Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1co/6
Quando, através das lentes do amor de Jesus, observamos um irmão de fé planejando fazer uma escolha prejudicial, é nosso dever como santos amorosamente oferecer orientação. Deus declarou que as pessoas não justificadas não têm o mesmo calibre de discernimento que recebemos e, portanto, o fardo do julgamento (ou seja, guiar cuidadosamente alguém à verdade) recai sobre nós.
As instruções são claras:
1. Desentendimentos entre irmãos de fé não devem ser levados a um tribunal de incrédulos.
2. Devemos cuidar de nossos corpos de tal forma que eles não sejam poluídos.
Todos nós devemos almejar possuir o caráter aperfeiçoado de Deus. Por isso mesmo, a promessa feita para essa batalha contra o eu é tão grande! Deus prometeu que o que desejamos e pedimos fervorosamente em Seu nome, Ele concederá (Mateus 7:7)! Portanto, não tenha medo de pedir os frutos do Espírito Santo. Então coloque todas as tentações aos pés de Jesus e Ele o libertará a fim de conduzir outros à mesma luz.
Mas lembre-se: com a mesma intensidade que repreendemos o cisco no olho de outra pessoa, precisamos repreender a trave existente em nosso próprio olho (Mateus 7:5).
Jeannie Thomas
Professora da pré-escola, Escola Adventista de Hermiston, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1co/6
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1co/5
O apóstolo Paulo está preocupado com os relatos sobre a igreja: “há imoralidade entre vocês”, ele escreveu. A imoralidade não repreendida traz profundas implicações para a igreja, que é o corpo de Cristo.
Nos primórdios da história adventista um pastor chamado W. C. Wales, ministrou durante um tempo e, em seguida, ele e sua esposa deixaram a igreja e se divorciaram. Ele se arrependeu, casou-se novamente, e decidiu retornar à igreja. Ellen White aconselhou os líderes da igreja que o aceitassem, e que ele não deveria se divorciar de novo para voltar a sua primeira esposa, o que poderia causar mais mal do que bem. Ela ainda apoiou a decisão de que ele voltasse ao ministério. Infelizmente, não demorou muito para que ele se envolvesse em outros casos amorosos. Desta vez, foi demitido do ministério pastoral. Ele era um transgressor sexual contumaz. A graça deve ser estendida a um pecador arrependido, mas ali estava um homem que tinha um padrão de imoralidade [Para mais detalhes, leia: EGW, Testemunhos sobre o Comportamento Sexual, Adultério e Divórcio, pp. 225-235].
Paulo afirma que os líderes da igreja devem lidar com firmeza com pessoas envolvidas em aberta transgressão da lei de Deus. Hoje também devemos zelosamente cuidar para que a igreja de Deus tenha um padrão moral que a recomende perante a sociedade em geral.
Michael W. Campbell
Diretor de Arquivos, Estatísticas e Pesquisa na Divisão Norte-Americana dos Adventistas do Sétimo Dia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1co/5
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1co/4
Os evangelistas do Novo Testamento enfrentaram um desafio único. Diferentemente de nós, eles não conseguiam olhar para trás, através de séculos de história, e ver o quadro geral do plano de Deus se desenrolando. Eles viviam o momento, entrando em cidades para pregar sobre Jesus, chamando as pessoas ao arrependimento e à retidão. Sua mensagem provocou fortes reações — alguns os rejeitaram como falsos profetas, enquanto outros os colocaram em pedestais, idolatrando-os muito além do que mereciam.
Paulo os lembrou de uma verdade crítica: seu foco tinha que permanecer totalmente em Deus. Buscar aprovação humana ou ser levado por elogios era uma distração perigosa. Sua missão não era agradar as pessoas, mas ser servos fiéis de Cristo.
Esta lição é igualmente relevante para nós hoje. É fácil deixar nossas vidas girarem em torno das opiniões dos outros — seja inflando nossos egos com elogios ou encolhendo sob críticas. Mas a sabedoria de Paulo nos chama a um padrão mais elevado: não pense muito bem de si mesmo e não tome suas decisões apenas para agradar aos outros. No final das contas, a única aprovação que realmente importa é a de Deus.
Lisa Ward
Escriturária da IASD Country Life
Cleburne, Texas, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1co/4
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1co/3
Uma igreja dividida é uma igreja envenenada. Essas divisões são indícios de que uma igreja está sendo conduzida pela natureza humana “carnal”, em vez de pelo Espírito de Deus (vs.1-4). Ellen White alertou sobre esta situação durante toda a sua vida. Um espírito de crítica, ela adverte, causa grande mal dentro da igreja. E ainda pior é que esse tipo de pensamento extremista impede que a verdade alcance outras pessoas. Um cristão jamais deve servir de consciência para outra pessoa. (Historical Sketches, 211-212).
“Aquele que é culpado de erro, é o primeiro a suspeitar do erro. Condenando o outro, está ele procurando ocultar ou desculpar o mal do próprio coração. Foi por meio do pecado que os homens adquiriram o conhecimento do mal; tão depressa havia o primeiro par pecado, começaram a se acusar um ao outro e é isto que a natureza humana inevitavelmente fará, quando não se ache controlada pela graça de Cristo” (O Maior Discurso de Cristo, 126).
Concluindo, Paulo usa a metáfora de um “edifício” (vv 9-10). E nele, o que mais importa é que “ninguém pode colocar outro alicerce além do que já está posto, que é Jesus Cristo” (v. 11 NVI).
Michael W. Campbell
Diretor de Arquivos, Estatísticas e Pesquisa na Divisão Norte-Americana dos Adventistas do Sétimo Dia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1co/3
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1co/2
Paulo tinha todos os motivos para se sentir confiante em si mesmo. Nascido em uma família de fariseus devotos, ele desfrutava de privilégios e prestígio: bem-educado, viajado, multilíngue e até mesmo cidadão romano. Ele acreditava que sua missão de defender Deus justificava sua feroz perseguição aos cristãos. Sim, apesar de sua paixão, a confiança de Paulo estava equivocada. Foi necessária uma intervenção divina dramática para ajudá-lo a entender sua própria fraqueza e redirecionar seu caminho.
A transformação de Paulo moldou sua mensagem: a sabedoria humana não é suficiente. Os mistérios da verdade de Deus não podem ser desvendados pelo intelecto ou status; eles são revelados apenas pelo Espírito de Deus.
É fácil cairmos na mesma armadilha que Paulo caiu — depositando confiança em nossas próprias habilidades, realizações ou entendimento. Como Paulo, podemos pensar que nosso conhecimento, status ou paixão nos qualificam para servir a Deus da melhor maneira. Mas, assim como Paulo teve que aprender, a sabedoria humana tem suas limitações. Os caminhos de Deus são mais elevados que os nossos, e Seus planos desafiam o raciocínio humano. A história de Paulo nos ensina que a verdadeira sabedoria vem da rendição a Deus e da permissão de que Seu Espírito trabalhe através de nós.
Vamos reservar um tempo todos os dias para buscar a Deus em silêncio, para que nossas palavras e ações reflitam Sua sabedoria — não nossa própria limitação.
Lisa Ward
Escriturária da Country Life SDA Church
Cleburne, Texas, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1co/2
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1co/1
Em muitos aspectos, a cidade antiga e cosmopolita de Corinto se assemelhava a uma cidade moderna. Grandes quantias de dinheiro geravam mobilidade social ascendente, havia grandes eventos esportivos, afiliação a partidos políticos, o afrouxamento dos limites sexuais e uma tendência gradual para a secularização.
O apóstolo Paulo estava claramente preocupado com a igreja em Corinto. Neste primeiro capítulo, após cumprimentá-los (vs. 1-3), ele declara sua esperança de que não faltasse entre eles nenhum dos dons espirituais (v. 7) e que eles fossem encontrados “irrepreensíveis no dia de nosso Senhor Jesus Cristo” (vv. 7, 8).
Paulo os repreende pelas divisões existentes entre eles (v.10). Alguns membros da igreja haviam se dividido em diferentes grupos. “Acaso Cristo está dividido?”, perguntou ele (v. 13). Ele advertiu, a seguir, que se estas divisões permanecessem a influência da cruz de Cristo seria anulada (v. 17).
A solução para os problemas da igreja de Corinto é expressa no versículo 18: “Pois a mensagem da cruz é loucura para os que estão perecendo, mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus” (NVI).
Michael W. Campbell
Diretor de Arquivos, Estatísticas e Pesquisa na Divisão Norte-Americana dos Adventistas do Sétimo Dia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1co/1
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/rm/15
Paulo exorta os cristãos a viverem desinteressadamente, seguindo o exemplo de Cristo, que não procurou agradar a si mesmo (v. 3). Ele enfatiza que as Escrituras foram escritas para nossa instrução (v. 4) e nos chama para formar um povo que glorifique a Deus com uma só voz (v. 6). Para conseguir isso, devemos ter os mesmos sentimentos uns pelos outros como Cristo teve, e agir no poder do Espírito Santo (v. 5, 19).
O Espírito é constantemente mencionado, com Seus atributos essenciais de poder, santidade e amor (vs. 13, 16, 19). Ele nos capacita a proclamar o evangelho (v. 16), nos concede santidade para viver de uma forma que glorifique a Deus (v. 18), e nos enche de amor para servir aos outros e levar os gentios à obediência (v. 25). A presença do Espírito nos leva a viver na plenitude da bênção de Cristo (v. 29).
Sigamos o exemplo de Paulo, permitindo que o Espírito nos transforme para que reflitamos o caráter de Cristo — cheios de bondade e conhecimento, prontos para admoestar uns aos outros e preparados para o retorno de Jesus (v.7, 13, 14).
Vamos vigiar e orar!
Rosana Garcia Barros
Diretora do Ministério de Oração, IASD Farol, Maceió/AL, Brasil
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/rom/15
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/rm/14
Paulo concluiu seu discurso sobre sacrifício vivo com conselhos sobre liberdade cristã para dois tipos de crentes: os fracos que se ofendiam com a falta de escrúpulos dos fortes; os fortes que procediam de maneira que fazia os fracos tropeçarem (Romanos 14:20–21).
Os fortes comiam “todas as coisas”; os “fracos” comiam “vegetais” — presumivelmente para evitar comprar carne sacrificada a ídolos (14:2; compare 1 Coríntios 10:24 e contraste 10:20–21). Ao contrário das carnes imundas, que sempre contaminam, a carne sacrificada a ídolos não é “comum em si mesma”, mas sim era considerada na tradição judaica como tendo se tornado “comum” por meio de contaminação de segunda ordem, como mãos sujas ou animais limpos misturados com imundos (Romanos 14:14; compare Marcos 7:2 e Atos 10:14). Os fortes consideravam “um dia” — presumivelmente o sétimo dia — “acima de outro”; os fracos consideravam “todos os dias” — presumivelmente também os outros festivais judaicos — como importantes (14:5, note que “igual” não está na língua original; compare Colossenses 2:16).
Quando as práticas de alguns vão além dos requisitos mínimos das Escrituras, devemos ser fiéis às nossas convicções pessoais e amorosos para com os companheiros crentes que não as compartilham (Romanos 14:19–23). Nessas questões, os fracos não devem condenar os fortes pelo que apenas Deus exige deles, e os fortes não devem agir de forma que enfraqueça a segurança dos fracos em suas convicções. (14:12–13).
David Hamstra
Pastor sênior da IASD de Edmonton Central e aluno de doutorado na
Andrews University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/rom/14
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/rm/13
Ellen White escreveu sobre a Lei de Deus: “Não há partícula negativa nos Dez Mandamentos”. Pode parecer confuso ver esta declaração diante da lista de “Não Faça”… Mas no hebraico está escrito literalmente: “Sem assassinato”, “Sem adultério” etc. É, na verdade, uma coleção de promessas:
• Honrarás aqueles que lhe deram vida.
• Valorizarás a vida.
• Honrarás o vínculo que torna dois em um [o casamento].
• Honrarás o direito de propriedade.
• Honrarás o poder das palavras verdadeiras.
• Ficarás satisfeito com o que tens.
Jesus respondeu à pergunta do doutor da lei: “Ame o Senhor, seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma, de toda a sua mente e de todas as suas forças.” O segundo é igualmente importante: “Ame o seu próximo como a si mesmo”. Nenhum outro mandamento é maior que esses”. (Marcos 12:30, 31 NVT). “Toda a lei e todas as exigências dos profetas se baseiam nesses dois mandamentos” (Mateus 22:40).
Os Dez que Jesus condensou em Dois são na verdade um só preceito: a Lei do Amor. Essa é a essência do caráter de Deus. É a “lei do projeto” o qual descreve de que modo deve funcionar o universo criado por Deus. Transformado pelo amor, você passa da escravidão do egoísmo e das tentativas de obedecer a lei, para a liberdade da graça.
“O amor não faz mal ao próximo; portanto, o amor cumpre todas as exigências da lei de Deus.” (Romanos 13:10 NVT).
Virginia Davidson
Artista – projetista e construtora de vitrais,
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Spokane Valley, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/rom/13
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/rm/12
Paulo abre o capítulo chamando todos de irmãos. Isso porque, para Paulo, todos são iguais em Cristo; não há ninguém superior. Portanto, o serviço de uns para com os outros deve ser feito tanto como Cristo servia quanto para Cristo.
Paulo realmente acredita, visto que Deus é por nós e ninguém é contra nós, e visto que nada pode nos separar do amor de Deus em Cristo Jesus, que o crente está na verdade acima de seu opressor. E ainda, apesar deste status exaltado, o crente deve viver em serviço sacrificial, para que outros possam ser influenciados a aceitar a salvação, porque Deus deseja salvar a todos. Assim, o crente é chamado a demonstrar o sacrifício de Jesus pessoalmente, com a confiança de que nunca está separado do amor de Deus. E quando confrontado com a injustiça e a opressão, o crente é especificamente instruído a não buscar vingança, pois o próprio Deus promete efetuar a vingança.
Na verdade, o crente é instruído a viver pacificamente com todos, tanto quanto for possível (v. 18), e isso é alcançado não por retribuir o mal com o mal (v. 17) ou por vingança (v. 19), mas por uma vida de serviço.
J.A. O’Rourke
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/rom/11
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara