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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/19
“Mas Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores.” Romanos 5:8 (NVI).
Sempre que lemos nas Escrituras que uma criatura inocente não agressiva (como um cordeiro ou uma vaca) é morta por causa de nossa agressão e nossas próprias falhas, meditamos profundamente na justiça e no amor de Deus. Por que Deus permitiria que uma criatura inocente assumisse a culpa que é devida a você e a mim?
Bem, amigos, Deus não queria que essas criaturas morressem. Essas criaturas têm suas próprias vidas, separadas da louca mentalidade dos seres humanos que as cercam. No entanto, o Criador não está à parte da nossa situação, separado. Quando a humanidade caiu, o amor não teve escolha a não ser se sacrificar. Amor exige sacrifício. Essas criaturas eram a realidade mais próxima da inocência encontrada em Deus.
O Messias, que se tornou Deus na carne, viu nossa condição – capturou em Si o mal e o desviou de nós. O Inocente se humilhou para tornar-se não-inocente para que, por nossa causa, pudéssemos ser trazidos de volta à inocência, contemplando o último sacrifício feito pelo Cordeiro de YAHWEH.
Nicholas Arroyave Howling-Crane
Auxiliar dos Ministérios da Saúde e Evangelista de Literatura
Beaufort, Carolina do Sul, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/19
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/18
Uma das bênçãos que Deus dá a todos nós é o privilégio de generosidade. Seu plano para apoiar os levitas através dos dízimos permitiu que dessa forma o Senhor abençoasse toda a nação de Israel. Mesmo os levitas não estavam isentos de devolver o dízimo de sua renda para os sacerdotes.
Outra lição que encontramos neste capítulo é que nós não podemos selecionar nossas doações para Deus – devemos dar-Lhe o melhor que temos. Até o nosso tempo com Ele não deve se compor dos momentos que sobram após termos feito as muitas coisas que devemos fazer a cada dia. Deveria ser a melhor parte do nosso dia. Mas o que dizer das outras coisas que devemos fazer? Em Mateus 6:33 Jesus diz: “Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus”, isto é, o seu relacionamento com Ele, “e todas essas outras coisas lhes serão acrescentadas” (NVI).
O mesmo princípio se aplica ao nosso dinheiro. Seus seguidores têm visto que se Deus é colocado em primeiro lugar, os recursos restantes duram mais. Mas se cuidamos de outras obrigações em primeiro lugar, não é provável que sobre muito para Deus.
John Beckett
Professor de Computação
Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/18
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/17
Deus misericordiosamente deu a Israel mais uma prova de Sua vontade de corrigir o juízo equivocado do povo. Eles ainda estavam convencidos de que Moisés e Arão haviam “matado o povo do Senhor.”
Deus ordenou que cada tribo tomasse um bordão e escrevesse nele o nome da casa de seus pais. As varas foram depois deixadas na presença do Senhor. Naquela noite Deus operou um milagre que foi suficiente para silenciar as reclamações dos israelitas e que deveria ser um testemunho permanente sobre quem Deus havia estabelecido o sacerdócio. Todas as notáveis alterações no bordão tinham o objetivo de convencê-los de que fora o próprio Deus quem havia estabelecido uma positiva distinção entre Arão e o resto dos filhos de Israel. Após este milagre do poder divino, a autoridade do sacerdócio não foi mais posta em dúvida.
É sempre difícil chamar à verdade aqueles que se permitem ser conduzidos à rebelião. Foi difícil convencer os israelitas rebeldes de que eles estavam errados e Moisés e Arão estavam certos, mesmo depois que a terra engoliu Corá e seu grupo.
Ellen G. White menciona este incidente, afirmando que a história da rebelião de Corá “está registrada como alerta ao povo de Deus, especialmente àqueles que vivem sobre a terra perto do fim do tempo “(Spiritual Gifts, Vol. 4A, pp 35-38).
Nancy Costa
Adventist World Radio (Rádio Mundial Adventista)
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/17
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/16
Para aqueles que estão em erro e merecedores de repreensão, não há nada mais agradável do que receber simpatia e louvor. Estas pessoas foram lisonjeadas por Corá, que professava grande interesse e amor por elas e concluíram que ele deveria ser bom e Moisés e Arão, ruins. Eles também realmente acreditaram serem pessoas muito boas, que foram enganadas e usadas por Moisés. Se eles admitissem que Corá estava errado e que Moisés estava certo, então eles seriam obrigados a receber a sentença de que deveriam morrer no deserto.
Corá chegou a acreditar que estava agindo no zelo por Deus e que Deus estava do seu lado. Ele se iludiu ao ponto de pensar que ele era justo e a congregação, santa. Julgava-se um pioneiro, que faria uma mudança radical no governo e melhoraria muito a administração de Moisés e Aarão. Moisés não discutiu ou se defendeu, mas intercedeu várias vezes pelos ofensores diante de Deus, reconhecendo a enormidade de seu pecado.
Oremos para que tenhamos um espírito humilde quando repreendidos, para que possamos aceitar a correção do Senhor, sabendo que Ele está efetuando a Sua salvação em nós.
Nancy Costa
Adventist World Radio (Rádio Mundial Adventista)
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/16
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/15
Este capítulo menciona o incidente do transgressor do Sábado que foi encontrado juntando madeira neste dia e foi apedrejado até a morte. A Bíblia nem sempre explica o “porquê” de um castigo aparentemente exagerado, e é aí que aparece a necessidade da confiança: nós confiamos que Deus é justo e ainda misericordioso em todos os seus relacionamentos? Esse é o verdadeiro questionamento do grande conflito entre Cristo e Satanás: o amor e a justiça de Deus.
Neste caso, no entanto, encontramos esclarecimento nos escritos de Ellen G. White: Este homem, “irado por ter sido excluído de Canaã, e determinado a mostrar seu desafio à lei de Deus, atreveu-se a uma transgressão declarada do quarto mandamento” (PP 297). Acender um fogo no clima frio de Canaã era muitas vezes necessário no Sábado, mas não no deserto. Apesar de serem lembrados do Sábado toda semana pelo milagre do maná, toda a congregação teria manifestado desprezo aberto pela autoridade de Deus se tivesse sido permitido ao homem continuar em seu desafio a Deus.
Como está a nossa guarda do Sábado? Esquecemos às vezes que Deus está interessado tanto nas pequenas coisas assim como nas grandes e não aceitará um culto descuidado?
Nancy Costa
Adventist World Radio (Rádio Mundial Adventista)
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/15
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/14
Os dez espias, feridos por uma praga, morreram diante do povo, e neles todos viram sua condenação. Neste momento sua ira se transformou em tristeza, não por causa da sua ingratidão e desobediência, mas por causa das terríveis consequências.
Sua tristeza não era arrependimento e não podia reverter a sentença. Quando Deus ordenou que voltassem ao deserto, Ele testou sua aparente submissão, que provou não ser verdadeira. Eles se recusaram a voltar para trás. Moisés, Josué e Calebe também sentiram amarga decepção, porém aceitaram sem murmuração a decisão de Deus. Mas àqueles que tão facilmente se queixaram, agora Deus deu um real motivo para reclamar.
Então, aquilo que eles se recusaram a fazer quando Deus exigiu, agora eles se propuseram a fazer para merecer o favor de Deus: “Pecamos contra o Senhor. Nós subiremos e lutaremos, conforme … Deus, nos ordenou” (Dt 1:41, NVI). Deus nunca lhes havia ordenado a lutar. Não era Seu propósito que eles ganhassem a terra pela guerra, como evidenciado 40 anos depois na tomada de Jericó.
Eles subiram a Canaã sem Moisés, sem a arca e foram derrotados. Forçados à submissão, eles “choraram perante o Senhor” mas “Ele não deu ouvidos ao seu clamor” (Dt. 1:45, NVI). Os inimigos de Israel que aguardavam trêmulos por sua aproximação, agora se encheram de confiança para resisti-los. Todos os relatórios maravilhosos que tinham ouvido do que Deus tinha feito por Israel, agora consideraram como falsos. Nada restava para Israel a não ser voltar ao deserto, sabendo que este seria o túmulo de toda aquela geração.
Nancy Costa
Adventist World Radio (Rádio Mundial Adventista)
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/14
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/13
Os dez espias apresentaram um relatório tanto emocionante quanto alarmante, de uma terra de abundância e de gigantes que ali viviam. Eles mantiveram o seu público tanto fascinado quanto aterrorizado. Quando Josué e Calebe fizeram o seu relatório de coragem e fé, os dez espias sentiram que seu relatório estava sendo desafiado, e imediatamente responderam apresentando um quadro mais escuro do que antes (“somos como gafanhotos diante destes gigantes”), exagerando as dificuldades para garantir que seu relatório se sobrepusesse ao relatório dos dois espiões fiéis. Uma vez que os espiões apresentaram um relatório negativo e escolheram um caminho errado, eles teimosamente se colocaram contra Josué e Calebe, contra Moisés e contra Deus.
Josué e Calebe nunca perderam o foco de sua missão, e nunca esqueceram da maneira espantosa como no passado Deus os tinha retirado da miserável escravidão no Egito e os levado às portas da Terra Prometida. Foi preciso coragem para discordar de 10 relatórios unificados. A tentação de ser alguém que joga em equipe é sempre forte no coração humano. Afinal, não é a unidade uma coisa boa? A unidade é boa, mas nunca a unidade no erro, em detrimento da verdade.
Nancy Costa
Adventist World Radio (Rádio Mundial Adventista)
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/13
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Depois de tudo o que Deus tinha feito para satisfazer a todas as necessidades de seus filhos israelitas, eles se envolveram no ato verdadeiramente terrível de se queixar. Sabemos que o comportamento de alguns da borda do acampamento foi particularmente ruim, porque o Senhor teve que intervir e destruir aqueles que mais se queixaram.
Possivelmente teríamos sido mais indulgentes com os reclamantes, mas Deus conhece o coração das pessoas. Como se pode ver, as pessoas não só se queixaram a respeito das circunstâncias do momento, mas queriam voltar para o Egito. Elas valorizaram mais a cebola, o alho, e os peixes que tinham no Egito do que os atos maravilhosos de Deus para a salvação deles.
Na verdade, Deus tolerou uma enorme quantidade de reclamações. Em Números 11, Moisés mesmo reclama amargamente e duvida do poder de Deus para fornecer carne para satisfazer o desejo de um número tão grande de pessoas. Deus o ouviu e então decidiu intervir, resolver os problemas de Moisés, e dar ao povo o que eles queriam. Mas aquilo que as pessoas queriam gerou algumas más consequências.
O contraste entre os dois tipos de queixas, a de Moisés e a do povo, deveria nos dar conforto. Às vezes, servos fiéis de Deus simplesmente não aguentam mais. E Deus remove suas cargas. Por isso devemos ser gratos.
Mark Sheffield
Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/11
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/10
Em Números 10, o evento tão esperado começa – a viagem de mais de um milhão de pessoas para a Terra Prometida. Uma das últimas ordens dadas por Deus antes deste evento diz respeito à confecção de duas trombetas de prata.
Nossa tecnologia de comunicação hoje não nos permite imaginar como seria, naquele tempo, o efeito de ouvir toques de trombeta. Trombetas causam uma forte reação emocional, intimamente ligada à situação de guerra. Um pouco mais de cem anos atrás, os exércitos manobravam ao som da trombeta. Hoje ainda, bandas militares continuam a desempenhar um papel fundamental na manutenção de um espírito de luta.
Após terem sido dadas todas as orientações necessárias e estando todos os corações ansiosos, a nuvem se desloca para a frente e os filhos de Israel a seguem. Este deve ter sido um dos grandes espetáculos da história. A arca de Deus e Sua própria presença lideram o caminho. Como Israel poderia ser derrotado? As palavras de Moisés ao contemplar a arca revelam sua confiança, não no humano e no material, mas no Senhor. Deus lutaria suas batalhas.
Sob nossa perspectiva, tantos séculos depois, o pensamento de fracasso parece impossível. Mas, infelizmente, o tão almejado sucesso não aconteceu. Essa história terrível é o que veremos nos próximos capítulos.
Mark Sheffield
Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/10
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/9
Dois aspectos marcantes da vida judaica aparecem neste capítulo: a cerimônia da Páscoa e a aparição da nuvem durante o dia e a coluna de fogo durante a noite. Ambas demonstram a incrível graça de Deus. A nuvem e a coluna mostram o tipo de orientação divina pela qual todos nós ansiamos. Esta orientação era visível a todos os israelitas. Tanto na prática judaica quanto na cristã, a Páscoa tem grande significado. Para os cristãos, a Páscoa é um símbolo da morte de Cristo.
Deus criou um povo que deveria se manter separado, tanto racial, quanto culturalmente. Consequentemente, os judeus davam muita importância aos antepassados familiares. Contudo, o desejo de Deus de um povo santo, separado, não significava que forasteiros não pudessem se juntar a Israel. O livro de Números deixa claro que não-judeus também eram bem-vindos para celebrar a Páscoa, desde que o desejassem e participassem da cerimônia de acordo com as regras estipuladas. Israel não deveria ser uma nação com preconceitos raciais e com orgulho separatista.
Podemos ser gratos pela aceitação de Deus a todos os que vêm a Ele, não importa a raça ou origem familiar. Por isso, louvamos ao Senhor.
Mark Sheffield
Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/9
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara