, aos vinte do mês, que a nuvem se ergueu de sobre o tabernáculo da congregação.
12 Os filhos de Israel puseram-se em marcha do deserto do Sinai, jornada após jornada; e a nuvem repousou no deserto de Parã.
13 Assim, pela primeira vez, se puseram em marcha, segundo o mandado do SENHOR, por Moisés.
14 Primeiramente, partiu o estandarte do arraial dos filhos de Judá, segundo as suas turmas; e, sobre o seu exército, estava Naassom, filho de Aminadabe;
15 sobre o exército da tribo dos filhos de Issacar, Natanael, filho de Zuar;
16 e, sobre o exército da tribo dos filhos de Zebulom, Eliabe, filho de Helom.
17 Então, desarmaram o tabernáculo, e os filhos de Gérson e os filhos de Merari partiram, levando o tabernáculo.
18 Depois, partiu o estandarte do arraial de Rúben, segundo as suas turmas; e, sobre o seu exército, estava Elizur, filho de Sedeur;
19 sobre o exército da tribo dos filhos de Simeão, Selumiel, filho de Zurisadai;
20 e, sobre o exército da tribo dos filhos de Gade, Eliasafe, filho de Deuel.
21 Então, partiram os coatitas, levando as coisas santas; e erigia-se o tabernáculo até que estes chegassem.
22 Depois, partiu o estandarte do arraial dos filhos de Efraim, segundo as suas turmas; e, sobre o seu exército, estava Elisama, filho de Amiúde;
23 sobre o exército da tribo dos filhos de Manassés, Gamaliel, filho de Pedazur;
24 e, sobre o exército da tribo dos filhos de Benjamim, Abidã, filho de Gideoni.
25 Então, partiu o estandarte do arraial dos filhos de Dã, formando a retaguarda de todos os arraiais, segundo as suas turmas; e, sobre o seu exército, estava Aiezer, filho de Amisadai;
26 sobre o exército da tribo dos filhos de Aser, Pagiel, filho de Ocrã;
27 e, sobre o exército da tribo dos filhos de Naftali, Aira, filho de Enã.
28 Nesta ordem, puseram-se em marcha os filhos de Israel, segundo os seus exércitos.
29 Disse Moisés a Hobabe, filho de Reuel, o midianita, sogro de Moisés: Estamos de viagem para o lugar de que o SENHOR disse: Dar-vo-lo-ei; vem conosco, e te faremos bem, porque o SENHOR prometeu boas coisas a Israel.
30 Porém ele respondeu: Não irei; antes, irei à minha terra e à minha parentela.
31 Tornou-lhe Moisés: Ora, não nos deixes, porque tu sabes que devemos acampar-nos no deserto; e nos servirás de guia.
32 Se vieres conosco, far-te-emos o mesmo bem que o SENHOR a nós nos fizer.
33 Partiram, pois, do monte do SENHOR caminho de três dias; a arca da Aliança do SENHOR ia adiante deles caminho de três dias, para lhes deparar lugar de descanso.
34 A nuvem do SENHOR pairava sobre eles de dia, quando partiam do arraial.
35 Partindo a arca, Moisés dizia: Levanta-te, SENHOR, e dissipados sejam os teus inimigos, e fujam diante de ti os que te odeiam.
36 E, quando pousava, dizia: Volta, ó SENHOR, para os milhares de milhares de Israel.
Texto de hoje do blog da Bíblia (http://revivedbyhisword.org/en/bible/num/10/):
Em Números 10 o evento tão esperado começa: a viagem de mais de um milhão de pessoas para a Terra Prometida. Uma das últimas ordens dadas por Deus antes deste evento diz respeito à confecção de duas trombetas de prata.
Nossa tecnologia de comunicação hoje não nos permite imaginar como seria, naquele tempo, o efeito de ouvir toques de trombeta. Trombetas causam uma forte reação emocional intimamente ligada à guerra. Um pouco mais de cem anos atrás, os exércitos manobravam ao som da trombeta. Hoje, ainda, bandas militares continuam a desempenhar um papel fundamental na manutenção de um espírito de luta.
Estando todos os planos em ação e cada coração ansioso, a nuvem se desloca para a frente e os filhos de Israel a seguem. Esta deve ter sido um dos grandes espetáculos da história. E este grande movimento de pessoas foi visto por poucos.
A arca de Deus e Sua própria presença lideram o caminho. Como Israel poderia ser derrotado? As palavras de Moisés quando ele contempla a arca, revelam sua confiança, não no humano e no material, mas no Senhor. Deus lutaria suas batalhas.
Sob nossa perspectiva, tantos séculos depois, o pensamento de fracasso parece impossível. Mas, infelizmente, o tão almejado sucesso não acontece. Essa história terrível está a seguir.
Mark Sheffield
Southern Adventist University


Números 9 – segunda, 20.08.2012 by Jeferson Quimelli
20 de agosto de 2012, 2:30
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1 Falou o SENHOR a Moisés no deserto do Sinai, no ano segundo da sua saída da terra do Egito, no mês primeiro, dizendo:
2 Celebrem os filhos de Israel a Páscoa a seu tempo.
3 No dia catorze deste mês, ao crepúsculo da tarde, a seu tempo a celebrareis; segundo todos os seus estatutos e segundo todos os seus ritos, a celebrareis.
4 Disse, pois, Moisés aos filhos de Israel que celebrassem a Páscoa.
5 Então, celebraram a Páscoa no dia catorze do mês primeiro, ao crepúsculo da tarde, no deserto do Sinai; segundo tudo o que o SENHOR ordenara a Moisés, assim fizeram os filhos de Israel.
6 Houve alguns que se acharam imundos por terem tocado o cadáver de um homem, de maneira que não puderam celebrar a Páscoa naquele dia; por isso, chegando-se perante Moisés e Arão,
7 disseram-lhes: Estamos imundos por termos tocado o cadáver de um homem; por que havemos de ser privados de apresentar a oferta do SENHOR, a seu tempo, no meio dos filhos de Israel?
8 Respondeu-lhes Moisés: Esperai, e ouvirei o que o SENHOR vos ordenará.
9 Então, disse o SENHOR a Moisés:
10 Fala aos filhos de Israel, dizendo: Quando alguém entre vós ou entre as vossas gerações achar-se imundo por causa de um morto ou se achar em jornada longe de vós, contudo, ainda celebrará a Páscoa ao SENHOR.
11 No mês segundo, no dia catorze, no crepúsculo da tarde, a celebrarão; com pães asmos e ervas amargas a comerão.
12 Dela nada deixarão até à manhã e dela não quebrarão osso algum; segundo todo o estatuto da Páscoa, a celebrarão.
13 Porém, se um homem achar-se limpo, e não estiver de caminho, e deixar de celebrar a Páscoa, essa alma será eliminada do seu povo, porquanto não apresentou a oferta do SENHOR, a seu tempo; tal homem levará sobre si o seu pecado.
14 Se um estrangeiro habitar entre vós e também celebrar a Páscoa ao SENHOR, segundo o estatuto da Páscoa e segundo o seu rito, assim a celebrará; um só estatuto haverá para vós outros, tanto para o estrangeiro como para o natural da terra.
15 No dia em que foi erigido o tabernáculo, a nuvem o cobriu, a saber, a tenda do Testemunho; e, à tarde, estava sobre o tabernáculo uma aparência de fogo até à manhã.
16 Assim era de contínuo: a nuvem o cobria, e, de noite, havia aparência de fogo.
17 Quando a nuvem se erguia de sobre a tenda, os filhos de Israel se punham em marcha; e, no lugar onde a nuvem parava, aí os filhos de Israel se acampavam.
18 Segundo o mandado do SENHOR, os filhos de Israel partiam e, segundo o mandado do SENHOR, se acampavam; por todo o tempo em que a nuvem pairava sobre o tabernáculo, permaneciam acampados.
19 Quando a nuvem se detinha muitos dias sobre o tabernáculo, então, os filhos de Israel cumpriam a ordem do SENHOR e não partiam.
20 Às vezes, a nuvem ficava poucos dias sobre o tabernáculo; então, segundo o mandado do SENHOR, permaneciam e, segundo a ordem do SENHOR, partiam.
21 Às vezes, a nuvem ficava desde a tarde até à manhã; quando, pela manhã, a nuvem se erguia, punham-se em marcha; quer de dia, quer de noite, erguendo-se a nuvem, partiam.
22 Se a nuvem se detinha sobre o tabernáculo por dois dias, ou um mês, ou por mais tempo, enquanto pairava sobre ele, os filhos de Israel permaneciam acampados e não se punham em marcha; mas, erguendo-se ela, partiam.
23 Segundo o mandado do SENHOR, se acampavam e, segundo o mandado do SENHOR, se punham em marcha; cumpriam o seu dever para com o SENHOR, segundo a ordem do SENHOR por intermédio de Moisés.
Texto de hoje do blog da Bíblia (http://revivedbyhisword.org/en/bible/num/9/):
Dois aspectos marcantes da vida judaica aparecem neste capítulo: a cerimônia da Páscoa e a aparição da nuvem durante o dia e a coluna de fogo durante a noite. Ambas demonstram a graça incrível de Deus. A nuvem e a coluna mostram o tipo de orientação divina que todos nós ansiamos. Esta orientação era visível a todos os israelitas.
Mas a Páscoa é o elemento da vida judaica que mais vividamente se destaca. Tanto na prática judaica quanto na cristã, a Páscoa tem grande significado e é extremamente importante. Para os cristãos, a Páscoa é um símbolo da morte de Cristo.
Deus criou um povo que deveria ser separado, tanto racial quanto culturalmente. Consequentemente, os judeus eram altamente sensíveis ao contexto familiar. Contudo, o desejo de Deus para um povo santo, separado, não significava que forasteiros não tivessem como se juntar a Israel. O livro de Números deixa claro que não-judeus também eram bem-vindos para celebrar a Páscoa, desde que assim o desejassem e o fizessem de acordo com as regras do culto. Israel não deveria ser uma nação racialmente preconceituosa e com orgulho separatista.
Nós podemos ser gratos pela aceitação de Deus a todos os que vêm a Ele, não importa sua raça ou origem familiar. Por isso, louvamos ao Senhor.
Mark Sheffield
Southern Adventist University


Números 8 – domingo, 19.08.2012 by Jeferson Quimelli
19 de agosto de 2012, 2:30
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1 Disse o SENHOR a Moisés:
2 Fala a Arão e dize-lhe: Quando colocares as lâmpadas, seja de tal maneira que venham as sete a alumiar defronte do candelabro.
3 E Arão fez assim; colocou as lâmpadas para que alumiassem defronte do candelabro, como o SENHOR ordenara a Moisés.
4 O candelabro era feito de ouro batido desde o seu pedestal até às suas flores; segundo o modelo que o SENHOR mostrara a Moisés, assim ele fez o candelabro.
5 Disse mais o SENHOR a Moisés:
6 Toma os levitas do meio dos filhos de Israel e purifica-os;
7 assim lhes farás, para os purificar: asperge sobre eles a água da expiação; e sobre todo o seu corpo farão passar a navalha, lavarão as suas vestes e se purificarão;
8 e tomarão um novilho, com a sua oferta de manjares de flor de farinha, amassada com azeite; tu, porém, tomarás outro novilho para oferta pelo pecado.
9 Farás chegar os levitas perante a tenda da congregação; e ajuntarás toda a congregação dos filhos de Israel.
10 Quando, pois, fizerem chegar os levitas perante o SENHOR, os filhos de Israel porão as mãos sobre eles.
11 Arão apresentará os levitas como oferta movida perante o SENHOR, da parte dos filhos de Israel; e serão para o serviço do SENHOR.
12 Os levitas porão as mãos sobre a cabeça dos novilhos; e tu sacrificarás um para oferta pelo pecado e o outro para holocausto ao SENHOR, para fazer expiação pelos levitas.
13 Porás os levitas perante Arão e perante os seus filhos e os apresentarás por oferta movida ao SENHOR.
14 E separarás os levitas do meio dos filhos de Israel; os levitas serão meus.
15 Depois disso, entrarão os levitas para fazerem o serviço da tenda da congregação; e tu os purificarás e, por oferta movida, os apresentarás,
16 porquanto eles dentre os filhos de Israel me são dados; em lugar de todo aquele que abre a madre, do primogênito de cada um dos filhos de Israel, para mim os tomei.
17 Porque meu é todo primogênito entre os filhos de Israel, tanto de homens como de animais; no dia em que, na terra do Egito, feri todo primogênito, os consagrei para mim.
18 Tomei os levitas em lugar de todo primogênito entre os filhos de Israel.
19 E os levitas, dados a Arão e a seus filhos, dentre os filhos de Israel, entreguei-os para fazerem o serviço dos filhos de Israel na tenda da congregação e para fazerem expiação por eles, para que não haja praga entre o povo de Israel, chegando-se os filhos de Israel ao santuário.
20 E assim fez Moisés, e Arão, e toda a congregação dos filhos de Israel com os levitas; segundo tudo o que o SENHOR ordenara a Moisés acerca dos levitas, assim lhes fizeram os filhos de Israel.
21 Os levitas se purificaram e lavaram as suas vestes, e Arão os apresentou por oferta movida perante o SENHOR e fez expiação por eles, para purificá-los.
22 Depois disso, chegaram os levitas, para fazerem o seu serviço na tenda da congregação, perante Arão e seus filhos; como o SENHOR ordenara a Moisés acerca dos levitas, assim lhes fizeram.
23 Disse mais o SENHOR a Moisés:
24 Isto é o que toca aos levitas: da idade de vinte e cinco anos para cima entrarão, para fazerem o seu serviço na tenda da congregação;
25 mas desde a idade de cinqüenta anos desobrigar-se-ão do serviço e nunca mais servirão;
26 porém ajudarão aos seus irmãos na tenda da congregação, no tocante ao cargo deles; não terão mais serviço. Assim farás com os levitas quanto aos seus deveres.
Texto de hoje do blog da Bíblia (http://revivedbyhisword.org/en/bible/num/8/):
A organização divina de Israel ilustra muito sobre a atitude de Deus a respeito da adoração e do trabalho. O Livro dos Números é um quadro maravilhoso de Deus, de um ponto de vista inusitado. Pensamos em Deus como Redentor e Senhor, e é claro que Ele é. Mas através da experiência no deserto, também O vemos como Artista, Diretor-Presidente e Diretor de Recursos Humanos.
Estes aspectos de Deus nos fazem apreciá-lO mais. Deus sabe como guiar os homens na feitura de uma lâmpada de ouro batido a partir de um projeto complexo e como preparar sacerdotes para o serviço em Seu tabernáculo. Ele sabe como proteger seus filhos de Sua presença flamejante e como colocar as pessoas a trabalhar sem pedir-lhes para fazer muito. Não há dúvida de que Deus é amor.
É fascinante o Senhor escolher tantos levitas para o que era, essencialmente, um trabalho simples de cuidar e mover uma pequena tenda. Eles nunca iriam ressentir da quantidade de serviço. Ele estava pouco disposto a colocar uma carga total de trabalho sobre qualquer homem com idade acima de 50, e nessa idade eles teriam apenas ajudar como podiam. Verdadeiramente, Deus quer que o Seu jugo seja suave e Seu fardo, leve.
Mark Sheffield
Southern Adventist University



Números 7 – sábado, 18.08.2012 by Jeferson Quimelli
18 de agosto de 2012, 1:31
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1 No dia em que Moisés acabou de levantar o tabernáculo, e o ungiu, e o consagrou e todos os seus utensílios, bem como o altar e todos os seus pertences,
2 os príncipes de Israel, os cabeças da casa de seus pais, os que foram príncipes das tribos, que haviam presidido o censo, ofereceram
3 e trouxeram a sua oferta perante o SENHOR: seis carros cobertos e doze bois; cada dois príncipes ofereceram um carro, e cada um deles, um boi; e os apresentaram diante do tabernáculo.
4 Disse o SENHOR a Moisés:
5 Recebe-os deles, e serão destinados ao serviço da tenda da congregação; e os darás aos levitas, a cada um segundo o seu serviço.
6 Moisés recebeu os carros e os bois e os deu aos levitas.
7 Dois carros e quatro bois deu aos filhos de Gérson, segundo o seu serviço;
8 quatro carros e oito bois deu aos filhos de Merari, segundo o seu serviço, sob a direção de Itamar, filho de Arão, o sacerdote.
9 Mas aos filhos de Coate nada deu, porquanto a seu cargo estava o santuário, que deviam levar aos ombros.
10 Ofereceram os príncipes para a consagração do altar, no dia em que foi ungido; sim, apresentaram a sua oferta perante o altar.
11 Disse o SENHOR a Moisés: Cada príncipe apresentará, no seu dia, a sua oferta para a consagração do altar.
12 O que, pois, no primeiro dia, apresentou a sua oferta foi Naassom, filho de Aminadabe, pela tribo de Judá.
13 A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;
14 um recipiente de dez siclos de ouro, cheio de incenso;
15 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
16 um bode, para oferta pelo pecado;
17 e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; foi esta a oferta de Naassom, filho de Aminadabe.
18 No segundo dia, fez a sua oferta Natanael, filho de Zuar, príncipe de Issacar.
19 Como sua oferta apresentou um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;
20 um recipiente de dez siclos de ouro, cheio de incenso;
21 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
22 um bode, para oferta pelo pecado;
23 e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; foi esta a oferta de Natanael, filho de Zuar.
24 No terceiro dia, chegou o príncipe dos filhos de Zebulom, Eliabe, filho de Helom.
25 A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;
26 um recipiente de dez siclos de ouro, cheio de incenso;
27 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
28 um bode, para oferta pelo pecado;
29 e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; foi esta a oferta de Eliabe, filho de Helom.
30 No quarto dia, chegou o príncipe dos filhos de Rúben, Elizur, filho de Sedeur.
31 A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;
32 um recipiente de dez siclos de ouro, cheio de incenso;
33 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
34 um bode, para oferta pelo pecado;
35 e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; foi esta a oferta de Elizur, filho de Sedeur.
36 No quinto dia, chegou o príncipe dos filhos de Simeão, Selumiel, filho de Zurisadai.
37 A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;
38 um recipiente de dez siclos de ouro, cheio de incenso;
39 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
40 um bode, para oferta pelo pecado;
41 e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; foi esta a oferta de Selumiel, filho de Zurisadai.
42 No sexto dia, chegou o príncipe dos filhos de Gade, Eliasafe, filho de Deuel.
43 A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;
44 um recipiente de dez siclos de ouro, cheio de incenso;
45 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
46 um bode, para oferta pelo pecado;
47 e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; foi esta a oferta de Eliasafe, filho de Deuel.
48 No sétimo dia, chegou o príncipe dos filhos de Efraim, Elisama, filho de Amiúde.
49 A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;
50 um recipiente de dez siclos de ouro, cheio de incenso;
51 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
52 um bode, para oferta pelo pecado;
53 e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; foi esta a oferta de Elisama, filho de Amiúde.
54 No oitavo dia, chegou o príncipe dos filhos de Manassés, Gamaliel, filho de Pedazur.
55 A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;
56 um recipiente de dez siclos de ouro, cheio de incenso;
57 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
58 um bode, para oferta pelo pecado;
59 e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; foi esta a oferta de Gamaliel, filho de Pedazur.
60 No dia nono, chegou o príncipe dos filhos de Benjamim, Abidã, filho de Gideoni.
61 A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;
62 um recipiente de dez siclos de ouro, cheio de incenso;
63 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
64 um bode, para oferta pelo pecado;
65 e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; foi esta a oferta de Abidã, filho de Gideoni.
66 No décimo dia, chegou o príncipe dos filhos de Dã, Aiezer, filho de Amisadai.
67 A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;
68 um recipiente de dez siclos de ouro, cheio de incenso;
69 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
70 um bode, para oferta pelo pecado;
71 e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; foi esta a oferta de Aiezer, filho de Amisadai.
72 No dia undécimo, chegou o príncipe dos filhos de Aser, Pagiel, filho de Ocrã.
73 A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;
74 um recipiente de dez siclos de ouro, cheio de incenso;
75 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
76 um bode, para oferta pelo pecado;
77 e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; foi esta a oferta de Pagiel, filho de Ocrã.
78 No duodécimo dia, chegou o príncipe dos filhos de Naftali, Aira, filho de Enã.
79 A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;
80 um recipiente de dez siclos de ouro, cheio de incenso;
81 um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
82 um bode, para oferta pelo pecado;
83 e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; foi esta a oferta de Aira, filho de Enã.
84 Esta é a dádiva feita pelos príncipes de Israel para a consagração do altar, no dia em que foi ungido: doze pratos de prata, doze bacias de prata, doze recipientes de ouro;
85 cada prato de prata, de cento e trinta siclos, e cada bacia, de setenta; toda a prata dos utensílios foi de dois mil e quatrocentos siclos, segundo o siclo do santuário;
86 doze recipientes de ouro cheios de incenso, cada um de dez siclos, segundo o siclo do santuário; todo o ouro dos recipientes foi de cento e vinte siclos;
87 todos os animais para o holocausto foram doze novilhos; carneiros, doze; doze cordeiros de um ano, com a sua oferta de manjares; e doze bodes para oferta pelo pecado.
88 E todos os animais para o sacrifício pacífico foram vinte e quatro novilhos; os carneiros, sessenta; os bodes, sessenta; os cordeiros de um ano, sessenta; esta é a dádiva para a consagração do altar, depois que foi ungido.
89 Quando entrava Moisés na tenda da congregação para falar com o SENHOR, então, ouvia a voz que lhe falava de cima do propiciatório, que está sobre a arca do Testemunho entre os dois querubins; assim lhe falava.
Texto de hoje do blog da Bíblia (http://revivedbyhisword.org/en/bible/num/7/):
Nos primeiros dias do início dos Estados Unidos, os protestantes construíram casas de culto simples. Eles chamavam suas igrejas de aldeia de “Celeiro do Senhor”. Esta prática foi uma resposta ao enorme custo da construção de catedrais impressionantes. O objetivo disto era enfatizar que a Palavra de Deus era o coração da verdadeira adoração, não catedrais enormes.
No sistema de Deus de adoração dada ao antigo Israel havia um equilíbrio entre a simplicidade excessiva e ostentação. Os presentes concebidos para a dedicação do tabernáculo foram concebidos para não exceder a capacidade de dar da pessoa comum.
Em 7 números há dois conjuntos de presentes descritos. O primeiro conjunto de presentes era para os levitas que foram encarregados ​​de transportar o tabernáculo. Estes presentes foram dados pelos líderes de Israel e as pessoas presenciaram os líderes darem seis carros e doze bois para o serviço do Senhor.
O segundo conjunto de presentes dos líderes era para ser dado ao longo de um período de doze dias. A cada dia os números eram o mesmo: um prato, uma bacia, uma travessa, um carneiro, um cordeiro, e assim por diante. As pessoas devem ter sido profundamente impressionadas quando assistiram isto, inclusive as crianças. Dar tornou-se agradável, e ninguém se sentia constrangido a dar.
O SENHOR realmente era a sua Justiça, do mesmo modo como Ele é a nossa Justiça. 
Mark Sheffield
Southern Adventist University


Números 6 – sexta, 17.08.2012 by Jeferson Quimelli
17 de agosto de 2012, 2:30
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1 Disse o SENHOR a Moisés:
2 Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando alguém, seja homem seja mulher, fizer voto especial, o voto de nazireu, a fim de consagrar-se para o SENHOR,
3 abster-se-á de vinho e de bebida forte; não beberá vinagre de vinho, nem vinagre de bebida forte, nem tomará beberagens de uvas, nem comerá uvas frescas nem secas.
4 Todos os dias do seu nazireado não comerá de coisa alguma que se faz da vinha, desde as sementes até às cascas.
5 Todos os dias do seu voto de nazireado não passará navalha pela cabeça; até que se cumpram os dias para os quais se consagrou ao SENHOR, santo será, deixando crescer livremente a cabeleira.
6 Todos os dias da sua consagração para o SENHOR, não se aproximará de um cadáver.
7 Por seu pai, ou por sua mãe, ou por seu irmão, ou por sua irmã, por eles se não contaminará, quando morrerem; porquanto o nazireado do seu Deus está sobre a sua cabeça.
8 Por todos os dias do seu nazireado, santo será ao SENHOR.
9 Se alguém vier a morrer junto a ele subitamente, e contaminar a cabeça do seu nazireado, rapará a cabeça no dia da sua purificação; ao sétimo dia, a rapará.
10 Ao oitavo dia, trará duas rolas ou dois pombinhos ao sacerdote, à porta da tenda da congregação;
11 o sacerdote oferecerá um como oferta pelo pecado e o outro, para holocausto; e fará expiação por ele, visto que pecou relativamente ao morto; assim, naquele mesmo dia, consagrará a sua cabeça.
12 Então, consagrará os dias do seu nazireado ao SENHOR e, para oferta pela culpa, trará um cordeiro de um ano; os dias antecedentes serão perdidos, porquanto o seu nazireado foi contaminado.
13 Esta é a lei do nazireu: no dia em que se cumprirem os dias do seu nazireado, será trazido à porta da tenda da congregação.
14 Ele apresentará a sua oferta ao SENHOR, um cordeiro de um ano, sem defeito, em holocausto, e uma cordeira de um ano, sem defeito, para oferta pelo pecado, e um carneiro, sem defeito, por oferta pacífica,
15 e um cesto de pães asmos, bolos de flor de farinha com azeite, amassados, e obreias asmas untadas com azeite, como também a sua oferta de manjares e as suas libações.
16 O sacerdote os trará perante o SENHOR e apresentará a sua oferta pelo pecado e o seu holocausto;
17 oferecerá o carneiro em sacrifício pacífico ao SENHOR, com o cesto dos pães asmos; o sacerdote apresentará também a devida oferta de manjares e a libação.
18 O nazireu, à porta da tenda da congregação, rapará a cabeleira do seu nazireado, e tomá-la-á, e a porá sobre o fogo que está debaixo do sacrifício pacífico.
19 Depois, o sacerdote tomará a espádua cozida do carneiro, e um bolo asmo do cesto, e uma obreia asma e os porá nas mãos do nazireu, depois de haver este rapado a cabeleira do seu nazireado.
20 O sacerdote os moverá em oferta movida perante o SENHOR; isto é santo para o sacerdote, juntamente com o peito da oferta movida e com a coxa da oferta; depois disto, o nazireu pode beber vinho.
21 Esta é a lei do nazireu que fizer voto; a sua oferta ao SENHOR será segundo o seu nazireado, afora o que as suas posses lhe permitirem; segundo o voto que fizer, assim fará conforme a lei do seu nazireado.
22 Disse o SENHOR a Moisés:
23 Fala a Arão e a seus filhos, dizendo: Assim abençoareis os filhos de Israel e dir-lhes-eis:
24 O SENHOR te abençoe e te guarde;
25 o SENHOR faça resplandecer o rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti;
26 o SENHOR sobre ti levante o rosto e te dê a paz.
27 Assim, porão o meu nome sobre os filhos de Israel, e eu os abençoarei.
Texto de hoje do blog da Bíblia (http://revivedbyhisword.org/en/bible/num/6/):
Você já conheceu pessoas que parecem especialmente espirituais? Pois é, tais pessoas existem. Pra início de conversa, antes que elas ou você pensem que isto lhes dá alguma vantagem injusta na vida cristã, lembre-se que nenhuma predisposição, boa ou má, faz qualquer um mais ou menos aceitável a Deus. A lei do nazireu ilustra este princípio.
Se qualquer israelita sentisse o desejo de doar-se mais profundamente a Deus do que a pessoa comum, ele poderia fazê-lo. No entanto, isso lhe custava algo. O voto de nazireado que uma pessoa tomava era um compromisso público de viver uma vida de abnegação.
Por exemplo, um nazireu tinha que negar a si mesmo o prazer de beber em todas as suas formas. Ele tinha que evitar o uso de qualquer tipo da uva “, frescas ou secas.” O voto nazireu também definia uma pessoa que viveria à parte socialmente. Sem jantares felizes ou banquetes. E se um parente próximo, até mesmo uma mãe, morresse, o nazireu não podia chegar perto do corpo. Ser um nazireu poderia significar ser um solitário.
Isto parece duro? Hoje os governos restringem as atividades daqueles que têm um comportamento inaceitável, colocando-os na prisão e, geralmente, eles não estão autorizados a participar dos funerais de entes queridos. Isto parece duro por parte do governo, mas é a realidade de uma vida escolhida pelo infrator. Assim, restrições, tais como as que vemos nas Escrituras não são tão incomuns. A restrição das atividades daqueles que haviam tomado o voto de nazireado e que desejavam ter uma experiência espiritual mais profunda não deve ser visto como pode demais rigorosa por parte de Deus. 
Se quisermos ter uma experiência espiritual mais profunda, também precisamos ser cuidadosos com o que comemos e bebemos e escolher cuidadosamente as nossas atividades.
Mark Sheffield
Southern Adventist University


Números 5 – quinta, 16.08.2012 by Jeferson Quimelli
16 de agosto de 2012, 2:30
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1 Disse o SENHOR a Moisés:
2 Ordena aos filhos de Israel que lancem para fora do arraial todo leproso, todo o que padece fluxo e todo imundo por ter tocado em algum morto;
3 tanto homem como mulher os lançareis; para fora do arraial os lançareis, para que não contaminem o arraial, no meio do qual eu habito.
4 Os filhos de Israel fizeram assim e os lançaram para fora do arraial; como o SENHOR falara a Moisés, assim fizeram os filhos de Israel.
5 Disse mais o SENHOR a Moisés:
6 Dize aos filhos de Israel: Quando homem ou mulher cometer algum dos pecados em que caem os homens, ofendendo ao SENHOR, tal pessoa é culpada.
7 Confessará o pecado que cometer; e, pela culpa, fará plena restituição, e lhe acrescentará a sua quinta parte, e dará tudo àquele contra quem se fez culpado.
8 Mas, se esse homem não tiver parente chegado, a quem possa fazer restituição pela culpa, então, o que se restitui ao SENHOR pela culpa será do sacerdote, além do carneiro expiatório com que se fizer expiação pelo culpado.
9 Toda oferta de todas as coisas santas dos filhos de Israel, que trouxerem ao sacerdote, será deste
10 e também as coisas sagradas de cada um; o que alguém der ao sacerdote será deste.
11 Disse mais o SENHOR a Moisés:
12 Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Se a mulher de alguém se desviar e lhe for infiel,
13 de maneira que algum homem se tenha deitado com ela, e for oculto aos olhos de seu marido, e ela o tiver ocultado, havendo-se ela contaminado, e contra ela não houver testemunha, e não for surpreendida em flagrante,
14 e o espírito de ciúmes vier sobre ele, e de sua mulher tiver ciúmes, por ela se haver contaminado, ou o tiver, não se havendo ela contaminado,
15 então, esse homem trará a sua mulher perante o sacerdote e juntamente trará a sua oferta por ela: uma décima de efa de farinha de cevada, sobre a qual não deitará azeite, nem sobre ela porá incenso, porquanto é oferta de manjares de ciúmes, oferta memorativa, que traz a iniqüidade à memória.
16 O sacerdote a fará chegar e a colocará perante o SENHOR.
17 O sacerdote tomará água santa num vaso de barro; também tomará do pó que houver no chão do tabernáculo e o deitará na água.
18 Apresentará a mulher perante o SENHOR e soltará a cabeleira dela; e lhe porá nas mãos a oferta memorativa de manjares, que é a oferta de manjares dos ciúmes. A água amarga, que traz consigo a maldição, estará na mão do sacerdote.
19 O sacerdote a conjurará e lhe dirá: Se ninguém contigo se deitou, e se não te desviaste para a imundícia, estando sob o domínio de teu marido, destas águas amargas, amaldiçoantes, serás livre.
20 Mas, se te desviaste, quando sob o domínio de teu marido, e te contaminaste, e algum homem, que não é o teu marido, se deitou contigo
21 (então, o sacerdote fará que a mulher tome o juramento de maldição e lhe dirá), o SENHOR te ponha por maldição e por praga no meio do teu povo, fazendo-te o SENHOR descair a coxa e inchar o ventre;
22 e esta água amaldiçoante penetre nas tuas entranhas, para te fazer inchar o ventre e te fazer descair a coxa. Então, a mulher dirá: Amém! Amém!
23 O sacerdote escreverá estas maldições num livro e, com a água amarga, as apagará.
24 E fará que a mulher beba a água amarga, que traz consigo a maldição; e, sendo bebida, lhe causará amargura.
25 Da mão da mulher tomará o sacerdote a oferta de manjares de ciúmes e a moverá perante o SENHOR; e a trará ao altar.
26 Tomará um punhado da oferta de manjares, da oferta memorativa, e sobre o altar o queimará; e, depois, dará a beber a água à mulher.
27 E, havendo-lhe dado a beber a água, será que, se ela se tiver contaminado, e a seu marido tenha sido infiel, a água amaldiçoante entrará nela para amargura, e o seu ventre se inchará, e a sua coxa descairá; a mulher será por maldição no meio do seu povo.
28 Se a mulher se não tiver contaminado, mas estiver limpa, então, será livre e conceberá.
29 Esta é a lei para o caso de ciúmes, quando a mulher, sob o domínio de seu marido, se desviar e for contaminada;
30 ou quando sobre o homem vier o espírito de ciúmes, e tiver ciúmes de sua mulher, apresente a mulher perante o SENHOR, e o sacerdote nela execute toda esta lei.
31 O homem será livre da iniqüidade, porém a mulher levará a sua iniqüidade.
Texto de hoje do blog da Bíblia (http://revivedbyhisword.org/en/bible/num/5/):
A lei de Deus para Israel não focava exclusivamente no processo de se aproximar do Senhor. A santidade de Deus exigia santidade do povo.
Números 5 menciona dois tipos de “santidade”. O acampamento de Israel era para ser higienicamente limpo. Os que tivessem doenças transmissíveis e secreções corporais e aqueles que haviam tocado em um cadáver deveriam ser temporariamente excluídos de viver no acampamento, para que não transmitissem a doença para outras pessoas.
O acampamento também deveria ser livre da dor emocional. Assim, o ritual do “marido ciumento” aborda a atitude que poderia destruir o amor conjugal, que também é sagrado e santo.
A presença de Deus expulsa todo tipo de impureza. É por esta razão que no Novo Testamento, Cristo não hesitou em tocar o leproso, a mulher com o fluxo de sangue e os mortos. Havia poder de cura em Seu toque e atos. Ele demonstrou seu respeito perfeito pela Lei Mosaica, e não sua rejeição. Cristo era o tabernáculo vivo no meio da nação judaica. Ele demonstrou o poder e o efeito da santidade na presença de todos os tipos de mal. Cristo foi levado para a cruz e crucificado por homens maus, porque eles não quiseram se expor à santidade de Deus.
Ao chegarmos mais perto de Cristo e nossos corações são expostos à santidade de Deus, vemos mais da nossa fraqueza e pecaminosidade e da necessidade de um Salvador amoroso, porque Sua santidade nos leva a ele.
Mark Sheffield
Southern Adventist University


Números 4 – quarta, 15.08.2012 by Jeferson Quimelli
15 de agosto de 2012, 2:30
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1 Disse o SENHOR a Moisés e a Arão:
2 Levanta o censo dos filhos de Coate, do meio dos filhos de Levi, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais;
3 da idade de trinta anos para cima até aos cinqüenta será todo aquele que entrar neste serviço, para exercer algum encargo na tenda da congregação.
4 É este o serviço dos filhos de Coate na tenda da congregação, nas coisas santíssimas.
5 Quando partir o arraial, Arão e seus filhos virão, e tirarão o véu de cobrir, e, com ele, cobrirão a arca do Testemunho;
6 e, por cima, lhe porão uma coberta de peles finas, e sobre ela estenderão um pano, todo azul, e lhe meterão os varais.
7 Também sobre a mesa da proposição estenderão um pano azul; e, sobre ela, porão os pratos, os recipientes do incenso, as taças e as galhetas; também o pão contínuo estará sobre ela.
8 Depois, estenderão, em cima deles, um pano de carmesim, e, com a coberta de peles finas, o cobrirão, e lhe porão os varais.
9 Tomarão um pano azul e cobrirão o candelabro da luminária, as suas lâmpadas, os seus espevitadores, os seus apagadores e todos os seus vasos de azeite com que o servem.
10 E envolverão a ele e todos os seus utensílios na coberta de peles finas e o porão sobre os varais.
11 Sobre o altar de ouro estenderão um pano azul, e, com a coberta de peles finas, o cobrirão, e lhe porão os varais;
12 tomarão todos os utensílios do serviço com os quais servem no santuário; e os envolverão num pano azul, e os cobrirão com uma coberta de peles finas, e os porão sobre os varais.
13 Do altar tirarão as cinzas e, por cima dele, estenderão um pano de púrpura.
14 Sobre ele porão todos os seus utensílios com que o servem: os braseiros, os garfos, as pás e as bacias, todos os utensílios do altar; e, por cima dele, estenderão uma coberta de peles finas e lhe porão os varais.
15 Havendo, pois, Arão e seus filhos, ao partir o arraial, acabado de cobrir o santuário e todos os móveis dele, então, os filhos de Coate virão para levá-lo; mas, nas coisas santas, não tocarão, para que não morram; são estas as coisas da tenda da congregação que os filhos de Coate devem levar.
16 Eleazar, filho de Arão, o sacerdote, terá a seu cargo o azeite da luminária, o incenso aromático, a contínua oferta dos manjares e o óleo da unção, sim, terá a seu cargo todo o tabernáculo e tudo o que nele há, o santuário e os móveis.
17 Disse o SENHOR a Moisés e a Arão:
18 Não deixareis que a tribo das famílias dos coatitas seja eliminada do meio dos levitas.
19 Isto, porém, lhe fareis, para que vivam e não morram, quando se aproximarem das coisas santíssimas: Arão e seus filhos entrarão e lhes designarão a cada um o seu serviço e a sua carga.
20 Porém os coatitas não entrarão, nem por um instante, para ver as coisas santas, para que não morram.
21 Disse mais o SENHOR a Moisés:
22 Levanta o censo dos filhos de Gérson, segundo a casa de seus pais, segundo as suas famílias.
23 Da idade de trinta anos para cima até aos cinqüenta será todo aquele que entrar neste serviço, para algum encargo na tenda da congregação.
24 É este o serviço das famílias dos gersonitas para servir e levar cargas:
25 levarão as cortinas do tabernáculo, a tenda da congregação, sua coberta, a coberta de peles finas, que está sobre ele, o reposteiro da porta da tenda da congregação,
26 as cortinas do pátio, o reposteiro da porta do pátio, que rodeia o tabernáculo e o altar, as suas cordas e todos os objetos do seu serviço e servirão em tudo quanto diz respeito a estas coisas.
27 Todo o serviço dos filhos dos gersonitas, toda a sua carga e tudo o que devem fazer será segundo o mandado de Arão e de seus filhos; e lhes determinareis tudo o que devem carregar.
28 Este é o serviço das famílias dos filhos dos gersonitas na tenda da congregação; o seu cargo estará sob a direção de Itamar, filho de Arão, o sacerdote.
29 Quanto aos filhos de Merari, segundo as suas famílias e segundo a casa de seus pais os contarás.
30 Da idade de trinta anos para cima até aos cinqüenta contarás todo aquele que entrar neste serviço, para exercer algum encargo na tenda da congregação.
31 Isto será o que é de sua obrigação levar, segundo todo o seu serviço, na tenda da congregação: as tábuas do tabernáculo, os seus varais, as suas colunas e as suas bases;
32 as colunas do pátio em redor, as suas bases, as suas estacas e as suas cordas, com todos os seus utensílios e com tudo o que pertence ao seu serviço; e designareis, nome por nome, os objetos que devem levar.
33 É este o encargo das famílias dos filhos de Merari, segundo todo o seu serviço, na tenda da congregação, sob a direção de Itamar, filho de Arão, o sacerdote.
34 Moisés, pois, e Arão, e os príncipes do povo contaram os filhos dos coatitas, segundo as suas famílias e segundo a casa de seus pais,
35 da idade de trinta anos para cima até aos cinqüenta, todo aquele que entrou neste serviço, para exercer algum encargo na tenda da congregação.
36 Os que deles foram contados, pois, segundo as suas famílias, foram dois mil setecentos e cinqüenta.
37 São estes os que foram contados das famílias dos coatitas, todos os que serviam na tenda da congregação, os quais Moisés e Arão contaram, segundo o mandado do SENHOR, por Moisés.
38 Os que foram contados dos filhos de Gérson, segundo as suas famílias e segundo a casa de seus pais,
39 da idade de trinta anos para cima até aos cinqüenta, todo aquele que entrou neste serviço, para exercer algum encargo na tenda da congregação,
40 os que deles foram contados, segundo as suas famílias, segundo a casa de seus pais, foram dois mil seiscentos e trinta.
41 São estes os contados das famílias dos filhos de Gérson, todos os que serviam na tenda da congregação, os quais Moisés e Arão contaram, segundo o mandado do SENHOR.
42 Os que foram contados das famílias dos filhos de Merari, segundo as suas famílias e segundo a casa de seus pais,
43 da idade de trinta anos para cima até aos cinqüenta, todo aquele que entrou neste serviço, para exercer algum encargo na tenda da congregação,
44 os que deles foram contados, segundo as suas famílias, foram três mil e duzentos.
45 São estes os contados das famílias dos filhos de Merari, os quais Moisés e Arão contaram, segundo o mandado do SENHOR, por Moisés.
46 Todos os que foram contados dos levitas, contados por Moisés, e Arão, e os príncipes de Israel, segundo as suas famílias e segundo a casa de seus pais,
47 da idade de trinta anos para cima até aos cinqüenta, todos os que entraram para cumprir a tarefa do serviço e a de levarem cargas na tenda da congregação,
48 os que deles foram contados foram oito mil quinhentos e oitenta.
49 Segundo o mandado do SENHOR, por Moisés, foram designados, cada um para o seu serviço e a sua carga; e deles foram contados, como o SENHOR ordenara a Moisés.
Texto de hoje do blog da Bíblia (http://revivedbyhisword.org/en/bible/num/4/):
Pessoas seculares – e até mesmo alguns cristãos – vêem o sistema de culto israelita como o retrato de um Deus exigente. Os pecadores devem andar na ponta dos pés em torno dEle ou serão fulminados. Números 4 descreve o cuidado supremo tomado pelos levitas na manipulação de objetos sagrados, que não deviam ser tocado por qualquer pessoa não autorizada.
Para algumas pessoas, “temer” ao Senhor significa estar apavorado pelo Seu poder. Mas a Bíblia deixa claro que o cuidado de Deus sobre as coisas sagradas implica muito mais do que castigo divino.
A história de Abraão e Abimeleque é muito útil a este respeito. Abraão esconde de Abimeleque o fato de Sara ser sua esposa, então Abimeleque a leva para sua casa. Mas Deus adverte a Abimeleque a não tocá-la. O casamento é sagrado, e a lei de Deus é uma defesa daquilo que é sagrado. Assassinar é “tocar” a alma humana, que tem valor infinito. Cobiçar é tocar ilegalmente com o pensamento algo que pertence a outro. Mentir é tocar o vínculo de confiança.
Quando os indivíduos falham em reconhecer que Deus e as coisas que O representam são santos estão, na verdade, destruindo a si mesmas e aos outros.
Que Deus abra os nossos olhos para discernir o que é sagrado e que está sob Sua lei de proteção.
Mark Sheffield
Southern Adventist University


Números 3 – terça, 14.08.2012 by Jeferson Quimelli
14 de agosto de 2012, 2:30
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1 São estas, pois, as gerações de Arão e de Moisés, no dia em que o SENHOR falou com Moisés no monte Sinai.
2 E são estes os nomes dos filhos de Arão: o primogênito, Nadabe; depois, Abiú, Eleazar e Itamar.
3 Estes são os nomes dos filhos de Arão, os sacerdotes ungidos, consagrados para oficiar como sacerdotes.
4 Mas Nadabe e Abiú morreram perante o SENHOR, quando ofereciam fogo estranho perante o SENHOR, no deserto do Sinai, e não tiveram filhos; porém Eleazar e Itamar oficiaram como sacerdotes diante de Arão, seu pai.
5 Disse o SENHOR a Moisés:
6 Faze chegar a tribo de Levi e põe-na diante de Arão, o sacerdote, para que o sirvam
7 e cumpram seus deveres para com ele e para com todo o povo, diante da tenda da congregação, para ministrarem no tabernáculo.
8 Terão cuidado de todos os utensílios da tenda da congregação e cumprirão o seu dever para com os filhos de Israel, no ministrar no tabernáculo.
9 Darás, pois, os levitas a Arão e a seus filhos; dentre os filhos de Israel lhe são dados.
10 Mas a Arão e a seus filhos ordenarás que se dediquem só ao seu sacerdócio, e o estranho que se aproximar morrerá.
11 Disse o SENHOR a Moisés:
12 Eis que tenho eu tomado os levitas do meio dos filhos de Israel, em lugar de todo primogênito que abre a madre, entre os filhos de Israel; e os levitas serão meus.
13 Porque todo primogênito é meu; desde o dia em que feri a todo primogênito na terra do Egito, consagrei para mim todo primogênito em Israel, desde o homem até ao animal; serão meus. Eu sou o SENHOR.
14 Falou o SENHOR a Moisés no deserto do Sinai, dizendo:
15 Conta os filhos de Levi, segundo a casa de seus pais, pelas suas famílias; contarás todo homem da idade de um mês para cima.
16 E Moisés os contou segundo o mandado do SENHOR, como lhe fora ordenado.
17 São estes os filhos de Levi pelos seus nomes: Gérson, Coate e Merari.
18 E estes são os nomes dos filhos de Gérson pelas suas famílias: Libni e Simei.
19 E os filhos de Coate pelas suas famílias: Anrão, Izar, Hebrom e Uziel.
20 E os filhos de Merari pelas suas famílias: Mali e Musi; são estas as famílias dos levitas, segundo a casa de seus pais.
21 De Gérson é a família dos libnitas e a dos simeítas; são estas as famílias dos gersonitas.
22 Todos os homens que deles foram contados, cada um nominalmente, de um mês para cima, foram sete mil e quinhentos.
23 As famílias dos gersonitas se acamparão atrás do tabernáculo, ao ocidente.
24 O príncipe da casa paterna dos gersonitas será Eliasafe, filho de Lael.
25 Os filhos de Gérson terão a seu cargo, na tenda da congregação, o tabernáculo, a tenda e sua coberta, o reposteiro para a porta da tenda da congregação,
26 as cortinas do pátio, o reposteiro da porta do pátio, que rodeia o tabernáculo e o altar, as suas cordas e todo o serviço a eles devido.
27 De Coate é a família dos anramitas, e a dos izaritas, e a dos hebronitas, e a dos uzielitas; são estas as famílias dos coatitas.
28 Contados todos os homens, da idade de um mês para cima, foram oito mil e seiscentos, que tinham a seu cargo o santuário.
29 As famílias dos filhos de Coate se acamparão ao lado do tabernáculo, do lado sul.
30 O príncipe da casa paterna das famílias dos coatitas será Elisafã, filho de Uziel.
31 Terão eles a seu cargo a arca, a mesa, o candelabro, os altares, os utensílios do santuário com que ministram, o reposteiro e todo o serviço a eles devido.
32 O príncipe dos príncipes de Levi será Eleazar, filho de Arão, o sacerdote; terá a superintendência dos que têm a seu cargo o santuário.
33 De Merari é a família dos malitas e a dos musitas; são estas as famílias de Merari.
34 Todos os homens que deles foram contados, de um mês para cima, foram seis mil e duzentos.
35 O príncipe da casa paterna das famílias de Merari será Zuriel, filho de Abiail; acampar-se-ão ao lado do tabernáculo, do lado norte.
36 Os filhos de Merari, por designação, terão a seu cargo as tábuas do tabernáculo, as suas travessas, as suas colunas, as suas bases, todos os seus utensílios e todo o serviço a eles devido;
37 também as colunas do pátio em redor, as suas bases, as suas estacas e as suas cordas.
38 Os que se acamparão diante do tabernáculo, ao oriente, diante da tenda da congregação, para o lado do nascente, serão Moisés e Arão, com seus filhos, tendo a seu cargo os ritos do santuário, para cumprirem seus deveres prescritos, em prol dos filhos de Israel; o estranho que se aproximar morrerá.
39 Todos os que foram contados dos levitas, contados por Moisés e Arão, por mandado do SENHOR, segundo as suas famílias, todo homem de um mês para cima, foram vinte e dois mil.
40 Disse o SENHOR a Moisés: Conta todo primogênito varão dos filhos de Israel, cada um nominalmente, de um mês para cima,
41 e para mim tomarás os levitas (eu sou o SENHOR) em lugar de todo primogênito dos filhos de Israel e os animais dos levitas em lugar de todo primogênito entre os animais dos filhos de Israel.
42 Contou Moisés, como o SENHOR lhe ordenara, todo primogênito entre os filhos de Israel.
43 Todos os primogênitos varões, contados nominalmente, de um mês para cima, segundo o censo, foram vinte e dois mil duzentos e setenta e três.
44 Disse o SENHOR a Moisés:
45 Toma os levitas em lugar de todo primogênito entre os filhos de Israel e os animais dos levitas em lugar dos animais dos filhos de Israel, porquanto os levitas serão meus. Eu sou o SENHOR.
46 Pelo resgate dos duzentos e setenta e três dos primogênitos dos filhos de Israel, que excedem o número dos levitas,
47 tomarás por cabeça cinco siclos; segundo o siclo do santuário, os tomarás, a vinte geras o siclo.
48 E darás a Arão e a seus filhos o dinheiro com o qual são resgatados os que são demais entre eles.
49 Então, Moisés tomou o dinheiro do resgate dos que excederam os que foram resgatados pelos levitas.
50 Dos primogênitos dos filhos de Israel tomou o dinheiro, mil trezentos e sessenta e cinco siclos, segundo o siclo do santuário.
51 E deu Moisés o dinheiro dos resgatados a Arão e a seus filhos, segundo o mandado do SENHOR, como o SENHOR ordenara a Moisés.
Texto de hoje do blog da Bíblia (http://revivedbyhisword.org/en/bible/num/3/):
Desde as primeiras vitórias que Deus dera vitórias ao povo hebreu, o tabernáculo dominava o acampamento do Senhor. Quando em marcha, o tabernáculo se destacava no meio de tudo. 
Os levitas guardavam o lugar mais sagrado da terra de outros israelitas, e os soldados guardavam os levitas daqueles que não eram de Israel. Este esquema apresentava uma verdade profunda: As pessoas não tinham a posse de Deus. Em vez disso, Deus era o dono do povo. O mundo não tinha visto nada assim antes. 
Embora possam parecer poderosos e assustadores, os deuses pagãos sempre foram ferramentas úteis de seus adoradores. As pessoas os fazem, cuidam deles e os transportam como qualquer bagagem. Mas com Israel isso não acontecia.
Israelitas foram advertidos especificamente para não tocar no tabernáculo. Tocar as coisas sagradas com mãos profanas significava morte certa. Mesmo os sacerdotes Nadabe e Abiú morreram quando ofereceram “fogo não autorizado perante o SENHOR.”
Deus é realmente santo, mas Ele voluntariamente habitou no meio do povo. Deus estava neles, mas não era o mesmo que eles.
Este aspecto do Senhor demonstra Sua condescendência, não o quanto Ele era temível. Que amor é esse, que um Deus santo habite com a raça humana!
Mark Sheffield
Southern Adventist University


Números 2 – segunda, 13.08.2012 by Jeferson Quimelli
13 de agosto de 2012, 2:30
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1 Disse o SENHOR a Moisés e a Arão:
2 Os filhos de Israel se acamparão junto ao seu estandarte, segundo as insígnias da casa de seus pais; ao redor, de frente para a tenda da congregação, se acamparão.
3 Os que se acamparem ao lado oriental (para o nascente) serão os do estandarte do arraial de Judá, segundo as suas turmas; e Naassom, filho de Aminadabe, será príncipe dos filhos de Judá.
4 E o seu exército, segundo o censo, foram setenta e quatro mil e seiscentos.
5 E junto a ele se acampará a tribo de Issacar; e Natanael, filho de Zuar, será príncipe dos filhos de Issacar.
6 E o seu exército, segundo o censo, foram cinqüenta e quatro mil e quatrocentos.
7 Depois, a tribo de Zebulom; e Eliabe, filho de Helom, será príncipe dos filhos de Zebulom.
8 E o seu exército, segundo o censo, foram cinqüenta e sete mil e quatrocentos.
9 Todos os que foram contados do arraial de Judá foram cento e oitenta e seis mil e quatrocentos, segundo as suas turmas; e estes marcharão primeiro.
10 O estandarte do arraial de Rúben, segundo as suas turmas, estará para o lado sul; e Elizur, filho de Sedeur, será príncipe dos filhos de Rúben.
11 E o seu exército, segundo o censo, foram quarenta e seis mil e quinhentos.
12 E junto a ele se acampará a tribo de Simeão; e Selumiel, filho de Zurisadai, será príncipe dos filhos de Simeão.
13 E o seu exército, segundo o censo, foram cinqüenta e nove mil e trezentos.
14 Depois, a tribo de Gade; e Eliasafe, filho de Deuel, será príncipe dos filhos de Gade.
15 E o seu exército, segundo o censo, foram quarenta e cinco mil seiscentos e cinqüenta.
16 Todos os que foram contados no arraial de Rúben foram cento e cinqüenta e um mil quatrocentos e cinqüenta, segundo as suas turmas; e estes marcharão em segundo lugar.
17 Então, partirá a tenda da congregação com o arraial dos levitas no meio dos arraiais; como se acamparem, assim marcharão, cada um no seu lugar, segundo os seus estandartes.
18 O estandarte do arraial de Efraim, segundo as suas turmas, estará para o lado ocidental; e Elisama, filho de Amiúde, será príncipe dos filhos de Efraim.
19 E o seu exército, segundo o censo, foram quarenta mil e quinhentos.
20 E junto a ele, a tribo de Manassés; e Gamaliel, filho de Pedazur, será príncipe dos filhos de Manassés.
21 E o seu exército, segundo o censo, foram trinta e dois mil e duzentos.
22 Depois, a tribo de Benjamim; e Abidã, filho de Gideoni, será príncipe dos filhos de Benjamim.
23 O seu exército, segundo o censo, foram trinta e cinco mil e quatrocentos.
24 Todos os que foram contados no arraial de Efraim foram cento e oito mil e cem, segundo as suas turmas; e estes marcharão em terceiro lugar.
25 O estandarte do arraial de Dã estará para o norte, segundo as suas turmas; e Aiezer, filho de Amisadai, será príncipe dos filhos de Dã.
26 E o seu exército, segundo o censo, foram sessenta e dois mil e setecentos.
27 E junto a ele se acampará a tribo de Aser; e Pagiel, filho de Ocrã, será príncipe dos filhos de Aser.
28 E o seu exército, segundo o censo, foram quarenta e um mil e quinhentos.
29 Depois, a tribo de Naftali; e Aira, filho de Enã, será príncipe dos filhos de Naftali.
30 E o seu exército, segundo o censo, foram cinqüenta e três mil e quatrocentos.
31 Todos os que foram contados no arraial de Dã foram cento e cinqüenta e sete mil e seiscentos; e estes marcharão no último lugar, segundo os seus estandartes.
32 São estes os que foram contados dos filhos de Israel, segundo a casa de seus pais; todos os que foram contados dos arraiais pelas suas turmas foram seiscentos e três mil quinhentos e cinqüenta.
33 Mas os levitas não foram contados entre os filhos de Israel, como o SENHOR ordenara a Moisés.
34 Assim fizeram os filhos de Israel; conforme tudo o que o SENHOR ordenara a Moisés, se acamparam segundo os seus estandartes e assim marcharam, cada qual segundo as suas famílias, segundo a casa de seus pais.
Texto de hoje do blog da Bíblia (http://revivedbyhisword.org/en/bible/num/2/):
O Senhor já sabia o número de combatentes em Israel. A contagem de Israel foi feita por causa de Israel, não de Deus. Na verdade, toda a estrutura organizacional descrito em Números 2 foi concebida para o benefício do povo. Eles precisavam ver os propósitos e o caráter de Deus. 
As pessoas faziam parte de um plano divino. Deus não precisava de 603.550 combatentes. Deus não estava interessado em aumentar o número de soldados. Se assim quisesse, Ele não teria separado os levitas do povo para servir no tabernáculo.
Imagine ser uma criança israelita ou um idoso. A partir da sua observação da ordem de marcha criada por Deus, você iria perceber não apenas o enorme tamanho do exército do Senhor, mas você aprenderia que você, individualmente, tinha um lugar especial entre estas pessoas. Pense na emoção e do sentimento de participação! Apesar de não ser um soldado, não um dos 603.550,  no coração você estava em movimento com Deus.
Deus sabe como ganhar, e Ele sabe como fazer seus filhos se sentirem vitoriosos também. Graças a Deus pela vitória que Ele compartilha com todo o Seu povo!
Mark Sheffield
Southern Adventist University


Números 1 – domingo, 12.08.2012 by Jeferson Quimelli
12 de agosto de 2012, 3:00
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1 No segundo ano após a saída dos filhos de Israel do Egito, no primeiro dia do segundo mês, falou o SENHOR a Moisés, no deserto do Sinai, na tenda da congregação, dizendo:
2 Levantai o censo de toda a congregação dos filhos de Israel, segundo as suas famílias, segundo a casa de seus pais, contando todos os homens, nominalmente, cabeça por cabeça.
3 Da idade de vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra em Israel, a esses contareis segundo os seus exércitos, tu e Arão.
4 De cada tribo vos assistirá um homem que seja cabeça da casa de seus pais.
5 Estes, pois, são os nomes dos homens que vos assistirão: de Rúben, Elizur, filho de Sedeur;
6 de Simeão, Selumiel, filho de Zurisadai;
7 de Judá, Naassom, filho de Aminadabe;
8 de Issacar, Natanael, filho de Zuar;
9 de Zebulom, Eliabe, filho de Helom;
10 dos filhos de José: de Efraim, Elisama, filho de Amiúde; de Manassés, Gamaliel, filho de Pedazur;
11 de Benjamim, Abidã, filho de Gideoni;
12 de Dã, Aiezer, filho de Amisadai;
13 de Aser, Pagiel, filho de Ocrã;
14 de Gade, Eliasafe, filho de Deuel;
15 de Naftali, Aira, filho de Enã.
16 Estes foram os chamados da congregação, os príncipes das tribos de seus pais, os cabeças dos milhares de Israel.
17 Então, Moisés e Arão tomaram estes homens, que foram designados pelos seus nomes.
18 E, tendo ajuntado toda a congregação no primeiro dia do mês segundo, declararam a descendência deles, segundo as suas famílias, segundo a casa de seus pais, contados nominalmente, de vinte anos para cima, cabeça por cabeça.
19 Como o SENHOR ordenara a Moisés, assim os contou no deserto do Sinai.
20 Dos filhos de Rúben, o primogênito de Israel, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, contados nominalmente, cabeça por cabeça, todos os homens de vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra,
21 foram contados deles, da tribo de Rúben, quarenta e seis mil e quinhentos.
22 Dos filhos de Simeão, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, contados nominalmente, cabeça por cabeça, todos os homens de vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra,
23 foram contados deles, da tribo de Simeão, cinqüenta e nove mil e trezentos.
24 Dos filhos de Gade, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, contados nominalmente, de vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra,
25 foram contados deles, da tribo de Gade, quarenta e cinco mil seiscentos e cinqüenta.
26 Dos filhos de Judá, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, contados nominalmente, de vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra,
27 foram contados deles, da tribo de Judá, setenta e quatro mil e seiscentos.
28 Dos filhos de Issacar, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, contados nominalmente, de vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra,
29 foram contados deles, da tribo de Issacar, cinqüenta e quatro mil e quatrocentos.
30 Dos filhos de Zebulom, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, contados nominalmente, de vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra,
31 foram contados deles, da tribo de Zebulom, cinqüenta e sete mil e quatrocentos.
32 Dos filhos de José, dos filhos de Efraim, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, contados nominalmente, de vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra,
33 foram contados deles, da tribo de Efraim, quarenta mil e quinhentos.
34 Dos filhos de Manassés, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, contados nominalmente, de vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra,
35 foram contados deles, da tribo de Manassés, trinta e dois mil e duzentos.
36 Dos filhos de Benjamim, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, contados nominalmente, de vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra,
37 foram contados deles, da tribo de Benjamim, trinta e cinco mil e quatrocentos.
38 Dos filhos de Dã, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, contados nominalmente, de vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra,
39 foram contados deles, da tribo de Dã, sessenta e dois mil e setecentos.
40 Dos filhos de Aser, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, contados nominalmente, de vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra,
41 foram contados deles, da tribo de Aser, quarenta e um mil e quinhentos.
42 Dos filhos de Naftali, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, contados nominalmente, de vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra,
43 foram contados deles, da tribo de Naftali, cinqüenta e três mil e quatrocentos.
44 Foram estes os contados, contados por Moisés e Arão; e os príncipes de Israel eram doze homens; cada um era pela casa de seus pais.
45 Assim, pois, todos os contados dos filhos de Israel, segundo a casa de seus pais, de vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra,
46 todos os contados foram seiscentos e três mil quinhentos e cinqüenta.
47 Mas os levitas, segundo a tribo de seus pais, não foram contados entre eles,
48 porquanto o SENHOR falara a Moisés, dizendo:
49 Somente não contarás a tribo de Levi, nem levantarás o censo deles entre os filhos de Israel;
50 mas incumbe tu os levitas de cuidarem do tabernáculo do Testemunho, e de todos os seus utensílios, e de tudo o que lhe pertence; eles levarão o tabernáculo e todos os seus utensílios; eles ministrarão no tabernáculo e acampar-se-ão ao redor dele.
51 Quando o tabernáculo partir, os levitas o desarmarão; e, quando assentar no arraial, os levitas o armarão; o estranho que se aproximar morrerá.
52 Os filhos de Israel se acamparão, cada um no seu arraial e cada um junto ao seu estandarte, segundo as suas turmas.
53 Mas os levitas se acamparão ao redor do tabernáculo do Testemunho, para que não haja ira sobre a congregação dos filhos de Israel; pelo que os levitas tomarão a si o cuidar do tabernáculo do Testemunho.
54 Assim fizeram os filhos de Israel; segundo tudo o que o SENHOR ordenara a Moisés, assim o fizeram.
Texto de hoje do blog da Bíblia (http://revivedbyhisword.org/en/bible/num/1/):
Você já se perguntou se é realmente possível para Deus finalizar o plano de salvação? A igreja de Deus é muitas vezes fraca e às vezes os desafios parecem esmagadores.
O Livro dos Números, supostamente cheio de listas áridas e regulamentos é, na verdade, uma história de aventura emocionante que demonstra as capacidades surpreendentes de Deus.
Pense nas circunstâncias por um momento. Os filhos de Israel tinham saído há apenas um ano da escravidão no Egito. Agindo sob a direção explícita de Deus, o primeiro dever de Moisés tinha sido criar um sistema de adoração que antecipava eventos sagrados que terminariam com o fim do pecado. Uma vez que os israelitas reconheceram o Senhor e Seu caráter santo através do sistema do tabernáculo, e viram que Ele conhece o fim desde o princípio, o Senhor começou o processo de forjá-los em uma arma inquebrável.
O segundo passo de Moisés, observado no Livro dos Números, foi a contagem de todos os homens de combate disponíveis. Após cuidadosa investigação para determinar quem era capaz de lutar, descobriu-se que eram exatamente 603.550 soldados. Este número era muito pouco ou excessivo? Nenhum dos dois. Era o número disponível, e com esse número Deus lutaria.
Mark Sheffield
Universidade Adventista do Sul