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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/8
A organização que Deus planejou para Israel, como ilustrada no livro de Números, diz muito sobre a atitude de Deus a respeito da adoração e do trabalho. Pensamos em Deus como Redentor e Senhor e, é claro, Ele é. Mas através da experiência no deserto, também O vemos como Artista, Diretor-Presidente e Diretor de Recursos Humanos.
Estes aspectos de Deus fazem com que O admiremos ainda mais. Deus sabe como guiar os homens na confecção de uma lâmpada de ouro batido com todas as especificações de um projeto complexo e como preparar sacerdotes para o serviço em Seu tabernáculo. Ele sabe como proteger Seus filhos de Sua presença flamejante e como colocar as pessoas a trabalhar sem fazer com que eles trabalhem em excesso. Não há dúvida de que Deus é amor.
É fascinante que o Senhor tenha escolhido tantos levitas para um trabalho essencialmente simples de manutenção e transporte de uma pequena tenda. Eles nunca poderiam reclamar de excesso de serviço. Deus decidiu não colocar uma carga pesada de trabalho sobre qualquer homem com idade acima de 50, mas após essa idade eles ajudariam apenas como pudessem.
Verdadeiramente, Deus quer que Seu jugo seja suave e Seu fardo leve.
Mark Sheffield
Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/8
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/7
Nos primeiros tempos dos Estados Unidos, os protestantes construíam casas de culto simples. Eles chamavam suas igrejas nas aldeias de “Celeiro do Senhor”, isso era uma reação ao enorme custo da construção de impressionantes catedrais. O objetivo disto era enfatizar que a Palavra de Deus era o coração da verdadeira adoração.
No sistema de adoração dado por Deus ao antigo Israel havia um equilíbrio entre a simplicidade excessiva e a ostentação. As dádivas solicitadas para o erguimento do tabernáculo foram concebidas de forma a não exceder a capacidade de dar da pessoa comum.
Em Números 7 há a descrição de dois conjuntos de presentes. O primeiro deles foi dado aos levitas encarregados de transportar o tabernáculo. O povo presenciou os líderes de Israel darem seis carros e doze bois para o serviço do Senhor.
O segundo conjunto de presentes deveria ser dado pelos líderes ao longo de um período de doze dias, o mesmo número de itens a cada dia: um prato, uma bacia, uma travessa, um carneiro, um cordeiro, e assim por diante.
As pessoas, incluindo as crianças, devem ter se sentido profundamente impressionadas ao assistirem isto. Dar tornou-se algo agradável, e ninguém se sentiu constrangido perante Deus a dar.
Mark Sheffield
Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/7
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/6
O voto para ser um Nazireu que uma pessoa fazia era um compromisso público de viver uma vida de abnegação. Podia ser por um período, ou de forma permanente. Por exemplo, um nazireu tinha que negar a si mesmo, evitando o uso de qualquer tipo de uva “fresca ou seca.” Portanto, o voto de nazireado também colocaria uma pessoa à parte socialmente. Sem jantares felizes ou banquetes. Além disso, se um parente próximo, até mesmo uma mãe, morresse, o nazireu não podia chegar perto do corpo. Ser um nazireu poderia significar ser um solitário.
Hoje os governos restringem as atividades daqueles que têm um comportamento inaceitável, colocando-os na prisão. Geralmente, eles não estão autorizados a participar de funerais de entes queridos. Isto pode parecer uma ação dura por parte do governo, mas a vida escolhida pelo infrator resultou nessa realidade. Portanto, vemos que restrições semelhantes às que vemos nas Escrituras podem ser encontradas na sociedade de hoje.
A restrição das atividades daqueles que haviam tomado o voto de nazireado e que desejavam ter uma experiência espiritual mais profunda não deve ser vista como algo rigoroso demais da parte de Deus.
Se quisermos ter uma experiência espiritual mais profunda, também precisamos ser cuidadosos com o que comemos e bebemos e selecionar cuidadosamente nossas atividades.
Mark Sheffield
Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/6
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/5
Números 5 menciona dois tipos de “santidade”. Em primeiro lugar, o acampamento de Israel deveria ser higienicamente limpo. Aqueles que tivessem doenças transmissíveis, secreções corporais e aqueles que haviam tocado em um cadáver deveriam ser temporariamente excluídos de viver no acampamento, para não transmitir a doença para outras pessoas. O acampamento também deveria ser livre de dor emocional. Assim, o ritual do “marido ciumento” trata da atitude que poderia destruir o amor conjugal, que também é sagrado e santo.
A presença de Deus expulsa todo tipo de impureza. É por esta razão que no Novo Testamento, Cristo não hesitou em tocar o leproso, a mulher com o fluxo de sangue e os mortos. Havia poder de cura em Seu toque e atos. Ele demonstrou seu respeito perfeito pela Lei Mosaica, e não sua rejeição. Cristo era o tabernáculo vivo no meio da nação judaica. Ele demonstrou o poder e o efeito da santidade na presença de todos os tipos de males. Cristo foi levado para a cruz e crucificado por homens maus, porque eles não quiseram se expor à santidade de Deus.
Ao chegarmos mais perto de Cristo e expormos nossos corações à santidade de Deus, veremos mais da nossa fraqueza e pecaminosidade e da necessidade de um Salvador amoroso, porque Sua santidade nos conduz a Ele.
Mark Sheffield
Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/5
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/4
Pessoas seculares – e até mesmo alguns cristãos – vêem o sistema de culto israelita como o retrato de um Deus exigente. Os pecadores devem “andar pisando em ovos” quando perto dEle ou serão fulminados. Números 4 descreve o cuidado supremo tomado pelos levitas na manipulação de objetos sagrados, que não deviam ser tocados por qualquer pessoa não autorizada.
Para algumas pessoas, “temer” ao Senhor significa terem medo do Seu poder. Mas a Bíblia deixa claro que a preocupação de Deus com as coisas sagradas, envolve muito mais do que castigo divino pela desobediência. A história de Abraão e do rei Abimeleque (Gênesis 20) é muito útil a este respeito. Abraão esconde de Abimeleque o fato de Sara ser sua esposa, então Abimeleque a leva para sua casa. Mas Deus adverte Abimeleque a não tocá-la. O relacionamento matrimonial é sagrado, e a lei de Deus é uma defesa daquilo que é sagrado. Assassinar é “tocar” na alma humana, que tem valor infinito. Cobiçar é “tocar” ilegalmente, com o pensamento, em algo que pertence a outro. Mentir é “tocar” no vínculo da confiança.
Quando alguém falha em reconhecer que Deus e as coisas que O representam são santas, está, na verdade, destruindo a si mesmo e aos outros. Que Deus abra nossos olhos para discernir o que é sagrado.
Mark Sheffield
Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/4
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/3
A tenda do tabernáculo dominava o acampamento do Senhor. Quando em marcha, o tabernáculo se destacava no meio de tudo. Os levitas guardavam o lugar mais sagrado da terra de outros israelitas e os soldados guardavam os levitas daqueles que não eram de Israel. Este esquema apresentava uma verdade profunda: as pessoas não tinham a posse de Deus. Em vez disso, Deus era o dono do povo. O mundo não tinha visto nada assim antes.
Embora pudessem parecer poderosos e assustadores, os deuses pagãos sempre foram ferramentas úteis de seus adoradores. As pessoas os fazem, cuidam deles e os transportam como qualquer bagagem. Mas isso não acontecia com Israel. Os israelitas foram especificamente advertidos a não tocar no tabernáculo. Tocar as coisas sagradas com mãos profanas significava morte certa. Até mesmo os sacerdotes Nadabe e Abiú morreram quando ofereceram “fogo não autorizado perante o Senhor.”
Deus é realmente santo, mas Ele voluntariamente habitou no meio do povo. Deus estava neles, mas não era o mesmo que eles. Este aspecto do Senhor demonstra Sua condescendência, não o quanto Ele é temível e digno de ser adorado.
Que amor é esse, que um Deus santo habite com a raça humana!
Mark Sheffield
Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/3
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/2
O Senhor já sabia o número de combatentes em Israel. A contagem de Israel foi feita por causa de Israel, não de Deus. Na verdade, toda a estrutura organizacional descrita em Números 2 foi concebida para benefício do povo. Eles precisavam conhecer os propósitos e o caráter de Deus.
As pessoas faziam parte de um plano divino. Deus não precisava de 603.550 combatentes. Deus não estava interessado em aumentar o número de soldados. Se assim quisesse, Ele não teria separado os levitas do povo para servir no tabernáculo.
Imagine-se sendo uma criança ou um idoso israelita. A partir da sua observação acerca da ordem criada por Deus para a marcha, você perceberia não apenas o enorme tamanho do exército do Senhor, mas aprenderia que você, individualmente, tinha um lugar especial entre estas pessoas. Pense na emoção e no sentimento de participação! Apesar de não ser um dos 603.550 soldados, no coração você estava se movendo junto com Deus.
Deus sabe como obter a vitória, e Ele sabe também como fazer seus filhos se sentirem vitoriosos. Graças a Deus pela vitória que Ele compartilha com todo o Seu povo!
Mark Sheffield
Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/2
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/1
Você já se perguntou se é realmente possível para Deus concluir de forma bem sucedida o plano da salvação? A igreja de Deus é muitas vezes fraca e às vezes os desafios parecem esmagadores.
O Livro de Números, supostamente cheio de listas áridas e regulamentos é, na verdade, uma emocionante história de aventura que demonstra as capacidades surpreendentes de Deus.
Pense nas circunstâncias por um momento: os filhos de Israel tinham saído há apenas um ano da escravidão no Egito. Agindo sob a direção explícita de Deus, o primeiro dever de Moisés foi criar um sistema de adoração que prefigurava eventos sagrados que resultariam no fim do pecado. Uma vez que os israelitas reconheceram o Senhor e Seu caráter santo através do sistema do tabernáculo, e viram que Ele conhece o fim desde o princípio, o Senhor começou o processo de forjá-los em uma arma inquebrável.
O segundo passo de Moisés, observado no Livro de Números, foi a contagem de todos os homens de combate disponíveis. Após cuidadosa investigação para determinar quem era capaz de lutar, descobriu-se que eram exatamente 603.550 soldados. Este número era muito pouco ou excessivo? Nem uma opção nem outra. Era o número disponível, e com esse número Deus lutaria.
Mark Sheffield
Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/1
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/27
O Código de Santidade em Levítico, listando o que Deus espera daqueles que pertencem a Ele, se conclui no capítulo 26. O último capítulo de Levítico trata da questão dos votos feitos ao Senhor.
Votos eram promessas feitas ao Senhor para realizar algum serviço, dar alguma dádiva, ou oferecer-lhe algum sacrifício. Votos eram inteiramente voluntários, mas às vezes eles não poderiam ser mantidos. Assim, em Sua misericórdia, Deus geralmente oferecia uma maneira de ficar livre da obrigação. Isso era feito estabelecendo um valor monetário em substituição ao que havia sido prometido. Se o voto não pudesse ser cumprido, então o valor do voto poderia ser pago diretamente a Deus em seu lugar. Esse dinheiro não poderia ser pago com o dízimo ou com animais que normalmente deveriam ser sacrificados ao Senhor.
Nossos votos voluntários ou promessas a Deus, são obrigações sérias que devem ser cumpridas. Devem sempre brotar de corações transbordantes de gratidão e amor a Deus. Eles não devem ser votos precipitados, mas sua viabilidade deve ser sempre bem pensada. Eles devem sempre nascer do nosso desejo de fazer algo especial para o nosso Deus, ao invés de tentar barganhar com Ele algum favor.
Dean Davis
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/27
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/26
O plano divino de salvação foi provido na forma de uma aliança na qual, repetidamente, Deus disse: “Eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo.” Contudo, isto dependia da resposta do homem. Se alguém aceitasse fazer de Deus o seu Senhor, Deus responderia derramando as bênçãos de Sua aliança. Se um homem não aceitasse a aliança, maldições cairiam sobre ele.
Deus, em Sua misericórdia, não planejou que as maldições fossem retributivas, uma espécie de punição, mas foram concebidas para serem redentivas, exortando as pessoas a acordar e perceber a sua necessidade do Senhor. Ao punir os transgressores Deus sempre usa a mão mais suave possível, mas, quando as instruções são rejeitadas, as maldições se tornam cada vez mais pesadas. Por fim, o povo de Israel foi enviado para o exílio em um país estrangeiro. Entretanto, quando eles se arrependeram, Deus os restaurou e os trouxe de volta para casa.
Que Deus maravilhoso e misericordioso nós temos! Ele procura nos salvar por todos os meios possíveis. Ele nos dá bênçãos de todos os tipos, e de bom grado nos daria mais bênçãos caso conseguíssemos lidar com elas. Se cairmos em pecado e O rejeitarmos, mas depois nos arrependermos, Ele graciosamente nos aceitará de volta e restaurará as Suas bênçãos.
Dean Davis
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/26
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara