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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/dt/4
Neste capítulo Moisés discorre acerca da importância da lei de Deus, proclamada audivelmente por Ele no Monte Sinai. Os Dez Mandamentos fazem parte do concerto de Deus com Seu povo e foram dados num contexto de relacionamento. Como Deus os havia libertado do Egito, a gratidão seria a base para o povo obedecer aos Dez Mandamentos (Êx 20:1-17).
Deus destaca neste capítulo a singularidade de Israel. Deus os tirou da fornalha de ferro do Egito e lhes deu Sua lei para que eles pudessem saber que existe somente um Deus. No segundo mandamento Ele os advertiu contra fazer imagens, não-deuses, o que os levaria a esquecer a singularidade de Deus e sua própria singularidade. Caso contrário, eles seriam levados cativos por outras nações.
A Igreja de Deus hoje é chamada a adorar a Deus como o Criador (Ap. 14:6-7), uma mensagem a ser dada ao mundo neste tempo do fim, quando a evolução exerce grande influência. Somente permaneceremos únicos enquanto nos lembrarmos de que Deus é o nosso Criador, sem qualquer crédito à evolução. Enquanto muitos acreditam que Deus tenha criado por meio da evolução, os adventistas devem dar ao mundo a mensagem de que Deus é o Criador e que a evolução é um deus feito pelo homem, um ídolo destituído de qualquer relacionamento da aliança.
Norman Gulley
Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/deu/4
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/dt/3
Moisés respondeu às queixas de Israel, não ao pedido claro de Deus. Ele desobedeceu a Deus, agiu com raiva, e afirmou que ele e Arão trariam água da rocha, batendo nela em seguida. Ele agiu de forma independente, tomando a glória para si mesmo e deturpando a imagem de Deus perante o povo. Em vez de se concentrar em Cristo, dependendo dele como o fez Davi, Moisés dependeu de si mesmo e lutou pela sua própria força. Mesmo assim, foi Deus quem trouxe a água da rocha, não Moisés. Precisamos começar cada dia diante de Deus.
Jamais esqueçamos de Sua presença e palavras dirigidas a nós; somente podemos enfrentar as crises através de Seu poder, pois somente Ele nos protege. Mesmo não tendo Moisés representado a Deus neste ato impensado, Deus levou em consideração toda a sua vida (Hb 11:23-28): ressuscitou Moisés, o levou para o Céu (Jd 9), e Moisés apareceu a Cristo em Sua transfiguração (Lc 9:28-36). Que Deus perdoador, justo e piedoso nós temos! Lembre-se que quando você cai, Deus está ali para levantá-lo em Seus braços. Ele olha todo o percurso da sua vida, como fez com Moisés.
Norman Gulley
Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/deu/3
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/dt/2
Os emins eram, no seu tempo, numerosos e gigantes em altura. Mas Deus os destruíra em benefício dos moabitas, descendentes de Ló. Isto lançou vergonha sobre a maioria de Israel que, no início do êxodo, ficaram com muito medo dos gigantes anaquins, tão altos como o foram os emins. Mas agora a geração não convertida estava morta e uma nova geração estava prestes a entrar na terra prometida. Eles, então, se moveram para a frente com fé e derrotaram totalmente os amorreus e todas as suas cidades. Eles apropriadamente declararam: “nenhuma cidade houve alta demais para nós; tudo isto o SENHOR, nosso Deus, nos entregou” (v. 36b).
Para o Israel do fim dos tempos não há cidades à nossa frente a serem conquistadas, há inimigos impondo uma lei dominical e um decreto de morte (Ap 13:15). Deus irá nos livrar também gloriosamente (Dn 12:1). “Estas coisas lhes sobrevieram como exemplos e foram escritas para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado.” (1Co 10:11). Cristo nos diz: “erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima” (Lc 21:28b). Deus nunca perdeu uma batalha a favor de seu dependente povo e nunca perderá.
Norman Gulley
Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/deu/2
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/dt/1
Deuteronômio é o último dos cinco livros de Moisés, o chamado Pentateuco. Deuteronômio contém as últimas palavras de Moisés, onde ele revê a história do relacionamento de Deus com Israel.
Essa relação mostra que Deus não muda (Ml 3:6), e que “Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e sempre” (Hb 13:8). Nem mesmo Israel mudou muito, pois era um povo rebelde, que geralmente correspondia ao amor de Deus com desobediência.
Quão breve se esqueceram das intervenções de Deus em favor deles! Era o momento de entrar em Canaã, a terra que Deus prometera a Israel desde o tempo de Abraão. Mas os dez homens que espiaram a terra voltaram reclamando de gigantes, dizendo que era impossível tomar a terra. Israel acreditou neles, queixou-se a Deus, e creu que os amorreus viriam destruí-los, a não ser que retornassem ao Egito (ver Nm 14.1-4). Somente Josué e Calebe apresentaram um bom relatório, e por conta deste quase foram mortos por apedrejamento (Nm 14:10a).
Nós somos o Israel moderno e a entrada para Canaã de Deus está imediatamente à frente. Quantos de nós têm medo dos gigantescos eventos dos últimos dias e se esquecem de que Deus lutará por nós! Ele quer que nos acalmemos e saibamos que Ele é Deus (Sl 46:10).
Norman Gulley
Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/deu/1
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/36
Números 36 nos permite conhecer melhor o sistema de herança. As primeiras provisões foram dadas no capítulo 27 e o capítulo atual fornece estipulações adicionais à luz dos capítulos 32 e 34, que tratam da alocação divina da terra entre as tribos.
As filhas de Zelofeade, da tribo de Manassés, haviam feito o seguinte pedido: “Nosso pai morreu. . . e não teve filhos. Por que o nome de nosso pai deveria ser tirado de seu clã porque ele não tinha filho? Dá-nos possessão entre os irmãos de nosso pai” (27:3,4). Depois de apresentar o caso perante o Senhor, Moisés respondeu: “Se um homem morrer e não tiver filho, então você passará sua herança para sua filha” (v. 8).
No entanto, quando esta filha se casasse com um homem de outra tribo, a terra passaria para a tribo de seu marido tendo em vista que o sistema de herança previa a transmissão da herança pela via paterna.
Números 36 revela instruções divinas que protegem as tribos de perderem a homogeneidade de seus territórios. Por isso a estipulação de que “toda filha que possua uma herança. . . se casará dentro do clã da tribo de seu pai, para que todos os israelitas continuem a possuir sua herança ancestral”.
Vivemos em sociedade e dependemos uns dos outros. Em alguns momentos é mais proveitoso para nós abrirmos mão de direitos individuais menores em benefício do bem-estar coletivo. Afinal, uma sociedade próspera e com bons relacionamentos resultará em melhor qualidade de vida para todos os seus cidadãos.
Leendert Brouwer
Professor de Teologia
União Universidad Peruana
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/36
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/35
Enquanto estavam nos campos de Moabe, perto do rio Jordão e na frente de Jericó (verso 1), Deus deu instruções ao seu povo através de Moisés. Entre as cidades que pertenciam aos levitas, seis delas foram estabelecidas como refúgio para o assassino que matou sem intenção ou por engano (v. 11). Estas cidades foram estrategicamente localizadas em todo o território para que o assassino pudesse chegar rapidamente. Lá ele teria que permanecer até a morte do sumo sacerdote, e só então ele poderia voltar para sua terra natal (verso 28). Se ele deixasse a cidade, o vingador poderia matá-lo.
As cidades de refúgio eram um santuário e, portanto, um símbolo apropriado de Cristo que protege o pecador que nEle se esconde pela fé (Sl 46: 1; Rm 8: 1, 33, 34; Fil 3: 9). Enquanto o transgressor permanecesse obediente e submisso às exigências do sumo sacerdote, sua vida seria protegida. Ao nos prepararmos para a Canaã celestial, o príncipe deste mundo nos empurra para dentro de seu território para cometer erros involuntários. A melhor coisa será permanecermos escondidos no Santuário, sob a proteção do nosso Sumo Sacerdote Jesus Cristo.
Edgard Horna Santillán
Professor de Antigo Testamento
Seminário Teológico Asd
Universidade da União Peruana
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/35
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/34
A terra de Canaã, que Israel teria que alcançar através da conquista, tinha limites específicos e deveria ser dividida por um grupo de pessoas lideradas por Eleazar e Josué. Por que o texto destaca essas fronteiras específicas? Primeiro, Israel alcançaria essas fronteiras apenas com a bênção de Deus, condicionada a manter-se fiel à aliança que tinha com Deus. Assim, as fronteiras se tornariam indicadores da fidelidade de Israel. Segundo, os limites específicos foram úteis para mostrar a Israel que a terra que eles herdariam era um cumprimento muito concreto da promessa de Deus (Gn 12:7; 15: 18-20).
Para nós, cristãos, a antiga terra de Canaã é um símbolo da Canaã Celestial (Hb 11:8-16). Se quisermos desfrutar da recompensa que Cristo prometeu a nós (João 14:1-3), precisamos nos manter fiéis ao nosso compromisso cristão. A promessa de Cristo não é algo vago ou obscuro. Desfrutaremos da presença de Deus no Éden restaurado, a terra que Cristo está preparando para nós! Este papel de Cristo é realmente prefigurado em Números 34 por Eleazar (o Sumo Sacerdote) e Josué (Yehoshua ou Yeshua, que significa “o Senhor é a salvação”).
Roy E. Graf
Professor do Seminário Teológico da DSA
Universidade da União Peruana
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/34
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/32
Este capítulo apresenta significativas lições acerca da importância de se manter a unidade e a habilidade de resolver conflitos por meio da comunicação direta e franca. As tribos de Rúben e Gade tinham uma imensa quantidade de gado e, assim, fizeram um pedido que gerou um momento de tensão junto ao seu líder Moisés. “Se podemos contar com o favor de vocês”, disseram eles,” (V. 5 NVI). Moisés interpretou este pedido como um ato de deslealdade e covardia (vs. 6-14).
Felizmente, os líderes das tribos de Gade e Manassés reconheceram que precisavam esclarecer seus motivos para responder às objeções e medos de Moisés. Este esclarecimento cumpriu seu objetivo. Moisés aceitou a proposta e enfatizou a importância de cumprir o compromisso assumido de ajudar militarmente as demais tribos a conquistarem o território delas. Desta forma, uma situação que parecia colocar em risco a unidade do povo foi resolvida pela atitude amigável das tribos de Gade e Manassés. Moisés teve a sabedoria de ouvir as explicações e depois avaliar a situação de uma perspectiva mais ampla. Hoje também podemos resolver muitas situações estressantes seguindo o bom exemplo de Moisés.
Walter Alaña
Reitor do Seminário Teológico Adventista
Universidade da União Peruana
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/32
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/31
Deus é amor (1 João 4:8). Esta é a premissa principal, a lente através da qual toda a Bíblia deve ser lida. Números 31 nos lembra que a justiça também é outra premissa importante para entender os textos bíblicos. O SENHOR é um Deus de justiça (Is 30:18). A premissa de que Deus é justiça tem sido frequentemente esquecida ou ignorada, especialmente nestes últimos tempos da história da terra.
Números 31 nos lembra que Deus é capaz de usar pessoas, anjos, ou até mesmo a natureza para levar a cabo a justiça. Às vezes até governadores, policiais e cadeias cumprem o propósito de Deus! No entanto, enquanto estamos neste mundo pecaminoso, o inimigo de Deus muitas vezes provoca a injustiça. A maioria das calamidades e desastres que ocorrem na terra não são ações de Deus, mas ações do diabo, que produzem confusão e deturpam o caráter de Deus. Não obstante, Números 31 nos lembra que Deus não permitirá o pecado e o mal para sempre. Ele intervirá e porá fim ao mal e aos malfeitores, porque Deus é Amor e Justiça.
Benjamín Rojas Yauri
Professor de Novo Testamento e Hermenêutica
Supervisor de Estágio – Faculdade de Teologia | Universidad Peruana Unión
Pesquisador – Novo Testamento | Universidade Stellenbosch
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/31
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/30
A Bíblia ensina que ser um crente implica em manter a palavra. Ou seja, quando prometemos algo, estamos presos às nossas palavras. Números 30 trata desse tópico no contexto de uma família. Basicamente, se alguém faz uma promessa ou um voto a Deus, essa pessoa deve fazer o que prometeu. No entanto, existem dois casos em que o voto poderia ser anulado. Se a pessoa que havia feito o voto fosse uma moça solteira ou mulher casada, o voto poderia ser anulado pelo pai ou pelo marido, respectivamente.
Essas exceções parecem um pouco estranhas no século XXI. No entanto, o contexto das exceções é a família e os costumes antigos, onde o homem era o encarregado da casa. Talvez o voto não pudesse ser cumprido devido a algumas questões econômicas que eram administradas pelo pai ou pelo marido.
Portanto, atualmente, os votos devem ser realizados levando-se em consideração a dinâmica familiar e a situação econômica, com a comunicação entre os membros da família. No entanto, um voto não é feito ao homem – é um compromisso com o próprio Deus.
Alvaro F. Rodríguez
Professor de Hebraico Bíblico e Antigo Testamento
Seminário Teológico DSA
Universidade da União Peruana
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/30
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara