Reavivados por Sua Palavra


Êxodo 37 – quinta, 12.07.2012 by Jeferson Quimelli
12 de julho de 2012, 2:30
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1 Fez também Bezalel a arca de madeira de acácia; de dois côvados e meio era o seu comprimento, de um côvado e meio, a largura, e, de um côvado e meio, a altura.
2 De ouro puro a cobriu; por dentro e por fora a cobriu e fez uma bordadura de ouro ao redor.
3 Fundiu para ela quatro argolas de ouro e as pôs nos quatro cantos da arca: duas argolas num lado dela e duas argolas noutro lado.
4 Fez também varais de madeira de acácia e os cobriu de ouro;
5 meteu os varais nas argolas aos lados da arca, para se levar por meio deles a arca.
6 Fez também o propiciatório de ouro puro; de dois côvados e meio era o seu comprimento, e a largura, de um côvado e meio.
7 Fez também dois querubins de ouro; de ouro batido os fez, nas duas extremidades do propiciatório.
8 Um querubim, na extremidade de uma parte, e o outro, na extremidade da outra parte; de uma só peça com o propiciatório fez os querubins nas duas extremidades dele.
9 Os querubins estendiam as asas por cima, cobrindo com elas o propiciatório; estavam eles de faces voltadas uma para a outra, olhando para o propiciatório.
10 Fez também a mesa de madeira de acácia; tinha o comprimento de dois côvados, a largura, de um côvado, e a altura, de um côvado e meio.
11 De ouro puro a cobriu e lhe fez uma bordadura de ouro ao redor.
12 Também lhe fez moldura ao redor, na largura de quatro dedos, e lhe fez uma bordadura de ouro ao redor da moldura.
13 Também lhe fundiu quatro argolas de ouro e pôs as argolas nos quatro cantos que estavam nos seus quatro pés.
14 Perto da moldura estavam as argolas, como lugares para os varais, para se levar a mesa.
15 Fez os varais de madeira de acácia e os cobriu de ouro, para se levar a mesa.
16 Também fez de ouro puro os utensílios que haviam de estar sobre a mesa: os seus pratos, e os seus recipientes para incenso, e as suas galhetas, e as suas taças em que se haviam de oferecer libações.
17 Fez também o candelabro de ouro puro; de ouro batido o fez; o seu pedestal, a sua hástea, os seus cálices, as suas maçanetas e as suas flores formavam com ele uma só peça.
18 Seis hásteas saíam dos seus lados; três de um lado e três do outro.
19 Numa hástea havia três cálices com formato de amêndoas, uma maçaneta e uma flor; e três cálices com formato de amêndoas na outra hástea, uma maçaneta e uma flor; assim eram as seis hásteas que saíam do candelabro.
20 Mas no candelabro mesmo havia quatro cálices com formato de amêndoas, com suas maçanetas e com suas flores.
21 Havia uma maçaneta sob duas hásteas que saíam dele; e ainda uma maçaneta sob duas outras hásteas que saíam dele; e ainda mais uma maçaneta sob duas outras hásteas que saíam dele; assim se fez com as seis hásteas que saíam do candelabro.
22 As suas maçanetas e as suas hásteas eram do mesmo; tudo era de uma só peça, obra batida de ouro puro.
23 Também lhe fez sete lâmpadas; as suas espevitadeiras e os seus apagadores eram de ouro puro.
24 De um talento de ouro puro se fez o candelabro com todos os seus utensílios.
25 Fez de madeira de acácia o altar do incenso; tinha um côvado de comprimento, e um de largura (era quadrado), e dois de altura; os chifres formavam uma só peça com ele.
26 De ouro puro o cobriu, a parte superior, as paredes ao redor e os chifres; e lhe fez uma bordadura de ouro ao redor.
27 Também lhe fez duas argolas de ouro debaixo da bordadura, de ambos os lados as fez; nelas, se meteram os varais para se levar o altar;
28 de madeira de acácia fez os varais e os cobriu de ouro.
29 Fez também o óleo santo da unção e o incenso aromático, puro, de obra de perfumista.
Texto de hoje do blog da Bíblia (http://revivedbyhisword.org/en/bible/exo/37/)
Depois de completar a estrutura  da tenda e seus revestimentos exteriores, os artistas passaram a trabalhar no mobiliário interior. 
Êxodo 37 começa com Bezalel construindo a Arca da Aliança. Aqui encontramos uma descrição da forma da Arca, suas as medidas, a tampa, e os querubins que se olhavam. Bezalel assumiu a responsabilidade pessoal em fazer a Arca, porque era o trono de Deus e a mais importante peça do mobiliário. Bezalel fez para ambos os lados da tampa o querubins de ouro batido. Isto significa que estes eram peças de ouro maciço que foram esculpidas (moldadas) pelo artista batendo o metal macio e criando os querubins com o martelo.
Quando a querubins são mencionados na Bíblia eles parecem ser guardiões da santidade, muitas vezes associados com o trono de Deus, e as criaturas mais próximas de Sua presença (Ez 28:14). Em Gênesis lemos que por causa do pecado,  querubins protegeram a entrada oriental do Jardim do Éden (Gn 3:24). Agora eles devem guardar e separar a santidade da não-santidade,  o sagrado do profano. Em Apocalipse 4:8 vemos um querubim novamente,  preparando para o julgamento final e a restauração do reino de Deus ao proclamar Sua santidade, enquanto  Ele se assenta no trono celeste, do reino de Deus. A presença de querubins no tabernáculo representava o trono de Deus e o tribunal onde Ele iria perdoar pecados e restaurar o Seu reino na Terra. 
Êxodo 37 fala de outras mobílias construídas, mas o nome de Bezalel não está diretamente relacionado com a realização destas, como foi com a Arca. Talvez Bezalel estivesse envolvido, mas dependia da assistência de outros artistas. Esses itens incluiam a mesa, o candelabro, e o altar do incenso. Todos os móveis foram importantes porque cada um era símbolo da aliança redentora de Deus.
Giselle Sarli Hasel
Escola de Artes Visuais e Design
Universidade Adventista do Sul


Êxodo 36 – quarta, 11.07.2012 by Jeferson Quimelli
11 de julho de 2012, 2:30
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1 Assim, trabalharam Bezalel, e Aoliabe, e todo homem hábil a quem o SENHOR dera habilidade e inteligência para saberem fazer toda obra para o serviço do santuário, segundo tudo o que o SENHOR havia ordenado.
2 Moisés chamou a Bezalel, e a Aoliabe, e a todo homem hábil em cujo coração o SENHOR tinha posto sabedoria, isto é, a todo homem cujo coração o impeliu a se chegar à obra para fazê-la.
3 Estes receberam de Moisés todas as ofertas que os filhos de Israel haviam trazido para a obra do serviço do santuário, para fazê-la; e, ainda, cada manhã o povo trazia a Moisés ofertas voluntárias.
4 Então, deixando cada um a obra que fazia, vieram todos os homens sábios que se ocupavam em toda a obra do santuário
5 e disseram a Moisés: O povo traz muito mais do que é necessário para o serviço da obra que o SENHOR ordenou se fizesse.
6 Então, ordenou Moisés – e a ordem foi proclamada no arraial, dizendo: Nenhum homem ou mulher faça mais obra alguma para a oferta do santuário. Assim, o povo foi proibido de trazer mais.
7 Porque o material que tinham era suficiente para toda a obra que se devia fazer e ainda sobejava.
8 Assim, todos os homens hábeis, entre os que faziam a obra, fizeram o tabernáculo com dez cortinas de linho fino retorcido, estofo azul, púrpura e carmesim com querubins; de obra de artista as fizeram.
9 O comprimento de cada cortina era de vinte e oito côvados, e a largura, de quatro côvados; todas as cortinas eram de igual medida.
10 Cinco cortinas eram ligadas uma à outra; e as outras cinco também ligadas uma à outra.
11 Fizeram laçadas de estofo azul na orla da cortina, que estava na extremidade do primeiro agrupamento; e de igual modo fizeram na orla da cortina, que estava na extremidade do segundo agrupamento.
12 Cinqüenta laçadas fizeram numa cortina, e cinqüenta, na outra cortina na extremidade do segundo agrupamento; as laçadas eram contrapostas uma à outra.
13 Fizeram cinqüenta colchetes de ouro, com os quais prenderam as cortinas uma à outra; e o tabernáculo passou a ser um todo.
14 Fizeram também de pêlos de cabra cortinas para servirem de tenda sobre o tabernáculo; fizeram onze cortinas.
15 O comprimento de cada cortina era de trinta côvados, e a largura, de quatro côvados; as onze cortinas eram de igual medida.
16 Ajuntaram à parte cinco cortinas entre si e, de igual modo, as seis restantes.
17 E fizeram cinqüenta laçadas na orla da cortina, que estava na extremidade do primeiro agrupamento.
18 Fizeram também cinqüenta colchetes de bronze para ajuntar a tenda, para que viesse a ser um todo.
19 Fizeram também de peles de carneiro tintas de vermelho uma coberta para a tenda e outra coberta de peles finas.
20 Fizeram também de madeira de acácia as tábuas para o tabernáculo, as quais eram colocadas verticalmente.
21 Cada uma das tábuas tinha dez côvados de comprimento e côvado e meio de largura.
22 Cada tábua tinha dois encaixes, travados um com o outro; assim fizeram com todas as tábuas do tabernáculo.
23 No preparar as tábuas para o tabernáculo, fizeram vinte delas para o lado sul.
24 Fizeram também quarenta bases de prata debaixo das vinte tábuas: duas bases debaixo de uma tábua para os seus dois encaixes e duas bases debaixo de outra tábua para os seus dois encaixes.
25 Também fizeram vinte tábuas ao outro lado do tabernáculo, para o lado norte,
26 com as suas quarenta bases de prata: duas bases debaixo de uma tábua e duas bases debaixo de outra tábua;
27 ao lado do tabernáculo para o ocidente, fizeram seis tábuas.
28 Fizeram também duas tábuas para os cantos do tabernáculo de ambos os lados,
29 as quais, por baixo, estavam separadas, mas, em cima, se ajustavam à primeira argola; assim se fez com as duas tábuas nos dois cantos.
30 Assim eram as oito tábuas com as suas bases de prata, dezesseis bases: duas bases debaixo de uma tábua e duas debaixo de outra tábua.
31 Fizeram também travessas de madeira de acácia; cinco para as tábuas de um lado do tabernáculo,
32 cinco para as tábuas do outro lado do tabernáculo e cinco para as tábuas do tabernáculo, ao lado posterior, que olha para o ocidente.
33 A travessa do meio passava ao meio das tábuas, de uma extremidade à outra.
34 Cobriram de ouro as tábuas e de ouro fizeram as suas argolas, pelas quais passavam as travessas; e cobriram também de ouro as travessas.
35 Fizeram também o véu de estofo azul, púrpura, carmesim e linho fino retorcido; com querubins o fizeram de obra de artista.
36 E fizeram-lhe quatro colunas de madeira de acácia, cobertas de ouro; os seus colchetes eram de ouro, sobre quatro bases de prata.
37 Fizeram também para a porta da tenda um reposteiro de estofo azul, púrpura, carmesim e linho fino retorcido, obra de bordador,
38 e as suas cinco colunas, e os seus colchetes; as suas cabeças e as suas molduras cobriram de ouro, mas as suas cinco bases eram de bronze.
Texto de hoje do blog da Bíblia (http://revivedbyhisword.org/en/bible/exo/36/):
Deve ter sido incrível para o artista responsável dirigir o projeto e criar o tabernáculo, visto que este deveria se tornar a residência da glória do próprio Deus. Mero talento humano não seria suficiente, mas Deus proveu sabedoria e entendimento a Bezalel e Aoliabe. Eles deveriam saber fazer toda a obra para o serviço do santuário (Ex 36:1). Havia responsabilidade incrível para o artista envolvido na criação da tenda porque nela Deus residiria com o homem e expressaria sua grandeza, amor e glória. O artista é o agente de Deus e Deus lhe dá instruções específicas, sabedoria e inspiração. Ao final, Deus abençoa estes artistas por seu trabalho. Não há alegria maior do que participar com Deus da criação de algo tão cheio de propósito e significado para a raça humana. Através do trabalho do artista muitos viriam a entender o plano de salvação e, deste modo, o trabalho do artista não foi diferente do que a do sacerdote que ministrava diariamente no santuário.
 Deus proveu aos artistas tanto o Seu Espírito quanto materiais, a tal ponto que o povo trouxe mais do que necessário. As dimensões e planos para as cortinas que deveriam cobrir e embelezar o tabernáculo foram feitas seguindo as especificações de Deus.
Nisto aprendemos que Deus é um Deus de ordem e detalhe. Devemos confiar os planos de Deus e segui-los, não fazendo a nossa própria vontade, mas fazendo a Sua vontade.
Aqui temos um exemplo perfeito da inspiração Divina trabalhando através de agentes humanos, exatamente como se fez através dos escritores bíblicos. Aos artistas foram dadas especificações detalhadas. Contudo, ainda restaram muitas decisões de finalização para o artista através da sabedoria dada por Deus.
Assim é na vida. Obtemos princípios bíblicos para nossas vidas através da Sua Palavra. A Bíblia é nosso guia, mas ainda precisamos da sabedoria e do Espírito de Deus para executar seus planos diariamente. O processo de santificação é uma combinação do trabalho de Deus em nossa vida e nossas decisões sobre como iremos executar essas instruções, a cada dia.
Giselle Sarli Hasel
Escola de Artes Visuais e Design
Universidade Adventista do Sul


Êxodo 35 – terça, 10.07.2012 by Jeferson Quimelli
10 de julho de 2012, 18:29
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1 Tendo Moisés convocado toda a congregação dos filhos de Israel, disse-lhes: São estas as palavras que o SENHOR ordenou que se cumprissem:

2 Trabalhareis seis dias, mas o sétimo dia vos será santo, o sábado do repouso solene ao SENHOR; quem nele trabalhar morrerá.

3 Não acendereis fogo em nenhuma das vossas moradas no dia do sábado.

4 Disse mais Moisés a toda a congregação dos filhos de Israel: Esta é a palavra que o SENHOR ordenou, dizendo:

5 Tomai, do que tendes, uma oferta para o SENHOR; cada um, de coração disposto, voluntariamente a trará por oferta ao SENHOR: ouro, prata, bronze,

6 estofo azul, púrpura, carmesim, linho fino, pêlos de cabra,

7 peles de carneiro tintas de vermelho, peles finas, madeira de acácia,

8 azeite para a iluminação, especiarias para o óleo da unção e para o incenso aromático,

9 pedras de ônix e pedras de engaste para a estola sacerdotal e para o peitoral.

10 Venham todos os homens hábeis entre vós e façam tudo o que o SENHOR ordenou:

11 o tabernáculo com sua tenda e a sua coberta, os seus ganchos, as suas tábuas, as sua vergas, as suas colunas e as suas bases;

12 a arca e os seus varais, o propiciatório e o véu do reposteiro;

13 a mesa e os seus varais, e todos os seus utensílios, e os pães da proposição;

14 o candelabro da iluminação, e os seus utensílios, e as suas lâmpadas, e o azeite para a iluminação;

15 o altar do incenso e os seus varais, e o óleo da unção, e o incenso aromático, e o reposteiro da porta à entrada do tabernáculo;

16 o altar do holocausto e a sua grelha de bronze, os seus varais e todos os seus utensílios, a bacia e o seu suporte;

17 as cortinas do átrio, e as suas colunas, e as suas bases, e o reposteiro da porta do átrio;

18 as estacas do tabernáculo, e as estacas do átrio, e as suas cordas;

19 as vestes do ministério para ministrar no santuário, as vestes santas do sacerdote Arão e as vestes de seus filhos, para oficiarem como sacerdotes.

20 Então, toda a congregação dos filhos de Israel saiu da presença de Moisés,

21 e veio todo homem cujo coração o moveu e cujo espírito o impeliu e trouxe a oferta ao SENHOR para a obra da tenda da congregação, e para todo o seu serviço, e para as vestes sagradas.

22 Vieram homens e mulheres, todos dispostos de coração; trouxeram fivelas, pendentes, anéis, braceletes, todos os objetos de ouro; todo homem fazia oferta de ouro ao SENHOR;

23 e todo homem possuidor de estofo azul, púrpura, carmesim, linho fino, pêlos de cabra, peles de carneiro tintas de vermelho e peles de animais marinhos os trazia.

24 Todo aquele que fazia oferta de prata ou de bronze por oferta ao SENHOR a trazia; e todo possuidor de madeira de acácia para toda obra do serviço a trazia.

25 Todas as mulheres hábeis traziam o que, por suas próprias mãos, tinham fiado: estofo azul, púrpura, carmesim e linho fino.

26 E todas as mulheres cujo coração as moveu em habilidade fiavam os pêlos de cabra.

27 Os príncipes traziam pedras de ônix, e pedras de engaste para a estola sacerdotal e para o peitoral,

28 e os arômatas, e o azeite para a iluminação, e para o óleo da unção, e para o incenso aromático.

29 Os filhos de Israel trouxeram oferta voluntária ao SENHOR, a saber, todo homem e mulher cujo coração os dispôs para trazerem uma oferta para toda a obra que o SENHOR tinha ordenado se fizesse por intermédio de Moisés.

30 Disse Moisés aos filhos de Israel: Eis que o SENHOR chamou pelo nome a Bezalel, filho de Uri, filho de Hur, da tribo de Judá,

31 e o Espírito de Deus o encheu de habilidade, inteligência e conhecimento em todo artifício,

32 e para elaborar desenhos e trabalhar em ouro, em prata, em bronze,

33 e para lapidação de pedras de engaste, e para entalho de madeira, e para toda sorte de lavores.

34 Também lhe dispôs o coração para ensinar a outrem, a ele e a Aoliabe, filho de Aisamaque, da tribo de Dã.

35 Encheu-os de habilidade para fazer toda obra de mestre, até a mais engenhosa, e a do bordador em estofo azul, em púrpura, em carmesim e em linho fino, e a do tecelão, sim, toda sorte de obra e a elaborar desenhos.

http://biblia.com.br/joaoferreiraalmeidarevistaatualizada/exodo/ex-capitulo-35/

 

 

Texto de hoje do blog da Bíblia (http://revivedbyhisword.org/en/bible/exo/35/):

A evidência do contato direto e pessoal de Deus com Moisés despertou um reavivamento entre o povo hebreu. 

Israel deve ter ficado ansioso para fazer a sua parte quando Moisés reuniu o povo que lhes transmitir a mensagem e os planos de Deus (Ex 35:1). O povo compareceu a doar ofertas para a construção do tabernáculo de Deus, uma morada onde Sua presença seria sentida de forma contínua. A relação de Deus com Moisés deveria ser estendida a Israel enquanto nação. 

No entanto, antes de retransmitir o plano de Deus para o tabernáculo, Moisés reforçou a santidade do sábado, a pedra angular desta relação. 

Aqui vemos a importância da guarda da lei de Deus, e como ela tem precedência sobre a própria vida (Ex 35:2b). Apesar de estar envolvido com a construção do santuário, o povo não deveria trabalhar no sábado, o dia de adoração. A importância do culto no sábado está acima de tudo. A adoração é baseada na lei de Deus, portanto quebrá-la a fim de construir o tabernáculo não seria certo.

Israel contribuiu para o tabernáculo [tenda] de Deus e o espírito de boa vontade foi manifestado. A idéia de dar com um espírito voluntário é repetido cinco vezes (Ex 35:5, 21, 26, 29). 

Apesar de estabelecimento da importância de Sua lei, a adoração de Deus é baseada na liberdade de escolha. Um espírito voluntário é o fruto de um coração agradecido e este é o verdadeiro espírito de adoração. A obediência à lei de Deus e um coração agradecido é o fundamento do culto estabelecido com a construção do tabernáculo. Os presentes trazidos pelo povo foram fruto da condição do seu coração. A beleza das doações preciosas de ouro, bronze, pedras raras deveriam agradar aos olhos apenas como um lembrete da beleza da relação entre Deus e seu povo. O simbolismo implícito dentro do tabernáculo deveria estabelecer a relação de Deus não só com Israel, mas com toda a raça humana.

 

Questões para reflexão: A beleza do santuário de Deus e as obras ali construídas contraditórias  com o mandamento dado em Êxodo 20:4? Como é diferente? Como pode o contexto apropriado dar novo significado ao significado das imagens?

 

Giselle Sarli Hasel

Escola de Artes Visuais e Design

Universidade Adventista do Sul



Êxodo 34 – segunda, 09.07.2012 by Jeferson Quimelli
9 de julho de 2012, 2:30
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1 Então, disse o SENHOR a Moisés: Lavra duas tábuas de pedra, como as primeiras; e eu escreverei nelas as mesmas palavras que estavam nas primeiras tábuas, que quebraste.
2 E prepara-te para amanhã, para que subas, pela manhã, ao monte Sinai e ali te apresentes a mim no cimo do monte.
3 Ninguém suba contigo, ninguém apareça em todo o monte; nem ainda ovelhas nem gado se apascentem defronte dele.
4 Lavrou, pois, Moisés duas tábuas de pedra, como as primeiras; e, levantando-se pela manhã de madrugada, subiu ao monte Sinai, como o SENHOR lhe ordenara, levando nas mãos as duas tábuas de pedra.
5 Tendo o SENHOR descido na nuvem, ali esteve junto dele e proclamou o nome do SENHOR.
6 E, passando o SENHOR por diante dele, clamou: SENHOR, SENHOR Deus compassivo, clemente e longânimo e grande em misericórdia e fidelidade;
7 que guarda a misericórdia em mil gerações, que perdoa a iniqüidade, a transgressão e o pecado, ainda que não inocenta o culpado, e visita a iniqüidade dos pais nos filhos e nos filhos dos filhos, até à terceira e quarta geração!
8 E, imediatamente, curvando-se Moisés para a terra, o adorou;
9 e disse: Senhor, se, agora, achei graça aos teus olhos, segue em nosso meio conosco; porque este povo é de dura cerviz. Perdoa a nossa iniqüidade e o nosso pecado e toma-nos por tua herança.
10 Então, disse: Eis que faço uma aliança; diante de todo o teu povo farei maravilhas que nunca se fizeram em toda a terra, nem entre nação alguma, de maneira que todo este povo, em cujo meio tu estás, veja a obra do SENHOR; porque coisa terrível é o que faço contigo.
11 Guarda o que eu te ordeno hoje: eis que lançarei fora da sua presença os amorreus, os cananeus, os heteus, os ferezeus, os heveus e os jebuseus.
12 Abstém-te de fazer aliança com os moradores da terra para onde vais, para que te não sejam por cilada.
13 Mas derribareis os seus altares, quebrareis as suas colunas e cortareis os seus postes-ídolos
14 (porque não adorarás outro deus; pois o nome do SENHOR é Zeloso; sim, Deus zeloso é ele);
15 para que não faças aliança com os moradores da terra; não suceda que, em se prostituindo eles com os deuses e lhes sacrificando, alguém te convide, e comas dos seus sacrifícios
16 e tomes mulheres das suas filhas para os teus filhos, e suas filhas, prostituindo-se com seus deuses, façam que também os teus filhos se prostituam com seus deuses.
17 Não farás para ti deuses fundidos.
18 Guardarás a Festa dos Pães Asmos; sete dias comerás pães asmos, como te ordenei, no tempo indicado no mês de abibe; porque no mês de abibe saíste do Egito.
19 Todo o que abre a madre é meu; também de todo o teu gado, sendo macho, o que abre a madre de vacas e de ovelhas.
20 O jumento, porém, que abrir a madre, resgatá-lo-ás com cordeiro; mas, se o não resgatares, será desnucado. Remirás todos os primogênitos de teus filhos. Ninguém aparecerá diante de mim de mãos vazias.
21 Seis dias trabalharás, mas, ao sétimo dia, descansarás, quer na aradura, quer na sega.
22 Também guardarás a Festa das Semanas, que é a das primícias da sega do trigo, e a Festa da Colheita no fim do ano.
23 Três vezes no ano, todo homem entre ti aparecerá perante o SENHOR Deus, Deus de Israel.
24 Porque lançarei fora as nações de diante de ti e alargarei o teu território; ninguém cobiçará a tua terra quando subires para comparecer na presença do SENHOR, teu Deus, três vezes no ano.
25 Não oferecerás o sangue do meu sacrifício com pão levedado; nem ficará o sacrifício da Festa da Páscoa da noite para a manhã.
26 As primícias dos primeiros frutos da tua terra trarás à Casa do SENHOR, teu Deus. Não cozerás o cabrito no leite da sua própria mãe.
27 Disse mais o SENHOR a Moisés: Escreve estas palavras, porque, segundo o teor destas palavras, fiz aliança contigo e com Israel.
28 E, ali, esteve com o SENHOR quarenta dias e quarenta noites; não comeu pão, nem bebeu água; e escreveu nas tábuas as palavras da aliança, as dez palavras.
29 Quando desceu Moisés do monte Sinai, tendo nas mãos as duas tábuas do Testemunho, sim, quando desceu do monte, não sabia Moisés que a pele do seu rosto resplandecia, depois de haver Deus falado com ele.
30 Olhando Arão e todos os filhos de Israel para Moisés, eis que resplandecia a pele do seu rosto; e temeram chegar-se a ele.
31 Então, Moisés os chamou; Arão e todos os príncipes da congregação tornaram a ele, e Moisés lhes falou.
32 Depois, vieram também todos os filhos de Israel, aos quais ordenou ele tudo o que o SENHOR lhe falara no monte Sinai.
33 Tendo Moisés acabado de falar com eles, pôs um véu sobre o rosto.
34 Porém, vindo Moisés perante o SENHOR para falar-lhe, removia o véu até sair; e, saindo, dizia aos filhos de Israel tudo o que lhe tinha sido ordenado.
35 Assim, pois, viam os filhos de Israel o rosto de Moisés, viam que a pele do seu rosto resplandecia; porém Moisés cobria de novo o rosto com o véu até entrar a falar com ele.
Texto de hoje do blog da Bíblia (http://revivedbyhisword.org/en/bible/exo/34/):
Em resposta à renovação do relacionamento da aliança de Israel com Deus, novas tábuas de pedra serão cortadas por Moisés, e as mesmas leis são agora ditadas a Moisés na montanha. A reescrita destas tábuas depois que Moisés destruiu as originais ao ver o bezerro de ouro demonstra a natureza eterna e permanente da lei como base para a aliança de Deus com o Seu povo. Nenhuma aliança pode ser renovada sem essa base de compreensão da relação e estipulações da aliança. A auto-declaração de Deus em Êxodo 34:6-7 nos lembra que servimos ao Senhor Deus, que é misericordioso e longânimo e guarda a misericórdia em milhares e que perdoa a iniqüidade. Que grande promessa para nós hoje que continuamos a sofrer do mesmo problema doença, como o antigo Israel! 
Deus chama não só para a obediência em relação a sua aliança, mas para a completa destruição de deuses pagãos para que eles não se tornem uma tentação e cilada para Israel. Como já foi visto nas festividades em torno do bezerro de ouro, essas coisas poderiam facilmente ocorrer novamente. São dadas de novo instruções específicas para não serem feitas imagens de fundição, para destruir os altares, imagens e cortar os bosques onde estes ídolos eram adorados. Como veremos posteriormente na Escritura, essas medidas não foram sempre seguidas por Israel e houve um tempo em que os ídolos foram colocados no templo de Jerusalém pelo rei Manassés de Judá no século VII a.C. O culto de adoração a “Asherah” era muito difundido na época, de acordo com o registro arqueológico da descoberta de centenas de deusas de barro. A maioria destas imagens não aparecem na Filístia ou Fenícia, mas 96% foram encontrados em Judá, e quase 50 por cento das pessoas, em Jerusalém. Certamente Deus sabia que tentação essas imagens seriam para Israel.
Como é em nossas vidas, hoje? Se o tempo demorar, o que os arqueólogos dirão sobre nós, milhares de anos à frente, quando escavarem nossas casas? Como é que eles interpretarão as negras telas de TV situadas nas paredes de nossas salas de estar e quartos com assentos estrategicamente de frente para eles? Será que vão interpretá-los como objetos de adoração? Quanto tempo passamos com a Palavra de Deus todos os dias, em comparação com as outras distrações da vida? As palavras de Deus encontradas neste capítulo ainda são verdadeiras para nós: “Porque o SENHOR, cujo nome é Zeloso, é Deus zeloso.” Ele deseja ser o nosso tudo em todos!
Michael Hasel
Escola de Religião
Universidade Adventista do Sul


Êxodo 33 – domingo, 08.07.2012 – comentado by Jeferson Quimelli
8 de julho de 2012, 13:39
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O poder da intercessão – crise, separação, intercessão, reintegração

1 Disse o SENHOR a Moisés: Vai, sobe daqui, tu e o povo que tiraste da terra do Egito, para a terra a respeito da qual jurei a Abraão, a Isaque e a Jacó, dizendo: à tua descendência a darei.
2 Enviarei o Anjo adiante de ti; lançarei fora os cananeus, os amorreus, os heteus, os ferezeus, os heveus e os jebuseus.
3 Sobe para uma terra que mana leite e mel; eu não subirei no meio de ti, porque és povo de dura cerviz, para que te não consuma eu no caminho.
4 Ouvindo o povo estas más notícias, pôs-se a prantear, e nenhum deles vestiu seus atavios.
5 Porquanto o SENHOR tinha dito a Moisés: Dize aos filhos de Israel: És povo de dura cerviz; se por um momento eu subir no meio de ti, te consumirei; tira, pois, de ti os atavios, para que eu saiba o que te hei de fazer.
6 Então, os filhos de Israel tiraram de si os seus atavios desde o monte Horebe em diante.
7 Ora, Moisés costumava tomar a tenda e armá-la para si, fora, bem longe do arraial; e lhe chamava a tenda da congregação. Todo aquele que buscava ao SENHOR saía à tenda da congregação, que estava fora do arraial.
8 Quando Moisés saía para a tenda, fora, todo o povo se erguia, cada um em pé à porta da sua tenda, e olhavam pelas costas, até entrar ele na tenda.
9 Uma vez dentro Moisés da tenda, descia a coluna de nuvem e punha-se à porta da tenda; e o SENHOR falava com Moisés.
10 Todo o povo via a coluna de nuvem que se detinha à porta da tenda; todo o povo se levantava, e cada um, à porta da sua tenda, adorava ao SENHOR.
11 Falava o SENHOR a Moisés face a face, como qualquer fala a seu amigo; então, voltava Moisés para o arraial, porém o moço Josué, seu servidor, filho de Num, não se apartava da tenda.
12 Disse Moisés ao SENHOR: Tu me dizes: Faze subir este povo, porém não me deste saber a quem hás de enviar comigo; contudo, disseste: Conheço-te pelo teu nome; também achaste graça aos meus olhos.
13 Agora, pois, se achei graça aos teus olhos, rogo-te que me faças saber neste momento o teu caminho, para que eu te conheça e ache graça aos teus olhos; e considera que esta nação é teu povo.
14 Respondeu-lhe: A minha presença irá contigo, e eu te darei descanso.
15 Então, lhe disse Moisés: Se a tua presença não vai comigo, não nos faças subir deste lugar.
16 Pois como se há de saber que achamos graça aos teus olhos, eu e o teu povo? Não é, porventura, em andares conosco, de maneira que somos separados, eu e o teu povo, de todos os povos da terra?
17 Disse o SENHOR a Moisés: Farei também isto que disseste; porque achaste graça aos meus olhos, e eu te conheço pelo teu nome.
18 Então, ele disse: Rogo-te que me mostres a tua glória.
19 Respondeu-lhe: Farei passar toda a minha bondade diante de ti e te proclamarei o nome do SENHOR; terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia e me compadecerei de quem eu me compadecer.
20 E acrescentou: Não me poderás ver a face, porquanto homem nenhum verá a minha face e viverá.
21 Disse mais o SENHOR: Eis aqui um lugar junto a mim; e tu estarás sobre a penha.
22 Quando passar a minha glória, eu te porei numa fenda da penha e com a mão te cobrirei, até que eu tenha passado.
23 Depois, em tirando eu a mão, tu me verás pelas costas; mas a minha face não se verá.
Texto de hoje do blog da Bíblia (http://revivedbyhisword.org/en/bible/exo/33/):
As promessas da aliança de Deus para que Ele estivesse com o Seu povo e os abençoasse eram condicionais e dependentes de sua obediência. 
O bezerro de ouro foi uma ofensa terrível a Deus no sentido de que era não só uma divergência da prática religiosa e social, mas era também alta traição, desde que Israel era, agora, uma teocracia – estava diretamente sob o domínio de Deus. 
Deus informa agora que Moisés deveria liderar o povo “que você trouxe para fora da terra do Egito” para a Terra Prometida. Deus deixaria de acompanhá-los.
Moisés tira agora a tenda da congregação do meio do campo e a coloca “longe do acampamento”, indicando que a presença de Deus havia deixado o povo. É neste ponto que Moisés fala com Deus diretamente buscando conhecer Sua vontade para o povo. O texto diz que Deus assegura a Moisés que iria com eles em sua conquista de Canaã. Mas Moisés não  estava contente e queria que Deus os reconhecesse como “Seu povo” (Ex 33:15-16).
 Você já se sentiu totalmente separado de Deus, depois de ter caído, longe Dele?
A beleza deste capítulo é que, não obstante a gravidade da ofensa, Deus honra a Seu servo Moisés: “Você encontrou graça aos meus olhos, e Eu te conheço pelo nome.”
Que Deus clemente nós servimos! Moisés deseja ter confirmação adicional da promessa de Deus e confiança de que Deus seria com Ele e assim ele pede: “Mostre-me sua glória.” Nenhum homem caído pode ficar na presença de Deus face a face, mas o respeito mútuo e a pureza de coração de Moisés haviam tornados próximos, neste momento, a criatura e Criador.
Você quer sentir a presença íntima de Deus em sua vida hoje? Ponha de lado tudo que te pode separar dEle, e peça-Lhe para que Se faça  evidente em tua vida. O mesmo Deus que passou diante de Moisés quando escondido na fenda da rocha pode Se revelar a você. Ele é o mesmo amável Jesus que veio para salvar você de seus pecados.
Michael Hasel
Escola de Religião
Universidade Adventista do Sul
Comentários bíblicos selecionados:

2,3 Anjo. No anjo vemos claramente a presença de Jesus Cristo, que nos reconciliou com Deus (Ef. 2.14-22) (Bíblia Shedd).
Não existe nenhum verdadeiro contraste entre o Senhor o Anjo nesta passagem, já que o Anjo que deveria ir adiante já foi dentificado como o próprio Senhor (23.20-23; Gn 16.7). A chave para entender a proposta de Deus se encontra no v. 3 (“Eu não subirei no meio de ti”). A questão era a moradia graciosa de Deus entre o povo (29.44-46). Se Deus não habitasse no meio de Israel, então não fazia sentido construir o tabernáculo; na verdade, Israel poderia “subir” imediatamente sem construi-lo (v.1). Em vez disso, outro acordo, já em operação (vs. 7-11) seria continuado. Deus se encontraria com Moisés e com os israelitas que o procurariam numa tenda “fora, bem longe do arraial” (v. 7). Esta nova “tenda da congregação” não era a habitação de Deus; Josué viveu lá (v. 11). Deus só vinha em certos momentos até à entrada da tenda numa coluna de nuvem para falar com Moisés (vs. 9-10) (Bíblia de Genebra).
4 pôs-se a prantear.Poderia até se pensar que Israel se alegraria na possibilidade de receber a sua herança na terra sem a ameaça da constante presença de Deus. Ao invés disso, prantearam, pois Isarel não seria mais uma nação de sacerdotes, desfrutando de comunhão imediata com Deus (19.3-6; 29.45-46). Este episódio é uma das grandes crises da história do êxodo (Bíblia de Genebra).
Atavios. Símbolos de um estado alegre, próspero, e de grande importância. Se o povo estava numa condição de arrependimento, não podia se vestir de uma maneira festiva. Os atavios do verdadeiro povo de Deus vêm do próprio Senhor (Ap. 21.1; Mt 22.11-12) (Bíblia Shedd).
Eles tiraram as vestes festivas associadas com a idolatria (cf. Gn 35.4) e assumiram a postura de pranteadores (Bíblia de Genebra).
6 De Horebe em diante. Desde a chegada a este monte até ao fim da viagem, quarenta anos mais tarde, em Canaã (Bíblia Shedd)
7 tomar… Armá-la. As formas verbais hebraicas usadas aqui indicam que esta foi a prática normal durante o período no Sinai. Esta “tenda da congregação” era uma estrutura temporária que servia como um lugar de encontro para Deus e Moisés até que o verdadeiro tabernáculo pudesse ser construído (Bíblia de Genebra).
Tenda da congregação. Parece ser o “escritório” da legislação cívica guardado pelo chefe do exército, Josué (11). Depois de construído o Tabernáculo, este também recebeu o título de “Tenda da Congregação”, acumulando a função cívica da tenda original de Moisés, que por simples que tenha sido, era o lugar da revelação da glória de Deus (9-10). Fora do arraial. Havia perigo se Deus manifestasse Sua glória no meio do povo (Bíblia Shedd).
Fora… bem longe. A ausência da presença de Deus no arraial é enfatizada (Bíblia de Genebra).
11 Face a face. Nota-se que a iniciativa sempre está com Deus, que pela Sua graça nos abre o caminho da oração e nos manda buscar Sua face, até o dia de hoje. A parte mais importante desta comunhão é escutar a voz de Deus. (Falava o SENHOR). Isto pode ser feito quando lemos a Bíblia com fé, meditamos naquilo que temos lido, e resolvemos, pela graça de Deus, pôr em prática tudo que ali aprendemos (Bíblia Shedd).
14 te darei descanso. O uso do pronome singular “tu” significa que a promessa de 3.13-15 para todo Israel é agora repetida a Moisés, individualmente (Bíblia de Genebra).
15 comigo. Moisés engloba o povo em sua prece. O tratamento no plural (“não nos faça” faz a conexão entre Moisés e Israel. Se Deus escolhesse não ir com o Seu povo habitando entre eles, não haveria sentido ir à Terra Prometida. O objetivo não era apenas o leite e mel em Canaã, mas uma terra santa onde Deus iria habitar no meio do Seu povo (Bíblia de Genebra).
16 separados. A distinção de Israel estava baseada na presença graciosa do próprio Deus (Bíblia de Genebra).
17 achaste graça aos Meus olhos. Deus inclui Israel em favor de Moisés. Israel dependia de Moisés como mediador (Bíblia de Genebra).
18 me mostres a Tua glória. Tendo experimentado a misericórdia de Deus, Moisés ansiava pela revelação completa (Bíblia de Genebra).
19-23 A autorevelação de Deus envolve Seu nome (3:14) que é intimamente ligado à Sua natureza. Bondade é um elemento chave neste caráter (Andrews Study Bible).
23 costas. A bondade do Senhor velou o que Moisés não podia suportar e revelou tudo o que podia suportar (Bíblia de Genebra).
Moisés veria as costasde Deus mas não Sua face, após ter visto “Seus pés” e onde pisava (24.10). Note que Deus está falando de Si mesmo em termos humanos de modo que possa ser entendido por seres finitos (Andrews Study Bible).


Êxodo 32 – sábado, 07.07.2012 – comentado by Jeferson Quimelli
7 de julho de 2012, 9:11
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Um capítulo terrível, de vergonha e traição. Mas também de intercessão e perdão.
1 Mas, vendo o povo que Moisés tardava em descer do monte, acercou-se de Arão e lhe disse: Levanta-te, faze-nos deuses que vão adiante de nós; pois, quanto a este Moisés, o homem que nos tirou do Egito, não sabemos o que lhe terá sucedido.
2 Disse-lhes Arão: Tirai as argolas de ouro das orelhas de vossas mulheres, vossos filhos e vossas filhas e trazei-mas.
3 Então, todo o povo tirou das orelhas as argolas e as trouxe a Arão.
4 Este, recebendo-as das suas mãos, trabalhou o ouro com buril e fez dele um bezerro fundido. Então, disseram: São estes, ó Israel, os teus deuses, que te tiraram da terra do Egito.
5 Arão, vendo isso, edificou um altar diante dele e, apregoando, disse: Amanhã, será festa ao SENHOR.
6 No dia seguinte, madrugaram, e ofereceram holocaustos, e trouxeram ofertas pacíficas; e o povo assentou-se para comer e beber e levantou-se para divertir-se.
7 Então, disse o SENHOR a Moisés: Vai, desce; porque o teu povo, que fizeste sair do Egito, se corrompeu
8 e depressa se desviou do caminho que lhe havia eu ordenado; fez para si um bezerro fundido, e o adorou, e lhe sacrificou, e diz: São estes, ó Israel, os teus deuses, que te tiraram da terra do Egito.
9 Disse mais o SENHOR a Moisés: Tenho visto este povo, e eis que é povo de dura cerviz.
10 Agora, pois, deixa-me, para que se acenda contra eles o meu furor, e eu os consuma; e de ti farei uma grande nação.
11 Porém Moisés suplicou ao SENHOR, seu Deus, e disse: Por que se acende, SENHOR, a tua ira contra o teu povo, que tiraste da terra do Egito com grande fortaleza e poderosa mão?
12 Por que hão de dizer os egípcios: Com maus intentos os tirou, para matá-los nos montes e para consumi-los da face da terra? Torna-te do furor da tua ira e arrepende-te deste mal contra o teu povo.
13 Lembra-te de Abraão, de Isaque e de Israel, teus servos, aos quais por ti mesmo tens jurado e lhes disseste: Multiplicarei a vossa descendência como as estrelas do céu, e toda esta terra de que tenho falado, dá-la-ei à vossa descendência, para que a possuam por herança eternamente.
14 Então, se arrependeu o SENHOR do mal que dissera havia de fazer ao povo.
15 E, voltando-se, desceu Moisés do monte com as duas tábuas do Testemunho nas mãos, tábuas escritas de ambos os lados; de um e de outro lado estavam escritas.
16 As tábuas eram obra de Deus; também a escritura era a mesma escritura de Deus, esculpida nas tábuas.
17 Ouvindo Josué a voz do povo que gritava, disse a Moisés: Há alarido de guerra no arraial.
18 Respondeu-lhe Moisés: Não é alarido dos vencedores nem alarido dos vencidos, mas alarido dos que cantam é o que ouço.
19 Logo que se aproximou do arraial, viu ele o bezerro e as danças; então, acendendo-se-lhe a ira, arrojou das mãos as tábuas e quebrou-as ao pé do monte;
20 e, pegando no bezerro que tinham feito, queimou-o, e o reduziu a pó, que espalhou sobre a água, e deu de beber aos filhos de Israel.
21 Depois, perguntou Moisés a Arão: Que te fez este povo, que trouxeste sobre ele tamanho pecado?
22 Respondeu-lhe Arão: Não se acenda a ira do meu senhor; tu sabes que o povo é propenso para o mal.
23 Pois me disseram: Faze-nos deuses que vão adiante de nós; pois, quanto a este Moisés, o homem que nos tirou da terra do Egito, não sabemos o que lhe terá acontecido.
24 Então, eu lhes disse: quem tem ouro, tire-o. Deram-mo; e eu o lancei no fogo, e saiu este bezerro.
25 Vendo Moisés que o povo estava desenfreado, pois Arão o deixara à solta para vergonha no meio dos seus inimigos,
26 pôs-se em pé à entrada do arraial e disse: Quem é do SENHOR venha até mim. Então, se ajuntaram a ele todos os filhos de Levi,
27 aos quais disse: Assim diz o SENHOR, o Deus de Israel: Cada um cinja a espada sobre o lado, passai e tornai a passar pelo arraial de porta em porta, e mate cada um a seu irmão, cada um, a seu amigo, e cada um, a seu vizinho.
28 E fizeram os filhos de Levi segundo a palavra de Moisés; e caíram do povo, naquele dia, uns três mil homens.
29 Pois Moisés dissera: Consagrai-vos, hoje, ao SENHOR; cada um contra o seu filho e contra o seu irmão, para que ele vos conceda, hoje, bênção.
30 No dia seguinte, disse Moisés ao povo: Vós cometestes grande pecado; agora, porém, subirei ao SENHOR e, porventura, farei propiciação pelo vosso pecado.
31 Tornou Moisés ao SENHOR e disse: Ora, o povo cometeu grande pecado, fazendo para si deuses de ouro.
32 Agora, pois, perdoa-lhe o pecado; ou, se não, risca-me, peço-te, do livro que escreveste.
33 Então, disse o SENHOR a Moisés: Riscarei do meu livro todo aquele que pecar contra mim.
34 Vai, pois, agora, e conduze o povo para onde te disse; eis que o meu Anjo irá adiante de ti; porém, no dia da minha visitação, vingarei, neles, o seu pecado.
35 Feriu, pois, o SENHOR ao povo, porque fizeram o bezerro que Arão fabricara.
Texto de hoje do blog da Bíblia (http://revivedbyhisword.org/en/bible/exo/32/):
Os hebreus saíram do Egito, onde a natureza era adorada através de centenas de deuses dentro de uma religião espiritualista e complexa. Eles haviam sido resgatados de um mundo e visão de mundo mergulhado em enganos de Satanás. Agora que Deus os havia libertado, e provido a eles todas as suas necessidades, o mesmo processo de reeducação que Moisés atravessou nos últimos 40 anos em seu exílio no deserto era também necessário a eles.
Deus através de Seu servo revelou Seu plano de aliança e agora, enquanto Moisés está na montanha, Deus iria escrever a lei dessa aliança em pedra com o próprio dedo.
Moisés, porém, está atrasado.
Nenhuma explicação é dada para este atraso – nem é necessário. Moisés estava com Deus e as pessoas deveriam permanecer em humilde submissão na planície, esperando por seu retorno. Voltando à mesma impaciência e inquietação de antes, o povo exige que lhes seja dada uma representação visual do que suas mentes finitas não podia ver. “Faze-nos deuses!”
O bezerro de ouro poderia estar representando várias divindades egípcias. O touro Ápis foi adorado em Memphis como Ptah, o deus da vida. Hathor, a deusa vaca, era adorada em Tebas como deusa da maternidade, beleza, alegria e amor. Em Êxodo 32 o povo “se levantou para se divertir”, o que tinha claras conotações sexuais e pode ser relacionado à deusa Hathor. 
Está claro nas Escrituras que Aarão, seu líder espiritual, cedeu aos pedidos e para justificar sua adoração anunciou uma “festa ao Senhor.” Este culto misto levou Deus a renegar os hebreus enquanto “o Seu povo. “
Mas quando Deus rejeita as pessoas que escolheram o bezerro em vez de a Ele, Moisés se adianta e pede que seu nome seja apagado do livro da vida. Tão grande era o amor de Moisés para seu povo que ele ofereceu sua vida pelas deles.
Mas há apenas uma morte substitutiva aceitável a Deus e que é a morte de Seu Filho Jesus. 
Já aconteceu de você ter  comprometido o seu culto a Deus com as práticas do mundo? Aqui nós vemos as consequências de tal ação. Deus deveria ter um povo fiel a Ele, só a Ele, mesmo que o céu caia (Educação, 57).
Michael Hasel
Escola de Religião
Universidade Adventista do Sul
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5 Um bom exemplo de mistura de verdade com erro. Celebrar uma festa ao Senhor diante do bezerro de ouro não iria validar a ação errada (Andrews Study Bible).
6 divertir-se. Este aspecto da celebração se assemelha a outras festas religiosas que frequentemente incluiam danças ruidosas e interações sexuais. O verso 25 também sugere celebrações descontroladas (Andrews Study Bible).
7 teu povo. Em contraste gritante com “Meu povo” em 3:10. A quebra da aliança tem repercussões de longo alcance (Andrews Study Bible).
13 Lembra-Te. Não era Moisés que tinha de suscitar a misericórdia de Deus (14), mas sim, o próprio Deus que, graciosamente, dera a Moisés a oportunidade de tomar parte na bem aventurada obra da intercessão, em condições ideais, nas quais não estava irado e fora de si (Bíblia Shedd).
20 A destruição do bezerro de ouro é completa (queimado, triturado, diluído em água) e é similar à destruição de uma divindade como citado em um texto canaanita (Andrews Study Bible).
queimou-o. Talvez o bezerro tenha sido de madeira folheada a ouro. (Bíblia de Genebra).
 
24 Saiu este bezerro. Era uma desculpa ridícula, como se o bezerro tivesse fabricado a si mesmo. Mas, pelo contrário, no mundo espiritual, quem dá ouvidos às dúvidas, às tentações e às forças que destroem sua consciência, verá, com espanto, que seu pecado, pesado e bem forjado, já se tornou uma realidade concreta em sua vida (Bíblia Shedd).
26 entrada. Termo equivalente a “porta”, que era o lugar do juízo na cultura israelita (Andrews Study Bible).
32 Risca-me. Moisés se identificou de tal maneira com o povo que Deus havia confiado aos seus cuidados pastorais, que se tornou semelhante a Cristo (Hb 2.17; Jo 15.12-15; Sl 77.20) (Bíblia Shedd).






Êxodo 31 – sexta, 06.07.2012 by Jeferson Quimelli
6 de julho de 2012, 2:30
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1 Disse mais o SENHOR a Moisés:

2 Eis que chamei pelo nome a Bezalel, filho de Uri, filho de Hur, da tribo de Judá,
3 e o enchi do Espírito de Deus, de habilidade, de inteligência e de conhecimento, em todo artifício,
4 para elaborar desenhos e trabalhar em ouro, em prata, em bronze,
5 para lapidação de pedras de engaste, para entalho de madeira, para toda sorte de lavores.
6 Eis que lhe dei por companheiro Aoliabe, filho de Aisamaque, da tribo de Dã; e dei habilidade a todos os homens hábeis, para que me façam tudo o que tenho ordenado:
7 a tenda da congregação, e a arca do Testemunho, e o propiciatório que está por cima dela, e todos os pertences da tenda;
8 e a mesa com os seus utensílios, e o candelabro de ouro puro com todos os seus utensílios, e o altar do incenso;
9 e o altar do holocausto com todos os seus utensílios e a bacia com seu suporte;
10 e as vestes finamente tecidas, e as vestes sagradas do sacerdote Arão, e as vestes de seus filhos, para oficiarem como sacerdotes;
11 e o óleo da unção e o incenso aromático para o santuário; eles farão tudo segundo tenho ordenado.
12 Disse mais o SENHOR a Moisés:
13 Tu, pois, falarás aos filhos de Israel e lhes dirás: Certamente, guardareis os meus sábados; pois é sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o SENHOR, que vos santifica.
14 Portanto, guardareis o sábado, porque é santo para vós outros; aquele que o profanar morrerá; pois qualquer que nele fizer alguma obra será eliminado do meio do seu povo.
15 Seis dias se trabalhará, porém o sétimo dia é o sábado do repouso solene, santo ao SENHOR; qualquer que no dia do sábado fizer alguma obra morrerá.
16 Pelo que os filhos de Israel guardarão o sábado, celebrando-o por aliança perpétua nas suas gerações.
17 Entre mim e os filhos de Israel é sinal para sempre; porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, e, ao sétimo dia, descansou, e tomou alento.
18 E, tendo acabado de falar com ele no monte Sinai, deu a Moisés as duas tábuas do Testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus.
Texto de hoje do blog da Bíblia (http://revivedbyhisword.org/en/bible/exo/31/)
Você já fez a pergunta: “sou eu chamado por Deus? O que Deus está me chamando para fazer?”
Você pode não ser um pregador, um professor, ou um evangelista, mas você quer desesperadamente honrar a Deus e servi-Lo. Este capítulo fornece uma informação importante sobre o chamado de Deus. Ele diz a Moisés: “Eu o tenho chamado pelo nome Bezalel. . . e eu o enchi do Espírito de Deus. “
É significativo que esta é a primeira vez nas Escrituras que Deus diz que Ele chama alguém e é apenas a terceira vez que o termo” Espírito de Deus “é usado no Antigo Testamento. O primeiro é Gênesis 1:2, onde o “Espírito de Deus pairava sobre a face das águas” na Criação. A segunda é quando o faraó do Egito afirma que José é um homem “no qual há o Espírito de Deus” (Gn 41:38). Mas aqui em Êxodo 31, o Criador usa este termo pela primeira vez para descrever como ele iria encher Bezalel com “o Espírito de Deus” (Ex 31:3) para criar e embelezar o santuário e seus móveis com sabedoria, conhecimento, entendimento “em todos os tipos de trabalho.”
Você vê Deus não apenas chamar as pessoas a serem pastores, professores e evangelistas. Ele chama a todos de seu povo para usar suas habilidades e talentos que Ele oferece através do Espírito de Deus “para fazer tudo o que vos tenho ordenado” (v. 6). Deus está à procura de artistas e artesãos que, através da arte e da escultura e da mídia, comuniquem a mensagem de Deus ao mundo; construtores para construir igrejas onde pessoas possam aprender dEle e escolas que promoverão Sua obra na vida dos jovens; médicos, enfermeiros e profissionais de saúde para ministrar às pessoas através da cura.
 Ele é a fonte da sabedoria, compreensão e conhecimento adquirido em nossas profissões. Ele é também a fonte das habilidades para executar o nosso trabalho. 
O que Deus está chamando você para fazer para o seu reino, para preparar os outros para encontrá-Lo quando Ele em breve virá para nos levar para casa?
Michael Hasel
School of Religion
Universidade Adventista do Sul


Êxodo 30 – quinta, 05.07.2012 by Jeferson Quimelli
5 de julho de 2012, 13:04
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1 Farás também um altar para queimares nele o incenso; de madeira de acácia o farás.

2 Terá um côvado de comprimento, e um de largura (será quadrado), e dois de altura; os chifres formarão uma só peça com ele.

3 De ouro puro o cobrirás, a parte superior, as paredes ao redor e os chifres; e lhe farás uma bordadura de ouro ao redor.

4 Também lhe farás duas argolas de ouro debaixo da bordadura; de ambos os lados as farás; nelas, se meterão os varais para se levar o altar.

5 De madeira de acácia farás os varais e os cobrirás de ouro.

6 Porás o altar defronte do véu que está diante da arca do Testemunho, diante do propiciatório que está sobre o Testemunho, onde me avistarei contigo.

7 Arão queimará sobre ele o incenso aromático; cada manhã, quando preparar as lâmpadas, o queimará.

8 Quando, ao crepúsculo da tarde, acender as lâmpadas, o queimará; será incenso contínuo perante o SENHOR, pelas vossas gerações.

9 Não oferecereis sobre ele incenso estranho, nem holocausto, nem ofertas de manjares; nem tampouco derramareis libações sobre ele.

10 Uma vez no ano, Arão fará expiação sobre os chifres do altar com o sangue da oferta pelo pecado; uma vez no ano, fará expiação sobre ele, pelas vossas gerações; santíssimo é ao SENHOR.

11 Disse mais o SENHOR a Moisés:

12 Quando fizeres recenseamento dos filhos de Israel, cada um deles dará ao SENHOR o resgate de si próprio, quando os contares; para que não haja entre eles praga nenhuma, quando os arrolares.

13 Todo aquele que passar ao arrolamento dará isto: metade de um siclo, segundo o siclo do santuário (este siclo é de vinte geras); a metade de um siclo é a oferta ao SENHOR.

14 Qualquer que entrar no arrolamento, de vinte anos para cima, dará a oferta ao SENHOR.

15 O rico não dará mais de meio siclo, nem o pobre, menos, quando derem a oferta ao SENHOR, para fazerdes expiação pela vossa alma.

16 Tomarás o dinheiro das expiações dos filhos de Israel e o darás ao serviço da tenda da congregação; e será para memória aos filhos de Israel diante do SENHOR, para fazerdes expiação pela vossa alma.

17 Disse mais o SENHOR a Moisés:

18 Farás também uma bacia de bronze com o seu suporte de bronze, para lavar. Pô-la-ás entre a tenda da congregação e o altar e deitarás água nela.

19 Nela, Arão e seus filhos lavarão as mãos e os pés.

20 Quando entrarem na tenda da congregação, lavar-se-ão com água, para que não morram; ou quando se chegarem ao altar para ministrar, para acender a oferta queimada ao SENHOR.

21 Lavarão, pois, as mãos e os pés, para que não morram; e isto lhes será por estatuto perpétuo, a ele e à sua posteridade, através de suas gerações.

22 Disse mais o SENHOR a Moisés:

23 Tu, pois, toma das mais excelentes especiarias: de mirra fluida quinhentos siclos, de cinamomo odoroso a metade, a saber, duzentos e cinqüenta siclos, e de cálamo aromático duzentos e cinqüenta siclos,

24 e de cássia quinhentos siclos, segundo o siclo do santuário, e de azeite de oliveira um him.

25 Disto farás o óleo sagrado para a unção, o perfume composto segundo a arte do perfumista; este será o óleo sagrado da unção.

26 Com ele ungirás a tenda da congregação, e a arca do Testemunho,

27 e a mesa com todos os seus utensílios, e o candelabro com os seus utensílios, e o altar do incenso,

28 e o altar do holocausto com todos os utensílios, e a bacia com o seu suporte.

29 Assim consagrarás estas coisas, para que sejam santíssimas; tudo o que tocar nelas será santo.

30 Também ungirás Arão e seus filhos e os consagrarás para que me oficiem como sacerdotes.

31 Dirás aos filhos de Israel: Este me será o óleo sagrado da unção nas vossas gerações.

32 Não se ungirá com ele o corpo do homem que não seja sacerdote, nem fareis outro semelhante, da mesma composição; é santo e será santo para vós outros.

33 Qualquer que compuser óleo igual a este ou dele puser sobre um estranho será eliminado do seu povo.

34 Disse mais o SENHOR a Moisés: Toma substâncias odoríferas, estoraque, ônica e gálbano; estes arômatas com incenso puro, cada um de igual peso;

35 e disto farás incenso, perfume segundo a arte do perfumista, temperado com sal, puro e santo.

36 Uma parte dele reduzirás a pó e o porás diante do Testemunho na tenda da congregação, onde me avistarei contigo; será para vós outros santíssimo.

37 Porém o incenso que fareis, segundo a composição deste, não o fareis para vós mesmos; santo será para o SENHOR.

38 Quem fizer tal como este para o cheirar será eliminado do seu povo.

http://biblia.com.br/joaoferreiraalmeidarevistaatualizada/exodo/ex-capitulo-30/

 

 

Texto de hoje do blog da Bíblia (http://revivedbyhisword.org/en/bible/exo/30/):

A oração é a maneira pela qual Deus nos convida a comunicar diretamente com Ele.

O altar de incenso era um símbolo das orações que sempre sobem diante do trono de Deus. Ela foi colocada diante do véu no lugar santo. Os sacerdotes vinham a este lugar para oferecer incenso (Patriarcas e Profetas, p. 333) que subia por sobre o véu, até o lugar santíssimo, aonde o trono de Deus se localizava acima do propiciatório.

O incenso representava as "orações dos santos" (Ap 8:3-4). Nos tempos antigos os sacerdotes traziam o incenso diante do povo duas vezes por dia (vs. 7-8), que enchia o aposento e oferecia uma intercessão perpétua [contínua] diante do trono (Sl 16:8; 55:17; Patriarcas e Profetas, p . 354).

Isto ensinava os antigos israelitas, e também a nós hoje, que deveriam abrir e fechar os dias em oração e que o acesso ao Seu trono de graça é contínuo.

Nós devemos "orar sem cessar" (1 Tessalonicenses 5:17), sabendo que Jesus permanece como nosso sumo sacerdote diante do trono de Deus. Com nossas orações, que sobem diante do trono de Deus "Cristo mistura a elas os méritos de Sua própria vida de perfeita obediência. Nossas orações são feitas perfumadas por este incenso. Cristo Se comprometeu a interceder em nosso favor, e o Pai sempre ouve o Filho." (Filhos e Filhas de Deus, p.22). Esta imagem ilustra a rica verdade de que nossas orações nos levam à presença de Deus e são unidos aos méritos de Cristo, nosso Sumo Sacerdote, que cumpriu o papel dos tipos do Antigo Testamento e agora intercede em nosso favor.

Esta a é boa notícia para nós todos hoje – não precisamos de intercessor terreno, pois todos temos igual acesso ao poder do Criador do Universo, que prometeu que "se pedirmos alguma coisa segundo a Sua vontade, Ele nos ouve" (1 Jo 5:14).

 

Michael Hasel

School of Religion

Universidade Adventista do Sul

 



Êxodo 29 – quarta, 04.07.2012 by Jeferson Quimelli
4 de julho de 2012, 7:20
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1 Isto é o que lhes farás, para os consagrar, a fim de que me oficiem como sacerdotes: toma um novilho, e dois carneiros sem defeito,
2 e pães asmos, e bolos asmos, amassados com azeite, e obreias asmas untadas com azeite; de flor de farinha de trigo os farás,
3 e os porás num cesto, e no cesto os trarás; trarás também o novilho e os dois carneiros.
4 Então, farás que Arão e seus filhos se cheguem à porta da tenda da congregação e os lavarás com água;
5 depois, tomarás as vestes, e vestirás Arão da túnica, da sobrepeliz, da estola sacerdotal e do peitoral, e o cingirás com o cinto de obra esmerada da estola sacerdotal;
6 pôr-lhe-ás a mitra na cabeça e sobre a mitra, a coroa sagrada.
7 Então, tomarás o óleo da unção e lho derramarás sobre a cabeça; assim o ungirás.
8 Farás, depois, que se cheguem os filhos de Arão, e os vestirás de túnicas,
9 e os cingirás com o cinto, Arão e seus filhos, e lhes atarás as tiaras, para que tenham o sacerdócio por estatuto perpétuo, e consagrarás Arão e seus filhos.
10 Farás chegar o novilho diante da tenda da congregação, e Arão e seus filhos porão as mãos sobre a cabeça dele.
11 Imolarás o novilho perante o SENHOR, à porta da tenda da congregação.
12 Depois, tomarás do sangue do novilho e o porás com o teu dedo sobre os chifres do altar; o restante do sangue derramá-lo-ás à base do altar.
13 Também tomarás toda a gordura que cobre as entranhas, o redenho do fígado, os dois rins e a gordura que está neles e queimá-los-ás sobre o altar;
14 mas a carne do novilho, a pele e os excrementos, queimá-los-ás fora do arraial; é sacrifício pelo pecado.
15 Depois, tomarás um carneiro, e Arão e seus filhos porão as mãos sobre a cabeça dele.
16 Imolarás o carneiro, e tomarás o seu sangue, e o jogarás sobre o altar ao redor;
17 partirás o carneiro em seus pedaços e, lavadas as entranhas e as pernas, pô-las-ás sobre os pedaços e sobre a cabeça.
18 Assim, queimarás todo o carneiro sobre o altar; é holocausto para o SENHOR, de aroma agradável, oferta queimada ao SENHOR.
19 Depois, tomarás o outro carneiro, e Arão e seus filhos porão as mãos sobre a cabeça dele.
20 Imolarás o carneiro, e tomarás do seu sangue, e o porás sobre a ponta da orelha direita de Arão e sobre a ponta da orelha direita de seus filhos, como também sobre o polegar da sua mão direita e sobre o polegar do seu pé direito; o restante do sangue jogarás sobre o altar ao redor.
21 Tomarás, então, do sangue sobre o altar e do óleo da unção e os aspergirás sobre Arão e suas vestes e sobre seus filhos e as vestes de seus filhos com ele; para que ele seja santificado, e as suas vestes, e também seus filhos e as vestes de seus filhos com ele.
22 Depois, tomarás do carneiro a gordura, a cauda gorda, a gordura que cobre as entranhas, o redenho do fígado, os dois rins, a gordura que está neles e a coxa direita, porque é carneiro da consagração;
23 e também um pão, um bolo de pão azeitado e uma obreia do cesto dos pães asmos que estão diante do SENHOR.
24 Todas estas coisas porás nas mãos de Arão e nas de seus filhos e, movendo-as de um lado para outro, as oferecerás como ofertas movidas perante o SENHOR.
25 Depois, as tomarás das suas mãos e as queimarás sobre o altar; é holocausto para o SENHOR, de agradável aroma, oferta queimada ao SENHOR.
26 Tomarás o peito do carneiro da consagração, que é de Arão, e, movendo-o de um lado para outro, o oferecerás como oferta movida perante o SENHOR; e isto será a tua porção.
27 Consagrarás o peito da oferta movida e a coxa da porção que foi movida, a qual se tirou do carneiro da consagração, que é de Arão e de seus filhos.
28 Isto será a obrigação perpétua dos filhos de Israel, devida a Arão e seus filhos, por ser a porção do sacerdote, oferecida, da parte dos filhos de Israel, dos sacrifícios pacíficos; é a sua oferta ao SENHOR.
29 As vestes santas de Arão passarão a seus filhos depois dele, para serem ungidos nelas e consagrados nelas.
30 Sete dias as vestirá o filho que for sacerdote em seu lugar, quando entrar na tenda da congregação para ministrar no santuário.
31 Tomarás o carneiro da consagração e cozerás a sua carne no lugar santo;
32 e Arão e seus filhos comerão a carne deste carneiro e o pão que está no cesto à porta da tenda da congregação
33 e comerão das coisas com que for feita a expiação, para consagrá-los e para santificá-los; o estranho não comerá delas, porque são santas.
34 Se sobrar alguma coisa da carne das consagrações ou do pão, até pela manhã, queimarás o que restar; não se comerá, porque é santo.
35 Assim, pois, farás a Arão e a seus filhos, conforme tudo o que te hei ordenado; por sete dias, os consagrarás.
36 Também cada dia prepararás um novilho como oferta pelo pecado para as expiações; e purificarás o altar, fazendo expiação por ele mediante oferta pelo pecado; e o ungirás para consagrá-lo.
37 Sete dias farás expiação pelo altar e o consagrarás; e o altar será santíssimo; tudo o que o tocar será santo.
38 Isto é o que oferecerás sobre o altar: dois cordeiros de um ano, cada dia, continuamente.
39 Um cordeiro oferecerás pela manhã e o outro, ao pôr-do-sol.
40 Com um cordeiro, a décima parte de um efa de flor de farinha, amassada com a quarta parte de um him de azeite batido; e, para libação, a quarta parte de um him de vinho;
41 o outro cordeiro oferecerás ao pôr-do-sol, como oferta de manjares, e a libação como de manhã, de aroma agradável, oferta queimada ao SENHOR.
42 Este será o holocausto contínuo por vossas gerações, à porta da tenda da congregação, perante o SENHOR, onde vos encontrarei, para falar contigo ali.
43 Ali, virei aos filhos de Israel, para que, por minha glória, sejam santificados,
44 e consagrarei a tenda da congregação e o altar; também santificarei Arão e seus filhos, para que me oficiem como sacerdotes.
45 E habitarei no meio dos filhos de Israel e serei o seu Deus.
46 E saberão que eu sou o SENHOR, seu Deus, que os tirou da terra do Egito, para habitar no meio deles; eu sou o SENHOR, seu Deus.
Texto de hoje do blog da Bíblia (http://revivedbyhisword.org/en/bible/exo/29/):
As oferendas a serem sacrificadas no altar do santuário deveriam ser “sem mancha.” Elas representavam, o futuro perfeito  sacrifício de Jesus Cristo, que foi “o Cordeiro morto antes da fundação do mundo.” Instruções específicas são dadas a Arão e a seus filhos sobre como esses animais deveriam ser preparados, mortos, e como o sangue deveria ser colocado sobre as pontas do altar. A carne e esterco não deveriam nem mesmo  ser enterrados no acampamento, mas deveriam ser retirados do arraial e eliminados de lá.
A transferência dos pecados para o touro era realizado pela imposição das mãos (Ex 29:14).
Entretanto, na prática posterior israelita estas instruções foram desconsideradas e Malaquias adverte os sacerdotes por sua negligência diante de Deus. Naquela época os animais coxos e cegos e doentes eram aceitos pelos sacerdotes e sacrificados pelo povo (Malaquias 1:7-8).
Deus responde dizendo: “Ora, apresenta-o ao teu governador; acaso, terá ele agrado em ti e te será agradável? “(Mal. 1:8). Nisto Deus lembra aos sacerdotes de sua responsabilidade diante de Deus e de Seu povo.
Eles devem prover “verdadeira instrução ” e andar com Deus “em paz e retidão” porque os lábios dos sacerdotes deveriam guardar o conhecimento (Malaquias 2:6-7). Os sacerdotes deveriam manter os ritos e as instruções do sistema de sacrifício perante Israel até que o Cordeiro para quem estes sacrifícios apontavam viesse.
Há sérias lições para nós hoje, como pastores e líderes em nossas igrejas para que sempre tenhamos em alta consideração as instruções de Deus sobre a verdadeira adoração diante de nosso povo. Quão tentador é sermos hoje descuidados em nossas responsabilidades. Deus quer estrita obediência em relação a Suas ordenanças. Portanto, vamos nos aproximarmos dEle com a admiração e respeito descritos neste capítulo.
Michael Hasel

Universidade Adventista do Sul



Êxodo 28 – terça, 03.07.2012 by Jeferson Quimelli
3 de julho de 2012, 12:58
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1 Faze também vir para junto de ti Arão, teu irmão, e seus filhos com ele, dentre os filhos de Israel, para me oficiarem como sacerdotes, a saber, Arão e seus filhos Nadabe, Abiú, Eleazar e Itamar.
2 Farás vestes sagradas para Arão, teu irmão, para glória e ornamento.
3 Falarás também a todos os homens hábeis a quem enchi do espírito de sabedoria, que façam vestes para Arão para consagrá-lo, para que me ministre o ofício sacerdotal.
4 As vestes, pois, que farão são estas: um peitoral, uma estola sacerdotal, uma sobrepeliz, uma túnica bordada, mitra e cinto. Farão vestes sagradas para Arão, teu irmão, e para seus filhos, para me oficiarem como sacerdotes.
5 Tomarão ouro, estofo azul, púrpura, carmesim e linho fino
6 e farão a estola sacerdotal de ouro, e estofo azul, e púrpura, e carmesim, e linho fino retorcido, obra esmerada.
7 Terá duas ombreiras que se unam às suas duas extremidades, e assim se unirá.
8 E o cinto de obra esmerada, que estará sobre a estola sacerdotal, será de obra igual, da mesma obra de ouro, e estofo azul, e púrpura, e carmesim, e linho fino retorcido.
9 Tomarás duas pedras de ônix e gravarás nelas os nomes dos filhos de Israel:
10 seis de seus nomes numa pedra e os outros seis na outra pedra, segundo a ordem do seu nascimento.
11 Conforme a obra de lapidador, como lavores de sinete, gravarás as duas pedras com os nomes dos filhos de Israel; engastadas ao redor de ouro, as farás.
12 E porás as duas pedras nas ombreiras da estola sacerdotal, por pedras de memória aos filhos de Israel; e Arão levará os seus nomes sobre ambos os seus ombros, para memória diante do SENHOR.
13 Farás também engastes de ouro
14 e duas correntes de ouro puro; obra de fieira as farás; e as correntes de fieira prenderás nos engastes.
15 Farás também o peitoral do juízo de obra esmerada, conforme a obra da estola sacerdotal o farás: de ouro, e estofo azul, e púrpura, e carmesim, e linho fino retorcido o farás.
16 Quadrado e duplo, será de um palmo o seu comprimento, e de um palmo, a sua largura.
17 Colocarás nele engaste de pedras, com quatro ordens de pedras: a ordem de sárdio, topázio e carbúnculo será a primeira ordem;
18 a segunda ordem será de esmeralda, safira e diamante;
19 a terceira ordem será de jacinto, ágata e ametista;
20 a quarta ordem será de berilo, ônix e jaspe; elas serão guarnecidas de ouro nos seus engastes.
21 As pedras serão conforme os nomes dos filhos de Israel, doze, segundo os seus nomes; serão esculpidas como sinetes, cada uma com o seu nome, para as doze tribos.
22 Para o peitoral farás correntes como cordas, de obra trançada de ouro puro.
23 Também farás para o peitoral duas argolas de ouro e porás as duas argolas nas extremidades do peitoral.
24 Então, meterás as duas correntes de ouro nas duas argolas, nas extremidades do peitoral.
25 As duas pontas das correntes prenderás nos dois engastes e as porás nas ombreiras da estola sacerdotal na frente dele.
26 Farás também duas argolas de ouro e as porás nas duas extremidades do peitoral, na sua orla interior junto à estola sacerdotal.
27 Farás também duas argolas de ouro e as porás nas duas ombreiras da estola sacerdotal, abaixo, na frente dele, perto da sua juntura, sobre o cinto de obra esmerada da estola sacerdotal.
28 E ligarão o peitoral com as suas argolas às argolas da estola sacerdotal por cima com uma fita azul, para que esteja sobre o cinto da estola sacerdotal; e nunca o peitoral se separará da estola sacerdotal.
29 Assim, Arão levará os nomes dos filhos de Israel no peitoral do juízo sobre o seu coração, quando entrar no santuário, para memória diante do SENHOR continuamente.
30 Também porás no peitoral do juízo o Urim e o Tumim, para que estejam sobre o coração de Arão, quando entrar perante o SENHOR; assim, Arão levará o juízo dos filhos de Israel sobre o seu coração diante do SENHOR continuamente.
31 Farás também a sobrepeliz da estola sacerdotal toda de estofo azul.
32 No meio dela, haverá uma abertura para a cabeça; será debruada essa abertura, como a abertura de uma saia de malha, para que não se rompa.
33 Em toda a orla da sobrepeliz, farás romãs de estofo azul, e púrpura, e carmesim; e campainhas de ouro no meio delas.
34 Haverá em toda a orla da sobrepeliz uma campainha de ouro e uma romã, outra campainha de ouro e outra romã.
35 Esta sobrepeliz estará sobre Arão quando ministrar, para que se ouça o seu sonido, quando entrar no santuário diante do SENHOR e quando sair; e isso para que não morra.
36 Farás também uma lâmina de ouro puro e nela gravarás à maneira de gravuras de sinetes: Santidade ao SENHOR.
37 Atá-la-ás com um cordão de estofo azul, de maneira que esteja na mitra; bem na frente da mitra estará.
38 E estará sobre a testa de Arão, para que Arão leve a iniqüidade concernente às coisas santas que os filhos de Israel consagrarem em todas as ofertas de suas coisas santas; sempre estará sobre a testa de Arão, para que eles sejam aceitos perante o SENHOR.
39 Tecerás, quadriculada, a túnica de linho fino e farás uma mitra de linho fino e um cinto de obra de bordador.
40 Para os filhos de Arão farás túnicas, e cintos, e tiaras; fá-los-ás para glória e ornamento.
41 E, com isso, vestirás Arão, teu irmão, bem como seus filhos; e os ungirás, e consagrarás, e santificarás, para que me oficiem como sacerdotes.
42 Faze-lhes também calções de linho, para cobrirem a pele nua; irão da cintura às coxas.
43 E estarão sobre Arão e sobre seus filhos, quando entrarem na tenda da congregação ou quando se chegarem ao altar para ministrar no santuário, para que não levem iniqüidade e morram; isto será estatuto perpétuo para ele e para sua posteridade depois dele.
Texto e hoje do blog da Bíblia (http://revivedbyhisword.org/en/bible/exo/28/):
Aarão e seus filhos deveriam representar o povo diante do Senhor. Os sacerdotes serviriam de agora em diante como mediadores entre a nação de Israel que foi designada por Deus como um “reino de sacerdotes” (Ex 19:5, 6).
Como Deus é santíssimo, somente os sacerdotes e Moisés poderiam se aproximar de Deus dentro do pátio do santuário. Suas vestes foram primorosamente feitas “para a glória”, não para exaltá-los, mas para acentuar e elevar seu cargo perante as pessoas.
As vestes sacerdotais foram feitas para harmonizar as elaboradas, belas tapeçarias do santuário. Suas vestes também representavam o desejo que Deus tem para cada um de Seu povo para harmonizar seu eu interior com o caráter do santuário e com o Deus que ele representa.
O peitoral usado pelo sumo sacerdote era conhecido como o “peitoral do juízo” porque trazia o Urim e Tumim através do qual Deus comunicou Sua vontade. O peitoral possuía doze pedras preciosas com os nomes das 12 tribos de Israel.
Há um grande significado na lembrança de Deus do Seu povo a quem ele considera como Seus pedras preciosas. Sua igreja é como uma noiva adornada “com jóias” (Is 61:10) e considerada o Seu tesouro. Você sabia que você era um tesouro valioso, precioso aos olhos do Senhor? Deus te ama com um amor eterno. Ele deseja hoje ser convidado ao teu coração. Você está disposto a convidá-lo entrar?
Michael Hasel

Universidade Adventista do Sul