Reavivados por Sua Palavra


Eclesiastes 7 by jquimelli
11 de fevereiro de 2014, 0:00
Filed under: aprendizado | Tags: ,

Comentário devocional:

Deus procura ensinar seus filhos e filhas a viver de forma sábia , aproveitando as oportunidades que a vida oferece.

Muitos procuram o sentido da vida na fama e na riqueza, pensando que serão capazes de tê-las para sempre. Esquecem-se, porém, de que a fama e a riqueza não são eternas; apenas duram por um momento, da mesma forma que a fragrância do perfume some logo depois de utilizado (v.1).

Aquele que tem a sabedoria de Deus tenta descobrir o real sentido da vida (v.4), mesmo através da dor e lágrimas. A adversidade nos lembra que a vida é curta e que precisamos da sabedoria para vivermos melhor. Aprendemos mais sobre Deus nos tempos difíceis do que nos momentos felizes.

A sabedoria nos ajuda a terminar o que começamos (v. 8), e isso exige trabalho, paciência e auto-disciplina. A obra de Deus somente estará completa com a restauração completa de homens e mulheres quando o Senhor Jesus voltar.

Precisamos ter cuidado para não pensar que já sabemos tudo o que precisamos (Apoc 3:17). Até mesmo o homem sábio reconheceu: “Estava resolvido a ser sábio, mas não conseguia alcançar a sabedoria.” (v. 23b NTLH). Para alcançarmos a verdadeira sabedoria precisamos buscar o conhecimento das coisas espirituais.

Ao final, o sábio diz que a mulher enganadora é pior que a morte. Mas aquele que escuta o Senhor e segue Seus ensinos não cairá, mas será salvo (v. 26).

Deus nos aconselha, através da Sua Palavra, a termos uma vida equilibrada para vivermos melhor  (v. 16). Seguindo esses conselhos e respeitando a Deus (v. 18), estaremos nos preparando para viver eternamente em Sua presença.

Pai, eu quero ser bom e viver uma vida equilibrada, mas preciso de Sua ajuda. Por favor, me ajude. Amém.

Pr Eliezer Jr
Brasil



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/ecc/7/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Eclesiastes 7 



Jó 9 by jquimelli
5 de julho de 2013, 0:00
Filed under: aprendizado, caráter de Deus

Comentário devocional:

Neste capítulo Jó responde a Bildade e a Elifaz, cujos discursos misturavam a verdade com o erro. 

Jó até concorda com o pouco de verdade existente nas palavras. “Na verdade, sei que assim é” (v.2), diz Jó ao concordar com boa parte de suas mensagens. Então Jó pergunta: “Como pode o homem ser justo para com Deus? Se quiser contender com Ele, nem a uma de mil coisas lhe poderá responder” (v.3).

Lemos em Apocalipse 20 que Deus concederá aos santos mil anos para conversar com Ele acerca daqueles que não foram salvos. É também um tempo de confirmação do julgamento efetuado, reconhecendo que os juízos de Deus foram justos e indiscutivelmente misericordiosos.

Jó exalta a grandeza de Deus (v. 4-13) e diz que Ele é sábio, poderoso, move montanhas, pode fazer com que o Sol não nasça, esconde as estrelas, estende os céus, anda em alto-mar e comanda as constelações. Ninguém pode vê-Lo, porque ninguém pode ver a Sua face e viver.

Jó então retorna ao seu discurso principal (v. 14) acerca da necessidade de um juízo investigativo. Segue-se uma série de nove declarações condicionais em que Ele afirma não ter qualquer chance de argumentar com Deus e ser ouvido. Mesmo que pudesse defender-se neste juízo, suas palavras iriam condená-lo (v.20).

Em seguida, Jó reflete sobre o resto de seus anos e diz, que os seus dias passaram como um corredor veloz (v. 25-28) e não retornam, “como barcos de junco ; como a águia que se lança sobre a presa” (v. 26). Jó reflete sobre a sua situação, mas isto não o ajuda. Ele chega a conclusão de que já havia sido considerado culpado e portanto seria inútil procurar ser bom (v. 29).  

De acordo com Jó, um juízo investigativo se faz necessário. Ele pede um mediador humano entre Deus e o homem (v. 32-33). Ele não tem medo de Deus, pois afinal de contas suas reflexões não são a resposta final para a realidade maior que ele desconhece (v. 35). 

Querido Deus,

Jó teve dificuldades para entender porque estava sofrendo tanto quase no final de sua vida. Ajuda-nos a entender que o sofrimento é resultado direto da ação de Satanás. Por favor, sejas o nosso protetor.


Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul

Trad/Adap  JAQ/JDS
 
 

Texto bíblico: Jó 9



II Crônicas 33 by jquimelli
21 de maio de 2013, 0:00
Filed under: aprendizado | Tags:

Comentário devocional:

Os livros de primeiro e segundo Crônicas apresentam um padrão muito parecido com do livro de Juízes : pessoas ignorando a Deus, caindo em problemas, voltando a atenção para Deus e, após disso, a restauração. Os adolescentes têm um nome para isso. Todo ano eu peço aos alunos de minhas aulas de bíblia para que descrevam como está sua relação com Deus. Sempre um aluno responde: “montanha russa”, ou seja, “para cima e para baixo”. E mais de metade da classe concorda com ele.

Como podemos quebrar este ciclo? Uma leitura mais atenta da história de Manassés nos dá algumas pistas de como ele poderia ter influenciado melhor seus descendentes.

Manassés começou seu reinado ignorando a Deus ao ponto de sacrificar seus filhos e praticar bruxaria. Aí, então, ele caiu em apuros quando Deus permitiu que os assírios o levassem cativo e o levassem humilhado a Babilônia. Lá, finalmente, ele voltou o seu olhar para Deus e foi restaurado: “Ele, angustiado, suplicou deveras ao Senhor seu Deus, e muito se humilhou perante o Deus de seus pais; fez-Lhe oração, e Deus se tornou favorável para com ele, atendeu-lhe a súplica e o fez voltar para Jerusalém, ao seu reino; então reconheceu Manassés que o Senhor era Deus “(versos 12-13).

Lemos que Manassés “tirou da Casa do Senhor os deuses estranhos e o ídolo …” (15). Esta, que foi uma boa atitude, entretanto não foi completa, pois mais adiante está registrado que “Amom [seu filho] fez sacrifício a todas as imagens de escultura que Manassés, seu pai, tinha feito .. . ” (v 22). O que será que levou Manassés a ter simplesmente retirado os ídolos do templo ao invés de destruí-los? Será que havia ainda algum resquício de ligação emocional entre ele e estes ídolos? Que desculpas teria dado Manassés para não destruir os ídolos que tanto mal haviam causado a si, à sua família e ao reino? A que ponto as tendências de Amom teriam sido influenciadas para o bem se Manassés tivesse priorizado, um exemplo paterno de dedicação irrestrita às coisas de Deus?

Nossa conversão somente é completa quando chegamos a destruir completamente nossas ligações com aquilo que nos afastou de Deus e tanto mal nos fez. Nossos filhos e conhecidos precisam da ajuda deste exemplo de comprometimento total para se afastarem da experiência de altos e baixos espirituais.

Jeffrey Marshall
Geração Juventude para Cristo.
Trad/Adap – JAQ/GASQ/JDS



II Crônicas 27 by jquimelli
15 de maio de 2013, 0:00
Filed under: aprendizado | Tags: ,

Comentário devocional:

Quando Jotão subiu ao trono com a idade de 25 anos, ele provavelmente ainda estava de luto pela morte de seu pai Uzias. Em suas últimas semanas e meses, Uzias, atormentado pelos efeitos debilitantes da lepra, tornou-se uma mera sombra do que fora anteriormente. Ele estava tão fraco que o jovem Jotão assumiu a gestão da família e presidiu os assuntos da nação.

Como rei, Jotão “fez o que era reto perante o Senhor, segundo tudo o que fizera Uzias, seu pai, exceto que não entrou no templo do Senhor” (2 Crônicas 27:2).

A pequena palavra “mas” marca a linha de distinção entre Uzias e Jotão. O primeiro se rendeu ao orgulho; o último foi humilde o suficiente para obedecer totalmente ao seu Deus. O primeiro foi presunçoso a ponto de desafiar as ordens claras de Deus sobre o ministério do santuário; o último foi sábio o suficiente para aprender com os erros de seu pai.

Que possamos também aprender com as vidas daqueles que vieram antes de nós e não repetir os seus erros. Fomos chamados para uma vida de vitória!

Thando Malambo
Geração Juventude para Cristo.




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